sábado, 25 de fevereiro de 2012

Líder: é possível apontar os erros dos colaboradores de forma eficiente


O primeiro passo é deixar claro quais as competências técnicas e teóricas que esse colaborador deve ter


As críticas, sejam elas positivas ou negativas, fazem parte de qualquer ambiente profissional. A recepção delas, por parte dos colegas, é que pode causar problemas, principalmente se elas forem negativas. Especialistas concordam que apontar simplesmente os erros pode gerar desde descontentamentos a ações judiciais por danos morais.
 Por isso, o líder deve ficar atento à forma como avalia o trabalho dos seus colaboradores. E a forma mais eficiente de fazer isso é anterior a qualquer erro que o profissional possa vir a cometer. “É preciso deixar claro quais as competências técnicas e teóricas que esse colaborador deve ter para executar o seu trabalho”, esclarece a consultora em Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Juliana Saldanha.
 Para evitar equívocos na interpretação da análise que o líder faz de um profissional, é preciso deixar bem claro os objetivos do trabalho que ele executa e qual deve ser o seu papel dentro da empresa. “Dessa forma, no momento em que você vai fazer qualquer avaliação, você exclui os aspectos subjetivos dessa análise”, afirma Juliana.
 O consultor sênior da consultoria De Bernt Entschev Human Capital, Rômulo Machado, concorda e ressalta: “O líder tem de deixar claro qual o objetivo desse profissional e o que ele espera dele”.
 Agindo da maneira correta
Para o consultor, mesmo estabelecendo as competências e habilidades que o profissional deve ter, não são raros os líderes que apontam os erros de seus colaboradores de maneira equivocada. Por isso, na hora de fazer qualquer tipo de avaliação, ele recomenda que o gestor adote o respeito como base.
“O feedback tem de estar sempre embasado em fatos. Não é só falar, é identificar o erro e suas consequências, para que o profissional reflita sobre o que fez”, afirma. “O líder precisa mostrar a ação e as consequências dela, indicando a melhor forma de estimular o profissional a melhorar”.
 Nesses casos, até o tom da voz pode gerar interpretações errôneas por parte do profissional. As palavras também devem ser escolhidas com cuidado. “Na hora de apontar o erro, o líder não pode perder a calma e nunca começar metralhando palavras – isso desestimula o profissional e o líder ainda corre o risco de sofrer uma ação por dano moral”, alerta Machado.
 A maneira mais eficiente de transmitir a avaliação negativa, para o consultor, é individualmente. Para ele, tanto o líder como o profissional devem ter em mente que nenhum deles detém o conhecimento absoluto sobre o trabalho que executam. Essa percepção, se deixada clara, gera cumplicidade e dá confiança ao profissional. 
Machado ainda reforça que uma maneira inteligente de apontar as falhas dos profissionais é perguntando o que os levou a executar a tarefa daquela forma e não de outra. “Quando o líder questiona, faz o profissional questionar também. Essa reflexão o estimula a entender o processo e a fazer seu trabalho de outra forma” 
Os dois lados
Os especialistas ouvidos são enfáticos ao dizer que o líder não deve apenas apontar erros. Elogios também são bem-vindos. “O feedback não é só negativo. Quando a pessoa acerta, ela tem de receber o feedback positivo também, como incentivo”, analisa Machado. “A avaliação engloba os erros e os acertos”, acentua Juliana. “O líder tem de buscar a melhora do desempenho do profissional. Do que adianta apontar erros, se os acertos não forem mostrados”.
Para Machado, ao contrário dos feedbacks negativos, os acertos devem ser elogiados em público. “O feedback positivo deve ser feito sempre em público porque reforça mais a autoestima dos profissionais e estimula os demais a executar melhor suas tarefas”, aponta.
 E quanto aos líderes que anunciam os erros de seus colaboradores? “Eles são ultrapassados e precisam rever os seus conceitos”, acredita Machado. Para ele, esse comportamento mais efusivo de alguns gestores pode demonstrar insegurança e até arrogância. E isso só desestimula um profissional que, se orientado da maneira correta, poderia render resultados mais consistentes para a empresa.
Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney

Pai Nosso Templário

SENHOR, perdoa-me se não rezo a oração que teu filho nos ensinou, pois julgo-me indigno de tão bela mensagem. Refleti sobre esta oração e cheguei às seguintes conclusões:

Para dizer o "PAI NOSSO", antes devo considerar todos os homens, independentemente de sua cor, raça, religião, posição social ou política, como meus irmãos, pois eles também são teus filhos; devo amar e proteger a natureza e os animais, pois se tu és meu pai, também és meu criador, e quem criou a mim, também criou a natureza.

