quinta-feira, 5 de abril de 2012

Qualidade: Diagramas de causa e efeito ou Ishikawa

Esta ferramenta é uma representação gráfica que nos possibilita organizar informações, auxiliando na identificação das possíveis causas de um determinado problema (efeito).
Considerada uma das 7 ferramentas da Qualidade, sendo uma importante ferramenta para o gerenciamento do controle da Qualidade, criada pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa em 1943.
Você deve utilizar quando necessário identificando todas as possíveis causas que contribuem para o problema (efeito) no processo. 
Primeiramente você deve seguir 5 passos para a aplicação desta ferramenta
  1. Definir o problema sob estudo;
  2. Criar a espinha de peixe identificando o problema (efeito) analisado;
  3. Identificar as causas mais prováveis do problema (efeito), utilizando para esta avaliação o trabalho do grupo como pesquisa de campo, classificando pelo grau de criticidade identificado pelo Gráfico de Pareto;
  4. Relacionar cada problema (efeito) para uma espinha de peixe;
  5. Analisar estas causas e planejar ações.
O Diagrama de Causa-e-Efeito, também conhecido por espinha de peixe ou Ishikawa, é utilizado para facilitar a visualização entre os fatores que causam o problema, e o seu efeito.
Ishikawa
Normalmente é elaborado a partir de um “brainstorming”, e permite que sejam colocados através de grupos as possíveis causas do problema.
Estes grupos podem ser associados ao 6M´s:
  1. Máquina
  2. Método
  3. Mão de obra
  4. Matéria prima
  5. Meio ambiente
  6. Medição
Dica: O Brainstorming ou tempestade de ideias é a prática do trabalho em grupo, onde todos os participantes contribuem com sua opinião dentro do assunto abordado.

Na imagem abaixo criei a espinha de peixe ou Ishikawa, este modelo para melhor uso deve ser utilizado na hora da reunião em grupo e preenchido a mão, facilitando para todos acompanhar o preenchimento.
Ishikawa
  • Método: Qual o formato do processo, detalhar as informações relacionadas ao sistema de trabalho;
  • Máquina: Realacionar todos os equipamentos utilizado durante este trabalho;
  • Medida: Como medido o processo e seu formato;
  • Meio ambiente: Especificar quais as características físicas do ambiente de trabalho (temperatura, ruídos, iluminação,motivação, remuneração, relação entre diferentes níveis hierárquicos);
  • Matéria-prima: Quais as característica dos insumos para a realização do processo;
  • Mão de obra: Quais as especificações relacionadas ao comportamento dos colaboradores envolvidos no processo;
  • Efeito: O efeito do conjunto de fatores, desejáveis e não-desejáveis, listados acima.
Dicas para o melhor desempenho do estudo através do Diagrama de Causa e Efeito
  • Reunir todas as pessoas envolvidas no processo identificado para estudo;
  • Reunir informações baseadas nas causas;
  • Objetividade no estudo.
Esta ferramenta facilita o estudo e identificação da causa que gera o efeito, tornando-se o início de um trabalho que origina a ação, Portanto envolva toda a equipe deste processo para melhor aproveitamento deste estudo, a sua aplicação poderá ser mais ampla conforme a necessidade do estudo a ser aplicado.

Dica: Praticar o trabalho em grupo normalmente gera ganho de tempo na tomada de ação e na identificação da causa raiz de problemas que normalmente que desconsideramos.
  
 http://www.qualidadebrasil.com.br/

quarta-feira, 4 de abril de 2012

'PÁTRIA MADRASTA VIL'


