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quarta-feira, 30 de agosto de 2023

Felicidade é o novo indicador do grau de performance no trabalho


Estudos mostram que equipes mais felizes impulsionam as vendas, aumentam a produtividade e cometem menos erros

Como líderes de uma empresa em rápido crescimento, sabemos da importância de gerar resultados, alcançar o crescimento e aumentar os lucros. Mas também é preciso levar em conta o papel que a felicidade desempenha para se alcançar esses objetivos.

Um estudo da Saïd Business School intitulado “A felicidade melhora a produtividade do trabalhador?” descobriu que a felicidade pode ter, sim, um impacto significativo na produtividade. Os resultados mostraram que os

AS EMPRESAS ESTÃO PERCEBENDO QUE O VERDADEIRO SUCESSO ESTÁ NA CONSTRUÇÃO DE UMA FORÇA DE TRABALHO FELIZ E ENGAJADA.

trabalhadores mais felizes eram 12% mais produtivos do que os infelizes. Esse aumento na produtividade pode ser atribuído a vários fatores, como maior motivação, engajamento e criatividade.

Além disso, o estudo descobriu que trabalhadores mais felizes tendem a cometer menos erros. Os pesquisadores observaram que os trabalhadores infelizes eram mais propensos a distrações e erros, levando ao aumento da ineficiência e à diminuição da produtividade. Os mais felizes, por outro lado, eram mais focados e capazes de concluir as tarefas com mais precisão.

As descobertas desse estudo apoiam a necessidade de priorizar a felicidade dos funcionários se quisermos aumentar o desempenho das equipes.

FELICIDADE EM PRIMEIRO LUGAR

O que podemos fazer para apoiar a felicidade como um indicador de desempenho nos negócios? A pandemia pode ter levado a um aumento na produtividade, mas parece que muitas empresas agora estão sofrendo para manter esse nível de desempenho.

Embora um salário mais alto possa inicialmente incentivar os funcionários, nem sempre ele sustenta o engajamento e a motivação. É por isso que os líderes precisam se concentrar nas sete necessidades humanas dos funcionários de alto desempenho:

·                  Bem-estar

·                  Conexão

·                  Clareza e certeza

·                  Significado

·                  Desafio

·                  Visão futura

·                  Felicidade

Ao atender a essas necessidades, os líderes conseguem promover uma cultura de segurança psicológica e criar um ambiente de trabalho onde as pessoas se sintam valorizadas, engajadas e motivadas a fazer o seu melhor. Em última análise, isso leva ao aumento da produtividade e da lucratividade.

UM ESTUDO DESCOBRIU QUE EMPRESAS COM ALTOS NÍVEIS DE SATISFAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS TENDEM A SUPERAR OS CONCORRENTES NO LONGO PRAZO.

Uma maneira simples de começar a implementar essa estratégia é realizando reuniões individuais com foco em conexão, nas quais os líderes podem entender os objetivos pessoais e profissionais dos funcionários e proporcionar orientação para que eles consigam alcançá-los.

Os benefícios de trabalhadores felizes vão além da produtividade e se estendem ao aumento das vendas. Um estudo de Alex Edmans descobriu que empresas com altos níveis de satisfação dos funcionários tendem a superar seus concorrentes no longo prazo.

Na verdade, uma carteira de empresas classificadas entre as 10% melhores em satisfação do funcionário superou as classificadas entre as 10% inferiores em 2,3% a 3,8% ao ano em retornos de ações.

O IMPACTO NA RETENÇÃO

Produtividade e maior desempenho de vendas não são os únicos benefícios. Funcionários felizes também são mais leais e menos propensos a deixar o emprego, o que reduz custos com recrutamento e treinamento. Além disso, têm maior probabilidade de ter melhor saúde mental e bem-estar, levando a um ambiente de trabalho positivo e a melhores relacionamentos entre colegas.

Já foi o tempo em que os funcionários eram vistos como recursos a serem movimentados ou tratados como máquinas. As empresas de hoje estão percebendo que o verdadeiro sucesso está na construção de uma força de trabalho feliz e engajada, que investe na visão e na missão da companhia. E esta não é apenas uma ideia bem-intencionada – ela é sustentada por dados concretos.

O que isso significa para as empresas? Que as que priorizam a felicidade e o bem-estar dos funcionários têm maior probabilidade de obter maior lucratividade e sucesso. Significa que devemos investir em iniciativas e programas que promovam uma cultura positiva no local de trabalho, como programas de bem-estar, atividades de formação de equipes e oportunidades de crescimento e desenvolvimento.


