Ferver o oceano.
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2024
Antipadrões no Planejamento Estratégico
Ferver o oceano.
quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
Planejamento Estratégico: Guia para Aprender a Desenvolver Ações e Alcançar Objetivos
O planejamento estratégico, também conhecido como plano estratégico, é o processo de identificar oportunidades, desenvolver uma estratégia e definir ações para atingir os objetivos organizacionais.
Sem dúvidas, em um mercado cada vez mais
competitivo, adotar o planejamento estratégico é essencial para impulsionar os
resultados da empresa.
Afinal, o planejamento estratégico estabelece o que
deve ser feito, por que deve ser feito e como deve ser feito. Ou seja, fornece
as diretrizes tanto táticas quanto operacionais para impulsionar o crescimento
da organização.
Então se o seu foco é a alta performance, continue lendo este guia para
saber tudo sobre planejamento estratégico e como fazer o seu com exemplos
práticos!
O que é planejamento
estratégico?
O planejamento estratégico é um processo sistêmico
que identifica as melhores condições e formas para se conquistar o sucesso. Ele
estabelece um rumo a ser seguido pela empresa e esquematiza a busca pelos
melhores resultados.
De acordo com o renomado professor Chiavenato, o
conceito de planejamento estratégico está associado aos objetivos estratégicos que impactam na
direção e na viabilidade dos processos. É a partir da definição desses
objetivos, então, que a estratégia para os alcançar é elaborada por meio do
planejamento.
Nesse contexto, planejar significa estabelecer
ações que representam o melhor caminho para alcançar os objetivos com base na
observação do contexto atual, visualização de cenários e análise sobre o futuro
e expectativas da empresa para os anos seguintes.
É válido ressaltar que o planejamento estratégico
pode acontecer mensalmente, anualmente e até considerar o longo prazo, variando
de acordo com as necessidades e realidade de cada negócio.
A importância do planejamento
estratégico
A função do planejamento estratégico é ser um guia
para que as ações a serem realizadas durante um período determinado estejam
alinhadas ao propósito organizacional. Isto é, ele estabelece as atividades do
presente considerando seu impacto futuro.
Com efeito, facilita também a rápida identificação
de desvios de rota para que sejam corrigidos rapidamente sem causar maiores
danos ao processo de alcance dos objetivos, o que dá suporte para a empresa
administrar melhor o tempo, recursos e esforços dos times.
Logo, o planejamento estratégico é responsável por
fornecer diversos benefícios para as organizações, até porque sem ele a empresa
corre o risco de se perder do seu propósito.
5 benefícios do planejamento
estratégico
Agora que você entendeu a importância de ter um
planejamento estratégico, conheça os 5 principais benefícios que ele pode
oferecer ao seu negócio:
1. Fortalecimento da motivação
Quando os colaboradores enxergam a direção para
onde estão indo, aumenta a sua motivação para entregar os melhores
resultados porque sabem da importância do seu papel para o alcance dos
objetivos organizacionais.
2. Aumento da produtividade dos
times
Como resultado da motivação, os colaboradores ficam
mais produtivos e fazem suas entregas com mais eficiência e qualidade, o que
impulsiona a construção de times de alta performance.
3. Priorização de tarefas
O planejamento estratégico define uma ordem de
prioridade dos objetivos, o que facilita a identificação de quais ações são
mais urgentes para fazer a priorização das tarefas e a organização dos
cronogramas de entregas.
4. Assertividade na tomada de
decisões
Também há a diminuição do risco de erros durante o
processo de tomada de decisões, já que elas se tornam mais assertivas uma vez
que estão alinhadas à visão do negócio.
5. Alinhamento de toda equipe
Definir um planejamento estratégico também promove
um maior alinhamento entre todas as equipes que entendem que estão trabalhando
juntas com o mesmo foco. Isso incentiva a colaboração dentro dos times e até
entre as diferentes áreas.
