Mostrando postagens com marcador Contabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Contabilidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de março de 2023

Contabilidade, Ferramenta Indispensável para Qualquer Empresa


Se você é um empreendedor, provavelmente já sabe que a contabilidade é uma parte crucial de qualquer negócio

A contabilidade é um ramo que lida com a gestão financeira e patrimonial das empresas. 

É responsável pelo registro, controle e análise das movimentações financeiras de uma organização, ajudando a entender melhor o desempenho financeiro e a tomar decisões estratégicas para o sucesso do negócio. 

Neste artigo, vamos discutir a importância da contabilidade para qualquer empresa, independentemente do seu tamanho ou setor de atuação.

Contabilidade para Fins Gerenciais

A contabilidade é uma ferramenta valiosa para fins gerenciais, pois ajuda os gestores a terem uma visão clara das finanças do negócio. 

Através da contabilidade, é possível monitorar as entradas e saídas de dinheiro, identificar os custos e despesas fixas e variáveis, planejar investimentos, monitorar o fluxo de caixa e identificar possíveis gargalos financeiros que possam prejudicar o desempenho da empresa.

Com a ajuda da contabilidade, é possível elaborar relatórios financeiros e analisar o desempenho da empresa. 

Esses relatórios podem ser usados para tomar decisões estratégicas, como aumentar ou diminuir investimentos, criar planos de contingência em caso de crises financeiras ou reavaliar políticas de precificação.

Contabilidade para Prevenir Situações de Risco

A contabilidade também é importante para prevenir situações de risco. Por exemplo, ela pode ajudar a identificar possíveis fraudes ou desvios de recursos financeiros dentro da empresa. 

A contabilidade também é responsável por manter os registros contábeis em dia, o que ajuda a evitar multas e penalidades fiscais por atrasos ou erros na apresentação de informações.



Além disso, a contabilidade é uma ferramenta valiosa para a negociação de empréstimos ou financiamentos. Os bancos e instituições financeiras utilizam os registros contábeis para avaliar o risco de conceder crédito a uma empresa. 

Se a contabilidade da empresa é organizada e transparente, as chances de conseguir crédito são maiores.

Contabilidade por Exigência Formal e Legal

A contabilidade também é importante por exigência formal e legal. A legislação brasileira exige que as empresas mantenham registros contábeis precisos e atualizados. 

Essa exigência inclui a apresentação de demonstrações contábeis anuais e mensais, como o balanço patrimonial, a demonstração de resultados e o fluxo de caixa, dentre outras...

Além disso, a contabilidade também é importante para a conformidade fiscal. Os registros contábeis precisam ser usados para calcular e pagar impostos, como o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). 

A contabilidade também é responsável por manter os registros fiscais em dia, evitando multas e penalidades.

Em resumo, a contabilidade é a espinha dorsal de qualquer empresa de sucesso

Um contador qualificado pode ajudar sua empresa a crescer e atingir seus objetivos financeiros. 



Com a ajuda de um profissional experiente, você pode ter acesso a informações precisas e atualizadas sobre as finanças do seu negócio, tomar decisões informadas e evitar riscos desnecessários.

Um contador confiável pode ser um parceiro valioso e um ativo inestimável para sua empresa

Portanto, se você ainda não possui um contador, é hora de considerar contratar um e desfrutar dos benefícios que a contabilidade pode oferecer para o sucesso do seu negócio.

Invista em uma contabilidade de qualidade e alcance o sucesso que você merece!

Copiado: https://www.linkedin.com/in/soueduardolima/

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Planejamento e Execução do Orçamento: por que tantas empresas ainda erram?


O planejamento financeiro é fundamental para garantir a saúde financeira de uma empresa. Com o início de um novo ano, todos os departamentos de uma empresa também precisam fazer seus planejamentos individuais para que um objetivo maior seja alcançado.

Se pensarmos, em especial nas pequenas e médias empresas, por que será que a maioria ainda falha no momento de executar o plano? Porque será que nessa hora, muito do que foi discutido anteriormente fica guardado na gaveta? Em qual das fases do “planejar, executar, monitorar e avaliar e revisar” é comum que um gestor perca o foco?

Em palestra para Finance Conference, Gilles de Paula, CEO e cofounder da Treasy explicou essa questão.

Por que as pequenas e médias empresas falham na execução do planejamento?

