QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

7 HÁBITOS DOS PERDEDORES

Hoje eu quero compartilhar um texto de um empresário que tem me influenciado muito, juntamente a um grupo de mais de 1 milhão de pessoas. É claro que eu estou falando do Flávio Augusto! Administrador da página “Geração de valor” no facebook. Adoro sua forma direta e sem firulas de se expressar. 
Atinge o mais profundo das pessoas e faz com que pensem e tomem uma atitude.
Preste bastante atenção nessas palavras e procure seguir as suas dicas. São dicas de alguém que batalhou muito para chegar aonde chegou hoje e são lições de vida reais de um homem que convive com todo tipo de gente todos os dias, tanto pessoas de sucesso como também as fracassadas. Vamos fazer parte das pessoas de sucesso…
7 HÁBITOS DOS PERDEDORES
Nossos hábitos têm grande influência sobre nosso comportamento. Não adianta apenas adquirirmos os hábitos dos vencedores, sem antes nos livrarmos dos hábitos dos perdedores.
Abaixo, 7 hábitos dos perdedores:
1. Reclama quando chega a 2ª feira e torce para chegar a 6ª feira – 
Os perdedores odeiam trabalhar. Tudo em suas vidas resume-se na busca de um novo par para uma aventura sexual de fim de semana. Por isso, a balada é sagrada e é assim, de noite em noite, que eles gastam suas vidas.
2. Não gosta de assumir compromissos em nenhuma área da vida – 
Os perdedores têm uma afeição por independência. Assumir compromissos, entregar-se a um relacionamento, comprometer-se no trabalho e lutar por uma meta, sacrificando-se em prol de um objetivo maior, faz com que ele se sinta escravizado.
3. O medo de perder influencia suas decisões muito mais do que sua vontade de ganhar – 
Os perdedores, diante do medo natural que todos nós sentimos, ao invés de enfrentá-lo, eles se acovardam. Resultado! Não se frustram de imediato, porém não conquistam nada. Em longo prazo, sentem-se vítimas do sistema ou que não tiveram oportunidades.

4. Desistem diante das primeiras dificuldades – 
Os perdedores são especialistas em manipular a si mesmos, criando teses convincentes para desistirem de seus objetivos. Tudo isso para fugir das dificuldades. Uma das teses preferidas é: “Não me sinto feliz fazendo isso”. Toda atividade profissional que promove crescimento é desafiadora. E os desafios geram desconfortos. Diante do desconforto, os perdedores usam suas teses para correrem dos desafios. Resultado! Não crescem.
5. Como os perdedores não realizam nada, a única coisa que lhes resta é a auto-afirmação
– Perdedores são orgulhosos, falam e defendem suas convicções sem nenhuma autoridade e na hora H, fogem da raia. Não é pouco comum ver os perdedores se auto-afirmando sobre suas grandes habilidades e competências que nunca colocam em prática.
6. São refém de seus sentimentos 
– Nossos sentimentos, uma vez não gerenciados, tonam-se controladores de nossa vida. O desenvolvimento de uma inteligência emocional faz com que dominemos essas demandas de maneira a fazermos as melhores escolhas. Os perdedores são jogados de um lado para o outro por seus sentimentos. Uma das frases preferidas dos perdedores é: “Eu não controlo o que está em meu coração”.
7. Perdedores acreditam em sorte 
– Acreditar na sorte é uma das maiores anestesias para a consciência de um perdedor, pois sendo controlado por hábitos de perdedor, por consequência lógica, seus resultados jamais poderão ser resultados de vencedor. Neste caso, sentir-se sem sorte é o mais confortador para se acreditar, pois alivia a dor e desenvolve um sentimento de auto-piedade típico dos perdedores: “Eu não tenho sorte”. Quando ouvem de alguém que seus resultados são consequência de suas próprias escolhas, sua resposta preferida é: ” Não é bem assim”. Os perdedores são especialistas na relativização do absoluto, ao mesmo tempo em que generalizam o relativo.

