QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A Importância do Caranguejo-Uçá na Alimentação


O Uçá é rico em proteínas e ajuda na redução de problemas cardiovasculares


Dentre as várias espécies de caranguejo, o uçá é o mais consumido nas regiões litorâneas, em especial no Litoral Maranhense. Além de ser útil para o meio ambiente, o caranguejo-uçá tem um grande valor nutricional. 

Ele possui proteínas minerais, é rico em cálcio, manganês, zinco e ácidos graxos poliinsaturados da série ômega 3, que apresentam vários efeitos benéficos, como adiminuição do colesterol ruim (LDL)
O caranguejo tem, ainda, um baixo teor de gordura, o que contribui para a saúde, pois reduz o risco de problemas cardiovasculares. 

No entanto, o caranguejo, por ser um crustáceo, apresenta altos níveis de colesterol, representando um fator de risco à saúde humana por ser relacionado àdoença coronariana aterosclerótica

Essa doença pode afetar as artérias do cérebro, do coração, dos rins, de outros órgãos vitais e até causar infarto. A cada 100 g de carne de caranguejo-uçá, o teor médio de colesterol corresponde 85,37mg. 
Segundo a nutricionista do Restaurante Universitário da UFMA, Waléria Costa, o caranguejo é uma importante fonte de energia para o homem, além de ter baixo teor de gordura, mas por outro lado, é preciso ter cuidado ao consumi-lo, pois como se trata de um crustáceo, pode ocasionar alergias. 
  • “Os crustáceos, em geral, podem causar reações alérgicas como coceira, edemas, inchaço nos lábios e, em casos mais graves, pode levar ao choque anafilático”, adverte. 
O caranguejo, bem como qualquer crustáceo, possui uma proteína chamada tropomiosina, que, ao ser ingerida, pode produzir um anticorpo chamado imunoglobulina E (IgE), que ataca uma proteína contida no crustáceo, originando os sintomas da alergia em minutos ou em algumas horas após a ingestão do alimento. 
“Portanto, é preciso ter muito cuidado em caso de reações alérgicas e procurar orientação médica”, defende a nutricionista. 

Waléria orienta que é indispensável que o animal seja cozido vivo. A carne congelada pode ser utilizada em tortas, por exemplo, e só dura cerca de 30 dias, que é o seu prazo máximo de validade. 
  • “Se uma pessoa ingerir carne crua ou mal cozida, poderá ter infecções e acabar tendo que ser hospitalizada. Portanto, é preciso ter cuidado ao consumir caranguejo”, explica. 
Risco de ingestão 

Waléria ressalta que a carne fora da validade pode conter o Vibrio parahaemolyticus, que é uma bactéria que pode causar infecção com sintomas de diarreia, cólica abdominal, náusea, vômitos, dor de cabeça, febre e calafrios. 
“Se cozinhar bem os alimentos, essa bactéria pode ser facilmente destruída”. Por isso, é um risco ingerir alimentos crus, principalmente os crustáceos. 
“Ter cuidado com a higiene e com o preparo desse alimento é fundamental para saboreá-lo sem prejudicar a saúde”, finaliza. 

Saiba + 

caranguejo-uçá é uma das espécies de caranguejo mais comuns nos manguezais brasileiros. Ele é o segundo maior crustáceo encontrado no manguezal e o mais explorado para o consumo humano. 

O uçá é caracterizado por patas carnudas, peludas e arroxeadas. Assim como os demais caranguejos, possui cinco pares de patas, sendo que o primeiro par é bem desenvolvido e terminado em pinças que ajudam na alimentação, na defesa e na atração da fêmea. 

Esses crustáceos vivem em tocas e se alimentam de folhas. Durante a maré alta, o uçá permanece na toca, e na maré baixa, ele sai em busca de alimento. 

Por: http://www.ufma.br/noticias/noticias.php?cod=41318
Revisão: Juliana Lavra
Lugar: Cidade Universitária
Fonte: Liliane Cutrim

A Importância do Conhecimento da Contabilidade


Em fins do século XV, o monge franciscano Frá Luca Pacioli, na Toscana (Itália), publicou seus estudos sobre Aritmética, Geometria e o tratado de escrituração mercantil, sob o título de Summe de Arithmetica Proportioni ET Proporcionalitá, contendo as primeiras referências ao sistema de “partidas dobradas” até hoje utilizado na contabilidade. 
A Pacioli é atribuída a paternidade do sistema, mas nunca por ele confirmada. 
Ocorreu que, na época mercantilista, principalmente em Gênova, os comerciantes registravam as transações comerciais já utilizando o conceito de que “quem recebe é debitado e quem dá é creditado”.
O conceito fundamental da contabilidade é conhecido como “a todo débito deve corresponder um crédito de igual valor”. 
Todos os gestores empresariais necessitam conhecer com profundidade os princípios contábeis, para que possam analisar os dados da empresa e adotar decisões adequadas.
Infelizmente, muitos administradores de empresa não têm conhecimentos profundos sobre os critérios contábeis e sua utilização. 
Para que o leitor avalie o que afirmamos, faça a seguinte experiência. Pergunte a um administrador “do que é formado o capital de giro de sua empresa”. Acrescente à pergunta a expressão capital de giro líquido e saberá que esses conceitos são pouco conhecidos, quando a nosso ver, deveriam ser facilmente elaborados por um bom administrador de empresas.
Numa tentativa para melhor esclarecer o assunto, passarei a apresentar alguns conceitos técnicos necessários ao debate do assunto. Em qualquer empresa, dependendo de suas especificidades, as seguintes contas sempre existem:
  • Caixa
  • Bancos
  • Aplicações Financeiras
  • Contas a receber de clientes
  • Estoques
A soma dos saldos dessas contas representará o Capital de Giro Ativo.

