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quarta-feira, 4 de março de 2020

Já Estamos na Pós-Modernidade?

A pós-modernidade é definida por muitos autores como a época das incertezas, das fragmentações, da troca de valores. É possível ser otimista na era da pós-modernidade?
Às vezes parece que o mundo esta de pernas para o ar. Ligamos a televisão deparamos com dezenas, centenas, ou até milhares informações ao mesmo tempo, e real. São canais de TV, Jornais, Internet, Smat-fone, etc. 
A violência, a corrupção, os sequestros, os crimes com requintes de crueldades ganham cada vez mais destaques. A educação recebida pelos país e das escolas, os valores como ética, moral e caráter, a religião, a solidez do casamento e da família, estão perdendo espaço para novas formas de comportamento regidas pelas leis do mercado do consumo e do espetáculo.
Vivemos em uma época de grandes turbulência e pouca solidariedade. São tempos de alta competitividade guiados e regidos pelo dinheiro e pela aparência. 
Em nome de uma ideologia, as pessoas se permitem agir passando por cima de valores morais e éticos. O que importa é ser reconhecido, ser admirados e ter acesso a infinidade de produtos e serviços e usufruir o máximo de prazer.

E para isso, tudo é valido. Age-se de acordo com o momento e com a conveniência. “Pegar o Atalho, como se diz na linguagem da informática, tornou-se uma prática comum. 
Nesse contexto, os indivíduos, não há por que esperar se sacrificar para adquirir bens e ter sucesso, se existe meios mais rápidos para conseguir o que se pretende. 
Mas, afinal, que tempos são esses em que as pessoas passam umas por cima das outras, sem qualquer constrangimento ou culpa, em busca de dinheiro e poder? Será que é possível encontrar uma luz no fim do Túnel e ter otimismo nesse cenário?”
Para muitos teóricos, filósofos e sociólogos, a época atual é marcada por fenômenos que representam um divisor de águas com a Modernidade. 
Chamada a estudada com Pós-modernidade cauterizada mudanças significativas provocadas e vividas pelo homem. Entre as mais evidentes, e que desencadearam muitas outras, pode-se apontar a globalização, unificadora das sociedades do planeta, um novo modo de cultura e as novas condições que põem em perigo a continuidade da espécie humana.

A Pós-Modernidade surgiu com a desconstrução de princípios, conceitos e sistemas construídos na modernidade, desfazendo todas as amarras da rigidez que foi imposta ao homem moderno. 
Com isso os três valores supremos, o Fim, representado por Deus, a Unidade simbolizada pelo conhecimento científico e a Verdade, como os conceitos universais e eternos, já estudados por Nitzsche no fim do século XIX, entraram em decadência acelerada na Pós-modernidade.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Arte Cinética? Você já ouviu falar?

A olimpíada Rio 2016, impressionou o mundo com a arte de ser brasileiro. Pena que acabou. Mas, sinceramente, o objetivo foi passado da maneira mais “simples”, porém muito rico de tanta beleza que naturalmente foi se agregando aos corações de cada nação.

Apresentação da Olimpíada Rio 2016
Cores, efeitos, luzes, músicas, entre outras coisas espetaculosas. E tudo da nossa identidade visual de brasileiro. Foi adorável! Seria… esplêndido, a palavra correta que pincelava a tudo que estava bem ali, próximo dos nossos olhos? Pois é! Você deve estar pensando em uma outra palavra.

Mas antes de pensar numa palavra, entenda o porquê que falei da olimpíada, se o assunto é a arte cinética. Pensou nisso!?

Digo-lhe então:

Arte Cinética
Arte Cinética, é a arte a partir de qualquer meio que contém movimento perceptível na visão do espectador ou depende de movimento para o seu efeito. E para início de exemplo, as pinturas em telas que se estendem em perspectiva do espectador da obra de arte e incorporar movimento multidimensional é uma arte cinética. Eu lembrei de uma obra de arte que eu apreciei e tive uma sensação, que os olhos intensos daquela pessoa desenhada no quadro, estavam acompanhando os meus passos, à medida que me deslocava para ver outra obra. É estranho! Mas me passou uma sensação, como se aquela pessoa queria saiOlhando num ponto de vista bem curioso, o que torna interessante é o pivô desses efeitos. As partes móveis são geralmente movidos pelo vento, um motor ou do observador. A arte cinética abrange uma grande variedade de sobreposição de técnicas e estilos. E sabendo disso, não se confunda com arte cibernética. Valeu!?
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Voltando ao passado, a “Arte cinética” é como um apelido desenvolvido a partir de um número de fontes. Ela tem as suas origens nos artistas impressionistas do século 19, como Claude
MonetEdgar Degas Édouard Manet que originalmente experimentaram acentuando o movimento de figuras humanas na lona. Esses três impressionistas pintores, procuraram criar arte que era mais realista do que seus contemporâneos. Degas dançarino e cavalo de corrida retratos são exemplos do que ele acreditava ser “realismo fotográfico”; artistas como Degas, no final do século 19 sentiu a necessidade de desafiar o movimento em direção a fotografia com, paisagens e retratos cadenciados vivos.

Até o início dos anos 1900, certos artistas cresceram cada vez mais perto atribuindo a sua arte para um movimento dinâmico. Naum Gabo, um dos dois artistas atribuídos a nomear este estilo, escreveu frequentemente sobre seu trabalho como exemplos de “ritmo cinética”. Ele sentiu que sua escultura em movimento “Kinetic Construção” (também apelidado de Ondas, 1919-1920) foi o primeiro de seu tipo no século 20. A partir dos anos 1920 até os anos 1960, o estilo da arte cinética foi remodelado por uma série de outros artistas que experimentaram com celulares e novas formas de escultura. E foi assim, garimpado que achei interessante essa história.

Anthony Howe
Como o grande Arthur Ganson, entre outros como Marcel Duchamp (1887-1968), Alexander Calder (1898-1976), Vasarely (1908), Jesus Raphael Soto (1923), Yaacov Agam (1928), Jean Tinguely (1925), Pol Bury (1922) e o nosso brasileiro Abraham Palatnik(1928), são apontados como expoentes desta linguagem.
Mas esse, atualmente, tem um destaque pelo o que apreciamos na Olimpíada Rio 2016. Seu nome é Anthony Howe.
Nascido em 1954, Salt Lake City em Utah, Anthony é um escultor cinético americano que cria esculturas impulsionadas pelo vento que se assemelham pulsantes, criaturas alienígenas e vórtices. Ele faz uso de “Desenho Assistido por Computador”, moldando os componentes de metal com um cortador de plasma, e completando o seu trabalho através da utilização de técnicas de processamento de metais tradicionais. E acha pouco!? Pois bem. A pira da Olimpíada Rio 2016, lembra!? O caldeirão e a estrutura que nos lembra o sol, passando um sentido de paz, são obras de Anthony Howe. E cá para nós. É a palavra que, com tudo que te disse, eu tenho certeza que você já sabe a melhor palavra que resume esse espetáculo. Enfim! Creio que qualquer palavra nos leva a um legado. Somos todos um.
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Pira olímpica – Rio 2016r do quadro. (Risos). Isso já aconteceu contigo?
Podemos resumir o seu conceito, como uma corrente das artes plásticas que explora efeitos visuais por meio de movimentos físicos ou ilusão de óptica. Então se você, meu jovem, domina o posicionamento de um objeto para iludir a quem aprecia a sua obra, você é um artista cinético ou escultor cinético e não um mágico! Ilusionista… talvez sim. Mas a primeira opção é a melhor. E são para poucos, esse domínio. Arthur Ganson, pode te dar uma ideia. 
Copiado: https://www.3dmalz.com/

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Gestão Empresarial com Inteligência Analítica de Negócios

A primeira década do século 21 foi uma sucessão de alertas sobre um único tema: a realidade de uma integração global. Um mundo altamente conectado trouxe à tona uma série de questões importantes: os problemas das mudanças climáticas globais, a questão da energia, as cadeias globais de suprimento de alimentos e medicamentos e as novas preocupações com segurança, que vão do roubo de identidade ao terrorismo.
O mundo continua a se tornar “menor” e “mais plano”. Mas, hoje em dia, vê-se que estar conectado não é o suficiente. Felizmente, algo mais está acontecendo e fazendo surgir um novo potencial: o planeta está se tornando mais inteligente.

Mas o que significa ser inteligente? 

