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terça-feira, 24 de março de 2020

Melhore seu Currículo na Quarentena: Harvard, Sebrae, Udemy e Positivo oferecem cursos grátis

A pandemia do COVID-19 obrigou milhões de brasileiros a ficar em casa. Uma das melhores formas de aproveitar o tempo, além do home office, é fazer um curso on-line, com direito a certificado, para aumentar o conhecimento, a qualificação e melhorar o currículo. 
O ensino à distância é também uma ótima opção para continuar estudando sem sair da quarentena.
Além da FGV, que ofereceu 55 cursos grátis, a universidade de Harvard, o Sebrae, a Udemy e o Positivo também estão disponibilizando gratuitamente a sua plataforma de cursos de ensino à distância.
Harvard
Universidade de Harvard, uma referência mundial de ensino, liberou mais de 100 cursos gratuitos em sua plataforma de ensino online. São 14 áreas: Artes e Design; Negócios e Gestão; Ciência da Computação; Ciência de Dados; Desenvolvimento Educacional e Organizacional; Ciência Ambiental; Governo, Leis e Política; História; Humanidades; Matemática e Análise de Dados; Medicina e Saúde Pública; Religião e Espiritualidade; Ciência e Engenharia; Ciências Sociais.

Para realizar os cursos, é preciso somente fazer um cadastro. Primeiramente, o interessado escolhe seu curso, depois preenche os dados necessários e em seguida terá acesso para aquele curso escolhido e a futuras capacitações que venham lhe interessar.
Sistema Positivo de Ensino
A fim de motivar a continuidade do aprendizado e diminuir os impactos no calendário escolar, o Sistema Positivo de Ensino, disponibilizou, gratuitamente, aulas on-line para alunos da Educação InfantilEnsino Fundamental 1 e 2 e Ensino Médio.

Segundo o Sistema Positivo, os professores da rede também estão gravando as resoluções dos exercícios referentes aos temas abordados nas videoaulas. A disponibilização das aulas continua a cada semana, conforme a necessidade e situação das escolas no país.
O acesso às aulas pode ser feito pelo canal no Youtube da instituição.
SEBRAE
O Sebrae oferta mais de 100 cursos gratuitos em diversas áreas. Dentre eles, estão: Fluxo de Caixa para Micro Empreendedor Individual (MEI), Planejamento de Marketing – Ferramentas Práticas e Atendimento ao Cliente.Todos os cursos contam com certificado de participação. Para conferir as ofertas, basta acesso o site do Sebrae.

Udemy
Udemy, plataforma de ensino a distância, está com oferta de cursos gratuitos em diversas áreas, como Negócios, Design, Fotografia, Marketing, TI e Software, desenvolvimento pessoal, entre outras. Confira todos os cursos no site da Udemy.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Os Principais Tipos de Logística Reversa

Você já ouviu falar em logística sustentável
Sabia que existem vários tipos de logística reversa, ou seja, diversas formas de aderir a esta causa? Quando o assunto é a preservação do meio ambiente, empresa nenhuma pode ficar de fora, afinal, é compromisso de todos zelar pelo bem de nosso planeta.
A questão ambiental sempre foi de grande importância, e ganha ainda mais força com a Lei  Nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, responsável pela regulamentação da logística reversa. Esta Lei atribui responsabilidade compartilhada entre todos os envolvidos no ciclo de vida dos produtos, ou seja, fabricante, distribuidor, vendedor, consumidor, etc.
Hoje, a logística sustentável é uma das grandes tendências logísticas, fundamental para a construção de uma boa imagem para qualquer empresa que queira se destacar no mercado.
A preservação do meio ambiente e dos recursos naturais é cada vez mais importante, e as empresas precisam conhecer e aderir a essas práticas o quanto antes, de modo a garantir uma maior qualidade de vida para todos.
Pensando nisso, neste artigo vamos conhecer melhor esses conceitos, e listar os principais tipos de logística reversa, para que você possa conhecer e implementar novas ações em sua empresa, contribuindo tanto para o sucesso do seu negócio quanto para a preservação do meio ambiente.

Mas o que é logística reversa?

