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quinta-feira, 14 de março de 2024

COMUNICAÇÃO não é o que Você Diz, é o que os Outros Entendem


A comunicação ficou ainda mais comum e mais difícil digitalmente, e considerando que voltamos à era dos hieróglifos, através da utilização dos emojis 😳, fica a pergunta, podemos usar na vida profissional?🤔

Segundo o consórcio Unicode, 92% da população utiliza emojis, e anunciaram uma lista com 31 novos emojis, e a principal rede profissional lançou a possibilidade de reação com carinhas engraçadas, e foi criticada por muitos conservadores corporativos que temem que logo seja possivel as dancinhas por lá também. 😂🙄⠀
Uma pesquisa da Wayne State University nos EUA com 299 jovens classificando 70 emojis populares nas categorias “positivo”, “negativo”, “neutro” ou “ambíguo” mostrou que as mulheres são mais propensas a classificar emojis que os homens consideram positivos, como expressões de sentimentos negativos. 👍👎⠀
Essa pesquisa deixou claro que as pessoas interpretam uma mesma imagem de formas diferentes. 😠😊🤪


Quando uma pessoa envia um emoji com o objetivo de transmitir uma mensagem positiva, quem recebe pode interpretar de forma negativa.🤬
Como essa diferença de interpretação pode gerar conflitos e ruídos na comunicação, é preciso avaliar "com quem" e "em que contexto" deseja se comunicar utilizando emojis, e evitar utiliza-los em comunicações mais formais.😱
Aconselho a meus clientes que possuem equipes de vendas interagindo com os clientes através do wapp, que desenvolvam um manual com regras claras de comunicação, direcionando o que pode ou não ser utilizado, criando uma identidade na comunicação que represente o perfil ou lifestyle da empresa.📕

Lembre-se que o colaborador está "representando" a marca nessa comunicação, portanto é preciso fiscalizar diariamente a linguagem, português correto, gírias, intimidade, veracidade das informações, etc.📍⠀
Isso pode ser mais difícil quando ele utiliza seu próprio smartphone, o qual não pode ser fiscalizado, portanto aconselho que a empresa forneça um smartphone corporativo, e o mesmo seja disponibilizado somente durante no horário comercial.🚫⛔⠀

Copiado: https://www.linkedin.com/in/estermorgan/

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

15 fontes de conteúdo para você se tornar LIFEWIDE LEARNER.

 


Aprender em todos os contextos da vida.

Se o lifelong learning se dá no tempo – estar disposto a aprender até o último instante de nossas existências –, 

O lifewide learning se dá no espaço – não importa o lugar ou as circunstâncias, o aprendizado se faz possível.

Encarar sua aprendizagem dessa forma ampla e aberta, para muito além dos cursos e da instrução formal, é uma das habilidades mais importantes agora e no futuro.

Mas como potencializar, na prática, nossa capacidade de aprender?

Você talvez já tenha me visto falar aqui sobre CEP+R (Conteúdos, Experiências, Pessoas e Redes).

O CEP+R é uma síntese dos quatro caminhos pelos quais você pode aprender qualquer coisa, a qualquer tempo e em qualquer lugar.

Sem o CEP+R, tanto o lifelong quanto o lifewide learning se tornam apenas discursos vazios.

No que se refere ao C de Conteúdos, um grande desafio é a curadoria: como encontrar aqueles conteúdos que realmente farão a diferença?

Como aprender a navegar no oceano infinito (e poluído) de informações, especialmente no digital?

Como separar o joio do trigo e selecionar as fontes de conhecimento realmente nutridoras?

É aí que podemos recorrer a uma outra letra do CEP+R: o P de Pessoas.

Pessoas (ainda) são a melhor fonte de curadoria disponível.

Se você fizer as perguntas certas, elas irão te presentear com novos Conteúdos, Experiências, Pessoas e Redes que nenhum algoritmo conseguiria prever.

Você não perguntou, mas mesmo assim eu quero te contar sobre as 15 fontes de conteúdo mais interessantes que venho acompanhando nos últimos tempos.

Naturalmente, minhas indicações são baseadas em assuntos que me instigam no momento.

Pode ser que seus interesses sejam muito diferentes dos meus – embora várias das recomendações abaixo sejam um pouco “coringas”:

1- Atila Iamarino (Youtube – PT): famoso por suas lives a respeito da pandemia de COVID-19, o canal do Atila tem conteúdos muito bem produzidos a partir de diversas perguntas curiosas sobre o mundo –tudo muito bem embasado cientificamente, algo precioso em tempos de negacionismo da ciência. Isso sem falar que ele parece ser um cara muito legal.

