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terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Dicas para Desenvolver a Autodisciplina e Alcançar Seus Objetivos:

 


Dicas para desenvolver a autodisciplina e alcançar seus objetivos:

1.Visualize seus objetivos:

A visualização dos objetivos é uma ferramenta poderosa para manter a autodisciplina. 

Ao projetar claramente o destino desejado, o indivíduo encontra motivação e direção.

Essa prática não se resume apenas a imaginar o resultado final, mas também a visualizar o caminho que levará até lá. 

Ao fazer isso, a mente se concentra nos passos necessários, facilitando a tomada de decisões em linha com essas metas.

Dessa forma, a visualização dos objetivos funciona como um guia que orienta as ações diárias, fortalecendo a autodisciplina e mantendo o foco frente aos desafios.

2.Gerencie seu tempo e faça pausas:

O gerenciamento eficiente do tempo é vital para cultivar a autodisciplina. 

Isso engloba a priorização de tarefas, o estabelecimento de metas realistas e a criação de uma rotina que potencialize a produtividade.

No entanto, é igualmente relevante reconhecer a importância das pausas. 



O descanso adequado é crucial para manter a clareza mental e a energia ao longo do dia.

Ao incluir intervalos regulares na rotina, o indivíduo previne a exaustão e preserva a disciplina necessária para manter o foco em suas atividades.

3.Evite alimentar pensamentos negativos:

Os pensamentos negativos têm o poder de minar a autodisciplina, levando à procrastinação, autossabotagem e desmotivação.

Logo, é fundamental cultivar uma mentalidade positiva e resiliente. Isso pode ser alcançado através da prática da autocompaixão, do fomento de pensamentos construtivos e da substituição de padrões negativos por afirmações positivas.

Ao fortalecer a mente contra a influência dos pensamentos negativos, o indivíduo mantém a determinação e a disciplina necessárias para perseguir seus objetivos.

4.Meditação da atenção plena:

Por fim, a prática da meditação mindfulness é uma ferramenta valiosa para desenvolver a autodisciplina. Ao exercitar a atenção plena, o indivíduo lapida sua capacidade de se concentrar no momento presente, cultivando a consciência e a autorregulação emocional.



Isso possibilita reconhecer e superar distrações internas e externas que possam sabotar a disciplina. 

Além disso, a meditação mindfulness promove a aceitação de pensamentos e emoções sem julgamento, fortalecendo a resiliência e a determinação para se manter focado em seus objetivos.

Copiado: https://www.linkedin.com/in/denilson-gonsalves-barroso

 

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

O Que É Gestão Por Resultados?


 Diferente do modelo mais conhecido de gestão, que foca nos processos, a gestão de resultados se direciona para o cumprimento de objetivos e metas. Que são baseados nos valores definidos pela empresa. A gestão por resultados tem como fundamento o comprometimento real da equipe e o empenho de todos, inclusive dos gestores, para o cumprimento da meta.

O gestor avalia todos os trâmites da empresa para reorganizar suas equipes e direcionar funções e prazos. Mas, na verdade, seu papel mais importante é transformar seus colaboradores em auxiliares plenamente envolvidos com os objetivos. A partir de transformações profundas da empresa.

Como Surgiu a Gestão de Resultados

Do inglês “management by objectives” ou “management by results”, a proposta de gestão de resultados chegou ao Brasil através de grandes empresas multinacionais. Até chegar a outras da iniciativa privada e com muitos debates para ser inserida no poder público.

Foi o austríaco Peter Drucker quem utilizou o termo “gestão por resultados” pela primeira vez, em 1954. Drucker era escritor, professor e brilhante consultor administrativo. Considerado o pai da administração atual. A partir dele, o setor administrativo se voltou para a globalização e o direcionamento sobre as pessoas que fazem parte das empresas.

Drucker afirmava que o esforço de vendas é reduzido quando tudo na empresa funciona como previsto no estoque, distribuição, preço e oportunidade. A venda é consequência de uma empresa inteira comprometida na qualidade do produto final.

