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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Motivação no Trabalho: Estratégias Criativas para Reconhecer e Recompensar seus Funcionários!

Motivação no Trabalho: 

Estratégias Criativas para Reconhecer e Recompensar seus Funcionários!

A motivação dos funcionários é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. 

Mas você sabia que é possível aumentar a motivação da equipe sem gastar dinheiro?

Trago hoje algumas estratégias simples, que funcionaram muito bem na minha realidade, para reconhecer e recompensar seus colaboradores, impulsionando o engajamento e os resultados.

👏 Reconhecimento Público:

Um simples "obrigado" ou reconhecimento público do trabalho bem feito pode ter um impacto poderoso na motivação dos funcionários. 


Destaque as realizações da equipe em reuniões ou nas redes sociais da empresa para mostrar apreço pelo esforço deles.

🎉 Celebrações e Eventos Especiais:

Organize eventos simples, como um café da manhã coletivo ou um happy hour virtual, para celebrar conquistas e marcos importantes. 

Esses momentos de descontração ajudam a fortalecer os laços da equipe e aumentar o moral.

📅 Flexibilidade no Horário de Trabalho:
Oferecer flexibilidade no horário de trabalho, como horários de entrada e saída flexíveis ou a possibilidade de trabalhar remotamente, demonstra confiança e valorização dos funcionários, aumentando sua motivação e satisfação.


💡 Impacto nos Resultados da Indústria:
Funcionários motivados tendem a ser mais produtivos, criativos e engajados. Isso se traduz em uma melhoria nos resultados da indústria, incluindo aumento da qualidade do produto, redução do turnover e maior satisfação do cliente.

Reconheça e recompense seus funcionários de maneiras criativas para construir uma equipe motivada e impulsionar o sucesso da sua empresa!


segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Propósito e Expansão da Consciência

 


Relacionar propósito com a expansão da consciência envolve entender como ter um propósito claro e significativo na vida pode contribuir para um maior grau de autoconsciência e compreensão do mundo ao nosso redor.

O propósito e a expansão da consciência estão interligados, pois o propósito e o significado nos impulsionam a buscar um entendimento mais profundo de nós mesmos, dos outros e do mundo em geral.

Ao vivermos nossos propósitos, somos levados a experiências e desafios que contribuem para o nosso crescimento pessoal e para uma visão mais rica e aberta da vida.

Portanto, encontrar e perseguir um propósito pode ser uma poderosa ferramenta para expandir nossa consciência e enriquecer nossas vidas.

A expansão da consciência é um conceito multifacetado e muitas vezes associado ao desenvolvimento pessoal e espiritual.

Não é um processo único e uniforme, mas sim um conjunto de experiências e práticas que podem levar a uma maior compreensão do que seja a Vida.

Então, surge a pergunta:

  • Como propósito e expansão da consciência se interligam?

Existem cinco pontos que mostram essa interrelação.

1 - Propósito como motivação para a expansão da consciência.

Ter um propósito claro na vida muitas vezes atua como uma motivação poderosa para buscar a expansão da consciência.
Quando você tem um propósito significativo, você está mais inclinado a buscar conhecimento, compreensão e crescimento pessoal para melhor cumprir esse propósito.


2 - Expansão da consciência como meio para cumprir o propósito.

À medida que você expande sua consciência, você se torna mais capaz de compreender o mundo e as pessoas ao seu redor em níveis mais profundos.
Isso pode ajudá-lo a identificar maneiras mais eficazes de cumprir seu propósito.

3 - Alinhamento com o propósito

A expansão da consciência muitas vezes envolve uma jornada interior de autoconhecimento e autorreflexão.
Isso pode ajudar a entender se o seu propósito atual está alinhado com quem você é realmente e se está em harmonia com seus valores mais profundos.
Se houver um desalinhamento, a expansão da consciência pode levá-lo a ajustar ou redefinir seu propósito para que seja mais autêntico e significativo.

4 - Desenvolvimento espiritual.

Muitas tradições espirituais acreditam que a expansão da consciência está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento espiritual.
Conforme você expande sua consciência, você pode se tornar mais conectado com uma compreensão mais ampla da existência, da unidade de todas as coisas e de um propósito maior na vida.


5 - Sentido de Missão.