Qualquer um de nós pode desenvolver esses hábitos, seja influenciado por amigos que nos cercam, por nossa família ou por gerado nossas próprias fraquezas. O problema é que uma vez desenvolvidos, esses hábitos funcionam como um vírus de computador, atuando silenciosamente no “sistema operacional” de nosso cérebro, influenciando nosso comportamento, decisões, ações e reações. Nesta hipótese, não será por acaso que teremos fracassos como consequência.
Costumo dizer: Previna-se! Coloque um preservativo em seu cérebro contra o vírus mortal da mediocridade. Ele tira a sua imunidade, mata seus sonhos, faz você definhar sem ter forças para lutar.
Você é inteligente. Pense comigo, se existe uma estatística, por mais difícil que ela seja, ela é possível. Se não fosse, não existiriam centenas de histórias de quem venceu todos os obstáculos e chegou lá. Alcançar o sucesso é uma questão de perseverar até se tornar um ponto fora desta curva, mas para isso, é fundamental que seus hábitos e comportamentos também estejam fora da curva. Este é o X da questão!
Copiado: https://paralemdoagora.wordpress.com

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A Solidão do Suicida

Sim, pessoal, este é mais um texto (entre muitos) a falar sobre o suicídio. Então, sente-se onde quer que você esteja, acomode-se confortavelmente porque iremos falar sobre um assunto que merece toda a nossa atenção e compreensão. Mas, se você não estiver afim de ler o que tenho a dizer, tudo bem. Você pode fechar este site e seguir sua vida como se nada tivesse acontecido.
Nas últimas semanas, temos vivido um hype considerável em torno da série 13 Reasons Why, recente lançamento da Netflix e que trouxe à tona o debate em torno de questões importantes como suicídio, depressão e bullying
A série, baseada no livro homônimo, dividiu opiniões e fez o mundo do entretenimento se rachar em dois, separando aqueles que acham que a série foi de grande importância para o debate sobre saúde mental daqueles que a consideram um desserviço em termos de psicologia e combate ao suicídio. Eu, particularmente, compreendo os argumentos de ambos os lados e os considero bastante razoáveis, mas ainda sou levado pela forma como, de repente, todos estão falando de assuntos que são considerados tabus na sociedade. E isso, apenas isso, me faz ver a série com bons olhos (ainda que eu concorde que ela não seja para todos).
Mas, falando especificamente sobre suicídio, quis dar minha opinião no tema porque, em parte, convivo com ele já há algum tempo; em parte porque me preocupa que as pessoas tenham medo de lidar com algo que é tão real e tão destrutivo.
Venho de uma família com histórico de suicídio e depressão. Tenho amigos que já tentaram se matar (intencionalmente ou não) e já estudei com pessoas que (talvez por uma questão de desespero ou qualquer que fosse o motivo) tentaram dar cabo à vida. Estudei vários anos numa universidade que é considerada um dos locais com maior índice de suicídio no Rio de Janeiro (se você é do RJ, sabe de onde estou falando). Suicídio, para mim, não é mais uma palavra incomum. Quando paro para pensar nela, me surpreendo ao perceber o quanto ela é presente em minha vida e isso, definitivamente, não é legal.
