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quinta-feira, 23 de setembro de 2021

9 PASSOS PARA VOCÊ DEFINIR E CONQUISTAR SUAS METAS E OBJETIVOS

 


- Você já parou para pensar que o ano está quase acabando?
- Quais objetivos e metas você já alcançou este ano? 

- Como você está indo com os seus planos?
- E para o próximo ano, o que você está planejando conquistar?

Muitas pessoas desconhecem a importância de se definir metas e objetivos ao longo da vida e acabam simplesmente vivendo um dia após o outro no estilo "deixa a vida me levar".
Porém, se você gosta de ter algum controle sobre sua própria vida e de sentir o prazer de sonhar, planejar e conquistar o que planejou, então este artigo foi escrito para você.
Objetivos e metas servem para nos ajudar a direcionar nossa vida e nossas ações diárias. Quando não sabemos para ir, podemos acabar indo para um lugar qualquer ou até mesmo ficar estagnados no ponto inicial.
O que são "objetivos"?
Definindo os termos, "objetivo" é o que você quer ter, realizar, conquistar, construir, é o ponto onde você quer chegar. Por exemplo - Eu quero ter uma casa na praia e me tornar um homem multimilionário de grande sucesso e reconhecimento em minha área profissional.
Veja que, no exemplo acima, os objetivos ficaram meio vagos, sem uma definição muito clara ou específica, afinal existem muitas praias e tipos de casas. Uma pessoa com mais de 2 milhões já é multimilionária, mas uma com mais de 100 milhões também. E o que é sucesso para uma pessoa pode não ser para outra.
Sendo assim, para termos melhores chances de alcançarmos nossos objetivos é necessário que eles sejam bem específicos, detalhados, claros e sempre positivos, não podem ser do tipo "não quero isso ou aquilo", precisam expressar exatamente o que você quer e não o que não quer.
Exemplo: Eu quero ter uma casa com 3 quartos, uma suíte, ampla sala de estar e cozinha, com piscina e redes na varanda, de frente para a praia de Rio das Ostras. - Já ficou bem mais detalhista e específico, mas ainda pode melhorar.
Quanto mais detalhes tiver o seu objetivo, melhor. Isso ajuda a construir uma imagem mais clara e forte dele em sua mente. Quanto mais clara, forte e rica de sensações for esta imagem, melhor o seu cérebro lhe guiará até ela.
E as "metas", o que são?
Metas são os prazos que você define para alcançar os seus objetivos. São o "quando" você vai realizar seu objetivo ou "até quando" conseguirá o que planeja e deseja conquistar.
Existe também o Objetivo Principal Definido (Napoleon Hill), que é o seu principal foco de atenção e esforço. É aquele grande objetivo que você tanto deseja e que aconteça o que acontecer, você continuará buscando até conseguir.
Objetivos muito grandes e desafiadores devem ser divididos em várias etapas ou metas intermediárias.