A expansão da consciência pode levar a uma sensação de missão na vida.
À medida que você ganha insights mais profundos sobre a natureza da realidade e da existência, você pode sentir um chamado para compartilhar esse conhecimento ou aplicá-lo de maneira benéfica para o mundo, o que está relacionado ao seu propósito.

Ambos desempenham papéis importantes no desenvolvimento pessoal e espiritual.

Copiado: https://www.linkedin.com/in/luizfava

quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Colaboração e Inovação

 


Quando Hokusai concluiu sua famosa pintura “A Grande Onda de Nakagawa”, em 1830, o Japão estava se abrindo para o mundo exterior depois de dois séculos de clausura.

O monte Fuji, ao fundo, representa a estabilidade, a solidez e a alma da cultura japonesa, enquanto as ondas quebrando sobre os frágeis barcos de pescadores representam a ameaça do exterior e da cultura ocidental sobre o Japão.

Representam medo, receio com o risco da destruição que o externo e o desconhecido podem causar.



Muitas organizações que permaneceram historicamente fechadas e com uma forte cultura de proteção ao conhecimento interno, veem a colaboração com parceiros externos como uma ameaça semelhante à Grande Onda de Hokusai.

É evidente que qualquer colaboração, seja uma simples parceria, aliança ou a participação em uma rede, não vem livre de riscos.

A organização precisa se abrir gradualmente, ensaiar a colaboração e torna-la parte da cultura. Enxergá-la como uma grande ameaça possivelmente fará com que seus muros permaneçam fechados.
O processo de abrir-se à colaboração começa por refletir sobre as 𝙣𝙚𝙩𝙬𝙤𝙧𝙠𝙞𝙣𝙜 𝙘𝙖𝙥𝙖𝙗𝙞𝙡𝙞𝙩𝙞𝙚𝙨 da organização, ou seja, sobre as suas capacidades de se relacionar com parceiros externos e efetivamente se beneficiar da colaboração. É com essas competências que será possível obter a melhor combinação de conhecimento e cultura interna (o Monte Fuji) e o conhecimento e inovação externos (a Grande Onda).

Copiado: https://www.academiadacooperacao.com.br/

quarta-feira, 28 de junho de 2023

MUNDO VUCA: O QUE É E COMO SE PREPARAR


VUCA
é um acrônimo para descrever quatro características marcantes do momento em que estamos vivendo: Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade. 

Apesar de o termo ter sido incorporado mais recentemente ao vocabulário corporativo, ele surgiu na década de 90 no ambiente militar. 

O U.S. Army War College utilizou esse conceito para explicar o mundo no contexto pós Guerra Fria. 

No entanto, ele também se aplica perfeitamente ao ambiente de negócios atual, o que gera novos desafios tanto para os profissionais quanto para as organizações.

O principal impacto para as empresas é a dificuldade de ter previsibilidade nos planejamentos. É interessante observar que o próprio conceito de estratégia nas empresas também foi inspirado na abordagem militar. 

A diferença agora é que mais prudente que projetar cenários de longo prazo é ter agilidade na capacidade de resposta às demandas do ambiente.

ENTENDENDO O MUNDO VUCA

Certamente você já percebeu de forma tácita os efeitos desse chamado Mundo VUCA. 

Basta acompanhar os principais acontecimentos do mundo pelos meios de comunicação e pelas redes sociais para ter a sensação de que “algo está fora da ordem”, “fora de controle”. 

Para quem gosta de segurança e estabilidade é um desafio a mais lidar com as características abaixo:

  • Volatilidade: o volume das mudanças e a agilidade com a qual elas têm ocorrido tornam muito difícil prever cenários como era feito tempos atrás. Estar pronto para lidar com o inesperado é mais importante que investir tempo em planejamentos muito detalhados. Ter clareza do propósito e dos resultados esperados como direcionadores é uma forma mais eficaz de lidar com as mudanças atualmente, pois não existe mais um caminho estruturado para alcançar os objetivos;
  • Incerteza: apesar da grande disponibilidade de informações atualmente, elas não necessariamente são úteis para compreender o futuro. Mudanças disruptivas pressupõem novos paradigmas. As soluções de hoje em geral não serão aplicáveis aos problemas do futuro. Mesmo que consigamos compreender as relações de causa e efeito de uma mudança, suas consequências são imprevisíveis.
  • Complexidade: a conectividade e a interdependência são fatores que ampliam a complexidade. Os modelos tradicionais de gestão de riscos e tomada de decisão não são suficientes para lidar com o número de variáveis desses contextos interconectados. Não é possível prever os resultados de ações isoladas, pois elas fazem parte de um sistema complexo.
  • Ambiguidade: existem muitas formas de interpretar e analisar os contextos complexos. A ambiguidade é essa falta de clareza e concretude. Os impactos de uma transformação disruptiva não podem ser analisados com base no histórico e em experiências anteriores, pois é um novo cenário. Isso dá margem a múltiplas interpretações igualmente pertinentes.

QUE COMPETÊNCIAS SÃO NECESSÁRIAS PARA PROSPERAR NO MUNDO VUCA?

Para se destacarem num ambiente de negócios volátil, incerto, complexo e ambíguo indivíduos, equipes e organizações precisam aprimorar algumas habilidades. 

Não são competências novas, mas certamente serão cada vez mais importantes para lidar com os desafios do novo mundo.

Resiliência para lidar com a Volatilidade

Se as mudanças são inevitáveis é preciso resiliência para lidar com elas. A capacidade de manter-se íntegro após uma brusca transformação e ainda ter fôlego para se adaptar ao novo cenário (e lidar com uma nova mudança a seguir) não é uma habilidade natural para todos. No entanto, ser resiliente não é uma opção num mundo volátil. Para desenvolver a resiliência é preciso reforçar a autoestima e manter uma perspectiva positiva diante dos acontecimentos.

Flexibilidade para lidar com a Incerteza

Assim como o sociólogo Zygmunt Bauman afirmou que na pós-modernidade “as relações escorrem pelo vão dos dedos”, podemos dizer o mesmo sobre nossas certezas. O futuro é líquido. A flexibilidade é uma competência essencial para a adaptação constante a cenários imprevisíveis. 

O primeiro passo para ser mais flexível é buscar a aceitação e compreender que existem muitas formas de resolver o mesmo problema.

Multidisciplinariedade para lidar com a Complexidade

Em contextos complexos, quanto mais ampla a visão, maior a probabilidade de encontrar soluções eficazes. Neste sentido, é fundamental nos desafiarmos a estudar diferentes assuntos, de áreas de conhecimento distintas. 

Equipes multidisciplinares são mais propensas a obter sucesso no mundo VUCA. O desafio é aprender a lidar com as diferenças.


Coragem para lidar com a Ambiguidade

Se não há respostas e explicações precisas e específicas, é preciso escolher uma linha de raciocínio e arcar com as consequências. Tomar decisões  num contexto ambíguo é um ato de coragem e, por que não, de fé. 

O aprendizado vem da ação e, por isso, é importante estar aberto a cometer erros.

COMO AS ORGANIZAÇÕES PODEM SE PREPARAR PARA O CONTEXTO VUCA?

No âmbito organizacional, o caminho é criar um ambiente favorável ao compartilhamento e a criação de novos conhecimentos, bem como ao aprendizado coletivo. Ter um propósito e um direcionamento claro sobre os resultados esperados é essencial para integrar e motivar a equipe. 

Além disso, é essencial o desenvolvimento contínuo dos profissionais e a criação de processos integrados, que possibilitem ao máximo a formação de uma cultura organizacional dinâmica, colaborativa e voltada a resultados.

O exército americano tomou medidas quando identificou que o mundo atual é VUCA. De acordo com o General Stanley McChrystal no livro “Team of Teams”, eles criaram um time de times, conectado por meio de uma consciência compartilhada e execução empoderada. 

Estes são princípios da gestão do conhecimento, que também surgiu na década de 90 e que, desde então, tem sido aplicada por organizações no mundo todo gerando resultados com base em ativos intangíveis.

 Copiado: https://redeindigo.com.br/

quarta-feira, 31 de maio de 2023

Competências e Habilidades: O que são, Diferenças e Como desenvolver

 


Independentemente da sua área de atuação profissional, você já deve ter ouvido falar sobre competências e habilidades.