Todavia, o senso comum parece tentado a ver o assunto de forma bastante relativizada, infantilizada e romantizada. Somos levados a crer que todo o aspirante ao suicídio é uma pessoa carente de atenção ou que reclama demais da vida. Chegamos até ao ponto de dizer que “tem pessoas com problemas piores” e que, por isso, ela não tem motivos para se matar.
Amigos, entendam, nenhum problema é maior do que o seu e ninguém sabe a dor que você carrega além de você mesmo. 
Quando você diz a alguém (depressivo ou não) que ela/ele não tem motivos para estar triste, você ignora todo o universo particular em que ela/ele vive em prol de uma filosofia utópica de superação a todo custo. As pessoas são frágeis e, especialmente em nossos dias, isso parece ter ganhado outra dimensão com o advento da realidade virtual promovido, principalmente, pelo crescimento das redes sociais.
Não estou dizendo que a tecnologia é a grande vilã na história, pelo contrário, ela tem sido, em muitos casos, a grande aliada. O problema somos nós e está em nós. Num mundo cada vez mais tecnológico, cada vez mais desenvolvido, temos nos afastados mais das pessoas quando deveríamos fazer o contrário. As pessoas tem se isolado em suas bolhas particulares e isso tem nos deixado doentes. Não é à toa que o índice de depressivos tem aumentado no Brasil.
É preciso entender que depressão e suicídio não são simples baboseiras de quem é carente de atenção. É preciso, ainda, tirarmos da nossa mente aquela visão estereotipada do depressivo, como se todo depressivo fosse aquela pessoa que vive enfurnada 24h por dia dentro de casa, debaixo dos cobertores, sem ver a luz do sol. A depressão é uma doença multifacetada e que, por vezes, passa despercebida pelas outras pessoas. Você pode não suspeitar, mas aquele seu amigo que você gosta tanto pode sofrer com isso e você nem imagina. 
Às vezes, um sorriso largo demais pode esconder dores profundas demais. E se existe um consenso em torno do assunto é que as pessoas evitam falar de suas dores nas almas por medo do que as pessoas vão dizer sobre elas. E se depressão ainda é um tabu, falar que faz tratamento psicoterapêutico não fica para trás.
Falar de doenças mentais pode ser um tanto controverso porque as pessoas ainda persistem no estereótipo do louco descontrolado quando se trata do assunto. entretanto, a verdade é que nem todo doente mental é louco ou descontrolado, existem os transtornos de humor, os transtornos afetivos, de identidade e de outros tantos tipos que apenas nos mostram o quão complexa pode ser a psiqué humana.
O que é importante é que precisamos entender que o depressivo precisa de ajuda, que ele não é apenas  “mais um querendo atenção”. 
Precisamos mostrar que essas pessoas não estão só, pois é essa solidão que, muitas vezes, induz ao suicídio e ao sofrimento que isso gera. Aquele que cogita tirar a própria vida não faz isso simplesmente porque quer morrer. Aliás, a ironia disso está justamente no fato de que grande parte dos suicidas não quer morrer de fato, mas apenas silenciar a própria dor, o vazio que o consome, o sentimento de solidão existencial, a ausência de sentido. Num mundo onde cada vez mais pessoas estão doentes, todos nós podemos ser um suicida em potencial. O que nos impede é apenas os laços que temos aqui, mas no fundo, todos estamos na beirada de um alto prédio, esperando o momento em que nada mais fará sentido.
Paz e luz.