Para responder a isso, Gilles de Paula cita alguns pontos críticos entre as pequenas empresas. “Planejar é algo universal. O processo de planejamento é simples (na teoria). Mas, a realidade das pequenas empresas é diferente. O empreendedor fica ocupado com outras coisas e um profissional financeiro qualificado custa caro. O resultado é um crescimento tímido no final do ano”, observa.

Para ele, as médias empresas enfrentam outro tipo de dor. “Nas estruturas maiores, em geral, há um processo de planejamento implementado, mas que roda de forma pouco ágil. A revisão também leva muito tempo. Além disso, muitos usam softwares, mas que atuam de forma desconectada”, avalia.

Para ambas, o resultado, segundo o palestrante, é um grande abismo entre a estratégia da empresa e a execução.

Os desafios de começar um planejamento financeiro

“O primeiro desafio é ‘vender’ a necessidade do planejamento orçamentário dentro da empresa. O segundo é implementar um processo. O terceiro é criar uma cultura orçamentária.

Depois, é necessário descentralizar o orçamento. E por fim, é preciso saber simular cenários com agilidade para poder se reinventar a todo momento, principalmente, em épocas de crise”, comenta.

Quais são os passos para eliminar o abismo entre o planejamento e a execução do orçamento?

De acordo com Gilles, as etapas que levam ao desenvolvimento de um bom planejamento financeiro podem ser divididas da seguinte forma:

- Definição das metas;
- Planejamento;
- Execução do plano;
- Monitoramento e avaliação;
- Revisão dos planos (caso necessário).


1- Definição das metas: como fazer na prática?

“O planejamento que tem muitas metas é o famoso ‘pato’. Não faz nada muito bem. É preciso definir o OTM (a métrica que importa)”, comenta.

Afinal, toda empresa quer crescer faturamento, reduzir despesas operacionais, melhorar a margem de contribuição sem sair do ponto de equilíbrio, melhorar o EBITDA. Mas, um planejamento financeiro empresarial que tenta atender a diversas demandas ao mesmo tempo será pouco efetivo.

Segundo ele, para começar, o primeiro passo, portanto, é definir, de forma clara, um único objetivo.

2 - Planejamento: como envolver a empresa?

“O profissional de outras áreas não é obrigado a conhecer a fundo o mundo das finanças. Para fazer o orçamento da empresa, é preciso que o financeiro comunique muito bem qual é a meta primária do negócio”, comenta.

De acordo com Gilles, o que acontece de forma mais comum dentro das empresas é o compartilhamento de um ‘planilhão monstro’, na qual se espera que seja feito um orçamento para o próximo ano.

“O que vemos é que a equipe de outros departamentos se planeja adicionando ‘extras’ ao orçamento para atender ‘hipóteses’ que poderão acontecer no meio do caminho. Para solucionar essa situação, a primeira providência é comunicar devidamente a OTM (objetivo principal do negócio)”, recomenda.

Além disso, Gilles orienta que o profissional de finanças ofereça uma direção ao gestor de cada área. Assim, ele poderá planejar a partir das estratégias que estão funcionando, e que serão mantidas, e eliminar do plano o que não está.

Para essa reflexão, Gilles recomenda o uso da ferramenta 3C’s, que auxilia no entendimento do que se deve:

- Começar a fazer - o que é novo
- Continuar a fazer - porque gera resultado
- Cessar de fazer - o que não será mais feito

3 - Executando o plano em cenários diferentes

“Simular cenários é fundamental. Ninguém acerta de primeira. Não se deve parar na primeira versão do orçamento”, o palestrante observa.

Para ele, é preciso sempre se questionar se não há outra maneira mais fácil, mais simples, mais barata, mais rápida e menos arriscada de chegar na mesma OTM.

4 - Acompanhando o orçamento

“O processo orçamentário exige rotina. É preciso fazer o controle periódico mensal para identificar desvios relevantes para corrigi-los a tempo. Para ajudar, faça uma classificação em 3 grupos: identifique os desvios corriqueiros, os desvios de indexadores e os desvios estratégicos”, observa.

Para compreender esses cenários, ele recomenda o uso de uma ferramenta chamada “FCA - fato / causa/ ação”.

5 - Revisão dos planos: quando fazer?

“O acompanhamento do orçamento deve ser mensal. É preciso entender se o plano continua coerente no decorrer do ano. Se não, é preciso revisá-lo”.