Antes de vermos quais sãos os principais tipos de logística reversa, vamos entender melhor a que se refere este conceito.
Por logística padrão, nos referimos ao processo de transporte, armazenamento e distribuição de matéria prima, produtos e mercadorias, que se inicia na indústria, passa por distribuidores e varejistas, até chegar ao consumidor final.
No caso da logística reversa, basta imaginar o processo contrário, quando esses produtos, por qualquer motivo, retornam a seus fabricantes, por meio de diferentes tipos de logística reversa.
No infográfico abaixo você pode ter uma visão mais clara de como funciona o Ciclo da Logística Reversa no caso das embalagens:

Qual é a importância de conhecer os diversos tipos de logística reversa?

Fazendo parte da chamada logística sustentável, os diferentes tipos de logística reversa contribuem para a preservação do meio ambiente.
Por meio dessas práticas, resíduos que antes seriam descartados de forma inadequada, poluindo rios e solos, podem retornar ao ciclo produtivo, servindo como matéria-prima para a fabricação de novos produtos, ou então, quando necessário, sendo descartados de forma ambientalmente correta.
Mas para que a logística reversa de fato funcione, um ponto fundamental é que os fabricantes criem as condições necessárias para resgatar produtos e resíduos após serem utilizados pelo consumidor final. No entanto, comerciantes, consumidores, Governo, etc. também precisam fazer suas partes, a fim de garantir uma maior eficiência desse processo.
Atitudes como esta fortalecem a imagem das empresas, pois demonstram consciência ambiental e preocupação com a preservação da natureza. Além disso, ainda é uma ótima maneira de reduzir custos, uma vez que diminui o desperdício de matérias-primas por meio do reaproveitamento e reciclagem de resíduos.
Logo, conhecer os diferentes tipos de logística reversa e adotar tais práticas no plano de gestão de sua empresa pode gerar vários benefícios para o meio-ambiente, tais como:
  • reduz o consumo e exploração de matéria-prima e recursos naturais;
  • evita desperdícios, por meio do reaproveitamento de matéria-prima;
  • reduz a incidência de descarte inadequado de produtos e resíduos no meio ambiente, reduzindo a contaminação de rios e solos;
  • reduz a poluição e diversos problemas associados à produção de gases tóxicos.

Quais são os principais tipos de logística reversa?

Após um produto ser vendido, há diferentes formas e motivos para ele voltar à sua origem, seja para ser recicladoreaproveitadorevendido ou até mesmo descartado.
Dentre o tipos de logística reversa que mais ocorrem no Brasil há basicamente dois grandes grupos que você confere a seguir.

Logística reversa de Pós-consumo

Tem por objetivo garantir que determinados produtos, após consumidos, tenham um destino adequado e sustentável. Neste caso há três caminhos:
  • Reuso – Quando o produto ainda está em condições de uso.
  • Reciclagem – Ocorre nos casos em que componentes do produto servem como matéria-prima para alimentar o ciclo de produção.
  • Desmanche – Refere-se a separação dos componentes do produto, direcionando cada parte a seu correto destino, seja reuso, reciclagem ou descarte ambientalmente adequado.
Os itens que se enquadram na logística reversa de pós-consumo são aqueles que, após serem usados, normalmente seriam descartados, mas ainda podem ser reaproveitados. Alguns exemplos são:
  • embalagens;
  • pilhas e baterias;
  • equipamentos eletrônicos;
  • pneus;
  • óleos lubrificantes;
  • lâmpadas fluorescentes;
  • agrotóxicos;
  • medicamentos;
  • dentre outros.

Logística reversa de Pós-venda

O sistema de logística reversa de pós-venda se refere a produtos com pouco ou nenhum uso que acabam retornando a cadeia de distribuição. Seu objetivo então é reinserir estes itens no mercado ou na cadeia produtiva. Há duas situações diferentes para esta categoria:
  • Varejo – Envolve produtos de devoluções em caso de arrependimento, escolha de modelo errado, defeitos, troca, etc.
  • E-commerce – Compreende produtos que, por qualquer motivo, não atenderam às expectativas de seus compradores, ou que apresentam algum defeito, problemas com a garantia, avarias, direito de arrependimento, etc.
Vale destacar que esta é uma etapa fundamental para a fidelização de clientes, uma vez que sua satisfação é um dos pontos mais importantes para que torne a comprar.

Outros tipos de logística reversa

Há casos em que produtos usados ou avariados são remanufaturados, por meio da combinação de peças novas ou reutilizadas, e retornam às prateleira para serem vendidos novamente como produtos recondicionados.
Outro tipo de logística reversa envolve as embalagens, que são produzidas de modo a serem reutilizadas diversas vezes, retornando constantemente à cadeia de suprimentos. Bons exemplos dessa categoria são garrafas retornáveis, galões de água e botijões de gás.