Algumas regras úteis para a definição de metas e objetivos são:
1 - Defina objetivos sempre positivos. Defina o que você realmente quer, e não aquilo que você não quer.
2 - Defina objetivos de forma mensurável, ou seja, de uma forma que você possa medir o quanto você já conquistou desse  objetivo e que você possa ter certeza que o conquistou. Estabeleça referências claras para que você possa saber que alcançou o seu objetivo.
3 - Seja claro, específico e detalhista. Defina o seu objetivo com a maior clareza possível, da forma mais específica e com o máximo de detalhes que puder listar.
4 - Defina objetivos desafiadores, porém, realistas. Seus objetivos precisam estimular você a sair da sua zona de conforto e buscar ir além dos seus limites atuais. No entanto, você precisa manter os pés no chão e focar no que realmente é possível fazer no momento. Algo que seja muito difícil hoje, pode se tornar perfeitamente possível amanhã, se você dividir em partes menores e ir avançando degrau a degrau.
5 - Divida objetivo muitos grandes em partes menores, em metas intermediárias, e assim avance uma etapa de cada vez até concluir todas as etapas e conquistar o seu objetivo principal.
Exemplo: Quero viajar para Santa Catarina até o dia 25 de dezembro .
Que detalhes mais são importantes incluir neste objetivo? Como posso deixá-lo mais claro, definido, específico, realista, mensurável e desafiador para mim? Como mensurar que estou fazendo o que preciso fazer para alcançar este objetivo no prazo desejado?
6 - Escreva suas Metas e Objetivos no papel. Este é um detalhe muito importante e que lhe ajudará muito a começar a concretizar suas metas e objetivos. 
7 - Crie também um painel (quadro) de visualização e junte imagens dos seus objetivos para lhe ajudar a visualizar o que deseja. Sempre que possível, procure entrar em contato com o seu objetivo e se sentir já vivendo sua realização, sua conquista.
8 - Agradeça! - Quando você agradece, envia para o Universo a energia de que você já recebeu aquilo que buscava. E quando você faz isso, você recebe mais, porque energias semelhantes se atraem. Portanto, manifeste sua gratidão de corpo, mente e alma. Como você pretende demonstrar a sua gratidão por ter conseguido o que busca? Comece já a agir assim e verá como coisas melhores ainda começarão a acontecer em sua vida.
9 - E por fim, lembre-se de sempre celebrar e comemorar todas as suas vitórias e consquistas, pois quando celebramos, encerramos um ciclo e abrimos as portas para novas conquistas e realizações em nossas vidas.

Bem, eu poderia falar ainda muito mais sobre Metas e Objetivos, no entanto, a melhor maneira de se aprender algo é fazendo. Sendo assim, vamos à pratica!
Responda:
- Qual é o seu objetivo principal neste momento?
- O que mais você quer conquistar até o final deste ano?
- Até quando, ou quando exatamente, você quer alcançar este objetivo?
- O que você precisa fazer para conseguir?
- Qual será a sua primeira ação dentro das próximas 24 horas?
- E quais serão suas 6 ações seguintes, nos próximos 7 dias, para alcançar o seu objetivo?
Faça o exercício, escreva suas respostas no papel e entre em ação.

Copiado: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Natal na Pandemia – o que fazer?


Panetones nas prateleiras, luzinhas piscando nas janelas dos prédios, shoppings enfeitados... esses são sinais de que o Natal está chegando. 

E esse ano será bem diferente: ainda estamos vivendo uma pandemia, porém, para quem passou o ano inteiro separado de pessoas queridas, a vontade de se reunir é grande!

Até o momento, não se tem cura ou vacina para a Covid-19. 

Por isso, não é recomendável reunir muitas pessoas ou expor os idosos e indivíduos dos grupos de risco. 

No entanto, 25 de dezembro sempre foi um dia para reflexão, sintonia entre familiares e demonstrações de afeto. 

Como fazer, então?
Como celebrar o Natal em 2020?

 Já ficamos isolados demais esse ano – nem o mais severo dos especialistas acredita que as pessoas não vão se reunir com seus familiares neste Natal. 

Como não há vacina, o ideal ainda é manter o isolamento e evitar aglomerações. Mas há alternativas para que as comemorações de Natal na pandemia sejam momentos de prazer e confraternização!


Preserve os idosos

A melhor saída seria manter os idosos isolados. Se isso não for possível, uma dica é reuni-los apenas com pessoas que já fazem parte do cotidiano deles. Assim, o risco é menor.

Durante o Natal, atente-se para o tempo de exposição sem máscara nos encontros – só tire a máscara para comer. 

Se possível, monte a mesa das refeições num lugar aberto, respeitando o distanciamento recomendado entre as pessoais.  

Mesmo assim, o ideal é sentar-se com distanciamento dos idosos e pessoas do grupo de risco que não moram na mesma casa que você

 Mantenha os cuidados com a higiene

 É sempre bom lembrar que o banheiro do local do encontro precisa ter sabonete para lavagem das mãos e, se possível, papel toalha para secar as mãos. 

E em todos os ambientes, principalmente onde será manipulada a comida, é preciso ter álcool gel à disposição dos convidados.

