Mostrando postagens com marcador Inovação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inovação. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Colaboração e Inovação

 


Quando Hokusai concluiu sua famosa pintura “A Grande Onda de Nakagawa”, em 1830, o Japão estava se abrindo para o mundo exterior depois de dois séculos de clausura.

O monte Fuji, ao fundo, representa a estabilidade, a solidez e a alma da cultura japonesa, enquanto as ondas quebrando sobre os frágeis barcos de pescadores representam a ameaça do exterior e da cultura ocidental sobre o Japão.

Representam medo, receio com o risco da destruição que o externo e o desconhecido podem causar.



Muitas organizações que permaneceram historicamente fechadas e com uma forte cultura de proteção ao conhecimento interno, veem a colaboração com parceiros externos como uma ameaça semelhante à Grande Onda de Hokusai.

É evidente que qualquer colaboração, seja uma simples parceria, aliança ou a participação em uma rede, não vem livre de riscos.

A organização precisa se abrir gradualmente, ensaiar a colaboração e torna-la parte da cultura. Enxergá-la como uma grande ameaça possivelmente fará com que seus muros permaneçam fechados.
O processo de abrir-se à colaboração começa por refletir sobre as 𝙣𝙚𝙩𝙬𝙤𝙧𝙠𝙞𝙣𝙜 𝙘𝙖𝙥𝙖𝙗𝙞𝙡𝙞𝙩𝙞𝙚𝙨 da organização, ou seja, sobre as suas capacidades de se relacionar com parceiros externos e efetivamente se beneficiar da colaboração. É com essas competências que será possível obter a melhor combinação de conhecimento e cultura interna (o Monte Fuji) e o conhecimento e inovação externos (a Grande Onda).

Copiado: https://www.academiadacooperacao.com.br/

quarta-feira, 14 de julho de 2021

EMPREENDEDORISMO SOCIAL – UM NOVO CONCEITO ENTRE OS EMPRESÁRIOS

 


Um empreendedor social é aquele que apresenta e desenvolve soluções inovadoras para atender aos problemas sociais. São profissionais ambiciosos e persistentes, que se preocupam com as grandes questões sociais e estão em busca de ideias que tragam mudanças em grande escala.

Ser um empreendedor social significa visar à maximização do capital social a fim de realizar mais iniciativas, programas e ações para que uma comunidade, cidade ou região possa se desenvolver de maneira positiva e sustentável. O empreendedorismo social surge especialmente em contextos turbulentos, de crise e de desafios econômicos, sociais e ambientais.

O que é o empreendedorismo social?

Empreendedorismo social é um conjunto de ações empreendedoras que buscam a melhoria da sociedade. Para isso, os empreendedores criam medidas que podem, ao mesmo tempo, ser lucrativas e sociais.

Trata-se de um tipo de empreendedorismo que busca implantar medidas sustentáveis para conciliar os avanços tecnológicos e outros progressos sociais com um meio ambiente mais saudável e com boas condições de vida para todos.

Uma das metas do empreendedorismo social é reduzir as desigualdades sociais e econômicas por meio da criação de negócios que gerem não apenas dinheiro, mas que tragam melhorias em todos os setores existentes em uma sociedade. Essa forma de empreender busca uma forma de vida mais justa, em que o meio ambiente é preservado e as diferenças sociais são reduzidas de forma que todos tenham oportunidades iguais.

Qual a diferença entre o empreendedorismo social e o empreendedorismo tradicional?

O empreendedorismo tradicional é aquele por meio do qual as empresas oferecem serviços e produtos à sociedade. Assim, essas organizações conseguem lucrar e prosperar cada vez mais com aquilo que arrecadam com as suas vendas. No empreendedorismo social, também pode haver lucro, mas, nesse caso, existe também um grande objetivo de levar mais qualidade de vida às pessoas.

As empresas tradicionais até podem fazer algum tipo de ação em benefício de determinadas causas sociais. Já no empreendedorismo social, as causas sociais são o principal motivo da sua existência, e não um mero acessório para aumentar a sua visibilidade e simpatia com o público.

Outra diferença importante é que as empresas tradicionais segmentam o mercado com vistas a atender a um público-alvo específico, que possa pagar pelas soluções que comercializa. A empresa social, entretanto, vai ao encontro de populações carentes, marginalizadas e não atendidas pelo empreendedorismo clássico. Por isso, ela até pode ter fins lucrativos, mas o seu principal propósito é atender aos apelos de grupos mais necessitados.

