Mostrando postagens com marcador Gestão de Crises. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gestão de Crises. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Dicas para Desenvolver a Autodisciplina e Alcançar Seus Objetivos:

 


Dicas para desenvolver a autodisciplina e alcançar seus objetivos:

1.Visualize seus objetivos:

A visualização dos objetivos é uma ferramenta poderosa para manter a autodisciplina. 

Ao projetar claramente o destino desejado, o indivíduo encontra motivação e direção.

Essa prática não se resume apenas a imaginar o resultado final, mas também a visualizar o caminho que levará até lá. 

Ao fazer isso, a mente se concentra nos passos necessários, facilitando a tomada de decisões em linha com essas metas.

Dessa forma, a visualização dos objetivos funciona como um guia que orienta as ações diárias, fortalecendo a autodisciplina e mantendo o foco frente aos desafios.

2.Gerencie seu tempo e faça pausas:

O gerenciamento eficiente do tempo é vital para cultivar a autodisciplina. 

Isso engloba a priorização de tarefas, o estabelecimento de metas realistas e a criação de uma rotina que potencialize a produtividade.

No entanto, é igualmente relevante reconhecer a importância das pausas. 



O descanso adequado é crucial para manter a clareza mental e a energia ao longo do dia.

Ao incluir intervalos regulares na rotina, o indivíduo previne a exaustão e preserva a disciplina necessária para manter o foco em suas atividades.

3.Evite alimentar pensamentos negativos:

Os pensamentos negativos têm o poder de minar a autodisciplina, levando à procrastinação, autossabotagem e desmotivação.

Logo, é fundamental cultivar uma mentalidade positiva e resiliente. Isso pode ser alcançado através da prática da autocompaixão, do fomento de pensamentos construtivos e da substituição de padrões negativos por afirmações positivas.

Ao fortalecer a mente contra a influência dos pensamentos negativos, o indivíduo mantém a determinação e a disciplina necessárias para perseguir seus objetivos.

4.Meditação da atenção plena:

Por fim, a prática da meditação mindfulness é uma ferramenta valiosa para desenvolver a autodisciplina. Ao exercitar a atenção plena, o indivíduo lapida sua capacidade de se concentrar no momento presente, cultivando a consciência e a autorregulação emocional.



Isso possibilita reconhecer e superar distrações internas e externas que possam sabotar a disciplina. 

Além disso, a meditação mindfulness promove a aceitação de pensamentos e emoções sem julgamento, fortalecendo a resiliência e a determinação para se manter focado em seus objetivos.

Copiado: https://www.linkedin.com/in/denilson-gonsalves-barroso

 

quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

5 SINAIS DE UM AMBIENTE DE TRABALHO TÓXICO!


Um ambiente de trabalho tóxico pode ter um impacto significativo na saúde mental e no bem-estar dos funcionários. 

Hoje eu trouxe cinco sinais que podem indicar que você está em um ambiente de trabalho tóxico:

1-Comunicação Deficiente:
Você é frequentemente excluído de reuniões ou não recebe informações importantes sobre projetos relevantes para o seu trabalho.

Os gestores não compartilham objetivos claros ou diretrizes, levando a mal-entendidos e conflitos entre membros da equipe.

As mensagens são frequentemente mal interpretadas ou distorcidas de propósito, causando confusão e ressentimento.

2- Comportamento Agressivo ou Bullying:
Um colega de trabalho constantemente critica seu trabalho em público, humilhando-o na frente de outros.

Um superior usa linguagem abusiva ou insultante para se comunicar com você ou outros membros da equipe.


3-Falta de Apoio:

Quando você pede ajuda ou orientação, é frequentemente ignorado ou recebe respostas evasivas.

Seus esforços e conquistas não são reconhecidos, e você se sente isolado em suas responsabilidades.

4-Altos Níveis de Estresse:

Você se sente sobrecarregado por um volume excessivo de trabalho e prazos impossíveis de serem cumpridos.

