segunda-feira, 18 de junho de 2012

O QUE É ESTRATÉGIA?


Estratégia é uma destas palavras que, juntamente com ‘Liderança’ e ‘Empreendedorismo’, virou moda no meio corporativo nos últimos anos e a massificação do seu uso acabou deturpando o seu conceito. Muitos autores já usaram várias metáforas para explicar o que é estratégia, geralmente exemplos extraídos do mundo dos esportes ou da guerra, situações em que a estratégia é sempre necessária e cuja analogia facilita a compreensão.



Pois eu vou utilizar outro modelo metafórico para explicar o que é estratégia. Quem já não passou alguma vez na vida por um engarrafamento em uma grande metrópole como São Paulo? É uma situação tão corriqueira para muitos de nós que cada um já traçou sua própria ‘estratégia’ para lidar com o trânsito pesado dos horários de ‘rush’.

Pois bem, quando você está preso no engarrafamento, simplesmente pára e espera ou procura alguma forma de avançar mais rápido? Provavelmente você procura uma faixa em que o tráfego esteja fluindo mais rápido do que aquela onde você se encontra. Algumas estradas possuem 3, até 4 faixas. Avenidas centrais nas capitais chegam a ter até 7 faixas, como em São Paulo. Quando você muda de faixa, como sabe se fez uma boa troca? Normalmente você marca um veículo na faixa onde você estava, tipicamente um caminhão ou ônibus que esteja mais à frente e que você possa identificar de longe. Se você começa a se aproximar dele, é porque escolheu uma faixa que anda mais, porém, se percebe que está se afastando, então fez uma má escolha.

Imagine agora que este veículo que você marcou é o seu concorrente, sua meta é ultrapassá-lo. Esta meta jamais será atingida se você continuar na mesma faixa que ele, ou seja, repetir o que o concorrente faz não é suficiente para superá-lo, é preciso fazer algo diferente, é preciso mudar de faixa, escolher outro caminho. Estratégia é tão simples quanto isso, escolher um caminho diferente do que seu concorrente para atingir um determinado objetivo (seu destino, que nesta analogia pode ser sua casa ou o seu trabalho) antes dele.

Aí começam algumas complicações. Toda escolha envolve um risco, o risco de fazer uma escolha errada. Muitas empresas não praticam a estratégia porque não querem correr riscos, preferem continuar na mesma faixa, mais segura, conhecida. Pensar assim significa não avançar. Para superar o concorrente é preciso ousar fazer diferente do que ele. É preciso mudar de faixa e aceitar o risco de ficar para trás. No entanto, se todo o mercado muda o tempo todo, continuar na mesma faixa pode também ser uma escolha estratégica. Pode ser que o concorrente é quem muda de faixa e escolha errado e você o ultrapasse sem ter mudado de faixa. Estratégia é fazer diferente, mas não do que você faz, e sim do que a concorrência faz.

Como fazer uma boa escolha? Existem duas etapas fundamentais em estratégia: a primeira é a identificação dos possíveis caminhos e a segunda é a escolha em si. Cada etapa requer formas de pensamento completamente diferentes. Identificar possíveis caminhos requer um pensamento aberto, subjetivo, holístico. Envolve a capacidade perceptiva, a intuição. Criatividade representa vantagem competitiva. Para se chegar ao seu destino, a questão pode não ser simplesmente mudar de faixa, mas verificar outras possibilidades de caminhos, outras rotas, outros percursos. Para ser líder de mercado, lançar produtos inovadores, adquirir concorrentes, verticalizar a cadeia de produção, aumentar a rede de representantes comerciais, exportar, terceirizar a distribuição, entre outros. São todas possibilidades, caminhos diferentes, estratégias.

Já para fazer a escolha, é preciso um pensamento mais objetivo, analítico, estudar prós e contras, avaliar os riscos e as vantagens, particularidades do mercado, dos concorrentes, ciência de suas próprias competências. 