Os três componentes do empreendedorismo social

Toda iniciativa de empreendedorismo social é constituída por três elementos. Confira quais são eles.

1. O diagnóstico

O primeiro passo para a implementação de um empreendedorismo social é a identificação de um problema, ou seja, de alguma injustiça que provoca a exclusão de determinado segmento da sociedade ou algum tipo de sofrimento ao planeta e à humanidade. Em geral, as pessoas mais impactadas por essas questões não têm recursos financeiros ou influência política para alcançar soluções.

Entre esses principais problemas, podem ser citados:

  • Educação de má qualidade, analfabetismo e exclusão digital;
  • Falta de moradia;
  • Desnutrição e atendimento médico precário;
  • Subemprego e desemprego;
  • Exclusão social de determinados grupos: mulheres, negros, pessoas com deficiência, comunidade LGBTQIA+, entre outros;
  • Violações aos Direitos Humanos;
  • Problemas ambientais: maus tratos a animais, desmatamento, poluição, mau uso de recursos naturais (com incentivo ao desenvolvimento de energias renováveis, reciclagem e indústrias limpas).

2. A identificação da oportunidade

Após o diagnóstico desse problema, ele deve ser transformado em uma oportunidade de negócio, ou seja, a construção de uma empresa que ofereça algum tipo de solução às vítimas do problema. Esse trabalho é feito com a iniciativa do empreendedor e com a sua capacidade de formar equipes motivadas, criativas, inspiradas e com coragem para transformar a realidade.

3. A criação de uma nova realidade

A ideia é que, após a implementação desse novo negócio, os problemas sociais identificados sejam minimizados, oferecendo mais qualidade de vida à população afetada. Assim, o objetivo do empreendedorismo social se concretiza, não como uma simples empresa que deseja lucrar, mas que tem a finalidade de fazer do mundo um lugar melhor.

O que difere o empreendedorismo social, a assistência social e as ONGs?

À primeira vista, os conceitos de empreendedorismo social, assistência social e ONGs parecem bem similares, já que os três têm o objetivo de promover alguma melhoria quanto aos já citados problemas da sociedade. Contudo, existem sim algumas diferenças básicas entre eles.

O empreendedorismo social é uma iniciativa que tem o objetivo de resolver um determinado problema social e ampliar a sua atuação para áreas cada vez maiores. A prestação da assistência social, entretanto, fica sempre limitada a uma mesma localidade, restringindo o seu potencial de atuação. No empreendedorismo social, porém, a ideia é fazer com que esse negócio prospere e amplie cada vez mais a sua abrangência, em diferentes bairros, cidades e países.

Quanto às ONGs, elas também lutam pelas mesmas causas dos empreendedores sociais. Entretanto, essas organizações são completamente dependentes das doações de pessoas físicas, empresas, fundações e até mesmo do governo para manter as suas ações. No empreendedorismo social, porém, a empresa é autossustentável e pode gerar lucro. Essas instituições até podem receber doações de terceiros, mas não dependem delas para sobreviver e crescer.

Assim, o empreendedorismo social constitui um conjunto de atividades econômicas. As empresas desse tipo reinvestem os seus lucros em seu próprio progresso para promover ainda mais melhorias na sociedade.


Exemplos de empreendedorismo social no Brasil

O Brasil conta com bons exemplos de empresas de empreendedorismo social. Confira três dos principais exemplos do nosso país:

  • O Projeto Tamar foi fundado na Bahia em 1980, com o objetivo de proteger as tartarugas marinhas, em extinção no litoral brasileiro. Hoje em dia, porém, há diversas unidades do projeto em estados do Sul, do Sudeste e do Nordeste do Brasil, protegendo variadas espécies da vida marinha. A atuação da empresa se concentra em três linhas: conservação e pesquisas aplicadas, educação ambiental e desenvolvimento local sustentável.
  • O Instituto Chapada é um empreendimento criado em 2006 com a finalidade de oferecer formação continuada a professores e coordenadores pedagógicos, entre outras ações para beneficiar a qualidade do ensino público em determinados municípios da Bahia.
  • O GRAAC, Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, é um instituto criado em 1991, com o objetivo de proporcionar às crianças e aos adolescentes com câncer um tratamento médico de qualidade. O seu propósito é ser um centro médico de referência em ensino, pesquisa, diagnóstico e tratamento do câncer infantojuvenil, com prioridade à população de baixa renda.

E você, conhece mais alguma iniciativa de empreendedorismo social? 

O que pensa sobre o tema? 

