QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

ACESSIBILIDADE: É lei, mas só no papel.

Mas, quando o assunto é dificuldade de mobilidade a situação fica muito complicada, pois as ruas não tem nenhum tipo de facilidade, quando muito, tem uma rampa que é difícil de subir mesmo para quem não tem dificuldades, isso quando não tem um carro estacionado na frente impedindo seu acesso, sem citar que as calçadas, quando tem, são irregulares. Já nas empresas, públicas e privadas, quando tem rampas são muito inclinadas, de tal forma que, uma pessoa em cadeira de rodas ou um idoso só consegue subir com auxilio de outra pessoal.
 
Acessibilidade significa facilidade de acesso a todos os serviços, lugares e ambientes, de forma independente, respeitando a limitação de cada indivíduo. Para que isto fosse possível, no Brasil foi aprovada a Lei  10.048, de 8 de novembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.  Passaram-se 11 anos e muitas coisas foram realizadas, mas de modo geral, podemos considerar que esta lei só existe no Papel.
 
O lugar onde a acessibilidade tem funcionado é no mundo virtual. Pois os especialistas em TI  tem desenvolvido software para que os portadores de necessidade especiais sintam-se verdadeiramente incluso na sociedade. Os sistemas operacionais disponibilizam configurações para que pessoas de baixa visão possam utilizar computadores sem nenhum tipo de auxilio, isto permite uma interação social “livre de preconceitos” nas redes sociais e também para estudos e leitura de vários livros digitais, didáticos e literários.  A Universidade Federal do Rio de Janeiro desenvolveu um software, disponível gratuitamente para download no site http://intervox.nce.ufrj.br/~upgrade/#dosvox_oficial, que permite ao deficiente visual a utilizar um computador sem nenhum tipo de auxilio.
 
Atravessar uma rua é uma verdadeira “roleta russa”, existe poucos semáforos exclusivos para pedestres. Estes poucos, em sua maioria, não têm alertas sonoros para deficientes visuais, o botão para acionar o fechamento do semáforo fica muito alto, o que impossibilita o uso para quem esteja em cadeiras de rodas. Al[em disso, mesmo com dificuldades todos tem que atravessar a rua em alta velocidade, pois os automóveis mal esperam o sinal ficar verde.
 
 Estudar é outro  desafio, já que as escolas e faculdades privadas e públicas, nem de longe, conseguem ter acessibilidade, as bibliotecas não tem livros para deficientes visuais; não tem rampas para acesso com cadeiras de rodas, não tem portas preparadas para quem tem dificuldades de mobilidade.
 
Para a acessibilidade sair do papel e funcionar precisa ser sustentada por quatro pilares: Respeito as Necessidade, Cumprimento da Lei, Consciência individual e Ações públicas. Quem é responsável em fiscalizar e garantir que esta lei seja cumprida e as pessoas tenham acessibilidade? O Ministério Público?
 
Neste quesito de acessibilidade os Conselhos de Administração e a Ordem dos Advogados têm atuado com firmeza no sentido de apontar irregularidades e apresentar projetos de inclusão social, em como exigir que os governantes façam investimento para que se tenha inclusão social através de processo de acessibilidades?  
 
 O Processo tem sido lento, pois passa por uma transformação cultural de cada indivíduo, que de modo geral, espera que o outro faça alguma coisa, se colocando com espectador  no processo de inclusão social. 
 
Todos nós somos responsáveis pela falta de acessibilidade, seja por não exigir nossos direitos, seja por acreditar que nunca teremos algum tipo dificuldades  de acesso.

Administração em 4Vias

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Por que pessoas bem-sucedidas destroem suas carreiras?


Saber lidar com os pequenos fracassos do dia a dia é um dos fatores mais importantes no caminho para o sucesso

Whitney Houston, Amy Winehouse, Michael Jackson... por que pessoas bem-sucedidas se autodestroem? Quando nos lembramos de Elvis Presley e Marilyn Monroe, observamos que foram dois exemplos de seres humanos que possuíram tudo o que as pessoas dizem desejar para ser felizes: eram bonitos, famosos, ricos e amados, aliás, são amados até hoje. Mas, se autodestruíram. O que teria acontecido?

Não é apenas no universo das celebridades da música ou do cinema que isso ocorre. Nas empresas, líderes executivos e outros profissionais que, teoricamente, fizeram ou estão no meio de carreiras bem-sucedidas e sabotam a si mesmos. Abusam de álcool e outras drogas, são infelizes em suas vidas pessoais, suas palavras e ações são motivos de sofrimento para si e para aqueles que os cercam. Alguns chegam ao suicídio. Por quê?
As pessoas não se preparam para o sucesso. Muitas acreditam que, quando tiverem sucesso material e financeiro, as demais áreas de sua vida automaticamente se resolverão. Mas isso não ocorre. Lidar com o fracasso na área financeira é muito difícil, mas ser bem-sucedido financeira e profissionalmente e ter dificuldades em outras esferas da vida é um desafio incompreensível para muitos.
Embora não exista uma cartilha para lidar com o sucesso, até porque as pessoas estão mais preocupadas em achá-lo do que em geri-lo, algumas sugestões são relevantes para pensar.
Quando o sucesso ocorre, mas o indivíduo não está preparado, em geral é esmagado por ele. Uma agenda repleta de compromissos, cobrança das demais pessoas, autocobrança exagerada, exposição pública, críticas improcedentes, a gestão da vida pessoal, enfim, tudo se torna muito complexo. Assim como não se espera que um motorista de automóvel, com seu conhecimento sobre o painel de um carro, seja capaz de pilotar um avião, na vida, não se espera que alguém seja habilitado a gerir a complexidade do sucesso com a visão de uma criança.