Por outro lado, temos as contas passivas ou de dívidas da empresa com terceiros.
São elas:
  • Contas a pagar: luz, energia elétrica, combustíveis, água, etc.
  • Folha de pagamento de empregados e encargos sociais relativos.
  • Impostos a recolher.
  • Empréstimos e financiamento.
A soma dos saldos dessas contas representará o Capital de Giro Passivo.

Estou utilizando a linguagem técnica apropriada para familiarizar o leitor com ela.
  • Capital de Giro da Empresa é constituído pelas contas do ativo menos as contas do passivo. 
  • Feitas a subtração obteremos o Capital de Giro Líquido, que é o total dos ativos menos o total dos passivos. 
  • Esse assunto é tratado tecnicamente sob o título de Ativos e Passivos Circulantes considerado o prazo de 12 meses. 
  • Além desse prazo, tudo é considerado como Longo Prazo.

O conhecimento desse assunto é fundamental para que um administrador de empresa possa gerir bem seu trabalho em termos estratégicos, econômicos e financeiros.

Estendendo mais o conhecimento contábil da empresa, encontraremos na composição do Balanço Patrimonial, as demais contas do Ativo, quais sejam:
  • - Realizável a Longo – mais de 12 meses.
  • - Imobilizado – edifícios, máquinas, equipamentos, ferramentas e outros.
  • - Diferido – gastos com projetos que afetaram os próximos exercícios.

         No mesmo sentido, mas com sinal contrário, encontraremos na composição do Balanço Patrimonial as contas do Passivo, tais como:
  • - Exigível a Longo Prazo – mais de 12 meses.
  • - Capital, Reservas e Lucros

          Pela aplicação do sistema de partidas dobradas, acima referido, a soma total dos Ativos será igual à soma dos Passivos. 
A seguir, trataremos da Demonstração de Resultados, a qual se vincula ao Balanço Patrimonial pela apropriação de seu resultado ao item Capital, Reservas e Lucros.
          
A Demonstração de Resultados conhecida em inglês pela expressão “Profit and Loss” ou Ganhos e Perdas, contempla as contas de resultados – credoras e devedoras – para representarem as Receitas por vendas, os custos dessas vendas e as despesas advindas das operações, ou seja custos dos produtos vendidos, despesas administrativas, de vendas e financeiras.

O quadro a seguir contém todas as contas acima referidas:
DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS DO PERÍODO JAN-DEZ / X
                       VENDAS BRUTAS
                       (-) DEVOLUÇÕES E DESCONTOS
                        = VENDAS LÍQUIDAS
                       (-) CUSTO DOS PRODUTOS,                                                                            MERCADORIAS/SERVIÇO VENDIDOS
                        = LUCRO BRUTO
                       (-) DESPESAS ADMINISTRATIVAS
                       (-) DESPESAS COMERCIAIS
= LUCRO ANTES DE DESPESAS / RECEITAS FINANCEIRAS (EBITDA)
                       (-/+) DESPESAS (RECEITAS) FINANCEIRAS
                        = LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E                                                   CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
                       (-) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
                        = LUCRO LÍQUIDO

  • O resultado da Demonstração é o lucro líquido que será transferido para a conta de Capital, Reservas e Lucros, encerrando o Balanço Patrimonial.

Todas as teorias acima expostas pertencem ao currículo dos cursos de contabilidade – técnico e contador – em nível de graduação e pós-graduação. Só a prática trará todos os conhecimentos ao profissional. 

Por - João Baptista Sundfeld   Economista, MBA em marketing e mestre em Educação (PUC/SP). Sócio fundador da SUNDFELD & Associados – Gestão Empresarial.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Os Quatros Níveis de Liderança

Uma pesquisa apontou como as pessoas se tornaram lideres: 10% talento natural, 05% consequência de líderes, 85% influência de outros líderes. Se você está galgando, dentro da sua organização, alcançar níveis mais elevados de liderança, saiba que você passará por esses quatro níveis:

1. Posição ou Cargo: 
As pessoas o seguem porque têm que fazer.  A liderança está fundamentada na sua posição e sua influência não se estenderá além das fronteiras definidas pela descrição do seu cargo.  Um líder que deseja que as pessoas o sigam simplesmente porque ele é "o chefe" logo perderá o respeito de seus liderados. Quanto mais permanecer neste nível, maior será o turnover de sua organização e mais baixo será seu nível de influência.

2. Relacionamentos: 
À medida que os seguidores confiam e gostam de seu líder, começam a segui-lo porque assim desejam fazer. É neste nível que o trabalho começa a ficar gostoso.  Contudo, permanecer por muito tempo neste nível, sem elevar os índices de produtividade faz com que pessoas altamente motivadas fiquem inquietas.

3. Capacidade ou Resultados: 
Nesse nível sua influência está consolidada, o respeito aumenta por causa daquilo que o líder e os subordinados alcançam juntos. As pessoas começam a seguir o líder em razão do que ele fez pela equipe ou pela organização. Este é o nível em que se percebe a liderança propriamente dita. Os problemas são resolvidos com o menor esforço, metas alcançadas mais rapidamente, moral das pessoas é mais elevado, turnover baixa e a lucratividade aumenta.

