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terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Antipadrões no Planejamento Estratégico


 Ferver o oceano.

Antipadrões no planejamento estratégico são práticas ou padrões comuns que, apesar de ocorrerem com frequência, são disfuncionais e acabam por ser ineficazes ou prejudiciais à estratégia organizacional a longo prazo. Aqui estão 10 antipadrões frequentemente encontrados:

1. Planejamento Excessivamente Ambicioso: Estabelecer metas irrealistas ou demasiadamente ambiciosas sem considerar recursos, tempo ou capacidade realista de execução.

2. Foco Exclusivo no Curto Prazo: Concentrar-se apenas em resultados imediatos sem considerar as implicações ou necessidades de longo prazo.

3. Resistência à Mudança: Falhar em adaptar a estratégia quando o ambiente externo ou as condições de mercado mudam, agarrando-se a planos desatualizados.

4. Análise Paralisante: Gastar tanto tempo na coleta e análise de dados que a tomada de decisão e a ação são indevidamente atrasadas.


5. Isolamento de Silos: Permitir que departamentos ou unidades de negócios planejem em isolamento, sem considerar os objetivos e estratégias globais da organização.

6. Falha em Priorizar: Tentar realizar tudo de uma vez, sem estabelecer prioridades claras, o que pode levar à dispersão de recursos e à perda de foco.

7. Copycat Strategy: Copiar a estratégia de concorrentes sem entender os próprios pontos fortes únicos ou o contexto de mercado.

8. Subestimação da Execução: Elaborar planos estratégicos sem um caminho claro para a implementação, subestimando os desafios de execução.

9. Ignorando o Feedback: Não coletar ou ignorar o feedback dos stakeholders internos e externos, perdendo insights valiosos para ajustes de estratégia.


10. Cultura Incompatível: Desenvolver uma estratégia que não leva em conta a cultura organizacional existente, resultando em resistência interna e falha na implementação.

Evitar esses antipadrões requer uma abordagem equilibrada ao planejamento estratégico, que equilibre aspirações de longo prazo com realidades práticas, esteja aberta à adaptação e priorize a implementação eficaz e o alinhamento organizacional.

Copiado: https://www.linkedin.com/in/gilbertostrafacci

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Planejamento Estratégico: Guia para Aprender a Desenvolver Ações e Alcançar Objetivos


O planejamento estratégico, também conhecido como plano estratégico, é o processo de identificar oportunidades, desenvolver uma estratégia e definir ações para atingir os objetivos organizacionais.

Sem dúvidas, em um mercado cada vez mais competitivo, adotar o planejamento estratégico é essencial para impulsionar os resultados da empresa.

Afinal, o planejamento estratégico estabelece o que deve ser feito, por que deve ser feito e como deve ser feito. Ou seja, fornece as diretrizes tanto táticas quanto operacionais para impulsionar o crescimento da organização.

Então se o seu foco é a alta performance, continue lendo este guia para saber tudo sobre planejamento estratégico e como fazer o seu com exemplos práticos!

O que é planejamento estratégico?

O planejamento estratégico é um processo sistêmico que identifica as melhores condições e formas para se conquistar o sucesso. Ele estabelece um rumo a ser seguido pela empresa e esquematiza a busca pelos melhores resultados.

De acordo com o renomado professor Chiavenato, o conceito de planejamento estratégico está associado aos objetivos estratégicos que impactam na direção e na viabilidade dos processos. É a partir da definição desses objetivos, então, que a estratégia para os alcançar é elaborada por meio do planejamento.

Nesse contexto, planejar significa estabelecer ações que representam o melhor caminho para alcançar os objetivos com base na observação do contexto atual, visualização de cenários e análise sobre o futuro e expectativas da empresa para os anos seguintes.

É válido ressaltar que o planejamento estratégico pode acontecer mensalmente, anualmente e até considerar o longo prazo, variando de acordo com as necessidades e realidade de cada negócio.