Onde já se viu tanto excesso de falta?  
Abundância de inexistência...  
Exagero de escassez...  
Contraditórios?  
Então aí está!  
O novo nome do nosso país!  
Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.  
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de  caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de  escassez de responsabilidade. 
O Brasil nada mais é do que uma  combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de  contradições. 
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe  gentil', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe.  
Pela definição que eu conheço de MÃE, o  Brasil,   está mais para madrasta vil. 
A minha mãe não  'tapa o sol com a peneira.' 
Não me daria, por exemplo, um lugar na  universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há  200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me  restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe  não iria querer me enganar, iludir.  
Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse  efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação +  liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação  pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela  falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa.  
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a  minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade.  
Uma segue a outra...  
Sem nenhuma contradição! 
É disso que o  Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem  esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam  hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é  só mais uma contradição. 
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos,  mas não ensinam a pescar. 
E a educação libertadora entra aí.  
O povo está tão paralisado pela ignorância que  não sabe a que tem direito. 
Não aprendeu o que é ser cidadão. 
Porém,  ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade:  nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático  do Estado não modificam a estrutura.  
As classes média e alta - tão confortavelmente  situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar  (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)...  
Mas estão elas preparadas para isso? 
Eu  acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de  dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos,  possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil. 
Afinal, de  que serve um governo que não administra?  
De que serve uma mãe que não afaga?  
E, finalmente, de que serve um Homem que não se  posiciona? 
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja  ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um  todo. Sem egoísmo. 
Cada um por todos. 
Algumas perguntas,  quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.  
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil?  
Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil?  
Ser tratado como cidadão ou excluído?  
Como gente... Ou como  bicho?
Por Clarice Zeitel Vianna  Silva
UFRJ -  
A  redação de Clarice intitulada  'Pátria Madrasta Vil', foi incluída  num livro, com  outros cem textos selecionados no concurso. A  publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da  UNESCO.
Colaboração: Rita de Cássia Moura

FELIZ PÁSCOA - A Sabedoria do Chocolate Quente


Um grupo de jovens formados e bem estabelecidos em suas carreiras, estavam conversando sobre suas vidas em uma reunião de ex-colegas.
Então decidiram que visitariam um velho professor do tempo de faculdade, agora aposentado, e que fora sempre uma inspiração para eles.
Durante a visita, o bate-papo se transformou em reclamação sobre o estresse em seus trabalhos, vidas e relacionamentos.

Ao oferecer chocolate quente a seus visitantes, o professor foi na cozinha e retornou com uma jarra cheia da bebida e com uma variedade grande de canecos. Alguns deles eram de porcelana, outros de vidro, outros de cristal… uns simples, outros bem caros e bonitos, e outros bem feios. Então ele convidou cada um a se servir da bebida.

Quando todos eles já estavam com o chocolate quente em mãos, o professor compartilhou seu pensamento...

“Percebam que todos os canecos caros e bonitos foram os escolhidos, e que os simples e baratos foram deixados na mesa.”

“Embora vocês achem normal desejarem somente os melhores para si, é aí que está a fonte de seus problemas e estresse.”

"O caneco no qual você está bebendo, não acrescenta nada à qualidade da bebida. Na maioria das vezes, ele é apenas mais caro. Às vezes, ele até esconde o que estamos bebendo.”

“O que cada um de vocês queria, na verdade, era chocolate quente.
Vocês não queriam o caneco… mas vocês conscientemente escolheram os melhores.”

“E logo vocês começaram a olhar uns para os canecos dos outros.”
“Agora amigos, por favor, considerem o seguinte . . .
“A vida é o chocolate quente. . .Seu emprego, seu dinheiro, e sua posição na sociedade são os canecos.”

“Eles são apenas ferramentas que fazem parte da vida.”
“Os canecos que vocês têm em mãos, não definem nem mudam a qualidade de vida que vocês vivem.”
“Às vezes, ao concentrarmos somente no caneco, deixamos de saborear o chocolate quente que Deus tem nos ofertado.”

“Lembrem-se sempre disto . . .

Deus provê o chocolate.
Ele não escolhe o caneco.”
As pessoas mais felizes não são as que têm o melhor de tudo.
Mas simplesmente as que fazem o melhor de tudo que têm!

  • Viva simplesmente . . .
  • Ame generosamente . . .
  • Cuide-se imensamente . . .
  • Fale bondosamente . . .
  • Deixe o resto com Deus.
~ E lembre-se ~

Os mais ricos não são os que têm mais, mas os que precisam de menos.

Aproveite seu chocolate quente

FELIZ PÁSCOA...

Contribuição: Rita de Cássia Moura

O Brainstorm e os mapas mentais, dá até para usar a web!

 O termo “brainstorm” já virou piada de mal gosto em alguns ambientes corporativos, isso porque muitos executivos “bem intencionados” decidiram realizá-lo de forma equivocada, gerando mais uma “tempestade de problemas” do que propriamente uma tempestade de idéias.  
A pessoas ignoram o fato de que uma das grandes vantagens do brainstorm é a velocidade em que ele é feito, portanto ficar parado em idéias que não as ideais não é bom para o próprio processo de brainstorm, devemos respeitar as devidas fases do processo, que a organização da idéia surgirá durante o processo. E claro, não se esqueça que o brainstorm é uma “arte” que vai ser aprimorada com o passar do tempo. Não espere resultados fenomenais na primeira vez e nem desista se não conseguir na terceira!