Conhecimento representa vantagem competitiva. Trafegar pelo acostamento é seguramente mais rápido, mas os riscos de multa compensam? Ter um carro mais potente representa vantagem nesta situação? Memorizar o mapa da cidade ajuda a tomar a melhor decisão? Saber que vias perto de escolas são piores no horário de aulas permite uma melhor avaliação das alternativas? Nas empresas, sonegar impostos é certamente um caminho, mas os riscos compensam? Diversificar os negócios é uma boa opção quando sua competência está no capital intelectual? O que torna tudo difícil na estratégia, além de imaginar os possíveis caminhos, é tomar a decisão de qual caminho escolher sem ter todos os elementos na mão para estar seguro da decisão. Muitos não empreendem por não se sentirem a vontade diante de tal situação e paralisam. Outros não empreendem porque se sentem a vontade demais e correm riscos desnecessários sem a devida análise, e acabam quebrando.

Outra coisa importante. Já ouviu falar na famosa Lei de Murphy, que diz que basta mudar de faixa para que aquela onde você se encontrava comece a andar? Sabe por que acontece? Quando você resolve mudar de faixa você não está sozinho, outros pensam a mesma coisa que você. Isso acontece quando todos têm acesso às mesmas fontes de informação para tomar decisões. Só que todos, inclusive você, olham para o lado ao escolher a faixa quando na verdade deveriam olhar para frente. Se lá na frente você vê que aquela faixa começou a andar, pode mudar para ela mesmo que esteja parada agora, porque você sabe que ela vai andar. Quanto mais ao longe você conseguir enxergar, melhores serão suas decisões. Em estratégia isto se chama visão do futuro. Quanto mais elementos você tiver que o ajudem a vislumbrar este momento futuro, mais condições você tem para tomar boas decisões estratégicas no presente.

Por último, muitas empresas são como trens, só conseguem enxergar em uma dimensão: para frente ou para trás. A maioria das empresas pensa como carros, em duas dimensões: para frente, para trás, para a direita e para a esquerda. Mas somente algumas empresas são como helicópteros e pensam em três dimensões: para frente, para trás, para a direita, para a esquerda, para cima e para baixo. Quanto maior for a amplitude de visão da empresa, mais caminhos conseguem vislumbrar e melhores serão suas estratégias.

E é assim que as empresas pequenas conseguem competir com as grandes. Quando pensam de forma estratégica, elas buscam as diferenças e se dão conta que existem coisas que elas podem fazer que seus grandes concorrentes não conseguem, ou se conseguem, não com a mesma agilidade. É nestas diferenças que as pequenas são competitivas. Afinal, nada como ter uma moto diante de um engarrafamento.





Texto de Marcos Hashimoto - 
Professor na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marleting) - 
http://darleisimioni.blogspot.com.br

domingo, 17 de junho de 2012

Você é um profissional lebre ou tartaruga?

Para não cair no risco de um auto-engano, siga o conselho de Esopo: esforce-se. Esforce-se ao máximo

