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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

SEIS MAIORES DESPERDÍCIOS DE TEMPO


1. Assistir TV. Nada contra assistir um filme ou uma boa série de vez em quando, porém que gasta tempo demais assistindo TV perde a oportunidade de fazer algo mais produtivo e ainda fica exposto a diversas peças de marketing que incentivam o consumo.
2. Procrastinação. Deixar para amanhã o que você poderia fazer hoje pode atrasar ou até matar seus maiores planos e sonhos para o futuro. Use lista com atividades diárias para evitar a procrastinação.
3. Dizer sim. Num primeiro momento, isso pode ser contraintuitivo, mas dizer sim para todas as possibilidades que surgem na sua frente fará com que você não consiga concentrar suas energias para nada em específico. Em muitos casos, é melhor dizer NÃO e seguir seus planos atuais.
4. Perfeccionismo. Aqui está uma característica que deixa muita gente presa na teoria. São tão perfeccionistas que não conseguem colocar nada em prática. Feito é melhor que perfeito. Faça e, só então, pense em como poderia melhorar. Mas faça.
5. Multitarefa. Algumas pessoas se gabam por serem multitarefas, mas não raras vezes isso significa falta de foco. Pessoas focadas têm um objetivo específico e se concentram apenas nas tarefas alinhadas com aquela meta.
6. Preocupação. Você já parou para pensar que, pelo menos, 80% das coisas que você se preocupa nunca acontecem? Preocupar-se é ocupar-se previamente com algo que dificilmente vai acontecer. No entanto, boa parte da sua energia e do seu tempo já foram desperdiçados.

Copiado: @rapaduratech

segunda-feira, 9 de julho de 2018

10 Hábitos Que Te Fazem Procrastinar no Trabalho

Uma das palavras mais repetidas na atualidade é a procrastinação – e quem faz parte do mundo dos que deixam tudo para a última hora sabe que o ato de procrastinar é algo que pode se apresentar com extrema facilidade no dia-a-dia; especialmente quando há alguma tarefa importante e complicada de se executar.
No entanto, procrastinar na hora do trabalho pode ser uma armadilha fatal para a carreira de qualquer profissional dos dias de hoje – e, embora pausas sejam importantes para manter o foco e a produtividade, o hábito de ‘enrolar’ no ambiente empresarial pode prejudicar tanto as suas chances de crescimento como a realização de trabalhos bem-feitos.
Com isso em mente, confira a lista a seguir, e saiba de que tipo de hábito ficar longe para evitar a procrastinação no ambiente profissional – descobertos por um estudo especialmente realizada pelo portal focado no mundo profissional CareerBuilder, que apontou os principais motivos para a enrolação no dia-a-dia de trabalho:
  1. Celulares e mensagens de texto (50%)
    O grande campeão da procrastinação pode ser evitado colocando o telefone no modo silencioso.
  2. Fofocas (42%)
    Conversas e fofocas no trabalho podem reduzir muito a produtividade de profissionais.
  3. Internet (39%)
    Necessária para o trabalho, a internet deve ser usada com cautela para evitar distrações.
  4. Redes sociais (38%)
    Evite checar as redes no ambiente profissional, e deixe isso para o período após o fim do expediente.
  5. Pausas para lanches ou cigarro (27%)
    O que poderia ser uma pausa para aumentar a produtividade também pode atrapalhar quando for frequente demais.
  6. Colegas de trabalho muito barulhentos (24%)
    Gritaria e confusão ao redor pode acabar com a concentração e aumentar a enrolação na execução de tarefas.
  7. Reuniões (23%)
    Embora sejam feitas, em teoria, para agilizar; estão entre os compromissos que mais fazem os profissionais deixarem tarefas importantes para mais tarde.
  8. Checar o e-mail (23%)
    Mensagens demais tiram o foco do colaborador – e fechar a caixa de entrada na hora de tarefas importantes pode ser a solução.
  9. Colega de trabalho que vem à sua mesa para conversar (23%)
    Fofocas e barulho também se aplicam nessa categoria, incentivando a procrastinação.
  10. Colegas de trabalho conversando ao seu lado pelo telefone no viva-voz (10%)
    A conversa alheia pode prender mais a sua atenção do que o próprio trabalho.
Copiado: http://blog.convenia.com.br

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A REUNIÃO QUE PODIA SER UM E-MAIL

Há anos venho combatendo os trabalhos que geram apenas mais trabalhos, e não soluções. Tenho alguns exemplos simples, como aquelas reuniões de meia hora, “rapidinhas”, para decidir o que será dito na próxima reunião. 

Ou mesmo uma apresentação “estratégica” para justificar a importância do trabalho que você estava fazendo, que aliás teve que ser interrompido justamente para gerar o tal PPT performático e vendedor. 