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

3 Dicas para Iniciar sua Transição de Carreira e Fazer o Que Você Ama

Você já pensou em abandonar o seu trabalho atual e migrar para algo que realmente ama fazer? 
Hoje eu quero compartilhar algumas coisas que aprendi na minha jornada sobre transição de carreira, e quais os pontos mais importantes para você ficar atento.
Recentemente, fiz uma pesquisa no meu site E-VOLV.ME e constatei que a segunda maior dificuldade das pessoas é o descontentamento e insatisfação profissional (cerca de 15% das respostas).
Os motivos são os mais diversos, como falta de reconhecimento, falta de oportunidade, não trabalhar com aquilo que ama, não conseguir liderar sua equipe, não conseguir delegar tarefas e querer mudar de área sem saber como.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

A Gestão do Luxo: Como compreender a sociedade do excedente

Segundo o especialista no comércio de produtos de luxo Carlos Ferreirinha, o mercado brasileiro é um dos mais promissores entre os paises emergentes, atraindo as marcas mais conhecidas do segmento, do vasto campo que vai dos cosméticos a indústria marítima, o que infelizmente, parece causar um certo desconforto para alguns que ligam a  existência do negócio do luxo a um mero símbolo de opulência. 
Por isso, neste artigo iremos analisar o desejo pelo luxo através de um raciocínio pautado em fatores mais consistentes e a Ética que deve ser agregada a ela.
Devemos compreender que o luxo “é parte integrante da própria civilização”, peça importante de um conjunto complexo de relações entre os membros das sociedades antigas que desejavam ter contato entre si através da troca, exibição ou até destruição (como forma absoluta de poder) de objetos ou bens de beleza e valor incomparáveis. 
A lógica do luxo está ligada a necessidade universal de “acúmulo e de desperdício”, uma vez que, é no dispêndio (de bens financeiros) que o diferencial é notado, que o comum se transforma em algo significativo. 
O interessante (e esta é uma característica básica do luxo), é que em sua maioria ele não terá qualquer utilidade clássica (ligada a sobrevivência) e sim um valor psicológico, que pode ser usufruído individualmente, como também apreciado pelo grupo social.
As suntuosas pirâmides egípcias, por exemplo, são simplesmente túmulos, porém sua grandiosidade ultrapassa sua finalidade meramente mortuária, elas em si, representam muito mais que um enorme gasto de bens e energia humana, motivo pelo qual, se transformaram em algo maior do que sua função primeira pretendia ser, ou seja, as pirâmides são a imagem da exuberância, para além de qualquer finalidade prática de seu uso. 
É dentro destes mesmos padrões, que o luxo se encontra. Quando o filósofo francês George Bataille (1897-1962) se debruçou sobre o assunto, concluiu que o desejo pelo luxo (o  anseio irresistível pelo supérfluo) não é somente uma característica das sociedades, mas também, o possível gerador do desenvolvimento artístico da humanidade, já que, arte e luxo sempre caminharam juntos ao longo dos séculos.

Quando o quadro “Os jogadores de Cartas” de Paul Cézanne foi vendido por 250 milhões de dólares, muitos se questionaram sobre o alto valor da arte em um mundo cheio de desigualdades sociais, porém, o que não foi devidamente compreendido é que a miséria existente em todos os continentes não diminuem o anseio coletivo por uma experiência especial. É exatamente o que nos ultrapassa, ou seja, o que cria um significado diferente do comum, que nos atrai, justamente por ser improdutivo. 
O luxo não é um vilão que se opõe a miséria, ela permanece em seu caminho linear na história humana, diferente da pobreza, que escandalosamente se agravou nas sociedades pós-industriais, impulsionado não pela ascensão dos objetos de luxo, mas pela velha e melancólica cobiça humana. Como bem disse o filósofo francês Voltaire (1694-1778) “o supérfulo é essencial”, a necessidade do supérfluo, sempre nos guiou, como um meio de suplantar o cotidiano maçante e ocultar de nosso pensamento o caminho irrevogável da morte, uma vez que o luxo (ex: diamente) nos oferta uma sensação de continuidade, de eternidade, de libertação do comum.
O luxo foi a possibilidade de exuberância que agrupamentos humanos encontraram para se diferenciarem uns dos outros das mais diversas formas: da criação de objetos preciosos a matança dos mais belos e fortes animais para uma única festa comemorativa ou simplesmente para demonstrar poder através do desperdício para seus adversários. Ainda hoje, a raridade, o exotismo, o designer (a complexibilidade da feitura e da matéria empregada) ainda direcionam o foco do desejo de todo grupo social, em suas diversas camadas. 
Dissociada da necessidade de sobrevivência, a existência do luxo, na verdade, é uma afronta a toda vida útil, e por isso mesmo seu valor redobra, pois está agregado ao símbolo que ele representa, de exclusividade, status e sucesso. 
Obviamente, quando o luxo ganha uma proporção gigantesca (se transformando em um acúmulo desordenado) ou torna-se em algo nocivo para a harmonia social de um povo (ex: os diamantes de sangue de Serra Leoa) ou ainda, ameaça a preservação do meio-ambiente, o luxo pode torna-se em algo realmente corrosivo e prejudicial, por isso, tal como outros tantos negócios, ele terá que se ajustar a um mundo que passa por uma auto-analise ética e quer reverter hábitos antigos que não nos conduziram a harmonia.