Por fim, como notícia boa a gente espalha, não deixe de compartilhar este artigo em suas redes sociais. Leve estas informações a todos os seus amigos, colegas, familiares e a quem mais possa se beneficiar delas!

Copiado: https://www.ibccoaching.com.br/

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

5 Exemplos de Empresas Que Não Souberam Inovar


 Atari, Nokia, Motorola, Sega, BlackBerry, Compaq. O que todas essas empresas têm em comum? Todas são conhecidas e foram muito importantes em seus mercados de atuação, mas acabaram sendo vendidas, falindo ou perdendo grande fatia de mercado. Neste artigo, entenda a importância da inovação corporativa para que a empresa se mantenha competitiva no mercado e aprenda com exemplos de empresas que faliram ou perderam valor porque falharam em inovar.

A pergunta que queremos responder neste artigo é: onde essas empresas erraram? Uma falha comum entre elas, e muitos outros negócios que acabam em declínio, foi o fato de não terem inovado no momento certo.

5 exemplos de empresas que perderam mercado pela falta de inovação

1. BlackBerry

Os celulares da BlackBerry fizeram sucesso com seus teclados QWERTY nos anos 2000. Além deles, a também oferecia sistemas operacionais exclusivos para os aparelhos.

Mas o declínio começou quando empresas como Apple e Samsung lançaram no mercado smartphones com aplicativos e telas sensíveis ao toque, e a BlackBerry não conseguiu acompanhar. A empresa ainda existe, mas, por ter falhado em se adaptar, viu sua fatia de mercado ser reduzida e caiu no esquecimento pela maior parte do público.

2. Nokia

Pioneira no mercado de celulares, a Nokia já foi a maior fabricante de aparelhos móveis do mundo. Porém, assim como a BlackBerry, não foi inovadora o suficiente para se adaptar à chegada dos smartphones. Em 2013, a empresa da Finlândia vendeu sua divisão de celulares para a Microsoft.

3. Motorola

Assim como Nokia e BlackBerry, a Motorola fez sucesso no mercado de celulares, mas viu seu negócio decair nos anos 2000. Aparelhos e sistemas operacionais de baixa qualidade em comparação com a concorrência levaram a empresa a ser dividida em duas em 2011. Uma parte foi vendida para o Google e, depois, para a chinesa Lenovo.


4. Atari Para muita gente, a Atari é sinônimo de video games antigos. E não é por acaso. A empresa foi pioneira na criação de consoles caseiros. O modelo Atari 2600, de baixo custo e com diversos jogos disponíveis, fez muito sucesso. No entanto, a empresa produziu games em excesso e viu as vendas caírem, principalmente com o jogo ET, considerado o pior da história.

Falhando em acompanhar as inovações de outras empresas de games da época, a Atari foi dividida em duas em 1984 e as novas empresas foram vendidas diversas vezes, mas nunca conseguiram alcançar o sucesso da Atari original.

5. Sega

A Sega viu seu auge nos anos 1980 e 1990, quando rivalizava com a Nintendo e fazia sucesso com consoles como o Mega Drive e jogos como Sonic.

A empresa foi inovadora no mercado dos games, abrindo caminho para outros negócios, mas acabou saindo do mercado de hardware depois do prejuízo causado pelo Dreamcast. Hoje se dedica à produção de jogos para outras empresas.

6. Compaq

A Compaq foi uma das maiores produtoras de computadores pessoais na década de 1980 e 1990. Porém, nos anos 2000, teve dificuldades em competir com os preços da concorrente Dell.

A empresa acabou sendo comprada pela HP em 2002, por 25 bilhões de dólares. A marca seguiu sendo usada em alguns modelos até 2013, quando foi descontinuada.

O que sua empresa pode aprender com esses exemplos?

Negócios de diferentes portes e segmentos estão sempre sendo desafiados por forças externas, como novas empresas entrando no mercado, mudanças no comportamento dos consumidores, concorrência, dentre outros.


Mas, quando confrontadas com essas questões, as empresas precisam continuar inovando para manterem sua vantagem competitiva. Inovar pode ser arriscado, mas não fazer isso é mais ainda. A empresa que não inova fica estagnada e vulnerável. Se houver mudanças no seu mercado de atuação, dificilmente sobreviverá.

Ao inovar, por outro lado, os benefícios são inúmeros: ganho de competitividade, inserção em novos mercados, aumento de receita, processos melhores, colaboradores mais satisfeitos.