A importância do planejamento estratégico

A função do planejamento estratégico é ser um guia para que as ações a serem realizadas durante um período determinado estejam alinhadas ao propósito organizacional. Isto é, ele estabelece as atividades do presente considerando seu impacto futuro.

Com efeito, facilita também a rápida identificação de desvios de rota para que sejam corrigidos rapidamente sem causar maiores danos ao processo de alcance dos objetivos, o que dá suporte para a empresa administrar melhor o tempo, recursos e esforços dos times.

Logo, o planejamento estratégico é responsável por fornecer diversos benefícios para as organizações, até porque sem ele a empresa corre o risco de se perder do seu propósito.

5 benefícios do planejamento estratégico

Agora que você entendeu a importância de ter um planejamento estratégico, conheça os 5 principais benefícios que ele pode oferecer ao seu negócio:

1. Fortalecimento da motivação

Quando os colaboradores enxergam a direção para onde estão indo, aumenta a sua motivação para entregar os melhores resultados porque sabem da importância do seu papel para o alcance dos objetivos organizacionais.

2. Aumento da produtividade dos times

Como resultado da motivação, os colaboradores ficam mais produtivos e fazem suas entregas com mais eficiência e qualidade, o que impulsiona a construção de times de alta performance.

3. Priorização de tarefas

O planejamento estratégico define uma ordem de prioridade dos objetivos, o que facilita a identificação de quais ações são mais urgentes para fazer a priorização das tarefas e a organização dos cronogramas de entregas.

4. Assertividade na tomada de decisões

Também há a diminuição do risco de erros durante o processo de tomada de decisões, já que elas se tornam mais assertivas uma vez que estão alinhadas à visão do negócio.

5. Alinhamento de toda equipe

Definir um planejamento estratégico também promove um maior alinhamento entre todas as equipes que entendem que estão trabalhando juntas com o mesmo foco. Isso incentiva a colaboração dentro dos times e até entre as diferentes áreas.

A diferença entre planejamento tático e operacional

Existem dois tipos de planejamento estratégico, o tático e operacional. Eles possuem muitas diferenças, as mais comuns são: o prazo nos objetivos, o grau de especificidade, as pessoas a quem se destinam, enfim.

Porém, são complementares e, quando realizados de forma integradas, podem ajudar a empresa a transformar sua visão de negócio em realidade no curto e médio prazo. Saiba agora as características de cada um desses planos:

Planejamento tático

No planejamento tático, define-se como a estratégia será realizada em uma unidade ou área específica do negócio.

Ou seja, não abrange toda a organização, mas sim foca nos colaboradores da média gestão, como por exemplos os gerentes, para orientar e guiar suas tomadas de decisões dentro de seus setores.

O planejamento tático costuma estabelecer objetivos bem específicos e detalhados com um prazo médio de duração de até três anos.

Planejamento operacional

A parte operacional não é exatamente um planejamento, mas sim os processos para a execução do projeto. Em outras palavras, é o que mantém as ações coerentes e alinhadas aos objetivos estratégicos.

Diferente do planejamento tático, o operacional abrange toda a empresa. Uma vez que todos os colaboradores da organização estão envolvidos com alguma parte da operação.

Normalmente, o plano operacional é de curto prazo com metas e indicadores trimestrais ou semestrais.

Quais são as decisões básicas para o planejamento estratégico?

O planejamento estratégico deve comportar decisões sobre o futuro da organização, como:

  • Objetivos organizacionais a longo prazo e seu desdobramento em metas para todos os níveis hierárquicos;
  • As atividades escolhidas, isto é, os produtos ou serviços que a organização pretende produzir;
  • O mercado visado pela organização, ou seja, os consumidores que ela pretende atingir com seus produtos;
  • Os lucros esperados para cada uma de suas atividades;
  • Alternativas estratégicas quanto às suas atividades (manter o produto atual, maior penetração no mercado, desenvolver novos mercados);
  • Interação vertical em direção aos fornecedores de recursos ou integração horizontal em direção aos consumidores;
  • Novos investimentos em recursos (materiais, financeiros, máquinas e equipamentos, recursos humanos, tecnologia etc.), para inovação (mudanças), ou para crescimento (expansão).