Em seu livro The Practive of Management, Peter Drucker faz desafios empresariais aos gestores. Propondo uma administração muito mais agressiva e ao mesmo tempo partidária e envolvente. Nada mais perfeito para os dias atuais do que uma gestão por resultados.

A gestão de resultados e os funcionários

O foco nos resultados não são direcionados apenas ao setor de vendas. Que em geral é mais sensível as ações que visam o comprometimento de metas, mas a todos os setores da empresa. Onde cada um tem sua cota de comprometimento e objetivo a ser alcançado, que vai se renovando a cada mês.

O gestor precisa saber delegar funções e preparar uma estrutura dinâmica e sólida para que os colaboradores se sintam envolvidos com a empresa. Com voz ativa, liberdade para opinar com críticas e sugestões, os funcionários se sentem realmente fazendo parte da engrenagem. E a partir disso, se envolvem cada vez mais com a busca pelos resultados.

Ao decidir direcionar sua administração para a gestão de resultados, a empresa compreende que atingi-los fazem parte de todo o processo de gestão. Todos juntos são parte do resultado positivo ou negativo causado pela condução dos trabalhos. Unidades integradas, assim como setores e funcionários, cada um com sua atribuição para atingirem um único objetivo.

Como chegar aos objetivos?

Embora o foco seja chegar à meta e não como chegar até ela, equipes desorganizadas e independentes não conseguem chegar ao objetivo conjunto. Um funcionário que entende que precisa apenas apresentar o resultado, sem se preocupar na organização de como chegar até ele, dificilmente vai conseguir isso. Cada empregado é medido de acordo com o que faz, sempre comparado ao seu desempenho real e o que conseguiu conquistar com ele.


Esse tipo de gestão não intitula um líder que faz escolhas e cria sozinho um planejamento estratégico. É o conjunto quem o faz e são os empregados quem estabelecem as metas junto com seus gestores. A partir de dados reais das possibilidades da empresa, da equipe e dos próprios gestores. O que proporciona metas muito mais justas e condizentes com a realidade do que àquelas impossíveis de serem realizadas.

Essa união faz com que não haja regras muito rígidas e sim o compromisso com o final do prazo. Se as diretrizes forem cumpridas com rigor, não importa a forma como elas são realizadas. Dentro desse tipo de orientação, profissionais que fazem Home Office, por exemplo, tem a liberdade de trabalhar em nuvem, sem que haja compromisso em bater ponto. Mas ele sabe que precisa apresentar resultados para continuar usufruindo de sua liberdade. E cada vez mais empresas optam por funcionários Home Office, que barateiam o custo diário da empresa e trazem para si um funcionário muito mais comprometido e relaxado.

Organizando a gestão de resultados dentro da empresa

Não é uma tarefa fácil mudar o tipo de gestão, e muito menos é feito rapidamente. É preciso estudar o processo, avaliar os riscos e vantagens, conhecer muito bem como funciona a equipe e como está o andamento logístico da empresa.

Mudar uma cultura pode levar tempo e muita ação objetiva e firme para que não haja gargalos no meio do caminho, quebrando o ritmo aderido.

A primeira etapa para se atingir chegar as metas estabelecidas é que os gestores tenham uma visão muito clara sobre o planejamento estratégico definido, as ambições da empresa e os seus maiores objetivos.

Em seguida, os colaboradores devem ser reunidos para que essas definições sejam lapidadas e até mesmo novos prazos sejam realinhados. Os acordos com os funcionários são fundamentais para que a gestão de resultados seja sedimentada.

Mensuração de resultados

A partir das definições e compromissos selados, é a hora da monitoração do processo. Há aplicativos e softwares muito uteis para mensurá-los. E é antes do resultado final do prazo que os pré-resultados são avaliados entre todos, para compreender o que funcionou ou não e o quanto falto para se atingir o sucesso da meta.