Autor: Pedro H.C. de Sousa - https://epitafiosaparte.wordpress.com

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Se você precisa de ajuda, não hesite em procurá-la. Existem pessoas dispostas a ouvi-lo(la), existem especialistas em vários cantos do país dispostos a recebê-lo. Abaixo, compartilho os dados de contatos do Centro de Valorização da Vida – CVV, uma ONG que atua no combate ao suicídio e no apoio às pessoas com doenças mentais.
CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA – CVV
Telefone: 141
Lista de postos de atendimento do CVV: http://www.cvv.org.br/postos-de-atendimento.php

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

A Transformação Digital e o Futuro das Organizações

A transformação digital já não é só o futuro. É o presente e fará parte do futuro, seguramente. 
Basta olharmos para a geração Z (nascidos entre 1996 e 2010). 
A tecnologia, para esta geração não é um upgrade ao que existia, é a única realidade que eles conhecem. E se assim é, o futuro das organizações só pode passar por aqui, certo?
O grande desafio das organizações prende-se com a adaptabilidade de estruturas, processos, cultura e pessoas. Estamos possivelmente no meio caminho, entre deixar os velhos hábitos como os procedimentos pesados e que envolviam muita mão humana para a nova realidade em que se têm de tornar leves, rápidos, partilhados e adaptados, precisamente, à geração Z. 
Basta olharmos para as novas marcas, com 10 anos ou pouco mais e aferir como elas se organizam, as pessoas que contratam e a cultura que alimentam.
Por exemplo,
  • A maior empresa de táxis do mundo não é proprietária de táxis (Uber)
  • O maior fornecedor de alojamento não tem imóveis (Airbnb)
  • Grandes companhias de telefones não têm infraestruturas de telecomunicações (Skype, Whatsapp)
  • O Lojista de maior valor no mundo não tem inventário (Alibaba)
  • O proprietário de média mais popular não cria conteúdos (Facebook, YouTube)
  • Os bancos que crescem mais rapidamente não têm dinheiro real (SocietyOne)
  • A maior casa de cinema do mundo não tem salas de cinema (Netflix)
  • Os maiores vendedores de software não escrevem os aplicativos (Apple, Google)



As empresas que querem manter-se à tona, têm, obrigatoriamente, de começar a introduzir o digital em todas as áreas da organização ou vão perder o comboio a curto prazo. 
Ainda existem empresas que têm múltiplos ficheiros em excelword, para gerir, por exemplo, a área comercial, quando podem adquirir um CRM que condensa toda a informação disponível numa só plataforma, online e de fácil acesso. 
Ganha-se em rapidez, comodidade, funcionalidade, recursos, produtividade, gestão de tempo, entre outras.
Agora, é preciso que as pessoas que atualmente estão à frente das empresas mais conservadoras tenham uma visão de inovação e a cultura do “novo” para que permitam que esta transformação se processe e ocorra rapidamente e, ao mesmo tempo, incentivar os mais “teimosos” a saírem da zona de conforto e aprendam a trabalhar e a encontrar soluções com a vertente digital.

Para se ter uma ideia da mudança, o investimento feito em publicidade através do Marketing Digital em 2016 foi de 670 milhões de euros. 
Ultrapassou a empresa escrita em volume de faturação em largos milhões de euros. 
Youtubers com 15, 20 anos são atualmente “opinion leaders” de um exército de outros miúdos da mesma idade. 
Além de ganharem milhões com as marcas, têm influência e ditam tendências. 
Mais uma vez, as organizações têm de estar atentas à cultura que se está a processar e orientar a sua oferta nesse sentido.
A era digital já chegou e por isso temos de nos adaptar!
Copiado: https://vantagemblog.com 

terça-feira, 16 de outubro de 2018

O Que Faz um Administrador de Empresas?

Se você está prestes a prestar vestibular e anda pensando no curso de Administração, precisa saber desde já que se trata de uma ciência interessantíssima (sim, gestão também é ciência, viu?), com uma grade horária bem diversificada para transformá-lo em um profissional completo. Isso sem contar que a carreira oferece um leque enorme de opções de trabalho, afinal, não há um só lugar nesse mundo que não precisa de um bom administrador! Mas antes de explicarmos, de fato, o que faz um administrador, vamos a algumas informações preliminares? Acompanhe e tome logo sua decisão!
Para entender a rotina da profissão de administrador, é importante, antes de mais nada, conhecer alguns detalhes. Você já deve saber que uma das habilidades que a carreira proporciona é a de gerir o próprio negócio, em todos os seus aspectos, ou seja, organizar processos, pessoas e recursos de forma inteligente e lucrativa. Mas será que também sabe o que isso realmente quer dizer? Simples: ao longo da carreira, o profissional de Administração tem a possibilidade de se tornar um executivo de uma grande companhia ou até empreender por si mesmo, tornando-se o Chief Executive Officer (CEO) da própria organização. Que tal?
Esse é o caminho perfeito para quem é dinâmico, estrategista e quer adquirir aptidões para liderar pessoas. Na graduação em Administração, as matérias não são como muitas do colégio, que exigem estudo intenso para, na prática, parecerem não ter aplicabilidade. E isso acontece, basicamente, por 2 motivos: primeiramente, porque os professores da faculdade também atuam nas empresas e estão sempre conectados com as exigências do mercado e, segundo lugar, porque cada disciplina é pensada para ser útil no cotidiano profissional.
O administrador é um profissional que pode atuar em diversos tipos de organização, sejam elas públicas, privadas ou ainda sem fins lucrativos, como as ONGs. Além disso, ele também pode trabalhar em nichos diferentes da indústria e do comércio, podendo escolher o mercado tecnológico, gastronômico ou o universo fashion. Afinal de contas, todo empreendimento precisa de um gestor!