Muitas pessoas são soterradas pelos pedidos de reuniões que servem pouco para resolver os problemas. Seu objetivo real é acalmar chefes, repassar cobranças, tirar dúvidas, mas poucas são reuniões práticas. Aliás, a expressão “reunião de trabalho” é a prova cabal de que consideramos muitas outras reuniões como perda de tempo. 

Lógico que temas estratégicos demandam muita preparação e diálogo, e que fique claro que isso não é tempo perdido. Mas os temas táticos, diários, precisam de solução e ação. 

Não há rentabilidade de projetos que se mantenha quando cada tarefa simples acaba gerando uma dúzia de reuniões para provar que o projeto vale a pena ou que a decisão faz sentido.

Mas quais as causas de tantas reuniões? Insegurança, medo, falta de foco, descomprometimento, carência ou má gestão de equipe, por exemplo.
Chefes inseguros sobre as decisões tomadas acabam pressionando as equipes para que aloquem muito tempo no projeto na tentativa de evitar, pela redundância e excesso de reuniões e conversas, que um problema apareça apenas no momento do lançamento ou execução. 
O medo da demissão, do bullying ou da exposição faz com que muitos tentem envolver mais gente do que o necessário em cada tarefa para poder dividir a responsabilidade caso algo dê errado.
A falta de foco faz com que, mesmo tendo boas intenções, qualquer distração leve o time a discutir temas pouco relevantes e deixe o problema principal, que geralmente é mais difícil, para depois e percamos horas discutindo coisas pouco relevantes. E, claro, precisem de uma nova reunião para resolver o que não foi tratado no último encontro.
Há, infelizmente, os profissionais descomprometidos, que se esforçarão para repassar todo o trabalho e a responsabilidade para os outros indiscriminadamente, eximindo-se de qualquer ônus, mas geralmente alardeando todos os sucessos como sendo seus.

Por outro lado, não são poucas as reuniões que parecem um consultório de psicologia, com dramas sendo compartilhados e reclamações de que “aqui as coisas sempre foram assim”. Mas, para resumir, todos estes problemas estão ligados, de alguma forma, a algum tipo de má gestão ou ingerência. 
A carga sobre os gestores é cada dia maior, mas isso não exime a responsabilidade de alertar a empresa sobre o quanto está sendo gasto em horas da equipe para gerar apresentações desnecessárias ou reuniões sem conteúdo.
Acompanhar o dia-a-dia da equipe é também orientar em como ter reuniões mais efetivas, engajar outros times, apoiar seus pares e garantir que um assunto que pode ser resolvido em uma ligação ou em um e-mail simples não se torne uma reunião. 
O gestor precisa estar atento se a correnteza está arrastando sua equipe e prendendo os seus integrantes em muitas reuniões, o que faz com que todos pensem que sua área é muito requisitada e atarefada, mas que compromete a quantidade e, principalmente, a qualidade dos entregáveis de seu time. 
Muitas reuniões não significa importância estratégica.
Para encerrar, vão duas dicas práticas que muitos já aprenderam após perderem muito tempo em reuniões desnecessárias:
·      Defina objetivo para cada reunião que você convoca, explicando de antemão para cada participante o que se espera dele. Isso pode parecer rude no começo, mas dá maior clareza a todos, garantindo maior quórum às suas reuniões justamente por serem efetivas.
·      Jamais mande alguém no seu lugar para uma reunião só por que você não tem tempo de ir. Se for algo irrelevante, simplesmente decline. Caso seja importante, tente reagendar ou prepare seu substituto de forma adequada. Mandar alguém despreparado para reuniões importantes é expor o profissional e comprometer seu tempo. Cada pessoa em uma reunião precisa ser capaz de acrescentar, em tempo real, valor ao debate. Aqui não tem muito espaço para “perguntar para meu chefe o que ele acha”.


Copiado: http://www.comunicacaointegrada.com.br/

terça-feira, 6 de junho de 2017

Resiliência na Gestão de Pessoas em Tempos de Crise


Em tempos de crise, a rotina das organizações é reforçada e permeada por incertezas, oriundas da avalanche de mudanças esperadas e necessárias para manter a competitividade, o que requer maior habilidade e agilidade das pessoas para adaptar-se rapidamente. 

O gestor de pessoas recebe o dobro das pressões, tendo então como responsabilidade equilibrar as pressões advindas do ambiente externo e interno das organizações, bem como as suas necessidades e expectativas e a das pessoas de suas equipes. 

