Mostrando postagens com marcador Projetos de Softwares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Projetos de Softwares. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Gestão Empresarial com Inteligência Analítica de Negócios

A primeira década do século 21 foi uma sucessão de alertas sobre um único tema: a realidade de uma integração global. Um mundo altamente conectado trouxe à tona uma série de questões importantes: os problemas das mudanças climáticas globais, a questão da energia, as cadeias globais de suprimento de alimentos e medicamentos e as novas preocupações com segurança, que vão do roubo de identidade ao terrorismo.
O mundo continua a se tornar “menor” e “mais plano”. Mas, hoje em dia, vê-se que estar conectado não é o suficiente. Felizmente, algo mais está acontecendo e fazendo surgir um novo potencial: o planeta está se tornando mais inteligente.

Mas o que significa ser inteligente? 

Significa que a inteligência está sendo infundida em sistemas e processos que fazem o mundo trabalhar em coisas que ninguém reconheceria como um computador: carros, dispositivos, rodovias, redes elétricas, roupas, e até mesmo sistemas naturais, como agricultura e vias fluviais.
Hoje, não se trata de discutir se a tecnologia que construirá o planeta inteligente é real. O que precisamos agora é saber o que fazer a seguir. 

  • Como infundir inteligência a um sistema pelo qual nenhuma empresa ou autoridade administrativa é responsável? 
  • Como juntar todos os constituintes necessários? 
  • Como argumentar em relação ao orçamento? 
  • Por onde começar?

Se cercar de informações qualitativas é de extrema importância para tomadas de decisão inteligentes, justas, assertivas e eficientes. Toda a empresa necessita de, pelo menos, um profissional analítico que tenha total domínio de Inteligência de Negócio -Business Intelligence (BI) - , ou então, contratar uma empresa que tenha esse Know-How.

As empresas, as cidades e o mundo são sistemas realmente complexos, sistemas de sistemas que exigem novas coisas dos líderes, dos trabalhadores e dos cidadãos. A construção de um planeta inteligente exigirá uma mudança profunda em gerenciamento e governança, em direção a abordagens muito mais colaborativas. Uma demanda por mudança é uma demanda por inteligência. Líderes de empresas e instituições em toda parte têm em suas mãos a oportunidade única de transformar a maneira como o mundo funciona.

A inteligência está sendo inserida nos sistemas, nos processos e infraestruturas que permitem mercadorias serem desenvolvidas, manufaturadas, compradas e vendidas. Ou seja, na maneira como o mundo literalmente funciona. Uma inteligência que permite que serviços sejam colocados em prática, que facilita o transporte de tudo, do dinheiro e do petróleo à água e elétrons e que ajuda bilhões de pessoas a trabalhar e viver. 

Como isso é possível?

Em primeiro lugar, o mundo está se equipando. Se você puder, tente imaginar um bilhão de transistores para cada ser humano. Sensores estão sendo colocados em toda parte: em carros, eletrodomésticos, câmeras, estradas, oleodutos... Até mesmo nos medicamentos e nos animais em granjas e fazendas.

Em segundo lugar, o mundo está se tornando interconectado. Imagine um trilhão de coisas inteligentes e conectadas e as gigantescas quantidades de dados que elas vão produzir.
Em terceiro, todas essas coisas equipadas e interconectadas estão se tornando inteligentes. Elas estão sendo conectadas a novos e poderosos sistemas de apoio que podem processar todos esses dados e também alimentar métodos analíticos avançados capazes de transformar tudo em insights reais, em tempo real.

Atualmente, a capacidade computacional está sendo acrescentada a coisas que normalmente não se consideraria computadores, e qualquer pessoa, objeto, processo ou serviço de qualquer empresa – pequena ou grande – pode participar da digitalização, se conectar e se tornar “inteligente”.
Cada segmento de mercado tem seus próprios desafios. Os fabricantes precisam aperfeiçoar a cadeia de fornecimento, os varejistas precisam criar a lealdade dos clientes, os provedores de serviços de comunicações precisam minimizar a rotatividade de clientes, etc.. Obter uma visão aprofundada de cada cliente pode ser um diferencial para a empresa, pois conhecendo melhor seus clientes pode-se trabalhar para aumentar a base de clientes e, ainda reter, os clientes mais rentáveis. Para isso, é preciso conhecer melhor as necessidades do consumidor e descobrir como fidelizá-lo, aumentando a satisfação com os produtos e serviços.