A diferença entre planejamento
tático e operacional
Existem dois tipos de planejamento estratégico, o
tático e operacional. Eles possuem muitas diferenças, as mais comuns são: o
prazo nos objetivos, o grau de especificidade, as pessoas a quem se destinam,
enfim.
Porém, são complementares e, quando realizados de
forma integradas, podem ajudar a empresa a transformar sua visão de negócio em
realidade no curto e médio prazo. Saiba agora as características de cada um
desses planos:
Planejamento tático
No planejamento tático, define-se como a estratégia
será realizada em uma unidade ou área específica do negócio.
Ou seja, não abrange toda a organização, mas sim
foca nos colaboradores da média gestão, como por exemplos os gerentes, para
orientar e guiar suas tomadas de decisões dentro de seus setores.
O planejamento tático costuma estabelecer objetivos
bem específicos e detalhados com um prazo médio de duração de até três anos.
Planejamento operacional
A parte operacional não é exatamente um
planejamento, mas sim os processos para a execução do projeto. Em outras
palavras, é o que mantém as ações coerentes e alinhadas aos objetivos
estratégicos.
Diferente do planejamento tático, o operacional
abrange toda a empresa. Uma vez que todos os colaboradores da organização estão
envolvidos com alguma parte da operação.
Normalmente, o plano operacional é de curto prazo
com metas e indicadores trimestrais ou semestrais.
Quais são as decisões básicas
para o planejamento estratégico?
O planejamento estratégico deve comportar decisões
sobre o futuro da organização, como:
- Objetivos
organizacionais a longo prazo e seu desdobramento em metas para todos os
níveis hierárquicos;
- As atividades
escolhidas, isto é, os produtos ou serviços que a organização pretende
produzir;
- O mercado visado pela
organização, ou seja, os consumidores que ela pretende atingir com seus
produtos;
- Os lucros esperados
para cada uma de suas atividades;
- Alternativas
estratégicas quanto às suas atividades (manter o produto atual, maior
penetração no mercado, desenvolver novos mercados);
- Interação vertical em
direção aos fornecedores de recursos ou integração horizontal em direção
aos consumidores;
- Novos investimentos em
recursos (materiais, financeiros, máquinas e equipamentos, recursos
humanos, tecnologia etc.), para inovação (mudanças), ou para crescimento
(expansão).
Dessa forma, o planejamento estratégico se torna a
chave para o aumento da produtividade e a melhora dos resultados
das empresas.
Como fazer o planejamento
estratégico?
Para entender como colocar a metodologia do
planejamento estratégico em prática na sua empresa é necessário responder
algumas perguntas, por exemplo:
- Por que a empresa
existe?
- Onde ela está?
- Onde quer chegar?
- Como chegará lá?
Nesse momento, utilizar a ferramenta 5W2H pode ser muito
útil.
De fato, todas as fases do planejamento devem ser
executadas com muita clareza e transparência, como você verá a seguir!
As 4 etapas para construir um
bom plano estratégico
Entenda em detalhes cada etapa para construir um
planejamento estratégico assertivo na prática:
1. Faça o
diagnóstico
Antes de tudo, a empresa precisa olhar para dentro
e para fora do ambiente interno para identificar suas forças (potencialidades)
e suas fraquezas (deficiências) em relação ao mercado, o que pode ser feito por
meio da análise SWOT.
Desse modo, a organização conhece seus pontos
fortes e seus pontos de melhoria e tem um diagnóstico preciso do que precisa
ser priorizado no planejamento estratégico.
2. Estabeleça os
objetivos estratégicos
Após fazer a análise do cenário atual da
organização, é o momento de refletir sobre aonde ela quer chegar e quais são
suas maiores aspirações.
A partir disso, é possível estabelecer os objetivos
de curto, médio e longo prazo, que devem estar ligados à missão, visão e valores do
negócio e serem realistas e aplicáveis para todos os níveis hierárquicos.