 

A pressão constante para entregar resultados perfeitos leva a sentimentos de ansiedade e exaustão.
Você não tem tempo para cuidar de sua saúde física e mental devido à intensidade da carga de trabalho.

5-Falta de Reconhecimento e Oportunidades:

Apesar de anos de dedicação à empresa, você não recebe aumentos salariais, promoções ou oportunidades de crescimento.


Os projetos interessantes e desafiadores são frequentemente atribuídos aos mesmos funcionários, enquanto outros são deixados de lado.

É importante notar que um ou dois desses sinais isolados não necessariamente indicam um ambiente de trabalho tóxico. 

No entanto, se você perceber uma combinação desses sinais de forma consistente, é recomendável avaliar sua situação e considerar opções para proteger sua saúde mental e bem-estar, como conversar com um supervisor, buscar apoio de recursos humanos ou considerar mudar de emprego.

Você já viveu alguma dessas situações?

Copiado:https://www.linkedin.com/in/stephany-borowiec/

quinta-feira, 30 de novembro de 2023

Hiperfoco: como trabalhar menos e render mais


 
Você sabe o que é hiperfoco e como utilizar para se tornar mais produtivo? 

Nos últimos tempos, os assuntos que envolvem transtornos mentais têm frequentemente tomado a pauta do dia nas redes sociais e na mídia. Muitas informações circulam diariamente na internet,  e um dos tópicos que desperta a curiosidade da maioria das pessoas é o chamado hiperfoco. 

O que é hiperfoco?   

O termo “Hiperfoco” é utilizado para descrever o estado de concentração máxima e duradoura de uma pessoa em uma tarefa, como um estado de absorção completo. O indivíduo quando hiperfocado tende a se desligar, não percebendo conscientemente os estímulos externos à sua volta. 

O estado de hiperfoco, em geral, é induzido na prática de atividades que sejam divertidas ou do interesse do indivíduo. Ou seja, geralmente, o hiperfoco surge durante a prática de atividades que geram engajamento em sua execução. 

Pode-se dizer que o hiperfoco se trata muito mais de um estado mental, que se dá no campo da atividade mental, do que de uma condição. 

O interesse restrito e intenso por temas específicos é uma característica marcante do transtorno do espectro autista (TEA). Mas também pode aparecer em outras condições, como no transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e em alguns casos de esquizofrenia.  

Hiperfoco e TDAH: qual a relação?

O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é caracterizado pela dificuldade de concentração, inquietação e hiperatividade. 

É um transtorno neurológico de origem genética, que compromete o desenvolvimento de algumas partes e estruturas importantes do cérebro, associadas ao estímulo e ao sistema de recompensa. 

O TDAH é sinônimo de um alto grau de distração e de um curto período de atenção. No entanto, os estados de hiperfocagem, frequentemente relatados nessa condição, sugerem que indivíduos com TDAH podem, paradoxalmente, manter a atenção excessivamente. 

Isso acontece porque, na verdade, o TDAH está relacionado a um desequilíbrio do controle de atenção. Assim, quem apresenta o problema tem dificuldade em manter o comando sobre o nível e a duração da concentração.

O que causa o hiperfoco? 

Estudos indicam que o hiperfoco, em especial no TDAH, é provocado por mudanças no lobo frontal do cérebro. É nessa área que se concentra mais ativamente a dopamina, neurotransmissor que ajuda no controle da atenção. 

falta de dopamina nessa região cerebral faz com que a pessoa com TDAH apresente dificuldade em transferir a atenção para atividades menos prazerosas, e permaneça naquilo que é considerado mais divertido e recompensador de alguma maneira.

Outros estudos, por sua vez, estão tentando entender se é algo mais ligado ao próprio comportamento, uma reação. 