4. Desenvolvimento de Pessoas:
Os maiores líderes tem a visão de ajudar pessoas a se desenvolverem de modo que alcancem seu máximo potencial. A maturidade faz com que seu foco mude, saindo da preocupação de inspirar e conduzir seguidores para a capacitação de outros líderes. Como resultado, elas o respeitam não apenas por aquilo que fez pelo time, mas também pelo que fez a elas a nível pessoal.

Fonte: http://www.qualidadebrasil.com.br - COLUNISTAS: PROF. MENEGATTI

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Dicas para Gestão de Tempo

Administrar o todo é a palavra chave para muitos profissionais, mas em tempos de tecnologias fantásticas, que todos os dias se transformam, as atividades acabam sendo dispersas e o tempo não espera, ou seja, possíveis atrasos e perdas da Gestão eficiente acontece.

Primeiramente administrar tem com objetivo realizar e prover possibilidades de resultados, portanto logo pensamos que o tempo é primordial para realizar, relacionei dicas que acredito estar de frente com o que precisamos para a Gestão do tempo eficiente.
  • Celulares
Os celulares hoje são vitais para os negócios e para facilitar a comunicação, mas será este mesmo responsável pela comunicação interna? Portanto tome cuidado com o uso excessivo, considerando que hoje os famosos smartphones apresentam milhares de aplicativos interessantes, você acaba deixando de lado o que de fato necessita atenção.
  • E-mail
Quantas vezes você olha seu e-mail por dia? Se a resposta for a cada 20 minutos, atenção ao excesso, sinal que algo não anda bem com sua gestão, portanto tenha o hábito de verificar seus e-mails de maneira programada, abrindo exceção para comunicações urgentes que são anunciadas anteriormente.
  • Internet
A sua frente um mundo de informações e conhecimento, de outro lado um dos maiores responsáveis pela perda de concentração do trabalho, tome cuidado com o uso excessivo, pois como citei anteriormente o tempo não espera, mantenha o hábito de usar o que de fato necessita e no horário que você determinou.
  • Evite a procrastinação
A procrastinação ou a arte de deixar para amanha é o principal motivo pelo acúmulo de atividades, ou seja, é muito comum você deixar para depois o que você pode fazer hoje ou seja, AGORA.

A Wikipédia define como
Procrastinação é o diferimento ou adiamento de uma ação. Para a pessoa que está procrastinando, isso resulta em estresse, sensação de culpa, perda de produtividade e vergonha em relação aos outros, por não cumprir com suas responsabilidades e compromissos.

Tome cuidado com o excesso de confiança e perfeccionismo, dois principais responsáveis em tornar você um procrastinador crônico.

Nos próximos artigos estarei falando mais sobre a Gestão do tempo com foco no planejamento das atividades diárias, por enquanto, o que você acha em criar um planejamento simples para que você mude seus hábitos diários.

Data
Hora
Atividade
Realizado
Motivo
22-02
08:00
Checar e-mails
SIM



09:00
Reunião com diretoria
SIM



10:00
Visita a fornecedor

Não
Fornecedor não estava

11:30
Almoço
SIM



13:00
Checar e-mails

Não
Sem luz











Note que neste modelo simples de programação diária de atividades consigo evidenciar o que é realmente necessário para completar as atividades dentro de um período, porém quando esta mesma não é realizada, identifico o motivo e por conseqüência com o tempo consigo mudar o comportamento e criar uma Gestão do tempo mais eficiente e saindo da Procrastinação.


Fonte: Zafenate Desidério -Qualidade Brasil - http://www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Gestão por Competências, O Que É?


Ainda há muita confusão em relação ao que é gerir por competências. E pra piorar o termo incompetente tem um tratamento muito pejorativo, no Brasil.

Bem, vamos começar entendendo o conceito original, que é gestão de pessoas por competências. E deixando claro que as competências estão nas pessoas.

  • Lá na escola todos aprendemos que competência é a soma de conhecimento habilidade atitude (o famoso CHA), ou saber o que fazer, como fazer, e querer fazer. 
  • Do ponto de vista da gestão esta leitura é limitada porque não inclui o alcance dos resultados necessários à sobrevivência e ao alcance dos objetivos da organização e também das pessoas que a integram. Quer dizer, competência é quando foi feito e bem feito.

O Brasil adora o futebol, então vamos usar um exemplo bem conhecido de fracasso, a seleção do Telê, de 82. Telê como líder era excepcional e conseguia reunir as competências individuais e aproveitar ao máximo o seu potencial para obter resultados coletivos.
Até hoje todos dizem que era o melhor time, o que jogava mais bonito, e que foi uma injustiça muito grande não vencer a copa, talvez coisa do destino. 

  • Avaliando as competências pela CHA, daríamos nota dez ao time.
  • Mas avaliando sob o ponto de vista da entrega de resultados a seleção de 82 foi um fracasso, da mesma forma que foi o do time horrível do Dunga, de 2010. Ambos voltaram pra casa mais cedo e com a cabeça baixa por terem falhado. Poderiam ter ganho, claro que sim, só que o potencial não se realizou. Eram competentes, capazes, na acepção da palavra? Sim, mas falharam na execução.

Não vou aqui citar uma ou outra literatura, minha referência no tema pro Brasil continua sendo a do meu mestre Joel de Souza Dutra, que diz que: Competência é a capacidade de uma pessoa gerar resultados de acordo com os objetivos organizacionais, isto é, pelos resultados e desempenho obtidos através do conjunto de qualidades que lhe é inerente.

Eu vou além, competência vista como capacidade ainda é só potencial, que pode ou não se realizar, dependendo de muitas variáveis pessoais e organizacionais. Defendo que competência é entrega de resultado, o que vem depois. É o ponto de partida para o desenvolvimento pessoal e organizacional, uma avaliação de desempenho justa que reconheça quem mais contribui com resultados, de forma pecuniária ou não.