Para dizer "QUE ESTAIS NO CÉU", devo antes fazer uma profunda análise em minha consciência, procurando lembrar-me de quantas vezes te julguei como um celestial pai, pois, na realidade, sempre vivi me preocupando com coisas materiais.

Para dizer "SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME", devo antes verificar se não cometi sacrilégios ao adorar outros deuses até acima de ti.

Para dizer "VENHA A NÓS O VOSSO REINO", devo antes examinar minha consciência e procurar saber se não digo isto apenas por egoísmo, querendo de ti tudo, sem nada dar em troca.


Para dizer "SEJA FEITA A VOSSA VONTADE", devo antes buscar meu verdadeiro Ser e deixar de ser um falso Cristão, pois a tua vontade é a união fraternal de todos os seres que criastes.

Para dizer "ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU", devo antes deixar de ser mundano e me livrar dos desenfreados prazeres, das orgias, do orgulho e do egoísmo.

Para dizer "O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE", devo antes repartir o pão que me destes com os meus irmãos mais carentes e necessitados, pois é dando que se recebe; é amando que se é amado.

Para dizer "PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO TEMOS PERDOADO A QUEM NOS TEM OFENDIDO", devo antes verificar se alguma vez tornei a estender minha mão àquele que me traiu; se alimentei àquele que me tirou o pão; se dei esperanças e acalentei àquele que me fez chorar; pois só assim terei perdoado àquele que me ofendeu.

Para dizer "E NÃO NOS DEIXAI CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL", devo antes deixar limpo o foco de meus pensamentos; amparar a mão estendida; socorrer o pedido de aflição; alimentar a boca faminta; iluminar os cegos e amparar os aleijados, ajudando a construção de um mundo melhor.

E finalmente, para dizer "AMÉM", deverei fazer tudo isso agradecendo ao meu Criador, cada segundo de minha vida, como a maior dádiva que poderia receber. No entanto Senhor, embora procure assim proceder, ainda não me julgo suficientemente forte, no intuito de tudo isto te prometer e cumprir. Perdoa-me, Senhor meu Pai, porém minha perfeição a tanto ainda não chegou.



Postado Facebbok: Anselmo Raposo

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O administrador do século XXI: quem é ele?


Nesse início de ano cabe uma reflexão. Você já parou para pensar nas mudanças que ocorreram neste início de século XXI? De torres gêmeas e crise global, de iPhone a “We Can”. Estamos vivendo uma era de transformações profundas e uma parte considerável de profissionais ainda não se deu conta disso, principalmente, gestores.
O papel de um gestor é sempre por demais atribulado – de controle de custos à criação de estratégias comerciais – um administrador é muitas vezes o último recurso. O “resolvedor de problemas” das mais diversas naturezas. Os problemas, porém, mudaram, juntamente com os tempos. Vamos tomar como exemplo o comércio. Se antes os problemas eram “como combateremos a liquidação do nosso concorrente da rua ao lado”, hoje é “como vamos concorrer com um site chinês que vende nosso produto pela metade do nosso preço de custo”, ou ainda “qual foi a taxa de conversão em vendas da loja da nossa estratégia de mídias sociais”. Perguntas que ainda não circulam tanto pelos corredores quanto deveriam.

O administrador do século XXI deve ser um profissional global que passeia entre as ciências humanas e as ciências exatas com igual maestria. Não existe mais administração local, simplesmente porque o “global” invade nossos lares e empresas a todo momento. Eu, como administrador da minha carreira e dos meus negócios, tenho refletido muito sobre as competências necessárias para esse novo papel da administração e vou listar abaixo algumas características necessárias a esse novo administrador em um século digital.

