quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O Ser Humano Precisa de Reconhecimento

O “Reconhecimento” é um dos fatores de sucesso mais importantes para nós mortais. 

Pouco adianta atingirmos um determinado sucesso se não formos reconhecidos, Há até aquela piada de que um sujeito vivia solitário numa ilha e salvou a Sharon Stone de um naufrágio, ficando sozinho com ela na ilha por duas semanas. 

Depois desse tempo, ele pediu a ela que se vestisse de homem e desse a volta na ilha. Encontraram-se do outro lado da ilha e ele virou-se para ela (vestida de homem) e disse: - Zé! Você não vai acreditar no que eu vou lhe contar. Estou sozinho numa ilha com a Sharon Stone! 

Estar com a Sharon Stone numa ilha, sozinho, poderia ser muito bom, mas era preciso que alguém soubesse disso, isto é que alguém “reconhecesse” aquele feito.

Da mesma forma em nossa empresa. É preciso que chefes e colegas percam o medo de elogiar, de “reconhecer méritos” nas pessoas. Temos a tendência de repetir comportamentos que nos são positivamente reforçados e o valor do reconhecimento está justamente aí. 
Quando “reconhecemos” um valor, esse valor tende a multiplicar-se tanto para a pessoa que foi alvo de nosso reconhecimento quanto para as demais pessoas. Assim, o reconhecimento é fundamentalmente importante para o sucesso pessoal e profissional de qualquer pessoa. Um “muito obrigado”, um bilhete de reconhecimento, uma carta, um cumprimento sincero valem muito e nós sabemos disso. 
Temos que perder o medo de agradecer e reconhecer nos outros pessoas que nos auxiliam e nos ajudam a obter o que queremos. Ninguém vence sozinho. Sabemos disso. E se sabemos disso deveremos também saber “reconhecer” isso com ações concretas de “reconhecimento” e gratidão.
Vejo diretores, gerentes, supervisores, pais e mães que têm medo de elogiar. Ainda existem “superiores” que acham que “chefiar” é encontrar erros, punir. Inseguros na sua chefia essas pessoas vivem a buscar alguma coisa para criticar. É preciso que nos acostumemos a pilhar nossos subordinados fazendo as coisas certas para que possamos reforçar esses comportamentos através de elogios. 
Quando uma pessoa só é cobrada pelos seus erros, vai desenvolvendo uma auto-estima baixíssima e os erros começam a se multiplicar até que a pessoa começa a acreditar não ser capaz de acertos até mesmo nas coisas mais simples.
Faz parte também do reconhecimento dar crédito a quem realmente merece. Assim, também tenho visto chefes que “furtam” idéias de seus subordinados dizendo serem aquelas idéias de sua propriedade ao invés de creditá-las ao verdadeiro autor. Um chefe que tem o hábito (sic) de furtar idéias de seus subordinados acabará ficando isolado, pois que nenhum de seus colaboradores virá com idéias novas com o medo de tê-las furtado pelo chefe. 
Por incrível que possa parecer essa é uma prática muito comum de chefes inseguros que não compreendem que sua chefia será a cada dia mais valorizada quanto mais suportada pelo seu pessoal subordinado. Há tempos atrás, um chefe precisava “bajular” seus superiores para manter-se no cargo. Hoje parece ser o oposto. 
Ele precisa ser apoiado pelos seus subordinados para manter-se. 
E esse suporte será maior quanto maior for a capacidade de um chefe em oferecer reconhecimento ao trabalho, esforço, dedicação e comprometimento de seus subordinados.
Pense nisso. Sucesso! 
Por: Luiz Marins - contato@marins.com.br

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Pedreirense João do Vale... 11 de outubro de 1934.


João Batista do Vale nasceu em Pedreiras MA em 11 de Outubro de 1934. 

Desde pequeno gostava muito de música, mas logo teve de trabalhar, para ajudar a família. Aos 13 anos foi para São Luís MA, onde participou de um grupo de bumba-meu-boi, o Linda Noite, como "amo" (pessoa que faz os versos). 

Dois anos depois, começou sua viagem para o Sul, sempre em boléias de caminhões: em Fortaleza CE, foi ajudante de caminhão; em Teófilo Otoni MG, trabalhou no garimpo; e no Rio de Janeiro RJ, onde chegou em dezembro de 1950, empregou- se como ajudante de pedreiro numa obra no bairro de Ipanema. 