Você pode utilizar o mapa estratégico para visualizar de forma
mais dinâmica esses objetivos e facilitar o desdobramento em metas atingíveis,
um processo indispensável para estimular o comprometimento e engajamento dos
colaboradores com suas tarefas, já que sabem qual é o seu alvo.
3. Formule uma
estratégia
Esta é a etapa de definir como alcançar os
objetivos, ou seja, como serão utilizados os recursos, o tempo e os esforços
dos times para realizar o que foi determinado.
Certamente, abrir espaço para ouvir os líderes e
colaboradores faz com que se sintam incluídos na tomada de decisões e torna o
processo mais efetivo, afinal eles vivem o dia a dia do negócio e podem
levantar insights valiosos.
De tal forma que sua estratégia será muito mais
assertiva e sua organização como um todo estará pronta para lidar com os
desafios que surgirem para garantir o atingimento das metas e chegar ao sucesso
esperado.
4. Aplique a
estratégia e acompanhe as ações
De nada serve um bom planejamento se ele não é
executado, por isso uma das fases mais importantes do planejamento estratégico
é a sua implementação.
Isso quer dizer tirar as ideias do papel e criar um
plano de ação para que elas sejam aplicadas em todas as equipes.
Mas não apenas isso, também fazer o acompanhamento
contínuo e o monitoramento da estratégia, analisando os resultados obtidos para
fazer os ajustes necessários e garantir o melhor funcionamento do negócio com
todos trabalhando alinhados rumo à mesma linha de chegada.
Como não errar no plano
estratégico da sua empresa
Confira a seguir uma lista dos principais erros que
as empresas cometem na hora de fazer o planejamento estratégico para você
evitar prejuízos ao alcance dos seus objetivos.
1. Ausência de transparência
Ter conhecimento dos objetivos e metas da
organização motiva os colaboradores a quererem crescer com o negócio.
Um planejamento estratégico com uma visão clara de
crescimento e ações bem definidas faz com que a equipe se sinta segura e
estabeleça uma harmonia entre seus planos pessoais e profissionais.
Além de que a transparência em relação aos
objetivos organizacionais também passa mais credibilidade para clientes e
acionistas que enxergam a seriedade e o comprometimento da gestão.
2. Falta de acompanhamento das
ações
Normalmente a elaboração de um planejamento
estratégico empresarial resulta em um plano de ação recheado de atividades para
os membros do time.
O problema é que muitas vezes essas ações não são
realizadas e ficam no esquecimento, sem um acompanhamento para que tudo ocorra
como planejado.
Acompanhar as atividades da equipe no dia a dia é
fundamental para que os líderes garantam a aplicação completa do plano.
3. Não ter metas claras e
objetivas
Um dos erros mais comuns na elaboração de um
planejamento estratégico está na definição dos objetivos e das metas, por
exemplo, “aumentar nossa participação no mercado” ou “ser uma empresa
referência em nossa área de atuação” não são visões claras.
O planejamento estratégico requer especificidade. Por isso, defina a visão, que é objetivo maior da empresa e aonde ela quer chegar em um período determinado, e desdobre em objetivos menores com metas claras e mensuráveis.
4. Não medir e monitorar os
indicadores com frequência
Monitorar os indicadores de desempenho com
frequência é o procedimento que mais facilita a aplicação do planejamento
estratégico.
Até porque todos os objetivos devem ser desdobrados
em metas possíveis de serem medidas por indicadores.
Por exemplo:
- Uma empresa definiu que
deve melhorar a qualidade de seu atendimento de telemarketing, esse é
o objetivo;
- Para medir se realmente
está alcançando esse objetivo, a empresa criou uma pesquisa de satisfação
com seus clientes pedindo uma nota de avaliação do atendimento que vai de
0 a 5;
- O indicador será
a média de avaliação da pesquisa medido mensalmente;
- A meta para
esse indicador é obter uma média de avaliação de 3,8.
O acompanhamento frequente desses indicadores
possibilita que a empresa tome ações imediatas caso encontre algum problema no
caminho.