2- Tech Support (Youtube – EN): tem muita coisa boa no canal da WIRED no Youtube, mas nos últimos meses o que tem me pegado são as entrevistas do Tech Support, uma espécie de “suporte de TI” com especialistas de diferentes temas respondendo a perguntas do Twitter. É como ter a chance de “sugar” cérebros privilegiados em áreas tão específicas quanto mitologia, café, mudança climática etc.

3- BBC Brasil (Site – PT): as últimas eleições provaram o quanto é fundamental ter fontes de jornalismo de qualidade para sobrevivermos à pandemia de fake news. O site da BBC Brasil é exatamente isso, e ainda conta com matérias aprofundadas sobre vários outros temas além de política.

4- Ponto de Partida (Youtube – PT): o Meio, canal que começou oferecendo uma newsletter com uma curadoria de notícias essenciais do dia, agora criou um programa no Youtube chamado Ponto de Partida, apresentado pelo jornalista Pedro Dória. É uma das análises políticas mais lúcidas do momento – e olha que eu tenho acompanhado várias.

5- Marmitex (Newsletter – PT): criada pelo meu amigo Paulo Emediato, o Marmitex é uma lista de e-mails semanal com indicações de reportagens, artigos, livros, séries, filmes, discos, podcasts etc. É uma das poucas newsletters que quase sempre abro, pois o Paulo consegue capturar bem as tendências que valem a pena ser esmiuçadas.

6- Amor em Pauta (Podcast – PT): o Instituto Amuta tem criado muitos conteúdos maravilhosos, mas esse podcast está realmente especial. Disponível no Spotify e apresentado por Marcelle Xavier, o Amor em Pauta reúne entrevistas, pílulas e “faíscas” sobre amor, relações, afeto e conexão humana.

7- Cali (Newsletter + Medium – PT): o Cali é um amigo que escreve sobre estilo de vida intencional e experimental, cultura organizacional e gerenciamento de produto. Gosto muito da forma honesta e profunda que ele escreve, e também do fato de ele viver na pele aquilo que defende.

8- Tira do Papel (Newsletter – PT): uma newsletter fofinha, concisa e encantadora que mistura pequenas doses de textos reflexivos com ilustrações incríveis, além de uma curadoria fina de links para inspirar o seu dia.

9- 3-2-1 Thursday (Newsletter – EN): é a newsletter que eu sempre abro, não importa o que eu esteja fazendo. Idealizada por James Clear, que escreveu o livro Hábitos Atômicos, a ideia é toda quinta-feira trazer 3 pequenas reflexões do autor, 2 citações inspiradoras e 1 pergunta provocativa. Adoro essa simplicidade.

10- Emanuel Aragão (Youtube – PT): Emanuel é um filósofo e psicanalista que criou um método de autoescrita terapêutica. O canal dele no Youtube está recheado de vídeos não óbvios sobre autoconhecimento, emoções e a psique. O mais legal é o jeito que ele grava os vídeos, super calmo e natural, mas ao mesmo tempo com rigor e consistência.

11- Aza Njeri (Youtube e Instagram – PT): a Aza é uma das grandes pensadoras da filosofia africana em solo brasileiro e, por meio de seu canal no Youtube e perfil no Instagram, ela desenvolve reflexões fundamentais para reparar o silenciamento dos conhecimentos afrorreferenciados na nossa cultura. O vídeo sobre educação pluriversal dela, por exemplo, é incrível.

12- Liz and Mollie (Instagram – EN): a Liz Fosslien é uma artista que se especializou em produzir ilustrações reflexivas sobre inteligência emocional, autoconhecimento e temas correlatos. O perfil de Instagram dela é uma galeria que te faz pensar. Gosto tanto do trabalho que até traduzi e publiquei algumas de suas ilustrações em 2021.

13- Seth Godin (Newsletter – EN): todos os dias chega um e-mail do Seth Godin na minha caixa de entrada. Eu adoro como ele consegue manter a consistência diária na escrita, como ele quase sempre se mantém conciso nos textos e o poder de criação de metáforas que ele tem.

