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quarta-feira, 1 de setembro de 2021

5 Diferenças Entre os Profissionais Comuns e os Extraordinários

 


Algumas dicas preciosas, com foco em te ajudar a ser um Profissional Extraordinário.

 Mas antes, deixa eu te perguntar: Você quer realmente ser EXTRAORDINÁRIO?

Deixa eu te dizer: De profissionais comuns as empresas estão cheias… SEJA EXTRAORDINÁRIO!

 As empresas já não querem mais contratar profissionais comuns, elas buscam a todo instante por profissionais “diferenciados”.

E essa regra vale tanto para você que já trabalha, quanto para você que está em busca de uma oportunidade de emprego.

 Ainda não trabalha?

 Então, pense em qual dos dois profissionais você quer ser quando estiver dentro de uma empresa.

 Já trabalha?

 Pense em como sua vida pode mudar para melhor se você se tornar um funcionário de destaque na empresa e ganhar uma promoção atrás da outra…

Pensou?

Para você construir uma carreira profissional de sucesso, não basta ter um ótimo currículo e muita experiência.

É necessário desenvolver uma competência essencial que todas as pessoas bem-sucedidas têm:

 FOCAR TODOS OS DIAS PARA ALCANÇAR OS OBJETIVOS E SONHOS DESEJADOS, ASSUMINDO A RESPONSABILIDADE SOBRE TODAS AS CONSEQUÊNCIAS.

A verdade é que existem grandes diferenças entre profissionais comuns e profissionais Extraordinários.

 Você já parou para pensar que diferenças são essas?

Tem várias, mas por enquanto vamos focar em apenas 5, para que você comece a entender qual o caminho seguir para se tornar um profissional EXTRAORDINÁRIO:

Diferença 01 - PROFISSIONAIS EXTRAORDINÁRIOS ESTÃO SEMPRE APRENDENDO

Saber que o conhecimento é um trunfo muito forte usado pelos melhores profissionais é o primeiro diferencial.

 O profissional moderno tem sede de aprender, independentemente de quem vai arcar com os custos da qualificação.

Profissionais que investem em si e fazem cursos e especializações por conta própria, sem esperar pela empresa, além de outras vantagens, demonstram interesse e comprometimento com a própria carreira.

A aprendizagem contínua é uma das competências fundamentais para o sucesso de qualquer profissional.

JÁ OS PROFISSIONAIS COMUNS ACREDITAM QUE JÁ SABEM TUDO, OU QUE A OBRIGAÇÃO DE INVESTIMENTO É TODA DA EMPRESA

Ficam “empurrando com a barriga” e quando alcançam algum êxito na carreira, a tendência do indivíduo é se acomodar.

O cérebro dele prefere acreditar que já sabe todas as coisas, e a pessoa pensa que não precisa mais se esforçar e se mantém na zona de conforto.

O que todo profissional deveria entender é que vivemos na era da comunicação e da tecnologia, e as mudanças acontecem a todo tempo em uma velocidade muito rápida.

Quem acha que sabe tudo e não se atualiza, rapidamente, transforma-se em um profissional obsoleto e é descartado pelo mercado.

 Muitas vezes, o indivíduo só irá perceber sua estagnação lá na frente e se arrependerá ou culpará os chefes, os colegas e o mundo por seu fracasso na carreira.

E tem alguns que ainda sentem que precisam de mais conhecimento, mas esbarram na crença limitante de que a empresa é que tem 100% de responsabilidade de investir na carreira dele.

CUIDADO: Esse erro pode ser fatal e não ter volta.

Dica: Os ignorantes, que acham que sabem tudo, privam-se de um dos maiores prazeres da vida: aprender. (Provérbio popular)

Diferença 02 - PROFISSIONAIS EXTRAORDINÁRIOS ASSUMEM QUANDO ERRAM

A pessoa que admite quando falha assume a responsabilidade de aprender com o erro para resolver a situação.

 Ela não vê a falha cometida como fracasso, mas como oportunidade de crescimento.

Ter a capacidade de solucionar problemas muito difíceis faz com que o profissional assuma riscos cada vez maiores.