O grego Esopo é considerado o pai da fábula como gênero literário. Embora não haja certeza que o próprio tenha existido, tratando-se praticamente de um personagem lendário, a ele são atribuídas diversas fábulas que são passadas de pais para filhos, geração após geração, desde o século VI antes de Cristo. Certamente você já deve ter ouvido os contos da Cigarra e a Formiga, a Raposa e as Uvas, a Galinha e os Ovos de Ouro, entre tantos outros.
É dele também a famosa fábula que narra a corrida entre uma lebre e uma tartaruga. A lebre, confiando-se em seu talento natural - a velocidade e agilidade -, acaba relaxando durante o desafio e, depois, não consegue alcançar a vagarosa (porém persistente e determinada) tartaruga, que acaba vencendo a aposta. O ensinamento que nos transmite Esopo com essa fábula é fantástico: independente das nossas condições, se trabalharmos com afinco e perseverança, certamente atingiremos nossos objetivos.
Se traçarmos um paralelo entre essa fábula e a vida profissional, a lebre seria aquele sujeito extremamente talentoso, capaz de apresentar resultados extraordinários, mas um tanto quanto preguiçoso, que gosta sempre de deixar suas responsabilidades para depois. A tartaruga seria o trabalhador disciplinado, bastante esforçado e extremamente focado em suas tarefas, mas que não conta com um talento natural para a atividade. A fábula, no entanto, é incompleta ao desconsiderar a existência de outros dois tipos de animais: a lebre esforçada e a tartaruga preguiçosa, o que nos geraria o quadrante da imagem abaixo:
LebreouTartaruga
No mercado, o sonho de todo headhunter é encontrar uma "lebre" perseverante e esforçada, o tipo de profissional extremamente talentoso, que sente prazer em trabalhar com afinco e em surpreender com os seus resultados. Entretanto, essa é a espécie mais rara de ser encontrada. Por quê? Porque, no fundo, toda lebre tem consciência de sua natureza. Ela sabe que não é preciso se esforçar muito para fazer algo bem feito e acima da média dos demais profissionais, o que alimenta a forte tentação de procrastinar - algo como ficar grudado no Facebook, mas fingindo estar trabalhando...
De qualquer forma, as empresas precisam das lebres. Precisam do talento e da genialidade que somente elas possuem. Por isso é cada vez mais comum as empresas oferecerem mais liberdade e fazerem vista grossa quando uma lebre chega atrasada, brinca na internet ou falta ao trabalho.
Mas não pense que apenas as lebres são cobiçadas. As tartarugas perseverantes e esforçadas também são essenciais em uma organização. Elas apresentam ótimos resultados, trabalham com afinco, são responsáveis e extremamente necessárias, uma vez que a sua disciplina e comprometimento são fundamentais na construção do sucesso da organização.
O maior problema está em ser uma tartaruga relapsa e preguiçosa. É o tipo de profissional que as empresas querem distância, pois não tem capacidade de apresentar resultados e sequer se esforçam para isso. Em uma equipe, as tartarugas preguiçosas não acrescentam em nada; pelo contrário, apenas subtraem as energias do time e contaminam o ambiente com a sua postura desleixada e com a baixa qualidade de seu trabalho.

Que tipo de profissional eu devo ser?

Quase todos temos a tendência natural e narcisista de nos considerarmos a última bolacha do pacote. Dessa forma, é muito fácil pensarmos que somos a mais talentosa de todas as lebres, mesmo sendo, no fundo, uma lenta e pesada tartaruga. Para não cair no risco de se auto-enganar, siga o conselho de Esopo: esforce-se. Esforce-se ao máximo.

Se você for uma tartaruga, irá colher bons frutos, sempre conseguirá atingir seus objetivos e, de tanto esforçar-se, poderá até quebrar o muro que separa as tartarugas das lebres. Se você for uma lebre, não desperdiçará seu talento com preguiça e comodismo (o que seria um pecado), e irá elevar seus resultados ao nível que só um gênio consegue atingir.
O que você escolhe?
Por: Leandro Vieira é Mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - http://www.administradores.com.br

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Desespero Versus Integridade


Não deve ser fácil envelhecer. Tenho acompanhado a história de diferentes idosos no meu círculo de relacionamentos e, salvo engano de minha parte, conta-se nos dedos os que se mostram felizes com o passar dos anos.

Duvido que alguém deseje envelhecer por livre e espontânea vontade e também não me lembro de alguém que tenha comemorado feliz e radiante a chegada dos 70, 80 ou mesmo 100 anos.

Como eu mencionei certa vez, os filhos promovem a festa para reunir os amigos e amenizar um pouco a tristeza do passar dos anos, de uma condição imposta pela natureza a contragosto. Nosso maior consolo é o fato de estarmos todos na mesma condição.

