Recentemente, uma jornalista me perguntou:
"Em suas pesquisas sobre envelhecimento e felicidade, qual a mulher que melhor representa a Revolução da Bela Velhice?"
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"Em suas pesquisas sobre envelhecimento e felicidade, qual a mulher que melhor representa a Revolução da Bela Velhice?"
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- Muito prazer.
Eu sou… eu.
Responde a outra:
- Muito prazer.
Eu também sou… eu.
Vocé pode achar esse
diálogo engraçado, inimaginável ou impossível.
Mas ele pode ser bem
real.
Para quem não sabe, nossa individualidade é caracterizada por três fatores.
Dois fixos e bem
conhecidos, e outro mutável e nem tanto conhecido.
1- Impressão digital
O primeiro dos fatores
fixos.
São únicas para cada
ser, mesmo em gêmeos univitelinos. Esta característica é chamada de unicidade.
Suas papilas são
formadas durante a gestação e acompanham a pessoa até a morte, sem apresentar
mudanças significativas. Esta propriedade é conhecida como imutabilidade.
Pronto, só com isso já
dá para entender porque cada ser humano é único, indivisível, daí indivíiduo.
2 - DNA
O segundo fator fixo.
O DNA se encontra no
núcleo das células de um organismo, no interior dos cromossomos, menos nas
hemácias (glóbulos vermelhos), que não possuem núcleo.
Os segmentos de DNA que contêm a informação genética são denominados genes, o resto da sequência tem importância estrutural ou está envolvido na regulação do uso da informação genética.
Com exceção de gêmeos
univitelinos, o DNA de cada indivíduo é exclusivo, cada ser humano possui duas
formas de cada gene, uma que recebe da mãe outra que recebe do pai.
Nossas características
hereditárias são determinadas pelo DNA.
Agora fica a pergunta:
- Qual seria esse
terceiro fator?
Ele é representado
pela nossa assinatura vibracional.
O terceiro fator, o
único que é mutável e pode ser mudado de acordo com a nossa vontade.
Sabia disso?
Ela representa o
conjunto de energia que formamos com nossas emoções, pensamentos, sentimentos,
crenças, ações e palavras.
Tudo isso forma o
nosso padrão energético, que também é único, individual para cada pessoa.
Cada ser humano possui
uma assinatura vibracional, também chamada de assinatura energética.
É através dela, desse
“fluído elétrico”, que as pessoas se inflenciam mutuamente nos níveis,
intelectual, emocional e espiritual.
Esse fato explica
porque as pessoas se atraem e se repelem.
Pessoas que vibram na mesma frequência criam um relacionamento, o qual pode terminar quando uma delas muda sua frequência, sua assinatura vibracional e passa a não haver mais a mesma sintonia existente entre elas.
Quando isso acontece,
o universo começa a procurar novas pessoas, novas situações de vida, novos
aprendizados que se encontram na mesma frequência que a nossa, como que
surgissem do nada.
Certamente você já
escutou que “o Universo conspira a seu favor” mas nunca conseguiu entender o
porquê dessa frase.
Quem sabe esteja aí a
resposta.
Poderíamos falar muito
mais sobre isso. Mas hoje, ficamos por aqui.
Tomara que isso tenha
lhe ajudado a se entender melhor e saber porque você é o que é nesse momento da
sua vida.
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*Esta foto foi no aeroporto FJK Nova Yorque USA - Jô Soares e Jorge Cavalcante (JORGENCA) Em 2000.
Biografia de Jô Soares
Jô Soares (1938) foi um humorista, entrevistador, escritor,
dramaturgo, diretor teatral e artista plástico. O lado entrevistador do
humorista teve início em 1988, no programa "Jô Soares Onze e Meia",
no SBT, onde permaneceu até 1999. Entre 2000 e 2016 apresentou o "Programa
do Jô" na TV Globo.
Jô Soares nasceu no Rio de Janeiro, no dia 16 de janeiro de 1938.
Filho
do empresário paraibano Orlando Soares e da dona de casa Mercedes Leal.
Jô teve uma educação refinada, estudou no Colégio São Bento no Rio de
Janeiro e até a adolescência viveu nos Estados Unidos.
Posteriormente, Jô estudou em Lousanne, Suíça, para se preparar para a
carreira diplomática, desejo que não se concretizou, porque seu dom humorístico
o levou para outro lado.
Carreira Artística
Em 1958, Jô trabalhou na TV Rio atuando em shows de comédia e escrevendo roteiros.
Em 1959 estreou no filme “O Homem do Sputnik”, dirigido por Carlos
Manga, no gênero comédia.
Tornou-se roteirista do programa Câmera Um, da TV Tupi.
Nesse mesmo ano estreou no teatro, como o bispo, na peça “O Auto da Compadecida”.
Passou a
escrever para os programas humorísticos da TV Continental e atuava no Grande
Teatro da TV Tupi.
Durante a década de 60, fez parte da equipe da TV Record, onde atuou nos
programas humorísticos, “A Família Trapo” (1962), “Jô Show” (1965), “Praça da
Alegria” (1967), “Quadra de Azes” (1969), entre outros.
Em 1970 Jô Soares foi contratado pela Rede Globo, onde participou de
diversos programas, entre eles, “Faça Humor Não Faça Guerra” (1970),
“Satiricon” (1973), “O Planeta dos Homens” (1976) e “Viva o Gordo” (1981).
Nessa época representou personagens marcantes, entre eles:
“Francineide”, o mordomo “Gordon”, “Irmão Carmelo”, “Norminha” e “Capitão Gay”.
Criou diversos bordões, entre eles: ”tem pai que é cego”, “cala a boca,
Batista”, “a ignorância da juventude é um espanto”, “vai pra casa, Padilha”
etc.
No fim da década de 80, Jô Soares foi contratado pelo SBT, onde em 1988
estreou o programa “Viva o Gordo” e ganhou também o talk-show “Jô – Onze e
Meia”, onde permaneceu até 1999.
Em 1990, o artista deu um tempo em sua carreira de humorista e passou a se dedicar ao teatro, à música e à literatura.
Nessa época escreve o livro “O Xangô de Baker Street” (1995) e “O Homem que Matou Getúlio Vargas” (1998).
No dia 03 de abril de 2000, Jô Soares voltou para a Rede Globo, para o
programa de entrevistas chamado “O Programa do Jô”, onde entrevistou diversas
personalidades.
Em 2014, Jô Soares dirigiu a peça “Atreva-se”, que estreou no Teatro Sérgio
Cardoso, em São Paulo.
Vida Pessoal
Jô Soares foi casado com a atriz Teresa Austregésilo entre 1959 e 1979.
Em 1964 nasceu seu único filho, Rafael Soares, que era autista e faleceu em 31
de outubro de 2014.
Entre 1980 e 1983 Jô viveu com a atriz Silvia Bandeira, doze anos mais nova que ele.
Entre 1987 e 1998 viveu com a designer gráfica Flávia
Junqueira.
Jô é católico e devoto de Santa Rita de Cássia.
Além do português, Jô fala outros cinco idiomas, com diferentes níveis
de fluência: inglês, francês, italiano, espanhol e alemão.
No dia 4 de agosto de 2016, Jô Soares foi eleito para a Academia
Paulista de Letras para a cadeira n.º 33.
Faleceu em 5 de agosto de 2022, aos 84 anos, após dias internado no Hospital Sírio-Libanês para tratar de uma pneumonia.
Obras de Jô Soares
Por Dilva Frazão - Biblioteconomista e professora