Indivíduos com essas características se desenvolvem muito e aumentam o valor agregado ao serviço que entregam.

PROFISSIONAIS COMUNS CULPAM OS OUTROS

 Pessoas que atribuem a culpa ao outro não têm consciência de que os próprios comportamentos e atitudes são os causadores do problema.

Estes profissionais não sabem lidar com obstáculos, e não se responsabilizam por nada nem ninguém.

 Pelo fato de não saberem lidar com obstáculos, geralmente este tipo de profissional nunca é criativo e nem proativo, dependendo sempre de outros para resolver seus problemas.

 O seu sucesso está nas mãos de fatores externos, como um “ambiente de trabalho ideal” ou “chefe perfeito”.

Dica: Assuma os seus erros da mesma forma que você exibe as suas qualidades.


Diferença 03 - PROFISSIONAIS EXTRAORDINÁRIOS SABEM PERDOAR

 Perdoar não significa esquecer, mas dar um novo significado a acontecimentos que trazem emoções negativas, as quais minam a produtividade e o bem-estar corporativo.

 O profissional que consegue fazer isso desenvolve inteligência emocional, tornando-se mais flexível e fortalecendo os relacionamentos.

 Além disso, ele não tem tempo a perder com “picuinhas” do dia a dia, e foca sempre no crescimento e nos resultados.

 Para o profissional EXTRAORDINÁRIO o sucesso de um projeto é mais importante do que resolver pequenas questões pessoais geradas por desentendimentos simples e que podem ser tratados em outro momento.

PROFISSIONAIS COMUNS GUARDAM RANCOR

 Pensamentos negativos liberam medos, e o profissional amedrontado funciona no “modo reação”.

 Quando isso acontece, a pessoa deixa de se preocupar com o bem comum e o que passa a valer é quem está certo ou errado, podendo levar a ressentimentos.

Indivíduos mal sucedidos guardam rancor, pois não se empenham para mudar perspectivas e realizar melhorias.

 Eles querem tudo pronto e fácil e não se preocupam com o resultado geral envolvendo toda uma equipe por exemplo.

Dica: Tem uma frase marcante em um filme chamado EXTRAORDINÁRIO: “Entre ter razão e ser gentil, escolha ser gentil”

Diferença 04 - PROFISSIONAIS EXTRAORDINÁRIOS TORCEM PELO SUCESSO DOS OUTROS

 Profissionais de sucesso veem a empresa como se ela fosse um corpo humano, para que funcione de forma saudável, todos os órgãos, veias e células precisam estar bem.

 Da mesma forma, a companhia só irá prosperar se todas as áreas e colaboradores fluírem com o mesmo objetivo: SUCESSO.

 O profissional EXTRAORDINÁRIO entende que o sucesso de todos impacta positivamente o ambiente de trabalho e contribui para que todos colham bons resultados.

 O sucesso dos projetos da empresa como um todo trazem um retorno positivo imediato para todos. Um profissional EXTRAORDINÁRIO sabe que este sucesso trará benefícios diretos e indiretos para sua carreira.

PROFISSIONAIS COMUNS INVEJAM O SUCESSO DO PRÓXIMO

Funcionários comuns não aceitam bem que outras pessoas cresçam dentro da empresa através de seus próprios esforços.

 Geralmente estes profissionais não fazem nada para merecer uma promoção e quando alguém é promovido ou recebe um aumento, dizem que tal funcionário nunca fez nada para merecer tal benefício.

 Muitas vezes o estilo de trabalho relaxado desse tipo de profissional, acaba atrasando muitos projetos dentro de uma empresa e quando alguém quer fazer as coisas do modo certo, este profissional é o primeiro a criticar; afirmando que este alguém está fazendo aquilo só pra “aparecer”.


 Pessoas incompetentes acreditam que o seu sucesso está ligado a derrota dos outros, por isso, quando alguém fracassa, elas se sentem vitoriosas.

Dica: Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade. (Georges Bernanos)

Diferença 05 - PROFISSIONAIS EXTRAORDINÁRIOS FAZEM PLANOS

 Eles traçam planos, pois sabem aonde querem chegar.