Mas, uma dúvida que surge é se o gestor sempre deve fazer esta revisão. “É preciso ter consciência de que os planos servem para guiar as ações. Se o plano perdeu o contato com a realidade, começa a surgir o abismo entre a estratégia e a execução.”

Caso os planos não estejam mais coerentes com o cenário atual da empresa, é hora de fazer uma revisão orçamentária, criar um novo plano para tentar resolver os desvios.

E quando as metas da empresa deixam de fazer sentido se deve fazer um novo planejamento orçamentário. “O fluxo de trabalho pode ser manter a meta e manter o plano; manter a meta, mas revisar o plano; ou revisar a meta e revisar o plano”.


A prática da execução do orçamento: como não errar

Para encerrar, Gilles reforça o checklist do papel do profissional de finanças para o sucesso do planejamento e execução do orçamento:

1 - Facilitar a definição de uma meta primária alinhada à estratégia do negócio;
2 - Facilitar para que os gestores elaborem um bom planejamento para chegar nessa meta;
3 - Facilitar para que a diretoria e gestores simulem cenários alternativos;
4 - Facilitar para que os gestores acompanhem efetivamente os planos, encontrando os desvios a tempo de corrigi-los;
5 - Facilitar para que as revisões orçamentárias aconteçam quando forem necessárias, de forma ágil e rápida.

Copiado: https://assecontabil.com.br/ Fonte: Portal www.contabeis.com.br

terça-feira, 26 de março de 2019

MEP - Metodo de Equivalência Patrimonial: entenda este conceito

O método de equivalência patrimonial, conhecido como MEP, é considerado em alguns critérios de investimento, podendo ser traduzido como um ajuste de finanças que irá determinar os valores ideais de investimento em uma empresa ou instituição. 
São aplicados em grupos de empresas ou quando uma instituição tem grande participação na sociedade. As empresas que são tributadas pelo lucro real devem seguir o MEP, a fim de avaliar melhor os seus investimentos. No post de hoje, você vai entender do que se trata esse conceito e como fazer essa avaliação. Confira!
 O que quer dizer avaliação pelo método de equivalência patrimonial (MEP)?
O método corresponde à determinação do valor de investimento segundo o percentual de participação no capital social do patrimônio líquido de cada parte da sociedade.
Deverão ser avaliados pela equivalência patrimonial os investimentos relevantes:
  • nas sociedades coligadas (são aquelas que têm participação maior do que 20% do capital da investida ou têm influência na sua administração);
  • em sociedades controladas (em que a participação é igual ou maior a 50% do capital da investida);
  • em sociedades controladas que participam de instituições do sistema financeiro e nas companhias abertas, como bancos.
  • Deverão ser avaliados pelo valor de patrimônio líquido os investimentos relevantes:
  • nas sociedades que se refletem no balanço da sociedade anônima;
  • nas sociedades que conste lei especial;
  • nas sociedades anônimas.
Segundo o critério societário, a regra fiscal não sofre alteração com relação às normas internacionais contábeis.
Como determinar o valor do investimento?
O valor de cada investimento será determinado segundo aplicação de porcentagem da parte investidora no capital social sobre o valor do seu patrimônio líquido, subtraindo os resultados que não foram alcançados.
 Como realizar a equivalência patrimonial?
A equivalência patrimonial é correspondente ao valor que será investido ao final de cada exercício, segundo a aplicação da porcentagem da parte investidora no capital social ou sobre o patrimônio líquido resultado das investidas.
O valor líquido patrimonial dos investimentos deverá ser equivalente ao balanço patrimonialque consta em um mesmo intervalo do balanço da investidora, podendo ter um cálculo que avança no máximo dois meses antes dessa data. Os critérios contábeis usados pela parte coligada ou controlada devem ser os mesmos da investidora. Caso não haja correspondência na equivalência, deverão ser feitos ajustes pelo participante a fim de equilibrar as diferenças causadas pela diversidade de critérios.
Por exemplo, suponhamos que uma empresa com participação de 40% das ações faça um investimento de R$40.000,00, dentro de um investimento total com o capital social de R$100.000,00. Apurando o lucro líquido do exercício, temos o valor de R$120.000,00. Subtraindo o valor do investimento, temos lucro de R$20.000,00. Tirando R$1.000,00 (que representa 5%) para a reserva, temos R$19.000,00 de lucro final. Assim sendo, deve ser atualizado o valor de participação da empresa que tem 40%, em cima de R$120.000,00, totalizando R$48.000,00, valor esse que deve ser ajustado.