Embora as duas palavras apareçam juntas com frequência, até mesmo como sinônimos, elas têm significados e aplicações diferentes.

Mas uma coisa é certa: ambas são essenciais em um mercado de trabalho que se torna cada dia mais enxuto e competitivo.

Se você está em busca de aperfeiçoamento e deseja expandir suas competências e habilidades, continue lendo este artigo.

O Que São Competências E Habilidades?

Apesar de não serem sinônimos, competências e habilidades acabam se complementando.

Existem vários autores que compartilham suas definições para essas palavras sob prismas distintos, como a Administração, a Linguagem ou a Educação.

De qualquer forma, é comum a ideia de que as habilidades são partes essenciais de uma competência, ou seja, que a competência não existe sem as habilidades.

A seguir, explicamos melhor esse conceito.

O Que São Competências?

Podemos definir as competências como a mobilização de conhecimentos e aprendizados para solucionar um problema.

Aqui, vale citar a visão do sociólogo suíço Philippe Perrenoud, que afirma que a competência engloba um conjunto de coisas utilizadas de forma criativa para atender a uma demanda.

Imagine, por exemplo, que um adolescente aprendeu a fazer um bolo.

Na primeira vez, ele seguiu cada passo da receita, misturando os ingredientes na ordem em que apareciam, com o auxílio de uma batedeira.

Algumas semanas depois, ele deseja bater um novo bolo, mas está viajando e não tem uma batedeira disponível.

Nesse caso, pode recordar o conhecimento adquirido e, dependendo da receita, utilizar outros instrumentos, como um liquidificador, um mixer ou, simplesmente, uma colher de pau para que a mistura atinja o ponto desejado.

Ou seja, ele desenvolveu a competência necessária para realizar aquela tarefa.

Outra definição popular do termo competência parte da ótica da Administração, que a descreve como uma combinação entre três fatores: conhecimentos, habilidades e atitudes.

Conhecimentos são acumulados a partir de experiências e estudo, enquanto as atitudes se referem às ações adotadas.

E as habilidades? Vamos falar sobre elas agora.

O Que São Habilidades?

De acordo com o escritor americano Robert Lee Katz, autor de Skills of an Effective Administrator, são as habilidades que transformam conhecimentos em ações para chegar a determinado objetivo.

Então, a palavra habilidade pode ser conceituada como a medida de competência que uma pessoa possui para solucionar um problema.

Ou, em outras palavras, o grau de competência para dispor de seu conhecimento e torná-lo uma ação favorável.

Voltando ao exemplo acima, do adolescente que aprendeu a fazer um bolo, foi preciso habilidade para substituir a batedeira por outro instrumento.

A falta de habilidade culminaria na desistência ou fracasso para a tarefa, pois nosso personagem não conseguiria empregar as informações de seu repertório para construir uma resposta ao novo problema.

As habilidades formam competências, entretanto, não estão condicionadas a apenas uma modalidade de competência.

Se uma pessoa desenvolve um tipo de habilidade, como a matemática, pode usá-la para fazer a contabilidade em sua casa, calcular rapidamente taxas de juros, etc.

O Que São Habilidades Profissionais?

Habilidades profissionais são aquelas úteis para resolver questões relacionadas a uma profissão ou ao ambiente de trabalho.

Em geral, correspondem a habilidades técnicas, ou seja, aquelas que exigem um conhecimento específico, desenvolvido a partir da educação formal.

Um arquiteto deve conhecer, em detalhes, os diferentes materiais que podem ser usados na construção de edificações, suas vantagens e desvantagens, além das principais ferramentas como Autocad e Revit.

Um professor de História precisa dominar os acontecimentos das épocas que pautam suas aulas, além de desenvolver técnicas que facilitam a transmissão do conhecimento, como falar bem em público.

Além da parte técnica, é interessante aprender habilidades de liderança para aplicar na gestão de equipes, de tarefas e de tempo.

Pensando nisso, algumas organizações promovem workshops, palestras e aulas abordando os atributos desejáveis para líderes em seu setor de atuação.

O Que São Habilidades Pessoais?

Habilidades pessoais são aquelas ligadas ao comportamento e perfil das pessoas.

Esses atributos não costumam fazer parte do currículo, mas também têm seu valor para o mundo corporativo.