 O planejamento faz com que essas pessoas alcancem seus propósitos mais rapidamente, diminuindo riscos, antecipando acontecimentos, preparando-se para os desafios e se fortalecendo diante das dificuldades.

Profissionais extraordinários têm objetivos bem definidos e focam neles até atingi-los.

 Profissionais extraordinários sabem que preparar-se e aprimorar-se é fundamental para atingir seus objetivos e alcançar o SUCESSO PROFISSIONAL.

 Um Profissional EXTRAORDINÁRIO sabe que o caminho do sucesso passa diretamente pelo estudo e pela qualificação profissional, ele sabe que fazer bons cursos e especializações é a rota certa para o crescimento profissional.

PROFISSIONAIS COMUNS DÃO DESCULPAS

 Quando o profissional não tem perseverança para conquistar uma meta, seus resultados são tão superficiais quanto suas escolhas, e ele se torna um PHD em desculpas.

 Esses indivíduos procrastinam porque estão acostumados a justificar o injustificável.

 Este tipo de profissional não tem disciplina para alcançar seus objetivos e muitas vezes não dá a devida importância aos estudos.

 A culpa sempre é do outro pelo seu insucesso.

Dica: Se somos normalmente admitidos por nossas habilidades técnicas e demitidos por nossas atitudes comportamentais, o excesso de desculpas pode ser o responsável por uma demissão.

Se você já não é, ainda há tempo para se transformar em um Profissional Extraordinário!

Espero sinceramente estar contribuindo com o seu crescimento profissional, conte comigo para construir uma carreira profissional de sucesso.

 Vou ficando por aqui um forte abraço e…

Lembre-se sempre: “Se deseja algo intensamente, esgote as possibilidades”.

Por: Rodynele Mota - Diretor ICDT

terça-feira, 21 de maio de 2019

Atualização Profissional: Entenda a Importância de se Requalificar


Atualmente estamos conectados todos os dias a fluxos de informações incontáveis, vindos de diversas fontes. Novas formas de trabalho também surgem com a velocidade da tecnologia. A atualização profissional passa a ter suma importância para profissionais que querem se destacar no mercado de trabalho, tão competitivo e acirrado.No post de hoje, vamos entender sobre a importância da requalificação, isto é: como podemos nos desenvolver a fim de concorrer a novas vagas de emprego, promoções ou até mesmo retomada de carreiras. Acompanhe!
Habilidades profissionais e demandas do mercado
Antes de mais nada, verifique as suas principais habilidades profissionais, a fim de poder melhorá-las — ou definir como buscar novas oportunidades de crescimentos em outras áreas. Essa é uma atitude positiva para começar a sua atualização profissional.Entenda melhor, também, as demandas do mercado, procurando alinhar sua vocação com o que as empresas solicitam para contratar e manter seus talentos. Assim, você poderá desenvolver sua carreira de forma mais ágil e eficiente.Extensão universitária e sucesso na carreira
Invista em cursos de extensão universitária, especializações ou pós-graduações. Essas formas de aquisição de conhecimento são excelentes escolhas, principalmente se você tiver como objetivo, em um futuro próximo, conquistar uma nova vaga de emprego ou ganhar uma promoção no seu atual trabalho.
Isso vai ajudar a se desenvolver em alguma especialidade, tais como: gerenciamento de projetoslinguagem de programação, etc. Você planeja e começa seus estudos agora, para colher os resultados a partir de 6 meses a 1 ano e meio.
Aquisição de novos conhecimentos e competências
Se você pretende conseguir o primeiro emprego, dar uma guinada em sua carreira ou até mesmo mudar completamente de profissão, é recomendado iniciar uma nova graduação na sua nova área pretendida. Por exemplo: você é publicitário, mas gostaria de ser um profissional de tecnologia.Esse objetivo será conquistado a longo prazo, mas ainda durante o curso você pode conseguir novos postos de trabalho ou mudar de empresa. Isso também dependerá do networking que você fizer, o que pode ser alavancado ao conhecer novas pessoas durante a formação.Relevância dos cursos livres e das certificações
Invista em cursos livres e rápidos, como os de 30 a 40 horas, aproximadamente, caso você precise de informações de maneira imediata. Busque também certificações que possam atestar sua competência em determinado campo. Por exemplo: faça aulas de Mídias Sociais, caso você tenha começado a ter essas tarefas no seu trabalho; ou um curso de Excel, se for utilizar esse programa no seu dia a dia.Num curto prazo você terá novos conhecimentos que ajudarão na sua rotina e poderão valorizar o seu currículo. Afinal, não apenas os cursos acadêmicos, como graduações e pós-graduações, garantem o sucesso no mercado de trabalho. Tais cursos livres também podem ser uma ótima fonte de contatos.Além disso, há segmentos de carreiras que mudam constantemente e precisam de atualização contínua. O setor de tecnologia e marketing são alguns deles, oferecendo diversas certificações que devem ser renovadas periodicamente.
A atualização profissional como diferencial competitivo
Manter-se sempre informado e atualizado é um dos diferenciais competitivos entre os diversos profissionais que temos hoje no mercado de trabalho. Portanto, investir na sua atualização profissional constante será um grande passo na busca por novas conquistas, novas oportunidades e novas promoções.Aqueles que continuam estudando estão sempre vários passos à frente de qualquer outro profissional. Por isso, invista em você!