Em primeiro lugar, como disse, o administrador do século XXI deve ter uma visão global, sistêmica. Deve ser um integrador por excelência, acima de qualquer outra coisa. Deve saber lidar com grande quantidade de dados e mensurações que a internet permite – o que pressupõe um domínio de Excel, leitura de gráficos e uma boa base de estatística – e deve saber lidar com pessoas. Apesar de muitos acharem que a internet é uma rede de computadores, ela é uma rede de pessoas.
Um administrador do século XXI é um eterno estudioso. A ciência do Management está mudando em função de tendências como gestão de conhecimento em larga escala, possibilidades de co-criação de produtos, iniciativas de construção de inteligência social, ações de inovação aberta e gamificação de processos. Palavras que há apenas poucos anos não pertenciam aos vocabulários de executivos, seja de que segmento fosse.
O gestor hoje em dia deve ter em mente que a governança não é um diferencial ou uma opção. É uma exigência da tecnologia que deixa tudo forçosamente às claras. É o fim das negociatas ou falta de transparência com o mercado.
Há um movimento crescente de mudança nas práticas de consumo acompanhado de preocupações cada vez maiores com a melhora da qualidade de vida da sociedade e do indivíduo. Nesse campo temos alguns movimentos como consumo compartilhado e principalmente sustentabilidade comunitária. É lógico que ainda estamos bem longe do ideal de sociedade justa e responsável, porém, estamos caminhando a passos largos, uma vez que estamos tomando consciência de que estamos nos aproximando do ponto sem volta.
A inversão do eixo econômico, antes EUA-Europa, agora China, Brasil, Índia, Russia é algo que deve ser profundamente conhecido dos gestores. A política implementada pelo líder chinês Deng Xiaoping no final da década de 70 fez surgir um gigante global do que poucos ainda dúvidam de sua força. O eixo EUA-Europa reina, mas já não governa. Entender essas mudanças na economia mundial é essencial para tomar decisões acertadas baseadas no presente, não no passado.
Podemos tirar como conclusão desse breve artigo que as mudanças pelas quais o mundo está passando são algumas das mais significativas dos últimos séculos, só suplantada, talvez, pela revolução industrial. Em um mundo em mudanças, alguns se agarram aos velhos conceitos e naufragam diante da inovação, outros se arriscam em um mundo desconhecido, mas cheios de oportunidades. 
Cabe a você decidir em que time você estará.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Análise de Swot



A análise de Swot é uma ferramenta largamente utilizada para avaliar empresas, projetos, produtos, equipes, concorrentes e outros. Em organizações privadas utiliza-se bastante esse tipo de análise, pois permite avaliar com precisão as forças e fraquezas e ainda as oportunidades e ameaças. Deve ser aplicada por uma equipe de pessoas capacitadas, que sejam analíticas e específicas em suas previsões, que avaliem de maneira sistêmica e abrangente os fatores externos à organização e que revelem de modo verdadeiro todos os pontos fracos da empresa, de maneira que possam ser conhecidos e trabalhados por toda a equipe.

Considera-se cenário interno, as forças e as fraquezas de uma empresa, pois podem ser direcionadas e modificadas de acordo com a necessidade prevista pela própria empresa, ou melhor, é diretamente controlado internamente, pois são determinados de acordo com os planos de ação e execução da empresa. Em contrapartida, consideram-se cenário externo as oportunidades e ameaças, pois estes não são controlados e nem previstos com exatidão pelas organizações. As oportunidades e ameaças surgem como um feedback do próprio mercado. Apesar de não serem controlados pela empresa, os cenários externos devem ser fortemente conhecidos para que sejam esperados pelas empresas, para que não sejam pegas “de surpresa”. É importante conhecer detalhadamente cada parte do cenário interno e externo. Para isso:

Cenário interno:

Forças: São atividades, produtos ou serviços que são destaques na empresa. É o “carro-chefe” da organização, o que a faz conhecida e reconhecida. São considerados forças: controle de qualidade, padronização de recursos, equipamentos de última geração, funcionários qualificados, demanda de produtos ou serviços, flexibilidade em negociações, líderes compromissados, etc.

Fraquezas: Oposto das forças, tudo o que a empresa “deixa a desejar” e que deve ser melhorado. Podem ser: Custo final elevado, fragilidade no atendimento, alto grau de insatisfação em determinado produto ou serviço, alto índice de devolução de mercadorias, alto índice de mercadorias danificadas, etc.

Cenário externo:

Oportunidades: São todos os fatores que estão fora de controle da empresa que podem trazer modificações satisfatórias à mesma. São oportunidades: Valorização de um produto ou serviço, economia em alta, abertura de novos setores próximos à empresa, incentivos fiscais, alterações na legislação favoráveis à atividade exercida pela empresa, etc.