Significa que a inteligência está sendo infundida em sistemas e processos que fazem o mundo trabalhar em coisas que ninguém reconheceria como um computador: carros, dispositivos, rodovias, redes elétricas, roupas, e até mesmo sistemas naturais, como agricultura e vias fluviais.
Hoje, não se trata de discutir se a tecnologia que construirá o planeta inteligente é real. O que precisamos agora é saber o que fazer a seguir. 

  • Como infundir inteligência a um sistema pelo qual nenhuma empresa ou autoridade administrativa é responsável? 
  • Como juntar todos os constituintes necessários? 
  • Como argumentar em relação ao orçamento? 
  • Por onde começar?

Se cercar de informações qualitativas é de extrema importância para tomadas de decisão inteligentes, justas, assertivas e eficientes. Toda a empresa necessita de, pelo menos, um profissional analítico que tenha total domínio de Inteligência de Negócio -Business Intelligence (BI) - , ou então, contratar uma empresa que tenha esse Know-How.

As empresas, as cidades e o mundo são sistemas realmente complexos, sistemas de sistemas que exigem novas coisas dos líderes, dos trabalhadores e dos cidadãos. A construção de um planeta inteligente exigirá uma mudança profunda em gerenciamento e governança, em direção a abordagens muito mais colaborativas. Uma demanda por mudança é uma demanda por inteligência. Líderes de empresas e instituições em toda parte têm em suas mãos a oportunidade única de transformar a maneira como o mundo funciona.

A inteligência está sendo inserida nos sistemas, nos processos e infraestruturas que permitem mercadorias serem desenvolvidas, manufaturadas, compradas e vendidas. Ou seja, na maneira como o mundo literalmente funciona. Uma inteligência que permite que serviços sejam colocados em prática, que facilita o transporte de tudo, do dinheiro e do petróleo à água e elétrons e que ajuda bilhões de pessoas a trabalhar e viver. 

Como isso é possível?

Em primeiro lugar, o mundo está se equipando. Se você puder, tente imaginar um bilhão de transistores para cada ser humano. Sensores estão sendo colocados em toda parte: em carros, eletrodomésticos, câmeras, estradas, oleodutos... Até mesmo nos medicamentos e nos animais em granjas e fazendas.

Em segundo lugar, o mundo está se tornando interconectado. Imagine um trilhão de coisas inteligentes e conectadas e as gigantescas quantidades de dados que elas vão produzir.
Em terceiro, todas essas coisas equipadas e interconectadas estão se tornando inteligentes. Elas estão sendo conectadas a novos e poderosos sistemas de apoio que podem processar todos esses dados e também alimentar métodos analíticos avançados capazes de transformar tudo em insights reais, em tempo real.

Atualmente, a capacidade computacional está sendo acrescentada a coisas que normalmente não se consideraria computadores, e qualquer pessoa, objeto, processo ou serviço de qualquer empresa – pequena ou grande – pode participar da digitalização, se conectar e se tornar “inteligente”.
Cada segmento de mercado tem seus próprios desafios. Os fabricantes precisam aperfeiçoar a cadeia de fornecimento, os varejistas precisam criar a lealdade dos clientes, os provedores de serviços de comunicações precisam minimizar a rotatividade de clientes, etc.. Obter uma visão aprofundada de cada cliente pode ser um diferencial para a empresa, pois conhecendo melhor seus clientes pode-se trabalhar para aumentar a base de clientes e, ainda reter, os clientes mais rentáveis. Para isso, é preciso conhecer melhor as necessidades do consumidor e descobrir como fidelizá-lo, aumentando a satisfação com os produtos e serviços.