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

A CONDUTA DO GERENTE AGINDO COMO INSTRUTOR

Como Fazer Apresentações? 
Qual Deve Ser a Postura Corporal de Um Instrutor no Ato do Treinamento?
A responsabilidade do sucesso de um programa de treinamento é quase que integral do Gerente agindo como Instrutor. Ele é o encarregado e a forma de condução de cada parte tem grande influência na reação dos participantes. 
O Gerente pode induzir interesses e motivações no grupo ou pode desviar e causar tédio e, nesse caso, poderá haverá uma perda geral do interesse. Dessa forma, é total a responsabilidade do Gerente na motivação, na indução do entusiasmo e na transmissão de conhecimentos, habilidades e atitudes adequadas à sua equipe.
Sendo assim, atuando como Instrutor o Gerente deverá observar alguns conceitos para se tornar um Instrutor eficaz:
-   A Preparação Para o Treinamento: Agindo como Instrutor o Gerente deve estar completamente preparado para apresentar cada tópico e isso significa pesquisar, ler, estudar manuais, analisar plano de aula; enfim, aumentar seu próprio conhecimento. Também significa a prática, visando apresentações eficazes; a conferência de todo material a ser utilizado, além da familiaridade com os recursos visuais e a esquematização do tempo e do ritmo. Dessa forma, Instrutores de comprovada eficiência costumam afirmar que são necessárias – pelo menos – 3 (três) horas de preparação para cada hora de aula.
-   Pontualidade: Deve ser ponto de honra de cada Gerente agindo como Instrutor o rigoroso cumprimento dos horários, sejam de início, de intervalos ou de término das sessões diárias. Isto é importante não apenas para a imagem do Instrutor perante a equipe, mas para os próprios participantes. Início atrasado cria na mente dos participantes a impressão de desinteresse ou desorganização do Instrutor, impressão essa que pode gerar desinteresse da equipe. Com relação aos intervalos, sua duração deve ser de até 15 minutos cada um, após um máximo de 2 (duas) horas de aula, devidamente estipulados no programa. 