Dessa forma, o planejamento estratégico se torna a chave para o aumento da produtividade e a melhora dos resultados das empresas.

Como fazer o planejamento estratégico?

Para entender como colocar a metodologia do planejamento estratégico em prática na sua empresa é necessário responder algumas perguntas, por exemplo:

  • Por que a empresa existe?
  • Onde ela está?
  • Onde quer chegar?
  • Como chegará lá?

Nesse momento, utilizar a ferramenta 5W2H pode ser muito útil.

Após responder essas perguntas, você pode efetivamente começar a construir um planejamento estratégico de sucesso que abrange as etapas de diagnóstico, estabelecimento de metas e gestão do planejamento com acompanhamento frequente.

De fato, todas as fases do planejamento devem ser executadas com muita clareza e transparência, como você verá a seguir!

As 4 etapas para construir um bom plano estratégico

Entenda em detalhes cada etapa para construir um planejamento estratégico assertivo na prática:

1.   Faça o diagnóstico

Antes de tudo, a empresa precisa olhar para dentro e para fora do ambiente interno para identificar suas forças (potencialidades) e suas fraquezas (deficiências) em relação ao mercado, o que pode ser feito por meio da análise SWOT.

Desse modo, a organização conhece seus pontos fortes e seus pontos de melhoria e tem um diagnóstico preciso do que precisa ser priorizado no planejamento estratégico.

2.   Estabeleça os objetivos estratégicos

Após fazer a análise do cenário atual da organização, é o momento de refletir sobre aonde ela quer chegar e quais são suas maiores aspirações.

A partir disso, é possível estabelecer os objetivos de curto, médio e longo prazo, que devem estar ligados à missão, visão e valores do negócio e serem realistas e aplicáveis para todos os níveis hierárquicos.

Você pode utilizar o mapa estratégico para visualizar de forma mais dinâmica esses objetivos e facilitar o desdobramento em metas atingíveis, um processo indispensável para estimular o comprometimento e engajamento dos colaboradores com suas tarefas, já que sabem qual é o seu alvo.

3.   Formule uma estratégia

Esta é a etapa de definir como alcançar os objetivos, ou seja, como serão utilizados os recursos, o tempo e os esforços dos times para realizar o que foi determinado.

Certamente, abrir espaço para ouvir os líderes e colaboradores faz com que se sintam incluídos na tomada de decisões e torna o processo mais efetivo, afinal eles vivem o dia a dia do negócio e podem levantar insights valiosos.

De tal forma que sua estratégia será muito mais assertiva e sua organização como um todo estará pronta para lidar com os desafios que surgirem para garantir o atingimento das metas e chegar ao sucesso esperado.

4.   Aplique a estratégia e acompanhe as ações

De nada serve um bom planejamento se ele não é executado, por isso uma das fases mais importantes do planejamento estratégico é a sua implementação.

Isso quer dizer tirar as ideias do papel e criar um plano de ação para que elas sejam aplicadas em todas as equipes.

Mas não apenas isso, também fazer o acompanhamento contínuo e o monitoramento da estratégia, analisando os resultados obtidos para fazer os ajustes necessários e garantir o melhor funcionamento do negócio com todos trabalhando alinhados rumo à mesma linha de chegada.

Como não errar no plano estratégico da sua empresa

Confira a seguir uma lista dos principais erros que as empresas cometem na hora de fazer o planejamento estratégico para você evitar prejuízos ao alcance dos seus objetivos.

1. Ausência de transparência

Ter conhecimento dos objetivos e metas da organização motiva os colaboradores a quererem crescer com o negócio.

Um planejamento estratégico com uma visão clara de crescimento e ações bem definidas faz com que a equipe se sinta segura e estabeleça uma harmonia entre seus planos pessoais e profissionais.