Como proceder com relação ao critério fiscal?
A relevância é estipulada pelo comprometimento referente ao patrimônio líquido da investidora, sendo 15% no conjunto de investidas ou 10% a cada investida. No entanto, mesmo sendo investimento em coligada, a participação capital da investida deve ser igual ou maior do que 20%. Se estiver dentro da margem de 10% a 20%, a investidora tem influência na investida, que pode ocasionar na probabilidade, por exemplo, de nomear o diretor presidente ou outro cargo administrativo.
Copiado: https://quickbooks.intuit.com

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Quais as Diferenças entre Auditoria Interna e Compliance?

Nos últimos anos, muito se tem falado sobre governança corporativa e, consequentemente, auditoria de compliance.
Um número cada vez maior de empresas está implementado iniciativas que buscam orientar as decisões e o futuro dos negócios e dos colaboradores, bem como novas formas de garantir que as ações estejam em conformidade com a legislação vigente e os padrões éticos gerais e específicos a cada segmento em particular.
O que antes era considerado um diferencial competitivo agora é visto como uma obrigação para as empresas que desejam atingir o sucesso. No entanto, apesar de terem se tornado comuns, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o que, de fato, significam os termos “auditoria interna” e “compliance”. Entenda!

Qual a diferença entre compliance e auditoria interna?

Se traduzido no sentido literal, “compliance” é estar em conformidade com algum padrão ou norma, tais como leis, regulamentações, políticas, melhores práticas, indicadores, entre outros.

Ou seja, o papel e a função dos profissionais da área de compliance é, justamente, estabelecer procedimentos e tarefas diárias, treinamentos e ações de conscientização para que os stakeholders entendam as normas e regras que regem o negócio e, claro, o mercado como um todo.
A auditoria interna, por sua vez, é responsável por fiscalizar se as normas estão sendo seguidas e identificar oportunidades de melhoria, tornando os processos mais eficientes. É de sua responsabilidade, também, detectar possíveis irregularidades, gargalos e fraudes na organização.

Por que uma empresa deve investir na auditoria de compliance?

A ausência de uma gestão eficiente e, claro, supervisão das atividades pode fazer com que indivíduos mal-intencionados modifiquem, fraudem ou deteriorem as normas e os procedimentos estabelecidos pela empresa e, principalmente, pela legislação.
Além dos colaboradores, há terceiros — fornecedores e parceiros — envolvidos nos processos, e a falha de qualquer um deles pode ocasionar faltas graves, problemas operacionais, procedimentos fraudulentos e até ameaças à segurança da informação.
Com isso, o que parece pequeno no começo pode se tornar uma “bola de neve” que cresce rapidamente, fazendo com que sua empresa perca o controle das ações e seja prejudicada. Além das multas e o consequente aumento de gastos, pode haver perda de credibilidade e confiança por parte de sua base de clientes.
Para evitar esses problemas, é preciso estabelecer e estar em conformidade com um conjunto de iniciativas que permeiem todos os níveis hierárquicos da empresa, como códigos de ética e conduta, políticas de relacionamento com a comunidade, fornecedores e prestadores de serviço, além de práticas ambientalmente sustentáveis e transparência na relação com autoridades governamentais.
No entanto, mais do que implementar esses documentos e, claro, uma estrutura de governança corporativa, é preciso garantir que todos os procedimentos sejam corretamente cumpridos — para isso, você deve investir na auditoria de compliance.
Desse modo, por meio de um trabalho de consultoria, será possível avaliar a governança e todos os documentos da empresa, cumprir normas e políticas e gerenciar riscos, otimizando os controles internos.

A auditoria de compliance é, portanto, a solução ideal para avaliar se a empresa está, de fato, utilizando todas as normas propostas e seguindo o plano de governança implementado pela gestão.
Agora que você já sabe a diferença entre auditoria interna e compliance, compartilhe este artigo com seus colegas de trabalho, familiares e amigos nas suas redes sociais!
Copiado: https://alertasecurity.com.br

quarta-feira, 11 de julho de 2018

ESocial Passa a Valer Para Todas as Empresas do País a Partir de 16 de Julho

A partir do dia 16 de julho, todas as empresas privadas do país, incluindo micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs) que possuam empregados, deverão utilizar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) .