Você não pode mudar seu passado
Ninguém escreve em seu currículo: "Sou pós-graduado pela FGV e foi muito difícil, porque passei fome e meu pai abandonou minha família quando eu tinha 10 anos." Lamento que coisas terríveis tenham acontecido em seu passado, mas o mundo não se importa com isso. A pessoa tem de aprender a lidar com seus medos, fatos lamentáveis de sua vida, dificuldades indescritíveis que teve de enfrentar para chegar onde chegou. O sucesso não vai tornar esses fatos mais compreensíveis ou aceitáveis. A pessoa terá de elaborá-los, aceitá-los, enfim, lidar com eles da forma mais funcional possível. Isto é, permitir que eles façam parte de seu passado, mas não se deixar influenciar negativamente por eles, querendo compensá-los, consertá-los ou escondê-los por meio de seu sucesso.
Aprenda a lidar com as frustrações
Não existe uma regra que diga: seus pais têm de amar você. Também não há lei que diga que seus amigos querem seu bem, sempre. Ou que pessoas mal-intencionadas jamais se aproximarão de você. Ou que todas as suas ações produzirão os resultados desejados. Algumas pessoas literalmente tiveram de ser salvas de seus pais. Outras, de seus amigos e amores. E outras tiveram de se reerguer devido a decisões erradas que tomaram no passado e que consumiram grande parte de sua energia e tempo para ser corrigidas. A vida tem dessas coisas. Não há sucesso que possa torná-lo mais forte com relação às frustrações. Você terá de buscar essa força no exercício diário da vida, reconhecer que as frustrações, por vezes profundas, fazem parte da vida. Querer uma vida sem dor, sem problemas é um desejo impossível. Aliás, as únicas pessoas que não possuem problemas estão no cemitério. As demais acordam todos os dias e têm de enfrentá-los.
E por falar nisso, e quando a morte chegar? Nossa evolução nos permitiu ter consciência da realidade que nos cerca e nos transpassa. Mas o preço é saber que, um dia, aqueles que amamos e nós mesmos morreremos. Quanto tempo ainda temos? Não espere para ter aquela conversa com quem é relevante para você. Aquele assunto, é melhor você colocar na agenda e tocar nele o quanto antes com aquela pessoa. As conversas que não tivemos, por vezes, são as lembranças mais difíceis de aceitar.
Certa vez, perguntaram a Dalai Lama se era possível um ser humano se desenvolver sozinho. Após longa pausa e algumas considerações, a resposta foi: "Sim, é possível... só que leva muito mais tempo."
Assim, se há preparo possível para o sucesso, diria que é, em primeiro lugar, observar as demais pessoas. Se olhar com interesse, verá que você é parecido com todas e que cada uma delas está em sua luta diária. Só por isso merecem seu mais profundo respeito, antes ou depois de seu sucesso.
No decorrer de seu desenvolvimento, contrate profissionais que possam contribuir com seu fortalecimento: médicos para fazer o check-up e manter a saúde de seu corpo físico em dia, um personal trainer que possa lhe dar um bom condicionamento para um dia puxado de atividades. Mas não se esqueça de incluir também um coach que possa ajudá-lo a desenvolver competências nas diversas áreas de sua vida. Fazer, ao menos uma vez na vida, uma consulta a um psicólogo para ver como anda sua saúde nessa esfera. Ter momentos de serenidade, como uma meditação, um retiro ou qualquer atividade que possa lhe acalmar. Centrar-se e energizar-se com frequência.
E sempre reavaliar todos esses profissionais, amigos e mesmo familiares. Se o indivíduo não tiver competência para identificar as pessoas de má índole que se aproximam dela, principalmente após seu sucesso, terá sérios problemas em lidar com ele.
Deve também ser capaz de gerir suas emoções, para que não lhe causem danos ao longo do tempo, daí o preparo psicológico. E pensar com quais pessoas relevantes de sua vida gostaria de conversar sobre quais assuntos que lhe são fundamentais.
Não conheço nenhuma pessoa que declare que, se tivesse menos dinheiro, estaria melhor. Mas conheço muitas pessoas que se lamentam pelo fato de o dinheiro e o sucesso não terem lhe dado a serenidade que tanto desejavam. O sucesso profissional e financeiro é somente uma área de nossa vida, não é a vida toda. Após chegar lá, seja onde for para você, as demais esferas da vida continuarão esperando para ser exploradas e conquistadas.
Por: Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching e autor do livro "Conversa de Elevador – Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira"

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

As lições do carnaval para as empresas

O ano finalmente começou na última quinta-feira. Crianças de volta às aulas, equipes completas nas  
empresas e trânsito caótico para os moradores das grandes capitais. Com a apuração do último voto dos jurados a rotina enfim voltará ao normal - mesmo em meio à vergonha ocorrida em São Paulo.

Apesar de grande parte dos brasileiros aproveitarem o carnaval para descansar, a beleza e criatividade dos nossos desfiles são incontestáveis. Quem já viajou para o exterior sabe que é sinônimo de brasilidade, assim como a Amazônia e com menor empolgação o futebol, o qual anda com a bola meio murcha nos últimos tempos.

Fazendo uma analogia e aproveitando que é hora de voltar ao batente, que tal se perguntar como a empresa na qual trabalha ou dirige é vista por colaboradores, acionistas, sociedade, fornecedores e clientes?

Inovadora, original e criativa como uma escola de samba, importante e rara tal qual a floresta amazônica ou meio capenga como o futebol canarinho? Para ajudá-lo, trago a teoria VRIO, desenvolvida pelos professores Barney e Hesterly, cujo enfoque se baseia nos recursos que a empresa detém. Vamos à primeira letra do acrônimo.

Valioso: os recursos que detém permitem que explore oportunidades e/ou neutralize ameaças do ambiente? Um caso clássico é o Cirque Du Soleil, o qual subverteu a lógica do ambiente que condenava os circos à extinção, criando um novo e inexplorado mercado, praticamente sem concorrentes.