O encerramento das sessões de treinamento também deve seguir o horário determinado no programa, sendo preferível terminar dois minutos antes do que cinco minutos após. Por mais interessante que seja o assunto, uma ultrapassagem de tempo além de indicar falta de habilidade do Instrutor em planejar e controlar o tempo, também cria um clima de insatisfação e desinteresse, que podem destruir os bons resultados até então obtidos.
-   Interrupções: Cabem ao Instrutor as providências necessárias – variáveis, conforme os locais das reuniões – para a proibição total de interrupções durante as sessões de treinamento. Além de serem fatores prejudiciais à seqüência da apresentação dos temas, as interrupções quebram a linha de raciocínio do instrutor e prejudica seriamente a assimilação dos participantes.
-   Apresentação Pessoal: Sendo o alvo das atenções durante todo processo de treinamento, o Gerente atuando como Instrutor deve ter uma apresentação impecável, devendo ser condizente com a imagem da empresa que representa. Além disso, ele é analisado pelos participantes durante todo o tempo de treinamento.
-   Falar em Tom Agradável e Amigável: Um bom Instrutor jamais discursa ou fala em tom oratório. Em vez disso, usa tom de conversa mantendo a atenção pela variação ocasional da modulação (ou entonação) da sua voz e a velocidade de sua fala. Através de sua tonalidade ele transmite amabilidade e, através da palavra “você”, o Gerente conseguirá maior identificação com o grupo, transmitindo a certeza que ambos estão trabalhando juntos e obtendo a harmonia necessária.
-   O Contato Visual: Outra maneira de criar e manter uma boa atmosfera é quando o Instrutor fala olhando diretamente para os participantes. Nada pior do que um Instrutor que fala olhando para o chão, para o teto ou para as paredes. O bom contato visual é feito inicialmente quando o instrutor olha a esmo para toda a equipe e, a seguir, fixa o olhar diretamente nos olhos de cada participante, por uma fração de segundos. Há um cuidado a ser tomado para evitar-se um erro muito comum – mesmo em Instrutores experientes – que é falar olhando a maior parte do tempo para um participante em especial, pois o olhar dirigido aos olhos dos participantes, deve ser distribuído igualmente entre todos.
-   A Postura: A postura do Instrutor deve ser confortável, natural e adequada Um bom Instrutor sabe que não deve cometer determinadas posturas durante a sua apresentação, tais como: (A) Ficar curvado; (B) Falar sentado; (C) Consultar demoradamente as anotações; (D) Falar lendo; (E) Apoiar-se excessivamente na mesa. A eliminação desses aspectos negativos contribui para maior atenção da equipe. Um excesso de braços cruzados, mãos nos bolsos, perna cruzada ou sentar-se sobre a mesa são fatores prejudiciais à boa apresentação e à imagem do instrutor.

-   Gesticulação, Posição e Movimentação: Se o Instrutor quer ser compreendido ele deve ser ouvido por todos, por isso é necessário que fale de forma que todos possam ouvi-lo, principalmente levando em conta os que estão sentados ao fundo da sala. Gestos devem ser usados, quando são naturais e dosados. Gesticulação afetada, teatral ou forçada, em vez de auxiliar prejudica a apresentação. É evidente que o Instrutor não pode ficar imóvel ou inexpressivo; sua apresentação precisa ser sempre descontraída e agradável. A movimentação e a gesticulação naturais surgem como conseqüência do bom domínio do assunto, inclusive do uso adequado das ajudas visuais.
Quando a reunião é realizada em sala plana, sem tablado, o Instrutor deve ficar pelo menos a dois metros de distância dos primeiros participantes e deve dispor de mesa própria para seu material de aula. Isso facilita sua movimentação, evitando que os participantes vejam o material a ser apresentado, coisa que causa irremediáveis prejuízos à atenção e à seqüência do assunto, e, portanto, à assimilação e ao entendimento.
Copiado: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/

quarta-feira, 24 de maio de 2017

O Que É e Qual a Diferença Entre Coaching e Mentoring?

Quem estuda, trabalha ou mesmo tem interesse em se tornar um profissional de Coaching, certamente já se deparou com esta pergunta. O que é e qual a diferença entre Coaching e Mentoring? 

No começo pode até parecer que são coisas idênticas e que objetivam os mesmos pontos, todavia é possível observar diferenças claras e que impactam distintamente nos resultados práticos entre Coaching e Mentoring.
Para descobrirmos as diferenças básicas e mais aprofundadas de cada, é importante esclarecermos as definições de atuação.