De maneira geral, a “melhor idade”, termo meramente comercial na atualidade, é uma mistura de amor e ódio, angústia e serenidade ou, ainda, desespero versus integridade, nas palavras de Erik Erikson, psiquiatra de origem alemã, naturalizado norte-americano.

A velhice é uma companheira indesejável, da qual, mais dia, menos dia, faremos de tudo para noslivrar, mas, contra nossa vontade, teremos que abraçar. Para a maioria das pessoas, é o começo do fim que ninguém deseja saber quando começa.

A partir dos setenta anos, um pouco mais, um pouco menos, ocorre aquilo que Erik Erikson chamou de Desespero X Integridade. Ao olhar para trás, uma autoavaliação honesta pode lhe dizer em qual estado a pessoa se encontra, embora, em caso de desespero, seja difícil admitir.

Integridade é um estado de graça. Você fez o que fez, chegou aonde chegou com lágrimas, suor e sacrifício, tornou-se uma referência para os amigos e um exemplo de vida para os filhos. Na prática, todo mundo quer estar ao seu lado, pois você é sinônimo de alegria e vitalidade. Você ilumina o ambiente.

Por outro lado, imagine que nada disso aconteceu. O egoísmo tornou-se o melhor companheiro desde o dia em que você passou a dedicar boa parte do tempo para acumular bens e para manter as aparências. Na prática, você ficou intransigente, prepotente, insensível, afastou-se dos amigos e não viu os filhos crescer.

Aos oitenta anos, você olha para trás e começa a se arrepender das bobagens que cometeu, entretanto, o tempo é um inimigo ferrenho. Ele não reduz a velocidade para consertar o estrago provocado em anos anteriores, então, vem o desespero.

Nessa idade, por mais que você queira consertar os relacionamentos, eliminar as mágoas, reconstruir as pontes, além de ser perdoado, as coisas não tão simples. Há pouco tempo para corrigir uma vida inteira de equívocos e desentendimentos.

Quer mudar tudo isso? Comece agora, nesse exato momento. A dignidade humana, tão necessária na velhice, é construída nas primeiras fases da vida, portanto, aqui vão algumas dicas para reflexão:

Pare de desperdiçar tempo e energia com discussões infrutíferas, coisas banais, relacionamentos infelizes, ausências prolongadas e distanciamento dos amigos, cujo tempo perdido não se pode mais recuperar;

Prepare-se para uma velhice saudável, cultive relacionamentos duradouros, aproxime-se dos amigos, respeite seus filhos e colegas de trabalho, vizinhos e conhecidos ainda que não haja reciprocidade; a parte que lhe cabe não depende dos outros;

Quanto maior o seu nível de compreensão e tolerância com as esquisitices da velhice, maior a aceitação da sua personalidade quando estiver nela; como diria um grande amigo, cuidar dos mais velhos é investir no futuro.

Por fim, o que você vai precisar de verdade na velhice é da companhia dos filhos e dos amigos, portanto, lembre-se: ninguém gosta de ficar ao lado de pessoas duras de coração, mesquinhas, intransigentes, de relacionamento difícil.

Acredite ou não, o bem estar na velhice está diretamente relacionado com o nível de integridade nos dias de hoje, a menos que você consiga conviver pacificamente com o desespero.

Pense nisso e seja feliz!