Passou a frequentar programas de rádio, para conhecer os artistas e apresentar suas composições, em maioria baiões. Depois de dois meses de tentativas, teve uma música de sua autoria gravada por Zé Gonzaga, Cesário Pinto, que fez sucesso no Nordeste. 

Em 1953, Marlene lançou em disco Estrela miúda, que também teve êxito; outros cantores, como Luís Vieira e Dolores Duran, gravaram então músicas de sua autoria. Em 1964 estreou como cantor no restaurante Zicartola, onde nasceu a idéia do show Opinião, dirigido por Oduvaldo Viana Filho, Paulo Pontes e Armando Costa, que foi apresentado no teatro do mesmo nome, no Rio de Janeiro. 



Dele participou, ao lado de Zé Kéti e Nara Leão, tornando-se conhecido principalmente pelo sucesso de sua música Carcará (com José Cândido), a mais marcante do espetáculo, que lançou Maria Bethânia como cantora. Como compositor, em 1969 fez a trilha sonora de Meu nome é Lampião (Mozael Silveira). 



Depois de se afastar do meio musical por quase dez anos, lançou em 1973 Se eu tivesse o meu mundo (com Paulinho Guimarães) e em 1975 participou da remontagem do show Opinião, no Rio de Janeiro. 


Tem dezenas de músicas gravadas e algumas delas deram popularidade a muitos cantores: Peba na pimenta (com João Batista e Adelino Rivera), gravada por Ari Toledo, e Pisa na fulo (com Ernesto Pires e Silveira Júnior), baião de 1957, gravado por ele mesmo.




 Em 1982 gravou seu segundo disco, ao lado de Chico Buarque, que, no ano anterior, havia produzido o LP João do Vale convida, com participações de Nara Leão, Tom Jobim, Gonzaguinha e Zé Ramalho, entre outros. 


Em 1994, Chico Buarque voltou a reverenciar o amigo, reunindo artistas para gravar o disco João Batista do Vale, prêmio Sharp de melhor disco regional. 

Faleceu em São Luís MA no dia 06 de Dezembro de 1996, sendo sepultado em sua cidade natal, Pedreiras.




Copiado: http://joaodovale.blogspot.com.br/

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

MEDIAÇÃO NO MUNDO DOS NEGÓCIOS É A MELHOR SOLUÇÃO


Brasil aprovou, depois de mais de dez anos tramitando no congresso nacional, a Lei 13.140/15, que regulamenta a mediação como meio de pacificação de controvérsias. 

Essa é mais uma tentativa de melhorar as condições de solução de conflitos e de buscar uma redução de processos que inundam os tribunais de justiça em todo o País. 

As condições atuais fazem da justiça direito constitucional de difícil acesso e tiram do cidadão a credibilidade que o Estado precisa para se manter estável no seu atendimento. 

A mediação é um meio de solução de conflitos chamado de autocompositivo, pois seu sistema aponta para uma solução que deve ser obtida pelas próprias partes com o auxílio de um terceiro imparcial chamado de mediador. Dentro do sistema de pacificação de conflitos admitidos pelo nosso direito temos ainda como sistema autocompositivo a conciliação e a negociação, e como sistema heterocompositivo temos os processos judiciais e a arbitragem.

A heterocomposição pacifica o conflito a partir de uma decisão adjudicada por um terceiro (juiz ou árbitro) que com poder vincula as partes ao cumprimento do que foi decidido. Esse é o modelo mais conhecido e mais utilizado no Brasil, visto que a mediação não era utilizada ou incentivada até o surgimento da Resolução 125/10 do Conselho Nacional de Justiça. 

A raiz de todo conflito está na ausência de comunicação ou em uma comunicação ineficaz ou insuficiente para a boa convivência de relações sociais ou comerciais. 


  A pacificação de conflitos a partir da heterocomposição (decisão imposta por terceiro) não tem em conta o restabelecimento da comunicação entre as partes conflitantes, limitando sua atuação na eliminação do conflito com uma decisão apoiada em algum fundamento jurídico, nem sempre justo, visto que os processos demandam ritos e formalidades que, se não forem cumpridas, põem a perder direitos e desta forma deixam as pessoas com a sensação de injustiça. 