Esse grupo representa 4 milhões de empregadores e cerca de 30 milhões de trabalhadores. Nessa fase inicial, que se estenderá até 31 de agosto, os empregadores deverão enviar apenas informações referentes à empresa, ou seja, cadastros dos empregadores e tabelas.

A obrigatoriedade da utilização do eSocial para empresas (primeira etapa de implantação) começou em 8 de janeiro, para as empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões.
A ferramenta, no entanto, está sendo implantada aos poucos. Quando todas as etapas estiverem concluídas, os empregadores passarão a comunicar ao governo, de forma unificada, todas as informações relativas aos empregados.
eSocial Empresas é um novo registro, elaborado pelo Governo Federal, para facilitar a administração de informações relativas ao mundo do trabalho. Por meio desse sistema, as empresas terão de enviar periodicamente, em meio digital, informações relativas aos trabalhadores para a plataforma do eSocial.

Todos esses dados já são registrados, atualmente, em algum meio, como papel e outras plataformas online. Porém, com a entrada em operação do novo sistema, o caminho será único, exclusivamente por meio do eSocial.
De acordo com o auditor-fiscal do Trabalho José Maia, no dia 16 de julho também deverá entrar em operação um portal específico para os microempreendedores individuais (MEIs).
Um ambiente simplificado, semelhante ao eSocial do Empregador Doméstico, no qual não será necessário o uso de certificado digital. O empregador poderá acessá-lo por meio de código. “É importante observar que somente os 155 mil MEIs que possuem empregados estarão obrigados ao eSocial”, ressalta Maia.
A implantação da segunda etapa do eSocial será realizada em cinco fases:

Fase 1: Julho/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas.
Fase 2: Setembro/18 – Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos.
Fase 3: Novembro/18 – Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento.
Fase 4: Janeiro/19 – Substituição da GFIP (Guia de informações à Previdência Social).
Fase 5: Janeiro/19 – Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador.
Fonte: Blog Guia Trabalhista

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Contabilidade Para Não Contadores

A contabilidade para não contadores pode ser um desafio, embora seja essencial para o dia a dia e o sucesso da empresa. Cada vez mais, o empreendedor não pode se distanciar da contabilidade simplesmente por não se tratar da parte que mais o motiva em seu negócio. Se der as costas para essa ciência, perde a capacidade decisória, já que o entendimento de seus conceitos técnicos traz facilidades para a resolução de problemas financeiros e tributários. 
Nesse sentido, a contabilidade serve como um apoio não apenas para o cumprimento de obrigações fiscais, mas também para o crescimento do negócio. Mas como o contador pode tentar traduzir um pouquinho de sua realidade e explicar a contabilidade para não contadores? É o que vamos descobrir em seguida.

Contabilidade para não contadores: principais termos

Ao começar a estudar uma nova área, o primeiro passo é definir os principais conceitos que serão utilizados. E com a contabilidade não é diferente. Então, vamos começar pela descrição dessa ciência? “A contabilidade é a linguagem dos negócios. Mede os resultados das empresas, avalia o desempenho dos negócios e dá diretrizes para tomada de decisões”, descreve o professor José Carlos Marion
Confira agora alguns termos essenciais para explicar contabilidade para não contadores:

Ativo - Conjunto ou grupo de direitos e bens, ou seja, tudo o que a empresa possui, desde contas nos bancos, dinheiro em caixa e bens e até contas a receber de clientes.

Bens ou imobilizados - Tudo aquilo que pode ser avaliado de maneira econômica. Pode ser um objeto de valor elevado, como um equipamento necessário para a produção de um item, ou até mesmo imóveis e automóveis. Nesse quesito, ao explicar contabilidade para não contadores, é importante deixar claro a diferença entre os bens tangíveis (o que é palpável, como computadores e móveis) e intangíveis (que não podem ser tocados, como a marca da empresa ou softwares).

Custos - Os custos são gastos que estão envolvidos com a produção de um item de venda ou a prestação de serviço, como matéria-prima ou pagamento dos funcionários da produção. Leia, neste artigo, uma explicação detalhada sobre o que seu cliente precisa entender sobre contabilidade de custos.

Despesas - São gastos que estão envolvidos com a obtenção de receitas, mas que não têm relação direta com a produção de um item ou com a prestação de serviço. Podemos considerar as receitas como sendo valores utilizados na administração da empresa, como materiais de escritório e telefone.