Primeiramente, o Coaching é uma metodologia que maximiza resultados que transformem a vida pessoal e profissional de uma pessoa em um determinado e curto espaço de tempo. O profissional de Coaching, chamado de Coach, irá trabalhar de maneira personalizada para que seu cliente, o Coachee, alcance seus sonhos através de empenho e foco em ações direcionadas, sempre considerando as metas pessoais e profissionais de cada um.
O Coach (treinador, em inglês) é este profissional que traça um perfil e define etapas a serem seguidas pela pessoa.
O objetivo é elevar a condição atual a outro patamar, obviamente melhor, através de sessões semanais, quinzenais ou mensais onde ocorrem reuniões e são definidas tarefas para as pessoas. Com isso, são estabelecidas metas dentro de um determinado prazo e os resultados logo aparecem.
Já o Mentor é uma pessoa que aconselha profissionalmente homens e mulheres e que estão nas fases iniciais de suas respectivas carreiras.
No Mentoring o Mentor compartilha conhecimentos e experiências para que os mais jovens possam aprender e colocar em prática em suas jornadas de trabalho. É uma metodologia de exemplos, que traça paralelos do conhecimento do Mentor com a situação atual de outras pessoas.
Se por um lado o Coaching é uma das áreas que mais cresce no Brasil e o no exterior, justamente por combinar metodologias inovadoras e resultados práticos, o Mentoring está presente em apenas 11% das empresas brasileiras. Além disso, existem outras diferenças entre Coaching e Mentoring que vamos descobrir na sequência do post.


Principais diferenças entre Coaching e Mentoring.
A primeira e mais clara diferença entre Coaching e Mentoring é em relação às metodologias adotadas.

Se por um lado o Mentoring trabalha com o compartilhamento de experiências e conhecimentos técnicos de uma pessoa, o Coaching parte do princípio que todas as respostas para o crescimento pessoal e profissional dos indivíduos já existem, basta que os Coachees trabalhem corretamente e tenham o auxílio de um Coach para descobrir e colocar em prática seus objetivos.
Outra diferença entre Coaching e Mentoring que vale a pena mencionarmos é o prazo que diferencia os processos.
Dentro do Coaching, por exemplo, todo o trabalho é direcionado para que a pessoa alcance os resultados desejados em prazo definido e próximo, 10 a 12 sessões, chegando a três a três meses e meio. Já no Mentoring este tempo não é definido, pois depende da evolução da pessoa.


E na prática como funciona?

No Coaching o Coach não precisa entender do objetivo que o Coachee quer atingir.
O Coach não precisa necessariamente entender de emagrecimento para ajudar seu cliente a emagrecer, ou saber tudo de oratória para ajudar um Coachee a falar em público.
Já dentro do processo de Mentoring, o Mentor tem uma bagagem, uma vivência dentro do objetivo que seu cliente o procurou para ajudar e é essa habilidade que ele vai passar para o seu Mentorado, como chamamos o cliente de Mentoring.
Como por exemplo um exímio palestrante que tem condições de transferir o conhecimento dele para seu Mentorado tornar-se tão bom quanto ele.
Quando me perguntam se Coaching é melhor ou pior que o Mentoring, costumo responder que não existe melhor ou pior e sim qual o melhor método para o caso concreto.
Se você quer a informação direta, recheada da habilidade e da experiência de um Mentor, perfeito, se quer desenvolver suas habilidades e ir em busca de suas próprias informações o Coaching pode ser o caminho.
Mas de qualquer forma esses profissionais ajudam no desenvolvimento e realização de objetivos, metas e sonhos!
Copiado: http://viverdecoaching.com.br