Ameaças: São todos os fatores que podem afetar a organização de maneira negativa. São ameaças: Abertura de novos concorrentes, produtos similares com o valor final mais barato, diminuição da demanda por um produto ou serviço, grande quantidade de produtos estocados, desvalorização de um produto ou serviço, instabilidades no mercado financeiro, etc.

A partir da análise, a organização consegue: reorganizar suas metas para que seus pontos fortes sejam valorizados e seus pontos fracos sejam trabalhados, aproveitar as oportunidades de maneira a melhorar o desempenho da empresa e sua atuação no mercado, trabalhar de maneira que as ameaças sejam previstas e que não prejudique fortemente sua atuação e ainda planejar novos métodos de trabalho visando sempre o crescimento organizacional.

A Análise de Swot além de identificar os pontos positivos e negativos que modificam o cenário empresarial, pode ainda estimular o trabalho em equipe fazendo com que a instituição trabalhe ainda mais em coletividade. É importante lembrar que os fatores externos podem influenciar de maneira positiva ou não todas as empresas que atuam em um mesmo segmento de produto ou serviço, sendo que assim, podem de igual maneira beneficiar-se ou não.

Por: Gabriela Cabral da Silva Dantas

Akio Morita e a Sony

Em 1947, os Laboratórios Bell anunciaram ao mundo a invenção do transistor, um componente que viria a substituir a válvula de vácuo, especialmente na linha eletrônica de consumo, como o rádio e a televisão. De acordo com Peter Drucker, todos os fabricantes americanos sabiam disso, mas não deram importância, pois imaginavam que a utilização do transistor seria consolidada somente por volta de 1970, vinte anos depois.

Na época, a Sony era praticamente desconhecida fora do Japão. Aliás, a empresa foi fundada em 1946 por Masaru Ibuka e Akio Morita com o nome de TTK (Tokyo Tshushin Kyogu) mediante um empréstimo de 530 dólares. Em 1953, Morita leu sobre o transistor nos jornais e, por conta disso, viajou para os Estados Unidos a fim de adquirir uma licença de uso dos Laboratórios Bell por apenas 25 mil dólares, uma quantia ridícula considerando o resultado proporcionado posteriormente. Essa foi a primeira grande visão de Akio Morita.

Dois anos depois, a Sony lançou o primeiro rádio transistor, o modelo TR-55, em quantidade limitada e com produção restrita ao Japão. O rádio pesava menos de um quinto dos rádios com válvulas comparáveis existentes no mercado e um custava menos de um terço do que os concorrentes. Três anos depois, a Sony dominava o mercado de rádios de baixo custo nos Estados Unidos e, cinco anos mais tarde, os japoneses dominavam o mercado mundial de rádios transistorizados.

O primeiro rádio da TTK para exportação foi o modelo TR-63, produzido em 1957. O TR-63 tinha um design genuinamente inovador e era comercializado em embalagem de presente, dentro de um estojo de couro macio, com flanela antiestática e acompanhado de um moderníssimo fone de ouvido. Era tudo o que o consumidor estrangeiro poderia desejar numa época em que mais por menos fazia muita diferença.

Em 1958, já consolidado no mercado norte-americano, Akio Morita fez com que o nome da empresa fosse mudado. Como defensor entusiasmado da globalização, Morita percebeu que o nome Tokyo Tshushin Kyogu seria um grande obstáculo para a conquista de novos mercados, portanto, precisava de algo que fosse reconhecido em qualquer lugar do mundo, de fácil pronúncia em qualquer língua. A mudança do nome para Sony foi a segunda grande visão de Morita.

A palavra Sony era uma combinação da palavra “sonus” que em latim significa som, e do termo coloquial “sonny” atribuído ao jovem americano da época. Tempos depois, quando perguntaram aos comerciantes norte-americanos, durante uma pesquisa, se eles já haviam comercializado rádios japoneses, a resposta foi um sonoro “não”. Entretanto, quando perguntados se já haviam comercializado rádios Sony, a resposta foi um inequívoco “sim”. A estratégia de Morita funcionou.

Ao longo do tempo, a Sony produziu um fluxo constante de produtos eletrônicos inovadores: na década de 1950, criou o rádio de bolso e o gravador, seu primeiro produto mais importante fabricado no Japão; na década de 1960, produziu a primeira televisão totalmente transistorizada do mundo e a primeira videocâmera.