Direitos - Bens de propriedade da empresa que estão sob responsabilidade de terceiros, como, por exemplo, valores a receber, dinheiro em banco, clientes, aplicações financeiras e outros.

Fluxo de caixa - É o registro de toda a movimentação financeira, tanto de entradas quanto de saídas de dinheiro da empresa. Também podem ser analisados os valores de desembolso e recebimento futuro.

Passivo - É o conjunto ou grupo de obrigações. Também pode ser o capital de terceiros ou passivo exigível. No passivo, podemos considerar as contas a pagar, obrigações trabalhistas, empréstimos, impostos a pagar e financiamentos.

Patrimônio - É o conjunto ou grupo de elementos necessários para a existência da empresa, ou seja, obrigações, bens e direitos. É importante salientar que no patrimônio são incluídos tantos os bens da empresa quanto as contas a pagar e todos os itens necessários para o seu funcionamento — e por isso existe também o termo “balanço patrimonial”.

Patrimônio líquido - É a diferença entre ativo e passivo. O conceito pode se referir à saúde da empresa, ou seja, quanto maior for, melhor será a condição da entidade. No patrimônio líquido, também consideramos o capital social dos sócios.

Receitas - São todos os valores recebidos da prestação de serviços ou da venda de produtos. 

Esses são os principais conceitos que precisam ser ensinados sobre contabilidade para não contadores. Mas como transmitir essas ideias para os clientes?

Como conversar sobre contabilidade com clientes - 

No contato com seus clientes, você vai perceber como muitos deles consideram a contabilidade uma ciência complexa e distante. 
Diante dessas circunstâncias, o mais aconselhável é abster-se da utilização de termos muito técnicos e utilizar uma linguagem mais simples. Mas lembre-se sempre de que isso não significa omitir informações. Essa medida deve ter o objetivo de informar o cliente sem que ele perca o interesse ou se desmotive por não compreender a explicação.
Para isso, tente passar ideias mais claras e objetivas sem entrar no mérito dos conceitos técnicos. Isso apenas será necessário caso o cliente demonstre interesse em entender mais sobre o assunto ou caso já tenha um certo entendimento sobre contabilidade.
E lembre-se de que os conceitos destacados podem ajudar nesse processo de explicar contabilidade para não contadores, especialmente quando você precisar demonstrar os resultados do balanço patrimonial ou o cliente solicitar ajuda para tomar decisões estratégicas.

Importância da relação entre o contador e o cliente

Devido à falta de informação sobre as atividades realizadas e a importância do contador, infelizmente a primeira impressão que muitos clientes têm sobre os escritórios de contabilidade é a de que oferecem os mesmos serviços, ou seja, sem nenhum tipo de diferencial (a não ser o preço).
Diante dessa percepção, os profissionais da área precisam encontrar formas de atrair novos clientes e, claro, manter a boa relação com os já existentes.
Ao levar essas ideias em consideração, você vai notar que explicar contabilidade para não contadores é uma forma de estreitar os laços com os clientes. Quer dizer, é preciso encontrar formas de tornar a relação mais clara e mais próxima.
Se você conseguir transmitir o significado das práticas contábeis, ganhará a confiança desse cliente, que o verá, com o tempo, como um aliado estratégico.
Assim, pouco a pouco, à medida que o cliente vai entendendo mais sobre a contabilidade, você também pode ir entendendo melhor o cliente, suas dores e necessidades. Como lembra Márcia Giubertoni, consultora do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entender o cliente é um diferencial em qualquer empresa.
Copiado: https://contadores.contaazul.com

quarta-feira, 2 de maio de 2018

e Social


O que é eSocial: fique atento a sua implantação

Todo empregador precisa estar atento às mudanças na legislação relacionada aos direitos dos trabalhadores no Brasil.
Uma das novidades é a implantação do eSocial, um sistema público de escrituração digital que unifica todas as obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas das empresas.
Na prática, os profissionais que lidam com a gestão de pessoas terão de enviar os dados exigidos de maneira periódica por meio de uma plataforma online. O projeto trará alguns impactos significativos, mas o principal deles é a transformação cultural. Veja mais detalhes abaixo:

  • Surgimento do eSocial

A burocracia enfrentada pelas empresas brasileiras foi o que impulsionou essa medida por parte do governo federal. Dessa forma, o objetivo é tornar o ambiente de negócios mais simples.
Hoje, as organizações privadas precisam apresentar informações a vários órgãos públicos: Receita Federal, Previdência Social e Caixa Econômica Federal, por exemplo.
O envio desse dados é feito de várias formas e com padrões diferentes, tanto online quanto offline. Por isso, as obrigações do setor de RH se tornam extremamente burocráticas. Com o novo sistema, o registro será feito em um layout único, facilitando esse trabalho entre o eSocial e a folha de pagamento.
eSocial foi estabelecido pelo decreto 8373, de 2014. No ano seguinte, entrou em vigor apenas um de seus módulos, relacionado ao trabalho doméstico.