Para você que não tem muito conhecimento sobre os conceitos de uma reunião de idéias, geralmente ela consiste das seguintes etapas:
1) Orientação
Determina-se a verdadeira natureza do problema, propondo por escrito e descrevendo os critérios para aceitação da solução proposta. A maneira como o problema é proposto condiciona o trabalho do grupo, que pode se limitar a procurar soluções restritas (fronteiras estreitas) ou mais criativas (fronteiras amplas).
2) Preparação
Reúnem-se os dados relativos ao problema, como outros produtos existentes, concorrentes, existência de peças e componentes, materiais e processos de fabricação, preços, canais de distribuição, etc.
3) Análise
A orientação e a preparação são analisadas, verificando se foram completas e determinando as causas e efeitos do problema – para decidir, inclusive, se vale a pena prosseguir.
4) Ideação
É a fase criativa propriamente dita, quando são geradas as alternativas para a solução do problema. Nesse momento, é importante o papel do líder para estimular a geração de idéias na direção pretendida e coibir julgamentos dos demais participantes.
5) Incubação
Freqüentemente, a ideação entra numa fase de frustração, quando a fluência das idéias diminui. Nesse ponto, a sessão pode ser suspensa, para um afastamento deliberado do problema, por um período de um dia ou mais. Após essa pausa, pode acontecer de surgir a iluminação, isto é, quando a solução aparece mais facilmente.
6) Síntese
As idéias são analisadas, juntando-se as soluções parciais em uma solução completa do problema.
7) Avaliação
Finalmente, as idéias são julgadas, fazendo-se uma seleção das mesmas, de acordo com os critérios definidos na etapa de Orientação.
Essas etapas não precisam ser seguidas com rigidez. Porém, é importante atentar para três aspectos dessa metodologia:
  • A qualidade das idéias depende de uma boa preparação,
  • Que considere todos os fatores pertinentes ao problema. De preferência, deve existir um ou dois membros do grupo que tenham familiaridade com o problema, a fim de esclarecer as dúvidas dos demais participantes da sessão.
  • A quantidade de idéias é maior quando se separa a fase de Ideação da Avaliação, de modo que a geração de idéias aconteça totalmente livre de julgamentos.
  • Quando houver um desvio grande em relação à orientação, o líder pode reposicionar o grupo.
  • Finalmente, é fundamental que seja respeitada a etapa de Incubação, para que o grupo relaxe e se desligue voluntariamente do problema, de forma a possibilitar a reorganização das idéias.
Agora uma falha muito comum em sessões de brainstorm é que normalmente ao final não se organiza um fluxograma das idéias e de como poderão ser colocadas em práticas as sugestões… Muitas vezes poucas soluções surgem porque não organizamos o universo das idéias, dai surge a como solução o uso do do mapa mental.
O princípio do mapa mental é baseado no comportamento do cérebro que organiza o conhecimento através de conexões entre as idéias. Na prática profissional, é uma ferramenta importante para conduzir reuniões ou para registrar sessões de brainstorming . Na vida pessoal, pode ser usado para alinhar as idéias e planejar ações nos projetos do cotidiano.

Os mapas mentais podem ser elaborados usando papel e caneta (alguns especialistas defendem ferozmente essa abordagem) ou usando aplicativos especializados como o MindMeister. Para os adeptos da filosofia “Web as a platform” aqui vai uma boa dica para criar seus mapas: MindMeister. O MindMeister é uma excelente aplicação Web 2.0 que, além de ter uma ótima usabilidade, oferece recursos importantes como importação/exportação e colaboração. A assinatura básica do serviço é gratuita, mas alguns recursos avançados só estão disponíveis para os usuários pagantes.

O Mind-mapping é uma visualização de idéias através de diagramas-estrela simples onde há uma idéia / objeto central. A esse nó central você pode adicionar ilimitados caminhos e sub-caminhos com máxima liberdade relativa a tamanho e posição de cada um. Esta simples estrutura te permite esboçar facilmente tarefas de projeto, listas de recursos, e até mesmo planejar uma sequeência de passos a ser tomado.