Mas e na prática, como alinhar programas de formação e desenvolvimento com a estratégia e os processos da organização? Precisamos sair do lugar comum passivo dos RHs, que ainda continuam perguntando pras áreas o que elas QUEREM fazer, em vez de trabalhar um plano que contenha o que elas PRECISAM fazer.

Mas vamos tratar então da conexão estratégia/competências. 
  • Estratégia pressupõe um objetivo de longo prazo e ações coordenadas para alcança-lo, certo? 
  • Ora, se executar a estratégia é fazer escolhas no presente que se realizarão ou não no futuro, temos a resposta para a gestão por competências: escolhas no tempo. E olha que faz tempo que se fala nisto, desde 1994, com  Sparrow e Bognanno, em Competency requirement forecasting: issues for international selection and assessment.   

 Seu plano de formação de pessoal tem que tratar das competências no tempo, com deadlines para prontidão, quer dizer, quando e quanto as pessoas deverão estar capacitadas para realização das tarefas que a estratégia definiu para o uturo.

São classificações bem simples, e em apenas quatro categorias:
  • Competências emergentes – não eram necessárias ou não eram relevantes, mas passaram a ser e serão necessárias num futuro próximo, e tem que ser adquiridas. As formas de trabalhar? Interiorizar a competência na organização com terceirização ou não e formar com instrutoria interna, o que demora muito, ou contratar no mercado pessoas já competentes, o que é bem mais rápido.

  • Competências declinantes – são aquelas que fizeram uma diferença danada no passado, normalmente ainda são muito valorizadas na organização, mas serão cada vez menos necessárias no futuro. Por exemplo, quem tem diploma de datilografia, que nem eu? Dá pra imaginar hoje trabalhar na máquina de escrever, sem corretor ortográfico? Estas são as mais difíceis de gerenciar, porque programas ou cursos tem que ser extintos ou modificados, o que contraria muitos interesses e atrai muita resistência.

  • Competências essenciais – aquelas ligadas ao negócio da organização, que todo mundo tem que saber. São as tratadas com prioridade na educação corporativa, na lógica da universidade corporativa: quem sabe é obrigado a ensinar, e que ainda não sabe é obrigado a aprender, e rápido.

  • Competências transitórias – aquelas que serão necessárias por um tempo apenas, normalmente tem que ser trabalhadas com prioridade e não precisam ser mantidas. Aqui a terceirização se justifica totalmente como a estratégia mas acertada.

E é isto, quando pensamos competência na linha do tempo fica bem mais fácil. Porque sempre haverá alguém fazendo o que não precisa fazer, ou fazendo do jeito antigo, ou da pior maneira, e se a gente for perguntar pra ele o que precisa de treinamento, pode ser que ele diga que precisa de um curso de datilografia, acredite.  

Fonte: Joel Solon Farias de Azevedo  -http://www.qualidadebrasil.com.br

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Os 12 momentos mais importantes dos 9 anos de história do Facebook

Fundado em 4 de fevereiro por um então desconhecido estudante da Universidade de Harvard chamado Mark Zuckerberg e colegas de quarto (entre os quais o brasileiro Eduardo Saverin), o Facebook completou nesta segunda-feira nove anos. 

Rica em polêmicas desde sua origem, a rede social é uma febre, um grande empreendimento, um divisor de águas, uma ameaça à privacidade, um instrumento de mobilização em escala global, uma promessa para o futuro, o delírio de um empresário que tem como meta dominar o mundo. 
As definições são muitas. Umas exageradas. Outras ainda incógnitas. Todas, entretanto, verdadeiras ou, pelo menos, possíveis.
Veja abaixo um resumo pontual dos momentos de maior destaque desses nove anos do Facebook:

  • 2003 – É lançado o Facemash, criação de Mark Zuckerberg que abriu caminho para o Facebook. A rede, fechada para estudantes de Harvard, era basicamente um espaço em que os usuários podiam comparar fotos e marcá-las como “hot (quente) ou not (não)”, algo como dizer o que achavam legal e o que não achavam.
  • 2004 – É lançado o Facebook, inicialmente fechado para estudantes da Harvard, desenvolvido por Zuckerberg e com investimentos de Eduardo Saverin.
  • 2004 – Sean Parker, fundador do Napster, passar a prestar uma espécie de consultoria ao Facebook, ganha 10% de suas ações e, com sua entrada no negócio, demarca o início da crise de Zuckerberg com os amigos que o ajudarão a lançar a rede.
  • 2004 - Saverin deixa o grupo e é iniciado um imbróglio judicial que culminou anos depois com a garantia de que o nome do brasileiro continuaria sendo apresentado como co-fundador do Facebook e teria direito a 5% das ações da companhia (inicialmente, o percentual era de 24%).
  • 2004 – O Facebook chega ao Vale do Silício e Peter Thiel, co-fundador do PayPal, faz o primeiro grande investimento: US$ 500 mil, em troca de 10.2% e lugar no comando da companhia.
  • 2005 – Zuckerberg amplia seus servidores e abre a rede para alunos de mais 20 universidades.
  • 2010 – É lançado o filme “A rede social”, dirigido por David Fincher, com Jesse Eisenberg no papel de Zuckerberg
  • 2010 – Irmãos Winklevoss voltam a processar o Facebook. Os primeiros, que já haviam conseguido um acordo, voltaram a entrar na Justiça contra Zuckerberg alegando que o dinheiro recebido inicialmente era pouco, diante do valor de mercado adquirido pela companhia.
  • 2012 – O Facebook abre seu capital com ação negociada, inicialmente, a US$ 43. IPO, entretanto, decepciona e faturamento é menor que o esperado.
  • 2012 – O Facebook compra o Instagram.
  • 2012 – O Facebook muda termos de sua política de privacidade e gera polêmica, sob a acusação de ampliar a exposição dos usuários.
  • 2012 – O Facebook apresenta sua nova ferramenta de buscas, a Graph Search, que deve ser mais uma maneira de a rede ampliar suas fontes de receita. A ideia é de que, a partir da oficialização do novo mecanismo, os resultados sejam apresentados a partir do cruzamento de dados, aproximando a busca interna da rede ao modelo do Google