Além de que a transparência em relação aos objetivos organizacionais também passa mais credibilidade para clientes e acionistas que enxergam a seriedade e o comprometimento da gestão.

2. Falta de acompanhamento das ações

Normalmente a elaboração de um planejamento estratégico empresarial resulta em um plano de ação recheado de atividades para os membros do time.

O problema é que muitas vezes essas ações não são realizadas e ficam no esquecimento, sem um acompanhamento para que tudo ocorra como planejado.

Acompanhar as atividades da equipe no dia a dia é fundamental para que os líderes garantam a aplicação completa do plano.

3. Não ter metas claras e objetivas

Um dos erros mais comuns na elaboração de um planejamento estratégico está na definição dos objetivos e das metas, por exemplo, “aumentar nossa participação no mercado” ou “ser uma empresa referência em nossa área de atuação” não são visões claras.

O planejamento estratégico requer especificidade. Por isso, defina a visão, que é objetivo maior da empresa e aonde ela quer chegar em um período determinado, e desdobre em objetivos menores com metas claras e mensuráveis.


4. Não medir e monitorar os indicadores com frequência

Monitorar os indicadores de desempenho com frequência é o procedimento que mais facilita a aplicação do planejamento estratégico.

Até porque todos os objetivos devem ser desdobrados em metas possíveis de serem medidas por indicadores.

Por exemplo:

  • Uma empresa definiu que deve melhorar a qualidade de seu atendimento de telemarketing, esse é o objetivo;
  • Para medir se realmente está alcançando esse objetivo, a empresa criou uma pesquisa de satisfação com seus clientes pedindo uma nota de avaliação do atendimento que vai de 0 a 5;
  • O indicador será a média de avaliação da pesquisa medido mensalmente;
  • A meta para esse indicador é obter uma média de avaliação de 3,8.

O acompanhamento frequente desses indicadores possibilita que a empresa tome ações imediatas caso encontre algum problema no caminho.

Já a frequência dessa medição pode variar de acordo com os objetivos e o tipo de indicador, mas é interessante que os resultados sejam sempre divulgados para a equipe.

Uma dica extra é oferecer uma bonificação para o time que atingir suas metas. Reconhecer os colaboradores mostra que a empresa os valoriza pelo trabalho realizado e estimula ainda mais seu engajamento.

 5. Não envolver a equipe na elaboração do plano estratégico

O capital humano é a chave para o sucesso de qualquer negócio, já que depende de pessoas para alcançar seus objetivos.

Por esse motivo, não envolver a equipe, em especial os líderes, na elaboração do planejamento estratégico pode soar como uma “ditadura” na qual se deve somente cumprir ordens.

Faça sessões de brainstorming e escute sua equipe, assim você evitará frustrações e ainda impulsionará o comprometimento das pessoas com suas metas.

Como a tecnologia pode ajudar no planejamento estratégico?

A tecnologia pode ser uma grande aliada na hora de montar o seu planejamento. Ela leva mais agilidade no processo de construção das estratégias e assertividade no acompanhamento das métricas, já que dá acesso aos dados em tempo real.

Conclusão

O planejamento estratégico fornece uma visão clara da empresa, da sua identidade e dos seus objetivos e ajuda a antecipar os riscos na tomada de decisões a curto e longo prazo. 

Além disso, promove o alinhamento entre todos os times e estimula o comprometimento e motivação dos colaboradores para atingirem suas metas. Como resultado, a organização alcança a alta performance e obtém os melhores resultados.

Copiado: https://mereo.com/

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

Propósito X Objetivo X Meta: A importância de cada um


Você sabe a diferença entre propósito, objetivo e meta? 

É comum algumas pessoas fazerem confusão com esses três conceitos e até acharem que são sinônimos. 

Propósito, objetivo e meta têm significados diferentes e exercem funções distintas no alcance dos resultados almejados. 