A sensação de injustiça, de acordo com Rudolf von Ihering – jurista alemão –, provoca uma cicatriz na alma e nunca mais esquecemos (se você já se sentiu assim alguma vez, agora certamente se lembrará). 

A mediação traz um poder diferente e muito maior do que a heterocomposição. A mediação, por ser uma solução produzida pelas próprias partes, traz uma solução mais ampla, visto que consegue não somente eliminar o conflito como também restabelecer a comunicação e a manutenção do relacionamento, seja este social ou comercial. 

O diálogo é conduzido por um mediador que deve se valer de técnicas próprias para que as pessoas envolvidas em um conflito descubram novos caminhos para a solução da questão. Este modelo de pacificação permitirá também um crescimento individual e coletivo, pois “temos os problemas porque precisamos das soluções” (como disse Richard Bach em “Ilusões”). 

Diante de um conflito nos sentimos sempre angustiados, estressados e às vezes impotentes, mas quando superamos o problema ficamos maiores, mais fortes, mais experientes e mais seguros. O conflito decorre das diferentes necessidades, possibilidades e interesses.


Com o diálogo e a aproximação poderemos fazer uma sociedade mais justa com a diminuição das diferenças e com o respeito às pessoas e às instituições a partir de conhecimento e da troca de experiências. 

O Brasil precisa crescer e ser forte como nação, e somente um povo responsável, maduro e ético consegue enfrentar as adversidades do dia a dia e todas as questões sociais, políticas e jurídicas que surgem em nossa vida em sociedade. 

Esta nova legislação, portanto, abre caminho para que nossa sociedade adquira uma cultura de diálogo e de paz diferente de uma sociedade de litígios e de processos. 

O caminho está aberto e agora cabe a cada um e a todos uma atitude responsável na solução dos problemas que surgem em razão de nossas relações sociais.

"Com o diálogo e a aproximação poderemos fazer uma sociedade mais justa"

Copiado: http://revistagestaoenegocios.uol.com.br/

terça-feira, 4 de outubro de 2016

6 Motivos Para Acordar às 6 da Manhã


Dizem por aí que ’Deus ajuda quem cedo madruga’. 
O blogueiro Eghosa Aihie acordou às 6:00h da manhã nos últimos dois anos e concluiu que esse hábito mudou a vida dele. 
Colocamos abaixo 6 razões que, segundo o autor, vão te motivar a acordar mais cedo. Conexão Sorriso te desafia a fazer o mesmo. Nós já fazemos isso e nos sentimos muito bem.

1. Você terá tempo para pensar no que quer.

Muitas pessoas não alcançam seus objetivos apenas porque não estão suficientemente focadas. Se você não começa o seu dia pensando no que deve realizar durante as próximas horas, é muito provável que você não consiga terminar tudo que havia planejado. Como sabemos, o cérebro da maioria das pessoas funciona melhor durante a manhã, por isso, é recomendável usar este período para o controle da mente, e não das emoções.

2. Você terá tempo para planejar o seu dia.

Os que madrugam têm a possibilidade de planejar o dia com tempo, antes mesmo de começar qualquer atividade. Quanto mais cedo você concluir a programação do dia, melhor a forma como você vai usar o seu tempo, e mais eficaz e produtivo você será.
Planejar todo um dia na noite anterior não é uma boa ideia, já que o cérebro está cansado e quer apenas descansar. O mesmo acontece quando você vai ao supermercado com fome. No final você acaba comprando mais do que o necessário. Por isso, da mesma forma que é melhor você comer e depois ir às compras, também é melhor descansar durante a noite para depois planejar o próximo dia.
3. É a hora perfeita para fazer exercícios.

Quem foi que disse ’Assim que você acordar, deve ir correndo para o escritório?’ Muitas pessoas reclamam que não têm tempo para o ócio, para a família ou para ir na academia.
Se você acordar duas horas antes do começo do expediente, terá tempo para ir à academia, por exemplo. Ao fazer exercício de manhã, o seu corpo fica cheio de endorfina (hormônios liberados quando o corpo faz exercício e que geram uma sensação de alegria e euforia). A carga de endorfina pode ser suficiente para que você se sinta cheio de energia e alerta durante todo o dia no trabalho.
4. Você vai saber o que é tomar café da manhã.