Por: Simão Mairins, www.administradores.com,

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Novas carreiras


Todos os anos, cursos tradicionais como Medicina, Engenharia, Direito, Administração, Ciências biológicas, Comunicação social, Enfermagem, Letras, Educação física e Pedagogia figuram entre os mais concorridos nos vestibulares em todo o País.
  • Quando se escolhe qualquer um deles além da dificuldade em ingressar na universidade, o recém-formado, provavelmente, enfrentará uma maior competição no mercado de trabalho.

Devido a esta questão e ao aumento significativo de novos cursos como Engenharia de Biossistemas, Visagismo, Gerontologia, Cinema de animação, Engenharia Aeroespacial e Biomedicina, entre outros, que podem se tornar uma alternativa para seguir uma carreira diferente, apesar de aparentemente menos disputadas no mercado, não se iluda, pois a numero de vagas também é proporcionalmente menor.

Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas e Pesquisas no período 1991-2003 o número de nossas carreiras universitárias passou de 125 para 572, ou seja, mais que quatriplicou, atualmente correspondem a mais 82 áreas de conhecimento.
  • Imagine o seu filho(a) anunciando numa reunião de família que irá prestar vestibular para "Inteligência Artificial" ou para "Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis" ambos com quatro anos de duração e disponíveis na Universidade Federal de Minas Gerais.

Seja honesto, qual seria a sua reação?

Geralmente os pais "enlouquecem" e tentam convencer os filhos a mudar de idéia.

Mesmo os estudantes ainda são relutantes aos novos cursos, poucos possuem o espírito empreendedor suficiente para assumir uma carreira inédita no mercado, a maioria ainda prefere digladiar-se nos cursos tradicionais em nome de uma pseudo-segurança ao se formar.

Qualquer que seja a sua escolha envolverá riscos. Não existem mais carreiras que garantam o sucesso ou estabilidade como ocorria na geração de nossos progenitores.

No século XXI qualquer carreira exige muita dedicação, estudo, atualizações constantes e não se limita apenas às competências técnicas também se deve desenvolver as competências emocionais.

Com a evolução da tecnologia a informação ficou disponível para a maioria das pessoas tornando assim mais fácil o desenvolvimento de competências técnicas.

Sendo assim somente estas competências já não lhe garantem mais um diferencial competitivo no mercado este agora passou a ser reconhecido pelas competências emocionais.

Para esclarecer esta questão recorro à definição de Claude Levy Leboyer em que ele define que competências são repertórios de comportamentos que algumas pessoas dominam, o que as faz destacar de outras em contextos específicos

São alguns exemplos de competências emocionais: autoconhecimento, comunicação, criatividade e inovação, empreendedorismo, flexibilidade, humildade, liderança, motivação, negociação, relacionamento interpessoal, dentre muitas outras.

Claro que ninguém possui todas elas desenvolvidas, mas o grau e a conjugação de cada uma delas é o que define a nossa personalidade.

De qualquer forma para aqueles que pretendem seguir uma carreira alternativa, o caminho é estar sempre atento aos segmentos em fase de crescimento, pois ali estão as verdadeiras oportunidades de desenvolvimento. 

Vale à pena verificar jornais, revistas, sites e depoimentos de profissionais.

Mas, para obter sucesso, o principal é alinhar as habilidades à função desejada e trabalhar muito , seja em uma área nova, seja em uma tradicional.

Suce$$o

Fonte:  Roberto Recinella - Qualidade Brasil - http://www.qualidadebrasil.com.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Os Precursores da Gestão Empresarial Americana

 Quem Eram os Mestres em Gestão Empresarial no Início do Século 20? 

Que Modelos Eram Seguidos? 

Que Empresas Contribuíram Para a Gestão Empresarial?

No início do século XX os grandes fabricantes de automóveis da Europa como a Renault, a Citroën e a Peugeot cultivavam o fordismo como “modelo de produção”.

As cadeias de produção fordista também foram empregadas na indústria aeronáutica, ferroviária, na construção elétrica e no setor alimentício.

No início de 1920 a cidade de Paris recebeu o congresso da Organização Científica do Trabalho e a Du Pont – fabricante de fertilizantes e produtos de consumo – acabou destronando a Ford Motors do pódio das empresas modernas.

Pela primeira vez as funções da sede de uma empresa foram separadas das funções dos departamentos e, a partir desse momento, a direção das organizações passou a fixar os objetivos para os outros setores.
Além disso, a direção das empresas também passou a coordenar as atividades dos demais departamentos e a servir de árbitro entre eles. As filiais obtiveram maior responsabilidade operacional e passaram a gozar de grande autonomia.

  • Porém, em 1923 os americanos reagiram ao predomínio europeu, quando Henri Ford lançou seu primeiro livro nos ensinando a reduzir o preço, estender as operações industriais e a melhorar o produto final. 
  • Por volta de 1930 Dale Carnegie – considerado o pai dos guias de autodesenvolvimento – também lançou seu livro “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, o qual vendeu 15 milhões de cópias à época.