Se no mundo antigo a suntuosidade era próprio das grandes instituições (em um misto de política e religiosidade), hoje, o luxo deve ser compreendido em sua totalidade:  em sua matriz ética, histórica, psicológica, social e mercadológica de tal forma, que possa ser gerenciada com todo cuidado e delicadeza que merece, uma vez  que é o mercado que cresce 33% ao ano em paises como o Brasil. Mais que administrar um negócio, o gerenciador do luxo, tem que saber equacionar desejos.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Diferentes Formas de Voluntariados


Quem já experimentou um dos tipos de voluntariado, sabe exatamente do que trataremos nesse post: a recompensadora sensação de fazer bem ao próximo e de ajudar, de diversas maneiras, a diminuir a dor de alguém.
Mas há ainda quem pense que para se tornar voluntário, é preciso investir muito tempo — vamos combinar, um bem tão escasso em nosso dia-a-dia. E, por isso mesmo, acabam não se engajando em alguma frente.
Para esclarecer sobre o assunto, reunimos as principais formas de voluntariado (e como elas se apresentam na prática).
Certamente, você encontrará uma maneira de se tornar um voluntário agora mesmo, quer ver só?
Voluntariado presencial: é uma das maneiras mais comuns hoje em dia. Nessa modalidade, é estabelecido um termo de adesão, deixando claras as responsabilidades do voluntário, que pode ter dois vínculos:
– Contínuo: acompanhar o desenvolvimento de um grupo, contribuir em atividades educacionais ou mesmo em tarefas hospitalares (sob orientação e acompanhamento).
– Pontual: embora conserve um vínculo com a instituição, nessa modalidade a participação é esporádica, quando há convocação de mutirões de limpeza, pintura, conservação do ambiente ou qualquer tarefa, desde combinada previamente.
Voluntariado assistencialista: outra forma bem comum também é o voluntário que se engaja para atender a uma urgente demanda social e, para isso, dispõe um tempo para arrecadar alimentos, brinquedos e outros produtos para ajudar instituições beneficentes ou até comunidades.

Voluntariado em desastres naturais: quem atua nessa frente, inscreve seu nome em um banco de dados da Instituição, se dispondo a ajudar em caso de emergências. 
No Brasil, essa atuação é frequente por meio da Defesa Civil de cada estado, que mobiliza pessoas a auxiliarem em casos de situações que demandem apoio.
Voluntariado empresarial: outra frente que tem crescido bastante é a do voluntariado mobilizado pela empresa. Assim, ela reúne colaboradores para apoiar de diversas formas e dá apoio, como na logística e até viabiliza capacitações. 
Você pode localizar o departamento de Recursos Humanos da sua empresa para certificar-se se há uma mobilização desse tipo. Ou, então, propor para a organização.

Voluntário online
essa é uma forma de ajudar que não para de crescer. 
Afinal de contas, as demais demandam tempo e disponibilidade (que são recursos escassos hoje em dia). 
Mas, nem por isso, deixam de ter seu valor e engajamento. Pela internet, por exemplo, você pode fazer o apadrinhamento financeiro de crianças que vivem em comunidades em risco social. Nessa modalidade, se compromete à doação financeira mensal e pode  acompanhar o desenvolvimento do beneficiado, mesmo a distância. 
São possibilidades que só a internet pode oferecer. Ah, é bom que se diga: essa modalidade não tem a ver com o apadrinhamento afetivo.
Sabe o que é mais incrível do voluntariado online
É que você pode começar agora! 
Que tal já fazer a sua parte?