 Menos aglomerações

 Dá para organizar vários encontros diferentes mais curtos, com menos pessoas em cada um deles. 


Sempre com máscara, uso de álcool em gel e distanciamento entre as pessoas. 

Não se esqueça de que é preciso manter uma atitude segura durante a pandemia.

 Apenas uma pessoa deve ficar responsável pela comida

 Sabe aquela tradição de cada pessoa da família levar um prato? 

Neste momento, ela não é muito recomendada. O ideal é que apenas uma pessoa (que esteja com a saúde em dia) prepare toda a ceia.

 Use a tecnologia a seu favor

 Para as pessoas que optarem por passar os dias de festa isoladas, uma boa alternativa é usar a tecnologia a favor, com reuniões online, chamadas de vídeo e voz.

 Certamente será um Natal diferente para todos e que ficará marcado para sempre, mas é sempre tempo de ser feliz e demonstrar amor e solidariedade àqueles que importam em nossas vidas.

  Copiado: https://www.sodexobeneficios.com.br/

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Entenda Como Funciona a Lei de Cotas para Deficientes nas Empresas


Caso você trabalhe ou já tenha trabalhado em uma organização com mais de 100 funcionários, provavelmente havia pessoas portadoras de algum tipo de deficiência em seu ambiente de trabalho.

Isso porque a lei no 8213 de 1991 obriga empresas, a partir desse porte, a destinarem entre 2% e 5% das vagas para funcionários que tenham algum tipo de necessidade especial, e se não houver nenhum colaborador com essas características, a companhia estará infringindo a lei.

Mas, afinal, o que diz o texto que define as cotas para deficientes nas empresas? Para entender o funcionamento da norma, acompanhe este texto. Vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

Quando surgiu a lei?

Apesar de ter sido homologada no ano de 1991, a norma só passou a valer no ano 2000, quando se iniciou a fiscalização do seu cumprimento. O texto original, que não especificava quais deficiências se enquadravam nele, foi alterado em 2004, sanando o problema.

Mesmo muitas pessoas considerando uma realidade distante, dos brasileiros maiores de 18 anos, 6,2% apresentam algum tipo de deficiência. Milhares deles tem talentos diversificados estão esperando uma vaga no mercado, por isso vale atentar-se para as determinações de cotas para deficientes nas empresas.

Quem é considerado deficiente pela norma?

Quando falamos sobre essas contratações, é considerada uma deficiência a anormalidade ou perda de uma estrutura — seja ela psicológica, anatômica ou fisiológica — que, dentro do padrão para o ser humano, gera incapacidade para o cumprimento da atividade do cotidiano.

Qual a porcentagem de cotas para deficientes nas empresas?

É exigido pela lei que toda companhia de grande porte, ou seja, com 100 ou mais funcionários, destine uma quantidade de vagas para portadores de deficiências. Os padrões são:

  • 2% das vagas para deficientes em empresa com 100 a 200 colaboradores;
  • 3% das vagas para deficientes em empresa com 201 a 500 colaboradores;
  • 4% das vagas para deficientes em empresa com 501 a 1000 colaboradores;
  • 5% das vagas para deficientes em empresa com 1001 ou mais colaboradores.

Quais as consequências do não cumprimento da lei?

Caso uma empresa que se enquadre na lei de cotas para deficientes não a cumpra e seja fiscalizada, a pena pela é uma multa que varia de acordo com o grau da infração.

Uma companhia com 180 colaboradores, por exemplo, deve destinar 2% dos cargos para portadores de deficiência. Nessa simulação, esse percentual seria equivalente a 3,6 vagas que, por não ser um número inteiro, deve ser arredondado para cima. Ou seja, 4 postos de trabalho.

Se for constatado que não havia nenhum profissional com necessidades especiais trabalhando lá, o cálculo da multa em valores atuais é equivalente ao número de vagas (no caso, 4) multiplicado por um valor entre R$ 2.284,05 e R$ R$ 228.402,57.

A definição é feita pelo juiz do Ministério do Trabalho que cuidará do caso e geralmente é baseada na faixa de faturamento em da organização.