Raro: sua empresa controla recursos que poucas empresas possuem? Para identificá-los pense na cadeia de suprimentos. Num mundo em que tudo vira commodity na grande fábrica "Made in China", poucas firmas ainda conseguem esta façanha. Patentes, inovações, poços de petróleo, minas e florestas são alguns exemplos.

Imitabilidade: caso sua empresa possua os recursos mencionados, concorrentes conseguem desenvolvê-los ou imitá-los? Como paralelo, o negócio do futebol há tempos se profissionalizou no velho continente. Marketing, patrocínios, transparência e parcerias ganha-ganha são cada vez mais vistas por lá.

Organização: as políticas e processos estão organizados para suportar os recursos valiosos, raros e difíceis de imitar? Esta é a razão pela qual muitas vezes não conseguimos descobrir ou imitar o sucesso de algumas corporações. Já no caso do carnaval, creio que poderíamos explorá-lo de maneira mais apropriada pelos ministérios competentes.

Conseguiu identificar em quais pontos sua empresa se destaca? 
Com base em suas respostas você poderá classificá-la em cinco categorias, do pior para o melhor cenário:

Desvantagem competitiva: seus recursos são pouco valiosos.
  • Paridade competitiva: detém recursos valiosos, porém não raros.
  • Vantagem competitiva temporária: apesar dos recursos valiosos e raros, estes são passíveis de imitação.
  • Vantagem competitiva não explorada: não explora os recursos valiosos, raros e difíceis de imitar que possui.
  • Vantagem competitiva sustentável: reúne os recursos valiosos e raros, explorando-os através da organização.
Já arrancou seus cabelos? 
Procure não entrar em desespero. Saia em busca de novos mercados, recursos ou então copie, caso esteja posicionado no primeiro ou segundo item. Inove rapidamente para não perder a vantagem temporária como o futebol brasileiro.

Crie processos e comunique sua vantagem, tal qual o carnaval brasileiro deveria fazer. Ou então celebre os lucros de sua vantagem competitiva sustentável, mantendo sempre a atenção no espelho retrovisor. Caso contrário, poderá ter que se contentar em entregar a bola de ouro a uma japonesa ou pior ainda, a um argentino. 
Felizmente não permitem escolas estrangeiras na Sapucaí. Ainda.
 
Por: Marcos Morita - http://www.qualidadebrasil.com.br/

Negociar é um Ótimo Negócio!

Infelizmente, uma nova guerra já está em curso e todos nós conhecemos o resultado final: vidas humanas aniquiladas, destruição de cidades ou países inteiros e o rancor multiplicado ao extremo. 

O governo norte-americano sabe disto e vem gastando diariamente US$ 1 milhão apenas para proteger a cidade de Nova Iorque que poderá sofrer um novo ataque terrorista a qualquer instante. 
 
Contudo, há um outro lado desta guerra também já perdedor: a inteligência e persuasão do homem. Sim, assistimos à incapacidade dos dirigentes mundiais de chegarem a um acordo satisfatório sem o emprego de armas. Perdemos todos nós... 

Uma situação-limite que foi provocada pelo insucesso durante os meses em que se negociou a paz. Fazendo um paralelo com as negociações comerciais, não houve apenas um erro mas uma sucessão deles. Hoje, vamos analisar porque negociar é um ótimo negócio! 

Quando há negociação?
Sempre que duas partes envolvidas numa pendência possuem diferentes formas de analisar o conflito, faz-se necessário que seja iniciado um processo de negociação. Assim, não há negociação quando o outro concorda inteiramente com aquilo que você deseja ou quando ele (ou você) nem ao menos admite a possibilidade de pensar em um acordo. 

Alguns princípos básicos sobre negociação: 
1. Você negocia o tempo todo
Diariamente precisamos negociar diferentes soluções para cada um dos conflitos em que fazemos parte. Por isto mesmo, é fundamental que você exerça o papel de negociador em seu trabalho, junto à sua família, perante os amigos e em todos os demais papéis que você representa em sua vida cotidiana. 

2. Estabeleça uma relação ganha-ganha
Procure fazer com que seu oponente também sinta que venceu ao negociar contigo. Evite a todo custo levá-lo a acreditar que fez um mal negócio pois isto impedirá qualquer possibilidade em uma composição futura. Ao mesmo tempo, não fique criando a idéia de que alguém sempre vence e outro sempre perde - todos podem vencer ao mesmo tempo quando este é o desejo comum. 

3. Seja flexível em suas propostas
Pare de pensar que o oponente aceitará sua proposta sem pestanejar ou pechinchar. Antes de informar suas condições, estabeleça quais são seus objetivos principais e onde poderá ceder sem maiores perdas. Logo, saiba até onde poderá flexibilizar sua proposta inicial. 

4. Reforce sua disposição de chegar a um acordo
Sempre que possível, demonstre ao oponente o seu desejo de ajustar as condições envolvidas. Isto pode ser feito através de comentários: Como podemos fechar este acordo? ou Nós precisamos finalizar isto hoje. Quais são suas dúvidas? ou Desejo comprar o produto de sua empresa. Você pode oferecer um desconto para o pagamento à vista?. 

5. Dê ao outro a oportunidade de escolher
Ao invés de oferecer apenas uma única proposta, apresente duas ou três opções para que o oponente venha a escolher aquela que mais lhe convém. Não adianta ficar empurrando aquilo que o outro não deseja - ele compra uma vez e nunca mais. Quando oferece oportunidades de escolha, no mínimo ele escolhe você (ou sua empresa). 

A habilidade de negociar cada dia é mais valorizada no mercado de trabalho porque inúmeros contratos não são assinados (ou renovados) devido à falta de capacidade dos envolvidos no processo para superarem as diferenças existentes. 

Ninguém aprende a negociar de um dia para o outro - mas vale a pena investir neste aprendizado. Portanto, enquanto você aprende, comece a ensinar seus filhos desde já. 