Durante toda a sua vida você ouviu que o café da manhã é a refeição mais importante do dia. E é verdade. Se você acorda algumas horas antes de ir para o trabalho, tem tempo para tomar um bom café da manhã, correto e sem pressa.
Uma pesquisa da escola de Saúde Pública John Hopkins Bloomberg, nos Estados Unidos, mostrou que tomar o café da manhã corretamente traz um efeito altamente positivo para a saúde. Assim como o seu carro precisa de gasolina para andar, o seu corpo precisa de alimento para funcionar de forma adequada, ainda mais de manhã.
5. Muitas pessoa de sucesso fazem isso.
Em uma entrevista ao New York Magazine, Jack Dorsey, fundador do Twitter, revelou que o dia dele começa às 5:30h da manhã. Dorsey usa a manhã para realizar atividades como meditação e corrida.
Richard Branson, fundador do Grupo Virgin, é um fanático por acordar cedo. Em uma entrevista ao Business Insider ele mencionou que acorda mais ou menos às 5:45h para fazer exercícios e para tomar o café da manhã, antes de dedicar tempo aos negócios.

6. Você estará na frente do outros.

O costume de acordar cedo, segundo várias pesquisas, pode ajudar na descoberta do seu potencial criativo. Além disso, ele desenvolve segurança em você mesmo, já que você está pronto para começar o dia quando todo mundo ainda não abriu os olhos.
O blogueiro Eghosa Aihie conta que aprendeu a resolver os problemas mais chatos no trabalho antes das 8:00h da manhã. Esse hábito traz mais energia para o resto do dia e faz com que sinta o prazer do dever cumprido durante mais tempo. Resolver os problemas mais difíceis ou mais chatos pela manhã diminui o nível de estresse e ansiedade.
Além disso, se você consegue levantar duas horas e meia antes do normal, ganha 150 minutos de lucidez ao dia, ou 17 horas e meia por semana, mais de 70 horas ao mês e 840 horas ao ano. A decisão (e o despertador) estão em suas mãos.
 Fonte: lifter - Tradução e Adaptação: Incrível.club -  http://www.conexaosorriso.com.br/

domingo, 2 de outubro de 2016

Administradores e Tecnólogos Maranhenses - VOTE CHAPA 1 CRA MA e CFA

Administradores e Tecnólogos Maranhenses,


Antes de votar, no dia 18/10, para escolher 1/3 dos Conselheiros Regionais (efetivos e suplentes) e seu representante junto ao Conselho Federal (efetivo e suplente), analise a história e perfil de cada componente da chapa. 

Todos os componentes da Chapa 1, seja efetivo ou suplente, são engajados e comprometidos. Juntos, trabalhando em equipe, daremos grande contribuição ao Conselho. 

Nossos valores éticos levarão a nossa profissão muito, mas muito mais longe.
Saiba mais sobre cada um de nós acessando:







  • NOSSOS COMPROMISSOS:







  • ADMINISTRADORES PARA O CRA MA -  CONSELHEIROS REGIONAL









  • ADMINISTRADORES PARA O CRA MA - CONSELHEIROS  FEDERAL






Queremos continuar proporcionando melhorias para a nossa profissão, no dia 18 de outubro, vote Chapa 1 para CFA e CRA-MA!