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

O Que Michael Phelps Tem a Ensinar aos Empresários

Não espanta saber que Michael Phelps, o maior esportista olímpico da história, ganhou a sua 23ª medalha de ouro no parque aquático da Rio 2016. 
Não espanta saber que, se fosse um país, Michael Phelps, com 22 medalhas de ouro, três de prata e outras duas de bronze, está à frente da Argentina, que, em toda a sua história, ganhou apenas 19 medalhas de ouro, 25 de prata e 28 de bronze. 
Definitivamente, ninguém mais se espanta com os recordes desse gigante, um mito que já gravou o seu nome no Olimpo do esporte mundial. Mas qualquer pessoa que assistiu à vitória de Michael Fred Phelps II nos 200 metros borboleta se espantou ao vê-lo no pódio. Não por vislumbrá-lo no topo, uma cena tão corriqueira como o balanço das águas durante as provas, mas sim por sua reação. 
Phelps, visivelmente emocionado, ficou com os olhos marejados e mostrava-se tão feliz como se aquela fosse a sua primeira medalha. E, obviamente, ninguém está discutindo o valor de mais uma vitória. Não é menor, nem maior.
Phelps conta com uma envergadura de 2,08 metros, seus pulmões têm o dobro do tamanho dos de um homem adulto médio, a taxa de gordura de seu corpo está na casa de 5% e a sua técnica é incomparável. O que o faz diferente de todos os outros, entretanto, é a vontade irrefreável de vencer. 
Espanta, sim, ver um homem que já conquistou tudo se emocionar com mais uma medalha. Poucos trazem esse componente no DNA. A mesma obstinação e a obsessão pela vitória podem ser notadas em outras lendas do esporte como o americano Kelly Staler, 11 vezes campeão mundial de surf; o italiano Valentino Rossi, nove vezes campeão mundial de motociclismo; e o suíço Roger Federer, 17 vezes campeão de torneios do Grand Slam de tênis. 
Com milhões de dólares em suas contas bancárias, todos já poderiam ter parado, mas a sede de vitória parece aumentar ao longo do tempo. Todos, sem exceção, ainda treinam exaustivamente, competem em alto nível e buscam bater os próprios recordes.
O topo é como um vício. Phelps até tentou parar. Depois da Olimpíada de Londres, em 2012, quando atingiu 18 medalhas de ouro, anunciou a aposentadoria. Já tinha ganhado tudo o que nenhum outro atleta havia conquistado. 
Em Pequim, quatro anos antes, havia entrado para a história por levar oito ouros numa mesma Olimpíada. Nada mais parecia motivá-lo.  Parou de nadar, engordou 14 quilos, passou a se “divertir” e ganhou a “liberdade” que tanto buscava. Mergulhou na depressão, foi flagrado fumando maconha, preso por dirigir embriagado e chegou a pensar em suicídio. 
“Achei que era o meu fim”, diz Phelps no documentário “A evolução de Michael Phelps”.
A reviravolta veio depois de uma temporada de 45 dias em uma clínica de reabilitação em Phoenix, do casamento com Nicole e do nascimento de seu filho Boomer. 
A chama da vontade de competir estava novamente acesa. 
Mas o que a história do maior esportista olímpico tem a ver com o mundo dos negócios? Praticamente tudo. 
Phelps, mesmo despropositadamente, dá uma lição para qualquer CEO que comanda uma empresa. Não importa se é líder de mercado, não importa se tem um produto único, não importa se a companhia acredita que conquistou tudo. Sempre há mais para conquistar, melhorar e motivar os seus funcionários. Em tempos de crise econômica, de baixo astral nas empresas, agora é a hora da reviravolta. Como Phelps, é preciso nadar em busca dos bons resultados com obstinação. 
Por: 

quinta-feira, 5 de março de 2015

Esqueça a Lâmpada e Pilote o Avião

O voo 401 da Eastern Air Lines decolou às 21h20 do dia 29/12/1972 do Aeroporto JFK, em Nova Iorque, com destino a Miami, levando 163 passageiros e 13 tripulantes.
A aeronave (modelo Lockheed L-1011-1 Tristar) tinha apenas quatro meses de uso e era pilotada por uma equipe extremamente experiente: o comandante Robert Loft acumulava 32 anos de trabalho e 29.700 horas de voo, sendo 280 horas apenas naquele modelo de aeronave, Albert Stockstill, copiloto, possuía 5.800 horas de voo e o engenheiro de voo, Donald Repo, 15.700 horas. Também estava na cabine um especialista em manutenção da empresa, Angelo Donadeo, que pegava uma carona até Miami.
Ao se aproximar do Aeroporto Internacional de Miami o copiloto baixou o trem de pouso, mas notou que uma das três luzes verdes indicadoras do equipamento não havia acendido. O trem de pouso foi levantado e baixado diversas vezes e apenas as luzes dos conjuntos das rodas traseiras acendiam; a do dianteiro continuava apagada. O piloto abortou a aterrisagem e comunicou o problema à torre de controle, que os instruiu a subirem a 2.000 pés (610m) e a sobrevoarem os Everglades, uma região pantanosa do Estado da Flórida, até que resolvessem o problema.
Ao atingir tal altitude, o comandante ligou o piloto automático que, à época, era um dos mais modernos, capaz inclusive de pousar o avião sem intervenção humana. A partir de então todos na cabine se concentraram na lâmpada apagada.
O problema era com o trem de pouso ou com a luzinha? Ou com ambos? Cada um dos quatro tripulantes dava sua opinião e sugeria esse ou aquele procedimento. Fizeram um teste que acendeu todas as lâmpadas do painel, menos aquela. Deram leves toques sobre o painel. Com dificuldade, o copiloto conseguiu abrir o painel e retirar a lâmpada. Todos olharam a lampadinha com atenção, sopraram-na e chacoalharam-na ao pé do ouvido, e nada de saber se ela estava mesmo queimada.