Como você pode perceber, é importantíssimo respeitar as cotas para deficientes nas empresas.

Além de ajudar a abolir com o preconceito e dar oportunidades a uma parcela da população que já enfrenta inúmeras dificuldades, o não cumprimento dessa medida pode trazer grandes sansões para a companhia.

Assim contribuímos para que todas as pessoas tenham seus direitos assegurados.

Copiado: https://www.gupy.io/blog/

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Manual de Sobrevivência de Pequenas e Médias Empresas no novo mundo VUCA

Então aconteceu. Em um certo dia do início de março de 2020, tudo mudou. A pandemia do coronavírus chegou ao Brasil e mandou as pessoas para dentro de casa – a quarentena foi a melhor saída para evitar o contágio e o colapso do sistema de saúde. Home office, férias coletivas, ruas vazias, empresas fechadas ou funcionando parcialmente. Um cenário assustador, principalmente para pequenas e médias empresas, que costumam ter caixa para, no máximo, 30 dias. E agora, como sobreviver? Se você é um pequeno empreendedor como eu, antes de mais nada precisa entender que finalmente chegou o tal mundo VUCA, sigla em Inglês que faz referência a um cenário volátil, incerto, complexo e ambíguo – a palavra VUCA se tornou famosa nos últimos anos por ser mencionada no discurso de 9 em cada 10 gestores, mas é a primeira vez que estamos, DE FATO, vivendo esse contexto imprevisível.No filme Perdido em Marte (2015), o astronauta Mark Watney, personagem vivido pelo ator Matt Damon, enfrenta uma tempestade avassaladora e, de repente, percebe que está sozinho um planeta inóspito, sem o restante da sua equipe e com poucas chances de sobreviver. Dá para dizer que é mais ou menos como um pequeno empreendedor brasileiro está se sentindo neste momento. No entanto, se você assistiu a esse excelente filme, deve lembrar que o personagem entendeu que ficar em estado de letargia não iria ajudar em nada a garantir a sua sobrevivência e, a partir daí, foi à luta. O mesmo vale para pequenos e médios empreendedores. É hora de reagir para garantir a existência do seu negócio hoje e nos próximos meses. Abaixo, separei algumas dicas importantes que venho aplicando no meu próprio negócio e sugerindo para meus clientes. Acompanhe.
  • Posicione sua marca na crise e tranquilize seu cliente
A primeira coisa a fazer é posicionar a sua marca no mercado de forma clara. Imagino que, a essa altura do campeonato, você já deve ter dito ao seu cliente que ele precisa “ficar em casa” e “lavar as mãos” – se ainda não fez isso, faça, você já está atrasado. Porém, o mais importante mesmo é informar como a pandemia está impactando o seu negócio e como isso vai mudar a relação do seu cliente com a sua empresa.
O seu negócio é baseado em um modelo presencial, ou seja, o cliente precisa ir em uma loja física para comprar o seu produto ou serviço? Como fica agora? Ele pode comprar pela internet? Dá pra entregar o seu produto/serviço de forma online? Você pode entregar na casa do cliente que está em quarentena? É fundamental ter respostas para todas essas perguntas para que o seu cliente não fique perdido e acabe encontrando um motivo para ir para a concorrência – sim, você tem concorrentes até na pandemia.
Tenha empatia e entenda o novo momento do seu cliente
Não está fácil pra ninguém. Para profissionais liberais e pequenas/médias empresas, a pandemia do coronavírus foi como aquele gancho de direita que derruba o boxeador que já vinha apanhando muito junto à lona. Se o dinheiro já estava escasso no mercado, agora ficou pior ainda. Portanto, é hora de todo mundo ceder um pouco.