Afinal, a maioria das carreiras da atualidade implica em trabalho em equipe e no contato com colegas, parceiros e clientes.

Nessas ocasiões, é imprescindível que o colaborador tenha flexibilidade, seja tolerante e empático, aprendendo a se colocar no lugar do outro para identificar seus desejos, dificuldades e necessidades.

Curiosidade, criatividade, facilidade para aprender e se comunicar também são habilidades pessoais desejáveis para grande parte das companhias.

Por isso, faz sentido investir no desenvolvimento tanto das habilidade profissionais (técnicas) quanto das habilidades pessoais.

O cenário atual valoriza o profissional que sempre trabalha em expandir suas habilidades

Importância De Desenvolver As Habilidades E Competências

Desenvolver competências e habilidades é fundamental para acompanhar as frequentes transformações no mercado de trabalho.

Enquanto as gerações anteriores passavam muitos anos em uma mesma empresa – às vezes, no mesmo cargo -, a tendência para o presente e futuro é a alta rotatividade, rápido crescimento e aumento nos riscos.

Para se dar bem nessa nova dinâmica, é preciso ir além do conhecimento formal e se adaptar com agilidade aos diferentes cenários.

A boa notícia é que, ao contrário do que algumas pessoas pensam, habilidades e competências não são imutáveis, nem inatas.

No caso das competências, é mais simples compreender que elas podem mudar diante de novos contextos, pois incluem dois fatores que sofrem alterações de forma constante: conhecimento e ação.

Porém, nem mesmo as habilidades permanecem iguais. Elas podem ser aperfeiçoadas e até aprendidas por completo.

Claro que, dependendo do seu perfil e personalidade, há habilidades que serão aprendidas mais facilmente, enquanto outras vão exigir maior dedicação e empenho.

Se você é uma pessoa tímida, por exemplo, pode ser complicado adquirir a habilidade da oratória. Mas é totalmente possível.

Pessoas que buscam por uma nova oportunidade podem acelerar essa conquista desenvolvendo novos conhecimentos

Dados Sobre O Desemprego

Unindo competências e habilidades profissionais e pessoais, é possível se destacar e ocupar uma posição satisfatória, recolocando-se no mercado de trabalho e deixando o grupo de desempregados.

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em setembro de 2019, mostram que há 12,6 milhões de brasileiros sem emprego, o que corresponde a 11,8% do total.

Essa porcentagem não leva em conta a mão de obra subutilizada.

Aumento Do Número De Desempregados E Subutilizados

A mão de obra subutilizada é formada por quatro grupos distintos: desempregados, subocupados, desalentados e aqueles que não exercem atividade remunerada por motivos pessoais, como para cuidar dos filhos ou de um parente idoso.

Os subocupados são aqueles que, apesar de ter uma ocupação, possuem tempo ocioso, trabalhando menos de 40 horas por semana.

Atualmente, esse grupo corresponde a 7,2 milhões de profissionais no Brasil, enquanto os desalentados (que desistiram de procurar emprego) chegam a 4,9 milhões.

Falta De Mão De Obra Qualificada

Por outro lado, o país ainda carece de trabalhadores qualificados.

De acordo com a 7ª edição do Índice de Confiança Robert Half, publicada em maio de 2019, 88% dos executivos brasileiros acreditam que encontrar mão de obra qualificada é mais desafiador do que era há cinco anos.

A porcentagem é bastante superior à média global, formada por dados de 13 países, que corresponde a 72%.

Segundo a pesquisa, os executivos brasileiros não esperam grandes mudanças para achar profissionais qualificados nos próximos anos, já que 80% afirma que isso continuará sendo uma tarefa desafiadora.

Como Relacionar Bem Competências E Habilidades?

Você viu, nos tópicos anteriores, que as competências dependem de habilidades para ser construídas e aprimoradas.

Daí a importância de se manter sempre atualizado, exercitando as habilidades que já existem e aprendendo novas.

Dessa maneira, fica mais simples dominar os atributos desejáveis no ambiente de trabalho e tomar atitudes assertivas diante das dificuldades.

Quanto mais você aprender e treinar uma habilidade, mais preparado vai estar para cenários adversos e até para inovações.

Afinal, inovar tem a ver com construir novas formas de solucionar problemas.