Já vi inúmeros empreendedores fazerem má interpretação desses termos e acabarem frustrados por não conseguirem alcançar com êxito o que realmente buscavam. 

Por isso, saber distinguir essas três palavras faz uma enorme diferença na nossa vida pessoal e profissional.

Muito além do significado do dicionário, é preciso analisar a fundo o que essas palavras querem dizer na prática. 

Entender isso é fundamental para planejar sua vida e trabalhar dentro da sua realidade.


O que o faz levantar da cama todos os dias? 

A resposta a essa pergunta é:

PROPÓSITO

É o que orienta a sua trajetória existencial. 

O propósito está diretamente relacionado com a sua identidade, crenças e valores. 

Pergunte-se que legado você gostaria de deixar para o mundo. 

Isso também responde sobre qual é o seu propósito. 

O propósito deve estar alinhado aos seus talentos, ações, sonhos e aspirações mais profundas. 

Lembre-se, o propósito é que vai nortear seus atos.

OBJETIVO:

É uma descrição mais específica de onde você quer chegar. 

É o que você pretende realizar em sua vida daqui a alguns anos, seja no âmbito pessoal ou profissional. 

Pode ser uma das etapas, ou passos, para você alcançar o seu propósito. 

Eu também enxergo os objetivos como desejos. 

São os nossos “para quê”. 

Digamos que você quer perder peso, a resposta do seu “para quê?” é emagrecer. 

Esse é o seu grande alvo. Ele serve como guia do que queremos conquistar. 

  • O que você almeja? 
  • Um carro? 
  • Ter um negócio próprio? 
Esses são seus objetivos!


O objetivo trabalha lado a lado com a meta. 

META

Sem a meta você não consegue sair do lugar. 

Se o seu objetivo fica emperrado em algum canto é porque você certamente não está cumprindo as metas como deveria. 

A meta é o caminho que você deve percorrer para chegar ao seu alvo. 

Quando a meta é realizada, o objetivo é alcançado. 

Ela serve para validar o que você realmente deseja, sendo feita de forma racional e com prazos estipulados. 

Voltando ao objetivo de emagrecer, você tem de pensar “quanto” e “quando”. 

Se a vontade é de eliminar vinte quilos, sua meta tem de ser perder “x” quilos em um mês, por exemplo. E assim, aos poucos, você vai chegando ao seu objetivo maior.

Metas funcionam como questões de responsabilidade. 

Infelizmente, vejo muitos empreendedores que começam a não cumprir as metas e, consequentemente, comprometem a realização dos objetivos, logo não têm resultado nenhum. 

Sabe o que acontece em seguida?

Eles se frustram e desistem. 

Isso muito vezes causa insegurança e questionamentos sobre o propósito

Porém, para realizar qualquer meta é preciso foco, determinação e muita disciplina. Sem isso, não se chega a lugar nenhum

Então, as metas devem ser encaradas como pequenos objetivos a ser cumpridos para se chegar a um destino maior.

Propósito, objetivo e meta são caminhos que precisam ser trilhados juntos. 

Eles fazem parte da nossa evolução. 

Tê-los bem articulados e claros em nossa mente, permite-nos realizar nossos projetos e ambições. 

A trajetória até a conquista dos nossos planos nem sempre é fácil. 

É preciso coragem e disposição. 

  • Trabalhe o autoconhecimento. 
  • Quais são seus pontos fortes e fracos? 
  • Reconhecê-los é primordial para você desenvolver suas habilidades e afinidades.

Copiado:https://vivadigitalsa.com.br/

quinta-feira, 2 de março de 2023

Falta de Gestão dos Processos Está Entre os Erros Gerenciais Mais Comuns


Cuidar de uma empresa não é nada simples. Qualquer descuido é capaz de comprometer o futuro do negócio. Ainda mais com a rotina corrida do dia a dia, quando fica difícil tomar as rédeas de tudo e garantir a 
gestão da qualidade e também a gestão de processos. 