 Colunista: Wellington Moreira  - http://www.qualidadebrasil.com.br

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Líder: é possível apontar os erros dos colaboradores de forma eficiente


O primeiro passo é deixar claro quais as competências técnicas e teóricas que esse colaborador deve ter


As críticas, sejam elas positivas ou negativas, fazem parte de qualquer ambiente profissional. A recepção delas, por parte dos colegas, é que pode causar problemas, principalmente se elas forem negativas. Especialistas concordam que apontar simplesmente os erros pode gerar desde descontentamentos a ações judiciais por danos morais.
 Por isso, o líder deve ficar atento à forma como avalia o trabalho dos seus colaboradores. E a forma mais eficiente de fazer isso é anterior a qualquer erro que o profissional possa vir a cometer. “É preciso deixar claro quais as competências técnicas e teóricas que esse colaborador deve ter para executar o seu trabalho”, esclarece a consultora em Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Juliana Saldanha.
 Para evitar equívocos na interpretação da análise que o líder faz de um profissional, é preciso deixar bem claro os objetivos do trabalho que ele executa e qual deve ser o seu papel dentro da empresa. “Dessa forma, no momento em que você vai fazer qualquer avaliação, você exclui os aspectos subjetivos dessa análise”, afirma Juliana.
 O consultor sênior da consultoria De Bernt Entschev Human Capital, Rômulo Machado, concorda e ressalta: “O líder tem de deixar claro qual o objetivo desse profissional e o que ele espera dele”.
 Agindo da maneira correta
Para o consultor, mesmo estabelecendo as competências e habilidades que o profissional deve ter, não são raros os líderes que apontam os erros de seus colaboradores de maneira equivocada. Por isso, na hora de fazer qualquer tipo de avaliação, ele recomenda que o gestor adote o respeito como base.
“O feedback tem de estar sempre embasado em fatos. Não é só falar, é identificar o erro e suas consequências, para que o profissional reflita sobre o que fez”, afirma. “O líder precisa mostrar a ação e as consequências dela, indicando a melhor forma de estimular o profissional a melhorar”.
 Nesses casos, até o tom da voz pode gerar interpretações errôneas por parte do profissional. As palavras também devem ser escolhidas com cuidado. “Na hora de apontar o erro, o líder não pode perder a calma e nunca começar metralhando palavras – isso desestimula o profissional e o líder ainda corre o risco de sofrer uma ação por dano moral”, alerta Machado.
 A maneira mais eficiente de transmitir a avaliação negativa, para o consultor, é individualmente. Para ele, tanto o líder como o profissional devem ter em mente que nenhum deles detém o conhecimento absoluto sobre o trabalho que executam. Essa percepção, se deixada clara, gera cumplicidade e dá confiança ao profissional. 
Machado ainda reforça que uma maneira inteligente de apontar as falhas dos profissionais é perguntando o que os levou a executar a tarefa daquela forma e não de outra. “Quando o líder questiona, faz o profissional questionar também. Essa reflexão o estimula a entender o processo e a fazer seu trabalho de outra forma” 
Os dois lados
Os especialistas ouvidos são enfáticos ao dizer que o líder não deve apenas apontar erros. Elogios também são bem-vindos. “O feedback não é só negativo. Quando a pessoa acerta, ela tem de receber o feedback positivo também, como incentivo”, analisa Machado. “A avaliação engloba os erros e os acertos”, acentua Juliana. “O líder tem de buscar a melhora do desempenho do profissional. Do que adianta apontar erros, se os acertos não forem mostrados”.
Para Machado, ao contrário dos feedbacks negativos, os acertos devem ser elogiados em público. “O feedback positivo deve ser feito sempre em público porque reforça mais a autoestima dos profissionais e estimula os demais a executar melhor suas tarefas”, aponta.
 E quanto aos líderes que anunciam os erros de seus colaboradores? “Eles são ultrapassados e precisam rever os seus conceitos”, acredita Machado. Para ele, esse comportamento mais efusivo de alguns gestores pode demonstrar insegurança e até arrogância. E isso só desestimula um profissional que, se orientado da maneira correta, poderia render resultados mais consistentes para a empresa.
Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney

Pai Nosso Templário

SENHOR, perdoa-me se não rezo a oração que teu filho nos ensinou, pois julgo-me indigno de tão bela mensagem. Refleti sobre esta oração e cheguei às seguintes conclusões:

Para dizer o "PAI NOSSO", antes devo considerar todos os homens, independentemente de sua cor, raça, religião, posição social ou política, como meus irmãos, pois eles também são teus filhos; devo amar e proteger a natureza e os animais, pois se tu és meu pai, também és meu criador, e quem criou a mim, também criou a natureza.

Para dizer "QUE ESTAIS NO CÉU", devo antes fazer uma profunda análise em minha consciência, procurando lembrar-me de quantas vezes te julguei como um celestial pai, pois, na realidade, sempre vivi me preocupando com coisas materiais.

Para dizer "SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME", devo antes verificar se não cometi sacrilégios ao adorar outros deuses até acima de ti.

Para dizer "VENHA A NÓS O VOSSO REINO", devo antes examinar minha consciência e procurar saber se não digo isto apenas por egoísmo, querendo de ti tudo, sem nada dar em troca.


Para dizer "SEJA FEITA A VOSSA VONTADE", devo antes buscar meu verdadeiro Ser e deixar de ser um falso Cristão, pois a tua vontade é a união fraternal de todos os seres que criastes.

Para dizer "ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU", devo antes deixar de ser mundano e me livrar dos desenfreados prazeres, das orgias, do orgulho e do egoísmo.

Para dizer "O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE", devo antes repartir o pão que me destes com os meus irmãos mais carentes e necessitados, pois é dando que se recebe; é amando que se é amado.

Para dizer "PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO TEMOS PERDOADO A QUEM NOS TEM OFENDIDO", devo antes verificar se alguma vez tornei a estender minha mão àquele que me traiu; se alimentei àquele que me tirou o pão; se dei esperanças e acalentei àquele que me fez chorar; pois só assim terei perdoado àquele que me ofendeu.