DESBLOQUEANDO O POTENCIAL DOS FUNCIONÁRIOS

Investir na felicidade também significa repensar o papel do RH dentro das organizações. A ênfase deve estar na necessidade de se afastar dos papéis tradicionais de RH

TRABALHADORES MAIS FELIZES TENDEM A COMETER MENOS ERROS.

focados em conformidade e focar nas pessoas e na cultura. Ao fazer isso, as empresas conseguirão estimular todo o potencial dos funcionários e criar um ambiente propício à felicidade, engajamento e sucesso.

Mas não cabe apenas aos departamentos de recursos humanos criar uma cultura feliz no local de trabalho. Cada um tem um papel a desempenhar na criação de um ambiente positivo. Cabe a cada funcionário contribuir para uma cultura de positividade, respeito e colaboração.

A mudança para uma abordagem mais humanística dos recursos humanos não é apenas uma ideia que está na moda, é um caminho comprovado para o sucesso. Ao priorizar a felicidade e o bem-estar dos funcionários, as empresas criam uma cultura que conduz à produtividade, ao engajamento e ao sucesso. Dá até para criar um novo ditado: funcionários felizes, finanças felizes, líderes felizes.

 Copiado: https://fastcompanybrasil.com/ 

quarta-feira, 19 de julho de 2023

Um Novo Olhar Sobre Produtividade


A globalização e a tecnologia vem fazendo com que as empresas se tornem cada vez mais competitivas e diferenciadas na produção de bens e serviços.

Para que as empresas aumentem seu valor de mercado, grande ênfase tem sido dada ao que se denomina ativos, principalmente os intangíveis.

Enquanto os ativos tangíveis, ou materiais, são aqueles que podem ser tocados ou medidos (imóveis, veículos, máquinas, terrenos, móveis, dinheiro, etc.), os intangíveis, ou imateriais, são aqueles não físicos, que não podem ser tocados ou medidos (marca, patentes, domínio da internet, qualidade da administração, valores, princípios, estoque do conhecimento, etc.).

Nos dias de hoje, onde o Ser Humano é cada vez mais valorizado como parte estratégica dos negócios, a importância dos intangíveis vem crescendo, pois é ele o principal responsável por este valor da empresa, como muitos estudos vem enfatizando.

Parece-me que esta importância do investimento em Seres Humanos está resumida na frase de Zig Ziglar, onde ele afirma: você não constrói um negócio. Você constrói pessoas e, então, pessoas constroem um negócio.

E, é claro, toda a produtividade de um negócio está diretamente relacionada aos Seres Humanos participantes deste negócio, principalmente pela maneira com que são valorizados dentro das organizações.

Para Ramos & Pereira, “a relação entre a valorização e a produtividade está na satisfação do colaborador em trabalhar na empresa, ser comprometido com oas políticas internas e procedimentos desenvolvidos, relacionando isso às recompensas que terá pelo desenvolvimento de atividades que colaborarão para a redução de custos, que é hoje tudo que as organizações buscam para enfrentar a crise de maneira criativa e com resultados e ganhos para todos”.

  •  Entretanto, fica a pergunta: o que realmente está por trás da produtividade?

Produtividade pode ser definida como o resultado daquilo que é produtivo, do que se produz, do que é rentável. 

É a relação entre os meios, recursos utilizados e produção final. É o resultado da capacidade de produzir, de gerar um produto, fruto do trabalho, associado à técnica e ao capital empregado. (www.significados.com.br/produtividade)

Basta refletirmos por um momento e veremos que a produtividade é o resultado da atividade “intangível” de quem produz, ou seja, sua atividade criativa e inovadora em fazer mais com menos.

  • Mas se é o “intangível” das pessoas um ativo cada vez mais valorizado, qual seria o “intangível” da produtividade? 

O que esta palavra esconde?

Vamos tentar buscar esta resposta fazendo, inicialmente, a decomposição desta palavra em duas:

  •  Produtividade = Produto + Atividade
  •  Produto

Produto significa resultado final, e é empregado de várias formas, como:

  • - resultado da produção; coisa produzida; produto da terra;
  • - resultado de uma transição, de um esforço: produto de venda, do trabalho;
  • - rendimento, lucro, proveito;
  • - tudo aquilo que se compra ou se vende.

 

Para Kotler & Armstrong, produto é qualquer coisa que possa ser oferecida a um mercado para atenção, aquisição, uso ou consumo e que possa satisfazer um desejo ou necessidade.