Usando O Marketing Pessoal Para Vender Mais

Muito se fala nos tempos de hoje que o profissional de qualquer área precisa usar o marketing pessoal para se auto-promover. Essa com toda certeza é uma verdade que precisa ser lembrada sempre, pois muitas pessoas que são excelentes na sua área de atuação não consegue espaço no mercado de trabalho, ou mesmo não consegue um destaque a mais, porque simplesmente não aprendeu a investir em sua carreira profissional usando o marketing profissional ou pessoal a seu favor. 
É bom lembrar que quem não se divulga de forma profissional, não aparece e se não aparece não é visto, não é encontrado.
O marketing pessoal precisa ser melhor entendido por aqueles que são tímidos de mais para fazerem uso desse importante meio de comunicação, bem como aqueles que têm pré-conceito de o fazerem.
Então, que fique claro que o marketing pessoal é uma auto-propaganda o que o profissional precisa fazer com frequência para melhor ser conhecido na sua área de atuação.
Mas como fazer um marketing pessoal de forma ética e profissional?
Primeiro:  Saiba para quem (cliente) você vai direcionar o seu tempo investindo na sua auto-propaganda.
Segundo: Não siga a moda, se vista de acordo com seus princípios e de acordo com a profissão que você exerce. É bom lembrar aqui que vestir-se bem é ser discreto, elegante.
Terceiro:  Participe de eventos que tenham a ver com sua profissão, como encontros em associações, sindicatos, feiras de negócios, workshops, palestras, etc.
Quarto: Não saia de casa sem seus cartões de visitas, pois a qualquer momento você pode conhecer um cliente em potencial. Detalhe importante: elabore um cartão de visita de forma profissional, nada de fazer cartões de improviso na gráfica mais perto e mais barata.
Quinto: Se combina com sua profissão, (pois a maioria, eu acho que combina) use o e-mail marketing para divulgar o produto ou serviço que você vende. Também lembre-se de usar esta ferramenta de forma altamente profissional e use lista de contatos apenas do seu público alvo, não saia disparando e-mail marketing de forma anti-ética.
Sexto: Procure conhecer pessoas novas todos os dias. Em eventos não fique conversando muito tempo com uma pessoa só, diversifique seus encontros e recolhendo o maior número de cartões de visitas, que possam gerar negócios para você.
Sétimo: Antes de pedir algo ao seu futuro cliente, procure fornecer algo importante para ele, como uma dica de negócio, ou outra informação que crie um vínculo de amizade-profissional.
Oitavo: Sempre que conseguir um novo cliente, procure deixar sua marca, ou seja, sua empresa, seu produto, seus serviços na mente do cliente, é nessa hora que entra os brindes promocionais, como canetas padronizadas, chaveiros, agendas, objetos de decorações, etc. lembre-se de mandar confeccionar esses brindes com muito bom gosto. Ah! Lembre-se também de imprimir sua logomarca, o site da sua empresa, seu e-mail e o principal o seu telefone.
Seguindo essas dicas você será mais encontrado pelo seu público alvo, bem como aumentará e muito o número de seus clientes.
Agora é com você.
Elabore hoje mesmo a sua campanha promocional e fazer o seu marketing pessoal trabalhar por você!

terça-feira, 12 de junho de 2012

DIA DOS NAMORADOS


A tradição do dia dos namorados

No Brasil comemorarmos o dia dos namorados no dia 12 de junho.

Mas em grande parte do mundo (como EUA, Itália e Canadá), a data escolhida é 14 de fevereiro, dia de São Valentim (São Valentino, para alguns, ou o Valentine's day dos americanos), um santo devotado à idéia do amor.
Na verdade, há dois santos "Valentino". Um deles foi um padre, santo e mártir, que viveu no tempo do império romano, no ano de 269, durante a perseguição aos cristãos.

Segundo a lenda, o imperador Cláudius II estava mais interessado em seu exército e nas guerras do que na vida em família , e ele estava convencido de que os solteiros, sem esposas nem filhos, eram melhores soldados do que os casados e não teriam medo no campo de batalha.

Tanto era verdade, que o imperador foi tão longe a ponto de ditar uma lei proibindo o casamento. São Valentino, contudo, desafiou o imperador e continuou a celebrar matrimônios em segredo, até ser descoberto, preso e executado.