Neste contexto, observa-se que uma das competências necessárias para as pessoas dentro das organizações é a habilidade de administrar a si próprio, diante das adversidades dos acontecimentos. Esta necessidade de adaptar-se e equilibrar-se exige das pessoas o que chamamos resiliência, que é a capacidade de se adaptar à má sorte ou às mudanças, ou seja, capacidade rápida de recuperação. No ambiente de trabalho, resiliência é a capacidade do indivíduo enfrentar as adversidades, ser transformado por elas e conseguir superá-las. O foco não deve estar na adversidade e, sim, no propósito e na capacidade da equipe em superá-la.


A resiliência pode ser observada no comportamento de pessoas, por meio de cinco características, sendo elas: 1. positivas – conseguem ver oportunidades no perigo e imaginam situações de sucesso em vez de fracasso; 2. focadas – conseguem se concentrar nas metas que pretendem atingir sem se desviar de seus objetivos; 3. flexíveis – consideram outras alternativas que também podem levá-las ao mesmo fim; 4. organizadas – conseguem definir uma estrutura diante do caos e sabem priorizar; e 5. proativas – possuem iniciativa.


Diante desse cenário, torna-se imprescindível à liderança, identificar as diferenças pessoais dos membros de sua equipe. Assim, poderá valorizar e reforçar as atitudes dos que possuem facilidade e disposição para enfrentar os desafios e as incertezas organizacionais e sentem-se comprometidos com as metas e resultados da empresa, em troca de reconhecimento e valorização profissional e pessoal. 


Por outro lado, é fundamental compreender o comportamento e a maneira de atuar daqueles que têm dificuldades de enxergar de forma positiva os momentos de pressão, auxiliando-os no desenvolvimento de comportamentos que possam assegurar o equilíbrio entre as pressões organizacionais e as suas pressões internas.


Ao identificar características de adversidade advindas das pressões cotidianas dentro das organizações é possível implementar o que é conhecido na Psicologia Positiva como estratégias protetivas, ou seja, criar programas de capacitação e desenvolvimento dentro da organização que permitam o aprendizado, amadurecimento e evolução da liderança, para que possa atuar de forma efetiva e produtiva como gestores de pessoas.


Considerando que é inerente do ser humano ser flexível e persistente, acredita-se que é possível promover condições para que as pessoas construam comportamentos mais resilientes. Para que as organizações superem seus momentos de crises e incertezas econômicas, torna-se imprescindível o apoio recebido da liderança e colaboradores que possuem características resilientes, estes possibilitam que a empresa vivencie e ultrapasse as situações mais difíceis de serem superadas. 


A pressão, os conflitos e as incertezas são fatores presentes no mundo corporativo. Quando as pessoas, gestoras ou não, conseguem aproveitar as situações geradas por estes fatores como possibilidades de aprendizado e desenvolvimento individual, estarão preparadas para lidar com as mudanças e, desta forma, enfatizar o autodesenvolvimento e favorecer o crescimento organizacional. 


Saber identificar caminhos que permitam aproveitar os momentos instáveis para transformá-los em oportunidade de aprendizado e crescimento pessoal e organizacional é uma das competências mais importantes da liderança e, consequentemente, uma tarefa fundamental ao campo da gestão de pessoas. 