sexta-feira, 30 de setembro de 2016

A Ética na Administração


A ação ética deveria estar presente em todas as atitudes dos seres racionais, em especial para nós administradores que trabalhamos a favor do planejamento, da organização, da direção e do controle, haja vista que o gestor possui a árdua missão de alcançar os objetivos previamente definidos, com a máxima celeridade, solucionando no menor tempo possível os gargalos que possam aparecer no decorrer de suas atribuições. 
E o que fazer quando o gestor sabe o conceito, porém não o coloca em prática? Será que para o administrador o mais importante é cumprir suas metas? Ou a culpa está nos valores morais?
A palavra ética provém de origem grega “etho” que denota o caráter, a personalidade do indivíduo em seu ciclo de vida.  Ela propicia a reunião dos valores morais e princípios que norteiam a conduta do ser em sua sociedade. Apresenta sua sustentação nos valores culturais e históricos. Não se deve confundir ética com moral.
O vocábulo moral tem origem no termo latino “morales” que relaciona a atinência aos costumes locais. Logo a ética é um raciocínio crítico sobre o ato moral. Segundo Marinoff: “A ética refere-se à teoria ou sistema que descreve o que é o bem e, em extensão, o que é mal [...]. A moral refere-se às normas que nos dizem o que fazer ou não fazer”. (2001, p.223).
Vivemos na era marcada pela globalização, pelo sistema capitalista e pelo ato individualista em prol do melhor. E no decorrer dessa disputa onde fica a ética profissional? Cada sociedade e cada grupo possuem seus próprios códigos de ética. 
Ser ético na profissão é colocar em prática as normas éticas que compõem a consciência do profissional e representam imperativos de sua conduta baseado na moral. Assim como é de suma importância colocar em prática ética no ambiente de trabalho, na qual se fundamenta nos valores organizacionais ajudando os colaboradores ao alcançarem a eficácia por meio da obediência à legislação, assim como, aos valores e diretrizes da organização que utilizam o código de conduta.
Na administração é observado o código de conduta desde a Teoria Clássica que veio se aperfeiçoando em especial na Teoria Burocrática e reformulada na administração contemporânea que é considerada uma ferramenta que serve para orientar as relações internas e externas; e disciplinar seus colaboradores independentemente das suas atribuições e responsabilidades. 
O ato de administrar é uma tarefa cíclica repleta de gargalos que cabem ao administrador suprir as falhas proporcionando um bom feedback entre os colaboradores e o eficiente atendimento das necessidades que o mercado exige.
Ao falarmos em ética no trabalho vem logo em nossa mente a ética na gestão pública representada pela adulteração, corrupção, extorsão, desleixo, etc, porém temos que fixar um padrão do que é certo, lembrando que acima de tudo é imprescindível que esse padrão seja ético, e em seguida julgar as ações dos servidores que atuam na gestão pública.
Lembro que iniciamos 2014 com a lei anticorrupção, porém houve comentários, esses não confirmados legalmente que havia falhas na lei e que o cerne que estava trabalhando na elaboração da referida encontrava-se bem aquém da ética profissional, assim como escutamos deslizes na atuação de alguns componentes que faziam parte da Comissão de Ética Pública que tinham a função de apurar as barbáries na gestão pública. Porém nem tudo está perdido. Administração Pública vem implementando políticas públicas com enfoque em uma gestão mais austera, com revisão de métodos e estruturas burocráticas de governabilidade.
Os gestores carregam a probabilidade de estarem sempre aptos a serem analisados, pois estende além da imagem profissional, a representatividade da organização para qual trabalham. Ratificando assim, sua obrigação junto a moral e o bom profissionalismo em sustentar uma boa relação com todos os que ajudam no crescimento organizacional, servido assim, como modelo para todos que compõem a organização. Devido tanto desconforto os gestores estão tentando praticar políticas com enfoque em uma gestão mais rígida e transparente, onde se primem pelos princípios éticos e morais.
Por Gleyson Martins Magalhães Reymão - http://www.cfa.org.br/