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Diagnóstico de Diabetes e como isso pode Afetar no seu Trabalho







Conhecida popularmente como a doença do excesso de açúcar no sangue, o diabetes quando não controlada aumenta o risco de problemas bastante graves que podem deixar sequelas ou até levar à morte. Abaixo elencamos alguns sintomas que são decorrentes do diabetes:

Cérebro

O diabetes aumenta o risco de AVC, ou no popular “derrame”.

Olhos

Uma das complicações do Diabetes é o aumento no risco de doença nos olhos que levam a cegueira. Doenças como Glaucoma e Catarata tem suas % de chance aumentadas consideravelmente em pessoas diabéticas.

Coração

A elevação da glicose no sangue acelera o endurecimento das artérias do coração aumentando o risco de doenças cardiovasculares. Infartos podem ser sofridos sem qualquer sintoma comum.


No trabalho

Além dos agravantes na saúde, o diabetes pode trazer alguns sintomas que influenciam diretamente na sua produtividade. Fraqueza, sede e fome constante, visão turva, vontade de urinar muitas vezes, são alguns dos sintomas que podem influenciar diretamente no seu trabalho. 
São sintomas também que podem indicar que você desenvolveu diabetes, é importantíssimo que os seus exames periódicos estejam em dia para que doenças, como o diabetes, não desenvolvam.
Para saber mais sobre o diabetes, acesse www.diabetes1.com.br ou www.diabetes2.com.br são dois sites que trazem todas as informações sobre o diabetes bem esmiuçadas e a diferença de cada tipo.


É importante ressaltar que quando o diabetes é controlado os riscos de desenvolver outras doenças, em decorrência do diabetes, caem bastante. 
Manter uma dieta saudável, praticar exercícios e manter o controle da glicose, são práticas que podem oferecer uma melhor qualidade de vida.
Há relatos de diabéticos que vivem uma vida tranquila e com boa saúde. 
O avanço na medicina e pesquisas na área do diabetes também avançam em passos largos para uma cura definitiva do diabetes, além de tratamentos diversificados que podem contribuir para o bem-estar do diabético. 

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

GOVERNANÇA CORPORATIVA: O QUE É E BENEFÍCIOS

Governança Corporativa é um conceito difundido e utilizado pelas empresas mais bem consolidadas do mercado. Suas práticas dão a elas vantagens competitivas que garantem o direcionamento estratégico do negócio em direção ao crescimento saudável.
Ela pode ser colocada em prática por organizações de todos os portes e segmentos, trazendo resultados surpreendentes tanto para os empreendedores de primeira viagem quanto para os mais “velhos de casa”.
Se você nunca ouviu falar dela, não se preocupe. Neste artigo, vamos te explicar o que é Governança Corporativa, de onde surgiu e por que é vantajoso aplicar suas práticas no seu negócio. Continue a leitura!

O que é Governança Corporativa?

De acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), a Governança Corporativa é designada como “o sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas”.
O conceito de Governança Corporativa surgiu na década de 90, nos Estados Unidos. A GC, como também é chamada, se mostrou como um contra-ataque aos abusos cometidos pelas diretorias das empresas, à ineficiência dos conselhos de administração e às omissões das auditorias externas.
Investidores e acionistas, portanto, se uniram para protestar contra os modelos de administração da época e reivindicar seus direitos. Dessa forma, a Governança Corporativa surgiu como uma forma de regular as relações entre o mundo corporativo e a sociedade e as relações das empresas, interna e externamente.
Mas o que isso quer dizer, exatamente? A Governança Corporativa pode ser resumida, desta forma, como um conjunto de boas práticas, pautadas pela ética, que guiam a diretoria de uma organização. Assim, é possível alinhar as medidas tomadas pela gestão para benefício dos acionistas, dos stakeholders e da própria empresa no mercado.

Quais são os seus pilares?

A Governança Corporativa se pauta em quatro pilares essenciais. Eles norteiam suas práticas e fazem com que elas sejam eficazes para otimizar os ambientes interno e externo da empresa. São eles:

1. Transparência

O primeiro pilar garante a existência de mecanismos que informem a todos os interessados as informações mais importantes da gestão. Essa transparência não está relacionada apenas a imposições feitas por leis ou regulamentos, mas a tudo que influencie os processos organizacionais e de tomada de decisão. Deve-se informar tudo que diz respeito a cada parte interessada, incluindo fatos positivos e negativos, para garantir confiança interna e externa.