Por: Edna Rodrigues Bedani - http://www.administradores.com.br

sexta-feira, 10 de março de 2017

Dez Erros Banais que podem implodir Suas Decisões

“O mundo está cheio de gente de talento que não sabe como deve pensar.” Voltaire
Toda decisão envolve riscos, alguns maiores, outros menores. 
Erros sempre poderão acontecer, por melhor que seja a metodologia e o processo de tomada de decisão. No entanto, as técnicas e instrumentos adequados reduzem consideravelmente as possibilidades de erros e falhas decisórias. Existem, contudo, inimigos ocultos na tomada de decisão que podem acarretar consideráveis prejuízos pessoais, profissionais e organizacionais, caso não sejam identificados, reconhecidos e eliminados.
Existem dez erros mais comuns de tomada de decisão que podem ocasionar grandes dores de cabeça para quem é vítima deles.
  1. Falta de sistematização
Quando você precisa tomar uma decisão importante, como mudar de emprego ou trocar o sistema operacional da empresa, você o faz “no peito e na raça”, ou analisa cada opção metodicamente? Tomar decisões pode ser algo estimulante mas, também, muito estressante. Sendo assim, a melhor maneira de lidar com essas emoções é utilizar uma abordagem objetiva e estruturada. Um processo lógico e ordenado pode ajudá-lo muito a planejar ações efetivas ordenadamente e superar elementos críticos que levam ao sucesso, reduzindo os “achismos” e a possibilidade de descuidar-se de fatores importantes.
  1. Acreditar no “É ganhar ou perder”
Todos nós já passamos por situações em que temos a impressão de estar carregando o mundo nas costas, e uma decisão errada pode pôr tudo a perder. É o que acontece, por exemplo, quando vamos comprar um apartamento ou lançar um novo produto no mercado. Embora sejam decisões importantes, às vezes afunilamos nossa percepção e queremos ignorar como nos sentimos a respeito, desconsiderando o que poderia acontecer se tivermos tomado a decisão errada. Uma boa abordagem é pensar no que poderia acontecer de pior e reciclar nossa visão sobre os erros que poderão ocorrer. Na maioria das vezes o pior não acontece e, mesmo que as coisas possam sair erradas, existem formas de contorná-las e, sobretudo, você poderá colher preciosas lições provocadas pelo tropeço.
  1. Não levar em consideração as consequências da decisão
Muitas vezes pessoas tomam decisões que acham lógicas e coerentes, olhando o “aqui e agora”, mas esquecem de avaliar o quanto isso poderá afetar pessoas e circunstâncias ao seu redor, no futuro. Para proteger-se desse tipo de decisão a técnica da Árvore Decisória, por exemplo, é um ótimo instrumento que auxilia na elaboração de alternativas e permite calcular o impacto dos resultados.
  1. Não ter um plano B
Mesmo um bom instrumento de tomada de decisão pode eventualmente falhar, caso não sejam consideradas todas as opções válidas. É aqui que erram muitos empresários, chefes e tomadores de decisão que não possuem um plano alternativo e apostam  todas  as fichas e todo o seu  empenho numa única linha de ação. Quando, por algum motivo, há um desvio de rota, ou algo de inesperado ocorre, ficam à mercê das circunstâncias sem saber o que fazer, ou então, improvisam tentando salvar a situação. O plano B, que previne circunstâncias indesejáveis, ou possíveis desvios de rota. É o plano que poderá ser a salvação em momentos de dificuldades.
  1. Acreditar em meros palpites
O palpite, quando simplesmente baseado em chutes ou suposições imaginárias, poderá fazer estragos maiores do que um concorrente. É bom prevenir-se contra essa atitude extremamente nociva em negócios. Entretanto, o palpite – alicerçado em observações detalhadas, em experiência de vida, em vivências anteriores de situações semelhantes, em bom senso e coerência – poderá ser efetivamente um bom caminho a seguir em determinadas circunstâncias. São dicas do subconsciente que tentam contribuir com sua parcela para a resolução de um problema ou indicação de um novo  caminho a seguir. Bons empresários, executivos e gestores não desprezam esse auxílio, pois reconhecem seu valor. Entretanto, é preciso saber distinguir o verdadeiro palpite intuitivo dos chutes e “achismos” inconsequentes, ou a experiência poderá custar muito caro.
  1. Excesso de autoconfiança
Muitos tornam-se autoconfiantes porque já passaram por circunstâncias semelhantes e acham que já conhecem tudo sobre a situação, bastando para isso tão somente repetir o que já sabem a respeito. Outros, poderão confiar em você porque adquiriu a reputação de “expert” e que seu julgamento e opinião são irrefutáveis. Isso poderá levar a atitudes de excesso de confiança que fará com que você ponha de lado fatos e situações importantes que não combinam com o seu modo de pensar, levando-o a cometer erros que poderiam ser evitados se tivesse analisado e pesado criteriosamente as informações existentes.
  1. Não envolver as pessoas-chave
Decisões que afetam outras pessoas precisam necessariamente ter a participação das pessoas-chave. Suas experiências e informações afetarão diretamente a escolha e qualidade das decisões que serão tomadas, mesmo porque, muitas vezes, serão elas mesmas que implantarão essas decisões. O envolvimento das pessoas-chave fará com que elas sintam-se motivadas e comprometidas com todo o processo, garantindo seu apoio em todas as fases da operação.
  1. Falta de comunicação
Embora pareça óbvio, sempre que forem tomadas decisões que afetam outras pessoas (as que não são chave) é essencial, não apenas, comunicá-las a respeito disso, como também fazê-lo no tempo certo, e da forma apropriada. Sem isso você corre o risco de dar origem a boatos e rumores desnecessários.
 Pessoas impactadas pelas decisões devem saber o que vai acontecer, porque vai acontecer, como e quando ocorrerá. Poderá fazê-lo nas reuniões de comitês ou para público maior em salas apropriadas. Melhor ainda é envolvê-las no processo – mesmo que não sejam pessoas-chave – porque delas dependerá em grande parte o sucesso da operação. No caso da impossibilidade de adotar os mecanismos adequados de comunicação, resta ainda, a opção de enviar um e-mail explicativo a todos os que serão indiretamente afetados pelas medidas. A mensagem deveria necessariamente conter um resumo das decisões tomadas e dos resultados que disso advirão.
  1. Procrastinação
A procrastinação é comum quando precisam ser tomadas decisões de grande relevância que, às vezes, assustam ou intimidam. A pessoa prefere, então, ocupar-se de coisas de menor importância, em vez de encarar a situação de frente, enquanto o tempo corre inexoravelmente. Procrastinadores frequentemente não sabem por onde começar e sentem-se intimidados quando precisam tomar decisões. Isso é facilmente administrável quando as tarefas são divididas em partes menores, aliviando a sensação de ter que fazer tudo de uma só vez.
  1. Não admitir que errou
Ninguém gosta de admitir que cometeu um erro, ainda mais, quando você batalhou por aquilo ou envolveu-se emocional, financeira e profissionalmente na decisão. Surge então a tentativa de explicar, defender e racionalizar o erro. Decisões que implicam em riscos ou grandes mudanças sempre poderão incorrer em erros, e é preciso estar preparado psicológica e financeiramente para essas possibilidades antes de partir para a ação. Um erro, por maior que seja, não é o fim do mundo. É preciso saber encarar a situação, admitir a falha, aprender com os erros e reposicionar-se de forma positiva.
Steve Jobs o fundador da Apple, quando foi demitido da sua própria empresa, passou por momentos muito difíceis, segundo ele mesmo narrou. Quando fez uma análise de si mesmo, admitiu que cometeu vários erros e repensou sua forma de agir e trabalhar.
Foi o que o fez dar a volta por cima, partir para novos campos de pesquisa, e anos depois a Apple reconduziu-o à liderança da empresa. Isto propiciou o lançamento de novos e revolucionários produtos, e um extraordinário crescimento da companhia que a projetou como a empresa de maior valor do mundo.
Independente dos erros mencionados, e outros mais que possam ser cometidos, a adoção de técnicas sistemáticas de tomada de decisão aumenta consideravelmente as chances de ser bem-sucedido em qualquer área organizacional, profissional ou pessoal.
Por: Ernesto Berg - https://qualidadeonline.wordpress.com