 Fizemos abaixo o apontamento de 6 erros gerenciais mais comuns, que podem comprometer seu negócio. Descubra os outros a seguir e confira dicas de como resolvê-los.

  •  Falta de monitoramento da gestão de processos
Fazer as mesmas coisas todos os dias leva a uma rotina de trabalho que pode se tornar repetitiva e cansativa. Tarefas que antes eram realizadas de maneira ágil, agora são demoradas e enfadonhas. O resultado é a perda de competitividade e produtividade da empresa.
 A gestão da qualidade é colocada em segundo plano simplesmente porque nem quem deveria zelar por ela oferece a atenção necessária. Isso sem contar a ausência de controle na abertura, acompanhamento e conclusão das não conformidades. Os erros são simplesmente ‘deixados para lá’.
  •  Um problema grave de monitoramento da gestão dos processos!
Toda a cadeia produtiva é afetada. Se o setor de compras adia o pedido de uma matéria-prima a ponto dela faltar, acaba paralisando a produção, atrasando a entrega das vendas realizadas pelo comercial. Os clientes se enfurecem e acabam reclamando nas redes sociais, impactando a reputação da empresa e exigindo esforços de comunicação e marketing para reverter o quadro.
 SOLUÇÕES
DICA 01: Controlar prazos de vencimento: Aqui entram o vencimento de dívidas, impostos, das vendas realizadas ou mesmo das mercadorias. Com a gestão de processos mais 'azeitada' o time consegue administrar todas essas questões, evitando dores de cabeça com prejuízos, multas e inadimplência.
 DICA 02: Compreender como os colaboradores trabalham: Como cada função é executada? De que maneira o trabalho deveria ser realizado para ter maior produtividade? Responder essas duas perguntas ajudará no apontamento e definição de diretrizes para a gestão dos processos de cada tarefa. Redistribuir os trabalhadores em novas funções que tenham maior 'fit' com cada um pode ser uma solução para as melhoria esperadas.
 DICA 03: Implantar metodologias de avaliação: O monitoramento e medição de processos fornecem dados sobre o desempenho são capazes de mostrar a evolução da empresa em termos de objetivos estratégicos. Esses resultados servirão de base para a tomada de decisões de melhoria, levando ao aprimoramento contínuo.
Colocar em prática esse tipo de recurso é de vital importância. Inclusive a avaliação do desempenho de processos é um item relacionado a ISO 9001.
  •  Não ter planejamento
Qual a sua preocupação com o amanhã? Quando fazemos essa pergunta não quer dizer a longo prazo, apenas daqui a 5 ou 10 anos, mas amanhã mesmo. Quais serão os movimentos que sua empresa fará na semana que vem?
 Se você tem dificuldades de responder saiba que tem um problema grave de falta de planejamento. E cuidar das estratégias para o hoje e o futuro é de extrema importância para a saúde do seu negócio.
 Isso vale desde o lançamento de um produto até a aquisição de um novo maquinário para a produção. Não é apenas lidar com achismos, futurologia ou o 'eu quero'. Em um tempo de economia livre muitos empresários gostam de deixar o negócio crescer de maneira orgânica. Isso significa responder às mudanças de acordo com os gostos do cliente e das tendências do mercado. Mas essa abordagem não planejada pode prejudicar e muito a empresa. 
 Sem planejamento tudo é colocado em risco: A folha de pagamento é impactada ao contratar um profissional sem saber o que ele fará entre outros problemas gerando uma cadeia de maus resultados.
 SOLUÇÕES
DICA 01: Ter um norte: O planejamento é essencial para dar um norte para a empresa. É o momento em que o empresário decide a identidade da empresa e os seus objetivos.
 DICA 02: Fazer análises: Seja para planejar campanhas de marketing efetivas, desenvolver e lançar novos produtos, avaliar o desempenho da empresa ou dos colaboradores. Todas as decisões devem ser baseadas em dados.
 DICA 03: Conhecer a concorrência: É preciso saber quem são os concorrentes, formatando o lugar do mercado em que a empresa está e aonde ela quer chegar.
 DICA 04: Contratar com sabedoria: Se a empresa precisa de mais braços pense antes de correr ao mercado. Qual o budget disponível? Qual a média salarial para a função? Um profissional júnior vai dar conta ou será necessário um com mais experiência? 
 DICA 05: Executar: Não adianta apenas planejar, é preciso também executar corretamente todas as etapas pré-determinadas. E em um tempo de dificuldade econômicas, por exemplo, é preciso ter sabedoria para não sair dos trilhos.
  •  Descuidar da gestão financeira
Quanto dinheiro tem no seu caixa hoje? Quais foram os últimos investimentos realizados? No que a empresa gasta mais? O pagamento de funcionários representa quanto da receita?
 Se você não é capaz de responder essas perguntas algo de muito errado está acontecendo com a gestão financeira. E se o seu desejo é continuar garantindo a existência do negócio, medidas urgentes precisam ser tomadas. 
 Não conhecer profundamente a realidade financeira da empresa só traz prejuízos! É como andar no escuro em uma loja de cristais raros. Você não sabe para onde ir e cada esbarrão significa um grande prejuízo. Não há controle, os erros aumentam cada vez mais e os negócios caminham para o precipício. 
 SOLUÇÕES
DICA 01: Adotar um sistema de gerenciamento: Ele é simplesmente o norte da empresa. Ao utilizá-lo com seriedade, será possível controlar o caixa, o estoque, o quanto é gasto com folha de pagamento, os custos e as receitas.
 DICA 02: Registrar todas as operações realizadas: Tudo que entra ou sai precisa ser contabilizado. É a garantia de controle e uma das melhores maneiras de saber que as contas estão 'entrando nos eixos'.
 DICA 03: Fazer fluxo de caixa: Ao controlar em detalhes tudo que entra e sai é possível ter saber a movimentação do capital da empresa. São informações importantes que podem mudar os rumos do negócio e até trazer economia, por exemplo. Ao invés de fazer vários pedidos pequenos com um mesmo fornecedor, negocie um desconto para uma remessa maior.
 DICA 04: Saber quanto custa cada produto: A gestão financeira começa pelo mais básico — saber qual a despesa de produção dos seus produtos. Isso inclui a compra de matéria-prima, produção, estocagem, transporte e venda. Cobrar barato sai caro. E cobrar caro mais ainda! Ao colocar na ponta do lápis cada centavo gasto vai ajudar a compor melhor os valores, acabando com prejuízos ou mesmo aumentando a rentabilidade ao reduzir preços.
  •  Misturar a vida pessoal com a gerencial
Esse tópico poderia estar dentro da gestão financeira. Mas misturar vida pessoal com a corporativa é tão usual em algumas empresas que acreditamos ser melhor separar. Erro comum para tantos empresários, vai desde usar a conta da empresa para pagar despesas particulares ou e-mail pessoal para enviar uma mensagem para um fornecedor.
 Pode parecer difícil mas é necessário, com urgência, parar de misturar 'as estações'. Essa combinação bombástica é muito prejudicial tanto para o caixa como para a imagem da companhia. 
 SOLUÇÃO
DICA 01: Separar o universo privado do empresarial: Vida corporativa é uma coisa e a íntima é outra. Pague despesas da empresa com um cartão de crédito corporativo. Caso não seja possível, peça um recibo e solicite reembolso ao financeiro. Simples assim.