A profissão de administrador

Mesmo dentro de uma única empresa, o leque de opções ainda é vasto. Na prática, o administrador pode rodar em diversos departamentos, sendo que sua função principal continua a mesma: gerenciar e criar estratégias para atingir as metas da empresa. Simplificando: é ele quem traça o caminho que conduz a organização ao sucesso!
Na gestão de pessoas, ele pode gerenciar contratações e dispensas, ao mesmo tempo em que aprimora planos de carreira e benefícios. No setor de compras, controla a necessidade de matérias-primas e insumos, negociando com fornecedores e garantindo que não haja desabastecimento. Em vendas e marketing, lá está ele de novo, dessa vez gerenciando equipes, formulando metas ou elaborando novas estratégias de comunicação. Isso sem falar no setor de finanças, onde desempenha papel central nas políticas de aplicação de recursos e na administração de dívidas e investimentos da empresa. E não podemos nos esquecer que ele ainda pode definir as políticas corporativas de sustentabilidade e responsabilidade social, temas em alta hoje em dia!
As principais funções do administrador podem ser resumidas da seguinte forma:
  • Planejar: delimitando objetivos e metas;
  • Organizar: ordenando recursos financeiros, materiais e de pessoal;
  • Controlar: acompanhando tarefas, cronogramas e qualidade;
  • Liderar: direcionando a equipe de colaboradores;
  • Solucionar: resolvendo os problemas que eventualmente surgirem.
São 2 os conceitos fundamentais de eficiência que regem a profissão de administrador: minimizar os custos e maximizar os lucros. Isso quer dizer que a missão aqui é cuidar de cada atividade da empresa, escolhendo materiais (e métodos), calculando despesas, negociando com fornecedores e acompanhando o trabalho dos funcionários. Tudo isso para garantir que o produto (ou serviço) seja entregue com qualidade e a empresa não precise lidar com maiores dores de cabeça.

O que faz um administrador

As atividades administrativas executadas no dia a dia desse profissional podem ser classificadas em 3 níveis:

Nível estratégico

Estamos na cúpula da empresa. Envolve a formulação de estratégias de longo prazo (acima de 5 anos) e de altíssima importância, como abrir novas filiais, desenvolver um novo produto ou abaixar preços para atacar a concorrência, por exemplo. As decisões tomadas aqui são bem amplas, a fim de definir o rumos, objetivos e planos futuros. Em geral, essa atividade é exercida pelos proprietários, pelo CEO ou por outros diretores.

Nível tático

É nesse nível departamental que o planejamento da diretoria se transforma em ideias mais concretas, de médio prazo (3 a 5 anos). Ou seja: para que o objetivo maior seja alcançado, cada setor deve correr atrás e fazer sua parte, estabelecendo uma meta específica. Por isso, é fundamental que o profissional tenha criatividade e ousadia.

Nível operacional

É o nível das ações de curto prazo, que engloba a execução das tarefas anteriormente planejadas. Nesse nível, tudo é colocado em prática, com os administradores atuando nas funções de controle das tarefas e liderança dos colaboradores.

As especificidades das áreas

Falamos rapidamente sobre as grandes áreas da carreira de Administração demandadas pelo mercado, correto? Mas o assunto definitivamente merece um maior detalhamento. E é o que vamos fazer agora:

Recursos Humanos

A área de Recursos Humanos (também chamada de gestão de pessoas) se encarrega de administrar os comportamentos internos dos colaboradores e direcionar seu potencial. Tem como objetivo selecionar, monitorar e conduzir o capital humano na direção dos objetivos e das metas da empresa.