Já a frequência dessa medição pode variar de acordo
com os objetivos e o tipo de indicador, mas é interessante que os resultados
sejam sempre divulgados para a equipe.
Uma dica extra é oferecer uma bonificação para o
time que atingir suas metas. Reconhecer os colaboradores mostra que a empresa
os valoriza pelo trabalho realizado e estimula ainda mais seu engajamento.
5. Não envolver a equipe
na elaboração do plano estratégico
O capital humano é a chave para o sucesso de
qualquer negócio, já que depende de pessoas para alcançar seus objetivos.
Por esse motivo, não envolver a equipe, em especial
os líderes, na elaboração do planejamento estratégico pode soar como uma
“ditadura” na qual se deve somente cumprir ordens.
Faça sessões de brainstorming e
escute sua equipe, assim você evitará frustrações e ainda impulsionará o
comprometimento das pessoas com suas metas.
Como a tecnologia pode ajudar no
planejamento estratégico?
A tecnologia pode ser uma grande aliada na hora de
montar o seu planejamento. Ela leva mais agilidade no processo de construção
das estratégias e assertividade no acompanhamento das métricas, já que dá
acesso aos dados em tempo real.
Conclusão
O planejamento estratégico fornece uma visão clara da empresa, da sua identidade e dos seus objetivos e ajuda a antecipar os riscos na tomada de decisões a curto e longo prazo.
Além disso, promove o
alinhamento entre todos os times e estimula o comprometimento e motivação dos
colaboradores para atingirem suas metas. Como resultado, a organização alcança
a alta performance e obtém os melhores resultados.
Copiado: https://mereo.com/
segunda-feira, 25 de setembro de 2023
Propósito X Objetivo X Meta: A importância de cada um
Você sabe a diferença entre propósito, objetivo e meta?
É comum algumas pessoas fazerem confusão com esses três conceitos e até acharem que são sinônimos.
Propósito, objetivo e meta têm significados diferentes e exercem funções distintas no alcance dos resultados almejados.
Já vi inúmeros empreendedores fazerem má interpretação desses termos e acabarem frustrados por não conseguirem alcançar com êxito o que realmente buscavam.
Por isso, saber distinguir essas três palavras faz uma enorme diferença na nossa vida pessoal e profissional.
Muito além do significado do dicionário, é preciso analisar a fundo o que essas palavras querem dizer na prática.
Entender isso é fundamental para planejar sua vida e trabalhar dentro da sua realidade.
O que o faz levantar da cama todos os dias?
A resposta a essa pergunta é:
PROPÓSITO.
É o que orienta a sua trajetória existencial.
O propósito está diretamente relacionado com a sua identidade, crenças e valores.
Pergunte-se que legado você gostaria de deixar para o mundo.
Isso também responde sobre qual é o seu propósito.
O propósito deve estar alinhado aos seus talentos, ações, sonhos e aspirações mais profundas.
Lembre-se, o propósito é que vai nortear seus atos.
OBJETIVO:
É uma descrição mais específica de onde você quer chegar.
É o que você pretende realizar em sua vida daqui a alguns anos, seja no âmbito pessoal ou profissional.
Pode ser uma das etapas, ou passos, para você alcançar o seu propósito.
Eu também enxergo os objetivos como desejos.
São os nossos “para quê”.
Digamos que você quer perder peso, a resposta do seu “para quê?” é emagrecer.
Esse é o seu grande alvo. Ele serve como guia do que queremos conquistar.
- O que você almeja?
- Um carro?
- Ter um negócio próprio?
O objetivo trabalha lado a lado com a meta.
META
Sem a meta você não consegue sair do lugar.
Se o seu objetivo fica emperrado em algum canto é porque você certamente não está cumprindo as metas como deveria.
A meta é o caminho que você deve percorrer para chegar ao seu alvo.
Quando a meta é realizada, o objetivo é alcançado.