Tudo que é preciso para aprender a operar uma típica ferramenta de mind-mapping é conhecer duas teclas em seu teclado: uma para criar o novo primeiro nível de objetos e outra para criar níveis “aninhados”. Pronto. Uma vez quer você tenha essas duas teclas você basicamente pode criar mind-maps que podem ficar ricos e complexos de acordo com sua imaginação.

Bem, quem sabe mais adiante eu possa mostrar na prática o resultado de Brainstorm através de um mapa mental bem elaborado, mas fica a dica, crie seu login no MindMeister e experimente essa incrivel ferramenta!
Por:  http://blog.rdorval.com/

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dado, Informação e Crítica


Qual a diferença?
  • Dado é qualquer informação que você armazena e pode coletar depois;
  • Informação é a utilização de dados de maneira a ser-lhe útil;
  • Crítica é o raciocínio em cima da informação obtida;

Estes três elementos são fundamentais para o desenvolvimento relevante e estável do escritório e principalmente como comunicação relevante e imprescindível do escritório com o departamento jurídico.
Vejamos um exemplo prático: O escritório lança num controle de processos ou planilha todos os clientes que entraram no escritório no período de uma semana. Isto é um dado. Se através deste dado ele puder concluir quantos fecharam ações com o escritório e quantos foram embora, estamos diante de um dado que transformou-se em informação.
Agora, se diante desta informação o sócio tomar uma atitude de investimento em marketing, reformulação de procedimentos, entre outros, estamos diante da crítica, ou seja, da atitude contra o procedimento anterior, ou seja, a evolução.
Imagine que uma empresa solicita ao escritório algumas informações específicas sobre os processos, tais como prognósticos e contingências. Sem criar primeiro dados, depois gerar informação e fazer uma análise crítica antes de enviar este relatório, de nada o mesmo será útil para a empresa.
Esta ideia é similar a utilização do PDCA.
Tanto o PDCA como a ideia de dado, informação e crítica nos levam ao mesmo objetivo: Temos que analisar o que está acontecendo e raciocinarmos mudanças, ideias e novos procedimentos.
Não podemos aceitar passivamente as coisas como estão simplesmente porque sempre foram assim ou porque nunca tivemos problemas.
Sempre podemos evoluir e buscar o melhor. Não aceite menos que isto!
Padronize com dados, extraia informações e oferte críticas positivas de remodelação do seu negócio.
Dê ao seu cliente uma informação que já foi um dado e hoje é algo útil porque você exerceu a crítica em cima da mesma.
 Este é o segredo do sucesso!
Por: Gustavo Rocha - http://www.gestao.adv.br

O que é Coworking?

 Um espaço informal para troca de idéias criativas e uma cooperativa social.
Coworking
Os profissionais autônomos, quem trabalha em casa e quem viaja muito a trabalho sofrem de um mal comum: o isolamento. 

Coworking é união de um grupo de pessoas que continuam trabalhando independentes umas das outras, mas compartilham valores e buscam a sinergia que acontece quando pessoas talentosas dividem o mesmo espaço, gerando um fluxo de troca de idéias e experiências.

Grande parte dos espaços de coworking foram fundados por empreendedores "nômades" de tecnologia, que buscavam locais de trabalho alternativos aos cafés e às suas próprias casas.

Incubadoras de startups, centros de negócios ou escritórios virtuais não se encaixam no modelo de coworking, pois lhes faltam os principais aspectos: o social, o colaborativo e o informal.
As práticas de conduta do coworking fazem com que ele se aproxime mais ao modelo das cooperativas, onde o foco não está apenas no lucro, mas também na sociedade.


História
O termo coworking foi criado por BernieDeKoven em 1999 e em 2005 usado por Brad Neuberg para descrever um espaço físico, primeiramente chamado de “9 to 5 group".
Neuberg criou o “Hat Factory”, um espaço de coworking baseado em São Francisco, um apartamento onde trabalhavam 3 profissionais de tecnologia e que abria suas portas durante o dia para “avulsos” que precisavam de um lugar para trabalhar e queriam compartilhar experiência.

Hoje, existem mais de 400 espaços de coworking, em 6 continentes.

O coworking faz a nova economia
Como o trabalho colaborativo vai mudar seu jeito de produzir. Já diz o ditado que duas cabeças pensam melhor que uma.
E se vários empreendedores se unissem para trabalhar, cada um com seu negócio?
Essa é a ideia principal do coworking, que em cinco anos de existência já tem centenas de escritórios especializados no mundo, e começa a se expandir no Brasil.