14- Explicando e História: Direto ao Assunto (Documentários – PT): duas séries documentais da Netflix que abordam, de maneira bem didática, os fatos e as histórias por trás de um monte de coisas – cartões de crédito, música, açúcar, fast food, laser, petróleo e por aí vai. O melhor é que são episódios curtinhos (em torno de 20 minutos cada).

15- WheezyWaiter (Youtube – EN): um editor de vídeo bem-humorado e sua esposa tentando parar de consumir álcool por um ano, tomar banho gelado todo dia por um mês e toda sorte de outros desafios estranhos. Esse canal foi uma das minhas melhores descobertas de conteúdo em 2022.

E você? Me conta quais são as fontes de conteúdo que você tem colecionado no seu aprendizado lifewide?

Desde que eu me entendo por gente, sinto prazer em entender como as coisas funcionam e como poderiam funcionar.

Talvez essa seja a definição mais simples possível de aprendizado.

Para a minha (e a nossa) sorte, nunca foi tão fácil se cercar de boas fontes de conteúdo a partir dos pitacos de quem a gente confia.

Obs. 1: não se deixe levar somente pelos meus pitacos! Comece a perguntar para as pessoas do seu convívio também. Isto pode te ajudar.

Obs. 2: acessar boas fontes de conhecimento é somente um lado da moeda. Não há aprendizado que se sustente se não houver prática e vivência.

Copiado:https://ofuturodascoisas.com/

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Negligenciar Seus Erros de Português Pode Boicotar a Sua Carreira.


 Cuidado! Negligenciar seus erros de português pode boicotar a sua carreira

Pesquisa mostrou que quase 40% dos estagiários mostra dificuldades com a língua portuguesa logo no processo de seleção, problema que persiste em outros estágios da vida profissional

Erros de português podem boicotar sua carreira, mesmo em tempos de redes sociais e comunicação mais informal.

Facebook, Whatsapp, Twitter, Instagram… Em tempos de redes sociais e uma comunicação mais dinâmica e informal, inclusive no ambiente de trabalho, as abreviações e expressões coloquiais acabaram se impondo ao padrão culto da língua. Porém, o uso adequado do português, tão negligenciado atualmente, ainda é importante na vida profissional. E isso começa cedo, já no estágio.

Em uma pesquisa elaborada pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), 3.111 candidatos participaram de um ditado com 30 palavras de uso comum no mundo do trabalho como “exceção”, “textura”, “artificial”, “autorizar”, “licença”, “desperdício” e “sucesso”. Quando cometiam mais de sete erros, os participantes eram eliminados. Os resultados assustam: 37,9% dos candidatos foram reprovados.

O ambiente de trabalho exige um bom domínio do português não apenas para mandar e-mails ou elaborar um documento, mas também no momento de apresentações de projetos ou quando é necessário fazer relatórios, explica a gerente de treinamento do Nube, Eva Buscoff. Obviamente, a frequência de cada situação varia de acordo com o segmento; profissionais do direito, por exemplo, escrevem bastante, formalmente e com o uso de termos técnicos próprios da profissão.

“Conhecer palavras diferentes é essencial para construir argumentos ricos, fazer boas apresentações e construir relações de confiança com as pessoas”, acredita Eva, que acrescenta que é preciso atenção também à comunicação oral. “Claro que não precisa estudar o dicionário e usar palavras que não são do nosso uso corriqueiro, mas é muito valioso ter um vocabulário mais vasto”.

E não é só no primeiro emprego que esses erros aparecem. Professora do curso de Jornalismo da Universidade Positivo e diretora da consultoria em língua portuguesa Toda Letra, Ana Paula Mira, conta que gestores e diretores reclamam que mesmo pessoas muito competentes na sua expertise, indo desde bioquímicos a advogados, encontram problemas quando o assunto é o domínio da norma culta. “Nas empresas, o maior problema é em textos simples e curtos, que precisam ser feitos com mais rapidez. Existe muita falta de objetividade e coerência, com erros de ortografia, pontuação e concordância”.

Falta de habilidade na comunicação “pega mal”

Um dos motivos de tanta preocupação com essa questão é o risco de prejudicar a imagem da empresa. “Já tive clientes que precisaram substituir profissionais por causa de problemas com a escrita”, revela Lucas Oggiam, gerente da Page Personnel, companhia de recrutamento para cargos técnicos e de suporte à gestão pertencente ao PageGroup.