Sim, nessa hora vale discutir valores de contratos, conceder descontos, fazer promoções. Se você atua na área de serviços, principalmente em segmentos no qual a entrega é mais intangível (assessorias, consultorias, etc), inclua algum tipo de bônus para o cliente, como um combo (o cliente paga por um serviço e ganha outro “de graça”).Ah, você está preocupado porque provavelmente vai trabalhar mais e ganhar o mesmo ou até menos? Sim. Mas você precisa ser pragmático: é melhor trabalhar mais do que perder clientes, certo?É válido destacar ainda que, ao conceder algum tipo de facilidade para o seu cliente, você está mostrando empatia, você está demonstrando que entende o momento difícil pelo qual o seu cliente está passando. É esse tipo de atitude que ajuda a fidelizar o consumidor e, mais do que isso, contribui para atrair novos clientes.
Cuide do seu caixa - Como mencionei no início desse artigo, levando em conta que a maioria das pequenas e médias empresas brasileiras costuma ter caixa para sobreviver por apenas 30 dias, se o seu negócio não tem uma reserva financeira para enfrentar momentos de dificuldade, provavelmente vai precisar tomar algumas medidas emergenciais para sobreviver.
Além de “apertar o cinto”, evitando gastos desnecessários na sua empresa, é hora de renegociar ou postergar dívidas com seus credores e tentar antecipar pagamentos – bares e restaurantes, por exemplo, que foram bastante impactados pela pandemia, estão vendendo “vouchers” ao seus clientes agora para serem usados após a quarentena. É o tipo de solução criativa que pode ajudar o caixa durante a crise.
Se for preciso, verifique linhas de crédito com o seu banco. Se ele não te ajudar nesse momento terrível, você já tem um ótimo motivo para migrar para a concorrência.
Digitalize a sua empresa imediatamente - Seja bem-vindo à Era Digital! Se até agora você nunca tinha se preocupado em “digitalizar” o seu negócio (ou pelo menos parte dele) porque as coisas andavam bem assim como estavam, sinto muito, mas você acaba de ser “atropelado” pela transformação digital – para dar o crédito justo, quem “atropelou” o seu negócio na verdade foi a pandemia do coronavírus, mas o fato é que ela está acelerando a transformação digital da sua empresa.
Brincadeiras à parte, a verdade é que não há mais como evitar esse movimento de digitalização do seu negócio. - Com exceção de farmácias, supermercados e alguns outros poucos tipos de negócio, a venda de qualquer produto ou serviço hoje, em plena quarentena, é feita exclusivamente pela internet. Aproveite esse momento para começar a atuar online e, após a quarentena, ter mais um canal de vendas na sua empresa. É na crise que surgem as oportunidades, amigo!
Também é o momento ideal para você começar a divulgar o seu produto ou serviço por meio de técnicas e ferramentas de marketing digital e de conteúdo, conforme vou detalhar no tópico abaixo.  
Invista em marketing digital e de conteúdo - Se a sua empresa é daquele tipo que nunca acreditou muito no poder do marketing digital e de conteúdo, que nunca teve um site ou perfis/páginas em redes sociais, lamento informar: se você não fizer nada agora para comunicar sua marca no mercado, você vai desaparecer em breve. Simples assim. Com pessoas trancadas em casa, nunca foi tão importante ter uma presença digital consistente.
É hora de investir fortemente em canais e ferramentas de marketing digital – como redes sociais, sites, blogs, e-mail marketing, vídeos e lives, entre outros – e, principalmente, produzir conteúdo relevante para o seu cliente.
Se você é proprietário de uma academia de ginástica, por exemplo, pode oferecer no seu Facebook algumas dicas de como se exercitar com segurança em casa. Ou realizar uma aula online em uma live no Youtube ou no Instagram. São “conteúdos úteis” como esses que fazem a diferença na vida do cliente e, mais do que isso, ajudam a construir ou fortalecer a reputação da sua marca. Acredite, isso será muito importante quando tudo isso passar e a vida voltar ao “normal”, mesmo que seja um “novo normal”. Sim, nada será como antes quando, daqui a alguns meses, esse “novo normal” – que ainda não sabemos bem como será – se transformar em realidade. E é exatamente por causa disso que você precisa agir agora.
Por: Stefan Ligocki é professor, palestrante, consultor