 Entretanto, esta palavra também pode ser decomposta em duas:

  •  Produto = PRO + DUTO
  1. PRO é um prefixo que significa a favor, de modo favorável, ou seja, fazer algo em favor de alguém ou de alguma coisa.
  2. DUTO é qualquer meio de ligação, que liga uma coisa a outra.

Pode-se depreender que qualquer bem ou serviço pode ser maximizado quando este DUTO, que pode significar o meio entre a empresa (= Seres Humanos, colaboradores) e o cliente, especificamente o foco DO cliente e não o foco NO cliente.

Em resumo, trabalha-se a favor do cliente (PRO) utilizando seus desejos e suas necessidades (DUTO).

Atividade:

Esta palavra tem vários significados:

  • - ação – funcionamento, operação, movimento, execução;
  • - agitação – movimentação, inquietação;
  • - energia – fogo, vigor, esforço, entusiasmo, ânimo, presteza, empenho, dinamismo;
  • - prática – performance, desempenho, prontidão.

É a capacidade ou tendência para agir, para se movimentar, para realizar alguma coisa. 

E, em um mundo globalizado, tecnológico, competitivo, onde não existe atividade, não existe nada, absolutamente nada.

Mas esta palavra também “esconde” outras coisas.

ATIVidade: ativo (a) – ágil, dinâmico (a), participante, sagaz, trabalhador, presente, objetivo.

  •  AtiVIDAde: vida – existência
  • AtivIDAde: ida – jornada
  • AtivIDADEidade – número de anos do nascimento até o dia de hoje;      momento: ocasião adequada.

Resumindo: somente quem está VIVO (A) é capaz de ter uma JORNADA e ser ATIVO (A) nas OCASIÕES ADEQUADAS.

Creio que, agora, já é possível entender o que está por trás da palavra PRODUTIVIDADE.

Mas ela “esconde” mais uma coisa, algo que é extremamente valorizado como uma competência dos colaboradores. 

Estou me referindo à PROATIVIDADE.

PROATIVIDADE possui vários significados:

  • - iniciativa;
  • - ir além, surpreender, encantar, fazer a diferença;
  • - superar as expectativas iniciais;
  • - antecipar-se às situações, fatos, problemas, mudanças e necessidades;
  • - ato de prever problemas e agir, de forma eficiente, para evita-los ou ameniza-los;
  • - alterar uma situação presente pensando em eventos futuros.


PROATIVIDADE  é o inverso da reatividade.

Não preciso nem me estender para que o conceito de PROATIVIDADE seja agir em favor de alguém ou de alguma coisa, o que engloba todos os significados acima descritos.

Ao se constatar que o intangível é cada vez mais importante para as organizações, sua “produtividade intangível” também deve ser pensada como fator importante da produtividade tangível.

Com isso, fica claro que investimentos no Ser Humano (colaboradores) devem fazer parte da estratégia das empresas que querem sobreviver neste mercado global e tecnológico.

 Sem esta percepção, babau, adiós!

Por: Luiz Roberto Fava - https://www.linkedin.com/in/luizfava/ 

segunda-feira, 10 de julho de 2023

Qual é a Reforma Tributária que o Brasil Precisa?

Acreditamos em três pilares – simplicidade, transparência e justiça – para que a proposta da Reforma Tributária seja fácil, boa e justa para os empreendedores e cidadãos e, consequentemente, para o desenvolvimento do país. 

Confira.

O Brasil ocupa o 184º lugar entre os 190 piores países do mundo para pagar impostos, de acordo com o Doing Business 2020, documento do Banco Mundial. 

Diferente de outros países que adotam apenas um tributo para o consumo, o Brasil adota cinco – PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. 

Eles são regulados pela União, pelos 27 estados e 5.570 municípios. Nesse cenário, cada um tem uma legislação própria – e ela não para de mudar: 

Só o ICMS do Rio Grande do Sul mudou 558 vezes em 4 anos. 

Além disso, no Maranhão o leite pode ter 12 alíquotas, a depender da sua composição. 

Por isso, reformar o nosso sistema tributário é urgente para estimular a produtividade, inovação e o crescimento econômico. 

Entre tantas discussões sobre a Reforma Tributária, definimos três pilares centrais que devem ser considerados: 

  • Simplicidade, 
  • Transparência e 
  • Justiça. 

Eles são valores básicos que norteiam as propostas para que a Reforma seja boa e justa para o país, para as empresas e para os cidadãos.