Copiado: https://rapaduratech.com.br/

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

CFA lança Simulador de Diagnóstico Municipal

 


O Índice CFA de Governança Municipal (IGM-CFA) traz mais uma novidade para os administradores públicos: o simulador IGM-CFA. Por meio dele, os gestores municipais poderão fazer simulações nos resultados obtidos no Índice, a fim de identificar qual seria a nota do município e a posição no 
ranking com os novos valores.

“A ferramenta se torna útil para municípios que não divulgaram as informações a tempo ou tiveram atualizações recentes nas políticas públicas”, explica o diretor de Gestão Pública do Conselho Federal de Administração (CFA), Fábio Mendes Macedo.

Para usar o simulador é simples, basta digitar o código do município e simular os valores no campo específico. O sistema já retorna a nova nota e o novo ranking. O sistema calcula e disponibiliza alguns gráficos que mostram as diferenças entre as notas. Além disso, divulga algumas recomendações nas variáveis com as menores notas.

O simulador está disponível apenas no acesso exclusivo. O IGM-CFA é uma ferramenta criada pelo CFA. Por meio dela, é possível medir a qualidade da gestão pública municipal. A proposta é que ela seja um referencial para os prefeitos elaborarem as políticas públicas dos municípios.

É fácil ter acesso exclusivo 

Como acessar: O acesso exclusivo é feito por meio do sitewww.igm.cfa.org.br. No portal, o profissional de Administração clica na aba “Acesso exclusivo”. Quem ainda não tem login e senha para ter acesso ao estudo, é preciso fazer um cadastro. 

Uma vez preenchidas as informações solicitadas, é necessário aguardar a validação por e-mail. Após isso, o profissional de Administração terá acesso exclusivo ao IGM-CFA 2020.

http://cfa.org.br/ - Assessoria de Comunicação CFA - Facebook

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Diferentes Formas de Voluntariados


Quem já experimentou um dos tipos de voluntariado, sabe exatamente do que trataremos nesse post: a recompensadora sensação de fazer bem ao próximo e de ajudar, de diversas maneiras, a diminuir a dor de alguém.
Mas há ainda quem pense que para se tornar voluntário, é preciso investir muito tempo — vamos combinar, um bem tão escasso em nosso dia-a-dia. E, por isso mesmo, acabam não se engajando em alguma frente.
Para esclarecer sobre o assunto, reunimos as principais formas de voluntariado (e como elas se apresentam na prática).
Certamente, você encontrará uma maneira de se tornar um voluntário agora mesmo, quer ver só?
Voluntariado presencial: é uma das maneiras mais comuns hoje em dia. Nessa modalidade, é estabelecido um termo de adesão, deixando claras as responsabilidades do voluntário, que pode ter dois vínculos:
– Contínuo: acompanhar o desenvolvimento de um grupo, contribuir em atividades educacionais ou mesmo em tarefas hospitalares (sob orientação e acompanhamento).
– Pontual: embora conserve um vínculo com a instituição, nessa modalidade a participação é esporádica, quando há convocação de mutirões de limpeza, pintura, conservação do ambiente ou qualquer tarefa, desde combinada previamente.
Voluntariado assistencialista: outra forma bem comum também é o voluntário que se engaja para atender a uma urgente demanda social e, para isso, dispõe um tempo para arrecadar alimentos, brinquedos e outros produtos para ajudar instituições beneficentes ou até comunidades.

Voluntariado em desastres naturais: quem atua nessa frente, inscreve seu nome em um banco de dados da Instituição, se dispondo a ajudar em caso de emergências. 
No Brasil, essa atuação é frequente por meio da Defesa Civil de cada estado, que mobiliza pessoas a auxiliarem em casos de situações que demandem apoio.
Voluntariado empresarial: outra frente que tem crescido bastante é a do voluntariado mobilizado pela empresa. Assim, ela reúne colaboradores para apoiar de diversas formas e dá apoio, como na logística e até viabiliza capacitações. 
Você pode localizar o departamento de Recursos Humanos da sua empresa para certificar-se se há uma mobilização desse tipo. Ou, então, propor para a organização.

Voluntário online
essa é uma forma de ajudar que não para de crescer. 
Afinal de contas, as demais demandam tempo e disponibilidade (que são recursos escassos hoje em dia). 
Mas, nem por isso, deixam de ter seu valor e engajamento. Pela internet, por exemplo, você pode fazer o apadrinhamento financeiro de crianças que vivem em comunidades em risco social. Nessa modalidade, se compromete à doação financeira mensal e pode  acompanhar o desenvolvimento do beneficiado, mesmo a distância. 
São possibilidades que só a internet pode oferecer. Ah, é bom que se diga: essa modalidade não tem a ver com o apadrinhamento afetivo.
Sabe o que é mais incrível do voluntariado online
É que você pode começar agora! 
Que tal já fazer a sua parte?