Ela serve para validar o que você realmente deseja, sendo feita de forma racional e com prazos estipulados.
Voltando ao objetivo de emagrecer, você tem de pensar “quanto” e “quando”.
Se a vontade é de eliminar vinte quilos, sua meta tem de ser perder “x” quilos em um mês, por exemplo. E assim, aos poucos, você vai chegando ao seu objetivo maior.
Metas funcionam como questões de responsabilidade.
Infelizmente, vejo muitos empreendedores que começam a não cumprir as metas e, consequentemente, comprometem a realização dos objetivos, logo não têm resultado nenhum.
Sabe o que acontece em seguida?
Eles se frustram e desistem.
Isso muito vezes causa insegurança e questionamentos sobre o propósito.
Porém, para realizar qualquer meta é preciso foco, determinação e muita disciplina. Sem isso, não se chega a lugar nenhum.
Então, as metas devem ser encaradas como pequenos objetivos a ser cumpridos para se chegar a um destino maior.
Propósito, objetivo e meta são caminhos que precisam ser trilhados juntos.
Eles fazem parte da nossa evolução.
Tê-los bem articulados e claros em nossa mente, permite-nos realizar nossos projetos e ambições.
A trajetória até a conquista dos nossos planos nem sempre é fácil.
É preciso coragem e disposição.
- Trabalhe o autoconhecimento.
- Quais são seus pontos fortes e fracos?
- Reconhecê-los é primordial para você desenvolver suas habilidades e afinidades.
Copiado:https://vivadigitalsa.com.br/
quinta-feira, 2 de março de 2023
Falta de Gestão dos Processos Está Entre os Erros Gerenciais Mais Comuns
Cuidar de uma empresa não é nada simples. Qualquer descuido é capaz de comprometer o futuro do negócio. Ainda mais com a rotina corrida do dia a dia, quando fica difícil tomar as rédeas de tudo e garantir a gestão da qualidade e também a gestão de processos.
Fizemos abaixo o apontamento de 6 erros gerenciais mais
comuns, que podem comprometer seu negócio. Descubra os outros a seguir e
confira dicas de como resolvê-los.
- Falta de monitoramento da gestão de processos
A gestão da qualidade é colocada em segundo plano simplesmente porque nem quem deveria zelar por ela oferece a atenção necessária. Isso sem contar a ausência de controle na abertura, acompanhamento e conclusão das não conformidades. Os erros são simplesmente ‘deixados para lá’.
- Um problema grave de monitoramento da gestão dos processos!
SOLUÇÕES
DICA 01: Controlar prazos de vencimento: Aqui entram o vencimento de dívidas, impostos, das vendas realizadas ou mesmo das mercadorias. Com a gestão de processos mais 'azeitada' o time consegue administrar todas essas questões, evitando dores de cabeça com prejuízos, multas e inadimplência.
DICA 02: Compreender como os colaboradores trabalham: Como cada função é executada? De que maneira o trabalho deveria ser realizado para ter maior produtividade? Responder essas duas perguntas ajudará no apontamento e definição de diretrizes para a gestão dos processos de cada tarefa. Redistribuir os trabalhadores em novas funções que tenham maior 'fit' com cada um pode ser uma solução para as melhoria esperadas.
DICA 03: Implantar metodologias de avaliação: O monitoramento e medição de processos fornecem dados sobre o desempenho são capazes de mostrar a evolução da empresa em termos de objetivos estratégicos. Esses resultados servirão de base para a tomada de decisões de melhoria, levando ao aprimoramento contínuo.
Colocar em prática esse tipo de recurso é de vital importância. Inclusive a avaliação do desempenho de processos é um item relacionado a ISO 9001.
- Não ter planejamento
Se você tem dificuldades de responder saiba que tem um problema grave de falta de planejamento. E cuidar das estratégias para o hoje e o futuro é de extrema importância para a saúde do seu negócio.