Para dizer "E NÃO NOS DEIXAI CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL", devo antes deixar limpo o foco de meus pensamentos; amparar a mão estendida; socorrer o pedido de aflição; alimentar a boca faminta; iluminar os cegos e amparar os aleijados, ajudando a construção de um mundo melhor.

E finalmente, para dizer "AMÉM", deverei fazer tudo isso agradecendo ao meu Criador, cada segundo de minha vida, como a maior dádiva que poderia receber. No entanto Senhor, embora procure assim proceder, ainda não me julgo suficientemente forte, no intuito de tudo isto te prometer e cumprir. Perdoa-me, Senhor meu Pai, porém minha perfeição a tanto ainda não chegou.



Postado Facebbok: Anselmo Raposo

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O administrador do século XXI: quem é ele?


Nesse início de ano cabe uma reflexão. Você já parou para pensar nas mudanças que ocorreram neste início de século XXI? De torres gêmeas e crise global, de iPhone a “We Can”. Estamos vivendo uma era de transformações profundas e uma parte considerável de profissionais ainda não se deu conta disso, principalmente, gestores.
O papel de um gestor é sempre por demais atribulado – de controle de custos à criação de estratégias comerciais – um administrador é muitas vezes o último recurso. O “resolvedor de problemas” das mais diversas naturezas. Os problemas, porém, mudaram, juntamente com os tempos. Vamos tomar como exemplo o comércio. Se antes os problemas eram “como combateremos a liquidação do nosso concorrente da rua ao lado”, hoje é “como vamos concorrer com um site chinês que vende nosso produto pela metade do nosso preço de custo”, ou ainda “qual foi a taxa de conversão em vendas da loja da nossa estratégia de mídias sociais”. Perguntas que ainda não circulam tanto pelos corredores quanto deveriam.

O administrador do século XXI deve ser um profissional global que passeia entre as ciências humanas e as ciências exatas com igual maestria. Não existe mais administração local, simplesmente porque o “global” invade nossos lares e empresas a todo momento. Eu, como administrador da minha carreira e dos meus negócios, tenho refletido muito sobre as competências necessárias para esse novo papel da administração e vou listar abaixo algumas características necessárias a esse novo administrador em um século digital.

Em primeiro lugar, como disse, o administrador do século XXI deve ter uma visão global, sistêmica. Deve ser um integrador por excelência, acima de qualquer outra coisa. Deve saber lidar com grande quantidade de dados e mensurações que a internet permite – o que pressupõe um domínio de Excel, leitura de gráficos e uma boa base de estatística – e deve saber lidar com pessoas. Apesar de muitos acharem que a internet é uma rede de computadores, ela é uma rede de pessoas.
Um administrador do século XXI é um eterno estudioso. A ciência do Management está mudando em função de tendências como gestão de conhecimento em larga escala, possibilidades de co-criação de produtos, iniciativas de construção de inteligência social, ações de inovação aberta e gamificação de processos. Palavras que há apenas poucos anos não pertenciam aos vocabulários de executivos, seja de que segmento fosse.
O gestor hoje em dia deve ter em mente que a governança não é um diferencial ou uma opção. É uma exigência da tecnologia que deixa tudo forçosamente às claras. É o fim das negociatas ou falta de transparência com o mercado.
Há um movimento crescente de mudança nas práticas de consumo acompanhado de preocupações cada vez maiores com a melhora da qualidade de vida da sociedade e do indivíduo. Nesse campo temos alguns movimentos como consumo compartilhado e principalmente sustentabilidade comunitária. É lógico que ainda estamos bem longe do ideal de sociedade justa e responsável, porém, estamos caminhando a passos largos, uma vez que estamos tomando consciência de que estamos nos aproximando do ponto sem volta.
A inversão do eixo econômico, antes EUA-Europa, agora China, Brasil, Índia, Russia é algo que deve ser profundamente conhecido dos gestores. A política implementada pelo líder chinês Deng Xiaoping no final da década de 70 fez surgir um gigante global do que poucos ainda dúvidam de sua força. O eixo EUA-Europa reina, mas já não governa. Entender essas mudanças na economia mundial é essencial para tomar decisões acertadas baseadas no presente, não no passado.
Podemos tirar como conclusão desse breve artigo que as mudanças pelas quais o mundo está passando são algumas das mais significativas dos últimos séculos, só suplantada, talvez, pela revolução industrial. Em um mundo em mudanças, alguns se agarram aos velhos conceitos e naufragam diante da inovação, outros se arriscam em um mundo desconhecido, mas cheios de oportunidades. 
Cabe a você decidir em que time você estará.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Análise de Swot



A análise de Swot é uma ferramenta largamente utilizada para avaliar empresas, projetos, produtos, equipes, concorrentes e outros. Em organizações privadas utiliza-se bastante esse tipo de análise, pois permite avaliar com precisão as forças e fraquezas e ainda as oportunidades e ameaças. Deve ser aplicada por uma equipe de pessoas capacitadas, que sejam analíticas e específicas em suas previsões, que avaliem de maneira sistêmica e abrangente os fatores externos à organização e que revelem de modo verdadeiro todos os pontos fracos da empresa, de maneira que possam ser conhecidos e trabalhados por toda a equipe.