PREFEITO: SUAS ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS

O prefeito é o chefe do poder executivo em sua esfera municipal, sendo o responsável por administrar os interesses da cidade em conjunto com a Câmara Municipal dos vereadores. No Brasil, o prefeito é eleito a cada quatro anos, podendo ser reeleito mais uma vez em sequência ou por mais vezes em mandatos não consecutivos.
Como liderança municipal, o prefeito possui várias atribuições, dentre as quais, podemos enumerar:
a) administrar os impostos recolhidos, bem como os orçamentos recebidos das esferas estadual e federal para aplicá-los em melhorias nas cidades;
b) tomar medidas para melhor zelar pela limpeza da cidade, além de atender as demandas das áreas da educação, da saúde, do transporte, da cultura e outros;
c) atuar nas áreas burocráticas administrativas e executivas referentes ao âmbito das cidades;
d) reivindicar junto às esferas públicas e privadas o recebimento de benefícios para o município, além de convênios e outras ações que visem à execução de serviços e à captação e destino de recursos;
e) apresentar projetos de lei à Câmara Municipal, além de promulgar, sancionar ou vetar leis que já tenham passado por votação entre os vereadores. Caso uma decisão legislativa seja inconstitucional, é dever do prefeito vetar o artigo em questão;
f) representar o município de forma legal;
g) ouvir e atender a comunidade, no sentido de atender as suas necessidades.
É claro que o prefeito não atua sozinho. Junto a ele, há o vice-prefeito e uma série de funcionários que atuam tanto no gabinete quanto nas secretarias municipais. 
Os secretários que ocupam essas vagas são escolhidos pelo mandato do próprio prefeito e, geralmente, vinculam-se aos partidos que apoiaram a candidatura durante as eleições.
São, portanto, os secretários municipais que executam boa parte das ações requeridas pela prefeitura, ações essas que devem sempre estar sob a coordenação do próprio prefeito. 
Por exemplo: o secretário de educação deve preocupar-se com os salários dos professores da rede municipal e demais profissionais, além do número e condições das escolas e creches e todos os elementos relacionados com a esfera educacional da cidade.
Caso o prefeito esteja fora ou o mesmo renuncie, quem governa a cidade é o vice-prefeito, que é eleito na mesma chapa. 
Caso o vice-prefeito também não possa exercer suas funções, o comando do prefeito passa para o chefe da Câmara Municipal, que é sempre um vereador que ocupa esse cargo por decisão de seus pares em votação.
 Relembre as atribuições que cabem ao prefeito executar:
  •   Desenvolver as funções sociais da cidade e garantir o bem estar dos seus habitantes.

  •    Organizar os serviços públicos de interesse local.

  •    Proteger o patrimônio histórico-cultural do município.

  •    Garantir o transporte público e a organização do trânsito.

  •    Atender à comunidade, ouvindo suas reivindicações e anseios.

  •   Pavimentar ruas, preservar e construir espaços públicos, como praças e parques.

  •    Promover o desenvolvimento urbano e o ordenamento territorial.

  •    Buscar convênios, benefícios e auxílios para o município que representa.

  •    Apresentar projetos de lei à câmara municipal, além de sancionar ou vetar.

  •    Intermediar politicamente com outras esferas do poder, sempre com intuito de beneficiar a população local.

  •     Zelar pelo meio ambiente, pela limpeza da cidade e pelo saneamento básico.

  •    Implementar e manter, em boas condições de funcionamento, postos de saúde, escolas e creches municipais, além de assumir o transporte escolar das crianças.

  •     Arrecadar, administrar e aplicar os impostos municipais da melhor forma.

  •   Planejar, comandar, coordenar, controlar, entre outras atividades relacionadas ao cargo.
COPIADO: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Conflito de Gerações no Trabalho


Quatro gerações muito diferentes convivem, atualmente, no mundo corporativo, o que pode ser um prato cheio para os problemas. 

Veteranos (nascidos antes de 1946), baby boomers (1946-1964), Geração X (1965-1979) e Geração Y ou millennials (1980-2000) cresceram em épocas diferentes, têm conjuntos de valores abrangentes e estilos de comunicação muitas vezes conflitantes. 

Será que por isso não conseguem trabalhar juntos? A americana Dana Brownlee, coach corporativa e presidente da empresa de desenvolvimento profissional Professionalism Matters, em entrevista à Forbes, apresentou dez dicas que podem facilitar a comunicação entre as diferentes gerações no trabalho. Confira:

  • Combinar formalidade e informalidade com a cultura da empresa — Anos atrás, os locais de trabalho eram muito mais formais do que hoje em dia, diz Dana Brownlee. No entanto, a formalidade da velha escola e a informalidade da nova geração podem causar choques culturais. As gerações mais velhas muitas vezes acham que os jovens ultrapassam o limite, escrevendo e-mails para clientes e colegas de trabalho como se estivessem trocando mensagens de textos de seus celulares ou nas redes sociais, sem se preocupar em verificar a gramática e a ortografia. Segundo a coach, todos os funcionários deveriam reproduzir o grau de formalidade da cultura da empresa em suas comunicações. E, mais importante, ela recomenda que os gestores deixem bem claro quais são as regras a serem seguidas neste sentido.
  • Utilize vários meios de comunicação — Enquanto profissionais veteranos e os baby boomers tendem a preferir falar cara a cara ou por telefone, os representantes das gerações X e Y são mais ligados aos meios de comunicação mais tecnológicos, como e-mails, mensagens instantâneas ou de texto, diz Dana. Se restringir a apenas um meio pode afastar alguém que tenha uma abordagem diferente. Por isso, diz ela, adapte-se a cada meio de comunicação e procure saber como o outro prefere se comunicar. Isso proporciona um equilíbrio melhor.
  • Individualize sua abordagem — “A melhor maneira de se comunicar através das gerações é individualizar a sua abordagem e descobrir o que funciona com cada pessoa”, diz a coach. Ao invés de assumir que o seu jeito é o certo ou seguir estereótipos por idade, procure ter uma ideia de como as outras pessoas preferem se comunicar. Alguém para com frequência na sua mesa para conversar pessoalmente? Ou manda e-mails ao invés de retornar seu telefonema? Entenda o modo de comunicação preferido de cada um e procure se adaptar. Se não tiver certeza, pergunte.
  • Entenda as diferenças de valores — Valores fundamentais podem variar muito ao longo de gerações. Veteranos e baby boomers vivem em função do trabalho e sentem que precisam fazer o que for necessário para cumprir suas tarefas. Por outro lado, as gerações X e Y são mais propensas a buscar o equilíbrio entre o trabalho e os seus valores pessoais e estilo de vida. Assim, as gerações mais velhas geralmente veem os mais jovens como desleais, desinteressados e que não têm uma forte ética de trabalho. Já os jovens sentem que precisam cuidar de seus próprios interesses e estão menos dispostos a sacrificar suas vidas em prol da empresa. Compreender os diferentes conjuntos de valores pode ajudar que cada geração entenda melhor a outra, diz Brownlee.
  • Saiba como motivar cada geração — Enquanto as gerações mais velhas tendem a ser motivadas pelo trabalho em si, os jovens muitas vezes procuram mais orientação, feedback e reconhecimento, diz Dana. Isso pode causar um mal-entendido crucial. Os trabalhadores mais velhos prensam que o grupo mais jovem é “carente” ou “dependente”', enquanto os trabalhadores mais jovens podem sentir-se “no escuro” ou desvalorizados. “A solução está em ambos os lados”, diz ela, acrescentando que os líderes precisam perceber o quão importante é esse reconhecimento, enquanto que as gerações mais jovens devem perceber que não vão ficar recebendo elogios a todo instante.
  • Esteja disposto a aprender — Segundo a coach, as gerações mais velhas estão mais propensas a conectar-se e adaptar-se por estarem mais dispostas a aprender. “A maioria das pessoas tende a fugir do desconhecido. Em vez disso, abrace-o”, afirma. Ela aconselha que esses profissionais se conectem a uma rede social ou façam aulas de programação para ganhar mais contexto, ampliar sua visão e obter mais confiança em ferramentas nas quais não está familiarizado.
  • Esteja disposto a ensinar — Cada geração pode aprender com o outra. Estenda a mão e ofereça ajuda. Os trabalhadores mais velhos podem compartilhar seu conhecimento e experiência no negócio. Os mais jovens, por sua vez, podem ensinar sobre cultura pop ou as novas tendências tecnológicas, por exemplo. É uma forma de aumentar o convívio e o respeito entre gerações.
  • Reconheça as diferenças — “A tendência natural quando você se reúne com pessoas de diferentes gerações ao mesmo tempo é não falar sobre as diferenças”, diz Dana Brownlee. No entanto, evitar o assunto só fortalece a barreira entre gerações. A coach incentiva os trabalhadores a falar sobre as diferenças e discuti-las abertamente.
  • Não leve para o lado pessoal — Ao invés de ficar excessivamente frustrado ou tomar as falhas de comunicação como um sinal de desrespeito, Brownlee aconselha que o profissional tenha em perspectiva os desafios de comunicação. Insista e tente se fazer ouvir.
  • Seja nítido, claro e conciso — Faça uma ‘edição’ daquilo que vai falar. Inclua detalhes do que quer, mas procure manter o discurso curto. Foque no ponto mais importante logo no início da conversa.

Copiado: http://oglobo.globo.com/economia/emprego/conflito-de-geracoes-no-trabalho