Levada pelo turbilhão da Du Pont, a General Motors – segundo fabricante americano de automóveis – foi reestruturada com o mesmo esquema; ou seja, 95% das decisões passaram a pertencer aos diretores das divisões.

O presidente da GM – Alfred Sloan – observou o fosso existente entre uma sociedade com gostos diversificados e um produto de massa e, dessa forma, surpreendeu a Henry Ford segmentando o mercado e propondo um modelo para cada consumidor, “de acordo com os seus meios e necessidades” – dizia ele.
A produção, a distribuição, os preços e a publicidade se adaptaram a esta estratégia voltada para o cliente, que deixou fora de moda o “carro de uniforme preto” fabricado pela Ford.

Dessa forma, Sloan venceu jogando com a “procura”, enquanto Ford liderava uma política de “oferta”.  Constatava-se mais tarde que o automóvel seria o berço das grandes inovações da Gestão Empresarial do século e, de certa forma, a mãe de todas as indústrias — até chegar à informática, com a sua nova visão do mundo.

Em meados dos anos 30, o processo de produção taylorista começou a ser contestado, pois a cadeia de produção favorecia somente à produtividade e, além de não ser flexível, ignorava o homem, abatendo cada vez mais a moral dos operários

Elton Mayo – psicólogo e professor em Harvard – conduziu uma série de experiências científicas que o levaram a esta conclusão: - “o simples fato de se interessarem por eles dá aos trabalhadores certa motivação”.

À “lógica do sentimento” passou a se opor à “lógica dos custos e da eficácia” e a corrente das “relações humanas no trabalho” passou a ter a sua fonte ilustrada também por outros estudiosos do “comportamento humano no trabalho”.

As teorias das relações humanas no trabalho – desenvolvidas por estudiosos como Abraham Maslow, Chris Argyris e Douglas McGregor – passaram a contestar o taylorismo, embora durante a II Guerra Mundial quando era imprescindível produzir rapidamente armas ou veículos  o taylorismo ainda era o sistema triunfador, por exemplo, com os “liberty ships”.

Os “liberty ships” eram navios cargueiros fabricados em cadeia a partir de 1942 (um navio a cada 15 horas) e que iriam garantir a logística no desembarque aliado na Normandia.

Graças a eles, a operação do dia D não apenas derrubou Hitler, mas demonstrou também aos europeus – até então considerados os “mestres” na Gestão Empresarial – a superioridade da organização americana.

Fonte: http://www.qualidadebrasil.com.br - 
Julio Cesar S. Santos

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Inflação


A definição econômica da inflação é a alta continuada e substancial do nível geral dos preços, concomitante com a queda do poder aquisitivo do dinheiro. 

A causa principal da inflação é devida ao crescimento da circulação monetária em desproporção com o volume de bens disponíveis. 

É um tumor, um câncer ou tumor maligno que deve ser removido para evitar o crescimento do mal.
Deve ser tratado com cuidados especiais que evitem a recidiva.

Entre os anos de 1960 a 1970 tivemos o início do desequilíbrio econômico no Brasil. Naquele período, os índices de inflação chegavam a aproximadamente 40% ao ano. A seguir, a década de 1980 foi marcada pela conjunção de dois fatores:
  • a) forte retração na taxa de expansão econômica.
  • b) significativo aumento da inflação. A média anual, por exemplo, subiu para 330% e, entre 1990 e 1994, para 764%. Foram pelo menos 15 anos de hiperinflação.    
Na época os supermercados e o comércio em geral remarcavam diariamente os preços dos produtos, que sumiam rapidamente das prateleiras e das vitrines, já que a população estocava alimentos por temer as sucessivas altas. Esse quadro caótico se estendeu até a primeira metade dos anos 1990, forçando os governos daquele período a adotarem sete planos de estabilização econômica em menos de dez anos com resultados pífios.

Foi apenas a partir de 1994, com a criação do Plano Real, que o País deu os primeiros passos rumo à estabilidade econômica. Era o fim da correção monetária, do congelamento de preços e da inflação acima de dois dígitos. Foi no governo Itamar Franco que o Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, constituiu equipe de alto nível convidando economistas e advogados para implantação do plano. Registre-se que o Partido dos Trabalhadores (PT) jamais aceitou o Plano Real.

A partir de 1999, o Brasil adota metas para a inflação. Por esse regime, o Banco Central atua para garantir que a inflação esteja dentro de um patamar máximo pré-estabelecido.

O instrumento mais importante utilizado pelo BC para atingir esse objetivo é definir a taxa básica de juros da economia, a Selic que significa Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Trata-se de um sistema computadorizado, cujo responsável é o Banco Central, ao qual, apenas instituições autorizadas têm acesso.

É calculada diariamente pela média das operações financeiras feitas por instituições de mercado e revisada mensalmente pelo Banco Central.   

As metas têm como marco de referência a taxa oficial de inflação – o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) calculado pelo IBGE. Assim, o governo estabelece alvos anuais para a inflação e as divulga, cabendo ao Banco Central executar as políticas necessárias para cumprimento das metas fixadas.