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

GOVERNANÇA CORPORATIVA: O QUE É E BENEFÍCIOS

Governança Corporativa é um conceito difundido e utilizado pelas empresas mais bem consolidadas do mercado. Suas práticas dão a elas vantagens competitivas que garantem o direcionamento estratégico do negócio em direção ao crescimento saudável.
Ela pode ser colocada em prática por organizações de todos os portes e segmentos, trazendo resultados surpreendentes tanto para os empreendedores de primeira viagem quanto para os mais “velhos de casa”.
Se você nunca ouviu falar dela, não se preocupe. Neste artigo, vamos te explicar o que é Governança Corporativa, de onde surgiu e por que é vantajoso aplicar suas práticas no seu negócio. Continue a leitura!

O que é Governança Corporativa?

De acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), a Governança Corporativa é designada como “o sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas”.
O conceito de Governança Corporativa surgiu na década de 90, nos Estados Unidos. A GC, como também é chamada, se mostrou como um contra-ataque aos abusos cometidos pelas diretorias das empresas, à ineficiência dos conselhos de administração e às omissões das auditorias externas.
Investidores e acionistas, portanto, se uniram para protestar contra os modelos de administração da época e reivindicar seus direitos. Dessa forma, a Governança Corporativa surgiu como uma forma de regular as relações entre o mundo corporativo e a sociedade e as relações das empresas, interna e externamente.
Mas o que isso quer dizer, exatamente? A Governança Corporativa pode ser resumida, desta forma, como um conjunto de boas práticas, pautadas pela ética, que guiam a diretoria de uma organização. Assim, é possível alinhar as medidas tomadas pela gestão para benefício dos acionistas, dos stakeholders e da própria empresa no mercado.

Quais são os seus pilares?

A Governança Corporativa se pauta em quatro pilares essenciais. Eles norteiam suas práticas e fazem com que elas sejam eficazes para otimizar os ambientes interno e externo da empresa. São eles:

1. Transparência

O primeiro pilar garante a existência de mecanismos que informem a todos os interessados as informações mais importantes da gestão. Essa transparência não está relacionada apenas a imposições feitas por leis ou regulamentos, mas a tudo que influencie os processos organizacionais e de tomada de decisão. Deve-se informar tudo que diz respeito a cada parte interessada, incluindo fatos positivos e negativos, para garantir confiança interna e externa.

2. Equidade

Se relaciona ao senso de justiça e igualdade. Este pilar prega um tratamento justo, que leve em consideração as particularidades dos sócios e de todas as partes interessadas (os stakeholders).

3. Prestação de contas

Este pilar se relaciona à necessidade de os agentes da governança assumirem seus atos e responsabilidades prestando contas, não apenas financeiras, do que suas ações resultam em seus respectivos papéis. Ou seja, é necessário que os agentes prestem contas, claras e concisas, relacionadas ao seus atos, omissões e consequências que estes geram, atuando com diligência e responsabilidade na execução de seus papéis.

4. Responsabilidade Corporativa

É ter uma visão responsável em relação ao futuro da organização. Este pilar envolve não somente o lucro, mas também a função social da empresa, sua contribuição para a sociedade e seu compromisso com a sustentabilidade. É importante que os agentes zelem pela viabilidade econômico-financeira e sustentabilidade da organização.

Benefícios

Como você já viu, a Governança Corporativa surgiu em um contexto de insatisfação à antiga forma de gerenciar. Portanto, seu maior benefício é “colocar ordem na casa” e delimitar regras que se apliquem a todos, fazendo com que a organização se torne mais organizada, autônoma e produtiva.
Com ela, é possível alinhar as expectativas e os desejos dos stakeholders, criando ações que beneficiem todas as partes. Ela está lado a lado da gestão para aprimorar os processos, ajudar na tomada de decisão, trazer transparência, dar mais credibilidade perante os investidores e contribuir para um desempenho econômico sustentável.
O processo de Governança Corporativa também viabiliza a convivência harmoniosa entre todos os capitais da empresa, sua gestão, a comunidade a qual ela se insere e, no caso de empresas familiares, entre a família. Ou seja, são práticas indispensáveis a todas as empresas que desejam estar constantemente evoluindo e otimizando seus processos.