Para manter-se na liderança em um mercado competitivo, as empresas precisam identificar tendências, entender seus clientes e tomar decisões bem informadas rapidamente. Com a Inteligência Analítica de Negócios, os varejistas e as organizações de bens de consumo ganham acesso a informações confiáveis e oportunas que orientam decisões melhores. Um sistema de inteligência de negócio pode aumentar a eficiência dos processos, detectar oportunidades e diminuir riscos e custos na empresa.
O conhecimento humano dobra a cada dez anos e o volume de informações novas é muito maior da década de 1970 até hoje, do que foi produzido nos 5.000 anos precedentes. Essa realidade é o ambiente competitivo em que as empresas estão inseridas. Nesse ambiente, as mudanças são constantes e a globalização vem derrubando barreiras comerciais em todo o mundo, permitindo a integração de negócios e aumentando a velocidade das transformações nos processos produtivos.
A economia mundial está migrando de uma economia industrial, em que os bens manufaturados são a principal característica, para uma economia baseada na informação e no conhecimento. Nesse novo paradigma, conhecido como economia da informação, quem detém a informação e sabe utilizá-la estrategicamente ganha em eficiência e competitividade.
Com esse novo panorama da economia mundial é fundamental, para as empresas, saber administrar as informações de forma adequada, e que elas estejam alinhadas com a estratégia do negócio. A nova economia exige das organizações a implantação de uma gestão direcionada ao mercado, à informação e ao conhecimento. Antecipar-se às mudanças tecnológicas e de mercado determina o sucesso ou o fracasso da organização. A empresa deve estar continuadamente focada na obtenção de vantagens competitivas sustentáveis.
A nova economia está criando condições favoráveis para o estabelecimento de um ambiente acelerado de criação de riqueza, cada vez mais, baseado na informação e no conhecimento.
O ambiente de tecnologia da informação (TI) está repleto de oportunidades e desafios, como diversas opções tecnológicas, redução nos custos, usuários mais exigentes e esclarecidos, e maior nível de produtividade. Porém, como “ninguém janta de graça”, a TI sofre com as mudanças rápidas e continuas, com a descrença no próprio pessoal de TI, com a compreensão limitada dos executivos e, sem dúvida nenhuma, com a crescente complexidade das aplicações.
As organizações necessitam dar uma resposta rápida e eficiente às mudanças que estão ocorrendo a cada instante. As empresas precisam ser flexíveis para reestruturar as suas atividades sem desgastes desnecessários e adaptar-se rapidamente às tensões do mercado. Nesse contexto, a utilização de tecnologias da informação tem sido de fundamental importância no sentido de conseguir vantagens competitivas sustentáveis. Hoje, as organizações possuem muitos dados, porém pouca informação, e necessitam muito rapidamente reverter esta necessidade.
O conhecimento armazenado ao longo dos anos nas bases de dados organizacionais é um bem vital para a sobrevivência de uma empresa neste mercado competitivo. Para a sua efetiva utilização como apoio ao processo decisório de uma organização, os dados precisam ser organizados de uma forma que possibilite o seu acesso rápido e de fácil entendimento. Muitos desses dados são desestruturados, muitos estão na rede, em vários formatos diferentes e o profissional de Inteligência Analítica de Negócio precisa ter a habilidade de ver sentido nesses dados, de usar sua disponibilidade para fornecer informações precisas que possam tornar a empresa competitiva de forma inteligente.
inteligência competitiva é a capacidade que se tem de, com base naquilo que já se sabe, resolver novos problemas e se tornar competitivo. É uma maneira especial de observar especialmente os concorrentes, mas, também, os clientes, o mercado, o cenário e se antecipar aos movimentos das tendências do cenário e principalmente dos seus concorrentes. O principal objetivo da inteligência competitiva é criar unicidade parando de imitar os concorrentes e fazendo o que os concorrentes não fazem.
Embora sejam muitas as decisões a tomar, os tomadores de decisão dependem das respostas de três perguntas fundamentais:
  • Como estamos fazendo?
  • Por quê estamos fazendo?
  • O que deveríamos estar fazendo?
A análise de dados é o grande assunto do momento e os gestores, líderes e tomadores de decisão estão começando a entender isso. Eles estão começando a perceber que para serem realmente competitivos, eles precisam tirar vantagens de seus dados, alavancarem esses dados e transformá-los em conhecimento. Para isso, eles estão buscando o auxílio das tecnologias de informação para compreender quais são as possibilidades. É neste momento que, utilizando o poder de análise, pode-se pegar as informações existentes, levar essas informações que estão disponíveis lá fora e ajudá-los a entender plenamente o seu potencial.
Quando se olha para uma indústria específica, o problema torna-se um pouco mais, bem específico para essa indústria. Por exemplo, em uma grande parte do setor de telecomunicações, a análise de dados é sobre o gerenciamento da movimentação, é sobre compreender os clientes e encontrar novas e interessantes maneiras de mantê-los engajados com a indústria, para impedi-los de se afastar. Se for para o varejo, é tudo sobre o produto, começando do design do produto, como ele é comercializado, até mesmo sobre o posicionamento dele na prateleira. No setor público, uma das áreas que se está aplicando a análise é no tráfego. Como prever onde o congestionamento vai acontecer e, em seguida, usar esse conhecimento, a fim de evitar que aconteça o congestionamento.
As organizações que se transformaram em negócios focados em análises estão atingindo um rendimento três vezes maior e um desempenho 12 vezes melhor do que aqueles que não usam Inteligência Analítica de Negócio. Mas, para obter esse crescimento, os clientes tem que entender o que a análise pode fazer, compreender como a análise pode ser usada em seus negócios e, ao mesmo tempo, eles têm que construir uma base sólida de dados para aplicar as análises.
Com recursos centrais que incluem elaboração de relatório, análise, dashboards, planejamento, relatórios e muito mais, as empresas conseguem entender o desempenho e tomar decisões melhores. Se os tomadores de decisão certos tiverem informações confiáveis e exatas na hora certa, poderão otimizar o desempenho dos negócios. E, com insights críticos do negócio, eles poderão melhorar a experiência do cliente, aumentar a eficácia do marketing, adquirir visibilidade do desempenho de receita e lucratividade, e administrar melhor suas cadeias de suprimentos estendidas e complexas.