 Apesar da situação parecer extraordinária, Ana Paula também tem na bagagem casos de erros de português que custaram mais do que um puxão de orelha. “Já vi situações de pessoas que perderam o emprego por causa de um e-mail mal escrito”, diz, explicando que a mensagem levou a uma perda financeira e mal estar com um cliente. Uma comunicação falha também traz outros pontos negativos, como ruídos com a equipe, perda de credibilidade e problemas de imagem para o público externo. “A longo prazo isso é bem complicado”.

 “Independente da geração ou do uso da tecnologia, o português é importante em toda a carreira”, garante Oggiam. “Todo mundo que está contratando espera que os candidatos tenham o nível de comunicação exigida pelo perfil da empresa. É muito diferente contratar para um grupo empresarial tradicional ou contratar para o Google ou o Facebook. Porém, falar e escrever corretamente é exigido por todo mundo”.

Ler, ler e ler ainda é a melhor solução

Para melhorar o domínio do português não tem fórmula mágica. O jeito mais eficiente ainda é ler: ler bastante e conteúdo de qualidade. “Parece clichê, mas é importante”, afirma Ana Paula. “As pessoas leem mais do que algum tempo atrás porque a maioria da comunicação hoje se dá de maneira escrita. Mesmo o telefone é basicamente um instrumento de escrita”. O problema, neste caso, está na qualidade do material. “As pessoas escrevem do jeito que falam, estranham e sentem dificuldade com uma leitura que não seja vinda da oralidade. O vocabulário da oralidade é totalmente limitado”.

Eva concorda, e aponta que este conteúdo não precisa necessariamente ser literatura, mas é importante que seja algo mais denso. “É preciso se apropriar de um assunto e refletir sobre ele, se informar sobre ele, abrangendo mais o repertório”, reflete.

Outras dicas são buscar cursos de gramática e ortografia on-line e praticar escrever de maneira objetiva. “Isso é possível tentando escrever menos. Releia o seu texto e veja: será que dá pra transformar duas frases em uma, cortar duas palavras de uma frase de cinco?”, aconselha a professora e destaca que tudo é uma questão de hábito. “Deve-se tratar isso como uma obrigação”.

Copiado: https://www.gazetadopovo.com.br/

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

COMO GERENCIAR CRISES NA ERA DIGITAL?

 

Como gerenciar crises em um passo a passo descomplicado

Você mais do que ninguém conhece o real valor da sua marca e, principalmente, o quanto foi suado construí-la. Por isso, sabe muito também que precisa preservá-la ao máximo. Ainda assim, diante de uma crise mal gerida, as estratégias e os investimentos voltados para o fortalecimento da empresa e da marca podem ir por água abaixo em pouquíssimo tempo.

Daí a necessidade de aprender como gerenciar crises de imagem na era digital. Em um momento no qual as interações acontecem com muita velocidade e em canais que oferecem alta acessibilidade e visibilidade para os usuários, como as mídias sociais, o gerenciamento de crise exige respostas rápidas, posicionamento claro e informações consistentes.

Mas, então, como ser assertivo diante de situações extremas que podem levar a crises de imagem? É possível se antecipar e se proteger de alguns efeitos que podem lesar a marca? Apresentamos essas e outras respostas a seguir. Confira 8 dicas que podem ajudá-lo a saber como gerenciar crises. Boa leitura!

 #1 Ser transparente é indispensável

Uma vez instalada a crise, o ideal é não perder isso de vista: a empresa precisa ser rápida em seus posicionamentos, mas, principalmente, verdadeira e transparente nas conversas e interações com o público de sua marca.

Além disso, é importante manter uma comunicação tanto com o público interno, como também com seus clientes e a imprensa. Quanto mais próximo você estiver deles, melhor.

 #2 Eleja um porta voz para a sua marca

Não existe nada pior do que uma marca sem referência ou identidade. No contexto de uma crise, o porta-voz é a cara da marca. Por isso, é importante indicar um porta voz com autoridade, que seja capaz de transmitir confiança e credibilidade da marca, mantendo consumidores, acionistas e funcionários atentos aos comunicados.

Além de escolher com cuidado o profissional que estará à frente da comunicação durante a crise, é importante que ele forneça informações precisas e claras. Do contrário, tanto a marca quanto ele têm muito a perder, caindo no descrédito do público.

 #3 Dê a notícia em primeira mão para público interno e externo

Agilidade é essencial neste momento. A sua empresa tem a obrigação de atualizar rapidamente seu público, apresentando sua narrativa nos principais canais de comunicação. A velocidade, neste momento, deve ajudá-lo a manter a reputação da sua marca.