Já no final os desempenhos individuais são avaliados e julgados conforme o resultado apresentado. Quando há o cumprimento do objetivo, ou chegou-se muito próximo dele com a equipe tendo se dedicado com afinco para isso, todos recebem recompensas satisfatórias e condizentes com o esforço, em prol da renovação das energias para a próxima meta.

Quando uma empresa adota a gestão por resultados ela conquista a motivação dos colaboradores, que se envolvem em todo o processo e se sentem reconhecidos pelo esforço e o valor do trabalho empenhado. Da mesma forma como a comunicação ganha, já que para que esse tipo de gestão funcione ela precisa estar uniforme e consistente. E com o tempo e a ajuda dos próprios colaboradores, os processos acabam se aprimorando, os objetivos ficando ainda mais claros e ordenados, e o aumento da autoestima de todos profissionais acaba sendo um dos maiores ganhos pessoais da administração.

Copiado: https://blog.egestor.com.br/

terça-feira, 26 de maio de 2020

Matriz de Prioridade GUT ( Gravidade, Urgência e Tendência)

Todo sistema de gestão é composto por um conjunto complexo de atividades. Dessa forma, é comum que durante a rotina surjam diversos problemas. O complicado é que as vezes fica difícil conciliar esses problemas e o tempo que temos para resolvê-los.
Você provavelmente já deve ter se deparado com alguma situação e que precisava decidir no que iria trabalhar. Igualmente, pode ter tido dificuldade para decidir o que fazer, afinal nem sempre essa decisão fica muito clara. Principalmente quando há muita coisa a resolver, a impressão que temos é que não é possível priorizar nada, que tudo precisa ser resolvido de imediato.
No post de hoje, vamos falar um pouco sobre uma ferramenta que ajuda a priorizar a resolução de problemas: a Matriz de Prioridade (GUT). Essa matriz é bastante simples, mas ajuda muito a priorizar as atividades e analisá-las de forma mais crítica. Assim é mais fácil decidir o que precisa de mais atenção.

Matriz de Prioridade GUT:  gravidade, urgência e tendência

A Matriz de Prioridade GUT analisa três fatores básicos de qualquer problema, e procura quantificar numericamente que problemas são mais graves. Por meio dela, é possível apontar de forma concreta, com uma escala numérica, quais problemas são mais prejudiciais a empresa. Assim é possível priorizar melhor as atividades.
Por se tratar de uma ferramenta simples, a Matriz de Prioridade GUT pode ser utilizada em qualquer contexto e por qualquer pessoa. É importante que quem for aplicá-la conheça bem o processo, pois poderá avaliar melhor o problema.

Como funciona a ferramenta

A Matriz de Prioridade GUT analisa três aspectos: gravidade, urgência, tendência. Para cada aspecto analisado, deve-se dar uma nota que varia de 1 a 5, de acordo com o aspecto analisado. Vejamos melhor o que cada aspecto avalia:

Gravidade

Avalia o grau de impacto que o problema pode causar. Pode-se avaliar, por exemplo: se haverá prejuízos; se a produção será parada; se o cliente será prejudicado; etc. Aqui, quanto mais grave o problema, maior será a nota atribuída.

Urgência

Na Urgência, devemos avaliar o quão rápido esse problema precisa ser resolvido. Aqui, podemos falar, por exemplo, sobre problemas que tem prazos específicos para serem resolvidos. Além disso, também podemos levar em consideração se o problema está afetando o cliente e, assim, precisa ser resolvido mais rápido. Quanto menos tempos tivermos para resolver esse problema, maior será a nossa nota.

Tendência

No último aspecto analisado, temos a tendência. Ela corresponde a quanto o problema pode piorar se não for resolvido.
Suponhamos, por exemplo, que temos uma não conformidade relacionada aos instrumentos de medição da empresa estarem medindo incorretamente. Quanto mais tempo passar, mais produtos estarão sendo produzido fora dos padrões, aumentando cada vez mais o retrabalho e o prejuízo. Então esse problema tem uma alta tendência, uma pontuação maior. Quanto mais esse problema puder piorar, maior será a pontuação atribuída a ele.