2. Equidade

Se relaciona ao senso de justiça e igualdade. Este pilar prega um tratamento justo, que leve em consideração as particularidades dos sócios e de todas as partes interessadas (os stakeholders).

3. Prestação de contas

Este pilar se relaciona à necessidade de os agentes da governança assumirem seus atos e responsabilidades prestando contas, não apenas financeiras, do que suas ações resultam em seus respectivos papéis. Ou seja, é necessário que os agentes prestem contas, claras e concisas, relacionadas ao seus atos, omissões e consequências que estes geram, atuando com diligência e responsabilidade na execução de seus papéis.

4. Responsabilidade Corporativa

É ter uma visão responsável em relação ao futuro da organização. Este pilar envolve não somente o lucro, mas também a função social da empresa, sua contribuição para a sociedade e seu compromisso com a sustentabilidade. É importante que os agentes zelem pela viabilidade econômico-financeira e sustentabilidade da organização.

Benefícios

Como você já viu, a Governança Corporativa surgiu em um contexto de insatisfação à antiga forma de gerenciar. Portanto, seu maior benefício é “colocar ordem na casa” e delimitar regras que se apliquem a todos, fazendo com que a organização se torne mais organizada, autônoma e produtiva.
Com ela, é possível alinhar as expectativas e os desejos dos stakeholders, criando ações que beneficiem todas as partes. Ela está lado a lado da gestão para aprimorar os processos, ajudar na tomada de decisão, trazer transparência, dar mais credibilidade perante os investidores e contribuir para um desempenho econômico sustentável.
O processo de Governança Corporativa também viabiliza a convivência harmoniosa entre todos os capitais da empresa, sua gestão, a comunidade a qual ela se insere e, no caso de empresas familiares, entre a família. Ou seja, são práticas indispensáveis a todas as empresas que desejam estar constantemente evoluindo e otimizando seus processos.

Como aplicar na sua empresa?

Para facilitar a aplicação da GC nas empresas, os professores José Paschoal Rossetti e Adriana Solé desenvolveram uma metodologia denominada 8Ps. No vídeo abaixo, a autora Adriana dá uma breve explicação do seu método:
Como visto, os autores seguem o princípio de que a aplicação desse sistema deve ser feito levando 8 elementos em consideração. Continue lendo para fixar cada um deles!

1.    Propriedade

Como o capital social está sendo organizado e distribuído? Capital misto, aberto, fechado, familiar e estatal são algumas das várias possibilidades, mas cada empresa funciona de uma maneira.
A metodologia 8Ps tem como objetivo, nesta primeira etapa, medir a coesão entre os acionistas, a sucessão e a blindagem societária.

2.    Princípios

São os princípios que dão a base ética para o desenvolvimento da GC. Por isso, eles precisam ser compartilhados e aceitos interna e externamente.

3.    Propósitos

O propósito da empresa precisa estar bem consolidado e atrelado aos seus respectivos valores. Dessa forma, é possível medir o alinhamento da missão, da visão e do planejamento estratégico do negócio.

4.    Papéis

É importante entender a divisão hierárquica da empresa e como essa relação se desenvolve no dia a dia, na prática. Se essa distribuição de papéis não se torna clara, existem problemas na estrutura de poder.

5.    Poder

É aqui que se discute e analisa autoritarismo X autoridade e as atribuições de uma liderança. Para desenvolver uma boa Governança Corporativa, saber diferenciar um chefe de um líder e desenvolver habilidades para ser legitimado pela equipe é essencial.

6.    Práticas

São as práticas desenvolvidas pelos funcionários da organização. Na GC, é utilizado o Data Driven, que significa o embasamento de todas as ações e decisões da empresa em dados.
Além dele, também é utilizado o GRC: Governança, Risco e Compliance, que tem como objetivo desenvolver uma estratégia de negócios unificada, transparente e de acordo com as leis.

7.    Pessoas

O setor de Recursos Humanos da empresa é analisado para que seja possível medir seu nível de estratégia para manter a cultura organizacional saudável. É importante analisar também como é o clima organizacional e a sucessão em todos os níveis hierárquicos.

8.    Perenidade

Por último, por quanto tempo sua empresa sobreviveria se não houvesse nenhuma inovação? A perenidade diz respeito ao caminho que a diretoria deve tomar para manter o negócio sempre competitivo e inovador.