  • Prazo para a implementação do eSocial

Após várias prorrogações, o sistema completo deve começar a valer oficialmente em 1º de janeiro de 2018 para empresas com faturamento anual igual ou maior que R$ 78 milhões. Neste caso, a informação de eventos relativos à saúde e segurança do trabalhador (SST) só será obrigatória pelo eSocial após seis meses (julho 2018).
Para as demais empresas, a data prevista é 1º de julho de 2018. Incluindo as micro e pequenas e também os MEIs(Microempreendedores Individuais). Nesse caso, a informação de eventos relativos à saúde e segurança do trabalhador (SST) também só será obrigatória pelo eSocial após seis meses (janeiro 2019).

  • Vantagens do eSocial Empresas

Por meio do eSocial Empresas, disponibilizado no SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), as organizações poderão substituir 15 prestações de informações ao governo por um único informativo. São as seguintes:
    Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP);
    Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT;

      Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ;
       
      Livro de Registro de Empregados (LRE);
       

    • Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT);
    •  
    • Comunicação de Dispensa (CD);
    •  
    • Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ;
    •  
    • Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP);
    •  
    • Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF) ;
    •  
    • Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) ;
    •  
    • Quadro de Horário de Trabalho (QHT);
    •  
    • Manual Normativo de Arquivos Digitais (MANAD);

      •  
      Guia de Recolhimento do FGTS (GRF);
         
      • Guia da Previdência Social (GPS);
      •  
      • Folha de pagamento.
      Além disso, o sistema deve diminuir as ocorrências de erros ao possibilitar a inclusão de dados em tempo real. O programa também permitirá a geração automática de guias de recolhimento do FGTS e de outros tributos.
      Um detalhe importante é que nenhuma nova obrigação será exigida com a implantação do eSocial — a única mudança está na unificação dos documentos. Outra vantagem é ampliar a produtividade do setor de RH, já que todas essas atividades serão simplificadas.

      • EFD-REINF e o eSocial

      É importante deixar claro que o eSocial será complementado pela EFD-REINF, obrigação que compreende eventos que estavam no projeto inicial do eSocial e que agora serão tratados de forma independente, ou seja, mais uma obrigação que faz parte do projeto SPED, e acompanha o cronograma do eSocial.
      A nova escrituração substituirá as informações contidas em outras obrigações acessórias, como o módulo da EFD-Contribuições que apura a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB).

      • Mudanças para o RH

      Assim que o eSocial entrar em vigor, o setor de recursos humanos precisará lançar informações no sistema todos os dias. Assim que o envio for feito, o profissional deverá receber um protocolo de validação do recebimento por parte da Receita Federal. Os prazos de envio variam de acordo com a atividade, conforme os exemplos a seguir:
      • Admissão e demissão: deve ser informada assim que ocorrer, pois o trabalhador não poderá exercer suas funções enquanto o arquivo não for lançado na base;
      • Jornada e mudanças de horários: qualquer alteração deve ser informada assim que ocorrer, mesmo para aqueles trabalhadores que não precisam marcar o ponto;
      • Folha de pagamento: o envio deve ser feito no dia 7 do mês seguinte;
      •  
      • Alterações salariais: essa informação deve ser enviada no dia seguinte à alteração.
      Apesar de assustar em um primeiro momento, o eSocial tem uma ótima previsão. Espera-se que os profissionais acostumem-se rapidamente ao sistema, percebendo de maneira rápida os efeitos da implantação e da diminuição da burocracia.
      Independentemente do porte, todas as empresas devem estar preparadas tecnologicamente para seguir o que determina essa nova medida governamental. Lembre-se que o eSocial é uma ótima oportunidade para o seu escritório contábil orientar os clientes e oferecer o suporte necessário, demonstrando a importância do contador.
      Copiado: http://www.contabeis.com.br