O ano de 2013 começa com sinais preocupantes de inflação crescente. Parece que os governantes esqueceram os danos causados ao Brasil na época de hiperinflação acima descrita. Portanto, bastaria lembrar o passado recente para adotarmos providências imediatas, ou sejam:
  1. Não aumentar o volume de dinheiro em circulação.
  2. Buscar o desenvolvimento de meios de produção interna.
  3. Evitar que as importações prejudiquem a política de crescimento industrial interno sem, contudo, criar restrições indesejáveis.
  4. Não estimular o consumo desenfreado.
Ao leitor caberá examinar a situação atual da economia e constatará que:
  1. A retenção de reajustes de preços de combustíveis e outros produtos ou serviços só prejudica a competitividade interna e mascara a inflação.
  2. O estimulo ao consumo via redução do IPI é medida desvantajosa a médio e longo prazo.
  3. A falta de investimentos em educação deixa a população a mercê de especuladores.
Nossa conclusão é uma só: caminhamos para nova onda inflacionária que poderia ser combatida com políticas econômicas não populistas voltadas a evitar os problemas já vividos pelo Brasil.


Fonte: João Baptista Sundfeld -http://www.qualidadebrasil.com.br 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A Inteligência Espiritual


É cada vez mais comum encontrarmos pessoas que se dedicam ao trabalho, são reconhecidas como competentes por seus pares, recebem uma polpuda remuneração e mesmo assim não se sentem realizadas

Para algumas delas talvez falte cultivarem a chamada Inteligência Espiritual. 

Mas, o que isto realmente quer dizer?

Os primeiros testes QI (Quociente de Inteligência) foram criados pelo francês Alfred Binet e aperfeiçoados pelo americano Lewis Terman no início do século XX com o propósito de testar as capacidades verbal e lógico-matemática de crianças em idade escolar, pois tais habilidades já eram tidas como imprescindíveis para o sucesso acadêmico.
  • Durante as décadas seguintes testes desta natureza foram aprimorados e sua adoção chegou às mais diferentes áreas – mesmo com questionável eficácia – até que Howard Gardner alterasse os rumos da história com a antológica teoria das Inteligências Múltiplas lançada em 1985 na qual descreveu, além das capacidades típicas do QI, outras até então desconhecidas, como a espacial, a musical, a cinestésica, a interpessoal e a intrapessoal.

Todavia, nos anos seguintes Gardner não conquistou a atenção do grande público e ainda teve de presenciar o conterrâneo americano Daniel Goleman ser alçado ao status de guru mundial em 1995 com o best-seller Inteligência Emocional (QE), no qual defendeu que todos nós precisamos desenvolver o autoconhecimento, a empatia e controlar as emoções nos relacionamentos com as pessoas. 

Óbvio ululante hoje, mas um alívio e tanto para quem tinha dificuldade em matemática e pelo menos vivia rodeado por amigos.

  • A partir de agora começaremos a olhar com atenção uma terceira inteligência: a Espiritual (QS). Estudos científicos conduzidos recentemente revelaram que há uma área no cérebro chamada "Ponto de Deus", que é responsável pelas experiências espirituais e, simultaneamente, por acionar a necessidade do homem em buscar os porquês de sua vida.

  • O conceito não tem a ver com o quanto de devoção e fé em Deus você conta e sim com o seu estado de espírito, a forma de enxergar as coisas e a maneira de agir frente a elas. 

É claro que muitas pessoas com alto nível de Inteligência Espiritual são dotadas de grande religiosidade, mas aquelas que professam uma fé podem não tê-la como também alguém que se declara ateu é capaz de desenvolver um respeitável Quociente Espiritual.

Segundo a física e filósofa Danah Zohar, uma das principais expoentes da teoria, é por meio desta inteligência que aprendemos a ser flexíveis, a lidar com experiências negativas e a enfrentar o medo e a dor. Que nos deixamos inspirar por ideias e valores, questionamos os objetivos a serem alcançados e nos tornamos relutantes em prejudicar o próximo. Portanto, o QS está relacionado à necessidade humana de ter senso de finalidade e direção pessoal. 

A péssima notícia é que a Inteligência Espiritual não é valorizada em nossa sociedade moderna. 

  • Desde pequenos somos orientados a pensar a vida de maneira prática e a resolver os problemas objetiva e rapidamente, relegando a jornada pelo autoconhecimento a uma esfera inferior quando a mesma poderia facilitar – e muito - a busca por perguntas e respostas que ajudam a resolver as coisas do dia a dia.


Enquanto isto, a boa notícia é que se você percebe que não tem dado muita bola para esta dimensão, segundo Zohar é possível elevar o seu Quociente Espiritual cultivando dez qualidades: 
  • a prática do autoconhecimento, 
  • a orientação por valores e ideais, 
  • a visão holística das coisas e 
  • a análise das situações num contexto amplo, 
  • suportando os obstáculos de modo maduro, 
  • celebrando a diversidade, 
  • atuando com independência, 
  • perguntando sempre o "por quê?", 
  • sendo espontâneo e 
  • exercitando compaixão.

Fonte: A Inteligência Espiritual - Wellington Moreira  - Qualidade Brasil - 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Filmes Motivacionais para o Sucesso

Motivação (do Latim movere, mover)  - designa em psicologia, em etologia e em outras ciências humanas a condição do organismo que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. 

Em outras palavras é o impulso interno que leva à ação. Assim a principal questão da psicologia da motivação é “por que o indivíduo se comporta da maneira como ele o faz?”
  • “O estudo da motivação comporta a busca de princípios (gerais) que nos auxiliem a compreender, por que seres humanos e animais em determinadas situações específicas escolhem, iniciam e mantém determinadas ações”


Á PROCURA DA FELICIDADE

Em busca da Felicidade
Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados.

PATCH ADAMS – O AMOR É CONTAGIOSO

PATCH ADAMS - O Amor é Contagioso
Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina.
Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.