Finanças

E se o RH é o coração da empresa, a área de finanças é o cérebro. O objetivo desse setor é organizar, captar e aplicar os recursos financeiros da empresa (receitas, despesas, estoques e saldo), sempre prestando contas à diretoria, emitindo pareceres e auxiliando na tomada de decisões.

Logística

Essa área cuida do transporte e do armazenamento de mercadorias, planejando e controlando a entrada e a saída de materiais, de produtos, de serviços e informações da empresa. Atua desde a produção até a entrega ao consumidor.

Gestão Ambiental

Esse é o dedo verde da empresa, campo administrativo que se ocupa da sustentabilidade. Tem como objetivo usar racionalmente os recursos naturais, procurando implantar sistemas de reciclagem, de reutilização da água, de redução a poluição e demais ações que preservem o meio ambiente, gerando economia e ainda melhorando a imagem da empresa.

O cenário para a categoria

A categoria dos profissionais de Administração tem se organizado cada vez mais. Em 2010 foi divulgado um código de ética que trata dos direitos, deveres e honorários da categoria, por exemplo. E ainda é possível obter a carteirinha de administrador, vinculando-se ao Conselho Regional de Administração (CRA), um dos órgãos que orientam e fiscalizam o exercício da profissão.
Mas atenção: depois de formado, não é para estacionar, ok? Para ser bem-sucedido, continuar evoluindo e estar à frente no mercado, é interessante fazer um curso de especialização. Pode inclusive ser em uma das áreas citadas ali acima. Basta escolher a que acha mais interessante e mãos à obra.
Copiado: http://blog.unipe.br

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

MEI: Microempreendedor Individual









                  Descubra quais as principais dúvidas e requisitos para quem quer ser um microempreendedor individual.
Uma das formas de começar a atuar na área de empreendedorismo é por meio do registro como microempreendedor individual (MEI). Graças a ele, todo trabalhador que atua por conta própria, autônomo ou liberal, pode se formalizar como um pequeno empresário, passando a ter direitos e deveres.

Com suas atividades legalizadas, o pequeno empreendedor obtém vantagens, como acesso à previdência social e maior possibilidade de conseguir crédito no mercado.
Para entender melhor como funciona essa modalidade e quais os passos para se registrar como MEI, separamos alguns dos principais questionamentos relacionados ao tema. Confira!
  •  O que é microempreendedor individual?

O MEI corresponde ao pequeno empresário que possui faturamento menor que o limite de R$ 81.000,00 por ano ou R$ 6.750,00 por mês. Se o MEI começar suas atividades depois do início do ano, o que passará a contar serão os rendimentos proporcionais aos meses restantes.
Por exemplo, se ele inicia em 01 de outubro, o limite que não pode ser ultrapassado é de R$ 20.250,00 — o valor correspondente aos três meses que ainda restam no ano.

A figura do microempreendedor individual foi instituída pela Lei Complementar nº 128/2008, que modificou a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa — Lei Complementar nº 123/2006.

Para se formalizar na condição, o trabalhador precisa verificar quais as atividades que se enquadram no regime MEI. As permitidas são determinadas conforme o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), Anexo XIII da Resolução CGSN n. 94/2011.

Vale destacar que, um microempreendedor pode ter mais de uma atividade econômica de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). Além da principal, ele consegue registrar até o limite de quinze ocupações como atividades secundárias. Lembrando que, a cada novo registro será atribuído um código de CNAE.

  • Quem pode e quem não pode ser MEI?

Além da questão do faturamento que já foi citada, o interessado também não pode ter participação societária em outra empresa. Além disso, deve contar com apenas um funcionário contratado que ganhe um salário-mínimo ou o piso da sua categoria de atuação.


Há restrições também para quem recebe algum benefício previdenciário, como aposentadoria por invalidez. É importante consultar a lei acima listada para verificar quais outros benefícios podem restringir a regularização como MEI.