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Espera Só Mais Um Pouco...

Vivemos a era fast-life... fast-life como em fast-food... tudo rápido, pronto, agora.
Estamos acelerados, ansiosos e com nosso prato mais cheio do que geralmente conseguimos lidar. Não há tempo para nos interessar, aprofundar, ou contemplar, pois estamos sempre correndo. Temos medo de perder a oportunidade e somos movidos por aquela frase “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”...
E há várias crenças coletivas sobre o “demorar”... quem espera é lento, alienado, não tem senso de urgência... e por aí vai.
Mas... até que ponto antecipar as coisas é realmente fazer acontecer? (...) E até que ponto esperar o é?
Operadores de bolsa, estrategistas de guerra, atiradores de elite e outros... o que acontece quando eles não esperam o momento certo? Eles sabem que há um timing ideal, pois uma antecipação equivocada pode gerar grandes perdas.
Até mesmo no dia a dia. Quando não esperamos o suficiente podemos queimar a boca ou comer cru... e também percebemos a diferença no gosto de uma fruta que teve seu processo de amadurecimento acelerado pela intervenção. No coaching isso é totalmente aplicável à presença e capacidade de escuta do coach. Se ele não percebe o processo reflexivo de seu cliente e lhe dá o tempo e espaço suficiente, coisas importantes podem ser perdidas.
Sim, é verdade que não devemos simplesmente esperar a vida passar diante de nossos olhos, mas também é verdade (e muito verdade) que há momentos em que esperar pode fazer toda diferença!!! Se por um lado sentimos que ao não “fazer acontecer” vamos perder a oportunidade, por outro há vezes que as oportunidades estão há algum tempo na nossa frente, mas as perdemos por passarmos rápido demais por elas.
Há uma cena no filme American Sniper, com Bradley Cooper, em que Chris Kyle (o personagem real representado por Cooper) está sobre um telhado, posicionado para atirar em qualquer pessoa que represente uma ameaça. Em algum momento um menininho pega uma arma e Chris teria de atirar, mas ele espera o máximo que pode, até que o menino larga a arma e sai correndo. A expressão daquele atirador por não ter tirado a vida daquele menino é muito impactante... esperar mais um pouco representou a diferença entre a vida e a morte!
Eu imagino que em sua vida tenha havido momentos em que você pensou: “Ah, se eu tivesse esperado só mais um pouco...” E hoje quero convidá-lo a se dar o direito de avaliar momentos e situações em que você poderá (ou deverá), sim, esperar! Um relacionamento, uma resposta, o resultado de um investimento (de tempo ou dinheiro)...
Sabe, a vida não resulta apenas dos seus esforços e daquilo que você faz. Você representa apenas uma parte do que influencia o rumo das coisas... Há os outros... há os fatores naturais e há, ainda, aquelas coisas que só a fé explica.
Para concluir... sim, haverá momentos em que você deverá agir e antecipar... mas, definitivamente haverá outros em que esperar será a melhor resposta. Então, meu convite pra você é: aprenda a discernir os diferentes momentos e aprenda a esperar só mais um pouco...
É isso aí.
Por:https://www.linkedin.com

domingo, 26 de janeiro de 2014

O Tempo Está Passando...