O outro São Valentino também viveu sob o império romano. Ele levava uma vida simples e era especialmente bondoso com as criancinhas. Um dia, Valentino foi jogado na prisão pelos romanos por ter se recusado a adorar os deuses deles. Dizia-se que as crianças escreviam mensagens de amor para ele e as lançavam pela janela da cela. Estes foram os primeiros cartões do "dia dos namorados". Mas não existe nenhum registro histórico disso.

Os cartões que conhecemos hoje foram feitos pela primeira vez por volta de 1800 e alguns eram bem enfeitados e decorados com pássaros e flores. Hoje, alguns dos cartões mais populares são os de humor.

No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pelo publicitário João Dória - na época na Agência Standard Propaganda - sob encomenda da extinta loja Clipper.
Para melhorar as vendas de junho, então o mês mais fraco para o comércio, e com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo, instituiu a data com o slogan:
"Não é só de beijos que se prova o amor".

A Standard ganhou o título de agência do ano e a moda pegou, para a alegria dos comerciantes. Desde então, 12 de junho se tornou uma data especial, unindo ainda mais os casais apaixonados, com direito a troca de presentes, cartões, bilhetes, flores, bombons....uma infinidade de opções para se dizer "Eu Te Amo!".

Nem todos os países comemoram o dia dos namorados como nós fazemos. Na Itália, as pessoas fazem um grande banquete no dia 14 de Fevereiro. Na Inglaterra, as crianças cantam canções a recebem doces e balas de frutas de seus pais. E na Dinamarca, as pessoas mandam flores prensadas umas às outras, chamadas "flocos de neve".


No Japão a data foi introduzida em 1936 e o costume neste dia é as mulheres presentearem os seus amados com caixas de chocolates. Embora a data represente uma oportunidade para as mulheres declararem o seu amor, nos últimos anos o giri choco (chocolate de cortesia ou “obrigação”) também se encontra presente na cesta de compra de grande parcela da população feminina. Mas, muita gente ainda reluta em adotar a data, alegando que se trata de uma jogada comercial, no que não deixam de ter razão, uma vez que o Valentine’s Day representa cerca de 20% do volume anual de vendas das fábricas de chocolate do arquipélago. Mas, o que vale mesmo é a intenção e não há como negar que a vida fica um pouquinho mais doce com estas declarações de amor e com estes chocolates.

Nos Estados Unidos nos dias que antecedem 14 de fevereiro, lojas de cartões, livrarias, lojas de departamentos e drogarias oferecem uma grande variedade de cartões comemorativos chamados Valentines.

Os adultos costumam comprar cartões para acompanhar presentes mais elaborados como doces, flores ou perfumes. Nas escolas as crianças apreciam comprar ou fazer cartões para seus amigos e professores.

Mas, cá entre nós, todo dia é dia para se dizer 
"Eu Te Amo!"