Quem está interessado deve ainda observar se a sua ocupação atual está inclusa na lista de atividades contempladas pela modalidade e se ela pode ser exercida no local desejado.

Nesse caso, é importante buscar a prefeitura da sua cidade para checar se é possível estabelecer um empreendimento na área pretendida, porque é preciso respeitar os limites e regras de zoneamento urbano e da própria prefeitura para a atividade de MEI.

  • Como abrir um registro MEI?

Para conseguir se regularizar como microempreendedor individual, o interessado precisa informar os seguintes documentos e dados:
·         Número do seu CPF;
·         Data de nascimento;
·         Número do título de eleitor ou do último recibo de envio da Declaração Anual de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) — apenas se você estiver obrigado a entregá-la.

De posse desses documentos, acesse o site Portal do Empreendedor para dar continuidade à formalização. O procedimento é gratuito. Vale destacar que, o CNPJ, a inscrição no INSS e na Junta Comercial e o Alvará Provisório de Funcionamento são emitidos de imediato, gerando um documento específico: o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).

Não existe a necessidade de assinaturas, tampouco é preciso enviar documentos originais ou cópias. O processo é todo eletrônico. No entanto, é preciso checar junto ao site da prefeitura da sua cidade como você deve proceder para conseguir o Alvará de Licença.

Aliás, ao finalizar a formalização, o interessado precisa declarar e firmar um termo de ciência e responsabilidade de que conhece e atende às regras exigidas pelo Município e Estado para concessão do Alvará de Funcionamento e Licenças. Entre elas, estão as normas da Vigilância Sanitária e do Corpo de Bombeiro Militar.

Por fim, é importante destacar que, a formalização é o processo que efetivamente faz a empresa “nascer”. Ela é fundamental para a regularização junto ao Governo das atividades exercidas e da situação do indivíduo que atua como empreendedor. Por isso, não se deve descuidar desse procedimento sob pena de ter seu registro MEI não emitido, negado ou cancelado.

  • Quais as principais obrigações e impostos a pagar?

O microempreendedor individual é enquadrado no Simples Nacional. Além disso, ele é isento de alguns tributos, como CSLL, IPI e COFINS. No entanto, ele deve pagar mensalmente uma taxa fixa que varia de acordo com o tipo de atividade (comercial, industrial ou de serviços). Isso é feito por um Documento de Arrecadação (DAS).


O cálculo dessa taxa corresponde a 5% do salário-mínimo vigente, a título da Contribuição para a Seguridade Social. A esse valor deve ser acrescido R$ 1,00 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ou R$ 5,00 de Imposto sobre Serviços (ISS).

Além disso, é preciso seguir corretamente e cumprir as normas solicitadas, assim como declarou no ato de formalização. Caso contrário, o MEI estará sujeito a apreensão, multa e cancelamento do registro. Também deve preencher o Relatório Mensal das Receitas Brutas, que pode ser encontrado no Portal do Empreendedor.

  • Quais os principais direitos de um MEI?

O MEI ganha direito a alguns benefícios previdenciários. Entre eles, auxílio-maternidade, aposentadoria e auxílio-doença. Isso é essencial para quem deseja garantir maior segurança social no futuro.

Também tem direito ao CNPJ e à emissão de nota fiscal para seus clientes, o que facilita o acesso aempréstimos e serviços fornecidos por instituições financeiras. A regularização da atividade é outro ponto positivo, já que é importante para muitos empreendedores saírem da informalidade e conquistarem clientes mais exigentes.

Se você deseja atuar como um empreendedor de sucesso, lembre-se também de juntar um capital próprio para manter seu negócio assim que obter o registro de MEI. Também busque se informar e estudar bastante a sua área de atuação, além de procurar apoio de órgãos especializados em fornecer suporte para empreendedores. O que mais se destaca é Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae).

Agora que você já sabe como funciona a modalidade de microempreendedor individual, que tal descobrir quais os diferentes tipos de empresas que existem?