Para manter-se na liderança em um mercado competitivo, as empresas precisam identificar tendências, entender seus clientes e tomar decisões bem informadas rapidamente. Com a Inteligência Analítica de Negócios, os varejistas e as organizações de bens de consumo ganham acesso a informações confiáveis e oportunas que orientam decisões melhores. Um sistema de inteligência de negócio pode aumentar a eficiência dos processos, detectar oportunidades e diminuir riscos e custos na empresa.
O conhecimento humano dobra a cada dez anos e o volume de informações novas é muito maior da década de 1970 até hoje, do que foi produzido nos 5.000 anos precedentes. Essa realidade é o ambiente competitivo em que as empresas estão inseridas. Nesse ambiente, as mudanças são constantes e a globalização vem derrubando barreiras comerciais em todo o mundo, permitindo a integração de negócios e aumentando a velocidade das transformações nos processos produtivos.
A economia mundial está migrando de uma economia industrial, em que os bens manufaturados são a principal característica, para uma economia baseada na informação e no conhecimento. Nesse novo paradigma, conhecido como economia da informação, quem detém a informação e sabe utilizá-la estrategicamente ganha em eficiência e competitividade.
Com esse novo panorama da economia mundial é fundamental, para as empresas, saber administrar as informações de forma adequada, e que elas estejam alinhadas com a estratégia do negócio. A nova economia exige das organizações a implantação de uma gestão direcionada ao mercado, à informação e ao conhecimento. Antecipar-se às mudanças tecnológicas e de mercado determina o sucesso ou o fracasso da organização. A empresa deve estar continuadamente focada na obtenção de vantagens competitivas sustentáveis.
A nova economia está criando condições favoráveis para o estabelecimento de um ambiente acelerado de criação de riqueza, cada vez mais, baseado na informação e no conhecimento.
O ambiente de tecnologia da informação (TI) está repleto de oportunidades e desafios, como diversas opções tecnológicas, redução nos custos, usuários mais exigentes e esclarecidos, e maior nível de produtividade. Porém, como “ninguém janta de graça”, a TI sofre com as mudanças rápidas e continuas, com a descrença no próprio pessoal de TI, com a compreensão limitada dos executivos e, sem dúvida nenhuma, com a crescente complexidade das aplicações.
As organizações necessitam dar uma resposta rápida e eficiente às mudanças que estão ocorrendo a cada instante. As empresas precisam ser flexíveis para reestruturar as suas atividades sem desgastes desnecessários e adaptar-se rapidamente às tensões do mercado. Nesse contexto, a utilização de tecnologias da informação tem sido de fundamental importância no sentido de conseguir vantagens competitivas sustentáveis. Hoje, as organizações possuem muitos dados, porém pouca informação, e necessitam muito rapidamente reverter esta necessidade.
O conhecimento armazenado ao longo dos anos nas bases de dados organizacionais é um bem vital para a sobrevivência de uma empresa neste mercado competitivo. Para a sua efetiva utilização como apoio ao processo decisório de uma organização, os dados precisam ser organizados de uma forma que possibilite o seu acesso rápido e de fácil entendimento. Muitos desses dados são desestruturados, muitos estão na rede, em vários formatos diferentes e o profissional de Inteligência Analítica de Negócio precisa ter a habilidade de ver sentido nesses dados, de usar sua disponibilidade para fornecer informações precisas que possam tornar a empresa competitiva de forma inteligente.
inteligência competitiva é a capacidade que se tem de, com base naquilo que já se sabe, resolver novos problemas e se tornar competitivo. É uma maneira especial de observar especialmente os concorrentes, mas, também, os clientes, o mercado, o cenário e se antecipar aos movimentos das tendências do cenário e principalmente dos seus concorrentes. O principal objetivo da inteligência competitiva é criar unicidade parando de imitar os concorrentes e fazendo o que os concorrentes não fazem.
Embora sejam muitas as decisões a tomar, os tomadores de decisão dependem das respostas de três perguntas fundamentais:
  • Como estamos fazendo?
  • Por quê estamos fazendo?
  • O que deveríamos estar fazendo?
A análise de dados é o grande assunto do momento e os gestores, líderes e tomadores de decisão estão começando a entender isso. Eles estão começando a perceber que para serem realmente competitivos, eles precisam tirar vantagens de seus dados, alavancarem esses dados e transformá-los em conhecimento. Para isso, eles estão buscando o auxílio das tecnologias de informação para compreender quais são as possibilidades. É neste momento que, utilizando o poder de análise, pode-se pegar as informações existentes, levar essas informações que estão disponíveis lá fora e ajudá-los a entender plenamente o seu potencial.
Quando se olha para uma indústria específica, o problema torna-se um pouco mais, bem específico para essa indústria. Por exemplo, em uma grande parte do setor de telecomunicações, a análise de dados é sobre o gerenciamento da movimentação, é sobre compreender os clientes e encontrar novas e interessantes maneiras de mantê-los engajados com a indústria, para impedi-los de se afastar. Se for para o varejo, é tudo sobre o produto, começando do design do produto, como ele é comercializado, até mesmo sobre o posicionamento dele na prateleira. No setor público, uma das áreas que se está aplicando a análise é no tráfego. Como prever onde o congestionamento vai acontecer e, em seguida, usar esse conhecimento, a fim de evitar que aconteça o congestionamento.
As organizações que se transformaram em negócios focados em análises estão atingindo um rendimento três vezes maior e um desempenho 12 vezes melhor do que aqueles que não usam Inteligência Analítica de Negócio. Mas, para obter esse crescimento, os clientes tem que entender o que a análise pode fazer, compreender como a análise pode ser usada em seus negócios e, ao mesmo tempo, eles têm que construir uma base sólida de dados para aplicar as análises.
Com recursos centrais que incluem elaboração de relatório, análise, dashboards, planejamento, relatórios e muito mais, as empresas conseguem entender o desempenho e tomar decisões melhores. Se os tomadores de decisão certos tiverem informações confiáveis e exatas na hora certa, poderão otimizar o desempenho dos negócios. E, com insights críticos do negócio, eles poderão melhorar a experiência do cliente, aumentar a eficácia do marketing, adquirir visibilidade do desempenho de receita e lucratividade, e administrar melhor suas cadeias de suprimentos estendidas e complexas.