Na década de 1980, ao tomar conhecimento de que as vendas do primeiro toca-fitas portátil haviam fracassado, Morita utilizou o fato como desculpa e mudou o nome do produto para Walkman no mundo inteiro. A partir de uma nova visão de negócio, a palavra Walkman tornou-se sinônimo de qualidade e de praticidade.

Ao lado de Masaru Ibuka, Akio Morita construiu uma das maiores empresas do mundo, famosa por seus produtos sofisticados em miniatura. Apesar de não ter inventado o transistor, os japoneses fizeram dele o impulso para projetar o país no mundo da eletrônica e o restante é história. Entretanto, a maior contribuição de Akio Morita foi demonstrar aos empreendedores que uma visão de negócio é uma virtude extremamente importante para o sucesso de qualquer empreendimento. Quando o negócio estiver claro na mente, o sucesso será apenas uma questão de tempo.

 http://www.qualidadebrasil.com.br/

Não rasgue o resultado, lute por ele

 O tumulto na apuração do resultado das escolas de samba de São Paulo deve ser analisado não como um ato isolado de um louco, diretor de uma escola de samba, que não se conformou em perder, quando a apuração chegava ao fim, um integrante invadiu a mesa onde a leitura dos votos era feita e rasgou as notas, mas sim de como as pessoas não devem se comportar quando estão levando desvantagem em alguma situação.

Devemos lembrar que a vida é uma competição e que não podemos simplesmente “rasgar” o resultado quando os “jurados” parecem estar contra nós ou não são de nosso agrado, fazemos isso num ato de desespero para tentar reverter à situação, se existe algo errado devemos questionar, falar e até gritar, mas nunca partir para a violência porque violência gera violência e consequências.

Agindo desta maneira estaremos procedendo como aquele doente que com medo de receber um exame laboratorial tenta rasgar o resultado, como se isso mudasse o resultado, a doença não existisse mais.

A violência e o vandalismo apagaram um pouco o brilho do carnaval, as agremiações que tiveram seus membros presos podem até ser que elas sejam desclassificadas, essa regra faz parte do regulamento e ao que parece vai ser aplicada para o bem dos próximos carnavais.

Se agirmos como o rapaz que rasgou os resultados para impedir que o carnaval de São Paulo tivesse uma campeã, podemos apagar o brilho da nossa vida ou até mesmo ser eliminado do convívio das pessoas.

Vamos lutar pelos resultados fazer com que cada “notas” que ganhamos das pessoas sejam acima da média e se não pudermos passar em uma dessas provas tenhamos a coragem de recomeçar, podemos até ficar chateados, o próximo campeonato pode ser amanhã e precisamos estar preparados.

Vamos refletir sobre isso!

 http://www.qualidadebrasil.com.br

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Objeto não identificado cai em Anapurus - Maranhao


Um objeto em formato esférico de cor metálica e ainda não identificado caiui na manhã desta quarta-feira (22) no município de Anapurus, próximo a Chapadinha (MA).
A queda aconteceu por volta das 6h no povoado Poços, na propriedade do senhor conhecido como “Pé de Ferro”.
Moradores ouviram um estrondo parecido com o som de um trovão antes da queda. O objeto parece um botijão de gás.
Eles estão assustados por não ter a mínima ideia de onde veio a peça.
Na queda a peça destruiu várias árvores, o que indica que ele caiu de uma grande altitude.
Entre os moradores há quem acredite que o objeto seja o pedaço de um satélite, foguete ou até mesmo de uma nave alienígena.
Em Goiás, um objeto idêntico também foi encontrado .
Postado - www.blogdodecio.com.br