Competência e habilidade foram ganhando novas conotações ao longo dos anos

Abordagens Teóricas

Agora que já conhece as diferenças entre competências e habilidades, vamos aprofundar um pouco o histórico e conceitos que envolvem essas palavras.

Competência, por exemplo, começou a ser usada com uma finalidade bastante específica na Idade Média, como veremos a seguir.

Conceito De Competências E Evolução Do Conceito

Contam estudos que a palavra competência pertencia apenas à linguagem jurídica, descrevendo o atributo ou aptidão de um profissional ou instituição para julgar um assunto.

Após algum tempo, o termo ganhou um significado um pouco mais amplo, fazendo referência à capacidade de uma pessoa discorrer sobre um tema.

Séculos se passaram, moldando a palavra até o ponto de conferir um sentido abrangente, que aborda a capacidade de alguém executar um trabalho com qualidade.

Foi assim que a palavra “competência” ganhou variações para demonstrar características dos profissionais, classificados como competentes ou incompetentes na sua função.

Formas De Conhecimento

Quando ouvimos falar em conhecimento, é comum relacionar a palavra ao conhecimento científico, que tem base em fatos e evidências verificáveis.

Contudo, há outras formas de conhecimento que interferem na maneira como aprendemos e deciframos o mundo.

Senso comum, conhecimento religioso e filosófico são outras formas de experienciar a vida que também podem contribuir para o aperfeiçoamento das competências.

senso comum tem como patamar as experiências cotidianas de indivíduos ou histórias transmitidas entre uma comunidade.

conhecimento religioso é permeado por doutrinas valorativas e proposições sagradas.

Já o conhecimento filosófico parte de hipóteses racionais e pressuposições lógicas que não podem ser verificadas.

Habilidade

A habilidade está relacionada à técnica, ou seja, a saber fazer alguma coisa.

Por isso, ela é o elemento de conexão entre o conhecimento e a atitude ou ação, favorecendo um bom desempenho.

Conforme citamos, as habilidades podem ser desenvolvidas e necessitam de aprimoramento constante para que o profissional se mantenha atualizado e apto a disputar espaço em um mercado competitivo.



Atitude

É a etapa prática da competência, que emprega os conhecimentos e habilidades para construir uma ação adequada para o resultado que se espera.

Sem a ação, os conhecimentos e habilidades não são manifestos e não colaboram para um bom desempenho profissional.

Achar o talento para uma certa vaga pode ser desafiante e os gestores precisam se especializar

Como Vencer Os Principais Desafios Para As Organizações

Identificar, atrair e reter talentos está entre os grandes desafios das organizações para que se tornem mais produtivas.

É preciso estar atento ao perfil e competências profissionais para designar a pessoa certa para cada atividade dentro das empresas, em especial quando se trata de posições de liderança.

Para responder a essa necessidade, confira agora dicas que podem ajudar a superar as barreiras na hora de avaliar atuais e futuros colaboradores.

Atração E Retenção De Talentos

Talentos são reconhecidos como profissionais de alta performance, que se destacam pela excelência em sugerir, delegar ou executar tarefas.

Para atrair essas pessoas, é necessário, em primeiro lugar, ter clareza sobre as necessidades da empresa e as responsabilidades que os talentos deverão desempenhar.

Assim, se torna possível recrutar profissionais que tenham valores em comum com a organização, o que certamente aumenta as chances de um bom rendimento.

Os novos funcionários precisam, ainda, de acolhimento e integração com os colegas, o que pode ser viabilizado através de programas de estágio, mentoria e outros que priorizem a formação dos talentos.

Por fim, é essencial investir em uma cultura com forte comunicação interna, criando um ambiente colaborativo e com foco na transparência.

Esse passo permite a construção de uma relação de confiança entre colaboradores e lideranças, contribuindo para a manutenção de um clima organizacional agradável e a retenção de talentos.

Identificação De Pessoas Competentes (High Potentials)

Os high potentials são profissionais muito acima da média, que têm capacidade para se tornar lideranças importantes nas empresas.

Esses talentos são cada vez mais valorizados nas grandes organizações, pois representam seu futuro e perenidade.

Porém, pode ser bastante complicado identificar os high potentials, especialmente quando ainda se encontram nos níveis operacionais, atuando como auxiliares ou analistas.