Cada espaço comporta vários grupos de microempresários ou startuppers independentes em um escritório e os oferece facilidades como banda larga, TV por assinatura e salas de reunião para quem não tem endereço físico ou mesmo deseja sair da garagem para a dominação mundial.

Funcionando como incubadoras de ideias e profissionais, os espaços de coworking são voltados para o crescimento dos clientes, preparando a “metamorfose” da microempresa para uma pequena ou média.
E ao contrário do que se pode pensar, os coworking spaces não são só para o começo da estrada: mesmo depois de desenvolvida, a empresa pode recorrer aos escritórios para alocar novos funcionários que sua infraestrutura não comporta ou mesmo “imitar” o Google e destinar estes espaços para o desenvolvimento de novos negócios.

“Espaços de coworking são mais do que apenas espaço, conveniência ou a unificação aleatória de cadeiras.
Eles são espaços onde a economia está sendo produzida, novos setores são criados e até pessoas com interesses comuns se integram.”


E já que uma coisa leva à outra, trabalhar com outros microempresários no mesmo espaço traz alguns benefícios: com várias mentes tão (ou mais) empreendedoras quanto a sua bem do lado, o brainstorm pode ser ainda mais produtivo e eficiente, já que os outros profissionais já têm suas experiências em seus campos e podem indicar os melhores caminhos para o seu negócio.

Além disso, o coworking facilita parcerias entre empresas que talvez não desenvolvessem produtos juntos se não tivessem a oportunidade de estar no mesmo endereço.

Outras vantagens do coworking são o baixo custo das “ilhas”, a facilidade de não ficar se preocupando com mantuenção e limpeza de um escritório inteiro e ainda ter telefone fixo e endereço para correspondência e até colocar no CNPJ.
É o coletivo fazendo mais pelo indivíduo


Cinco grandes mitos sobre coworking 
Os mitos e erros de conceito estão em negrito. Logo depois de cada mito, você lê a realidade, ou pelo menos a nossa visão da realidade baseada na pesquisa que fizemos:

1. “Coworking é só para freelancers e autônomos”: Quando o movimento do coworking começou, era feito quase que totalmente por freelancers e trabalhadores autônomos. Mas hoje em dia, as facilidades do coworking abrigam startups, pequenas empresas e até funcionários de grandes corporações.

2. “Os maiores benefícios do coworking são os sociais”: Sim, os espaços de coworking dão um ambiente social e eles são bons lugares para aqueles que estão cansados de trabalhar sozinhos em casa ou em cafeterias. Mas os benefícios mais importantes são a colaboração e troca de experiências, networking e oportunidades de parceria providas por ser parte da comunidade do coworking.

3. “Coworking é só para os mais novos”: Pessoas de todas as idades e de uma variedade de indústrias e funções usam espaços de coworking. Até mesmo alguns cinquentões trabalham em coworkings com frequência maior do que jovens empreendedores, e viram freelancers.

4. “Coworking só serve para trabalhos de escritório”: Muitos espaços de coworking proveem acesso compartilhado a ferramentas de escritório, facilidades – aqui no BeesOffice, por exemplo, temos banda larga wi-fi, TV, lounge e até um PlayStation 3 – e equipamentos. Estes espaços são utilizados por inventores, pensadores, desenvolvedores, cientistas, microempresários, entre outros.

5. “Espaços de coworking só estão nas grandes cidades”: Os primeiros espaços foram inaugurados em São Francisco e Nova York (EUA), entre outras grandes cidades. Mas atualmente, coworkings já são encontrados nos subúrbios, e grande parte deles está em cidades pequenas ou médias.

Postado: http://purgly.blogspot.com.br  
Fonte: BeesOffice. Este post é uma tradução livre do texto “The Top 5 Coworking Myths“, publicado no blog MyVenturePad. Leia o texto original, de Steve King

domingo, 1 de abril de 2012

O Cliente Silencioso

Estudos feitos por especialistas em relacionamento com clientes mostram que em média uma empresa perde 30% de seus clientes a cada ano, pelos mais variados motivos. Mas raramente os clientes frustrados fazem reclamações, a não ser quando eles já atingiram o auge da irritação.
A forma de expressar o seu descontentamento ou desilusão é um afastamento silencioso, que raramente é notado pela empresa. Quando a empresa se der conta da fuga de clientes já será tarde demais, e não terá outra saída senão pagar um preço alto para reconquistar a confiança perdida, normalmente entre oito e dez vezes o custo médio da fidelização de clientes.