  •  Não fazer uma correta gestão do capital humano
turnover na empresa é alto, o clima não é bom, não há união nem sinergia entre os colaboradores até da mesma área. Notícias boas como promover ou comunicar um aumento de salário são realizadas pelos gestores.
 Já as 'bombas' como resolver conflitos e comunicar uma demissão é “lá com o RH”. Os executivos são despreparados para gerir seu pessoal, não raro servindo de mau exemplo os subordinados.  
 A empresa desconhece quem são os reais responsáveis pela gestão das pessoas, além de tratá-las como custo e não como ativo. Os profissionais não passam por treinamentos, reciclagens ou desenvolvimento pessoal.
 SOLUÇÃO
DICA 01:  Definir papéis: A gestão de pessoas não é uma tarefa apenas do setor de recursos humanos (RH), mas sim de todos os gestores. Presidentes e gestores têm papel fundamental na atração, retenção e na administração de pessoas. A área de RH é estratégica e atua como um parceiro dentro da organização.
 DICA 02:  Fazer uma gestão eficaz: Gerir gente de uma maneira produtiva é definir as necessidades de pessoal, atrair, contratar, reter, motivar, avaliar desempenho, desenvolver, remunerar, reconhecer o empenho e até saber demitir. É reconhecer que as pessoas são a mola propulsora que move as empresas.
 DICA 03:  Ter estratégia na gestão de pessoas: As ações de RH não podem ser aleatórias. Elas precisam estar alinhadas e direcionadas para alcançar um objetivo claro, caso contrário perdem sua efetividade. Ter estratégias significa selecionar e organizar ações que atendam aos objetivos mais amplos tanto do setor como da empresa. 
 DICA 04:  Ir além de treinamentos: O desenvolvimento pessoal não é apenas conduzir   programas de treinamento. É a garantia da sustentabilidade da empresa por meio da transferência de conhecimentos e experiências. Os programas de treinamento e desenvolvimento precisam ser estruturados tendo em mente a estratégia da empresa e as necessidades do pessoal. E têm de ser elaborados e conduzidos em conjunto entre a área de RH e os gestores. Afinal, quem conhece as competências e necessidades das pessoas são seus gestores.
 DICA 05:  Manter clareza na comunicação: A comunicação é uma habilidade que todos os gestores devem cultivar. Manter um diálogo transparente e verdadeiro evita mal entendidos que podem desequilibrar as relações de trabalho e prejudicar a produtividade. Todas as mensagens precisam ser transmitidas da maneira mais simples e objetiva possível.