Olhe para o calendário e veja que dia é hoje. Então, como se sente?

Como temos deixado o tempo passar sem viver intensamente. Parece que nos preocupamos com tudo, menos com nossa felicidade, que na verdade deveria ser a única preocupação importante a termos.

Não que sejamos egoístas e nunca mais pensemos nos outros. 
Mas a questão é: 
e quem pensa em nossa felicidade? 
Quem está trabalhando para sermos felizes? 

Provavelmente ninguém a não sermos nós mesmos. E se não estamos fazendo isso, só veremos a felicidade na vida das outras pessoas.

Isso não quer dizer que não tenhamos preocupações, inquietações, ou que estaremos felizes todos os dias, a todos os instantes, mesmo diante de episódios sofríveis que tiram o sono de qualquer um.

Falo daquela felicidade que deixamos escapar por entre os dedos, vivendo uma profissão que suga toda nossa energia sem propiciar qualquer prazer.

Falo daquela união em que o respeito, a admiração, o amor foram embora, ou onde um só se entrega totalmente para fazer os gostos do outro sem nunca chegar sua vez de ser feliz. Me refiro ao casamento “só pelos filhos”, ou “só pela vergonha da sociedade, amigos e parentes”, onde a vida da gente é entregue de bandeja à infelicidade.

A vida é minha, é sua, e não podemos perdê-la de vista, nem entregá-la a ninguém.
Ir para o trabalho sem ter paixão ou pelo mesmo a certeza de ter sua dignidade respeitada, sem a oportunidade de crescimento profissionalmente não é ir para o trabalho... é ir para a forca (como muitos dizem), mas continuam com a corda no pescoço.

Estar ao lado de alguém que nos faz sofrer, que não está nem aí para o que queremos fazer, que não se importa com o que pensamos ou sentimos também é ir para a forca um pouquinho todo dia, como naquela brincadeira que quando a gente erra a letra uma parte do corpo vai para a forca. Não podemos transformar essa brincadeira na nossa vida real, onde todos os dias nosso desenho na forca vai ficando completo.

Não é necessário largar a esposa, o marido para ser feliz. Às vezes é só falta de diálogo, um diálogo bem forte, contundente, onde deixemos claras nossos desejos e também que ainda amamos a outra pessoa. Agora, se nem diálogo você consegue é sinal de que a relação realmente precisa acabar, para que sua felicidade ainda tenha esperança de surgir sem ir direto para o ralo.

O tempo está passando, e com ele levando sua vida, seu sonhos, seus desejos de se sentir uma pessoa completa. Para onde o tempo está levando a sua vida? Às vezes os filhos reclamam da vida que os pais levaram, dizendo que o pai sempre abandonou a mãe em casa ou vice e versa, mas não se dão conta de que estão repetindo os mesmos erros. A filha fala que a mãe apanhava do pai mas continuava com ele, no entanto, não percebe que hoje é ela quem aguenta surras do marido, e também continua junto sem nada fazer. Às vezes não são surras físicas, mas verbais, de abandonos e indiferença.

Para onde o tempo está levando sua vida, a sua felicidade?

Qual é o destino que você tem se a vida continuar indo para o mesmo lado que está? Até onde você está disposto (a) a permitir-se não viver, a ser infeliz, mesmo sabendo que esta é a única vida física que conhece?

Deve ser muito triste estar velhinho, sentado numa varanda e as lágrimas caindo no rosto, com aquela sensação de “puxa, porque eu não fiz isto, aquilo... porque não tomei esta ou aquela decisão... porque não troquei de emprego, de empresa, de marido, de mulher? Para onde foi minha vida?”

Ainda dá tempo! Isso é que é importante. Não importa se você tem trinta ou sessenta anos. Se você já tem sessenta a única diferença é que terá que pisar mais firme no acelerador para alcançar sua felicidade, afinal, ela deve estar a léguas de distância. Porém, com energia, força de vontade e garra é só enfiar o pé no acelerador do veículo da sua vida para pegar a felicidade nem que seja pela calda. E algo sensacional acontece quando buscamos a felicidade... ela para para nos esperar, e se formos com muita garra atrás dela, ela até dá a ré e vem ao nosso encontro.