Por conta da dificuldade imposta pelo TDAH e outras características presentes no autismo, o indivíduo tenderia a se concentrar mais em uma tarefa que lhe prende a atenção como uma forma de se agarrar em algo que ele faz dar certo. Assim, mergulham completamente na atividade.

Como trabalhar o hiperfoco

Existem algumas maneiras de regular e gerenciar o hiperfoco, permitindo ao indivíduo uma maior qualidade de vida e diminuindo os riscos que podem decorrer do estado. Confira algumas sugestões: 

1. Reconhecer as atividades que induzem o hiperfoco

O primeiro passo para gerenciar o estado de hiperfoco é entender e conhecer as atividades que atraem a sua atenção e produzem engajamento em você. Cada pessoa, em sua individualidade, tem uma ou algumas atividades particulares que mais lhe interessam. 

Ao descobrir a atividade que atrai a sua atenção para além do habitual, será possível estipular metas e objetivos para gerenciamento do seu estado de hiperfoco. 

2. Evitar tarefas que levem ao hiperfoco perto de horários importantes  

Está próximo do horário de dormir? Por que não deixar aquela pesquisa ou atividade que você queria fazer para amanhã? 

Tem alguma tarefa importante e menos prazerosa para ser realizada no trabalho? Evite as atividades que costumam atrair sua atenção e que possam te levar a um estado de hiperfoco, que, provavelmente, te atrasará na entrega das suas tarefas mais importantes. 

3. Desenvolver autoconsciência 

Um dos pilares para trabalhar e regular o hiperfoco é a autoconsciência. Como dito anteriormente, o primeiro passo é reconhecer quais são as atividades que geram o seu hiperfoco. 

Mas, para além disso, é importante realizar um trabalho de reconhecer quais são esses momentos em que geralmente está hiperfocado, quando eles acontecem e como sair deles. 

Uma dica bastante útil são exercícios de atenção e relaxamento, que são capazes de treinar o indivíduo a colocar e retirar a mente do estado de foco. Um ótimo exercício para isso é a meditação. 

Como o hiperfoco é uma hiperatividade que se dá no campo da atividade mental, a prática da meditação pode ser uma ótima ferramenta, tanto para indução, quanto para a retirada da mente dos estados de foco completo.

4. Estabelecer rotas de fuga para o mundo exterior 

Consciente de que o estado de hiperfoco às vezes é inevitável, pode ser uma boa alternativa combinar algumas rotas de fuga para o mundo exterior. Vale, por exemplo, alarmes de celular, pedir ligações dos amigos, fazer as tarefas enquanto ouve ou assiste conteúdos. 

É possível também combinar com pessoas mais próximas meios para ajudá-lo a sair desse estado se for difícil perceber sozinho, como cutucões ou puxadas de conversa. Enfim, combine pequenas distrações, que serão suas rotas de fuga mentais.

Qual a relação entre hiperfoco e produtividade?

Para além do hiperfoco como um estado de indivíduos com alguma neuroatipicidade, o hiperfoco nos hábitos diz respeito à produtividade. 

A produtividade é altamente pessoal. Todos temos conexões únicas e rotinas diferentes. Hiperfocar, nesse contexto, significa voltar nossa atenção para o objeto de atenção original quando a mente divaga, o que, invariavelmente, aumenta a produtividade. 

As tarefas mais complexas, aquelas que te permitem realizar significativamente mais a cada minuto que você se dedicar a elas, são também as tarefas mais produtivas. Quanto mais tempo e atenção gastar com essas tarefas, mais produtividade você terá.

Inclusive, tornar as tarefas mais complexas e assumir mais este tipo de tarefa é uma ótima maneira de se manter hiperfocado e produtivo.


O que é hiperfoco nos hábitos?

Hábitos ocupam muito pouco espaço atencional, pois precisam de pouca reflexão assim que você se acostuma com eles. Hábitos como tocar piano, vestir-se, barbear-se ou dirigir por um caminho familiar são tão automáticos que não impedem qualquer pensamento consciente. 