Simplicidade

A proposta deve ser simples, para que empreendedores possam investir tempo e dinheiro no que realmente importa: inovar, crescer e gerar empregos e desenvolvimento para o país.

Na prática:

Nesse contexto, existe a urgente necessidade do Brasil seguir bons exemplos e unificar os tributos em um só – o Imposto sobre Bens e Serviços, IBS -. 

Com uma única legislação, administrados de forma coordenada e com o mínimo de exceções e diferenciações, além de adotar um sistema de crédito financeiro.

Transparência

Para ser um modelo de cidadania, a proposta precisa deixar claro quanto, para quem e por que pagamos nossos tributos. 

Essa discussão deve ser honesta e baseada em bons dados e fatos.

Na prática:

A complexidade do nosso sistema atual faz com que seja difícil de compreender o montante de tributos cobrados do empreendedor e do cidadão. 

Hoje, depende de uma infinidade de critérios, por exemplo, o local de produção, material empregado, por onde e para onde o produto se destina. 

Com a Reforma Tributária, o imposto pago corresponderá ao valor da nota fiscal. 

O que se vê é o que se paga. 

O sistema transparente permite saber o  quanto pagamos, por que pagamos e para quem pagamos.

Além de transparência para o sistema, a discussão também precisa ser transparente. 

Precisamos de embasamento e bons dados para conseguirmos considerar cenários e tomar boas decisões para o futuro. 

Justiça

Instrumentos mais efetivos e focados em quem mais precisa faz com que o sistema reduza desigualdades e seja mais justo.

Na prática:

Hoje, o sistema tributário olha para o que é consumido e não para quem consome. 

Como consequência, a camada mais pobre da população paga proporcionalmente mais tributos sobre consumo que a camada mais rica, aprofundando a desigualdade do país. 

A proposta precisa evidenciar um mecanismo de devolução do imposto para as camadas mais pobres, assim como a adoção do princípio do destino, que reduziria a diferença entre a maior e menor receita per capita de ICMS e ISS de 270 vezes para 6 vezes – segundo o IPEA -, melhorando a distribuição dos recursos para as regiões mais pobres do país.

Copiado: https://endeavor.org.br/

sexta-feira, 24 de março de 2023

As 10 Principais Ferramentas de Gestão da Qualidade


Existem diversas ferramentas ligadas à gestão da qualidade. Elas são utilizadas para mensurar, aplicar e demonstrar com facilidade os gargalos detectados nos processos produtivos ou de serviços, e aumentar o foco na qualidade.

Tais ferramentas utilizam medidas e figuras estatísticas que demonstram os níveis da qualidade, são de fácil identificação e contribuem para o envolvimento de todos os colaboradores. 

Cada uma conta com diferentes modelos de identificação de problemas, sendo capazes de definir os caminhos para se alcançar a qualidade. As principais são:

1. Análise SWOT

A análise SWOT é uma ótima maneira de garantir que o desenvolvimento de futuros projetos para melhoria de desempenho esteja ligado aos objetivos estratégicos da empresa. Ou seja, essa ferramenta administrativa auxilia os gestores a enxergarem os elos e riscos que podem comprometer o negócio em médio ou longo prazo.

A sigla SWOT corresponde à abreviação dos termos em inglês Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats. Traduzidos para o português, significam Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças

Por isso, também é conhecida como FOFA

A análise SWOT identifica os seguintes pontos:

  • Forças: pontos nos quais a organização tem vantagens competitivas em relação à concorrência;
  • Fraquezas: pontos nos quais a empresa apresenta falhas ou fragilidades que podem afetar seu desempenho diante dos concorrentes;
  • Oportunidades: aspectos internos e externos que podem proporcionar melhorias;
  • Ameaças: tendências do mercado que representam riscos para o negócio, por exemplo, o lançamento de novo produto.

2. Diagrama de Pareto

O Diagrama de Pareto é uma ferramenta em forma de gráfico utilizada para definir a principal causa dos problemas, determinando a sua frequência no processo e possibilitando a sua contenção de forma rápida e eficaz, para garantir um resultado mais consistente.

Ele facilita a visualização e comparação de uma série de dados, ordenando os problemas dos maiores para os menores. 

Além disso, mensura o impacto das mudanças no processo, distinguindo as causas genéricas das causas específicas.

O princípio de Pareto diz que 80% dos resultados provêm de 20% das causas. Assim, essa ferramenta ajuda a direcionar os esforços a fim de se obter mais qualidade nos produtos, processos ou sistemas.