Multiplique as notas atribuídas

Depois que você analisar os problemas, atribuindo notas para Gravidade, Tendência e Urgência, é preciso multiplicar os resultados. Basta fazer Gravidade x Tendência x Urgência. Veja um exemplo:
ProblemaGravidadeUrgênciaTendênciaNível de Prioridade
Lâmpada da recepção queimada2112
Máquina de corte com manutenção atrasada33545
Colaboradores executando processo sem EPI44580
Contratação de novo colaborador para qualidade33327
Procedimentos de trabalho desatualizados45360
Agora, na coluna “Nível de prioridade” temos uma escala que mostra qual problema precisa ser resolvido mais urgentemente. Quanto maior o número alcançado nessa coluna, maior a prioridade de resolução, pois maiores serão os impactos dele na empresa.
Portanto, no exemplo, o indicado seria resolver os problemas na seguinte ordem:
  1. Colaboradores executando processo sem EPI;
  2. Procedimentos de trabalho desatualizados;
  3. Máquina de corte com manutenção atrasada;
  4. Contratação de novo colaborador para qualidade;
  5. Lâmpada da recepção queimada.
Vale ressaltar que a análise e a atribuição da pontuação vão depender do seu processo e do contexto da usa empresa. Por isso vale a pena envolver as pessoas que executam as atividades nessa análise. Além disso, com algumas modificações simples, é possível aplicar essa técnica a qualquer contexto, como para priorizar tarefas ou a tratativa de não conformidades.

A priorização tem de ser fruto de análise

O mais interessante sobre essa técnica é que ela permite atribuir dados mais específicos aos problemas, tirando nossa análise e priorização do campo subjetivo. O maior problema de priorizar sem fazer isso é cair no risco de trabalhar nas coisas erradas. Com isso, podemos, por exemplo, priorizar problemas que poderiam ser adiados; e deixar de resolver outros que trarão grandes prejuízos à empresa.
Assim, antes de decidir que problemas resolver, analise todos os fatores! Cada vez mais, o planejamento e a análise são a principal competência buscada nos profissionais. Isso acontece porque essa é a característica que faz diferença no dia a dia e ajuda a trazer maiores resultados para as empresas. Portanto, seja usando a Matriz de Prioridade GUT ou qualquer outra ferramenta, aprenda a priorizar seu trabalho!

Modelo de planilha para Análise Gut

O resultado apresentado pela matriz GUT tem como objetivo apontar as prioridades, orientando a organização para as ações a serem tomadas em prol da melhoria dos processos. 