Tarefas que não podemos fazer por hábito – como a leitura de um livro, uma conversa intensa ou a preparação de um relatório para a chefia da empresa – consomem muito mais espaço atencional, porque executá-las bem exige que conscientemente manipulemos informações em tempo real

Perceba que as tarefas mais necessárias e intencionais não podem ser executadas por hábito. Inclusive, o sentimento de recompensa, após a execução dessas tarefas, vem exatamente porque delas nos foi requerido foco, recurso intelectual e um conjunto de habilidades exclusivas.

Uma boa dica, portanto, para ter hiperfoco nos hábitos é, assim como mencionado no tópico acima, tornar as tarefas complexas ou assumir tarefas mais complexas.  Isso vai fazer você se envolver mais no que está fazendo e levará sua mente a divagar com menos frequência. 

Outra ótima dica é: ao executar tarefas habituais, prefira não se concentrar por completo no que estiver fazendo. Guarde o hiperfoco para as tarefas mais complexas, coisas que realmente vão se beneficiar de sua total atenção. 

5 dicas para aproveitar o hiperfoco

O hiperfoco pode ser usado para aprimorar as habilidades, além de contribuir com uma maior dedicação nos estudos e aumento da produtividade. Por isso, confira agora 5 dicas que te ajudarão a dominar os impulsos do hiperfoco e otimizar o seu tempo:
1. Determine limites de tempo para cada momento de foco  

O foco de um indivíduo em uma tarefa possui um tempo de duração média de 50 até 70 minutos. 

Esse tempo é medido como um “ciclo de trabalho” do nosso cérebro e necessita de um descanso de, ao menos, 10 minutos para retomada do foco. Trabalhando com tempo indeterminado, o cérebro não entende quando, e se, a tarefa foi finalizada, permanecendo no sentimento de que a atividade perdura. 

A determinação de um limite de tempo para cada momento de foco permite ao cérebro que mensure as diferentes ações e libere dopamina, que é responsável pela sensação de recompensa da tarefa “concluída”. 

2. Construa um ambiente favorável 

O cérebro entende o ambiente em que estamos, ou seja, entende se estamos no ambiente de trabalho, ou em casa, ou em locais para lazer. A mistura dos ambientes acaba sendo prejudicial para o aproveitamento do hiperfoco. 

A dica é que seja criado um ambiente para cada assunto, ou seja, ambiente de trabalho diferente de estudo, diferente de lazer e etc. 

Além disso, é importante analisar e eliminar do ambiente ao redor, de trabalho ou estudo, tudo aquilo que possa ser considerado uma “tentação” ou distração, construindo um ambiente favorável ao foco. 

3. Trabalhe com as distrações 

Eliminar completamente as distrações que ocorrem durante o dia é quase que uma tarefa impossível. Portanto, uma rotina sem distrações também não se tornará um objetivo pois, para evitar frustrações, é preciso buscar por saídas mais realistas.

A melhor maneira seria definir horários específicos para se concentrar em distrações como e-mail, reuniões, celular e redes sociais, transformando as distrações em meros elementos intencionais de seu trabalho e vida. 

Além disso, desativar a maioria dos alertas sonoros e de vibração é uma mudança simples, mas que na prática faz muita diferença. É impossível compartilhar tempo de qualidade sem partilhar também atenção de qualidade. Afinal, você pode lidar com esses alertas mais tarde e nos seus próprios termos. 


4. Elabore bom sistema de recompensa 

A estipulação de prêmios tangíveis é uma boa estratégia para manter e aproveitar o foco. Quando materializamos as finalizações das tarefas, o cérebro entende que recebe recompensa por esforços em tarefas não tão interessantes, liberando doses de dopamina. 

Assim, é possível que, nas próximas atividades, seu cérebro se sinta mais motivado a permanecer focado.