segunda-feira, 11 de junho de 2012

INFOGRÁFICO: COMO AS EMPRESAS USAM AS REDES SOCIAIS


Publicado por DARLEI SIMIONI - http://darleisimioni.blogspot.com.br

INFOGRÁFICO: A EVOLUÇÃO DO IPHONE


Publicado por DARLEI SIMION - http://darleisimioni.blogspot.com.br

Indicadores de Desempenho Problemáticos Para Gestão


O indicador de desempenho é uma das ferramentas mais prática e eficiente para o controle de resultados relacionado às metas da organização, e você tendo esta ferramenta em mãos, poderá auxiliar de maneira mais objetiva a melhorar a performance dos resultados, porém atente-se a diversas dicas ao qual segue no decorrer deste artigo, com o objetivo de auxiliar no desempenho de seus indicadores de desempenho.
Indicador fantasma
Não adianta inserir dados inexistentes em seus indicadores, principalmente em épocas de auditoria, pois este indicador estará camuflando problemas e ao mesmo tempo, você pode ser pego, pois normalmente os indicadores devem estar relacionado em alguma base de dados e ou até mesmo por consequência, você acabará entregando de bandeja uma falta de sincronismo no comportamento deste indicador.
Indicador sem meta
Não adianta você controlar um indicador apenas por sua base de dados lançados, ou seja, seus indicadores devem ter definições, e estas devem ser tratadas com o intuito de buscar uma melhoria em seu desempenho, penso que o indicador sem meta possa ser utilizado para comparativo de meses ou critérios, mas como indicador de rastreabilidade de desempenho já não terá o mesmo resultado, pois não temos como medir sua eficência.
Indicador desatualizado
O indicador sem atualização é a mesma coisa que um vara de pescar sem anzol, e neste ponto devemos ser organizados na coleta de dados e na inclussão destas informações, por isso, planejar seus indicadores com procedimento de coleta é o caminho certo, manter o mesmo atualizado conforme os prazos definidos no projeto que esta sendo mensurado.
Indicador serrote
O indicador serrote ao meu ver é o pior, pois este indicador não apresenta estabilidade no seus resultados, o mesmo apresenta um sobe e desce a cada período, e um dos motivos é a falta de envolvimento em ações corretivas que de fato sejam eficazes. Portanto ao iniciar uma ação, verifique se a mesma é a adequada para tal comportamento e se a mesma foi efetiva na solução do problema, garantindo o melhor desempenho.
Indicador Al Capone
Este indicador além de ser uma ferramenta sem grandes resultados, acaba desmotivando os envolvidos na busca por melhorias dos resultados, nele acabam inserindo informações tais como “É OBRIGADO ATINGIR ESTA META A QUALQUER CUSTO” ou até mesmo “NÃO ADIANTA OLHAR, TEM QUE ALCANÇAR” e por incrível que apareça este indicador existe, o correto é envolver a equipe nas ações e conscientizar sobre os resultados.
Indicador Publicitário
O indicador publicitário é um dos mais famosos, nele a pessoa que desenvolveu acabam colocando seu nome em destaque, até ai tudo bem, mas em alguns casos, o nome fica em Arial e no tamanho de fonte 36, não faça uso desta ferramenta como publicidade pessoal pois a mesma é o resultado de um trabalho em grupo.
Indicador chorão
O indicador chorão vem sempre acompanhado de uma mensagem “POR FAVOR CAROS COLEGAS, AJUDE-NOS A ALCANÇAR ESTA META”, lembre-se que o trabalho em grupo deve ser por igual definido em equipe, então envolva ao invés de implorar, pois o projeto de um indicador baseado em metas deve estar claro para todos antes de realizar sua avaliação.
Indicador Fashion
Não exagere nas marcações e ou até mesmo nas cores de seus indicadores, tome cuidado, pois a acuidade visual de cada pessoa deve ser considerada, utilize cores padrões e apresente apenas os objetivos desta ferramenta, não faça de um indicador um modelo de roupa fashion e sim torne o mesmo uma ferramenta de gestão.
Indicador Ausente
O indicador ausente é aquele onde você não consegue encontrar a informação, ou até mesmo traduzir suas informações, atente-se que o indicador deve ser de fácil entendimento para todos, pois pior que um indicador confuso é um inexistente, portanto seu layout deve estar claro para todos assim como metas, resultados e observações.
Indicador Pimenta malagueta
O indicador malagueta é aquele que quando colocado no mural, o pessoal visualiza de longe, pois os resultados acabam ardendo aos olhos de quem olha, é claro que resultados negativos são sempre mal aceitos, mas na busca pelo melhor resultado, devemos esta comprometidos.
Por fim, é isso, devemos encarar os indicadores como ferramentas gráficas para Gestão com objetivo de melhorar os resultados na busca de uma melhor competitividade desta organização.
Pense que cada indicador tem uma função ser alcançada, e cada função deve ser explicada de forma a que todos possam interpretar suas metas e saber avaliar suas ações e resultados.
Desenvolver indicadores de desempenho requer uma análise antecipada sobre sua meta e sua real função.