Como aplicar na sua empresa?

Para facilitar a aplicação da GC nas empresas, os professores José Paschoal Rossetti e Adriana Solé desenvolveram uma metodologia denominada 8Ps. No vídeo abaixo, a autora Adriana dá uma breve explicação do seu método:
Como visto, os autores seguem o princípio de que a aplicação desse sistema deve ser feito levando 8 elementos em consideração. Continue lendo para fixar cada um deles!

1.    Propriedade

Como o capital social está sendo organizado e distribuído? Capital misto, aberto, fechado, familiar e estatal são algumas das várias possibilidades, mas cada empresa funciona de uma maneira.
A metodologia 8Ps tem como objetivo, nesta primeira etapa, medir a coesão entre os acionistas, a sucessão e a blindagem societária.

2.    Princípios

São os princípios que dão a base ética para o desenvolvimento da GC. Por isso, eles precisam ser compartilhados e aceitos interna e externamente.

3.    Propósitos

O propósito da empresa precisa estar bem consolidado e atrelado aos seus respectivos valores. Dessa forma, é possível medir o alinhamento da missão, da visão e do planejamento estratégico do negócio.

4.    Papéis

É importante entender a divisão hierárquica da empresa e como essa relação se desenvolve no dia a dia, na prática. Se essa distribuição de papéis não se torna clara, existem problemas na estrutura de poder.

5.    Poder

É aqui que se discute e analisa autoritarismo X autoridade e as atribuições de uma liderança. Para desenvolver uma boa Governança Corporativa, saber diferenciar um chefe de um líder e desenvolver habilidades para ser legitimado pela equipe é essencial.

6.    Práticas

São as práticas desenvolvidas pelos funcionários da organização. Na GC, é utilizado o Data Driven, que significa o embasamento de todas as ações e decisões da empresa em dados.
Além dele, também é utilizado o GRC: Governança, Risco e Compliance, que tem como objetivo desenvolver uma estratégia de negócios unificada, transparente e de acordo com as leis.

7.    Pessoas

O setor de Recursos Humanos da empresa é analisado para que seja possível medir seu nível de estratégia para manter a cultura organizacional saudável. É importante analisar também como é o clima organizacional e a sucessão em todos os níveis hierárquicos.

8.    Perenidade

Por último, por quanto tempo sua empresa sobreviveria se não houvesse nenhuma inovação? A perenidade diz respeito ao caminho que a diretoria deve tomar para manter o negócio sempre competitivo e inovador.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Conceitos da Função Organização, Sistemas e Métodos

O conceito de organização pelo enfoque administrativo é de compilar capital, recursos humanos, equipamentos e processos, com o objetivo de se atingir um determinado resultado.

A função Organização nada mais é que determinar que recursos e que atividades serão necessárias para serem atingidos os objetivos da Empresa. Trata de combinar os grupos de forma que funcionem, atribuir as responsabilidades a quem irá realizar a atividade, e delegar a esses indivíduos a autoridade necessária para e execução de suas atribuições.



Esta função proporciona a estrutura formal através do qual o trabalho é definido, subdividido e coordenado. Há várias formas de se visualizar a organização, de fato, diversas dessas formas resultam na função planejamento. Dentro desta função acumula-se o sistema em dois níveis: 1° - os relacionamentos autoridade-responsabilidade entre os presentes e os futuros membros da empresa, o estabelecimento de grupos de trabalho, proporcionar as atividades intergrupais; 2° - é necessário acumular fábrica, maquinaria e equipamento, capital, e a mais recente tecnologia, dispondo-as da maneira que seja mais produtiva. A organização, portanto, busca a integração dos recursos financeiros, físicos e humanos em um esquema produtivo global.



De outra forma, Organização pode ser considerada o todo institucional, formado pelos diversos recursos disponíveis, foco do estudo da teoria estruturalista, onde a organização é vista como uma unidade social grande e complexa, onde interagem grupos sociais. Serve de base para o estudo da escassez de recursos e para a melhor forma de alocar esses recursos.