Copiado: https://blog.biva.com.br

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Habilidades do Século 21: Entenda as Competências Socioemocionais







Tradicionalmente, o que referenciava a qualidade de uma instituição de ensino eram professores gabaritados e infraestrutura de ponta. Contudo, essa realidade mudou. Hoje, a excelência na educação está associada a aspectos mais subjetivos, as chamadas competências socioemocionais.
Capacidade de trabalho em equipe, resiliência, tato social, comunicação desenvolta e criatividade são algumas das premissas dessas competências. 
A importância dessas habilidades é tão grande que, a partir de 2020, eles se tornarão obrigatórias na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Quer saber quais são as principais competências socioemocionais dos universitários do século XXI e descobrir como desenvolvê-las na sua instituição?

Entenda a importância das competências socioemocionais

Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) concluiu que os estudantes expostos a um método de ensino que abrange o desenvolvimento competências socioemocionais apresentam um desempenho acadêmico e mercadológico melhor e são mais autocontrolados.
A tendência tem conquistado uma força tão grande que o IBMEC São Paulo anunciou que, em seu próximo vestibular, 30% da nota será dada pelo desempenho em uma dinâmica de grupo. Na prova, os alunos deverão apresentar soluções reais para problemas levantados.

A proposta é se aproximar das técnicas de mercado para seleção de colaboradores.

Quais são as principais competências socioemocionais?

Se levarmos em consideração a inteligência socioemocional como um conjunto de habilidades socioemocionais, é possível representá-las em três grandes pilares:
  1. Emocionais

As habilidades emocionais caracterizam-se em como o indivíduo consegue lidar com as próprias emoções durante o seu dia a dia. Como por exemplo: aprender a lidar com frustrações, evoluir com os erros, criar um senso de autoavaliação e principalmente desenvolver autoconfiança, entre outros aspectos importantes.
  1. Sociais

Já as habilidades sociais são responsáveis por como o indivíduo se relaciona com o mundo externo e todas as pessoas ao seu redor e que convive diretamente. São responsáveis pela capacidade de saber trabalhar em conjunto, lidar bem com as regras, conseguir se comunicar e saber lidar com possíveis conflitos.
Nas habilidades sociais estão incluídas, ainda, a capacidade interpretativa, de questionamento e de desempenho na exposição de conteúdos em diferentes formatos. Alguns exemplos são: gráficos, planilhas, tabelas, simulações e representações numéricas.
  1. Éticas

Por fim, as habilidades relacionadas à ética, caracteriza-se em como o indivíduo reage positivamente para alcançar um bem comum. Nesse aspecto desenvolve-se o respeito, tolerância, entre outras qualidades fundamentais nessa área.
Entender essa estrutura é fundamental para uma análise mais clara sobre quais pontos precisam ser desenvolvidos e de que forma eles se influenciam entre si.

Vale lembrar que é comum que uma característica se destaque mais do que a outra. O indivíduo que apresenta melhores resultados na comunicação, conseguindo se expressar com clareza, mas não apresenta habilidades éticas, pode resultar em uma conversação tendenciosa e manipuladora.
O desenvolvimento das competências socioemocionais deve ser constante em uma instituição de ensino. Para tanto, o educador deve focar no desenvolvimento individual de cada aluno ao mesmo passo em que estimula a capacidade de trabalho em equipe e os valores éticos necessários para a vida em sociedade e no mercado de trabalho.
Minha Biblioteca, plataforma que disponibiliza um vasto acervo digital de livros acadêmicos, auxilia no desenvolvimento deste processo e aumenta ainda mais a satisfação dos alunos da sua instituição de ensino superior. Afinal, a plataforma permite o acesso rápido a milhares de títulos, além de possuir ferramentas que facilitam a busca de informações e a leitura de livros técnicos – tudo isso em qualquer hora e lugar por meio de computadores, tablets e smartphones
Copiado: https://minhabiblioteca.com.br