Se ainda tem trinta e já vive uma vida insossa, onde apenas a esperança de mudanças existe, conserve a esperança, mas vá ouvir um velhinho, uma velhinha, sentados na varanda, tristes e escute seus conselhos, depois tome sua decisão.

O tempo está passando, e isso é ótimo...se junto com a companhia do tempo sentimos aquela alegria todos os dias, por estar ao lado de quem nos ama e de quem amamos, e por termos um trabalho realizador, que dá uma sensação da brisa refrescante no calor do verão.

Grande abraço, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre.


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Procrastinação (Lei de Parkinson)

'A eternidade começa amanhã, a posteridade acabou ontem e, o presente é só o dia de hoje, portanto faça o que tem que ser feito agora'.
Procrastinar é a intenção de deixar tudo para depois. É utilizar todo tempo disponível para realizarmos uma tarefa. É deixar para amanhã o que deve fazer hoje. 
É o ato de adiar por comodismo, preguiça (lascívia), falta de iniciativa e determinação, delongar, demorar. 
A tal famosa ‘preguiça’ que toma o ser humano e subverte os padrões de eficácia e efetividade no que é esperado no desempenho de uma tarefa.
Por vezes, o indivíduo reage às imposições e obrigações que lhe são impostas, isto foi objeto de estudo de Douglas McGregor na Escola Comportamental da Administração, quando enunciou sua Teoria X, descrevendo que o homem: 
1) É indolente e preguiçoso por natureza, evitando o trabalho ou trabalhando o mínimo possível e sempre em troca de recompensas; 
2) É sem ambição e não gosta de assumir responsabilidades, preferindo ser dirigido e sentir-se seguro nessa dependência; 
3) É egocêntrico, sendo que seus objetivos se opõem aos objetivos de outrem; 
4) É resistente à mudanças preferindo a segurança a assumir riscos e, 
5) É dependente, sem autocontrole e autodisciplina, necessitando ser vigiado e controlado. 
Talvez um exagero, posto que o próprio McGregor, a despeito de tantos preconceitos lançou a Teoria Y em seguida, devolvendo ao homem uma posição mais digna e honrosa.
Abraham H. Maslow tratou do mesmo assunto, porém com outro enfoque – o da motivação humana. 
Sua Teoria da Motivação prevê uma escala de cinco grupos de necessidades a que os seres humanos estão sujeitos. 
Partindo das necessidades básicas (fisiológicas e de segurança), passando pelas necessidades sociais e psicológicas (aceitação e estima) para chegar no topo, onde estão as necessidades de auto-realização. Em cada patamar, as necessidades motivam cada ser humano com atitudes que as atendam, justificando assim a diversidade de determinação de um indivíduo para outro. As atitudes guiam as pessoas na realização das tarefas fazendo com que sejam realizadas em tempo satisfatório ou sejam procrastinadas, tudo em concordância com a motivação pessoal.

O historiador inglês Cyril N Parkinson (1909-1993) publicou em 1955 uma tese muito interessante: as pessoas sempre utilizam o máximo do tempo disponível para realizar uma tarefa, independentemente de sua importância. O enunciado da lei de Parkinson diz que: "O trabalho expande-se na exata medida do tempo disponível para ser feito".
A dificuldade em definir prioridades pode levar a prejuízos materiais, financeiros e morais e, é ai que o planejamento das atribuições de caráter pessoal, social ou profissional mostra sua relevância, posto que o encadeamento das tarefas por grau de importância impõe ao cérebro prioridades que combatam a procrastinação. 
Certamente que a quantidade de tarefas, impostas pelas múltiplas atividades a que nos sujeita a vida moderna, provoca tensão e frustração pela procrastinação de algumas delas, o que redunda em estresse, portando tem-se que dosar estas atribuições na medida da capacidade individual de realizações. 
É evidente que certas atribuições são por natureza, inconvenientes, indesejáveis ou desagradáveis como abastecer o veículo, elaborar e entregar o formulário do Imposto de Renda, analisar extratos bancários ou de cartões de crédito, etc. sendo postergadas ao extremo ou negligenciadas, por vezes com prejuízos.
Há que se falar também das intenções fantasiosas, oníricas, pretensiosas que nunca se realizam ou podem se estender pela eternidade por estarem além de nossas possibilidades financeiras ou temporais, digo do desejo em realizar uma viagem para terras distantes ou fazer filantropia, por exemplo, porém se isto estiver no seu planejamento de vida, deve ser realizado, mas se for um sonho, não cabe nos limites da procrastinação, se acontecer ótimo, senão fica no ‘baú das boas intenções’.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

As 3 Diferenças entre a Pessoa Produtiva e a Pessoa Ocupada

Como apagar incêndios em alto estilo
Uma frase extremamente comum no mundo corporativo é “Não tenho tempo para nada!”. 