Para responder a pergunta “Como estamos fazendo?”, um sistema de Inteligência de Negócioprecisa fornecer aos tomadores de decisões relatórios e dashboards com as informações de que precisam sobre o seu desempenho. Para que, a partir disso, eles possam ter visibilidade da estratégia, compreensão do papel que desempenham para assegurar o sucesso da estratégia e as métricas para avaliar seu sucesso. O relatórios e dashboards podem conter informações que possibilitem:
  • Monitorar o desempenho de vendas e margens por canal, divisão, região, depósito, linha de produção, categoria ou vendedor.
  • Administrar as vendas, margens e níveis de estoque de mercadorias em todos os canais e locais.
  • Acompanhar as metas financeiras em termos de crescimento, lucratividade, despesas-chave controláveis e retorno sobre ativos líquidos.
  • Avaliar a efetividade do marketing.
  • Avaliar as atividades da cadeia de suprimentos, desempenho do fornecedor ou cliente e operações de logística com uma série de métricas.
Consolidar os grandes volumes de dados que a organização acumula é um desafio enorme. Isso é particularmente difícil porque são muitas as ferramentas usadas para analisar os dados e colocá-los em relatórios, o que cria mais ilhas de informação.
A elaboração de relatórios e a análise de dados consolidam os dados críticos transformando-os em informações e relatórios com dados significativos. Através deles, é possível identificar tendências rapidamente e detalhá-las para descobrir as causas e problemas subjacentes.
Por meio da elaboração flexível e descomplicada de relatórios, todos recebem as informações certas da maneira certa, em todos os departamentos, locais, funções e papéis.
Para avaliar com precisão o “Por quê?”, os tomadores de decisão precisam informações que possibilitem avaliar as atividades e o desempenho operacional. Através da elaboração de relatórios e dashboards pode-se:
  • Relatar o desempenho por canal, divisão, região, depósito ou conta, categoria ou produto, a fim de maximizar os lucros.
  • Analisar os dados de transações de venda para entender a demanda, otimizar os níveis dos funcionários e melhorar a posição do estoque.
  • Entender as tendências de consumidor e mercado e reagir rapidamente com o objetivo de lançar promoções direcionadas e proporcionar uma experiência de compra mais positiva.
  • Consolidar, analisar e relatar informações da cesta de compras.
Em uma empresa, os dados devem ser verdadeiros, devem ser usados proativamente e a infraestrutura de dados deve ser capaz de mudar agilmente para refletir as mudanças do mercado e nos negócios.
A definição dos principais indicadores de desempenho, análise dos processos organizacionais, definição das estratégias, a escolha de metas e referenciais comparativos são alguns dos pontos a serem considerados na hora da customização do de um sistema de Business Intelligence (BI). Esses pontos são as bases para obter uma resposta útil variável e que realmente complemente o conhecimento, além de ampliar os resultados corporativos. Mas, o BI não basta, é preciso incorporar Inteligência Analítica ao processo de negócio.
As organizações podem aplicar a análise de dados avançada e um conjunto integrado de informações e utilizar a Inteligência Analítica para ajudar a sua organização a prever o impacto provável de ações, para melhorar o processo de tomada de decisão e enxergar aquilo que não via antes.
Os insights (percepções) únicos derivados da análise preditiva podem, por exemplo, ajudar a responder perguntas-chave para o negócio:
  • Como posso entender os padrões de venda de produtos e as preferências de compra a fim de aumentar as vendas e as margens?
  • Quais produtos têm maior probabilidade de motivar os clientes a comprar?
Isso sugere que as empresas deveriam estar bem preparadas para educar os profissionais de Tecnologia de Informação (TI) quanto ao impacto daquilo que eles fazem sobre áreas específicas de negócios. Eles precisam adotar uma visão mais estratégica do que eles fazem, caso queiram impulsionar suas organizações para a condição de empresas alimentadas por análises de dados.
Sugere também que as empresas alimentadas por dados, não apenas entendam que uma estratégia de dados eficaz pode ser uma vantagem competitiva, mas que também é uma estratégia de dados eficaz em termos tangíveis e que deve estar vinculada a KPIs (indicadores-chave de desempenho) específicos dos negócios.
Melhorias contínuas são medidas de acordo com a avaliação da integridade atual dos dados e estabelecendo uma linha de base para a qualidade de dados.
​Estabeleça e promova a atividade conjunta de TI e das áreas de negócios nos projetos. Contrate pessoas com experiência em análise de negócios para trabalhar na equipe de TI, para que a TI possa falar a linguagem da área de negócios.
Mude para um modelo em que o autoatendimento corporativo seja autorizado pela TI, o que pode garantir a adesão às políticas, habilitando ao mesmo tempo a área de negócios a agir com mais rapidez por si mesma (com segurança).
Se a sua arquitetura corporativa ainda estiver ancorada em aplicativos de negócios, considere reorientá-la para dados. Afinal, aplicativos vêm e vão. Dados perduram.
Cada vez mais e mais, é sobre como os dados são utilizados e o quanto desses dados são utilizados para ajudar nas decisões diárias.
Análises mais inteligentes estão ajudando empresas em todo o mundo a prever o futuro e agir no presente, pois daqui 15 anos não se falará mais sobre Inteligência Analítica de Negócio, será tão comum, tão normal que não será mais discutido sobre isso.
A Inteligência Analítica se trata de uma necessidade atual dos administradores, que demandam soluções inovadoras para seus processos decisórios e para a utilização otimizada de sua base de dados. Estamos na Era da Informação, e é certo que existe um potencial de incremento nos resultados operacionais, a partir da utilização dos dados de maneira mais qualificada. O tema precisa evoluir e, para isso, demandará maior debate entre os estudiosos mundiais.
Copiado: https://www.devmedia.com.br/