Uma ideia para selecionar os profissionais com alto potencial é avaliar seu perfil, verificando se possuem as características discriminadas neste artigo assinado por Francisco Homem de Mello, fundador da Qulture.Rocks.

·Se identificar com a cultura da empresa

·Entregar resultados que superem as expectativas

·Combinar liderança, inteligência e técnica

·Ter ambição, desejar crescer na empresa.

Principais Habilidades E Competências Que São Exigidas No Mercado Do Futuro

É difícil prever os atributos que estarão em alta no mercado.

Entretanto, há estudos, como o relatório do Fórum Econômico Mundial, que levam em consideração as características da chamada Quarta Revolução Industrial.

Inteligência artificial, avanços na robótica, aprendizagem automática e transporte automatizado são marcas do período atual e de um futuro próximo, que já vêm desencadeando transformações nas tarefas profissionais de muita gente.

Por isso, a flexibilidade é uma habilidade que vai ganhar mais destaque e valor no mundo corporativo.

O relatório coloca a capacidade para resolver problemas complexos, pensamento crítico e criatividade no topo do ranking de competências essenciais em 2020.

Competências baseadas em habilidades comportamentais, como a inteligência emocional e capacidade de julgamento, também têm seu lugar na lista, salientando a importância do relacionamento interpessoal para o sucesso na carreira.

Também são citadas competências de liderança, a exemplo da gestão de pessoas e coordenação das próprias ações levando em consideração as atitudes da equipe.

Se você quer saber mais sobre competências e habilidades valorizadas no mercado, leia o nosso artigo sobre soft skills.

Saber como liderar, ser claro e ter visão são dicas importantes para quem quer ascender profissionalmente



6 Habilidades De Um Administrador Que Você Precisa Desenvolver

Não sabemos o que o futuro reserva, porém, a tendência é que todos precisem adquirir competências e habilidades relacionadas à administração.

Isso faz sentido, pois mesmo quem não ocupa uma posição de liderança precisa fazer a gestão de tarefas, de prioridades e do tempo, concorda?

Pensando nessas questões, reunimos seis habilidades que são úteis no gerenciamento de equipes ou da própria carreira:

1. Clareza Na Comunicação

Uma mensagem compartilhada de maneira clara evita ruídos, fofocas e comentários desnecessários entre o público, seja ele uma equipe de subordinados, pares, superiores, parceiros ou clientes.

Além do mais, favorece um ambiente organizacional agradável, já que todos conhecem suas responsabilidades e as expectativas da liderança.

2. Promoção Do Desenvolvimento Profissional

Para ser um bom gestor, é preciso dedicar tempo e energia para identificar talentos latentes e viabilizar seu desenvolvimento, sem medo de que assumam novas posições.

Tenha em mente que, ao transmitir seus saberes, você também aperfeiçoa suas habilidades e competências e, portanto, facilita a conquista de cargos superiores.

3. Atualização Permanente

Aqui, entram desde cursos, certificações e extensões até formações mais rápidas, realizadas por meio de workshops, simpósios e palestras.

O importante é que você sempre esteja bem informado sobre as inovações da sua área de atuação, mostrando vontade de aprender e flexibilidade.

4. Capacidade De Planejar

Planejamento é o primeiro passo para a implantação de qualquer estratégia bem-sucedida, pois avalia as forças e fragilidades de uma ideia, preparando a empresa para diferentes cenários.

Portanto, é essencial ter sempre um objetivo como alvo, que deverá ser alcançado através de metas ou pequenos passos.

5. Habilidade De Analisar Dados

O universo digital revelou o poder de análises que partem de dados concretos, que fornecem dicas valiosas sobre quais caminhos são mais promissores.

Assim, é fundamental ficar de olho nos indicadores do mercado e formar bancos de dados próprios, que permitam comparações para decisões futuras.

6. Visão E Atuação Estratégica

Significa que um administrador deve ir além do conhecimento básico ou superficial, desenvolvendo a visão necessária para traçar estratégias em médio e longo prazo.

Ao longo deste artigo, apresentamos um panorama completo sobre competências e habilidades, destacando quais delas são cruciais para o mercado do futuro.

Copiado: https://fia.com.br/