Isso vale desde o lançamento de um produto até a aquisição de um novo maquinário para a produção. Não é apenas lidar com achismos, futurologia ou o 'eu quero'. Em um tempo de economia livre muitos empresários gostam de deixar o negócio crescer de maneira orgânica. Isso significa responder às mudanças de acordo com os gostos do cliente e das tendências do mercado. Mas essa abordagem não planejada pode prejudicar e muito a empresa.
Sem planejamento tudo é colocado em risco: A folha de pagamento é impactada ao contratar um profissional sem saber o que ele fará entre outros problemas gerando uma cadeia de maus resultados.
SOLUÇÕES
DICA 01: Ter um norte: O planejamento é essencial para dar um norte para a empresa. É o momento em que o empresário decide a identidade da empresa e os seus objetivos.
DICA 02: Fazer análises: Seja para planejar campanhas de marketing efetivas, desenvolver e lançar novos produtos, avaliar o desempenho da empresa ou dos colaboradores. Todas as decisões devem ser baseadas em dados.
DICA 03: Conhecer a concorrência: É preciso saber quem são os concorrentes, formatando o lugar do mercado em que a empresa está e aonde ela quer chegar.
DICA 04: Contratar com sabedoria: Se a empresa precisa de mais braços pense antes de correr ao mercado. Qual o budget disponível? Qual a média salarial para a função? Um profissional júnior vai dar conta ou será necessário um com mais experiência?
DICA 05: Executar: Não adianta apenas planejar, é preciso também executar corretamente todas as etapas pré-determinadas. E em um tempo de dificuldade econômicas, por exemplo, é preciso ter sabedoria para não sair dos trilhos.
-
Descuidar
da gestão financeira
Se você não é capaz de responder essas perguntas algo de muito errado está acontecendo com a gestão financeira. E se o seu desejo é continuar garantindo a existência do negócio, medidas urgentes precisam ser tomadas.
Não conhecer profundamente a realidade financeira da empresa só traz prejuízos! É como andar no escuro em uma loja de cristais raros. Você não sabe para onde ir e cada esbarrão significa um grande prejuízo. Não há controle, os erros aumentam cada vez mais e os negócios caminham para o precipício.
SOLUÇÕES
DICA 01: Adotar um sistema de gerenciamento: Ele é simplesmente o norte da empresa. Ao utilizá-lo com seriedade, será possível controlar o caixa, o estoque, o quanto é gasto com folha de pagamento, os custos e as receitas.
DICA 02: Registrar todas as operações realizadas: Tudo que entra ou sai precisa ser contabilizado. É a garantia de controle e uma das melhores maneiras de saber que as contas estão 'entrando nos eixos'.
DICA 03: Fazer fluxo de caixa: Ao controlar em detalhes tudo que entra e sai é possível ter saber a movimentação do capital da empresa. São informações importantes que podem mudar os rumos do negócio e até trazer economia, por exemplo. Ao invés de fazer vários pedidos pequenos com um mesmo fornecedor, negocie um desconto para uma remessa maior.
DICA 04: Saber quanto custa cada produto: A gestão financeira começa pelo mais básico — saber qual a despesa de produção dos seus produtos. Isso inclui a compra de matéria-prima, produção, estocagem, transporte e venda. Cobrar barato sai caro. E cobrar caro mais ainda! Ao colocar na ponta do lápis cada centavo gasto vai ajudar a compor melhor os valores, acabando com prejuízos ou mesmo aumentando a rentabilidade ao reduzir preços.
- Misturar a vida pessoal com a gerencial
Pode parecer difícil mas é necessário, com urgência, parar de misturar 'as estações'. Essa combinação bombástica é muito prejudicial tanto para o caixa como para a imagem da companhia.
SOLUÇÃO
DICA 01: Separar o universo privado do empresarial: Vida corporativa é uma coisa e a íntima é outra. Pague despesas da empresa com um cartão de crédito corporativo. Caso não seja possível, peça um recibo e solicite reembolso ao financeiro. Simples assim.