  •  Acreditar que realmente o cliente é ouvido
A empresa realiza anualmente uma pesquisa de satisfação com os clientes e os resultados são regulares. Mas o número de reclamações tem cada vez mais aumentado no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) ou nas redes sociais.
Como explicar esse movimento se está tudo bem? O que pode estar acontecendo já que o time de vendas se empenha em buscar as melhores respostas?
 SOLUÇÃO
DICA 01: Ouvir com profundidade: A norma ISO 9001: 2015 determina que “a organização deve monitorar a percepção de clientes a respeito do grau em que suas necessidades e expectativas foram atendidas. A organização deve determinar os métodos para obter, monitorar e analisar criticamente essa informação”.
Somente uma pesquisa anual não basta para realmente conhecer o cliente. É preciso rever desde a metodologia deste levantamento até a maneira como ele é realizado. É necessário ter contato com o cliente em diversos outros momentos, somente dessa maneira a empresa realmente conseguirá conhecê-lo em profundidade.
Faça reuniões periódicas com o objetivo de saber se está tudo bem, como também pesquisas de pós-venda. 
  •  A importância do ‘mea culpa’
Sim, errar é humano. Todas as pessoas e empresas estão sujeitas a falhar. 
Se sua empresa sofre com algum dos erros citados acima você já deve estar sentindo ‘na pele’ alguns dos exemplos que demonstramos aqui. São problemas graves e que se não forem resolvidos a tempo poderão acabar levando o empreendimento a fechar as portas.
Seguir as dicas que demos neste post não só ajudará a empresa a resolver as dificuldades, como também fará bem à reputação. Pense bem, empresas que gerenciam melhor, obtém melhores resultados! O primeiro passo você já deu: perceber que algo está errado.
Não deixe o orgulho tomar conta. Admita que profundas mudanças precisam ser feitas e comece a colocá-las em prática.

Copiado: https://www.doo.com.br/