Pobres Mulheres Ricas

Fala sério! Você gostaria de ser uma das celebridades participantes do programa Mulheres Ricas, exibido pela BAND, ou do BBB, exibido pela Globo? Ainda não encontrei pesquisas sobre o assunto, mas algo me diz que, se a população fosse consultada, mais de 90% não hesitaria em emitir um sonoro “sim”.
Em tempos de celebridades fabricadas da noite para o dia, há muita gente concentrada num único objetivo: tornar-se uma celebridade instantânea e carregar a vaga esperança de ficar rico num piscar de olhos. E o pior de tudo isso é que existem pais que incentivam os filhos a perseguir objetivos dessa natureza ou profissões para as quais eles não têm a mínima afinidade ou vocação.
Mulheres Ricas é um pouco diferente. O programa é uma péssima mistura de reality show com exibicionismo e pobreza de espírito, afinal, o que pode ser mais pobre do que ver e ouvir alguém que se diz rico esbanjar dinheiro em coisas tão banais quanto a existência do próprio programa?
Alguém me diz que a televisão é entretenimento, mas, perdoe a minha falta de sensibilidade com o gosto do público que aprova esse tipo de programa: o que se pode aprender com falsas celebridades ricas tentando ensinar as pessoas a gastar dinheiro inutilmente em coisas que só servem para empobrecer o espírito?
É impossível contradizer o fato de que a televisão e a própria internet democratizaram o acesso à informação em todos os cantos do mundo, exceto para algumas culturas fundamentalistas do Oriente Médio e outras mais fechadas como a chinesa.
Da mesma maneira, é impossível negar que esse excesso de democracia também facilitou a ridicularização do ser humano através da banalização do corpo, da violência gratuita e da hipocrisia disfarçada de reality show. É o ser humano no seu estado mais primitivo, o qual se rendeu ao entretenimento de baixo nível em troca de quinze minutos de fama e alguns anos de decepção.
De minha parte, talvez eu esteja ficando velho e crítico demais, não dá para entender o que se passa na cabeça das pessoas que adoram esse tipo de programa, por algumas razões básicas:
  1. não acrescentam nada ao baixo nível de cultura da população brasileira, em geral;
  2. a maioria das colocações constitui uma afronta à inteligência das pessoas que conquistaram sua riqueza através do trabalho duro;
  3. a superficialidade das ideias e o esbanjamento por si só ofende os milhares de excluídos desse país que lutam para conseguir ao menos uma refeição decente por dia.
Há muita coisa boa na televisão, entretanto, a impressão que se tem é a de que coisas boas são inúteis. Chego a pensar que o povo gosta mesmo é de sacanagem. A maioria quer ver o circo pegar fogo, como se diz na gíria. Bobagens dessa natureza são prato cheio para a mídia, caso contrário, certos programas não passariam do segundo episódio.
O que leva alguém a ser convencido de que isso é útil para o público? Não consigo imaginar outra coisa senão aquela vontade incontrolável de derrotar o concorrente, de conquistar mais pontos no IBOPE, de apresentar qualquer besteira que manipule o pobre telespectador e faça com que ele desperdice seu precioso tempo, desde que isso renda milhares de reais em anúncios.
Pós-modernidade? Sim. Oportunismo e mediocridade? Em absoluto, na sua mais pura essência. Contudo, segundo especialistas, trata-se do direito sagrado concedido ao ser humano para expor-se ao ridículo, sob pena de ser idolatrado ou execrado pelo julgamento popular.
Na prática, não deixa de ser uma escolha. Se é boa ou ruim, quem pode dizer? Apenas quem sente na pele a experiência de se expor abertamente pode testemunhar, mas o ser humano é orgulhoso por natureza. Prefere omitir a dizer que foi algo sem cabimento nem propósito.
Lições de tudo isso? Sempre existe alguma. Em Mulheres Ricas, é quase impossível. Penso que nem mesmo as protagonistas aprendem com isso. Se fosse possível extrair alguma lição de tudo isso, não diriam tanta bobagem coordenada pela produção. Mas o que importa de fato é estar em evidência na mídia.
O velho ditado ainda permanece: falem mal, mas falem de mim. Meu ego vale mais do que a minha reputação. É triste, mas é a realidade, contestável sob o ponto de vista moral e ético, porém, incontestável para o gosto popular.
Em Mulheres Ricas, as mulheres não têm culpa. Elas são apenas fruto da necessidade insaciável da mídia pelas coisas banais e da vontade incontrolável do ser humano para falar mal dos outros, de prejulgar e de preconceber valores diferentes dos seus.
Programas assim só existem porque, de certa forma, atendem ao clamor popular e correspondem à natureza humana de esconder os próprios defeitos. Sua audiência será cada vez maior, desde que não retire das pessoas a possibilidade de rir e julgar descaradamente as esquisitices alheias.
Pense nisso e seja feliz! 
Por - Jerônimo Mendes  
http://www.qualidadebrasil.com.br