3. Diagrama de Ishikawa

Também conhecida como Diagrama de Causa e Efeito ou Diagrama de Espinha de Peixe, essa ferramenta é bastante utilizada para a identificação das causas de problemas específicos. 

Para que o levantamento seja feito de forma segmentada, é utilizada a técnica dos 6Ms (método, matéria-prima, máquina, mão de obra, medida e meio ambiente), facilitando a identificação das causas.

O Diagrama de Ishikawa é uma ferramenta de gestão de qualidade muito eficiente, pois permite um ponto de vista simples e objetivo de um determinado problema, tornando bem mais fácil encontrar a solução.

4. Ciclo PDCA

O Ciclo PDCA é muito simples, se adapta a qualquer segmento de atuação e consiste em quatro etapas:

  • Plan (planejamento): definir as metas e objetivos;
  • Do (execução): executar o planejamento;
  • Check (verificação): analisar os resultados alcançados;
  • Act (ação): avaliar as causas dos desvios de qualidade e aplicar as ações corretivas.

Ele ajuda na elaboração, execução, monitoramento e aprimoramento contínuo de um processo.

5. Fluxograma

O fluxograma permite uma visão global do processo por onde passa o produto. Ele é uma ilustração do passo a passo de todas as etapas pertinentes ao processo, demonstrando como deve ser a execução.

Nele, são utilizados símbolos, figuras geométricas e setas indicativas, que podem ser facilmente reconhecidos e compreendidos por toda a equipe na demonstração dos diferentes tipos de operações e ferramentas de um processo e seus respectivos responsáveis, tornando toda a operação muito mais produtiva.



6. Folhas de verificação

As folhas de verificação são documentos simples, práticos e de fácil entendimento, como planilhas e tabelas, utilizadas para agilizar a coleta de dados, sendo necessário definir previamente quais informações serão analisadas.

Essa ferramenta permite uma rápida percepção da realidade e interpretação facilitada da situação. 

Com ela, a empresa pode acompanhar o andamento da produção, otimizar o tempo e evitar retrabalhos.

7. Histograma

O histograma é uma ferramenta gráfica de barras que representa a frequência dos problemas encontrados. 

Ele permite verificar quantas vezes algo ocorreu ao longo de um processo, ou seja, identifica uma evolução histórica de um determinado processo, facilitando a solução dos problemas.

8. Diagrama de dispersão

O diagrama de dispersão é um gráfico utilizado para analisar diferentes causas de problemas. 

Ele retrata dois eixos numéricos (quantitativos), isto é, a correlação entre duas variáveis. 

Com ele, é possível medir variáveis como quantidade, custo, volume, tempo e espaço, entre outras, relacionando os eventos para se chegar a resultados matemáticos.

9. Cartas de controle

As cartas de controle são gráficos utilizados para acompanhar o quanto um processo é realizado com qualidade em um determinado período de tempo. 

O objetivo desse método é evidenciar alterações no processo normal de produção, identificando falhas e variáveis que necessitam de atenção gerencial, ou seja, verificando se o processo está sob controle.

10. Método 5W2H

O método 5W2H tem como finalidade fornecer um compacto dos pontos de vista inevitáveis para administrar um plano de ações. 

O termo é uma abreviação dos seguintes termos, em inglês:

  • What: o que será feito?
  • Why: por quê?
  • Where: onde?
  • When: quando?
  • Who: quem será o responsável?
  • How: como será feito?
  • How Much: quanto custará?

Essa ferramenta é muito utilizada para organizar as ideias e criar estratégias para resolver problemas, promovendo o ganho de eficiência no desenvolvimento das atividades, reduzindo o retrabalho e conferindo mais competitividade no mercado.

Quando devidamente aplicadas, todas essas ferramentas elevam os níveis de qualidade dos produtos, bens e serviços. 


Ademais, é muito importante contar com recursos de inteligência operacional para conferir ainda agilidade e efetividade aos processos.

A sobrevivência das organizações depende da gestão da qualidade, pois permite o desenvolvimento e crescimento eficiente e eficaz, assim como a obtenção do objetivo principal, que é a satisfação total e a melhoria da qualidade de vida dos clientes internos e externos.

Ela precisa ser entendida como uma nova maneira de pensar, antes mesmo de agir. 

Portanto, a efetiva implantação da gestão da qualidade requer uma mudança de postura gerencial e uma nova forma de produzir o sucesso.

Copiado: https://onclick.com.br/