As estatísticas apontam para 4% das pessoas que reclamam e 96% que não reclamam... Estes últimos mudam!

A fuga silenciosa de clientes acontece porque reclamar dá trabalho e, além do mais, gera normalmente situações desconfortáveis tanto para quem faz como para quem recebe a queixa.

As empresas deveriam ficar felizes quando um cliente reclama porque assim é possível descobrir o que está errado antes que a fuga de clientes cause prejuízos maiores.

Isso implica, no entanto, uma mudança de atitudes e de sistema, como por exemplo, a criação de instrumentos que facilitem o recebimento de críticas e sugestões, e principalmente instruir funcionários a não encarar uma reclamação como uma ofensa pessoal. É aí que entra a necessidade de treinamento e educação, fatores que farão à diferença no sucesso do negócio.



Plano de ataque!

O primeiro passo para chegar a qualquer lugar é decidir que não vai permanecer onde está e entender que na vida você não irá ficar parado nunca, ou vai melhorar ou piorar... A decisão é sua.

O segredo de sucesso para um negócio é fazer algo que os outros não fazem e também não ficar dormindo para o que acontece no dia-a-dia do mercado e da concorrência. Entender que não existe mercado parado existe gente parada. Quem quer fazer sucesso tem que usar suas idéias com um plano de ação e se colocar em movimento. O sucesso não cai de pára-quedas no quintal de ninguém.



Saia do escritório!

Mesmo com uma forte equipe de vendas, os líderes das empresas continuam sendo os melhores vendedores. Crie a prática de visitar os seus clientes e fornecedores, saia da cadeira com mais freqüência, é lá no mercado que as coisas acontecem e ninguém filtra nada para você e com isso você também amplia sua rede de relacionamentos e por conseqüência, mais negócios.

Uma boa semana, um forte abraço e fique com Deus!



sexta-feira, 30 de março de 2012

TÁ DOENDO?!? ENTÃO, SOLTA!


Sabe quando você vive uma situação difícil, angustiante e que te incomoda? Quando você não sabe o que dizer, o que fazer ou como agir para que a dor passe ou ao menos diminua?

Pois vou te contar o que tenho descoberto, por experiência própria! Em primeiro lugar, observe a situação toda e, sobretudo, observe a si mesmo e os seus comportamentos.

Errou? Tente consertar e, de qualquer modo, peça desculpas!

Fez ou falou o que não devia? Explique-se, seja sincero, não tente esconder seu engano ou fingir que nada aconteceu... Valide a dor do outro, sempre.

Ta difícil conseguir uma nova chance? Dê um tempo. Espere... Às vezes, algumas noites bem dormidas e alguns dias sem a imposição de sua presença ou a insistência de suas tentativas são preponderantes para que os sentimentos bons sejam resgatados e para que um coração possa ser reconquistado.

Por fim, fez tudo isso e não deu certo? Não rolou? A pessoa até te perdoou, mas a massa desandou, a história se perdeu, os desejos esfriaram?!?

Você se sente inconformado, esmagado pelo arrependimento, atordoado pela tristeza do que poderia ter sido e não foi? Tem a sensação de que estragou tudo? Não sabe mais o que fazer para parar de doer? Acredite, só tem um jeito: solta!

A dor é conseqüência de um apego inútil! Deixa ir... Deixa rolar... Se você já fez o que podia fazer, tentou e não deu, confie na vida, confie no Universo e siga em frente. Pare de se lamentar, pare de se debater e de se perder cada vez mais, e tenha a certeza absoluta de que o que tiver de ser, será!

Quando essa certeza chega, é impressionante: a gente simplesmente relaxa e solta! E quando solta, a dor começa a diminuir, e a gente começa a compreender que está tudo certo, mesmo quando não temos a menor idéia de que “certo” é esse. Mas quando menos esperamos, tudo fica absolutamente claro!

Não se trata de desistir, mas de confiar! Isso é o que se chama “FÉ”! Isso é o que desejo a mim e a você, quando estivermos doendo...


Por: Rosana Braga

Reconhecida como uma das maiores especialistas em relacionamento & comunicação do país.