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

O Facebook Está Nos Deixando Burros


Um estudo da empresa de tecnologia EMC prevê que, em 2020, haverá informações suficientes para preencher seis pilhas e meia de iPads Air. Cada pilha teria 1,6 milhão de quilômetros, o equivalente a quatro vezes a distância da Terra até a Lua. 

Se todos os dados fossem divididos pelo número de pessoas no planeta, cada habitante precisaria de 318 iPhones com 32 GB de capacidade de armazenamento para guardar todos os dados.

É, sob qualquer ótica, um número astronômico. Mas informação não é conhecimento. E, apesar dessa montanha de dados, cada vez temos menos conhecimento, que defino como a capacidade de uma pessoa ler ou experimentar algo, pensar sobre o assunto e formar convicção sobre um tema, inter-relacionando diversas posições, algumas delas divergentes.
Na era do Facebook, do compartilhamento rápido de informações e da montanha de dados que passam por nossos olhos, tudo leva a crer que usaríamos isso para sermos mais sábios. Mas, infelizmente, estamos ficando menos inteligentes. Esse é um tema já tratado por diversos autores.
O jornalista americano Nicholas Carr, por exemplo, escreveu o livro “A Geração Superficial: o que a internet está fazendo com o nosso cérebro”, em que afirma que as pessoas estão ficando mais burras e que a culpa é da internet. Segundo ele, os internautas têm acesso quase ilimitado a informações na grande rede, mas perdem a capacidade de focar em apenas um assunto. 