Considera-se cenário interno, as forças e as fraquezas de uma empresa, pois podem ser direcionadas e modificadas de acordo com a necessidade prevista pela própria empresa, ou melhor, é diretamente controlado internamente, pois são determinados de acordo com os planos de ação e execução da empresa. Em contrapartida, consideram-se cenário externo as oportunidades e ameaças, pois estes não são controlados e nem previstos com exatidão pelas organizações. As oportunidades e ameaças surgem como um feedback do próprio mercado. Apesar de não serem controlados pela empresa, os cenários externos devem ser fortemente conhecidos para que sejam esperados pelas empresas, para que não sejam pegas “de surpresa”. É importante conhecer detalhadamente cada parte do cenário interno e externo. Para isso:

Cenário interno:

Forças: São atividades, produtos ou serviços que são destaques na empresa. É o “carro-chefe” da organização, o que a faz conhecida e reconhecida. São considerados forças: controle de qualidade, padronização de recursos, equipamentos de última geração, funcionários qualificados, demanda de produtos ou serviços, flexibilidade em negociações, líderes compromissados, etc.

Fraquezas: Oposto das forças, tudo o que a empresa “deixa a desejar” e que deve ser melhorado. Podem ser: Custo final elevado, fragilidade no atendimento, alto grau de insatisfação em determinado produto ou serviço, alto índice de devolução de mercadorias, alto índice de mercadorias danificadas, etc.

Cenário externo:

Oportunidades: São todos os fatores que estão fora de controle da empresa que podem trazer modificações satisfatórias à mesma. São oportunidades: Valorização de um produto ou serviço, economia em alta, abertura de novos setores próximos à empresa, incentivos fiscais, alterações na legislação favoráveis à atividade exercida pela empresa, etc.

Ameaças: São todos os fatores que podem afetar a organização de maneira negativa. São ameaças: Abertura de novos concorrentes, produtos similares com o valor final mais barato, diminuição da demanda por um produto ou serviço, grande quantidade de produtos estocados, desvalorização de um produto ou serviço, instabilidades no mercado financeiro, etc.

A partir da análise, a organização consegue: reorganizar suas metas para que seus pontos fortes sejam valorizados e seus pontos fracos sejam trabalhados, aproveitar as oportunidades de maneira a melhorar o desempenho da empresa e sua atuação no mercado, trabalhar de maneira que as ameaças sejam previstas e que não prejudique fortemente sua atuação e ainda planejar novos métodos de trabalho visando sempre o crescimento organizacional.

A Análise de Swot além de identificar os pontos positivos e negativos que modificam o cenário empresarial, pode ainda estimular o trabalho em equipe fazendo com que a instituição trabalhe ainda mais em coletividade. É importante lembrar que os fatores externos podem influenciar de maneira positiva ou não todas as empresas que atuam em um mesmo segmento de produto ou serviço, sendo que assim, podem de igual maneira beneficiar-se ou não.

Por: Gabriela Cabral da Silva Dantas

Akio Morita e a Sony

Em 1947, os Laboratórios Bell anunciaram ao mundo a invenção do transistor, um componente que viria a substituir a válvula de vácuo, especialmente na linha eletrônica de consumo, como o rádio e a televisão. De acordo com Peter Drucker, todos os fabricantes americanos sabiam disso, mas não deram importância, pois imaginavam que a utilização do transistor seria consolidada somente por volta de 1970, vinte anos depois.

Na época, a Sony era praticamente desconhecida fora do Japão. Aliás, a empresa foi fundada em 1946 por Masaru Ibuka e Akio Morita com o nome de TTK (Tokyo Tshushin Kyogu) mediante um empréstimo de 530 dólares. Em 1953, Morita leu sobre o transistor nos jornais e, por conta disso, viajou para os Estados Unidos a fim de adquirir uma licença de uso dos Laboratórios Bell por apenas 25 mil dólares, uma quantia ridícula considerando o resultado proporcionado posteriormente. Essa foi a primeira grande visão de Akio Morita.

Dois anos depois, a Sony lançou o primeiro rádio transistor, o modelo TR-55, em quantidade limitada e com produção restrita ao Japão. O rádio pesava menos de um quinto dos rádios com válvulas comparáveis existentes no mercado e um custava menos de um terço do que os concorrentes. Três anos depois, a Sony dominava o mercado de rádios de baixo custo nos Estados Unidos e, cinco anos mais tarde, os japoneses dominavam o mercado mundial de rádios transistorizados.

O primeiro rádio da TTK para exportação foi o modelo TR-63, produzido em 1957. O TR-63 tinha um design genuinamente inovador e era comercializado em embalagem de presente, dentro de um estojo de couro macio, com flanela antiestática e acompanhado de um moderníssimo fone de ouvido. Era tudo o que o consumidor estrangeiro poderia desejar numa época em que mais por menos fazia muita diferença.

Em 1958, já consolidado no mercado norte-americano, Akio Morita fez com que o nome da empresa fosse mudado. Como defensor entusiasmado da globalização, Morita percebeu que o nome Tokyo Tshushin Kyogu seria um grande obstáculo para a conquista de novos mercados, portanto, precisava de algo que fosse reconhecido em qualquer lugar do mundo, de fácil pronúncia em qualquer língua. A mudança do nome para Sony foi a segunda grande visão de Morita.

A palavra Sony era uma combinação da palavra “sonus” que em latim significa som, e do termo coloquial “sonny” atribuído ao jovem americano da época. Tempos depois, quando perguntaram aos comerciantes norte-americanos, durante uma pesquisa, se eles já haviam comercializado rádios japoneses, a resposta foi um sonoro “não”. Entretanto, quando perguntados se já haviam comercializado rádios Sony, a resposta foi um inequívoco “sim”. A estratégia de Morita funcionou.

Ao longo do tempo, a Sony produziu um fluxo constante de produtos eletrônicos inovadores: na década de 1950, criou o rádio de bolso e o gravador, seu primeiro produto mais importante fabricado no Japão; na década de 1960, produziu a primeira televisão totalmente transistorizada do mundo e a primeira videocâmera.

Na década de 1980, ao tomar conhecimento de que as vendas do primeiro toca-fitas portátil haviam fracassado, Morita utilizou o fato como desculpa e mudou o nome do produto para Walkman no mundo inteiro. A partir de uma nova visão de negócio, a palavra Walkman tornou-se sinônimo de qualidade e de praticidade.