- Não fazer uma correta gestão do capital humano
Já as 'bombas' como resolver conflitos e comunicar uma demissão é “lá com o RH”. Os executivos são despreparados para gerir seu pessoal, não raro servindo de mau exemplo os subordinados.
A empresa desconhece quem são os reais responsáveis pela gestão das pessoas, além de tratá-las como custo e não como ativo. Os profissionais não passam por treinamentos, reciclagens ou desenvolvimento pessoal.
SOLUÇÃO
DICA 01: Definir papéis: A gestão de pessoas não é uma tarefa apenas do setor de recursos humanos (RH), mas sim de todos os gestores. Presidentes e gestores têm papel fundamental na atração, retenção e na administração de pessoas. A área de RH é estratégica e atua como um parceiro dentro da organização.
DICA 02: Fazer uma gestão eficaz: Gerir gente de uma maneira produtiva é definir as necessidades de pessoal, atrair, contratar, reter, motivar, avaliar desempenho, desenvolver, remunerar, reconhecer o empenho e até saber demitir. É reconhecer que as pessoas são a mola propulsora que move as empresas.
DICA 03: Ter estratégia na gestão de pessoas: As ações de RH não podem ser aleatórias. Elas precisam estar alinhadas e direcionadas para alcançar um objetivo claro, caso contrário perdem sua efetividade. Ter estratégias significa selecionar e organizar ações que atendam aos objetivos mais amplos tanto do setor como da empresa.
DICA 04: Ir além de treinamentos: O desenvolvimento pessoal não é apenas conduzir programas de treinamento. É a garantia da sustentabilidade da empresa por meio da transferência de conhecimentos e experiências. Os programas de treinamento e desenvolvimento precisam ser estruturados tendo em mente a estratégia da empresa e as necessidades do pessoal. E têm de ser elaborados e conduzidos em conjunto entre a área de RH e os gestores. Afinal, quem conhece as competências e necessidades das pessoas são seus gestores.
DICA 05: Manter clareza na comunicação: A comunicação é uma habilidade que todos os gestores devem cultivar. Manter um diálogo transparente e verdadeiro evita mal entendidos que podem desequilibrar as relações de trabalho e prejudicar a produtividade. Todas as mensagens precisam ser transmitidas da maneira mais simples e objetiva possível.
- Acreditar que realmente o
cliente é ouvido
Como explicar esse movimento se está tudo bem? O que pode estar acontecendo já que o time de vendas se empenha em buscar as melhores respostas?
SOLUÇÃO
DICA 01: Ouvir com profundidade: A norma ISO 9001: 2015 determina que “a organização deve monitorar a percepção de clientes a respeito do grau em que suas necessidades e expectativas foram atendidas. A organização deve determinar os métodos para obter, monitorar e analisar criticamente essa informação”.
Somente uma pesquisa anual não basta para realmente conhecer o cliente. É preciso rever desde a metodologia deste levantamento até a maneira como ele é realizado. É necessário ter contato com o cliente em diversos outros momentos, somente dessa maneira a empresa realmente conseguirá conhecê-lo em profundidade.
Faça reuniões periódicas com o objetivo de saber se está tudo bem, como também pesquisas de pós-venda.
- A importância do ‘mea culpa’
Se sua empresa sofre com algum dos erros citados acima você já deve estar sentindo ‘na pele’ alguns dos exemplos que demonstramos aqui. São problemas graves e que se não forem resolvidos a tempo poderão acabar levando o empreendimento a fechar as portas.
Seguir as dicas que demos neste post não só ajudará a empresa a resolver as dificuldades, como também fará bem à reputação. Pense bem, empresas que gerenciam melhor, obtém melhores resultados! O primeiro passo você já deu: perceber que algo está errado.
Não deixe o orgulho tomar conta. Admita que profundas mudanças precisam ser feitas e comece a colocá-las em prática.
Copiado: https://www.doo.com.br/