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

14 Princípios do Sistema Toyota de Produção

Princípio 1. Apoie suas decisões de gerenciamento em uma filosofia de longo prazo.
Tenha um senso filosófico de propósito que supere qualquer tomada de decisão a curto prazo. Trabalhe, cresça e alinhe-se num propósito que seja maior que fazer dinheiro. Entenda seu lugar na história e trabalhe para chegar ao próximo nível. Sua filosofia será a fundação para todos os demais princípios.
Gere valor ao cliente, à sociedade e à economia: essa é sua partida. Avalie cada passo em termos da sua habilidade de conquistar isso.
Seja responsável. Lute para decidir seu próprio caminho. Confie em suas próprias habilidades. Aceite responsabilidade por sua conduta e melhore as habilidades que lhe permitam produzir valor agregado.
Princípio 2. Crie um fluxo contínuo de processo que traga os problemas à tona.
Redefina os processos de trabalho para alcançar um alto valor agregado. Lute para zerar a quantidade de tempo que qualquer projeto fique ocioso ou dependendo de alguém que o resolva.
Crie um fluxo que mova rapidamente materiais e informações unindo pessoas e processos de forma que os problemas apareçam imediatamente.
Deixe o fluxo evidente por toda cultura da organização. É a chave para o verdadeiro processo de melhoria contínua e para desenvolver as pessoas.
Princípio 3. Use sistemas de coleta para evitar produção excedente.
Ofereça aos seus clientes o que eles precisam, na hora certa e na quantidade necessária. Reposição de estoques iniciado pelo consumo é o princípio básico da pontualidade.
Minimize seu trabalho e inventário estocando pequenas quantidades de cada produto e frequentemente repondo baseado no que o consumidor realmente retira.
Seja atento aos turnos diários referentes a demanda do consumidor ao invés de confiar em sistemas de agendamentos automáticos para rastrear inventário perdido.
Princípio 4. Nivele a carga de trabalho (heijunka). (Trabalhe como a tartaruga, não como a lebre.)
Eliminar desperdício é apenas um terço da equação para obter sucesso em lean. Eliminar sobrecarga de pessoas e equipamentos e eliminar erros na agenda de produção são tão importantes quanto: ainda assim isso geralmente não é entendido nas empresas que tentam implementar os princípios de lean.
Trabalhe para nivelar a carga de trabalho de todos os processos de manufatura e serviços como alternativa para a abordagem parar/continuar de trabalho em projetos em lotes que é comum na maioria das empresas.
Princípio 5. Crie uma cultura de parar pra corrigir problemas para obter qualidade logo na primeira vez.
A qualidade significa valor para o cliente.
Use todos os mais modernos métodos de qualidade disponíveis.
Construa em seus equipamentos a capacidade de parar ao detectar problemas. Desenvolva um sistema visual que alerte o time ou os líderes de projeto que uma máquina ou processo precisam de assistência. Jidoka (máquinas com inteligência humana) é a fundação para “produzir” qualidade.
Crie em sua organização um sistema de suporte para resolver rapidamente os problemas e oferecer soluções.
Crie em sua cultura a filosofia de parar ou diminuir até obter a qualidade apropriada desde o início para melhorar a produtividade a longo prazo.
Princípio 6. Tarefas e processos padronizados são a fundação para melhoria contínua e capacitação de funcionários.
Use métodos estáveis e reproduzíveis em todo lugar para manter a previsibilidade, sincronia e saídas normais de seus processos. Essa é a fundação para fluxo e coleta.
Capture a sabedoria acumulada de um processo para padronizar as melhores práticas atuais. Permita que expressões criativas e individuais melhorem o padrão; então incorpore-as num novo padrão de modo que quando a pessoa se ausentar você possa passar o conhecimento para a próxima.
Princípio 7. Use controle visual para que nenhum problema se esconda.
Use indicadores visuais simples para ajudar as pessoas a determinar imediatamente se elas estão em condições normais ou se elas se desviaram.
Evite usar uma tela de computador quando ela tirar o foco do trabalhador de seu trabalho.
Projete sistemas visuais simples no local onde o trabalho é feito para ajudar o fluxo e a coleta.
Diminua seus relatórios para um pedaço de papel quando for possível, mesmo para suas mais importantes decisões financeiras.
Princípio 8. Use apenas tecnologia confiável e profundamente testada que sirva seu pessoal e seu processo.
Use tecnologia que ajude as pessoas, não que as substitua. Frequentemente é melhor trabalhar num processo manualmente antes de adicionar tecnologia que ajude no processo.