Ao lado de Masaru Ibuka, Akio Morita construiu uma das maiores empresas do mundo, famosa por seus produtos sofisticados em miniatura. Apesar de não ter inventado o transistor, os japoneses fizeram dele o impulso para projetar o país no mundo da eletrônica e o restante é história. Entretanto, a maior contribuição de Akio Morita foi demonstrar aos empreendedores que uma visão de negócio é uma virtude extremamente importante para o sucesso de qualquer empreendimento. Quando o negócio estiver claro na mente, o sucesso será apenas uma questão de tempo.

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Não rasgue o resultado, lute por ele

 O tumulto na apuração do resultado das escolas de samba de São Paulo deve ser analisado não como um ato isolado de um louco, diretor de uma escola de samba, que não se conformou em perder, quando a apuração chegava ao fim, um integrante invadiu a mesa onde a leitura dos votos era feita e rasgou as notas, mas sim de como as pessoas não devem se comportar quando estão levando desvantagem em alguma situação.

Devemos lembrar que a vida é uma competição e que não podemos simplesmente “rasgar” o resultado quando os “jurados” parecem estar contra nós ou não são de nosso agrado, fazemos isso num ato de desespero para tentar reverter à situação, se existe algo errado devemos questionar, falar e até gritar, mas nunca partir para a violência porque violência gera violência e consequências.

Agindo desta maneira estaremos procedendo como aquele doente que com medo de receber um exame laboratorial tenta rasgar o resultado, como se isso mudasse o resultado, a doença não existisse mais.

A violência e o vandalismo apagaram um pouco o brilho do carnaval, as agremiações que tiveram seus membros presos podem até ser que elas sejam desclassificadas, essa regra faz parte do regulamento e ao que parece vai ser aplicada para o bem dos próximos carnavais.

Se agirmos como o rapaz que rasgou os resultados para impedir que o carnaval de São Paulo tivesse uma campeã, podemos apagar o brilho da nossa vida ou até mesmo ser eliminado do convívio das pessoas.

Vamos lutar pelos resultados fazer com que cada “notas” que ganhamos das pessoas sejam acima da média e se não pudermos passar em uma dessas provas tenhamos a coragem de recomeçar, podemos até ficar chateados, o próximo campeonato pode ser amanhã e precisamos estar preparados.

Vamos refletir sobre isso!

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Objeto não identificado cai em Anapurus - Maranhao


Um objeto em formato esférico de cor metálica e ainda não identificado caiui na manhã desta quarta-feira (22) no município de Anapurus, próximo a Chapadinha (MA).
A queda aconteceu por volta das 6h no povoado Poços, na propriedade do senhor conhecido como “Pé de Ferro”.
Moradores ouviram um estrondo parecido com o som de um trovão antes da queda. O objeto parece um botijão de gás.
Eles estão assustados por não ter a mínima ideia de onde veio a peça.
Na queda a peça destruiu várias árvores, o que indica que ele caiu de uma grande altitude.
Entre os moradores há quem acredite que o objeto seja o pedaço de um satélite, foguete ou até mesmo de uma nave alienígena.
Em Goiás, um objeto idêntico também foi encontrado .
Postado - www.blogdodecio.com.br

Pobres Mulheres Ricas

Fala sério! Você gostaria de ser uma das celebridades participantes do programa Mulheres Ricas, exibido pela BAND, ou do BBB, exibido pela Globo? Ainda não encontrei pesquisas sobre o assunto, mas algo me diz que, se a população fosse consultada, mais de 90% não hesitaria em emitir um sonoro “sim”.
Em tempos de celebridades fabricadas da noite para o dia, há muita gente concentrada num único objetivo: tornar-se uma celebridade instantânea e carregar a vaga esperança de ficar rico num piscar de olhos. E o pior de tudo isso é que existem pais que incentivam os filhos a perseguir objetivos dessa natureza ou profissões para as quais eles não têm a mínima afinidade ou vocação.
Mulheres Ricas é um pouco diferente. O programa é uma péssima mistura de reality show com exibicionismo e pobreza de espírito, afinal, o que pode ser mais pobre do que ver e ouvir alguém que se diz rico esbanjar dinheiro em coisas tão banais quanto a existência do próprio programa?
Alguém me diz que a televisão é entretenimento, mas, perdoe a minha falta de sensibilidade com o gosto do público que aprova esse tipo de programa: o que se pode aprender com falsas celebridades ricas tentando ensinar as pessoas a gastar dinheiro inutilmente em coisas que só servem para empobrecer o espírito?
É impossível contradizer o fato de que a televisão e a própria internet democratizaram o acesso à informação em todos os cantos do mundo, exceto para algumas culturas fundamentalistas do Oriente Médio e outras mais fechadas como a chinesa.
Da mesma maneira, é impossível negar que esse excesso de democracia também facilitou a ridicularização do ser humano através da banalização do corpo, da violência gratuita e da hipocrisia disfarçada de reality show. É o ser humano no seu estado mais primitivo, o qual se rendeu ao entretenimento de baixo nível em troca de quinze minutos de fama e alguns anos de decepção.
De minha parte, talvez eu esteja ficando velho e crítico demais, não dá para entender o que se passa na cabeça das pessoas que adoram esse tipo de programa, por algumas razões básicas:
  1. não acrescentam nada ao baixo nível de cultura da população brasileira, em geral;
  2. a maioria das colocações constitui uma afronta à inteligência das pessoas que conquistaram sua riqueza através do trabalho duro;
  3. a superficialidade das ideias e o esbanjamento por si só ofende os milhares de excluídos desse país que lutam para conseguir ao menos uma refeição decente por dia.
Há muita coisa boa na televisão, entretanto, a impressão que se tem é a de que coisas boas são inúteis. Chego a pensar que o povo gosta mesmo é de sacanagem. A maioria quer ver o circo pegar fogo, como se diz na gíria. Bobagens dessa natureza são prato cheio para a mídia, caso contrário, certos programas não passariam do segundo episódio.
O que leva alguém a ser convencido de que isso é útil para o público? Não consigo imaginar outra coisa senão aquela vontade incontrolável de derrotar o concorrente, de conquistar mais pontos no IBOPE, de apresentar qualquer besteira que manipule o pobre telespectador e faça com que ele desperdice seu precioso tempo, desde que isso renda milhares de reais em anúncios.
Pós-modernidade? Sim. Oportunismo e mediocridade? Em absoluto, na sua mais pura essência. Contudo, segundo especialistas, trata-se do direito sagrado concedido ao ser humano para expor-se ao ridículo, sob pena de ser idolatrado ou execrado pelo julgamento popular.
Na prática, não deixa de ser uma escolha. Se é boa ou ruim, quem pode dizer? Apenas quem sente na pele a experiência de se expor abertamente pode testemunhar, mas o ser humano é orgulhoso por natureza. Prefere omitir a dizer que foi algo sem cabimento nem propósito.
Lições de tudo isso? Sempre existe alguma. Em Mulheres Ricas, é quase impossível. Penso que nem mesmo as protagonistas aprendem com isso. Se fosse possível extrair alguma lição de tudo isso, não diriam tanta bobagem coordenada pela produção. Mas o que importa de fato é estar em evidência na mídia.
O velho ditado ainda permanece: falem mal, mas falem de mim. Meu ego vale mais do que a minha reputação. É triste, mas é a realidade, contestável sob o ponto de vista moral e ético, porém, incontestável para o gosto popular.
Em Mulheres Ricas, as mulheres não têm culpa. Elas são apenas fruto da necessidade insaciável da mídia pelas coisas banais e da vontade incontrolável do ser humano para falar mal dos outros, de prejulgar e de preconceber valores diferentes dos seus.
Programas assim só existem porque, de certa forma, atendem ao clamor popular e correspondem à natureza humana de esconder os próprios defeitos. Sua audiência será cada vez maior, desde que não retire das pessoas a possibilidade de rir e julgar descaradamente as esquisitices alheias.
Pense nisso e seja feliz! 
Por - Jerônimo Mendes  
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Curiosidades sobre a Administração