O ativista digital americano Eli Pariser, no livro “O filtro invisível”, alerta também contra a personalização de conteúdos em sites, como Google e Facebook.

Quanto maior for o esforço para oferecer informações personalizadas a cada usuário, maior o risco de que os filtros isolem as pessoas em bolhas virtuais, sem nenhum acesso a opiniões diferentes das suas.
Bem-vindo à era dos algoritmos, códigos de software baseados em inteligência artificial que decidem o que devemos ver ou ler. 
No caso do Facebook, o seu famoso News Feed, aquele mural de notícias com as publicações de nossos amigos ou de quem seguimos, aprende com nosso comportamento e mostra conteúdos que acredita que o usuário vai gostar. O efeito disso é que quase nunca nos confrontamos com o contraditório. 

Em disputas políticas, o usuário sempre acredita que está certo. Quando se depara com uma opinião contrária, tem dificuldade de pensar, refletir, analisar e ponderar.

O que são as ondas de ódio que se espalham pela internet senão a incapacidade de se colocar no lugar do outro e avaliar seu ponto de vista?
Isso se torna mais grave ainda com a disseminação de notícias falsas, um fato cada vez mais corriqueiro. Na eleição americana, por exemplo, o Facebook e o Google foram acusados de influenciar a vitória do republicano Donald Trump (leia mais aqui).

Ao longo da campanha, histórias que acusavam Hillary de assassinato ou que revelavam que o presidente Barack Obama era mulçumano – todas mentiras, evidentemente – apareceram nas páginas de pessoas com tendência a apoiar Trump. 

O efeito bolha reforçou o que pensavam e ajudou-os a consolidar o voto. Na semana do impeachment de Dilma Rousseff no Brasil, três das cinco notícias mais compartilhadas no Facebook eram falsas, segundo levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso à Informação da USP. 

A tecnologia deveria tornar nossa vida mais fácil e simples. Mas está apenas nos deixando burros – e você não precisa concordar com isso. Afinal, a divergência é que cria a sabedoria.

Copiado: http://www.istoedinheiro.com.br/

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Geração Y Força Renovação na Gestão de Pessoas

Com nascimento entre 1980 e 1990, a geração Y chega ao mercado de trabalho e com ambições diferentes das de seus pais e avós.
Eles almejam trabalhar em empresas que compartilhem de seus valores e crenças, conforme aponta pesquisa da consultoria Deloitte.
Para atender esta nova força profissional, os Recursos Humanos, que antes era mais uma área burocrática, agora se reinventa para reter os talentos.
“O antigo ‘departamento pessoal’ era um cartório”, diz João Baptista Brandão, professor de liderança e gestão de pessoas da FGV (Fundação Getulio Vargas) em entrevista à Folha de S. Paulo. “A nova geração é questionadora, e isso passou a ser aceito. Hoje, o RH desenha o ambiente da empresa”, afirma.
O maior desafio é manter esse jovem interessado, por isso, vale desenvolver os mais criativos ambientes de trabalho, até métricas de performance que permitam uma ascensão rápida.
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Editoria de Arte/Folhapress
Exemplo disso é a multinacional do setor de bebidas Diageo. Em dias de apresentar resultados, oferece drinks do portfólio da casa em um bar que fica dentro da empresa.
“Porém, o bar está inserido num ambiente de trabalho e só opera em ocasiões especiais”, afirma o diretor de RH João Senise.
Já a norte-americana Staples, que vende materiais de escritório e papelaria, oferece doces nos encontros com o diretor de RH, Alexandre Fleury.
Segundo Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP (Associação Brasileira de Recursos Humanos), só salário não motiva mais a equipe. “Uma empresa se torna desejada por ter políticas que indicam ser possível realizar alguns sonhos ali”, explica.
Outras empresas foram além nessa reformulação.
A Just Digital, companhia de tecnologia, acabou com seu RH e cada área é responsável por sua gestão e contratação. “Os líderes vão nascendo de forma orgânica. Eles se organizam e sempre há um que se destaca”, diz o CEO Rafael Cichini.
“Isso estimula uma maior autonomia do funcionário. Para mim foi muito positivo”, diz o colaborador Daniel Santos.
Já no Grupo Votorantim, eles mantém no radar seus ex-trainees. “Fiquei muito honrado por ser cotado pela empresa após dois anos longe”, conta André Carloni, hoje gerente da área de gestão imobiliária.
Tudo isso é lindo, concorda Brandão, da FGV, mas ressalta que o mais importante de tudo é escutar os pedidos dos funcionários. “Não ter tempo para falar com a equipe é um tiro no pé”, avisa.
Para Andrea Clemente, da Whirlpool, a questão são os gêneros e a diversidade no mercado. “É preciso preparar os líderes para entender como essa representatividade pode contribuir com a empresa”, diz.
Copiado: http://inquietaria.99jobs.com/