Ainda podemos dizer que Organização é uma Instituição ou Associação com objetivos pré-definidos.

Os Sistemas (do grego: sun= com e istemi= colocar junto) podem ser conceituados como um conjunto de métodos, procedimentos e/ou técnicas que, trabalhados, geram informações necessárias ao processo decisório da Empresa.

É um conjunto de partes que agem de forma mútua e são interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função. Podem ser considerados o núcleo central ou foco de estudo dentro do processo administrativo. O sistema dá idéia de conectividade e reforça a unidade da Organização.

A teoria dos sistemas está embasada na Cibernética de Norbert Wiener criada entre 1943 e 1947.

Portanto, esta função trabalha as informações processadas no Sistema de Informações Gerenciais, manual e informatizadas, a fim de produzir um sistema único de parâmetros de decisão, facilitando o processo gerencial e delimitando os meios a serem seguidos. De extrema necessidade na administração moderna, é esta disciplina que dá base à Gestão da Qualidade Total e proporciona o pleno funcionamento e controle dos processos de certificação em órgãos internacionais.

A função básica do sistema é a retro alimentação de um ciclo contínuo de levantamento de dados. Relatório é a principal ferramenta dos sistemas.

Os sistemas são construídos com base em dados e informações, sua criação está no próprio objetivo, ou seja, um sistema é construído com um fim próprio, devendo atender a um objetivo específico. Possuem duas figuras importantes, o locutor (quem fornece a informação, podendo ser máquina, grupo de pessoas ou indivíduo) e o ouvinte ou receptor (que é quem recebe a informação). O Sistema ainda é composto por entradas (tudo que o sistema importa ou recebe do mundo exterior), saídas (pode ser uma ou várias, é o resultado do processamento das entradas que o sistema envia para o exterior), feedback (é a resposta do que foi entendido pelo ouvinte), e processamento (fase em que os dados são processados e transformados em informação).



O sistema, ainda, deve levar em consideração o ambiente em que será colocado. Ambiente é o conjunto de elementos que não pertencem ao sistema, mas qualquer alteração no sistema pode mudar ou alterar seus elementos e qualquer alteração nos seus elementos pode mudar o sistema.



As entradas e saídas têm a função de fazer o sistema interagir com outros sistemas, que formam o ambiente. Por exemplo, a farinha no processo produtivo de um bolo, por si só é farinha, mas no sistema representa um lanche gostoso.


Quanto ao Método, é uma contribuição da cultura grega o método de procurar o verdadeiro conhecimento sobre a natureza do universo e do ser humano por meio de investigação sistemática, em lugar de aceitar as explicações mitológicas. Assim, o método pode ser considerado a forma de operacionalizar o que está previsto na função Organização. Os métodos buscam facilitar o processo de criação da área de OSM (organização, sistemas e métodos), considerados processos que representam um conjunto de atividades sequenciais que apresentam relação lógica entre si, com a finalidade de atender e, preferencialmente, suplantar as necessidades e expectativas dos clientes externos e internos da empresa.

Alguns autores enumeram o método como controle, já que todas as funções não produzem resultados sem o mesmo. Controle pode ser conceituado como meio ou maneira de assegurar que o resultado esperado seja obtido, este também age como função corretiva e oferecedora de parâmetros.

Platão propunha que o verdadeiro conhecimento adivinha da especulação conceitual, e se encontrava nas ideias e formas, eternas e reais, e não na experiência, que era transitória. Isso afirma o princípio da diferenciação entre Organizações e a necessidade de se levantar dados para implantar sistemas.

Em um contexto que integra as três funções temos OSM como: Segundo Rocha (1998): “Função mista de Organização e Planejamento, desenvolvendo-se na construção da estrutura de recursos e de operações de uma instituição, assim como na determinação de seus planos, principalmente na definição dos procedimentos, rotinas e dos métodos.” E... Conforme Cruz (2002): “Estudo das organizações por meio da análise de cada uma das suas atividades, a fim de criar procedimentos que venham a interligá-las de forma sistêmica.”