Dia do Administrador

Nove de setembro é o “Dia Nacional do Administrador“, por ser a data de assinatura da Lei nº 4769, de 9 de setembro de 1965, que criou a profissão de Administrador. O dia do Administrador foi instituído pela Resolução CFA nº 65/68, de 09/12/68.
Juramento do Administrador
O juramento retrata o momento solene em que o profissional na plenitude de sua formação profissional, de sua conscientização como membro de uma categoria, de seu amadurecimento como cidadão investido de responsabilidade para com toda  comunidade, afirma, livre mas enfaticamente, sua integral dedicação aos postulados da profissão e total respeito aos seus valores técnicos, legais e morais.
A Assembléia de Presidentes de Conselhos de Administracao, Federal e Regionais, aprovou em sua 2ª. reunião, realizada em Brasília no dia 8 de maio de 1978, o juramento do “ADMINISTRADOR”, nos termos propostos pelo Conselho Regional de Administração de São Paulo.
“Prometo DIGNIFICAR minha profissão, consciente de minhas responsabilidades legais, observar o código de ética, objetivando o aperfeiçoamento da ciência da administração, o desenvolvimento das instituicoes e a grandeza do homem e da pátria”.
Fazer o juramento ao ingressar na profissão, constitui o dever inicial de todo o Administrador; respeitá-lo, obedecendo-o, constitui o dever de sempre do Administrador.
Façamos de nossa profissão razão de nosso orgulho. Façamos que seja respeitada, admirada, valorizada. O profissional reflete o conceito que sua categoria goza. Elevemos, cada vez mais, a profissão de ” Administrador “, honrando a escolha que fizemos.

Patrono da Administração

Belmiro Siqueira, Administrador e Professor – que dá nome ao concurso nacional que anualmente é promovido pelo Sistema CFA/CRAs, o Prêmio “Belmiro Siqueira” de Administração – é o Patrono dos Administradores, título que lhe foi outorgado “post-mortem”. Atuou:
  • na área federal: funcionário de carreira, aprovado sempre em primeiro lugar em seleções a que se submeteu, inicialmente como Assistente Administrativo e Técnico de Administração, denominação primeira do que é hoje o Administrador. No DASP (Departamento Administrativo do Serviço Público) ocupou vários cargos, dentre eles o de Diretor Geral nos anos de 1967 e 1968.
  • na área estadual: foi Assessor/Consultor de vários Governos, com destaque para o Rio de Janeiro, onde exerceu o cargo de Diretor da Escola de Serviço Público do então Estado da Guanabara (1966).
  • foi colunista de vários jornais, sempre escrevendo sobre assuntos ligados à sua área de atuação. Autor de vários trabalhos sobre Administração, foi professor de várias faculdades.
  • no Conselho Federal de Administração (CFA) foi eleito Conselheiro Federal em 1977 e, assim que assumiu, foi levado pelos seus pares a Vice Presidente, permanecendo até 1986, ano de seu falecimento, em Porto Velho/RO. Na ocasião, encontrava-se no exercício do cargo de Presidente do CFA. Era mineiro de Ubá, nascido a 22 de outubro de 1921.

Oração do Administrador

“Senhor, diante das organizações devo ter CONSCIÊNCIA de minhas responsabilidades como ADMINISTRADOR.
Reconheço minhas limitações, mas, humildemente, junto com meus companheiros de trabalho busco o consenso para alcançar a SOLUÇÃO e tornar o trabalho menos penoso e mais produtivo;
Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão de minha escolha profissional;
Senhor, ADMINISTRE o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar as organizações cada vez melhores e mais humanas.”
(por Adm. Rui Ribeiro de Araújo CRA/DF nº 2285)
Fonte: Site do CFA