Como fã da democracia, eu sou obrigado a discordar! 
O tempo é um dos poucos recursos que todas as pessoas têm, igualmente.
Por outro lado, a forma que você aproveita as suas 24 horas, aí sim são outros 500.
Se está entre as pessoas que “não tem tempo pra nada”, confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo.
1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo
Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson, que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”
  • Ou seja, se você fala pra uma pessoa ocupada “Você tem até tal hora para entregar algo”, essa pessoa dará um jeito de ocupar essas horas, mesmo que o prazo esteja extremamente folgado.
  • Por outro lado, as pessoas produtivas pensam “Preciso entregar essa tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o máximo possível”.
Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está sempre pensando em formas de entregar além do esperado.
2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer
  • Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é importante mas não é urgente fica sempre deixado pra depois.
  • A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante. Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até o objetivo seja alcançado.

Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você?
3. Seguir as regras vs. criar as regras
  • Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa.
  • Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente.
Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício

Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma hora a máquina quebra.

Por isso, não tem problema algum checar Facebook, tirar um cochilo ou levantar pra tomar uma água, desde que seja num momento em que você esteja conscientemente descansando.
Pensando em ajudar os microempresários a serem mais produtivos, nós lançamos o Empreendekit, uma ferramenta que permite gerenciar seus clientes e finanças de forma rápida e fácil.

O principal objetivo é fazer com quem o PME gaste cada vez menos tempo com as tarefas do dia a dia e foque nas tarefas realmente importantes.

Por: Millor Machado (produtivo enquanto ocupado) - http://www.saiadolugar.com.br

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Dicas para Gestão de Tempo

Administrar o todo é a palavra chave para muitos profissionais, mas em tempos de tecnologias fantásticas, que todos os dias se transformam, as atividades acabam sendo dispersas e o tempo não espera, ou seja, possíveis atrasos e perdas da Gestão eficiente acontece.

Primeiramente administrar tem com objetivo realizar e prover possibilidades de resultados, portanto logo pensamos que o tempo é primordial para realizar, relacionei dicas que acredito estar de frente com o que precisamos para a Gestão do tempo eficiente.
  • Celulares
Os celulares hoje são vitais para os negócios e para facilitar a comunicação, mas será este mesmo responsável pela comunicação interna? Portanto tome cuidado com o uso excessivo, considerando que hoje os famosos smartphones apresentam milhares de aplicativos interessantes, você acaba deixando de lado o que de fato necessita atenção.
  • E-mail
Quantas vezes você olha seu e-mail por dia? Se a resposta for a cada 20 minutos, atenção ao excesso, sinal que algo não anda bem com sua gestão, portanto tenha o hábito de verificar seus e-mails de maneira programada, abrindo exceção para comunicações urgentes que são anunciadas anteriormente.
  • Internet
A sua frente um mundo de informações e conhecimento, de outro lado um dos maiores responsáveis pela perda de concentração do trabalho, tome cuidado com o uso excessivo, pois como citei anteriormente o tempo não espera, mantenha o hábito de usar o que de fato necessita e no horário que você determinou.
  • Evite a procrastinação
A procrastinação ou a arte de deixar para amanha é o principal motivo pelo acúmulo de atividades, ou seja, é muito comum você deixar para depois o que você pode fazer hoje ou seja, AGORA.

A Wikipédia define como
Procrastinação é o diferimento ou adiamento de uma ação. Para a pessoa que está procrastinando, isso resulta em estresse, sensação de culpa, perda de produtividade e vergonha em relação aos outros, por não cumprir com suas responsabilidades e compromissos.

Tome cuidado com o excesso de confiança e perfeccionismo, dois principais responsáveis em tornar você um procrastinador crônico.

Nos próximos artigos estarei falando mais sobre a Gestão do tempo com foco no planejamento das atividades diárias, por enquanto, o que você acha em criar um planejamento simples para que você mude seus hábitos diários.

Data
Hora
Atividade
Realizado
Motivo
22-02
08:00
Checar e-mails
SIM



09:00
Reunião com diretoria
SIM



10:00
Visita a fornecedor

Não
Fornecedor não estava

11:30
Almoço
SIM



13:00
Checar e-mails

Não
Sem luz











Note que neste modelo simples de programação diária de atividades consigo evidenciar o que é realmente necessário para completar as atividades dentro de um período, porém quando esta mesma não é realizada, identifico o motivo e por conseqüência com o tempo consigo mudar o comportamento e criar uma Gestão do tempo mais eficiente e saindo da Procrastinação.


Fonte: Zafenate Desidério -Qualidade Brasil - http://www.qualidadebrasil.com.br