2 FILHOS DE FRANCISCO

2 FILHOS DE FRANCISCO
Francisco Camargo (Ângelo Antônio) é um lavrador do interior de Goiás que tem um sonho aparentemente impossível: transformar dois de seus nove filhos em uma dupla sertaneja. Ele inicialmente deposita sua esperança no mais velho, Mirosmar (Dablio Moreira), e resolve lhe dar um acordeão quando completa 11 anos.
Mirosmar e seu irmão Emival (Marco Henrique), que toca violão, se apresentam com sucesso nas festas da vila onde moram, mas devido a perda da propriedade onde moravam nos anos 70 toda a família é obrigada a se mudar para Goiânia. Mirosmar e Emival começam então a tocar na rodoviária local, na intenção de conseguir algum dinheiro para ajudar em casa. Lá eles conhecem Miranda (José Dumont), empresário de duplas caipiras, que viaja com eles por mais de 4 meses. Os irmãos novamente fazem sucesso e chegam até mesmo a cantar para 6 mil pessoas em um show no interior do país, mas um acidente encerra prematuramente a carreira da dupla.

PIRATAS DO VALE DO CILICIO

Piratas do Vale do Cilicio
O filme conta através das personalidades de Steve JobsSteve WozniakBill Gates, entre outros, o desenvolvimento da história da microinformática e da popularização dos computadores. Mostra algo sobre a luta de alguns estudantes contra o domínio da produção de computadores por grandes empresas e também faz uma abordagem a cerca das primeiras reações culturais a esse processo de popularização.
Steve Jobs é um garoto hippie e contestador, que vai a passeatas na universidade, toma LSD e tem inspirações messiânicas. Toda essa fúria vem do sofrimento: Jobs chora, faz terapia e não se conforma com o sumiço da mãe biológica.

MUITO ALEM DO JARDIN – PETER SELLERS

Muito Alem do Jardin
Chance (Peter Sellers), um homem ingênuo, passa toda a sua vida cuidando de um jardim e vendo televisão, seu único contato com o mundo. Ele nunca entrou em um carro, não sabe ler ou escrever, não tem carteira de identidade, resumindo: não existe oficialmente. Quando seu patrão morre, é obrigado a deixar a casa em que sempre viveu e, acidentalmente, é atropelado pelo automóvel de Benjamin Rand (Melvyn Douglas), um grande magnata que se torna seu amigo e chega a apresentá-lo ao Presidente (Jack Warden). Curiosamente, tudo dito por
Chance ou até mesmo o seu silêncio é considerado genial. Paralelamente a saúde de Benjamin está crítica e Eve Rand (Shirley MacLaine), sua esposa, se apaixona por Chance.

MEU NOME É RÁDIO – MY NAME E IS RADIO

Meu nome é Rádio
Anderson, Carolina do Sul, 1976, na escola secundária T. L. Hanna. Harold Jones (Ed Harris) é o treinador local de futebol americano, que fica tão envolvido em preparar o time que raramente passa algum tempo com sua filha, Mary Helen (Sarah Drew), ou sua esposa, Linda (Debra Winger). Jones conhece um jovem “lento”, James Robert Kennedy (Cuba Gooding Jr.), mas Jones nem ninguém sabia o nome dele, pois ele não falava e só perambulava em volta do campo de treinamento.
Jones se preocupa com o jovem quando alguns dos jogadores da equipe fazem uma “brincadeira” de péssimo gosto, que deixou James apavorado. Tentando compensar o que tinham feito com o jovem, Jones o coloca sob sua proteção, além de lhe dar uma ocupação.
Como ainda não sabia o nome dele e pelo fato dele gostar de rádios, passou a se chamá-lo de Radio. Mas ninguém sabia que, pelo menos em parte, a razão da preocupação de Jones é que tentava não repetir uma omissão que cometera, quando era um garoto.

GLADIADOR – GLADIATOR

O Gladiador - Gladiator
Nos dias finais do reinado de Marcus Aurelius (Richard Harris), o imperador desperta a ira de seu filho Commodus (Joaquin Phoenix) ao tornar pública sua predileção em deixar o
trono para Maximus (Russell Crowe), o comandante do exército romano.
Sedento pelo poder, Commodus mata seu pai, assume a coroa e ordena a morte de Maximus, que consegue fugir antes de ser pego e passa a se esconder sob a identidade de um escravo e gladiador do Império Romano.

O SUCESSO A QUALQUER PREÇO

O SUCESSO A QUALQUER PREÇO
Chicago. Em uma firma que trabalha com venda de imóveis os tempos estão difíceis para os corretores Shelley Levene (Jack Lemmon), Ricky Roma (Al Pacino), Dave Moss (Ed Harris) e George Aaronow (Alan Arkin). Eles são fortemente pressionados por Blake (Alec Baldwin), que agora chefia as vendas e promete um Cadillac Eldorado para o melhor vendedor, para o 2º colocado o prêmio será um conjunto de seis facas para churrasco e o 3º prêmio é o olho da rua, pois não lá há lugar para fracassados.
Quem tiver desempenho mais satisfatório vai receber as boas dicas para conseguir ir bem nas vendas, mas o roubo delas deixa a situação tensa. Hoje vivemos em tempos difíceis, em que enfrentamos diversos obstáculos para chegarmos ao nosso determinado objetivo, e sem motivação não chegaremos ao objetivo principal! O Sucesso empresarial.

Fonte: Filmes e Videos motivacionais para o sucesso
By - SucessoEmpresarial.com - 
POSTADO POR LUCAS LEONARDO