Novas tecnologias são frequentemente instáveis e difíceis de padronizar e portanto arriscam o fluxo. Um processo certificado que funcione geralmente leva vantagem sobre tecnologias novas e sem testes.
Conduza um ritual de testes reais antes de adotar novas tecnologias nos processos de negócio, nos sistemas de manufatura e nos produtos.
Rejeite ou modifique tecnologias que conflitam com sua cultura ou que possam atrapalhar a estabilidade, confiabilidade e previsibilidade.
Ainda assim, encoraje seu pessoal a considerar novas tecnologias quando procurarem novas abordagens de trabalho. Rapidamente implemente uma tecnologia avaliada profundamente se ela se provou em julgamentos e ela possa melhorar o fluxo nos seus processos.
Princípio 9. Fortaleça líderes que entendam o trabalho meticulosamente, vivem a filosofia e a ensinam a outros.
Fortaleça os líderes de dentro, ao invés de comprá-los de fora da organização.
Não veja o trabalho do líder simplesmente como cumprir tarefas e ter boas habilidades com pessoas. Líderes devem ser modelos da filosofia e forma de agir da empresa.
Um bom líder deve entender o trabalho diário detalhadamente para que ele possa ser o melhor professor da filosofia da empresa.
Princípio 10. Desenvolva pessoas excepcionais e times que sigam a filosofia da empresa.
Crie uma cultura forte e estável na qual os valores e crenças da empresa sejam largamente compartilhados e vividos por muitos anos.
Treine indivíduos excepcionais e times que trabalhem dentro da filosofia da empresa para alcançar resultados excepcionais. Trabalhe bastante para reforçar a cultura continuamente.
Use equipes multi disciplinares para melhorar a qualidade e produtividade e aumentar o fluxo ao resolverem problemas técnicos complexos. Superação ocorre quando as pessoas usam as ferramentas da empresa para melhorar a empresa.
Faça um esforço constante para ensinar indivíduos como trabalharem juntos como equipe em direção a objetivos em comum. Trabalho em equipe é algo que precisa ser aprendido.
Princípio 11. Respeite sua rede de parceiros e fornecedores ao desafiá-los e ajudá-los a melhorar.
Tenha respeito por seus parceiros e fornecedores e trate-os como uma extensão do seu negócio.
Desafie seus parceiros externos de negócio a crescer e evoluir. Isso mostra que você os valoriza. Estabeleça alvos de desafio e ajude seus parceiros a alcançá-los.
Princípio 12. Vá e veja você mesmo para entender profundamente a situação (genchi genbutsu).
Resolva problemas e melhore processos indo até a fonte e observando e verificando pessoalmente os dados ao invés de teorizar baseado no que outras pessoas ou a tela do computador lhe diz.
Pense e fale baseado em dados verificados pessoalmente.
Mesmo os gerentes e executivos de alto nível devem ir e ver as coisas por si, para que tenham mais do que um entendimento superficial da situação.
Princípio 13. Tome decisões lentamente por consenso, cuidadosamente considerando todas as opções; implemente as decisões rapidamente (nemawashi).
Não escolha uma única direção para seguir sem antes considerar cuidadosamente as alternativas. Quando tiver escolhido, siga rápida e continuamente o caminho.
Nemawashi é o processo de discussão de problemas e soluções potenciais com todos os envolvidos, para pegar suas ideias e chegar a um acordo ao caminho a seguir. Este processo consensual, apesar de consumir tempo, ajuda a ampliar a busca por soluções e uma vez que a decisão for tomada, o palco estará pronto para uma rápida implementação.
Princípio 14. Seja uma organização de aprendizado por reflexões rígidas (hansei) e melhoria contínua (kaizen).
Uma vez que você tenha estabelecido um processo estável, use ferramentas de melhoria contínua para determinar a causa raiz das ineficiências e aplicar medidas corretivas eficientes.
Modele processos que não precisem de muito inventário. Isso irá expor para todos as perdas de tempo e recursos. Uma vez que as perdas são expostas, faça com que os funcionários usem um processo de melhoria contínua (kaizen) para eliminá-los.
Proteja a base de conhecimento da organização desenvolvendo pessoal estável, promoções lentas e sistemas de sucessão muito cuidadosos.
Use hansei (reflexão) em marcos importantes e ao término do projeto para que possa identificar claramente todas as deficiências do mesmo. Desenvolva medidas que evitem que os mesmos erros se repitam.
Aprenda com as padronizações das melhores práticas, invés de reinventar a roda em cada novo projeto e cada novo gerente.
Copiado: https://comofiz.wordpress.com/