5. Mantenha uma boa agenda ou lista de tarefas 

O escritor Chris Bailey, autor do livro Hiperfoco: como trabalhar menos e render mais, utiliza o termo “espaço atencional” para nomear aquele nosso espaço mental de foco e atenção. 

Quando mantemos uma agenda ou uma lista de tarefas, liberamos “espaço atencional” para ser utilizado em coisas melhores, mais importantes e significativas para o momento. Portanto,  mantenha uma lista de tarefas e uma agenda, e comece com algumas intenções a cada dia. Sinta qual é o seu limite.

Continuamente registre seus compromissos pendentes e suas ideias, não importa o jeito que chegarem. De acordo com o autor, isso vai liberar um monte de espaço atencional. 

Copiado: https://conteudo.saraivaeducacao.com.br/

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

As 7 Piores Crenças que Limitam o Sucesso de um Líder


Você que é um líder ou que deseja em breve assumir um cargo de gestão, mais do que ninguém sabe o quanto é observado e avaliado o tempo todo pelos seus clientes mais próximos, incluindo a alta gestão.

Aliás, todo mundo que está no topo de alguma coisa é muito mais visto e inevitavelmente inspira pessoas a sua volta de três formas: como melhor referência, como a pior ou como a figura mais inexpressiva do ambiente. Já parou para pensar?

Quando você pega seu diploma, ninguém te conta o que você vai vivenciar no meio corporativo e muito menos como deve conduzir as relações que vão te desafiar na sua jornada de carreira.

Falando um pouco dos nossos mecanismos, a mente inconsciente é que manda no nosso comportamento e ações, então muitas crenças que te ensinaram desde a infância sobre postura e comunicação só tendem a atrapalhar sua vida profissional se você for conduzido por elas.

Mas então quais são as 7 piores crenças que limitam seu sucesso como líder?

  1. Seja você mesmo

Quem é você?

Pai/mãe, filho, amigo, marido/esposa, colega... ou seja, quantas versões existem de você que não devem ser levadas para o ambiente de trabalho? Naturalmente somos movidos por necessidades emocionais, carências, inseguranças. Se um líder inconscientemente for guiado por estas necessidades de forma tão intensa, vai acabar transportando para estas outras relações profissionais.

Portanto, concorda que quem precisa entrar em ação é o seu eu profissional? E esta figura precisa estar construída de maneira autentica mas elaborada com os sentimentos, conhecimentos e atitudes especificas para este cargo.

Este é o papel do autoconhecimento. Se entender para se construir da melhor maneira que seus papeis funcionem sem sofrer.

2. Você vai parecer um puxa saco se for próximo do seu chefe

A gente escuta essa frase desde muito cedo principalmente por aqueles que não conseguem estabelecer uma boa relação. Essa é a verdade.

O que ocorre é que seu chefe/gestor é o seu principal cliente e você precisa atender as expectativas dele, seja ele um amor de pessoa ou um carrasco. Existe um motivo para ele estar lá, e também um motivo pela qual ele te contratou e confiou em você, portanto, ande super alinhado com essa base, busque feedback se ele não te oferecer espontaneamente.

Seja prático. Tente saber as necessidades dele para que você possa cumprir dentro do seu papel o que é esperado de você, e sabe o que vai conseguir com isso? Re-co-nhe-ci-men-to!

3. Líder é quem manda

Não mais. Na liderança dos tempos modernos o líder direciona, aquece, aproxima, agrega, informa, ensina, conduz, corrige respeitosamente, e principalmente se multiplica.

Significa dizer que ele forma outros líderes para que a autorresponsabilidade seja um ativo forte dentro da área e o time engaje no resultado.

O líder que manda sem ouvir não conquista respeito e admiração, e esse fator é essencial para o sucesso da sua jornada pessoal, porque as pessoas vão construir sua reputação para você.