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

4 Mitos Sobre a Computação em Nuvem Desvendados

Você já compreende que a computação em nuvem é importante para o seu negócio, mas por qual razão você ainda não colocou os dados da sua empresa para rodar em cloud?
Segundo uma pesquisa da Dell, 90% das pequenas e médias empresas brasileiras afirmam ter ou já planejam contratar algum tipo de aplicação em nuvem. Com este percentual, nosso país desponta, junto com o México, como um dos mercados com maior uso de cloud computing.
Sabemos que ainda restam diversos mistérios envolvendo a nuvem. O lado financeiro, o fator segurança, questões armazenamento ou mesmo por manter operações de missão crítica “perto dos olhos”, são alguns dos motivos principais que fazem com que os empreendedores adiem a adoção da nuvem e acabem ficando para trás. Por isso, hoje trouxemos um artigo da Microsoft – parceira de negócios da MXM Sistemas -, desmistificando alguns dos principais pontos relacionados à adoção das nuvens por empresas. Confira:

Mito 1: a capacidade computacional da nuvem é usada apenas para sites ou para guardar dados

A computação em nuvem é uma solução para isso e muito mais. Ela comporta, por exemplo, e-commerces, sistemas de gestão como ERP, CRM, notas fiscais eletrônicas, folhas de pagamento e intranet, que apresentam uma rápida variação de demanda. Todo tipo de projeto que precise ser hospedado em um ambiente muito flexível encontra nocloud computing: disponibilidade, escalabilidade, flexibilidade, velocidade e economia.

Mito 2: a computação em nuvem é muito cara para uma PME

tecnologia cloud é muito mais barata do que costumam pensar. E isso é possível porque ela permite tanto aumentar como reduzir memória, espaço de disco e processamento sempre que necessário. O e-commerce de uma pequena ou média empresa, por exemplo, que normalmente vende x% mensalmente, mas em datas sazonais, como Natal, Dias dos Pais e outras, atinge picos de vendas. Veremos claramente que a infraestrutura dessa loja virtual precisa de um gás em momentos específicos.
Mas passada as datas sazonais se esse e-commerce percebe que não necessita mais de tantos recursos, volta a funcionar com a capacidade de antes, evitando assim, o desperdício. É através do controle de custos que você consegue prever as despesas que terá no fim do mês. E para isso, o cloud computing é uma mão na roda.

Mito 3: mas será que é seguro deixar meus arquivos em algo intangível?

Ainda existe um receio de que essa tecnologia é não é tão segura e muito disso se deve ao fato de que as pessoas têm medo de perder o controle de aplicações hospedadas em ambientes fora de suas empresas. E lembre-se que, por trás da nuvem, existe um data center preparado para proteger com máxima eficiência os dados sensíveis das empresas – como um banco que guarda o seu dinheiro.

Mito 4: cloud é muito difícil e complexo

Está na hora de deixar isso pra lá! O usuário não precisa se preocupar com o gerenciamento da infraestrutura, o trabalho e a complexidade de configurar e reconfigurar seus servidores a todo momento. Isso quer dizer que a computação em nuvem é uma grande aliada para quem deseja fazer muito mais com muito menos.
Com o Microsoft Azure, você pode criar, hospedar e rodar as suas aplicações na nuvemsem se preocupar com infraestrutura, além de também poder hospedar servidores, bancos de dados e montar o seu ambiente diretamente.
Por  - blog.mxm.com.br