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Cooperação Pura Só Funciona Bem Em Formigueiro.

Cooperação pura só funciona bem em formigueiro.
Mamiferos competem!
Onde há interesses privados só existe cooperação em função do egoísmo. Eu te ajudo porque espero que quando precisar você me ajudará de volta. É o que chamo de “intenção bumerang”, tudo que vai tem que ter volta. Assim é com todas as sociedades de mamíferos. Somente os animais eusociais é que conseguem cooperação pura.
Acontece que uma colônia eu social, como de formigas, abelhas e cupins a reprodução é dominada por um indivíduo, a quem chamamos de rainha, adaptado a postura de ovos, enquanto seus descendentes são trabalhadores que se colocam em seu papel comportamental de subordinados. Nas sociedades como as nossas, várias pessoas têm a capacidade de reprodução e daí entra em cena os hormônios, que em sua raiz ou etimologia significa “por em marcha”. Assim, os hormônios nos fazem agir, ficarmos nervosos, aflitos, bravos, impulsivos, atrevidos e por ai vai.

A natureza e estas químicas orgânicas vão além! Fazem com que mulheres que trabalhem juntas ovulem juntas, isto é, tudo ao mesmo tempo, e também engravidem em grupo. É biológico e inconsciente! Homens que estão com altos níveis de testosterona além querem dominar o ambiente, ficam mais impulsivos e muito mais.
Por essas e por outras é que um verdadeiro líder precisa estudar seus liderados mais a fundo. Mas bem mais a fundo! Caso contrário estará dando murro em ponta de faca!
Esses discursos e frases prontas como: “vamos vestir a camisa da empresa” ( só se for para jogar bola ou dormir com ela) ou “ estamos todos no mesmo barco” ou ainda “ juntos chegaremos lá” não têm efeito algum sobre os mamíferos da espécie homo sapiens
O endomarketing não pode ter apelo emocional grupal, mas sim demonstrar uma vantagem particular por estar em grupo, o que são coisas bem diferentes. Um pede que todos se unam num propósito comum, o outro me dá uma vantagem para agir em grupo e alcançar tal propósito.
Que vantagem Maria leva? Essa é a grande questão! Uma mão só lava a outra se tiver sabonete de sobra e garantia.
Nossas bases comportamentais são sobrevivência e reprodução e isso é válido para cada organismo em si. Só andamos em grupo porque vantajoso, pois somos animais sociais, mas na hora do vamos ver é cada um pro si. Ou como dizemos no popular: “tira o fiofó da reta!” E porque na empresa seria diferente? Líderes precisam entender isso e parar com essas lamurias de: “a empresa precisa de você, da sua colaboração”. A única coisa verdadeira é a troca em que os dois sobrevivem.
Fidelidade no trabalho funciona bem como uma expressão gênica, ou seja, só farei por ti, em forma de colaboração pura, se tu fores um daqueles que vai continuar minha linhagem genética neste mundo. Vê-se o tal do “nepotismo”, o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos.
A tomada de decisão e a organização coletiva dos animais eusociais são perfeitas e geram muita riqueza para o grupo. Os insetos estão entre as criaturas vivas mais bem sucedidas na Terra. As formigas têm uma sincronia perfeita no trabalho e cooperação invejável. As abelhas são polinizadores-chave das principais culturas, bem como muitas outras plantas ecologicamente importantes. Defendem-se com uma fidelidade impressionante e traçam objetivos como ninguém. Cupins constroem torres termorreguladoras que podem dominam a paisagem, e que têm inspirando novos projetos de arranha-céus com eficiência energética.
A sua equipe não vai agir assim, porque os sujeitos que você tem dentro da sua empresa são egoístas por natureza. E se você entender isso de uma vez por todas vai aprender a lidar com esse “bicho homem” como ninguém. Aprenda os códigos sociais dos mamíferos e você será um grande líder.