4. Ande somente com pessoas da sua confiança

Errado. No livro da Arte da Guerra, Sun Tzu comenta que em estratégias de guerra o soldado deve sempre mapear seus inimigos e nunca virar as costas pra ele. E estar sempre perto para que possa prever movimentos e se antecipar ao inesperado.

Obviamente no meio corporativo não há inimigos, mas se podemos assim chamar os inimigos são os comportamentos alheios e os nossos sabotadores internos.

Quero dizer com tudo isso, que você deve ser uma pessoa acessível para que as pessoas possam se aproximar de você sem receio. O habito de construir uma panela e andar com as mesmas pessoas sempre te limita e impede você de construir alianças com pessoas diferentes e aumentar sua rede de conexões e seu networking. Além de adquirir habito dos outros por rapport de maneira inconsciente.

Se espalhe, almoce com pessoas diferentes, se interesse pelos outros, exercite sua popularidade de maneira autentica e profissional. Se provoque nesse sentido.

5. Sobre ter dificuldade em fazer seu marketing pessoal

Seu marketing pessoal você faz de qualquer jeito. Aliás, todo mundo faz bem ou mal, mas faz. Desde a hora que você chega na empresa até a hora que sai, deixa uma impressão sobre quem parece ser na cabeça das pessoas. Leia meu artigo sobre branding que você vai entender mais sobre construir sua marca.


Fazer seu marketing não tem a ver com falar bem de si mesmo, mas deixar que suas atitudes falem por você. Mas com exemplos práticos quais são as coisas que transmitem a sua imagem e construem uma narrativa sobre você?

  • presença, energia
  • tom de voz, firmeza e vocabulário
  • seu jeito de se vestir e de andar
  • sua abordagem com as pessoas (a maneira como aceita e recusa as coisas)
  • sua disponibilidade para ouvir e ajudar
  • a qualidade das suas entregas
  • seu tipo de humor e como administra conflitos
  • sua paciência e tolerância
  • comunicação e posicionamento
  • etc.

PS: Sobre seus resultados, construa seus indicadores e apresente ao seu chefe, ele sim precisa saber o que você tem feito.

6. Sua presença é indispensável

Se você acredita que as coisas caminham bem apenas quando você está de olho, tem coisa errada aí. O líder precisa ter autoconfiança para ensinar o que sabe, treinar as pessoas e construir um ambiente de clareza e comunicação aberta. Entenda uma coisa: quando sua equipe é competente o responsável é você por saber conduzí-la. Todo mundo sabe disso.

Quando você é apegado demais em serviço, parece despreparado para crescer. Vai por mim!

7. Que você pode dar conta de tudo

Nem no trabalho e nem na vida. Se você anda muito sobrecarregado será que está sabendo compartilhar essa pressão toda e pedir ajuda? Talvez você não tenha uma equipe tão bem estruturada e muitos recursos como gostaria, mas conversar com pessoas que confia pode ter bons insights para contornar os excessos de demanda com ferramentas ou métodos mais otimizados.


Tem tarefas que precisam de desapego também. O líder precisa estimular seu lado estratégico e não ser tão operacional. Faz sentido?

Compartilhe sempre seus sentimentos, não abrace o mundo porque ninguém vai te valorizar mais pelo seu autossacrifício.

Se posicione e diga os nãos que você pode dizer. O trabalho se torna muito mais prazeroso quando você vive ele sem medo, com senso de pertencimento e merecimento.

Se você chegou mais longe foi porque mereceu e conquistou, e não é um favor da empresa te manter lá. É uma relação de ganha-ganha e você é peça fundamental.

EXERÇA SEU PAPEL COM PODER E AUTOCONFIANÇA.

Somente através do autoconhecimento deciframos as nossas crenças limitantes, temos o poder de substituí-las por crenças de forças que mudam nossa mentalidade e por consequência nossas ações.

Você não tem que sofrer para ocupar seu lugar. Se isso acontece você tem que mudar isso já.

Copiado: https://www.linkedin.com/in/alessandrakremer/