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Como Funciona a Energia Solar para Empresas?

Cada vez mais, empresas de todos os tamanhos investem em energia solar como uma alternativa às altas contas de energia elétrica. 
Mas as vantagens vão muito além da diminuição dos custos com as contas de luz e o retorno do investimento acontece muito antes do que se espera.
Optar por produzir energia solar garante benefícios ao meio ambiente e ainda é uma excelente ferramenta de marketing, já que os consumidores costumam ver com bons olhos as empresas que adotam posturas mais sustentáveis.
Mas há empresários que nem chegam a considerar a instalação de painéis solares por achar que o processo é muito complicado. 
Você sabe como funciona a energia elétrica em empresas? 
Como a luz do sol é transformada em energia elétrica?
Na verdade é tudo bem mais simples do que parece, o sistema de energia solar adequado a utilização em empresas é o sistema conectado à rede (grid-tie):
No caso dos sistemas conectados à rede elétrica, a energia gerada através dos módulos solares, representa uma fonte de energia complementar à energia da distribuidora ao qual o usuário está conectado, são sistemas que geralmente não utilizam armazenamento de energia, pois toda energia gerada pelos módulos solares fotovoltaicos (durante o dia), é entregue à rede elétrica instantaneamente.

O Inversor, é instalado entre o sistema gerador fotovoltaico e o ponto de fornecimento à rede, ele recebe a energia gerada pelos módulos fotovoltaicos em corrente contínua e converte em energia alternada, sincronizando e injetando na rede elétrica.

A energia solar fotovoltaica gerada não é destinada a uma carga específica, abastecendo toda a residência juntamente com a rede elétrica da distribuidora.

Quando a geração solar fotovoltaica é superior à demanda, o sistema devolve a energia para rede, no sentido contrário, para ser utilizada por outros consumidores, automaticamente sem intervenção e seguindo normas de segurança.

Quando a geração solar fotovoltaica é inferior à demanda, ou no período noturno, a diferença de energia é suprida automaticamente pela energia elétrica da distribuidora.
O Sistema fotovoltaico conectado à rede é sincronizado com a energia elétrica da distribuidora, assim, quando falta energia da distribuidora, por questões de segurança, o sistema fotovoltaico se desliga automaticamente.
Objetivo: Redução da dependência e consumo da energia elétrica da distribuidora, substituindo-a por uma fonte de energia limpa, gratuita e inesgotável.
Sistema de compensação de energia elétrica – normativa ANEEL 482/12 – A energia ativa injetada no sistema de distribuição pela unidade consumidora, será cedida a título de empréstimo gratuito para a distribuidora, passando a unidade consumidora a ter um crédito em quantidade de energia ativa.
O consumo de energia elétrica ativa a ser faturado é a diferença entre a energia consumida e a injetada, por posto tarifário, devendo a distribuidora utilizar o excedente que não tenha sido compensado no ciclo de faturamento corrente para abater o consumo medido em meses subsequentes, por até 36 meses. 

Os montantes de energia ativa injetada não compensados na própria unidade consumidora poderão ser utilizados para compensar o consumo de outras unidades previamente cadastradas para esse fim e atendida pela mesma distribuidora, cujo titular seja o mesmo da unidade com sistema de compensação de energia, possuidor do mesmo CNPJ.

E não basta sair instalando os painéis por conta própria.



É preciso seguir algumas etapas, para poder garantir que o sistema está seguro e realmente vai produzir energia. Veja a seguir quais são as fases envolvidas no processo de instalação de um sistema de energia solar:
1. Solicitar o acesso para a concessionária de energia local e aguardar o parecer de acesso – A concessionária tem até de 30 dias de prazo.
2. Contratar uma empresa responsável que instale os painéis e o sistema da melhor forma.
3. Solicitar à concessionária uma vistoria total ao sistema de energia solar instalado. A vistoria pode demorar até 30 dias. Após a vistoria, a concessionária tem até 15 dias para entregar o relatório de vistoria e indicar possíveis alterações e melhorias.
4. Depois de corrigir todas as falhas ou implementar as melhorias indicadas pela concessionária de energia local, é preciso solicitar a aprovação do ponto de conexão, a concessionária tem até 7 dias para aprovar o ponto de conexão e trocar o medidor de energia.