Se não conseguir ser o primeiro a compartilhar a informação, mapeie as notícias que já estão circulando e corrija os pontos que considerar necessário em seu comunicado.

 #4 Elabore uma estratégia de resposta

Depois de se inteirar da situação em detalhes e compreender a dimensão do problema, é preciso pensar em uma maneira inteligente de gerenciá-la e responder a ela. Pense em como ela pode afetar seus stakeholders e opte pelo melhor canal de resposta. São várias possibilidades:

  • Apresentar sua mensagem nas mídias sociais, em texto ou vídeo;
  •  Emitir um comunicado para a imprensa;
  •  Agendar uma entrevista coletiva.

Dependendo da dimensão da crise, você também pode combinar todas as alternativas citadas. Vale destacar, mais uma vez: o essencial mesmo, neste momento, é ser transparente. Se a empresa errou, é hora de assumir a responsabilidade e indicar como irá reparar possíveis perdas e danos dos consumidores.

A resposta deve focar no relato do que realmente aconteceu e nas iniciativas para corrigir o problema. É hora de mostrar atitude!

Um dos erros mais comuns é fingir que nada aconteceu. No gerenciamento de crise, é preciso assumir os problemas. Se você tentar negá-los, certamente, eles irão se multiplicar.

 #5 Monitore a repercussão da crise para sobreviver a ela

Em meio ao caos, pode ser que você se sinta perdido diante de tantos problemas e de uma repercussão tão negativa. Mas, o fato é preciso ir muito além da sua impressão, você precisa monitorar os sintomas que aparecem durante a crise para dimensioná-la. É importante identificar e acompanhar alguns aspectos:

  •  Alto índice de menções negativas sobre a marca nas mídias sociais;
  •  Reportagens e notas na imprensa com críticas ou suspeitas;
  •  Investidores, parceiros e acionistas solicitando explicações;
  •  Queda nas vendas;
  •  Queda no valor das ações ou no valor estimado da marca;
  •  Perda de motivação e produtividade na equipe.

 #6 Se fizer promessas, certifique-se que pode cumpri-las

Diante de casos como problemas com produtos, recalls ou mesmo falta de comprometimento dos funcionários, é comum que a organização, de imediato, informe que o caso seja averiguado e as medidas necessárias serão tomadas. Muitas vezes, as iniciativas para resolução do problema são, inclusive, apresentadas para o público.

Se for esse o caso e você fizer promessas para os clientes, lembre-se de informá-los sobre o progresso de cada ação. Isso mostra que a organização está em movimento, buscando a melhor solução para todos os envolvidos. É assim, com transparência e comunicação afinada, que você protege sua marca!

 #7 Revise sua estratégia de marketing

Essa dica vale ouro: dê tempo ao tempo! Não adianta você querer recuperar o desgaste da marca, apostando alto em marketing para outra linha de produtos, por exemplo. As pessoas têm memória. Sabendo disso, o ideal é esperar a crise cair no esquecimento para dar continuidade às ações e campanhas de marketing.

Se ainda assim você precisar anunciar, seja cuidadoso na abordagem. O marketing precisa ser pensado considerando a repercussão da crise. Uma alternativa possível é diminuir o número de canais onde a mensagem seria divulgada. Foque somente naqueles que são tidos como essenciais, levando a informação exclusivamente ao público que, de fato, precisa dela.

 #8 Inspire-se sem cases de sucesso

Pode não ser simples aprender como gerenciar crises, mas é perfeitamente possível. De gigantes, como a Samsung no case sobre as falhas nos celulares do modelo Galaxy Note 7, até empresas menores, todas as que superaram os impactos de uma crise começaram fazendo o básico, ou seja, sendo transparente e assumindo as consequências.

Um dos cases de sucesso no gerenciamento de crise é o da rede de restaurantes Spoleto que, em 2012, se deparou com um vídeo do Porta dos Fundos que criticava a qualidade do atendimento nas franqueadas. Para se posicionar, a empresa optou por utilizar o mesmo canal para responder ao seu público.

A Spoleto conversou com o time do canal e encomendou uma continuação da piada, para divulgar o seu próprio serviço de atendimento ao cliente. Uma sacada de mestre, não é mesmo?

O vídeo com a reação bem-humorada da marca fez sucesso e levou o público e a empresa a receberem muito bem o caso.

Copiado: https://digitalks.com.br/