Enquanto o copiloto lutava com a lâmpada, o comandante virou-se para trás e ordenou ao engenheiro que descesse ao compartimento inferior da aeronave para tentar visualizar o trem de pouso através de uma pequena janela. Ele foi, enquanto os três colegas continuavam interessados na lâmpada. Quando voltou, disse que não tinha conseguido ver coisa alguma devido à escuridão, e o especialista em manutenção perguntou se as luzes externas estavam acesas. 
Não estavam, o comandante as acendeu e mandou que o engenheiro retornasse.O copiloto tentou recolocar a lâmpada no painel e não conseguiu. Todos os presentes palpitavam ao mesmo tempo: "encaixe a lâmpada de cima para baixo; pressione de lado; encaixe e gire, da esquerda para a direita." Alguém sugeriu que se usasse um alicate, mas nada da lampadinha encaixar.
Nesse momento o copiloto percebeu que o altímetro indicava que o avião voava a baixa altitude e que continuava descendo. Não havia luar e, por estarem sobrevoando uma área desabitada, não tinham qualquer referência visual de altitude. Não houve tempo para reação e a aeronave caiu no pântano a 365 quilômetros por hora, matando 101 pessoas, incluindo o comandante, o copiloto e o engenheiro de voo.
Acidentes aéreos geralmente acontecem devido a uma série de fatores, e com o voo 401 não foi diferente.
As investigações do acidente chegaram às seguintes conclusões: a lâmpada estava mesmo queimada, mas o trem de pouso funcionava e a aeronave poderia ter sido pousada; ao virar-se em sua poltrona para falar com o engenheiro de voo, o comandante esbarrou no manche do avião, o que foi suficiente para desativar o piloto automático; o avião foi perdendo altitude lentamente sem que a equipe percebesse; um alarme de baixa altitude soou na cabine, no quadro de equipamentos que ficava ao lado do engenheiro de voo, mas o sinal passou despercebido porque ele estava no compartimento inferior e seus colegas estavam concentrados na lâmpada.
  • A principal causa do acidente, disseram os investigadores, foi falha humana: a equipe deu tanta atenção a uma lâmpada de 12 dólares que se esqueceu de pilotar o avião, e não percebeu que a aeronave perdia altitude.

Os erros cometidos no voo 401, somados aos de outros desastres aéreos, levaram os especialistas a concluir que 70% dos acidentes eram causados por erro dos pilotos. Com base nesses dados o psicólogo John Lauber, da NASA, desenvolveu técnicas de CRM ("crew resource management" ou "cockpit resource management"), que são procedimentos a serem adotados nas situações em que os erros humanos podem ter efeitos devastadores. 
O CRM aborda questões como liderança, e não admite que uma única pessoa tome todas as decisões sozinha. Segundo o protocolo, na qualidade de líder, o comandante precisa delegar responsabilidades e deve ouvir e interagir com o resto da equipe. Seus subordinados são instruídos a questionarem e a se manifestarem se não concordarem com alguma decisão.
Qualquer semelhança entre esse acidente e o mau desempenho de algumas equipes de trabalho no mundo corporativo não é mera coincidência.