Para responder a pergunta “Como estamos fazendo?”, um sistema de Inteligência de Negócioprecisa fornecer aos tomadores de decisões relatórios e dashboards com as informações de que precisam sobre o seu desempenho. Para que, a partir disso, eles possam ter visibilidade da estratégia, compreensão do papel que desempenham para assegurar o sucesso da estratégia e as métricas para avaliar seu sucesso. O relatórios e dashboards podem conter informações que possibilitem:
  • Monitorar o desempenho de vendas e margens por canal, divisão, região, depósito, linha de produção, categoria ou vendedor.
  • Administrar as vendas, margens e níveis de estoque de mercadorias em todos os canais e locais.
  • Acompanhar as metas financeiras em termos de crescimento, lucratividade, despesas-chave controláveis e retorno sobre ativos líquidos.
  • Avaliar a efetividade do marketing.
  • Avaliar as atividades da cadeia de suprimentos, desempenho do fornecedor ou cliente e operações de logística com uma série de métricas.
Consolidar os grandes volumes de dados que a organização acumula é um desafio enorme. Isso é particularmente difícil porque são muitas as ferramentas usadas para analisar os dados e colocá-los em relatórios, o que cria mais ilhas de informação.
A elaboração de relatórios e a análise de dados consolidam os dados críticos transformando-os em informações e relatórios com dados significativos. Através deles, é possível identificar tendências rapidamente e detalhá-las para descobrir as causas e problemas subjacentes.
Por meio da elaboração flexível e descomplicada de relatórios, todos recebem as informações certas da maneira certa, em todos os departamentos, locais, funções e papéis.
Para avaliar com precisão o “Por quê?”, os tomadores de decisão precisam informações que possibilitem avaliar as atividades e o desempenho operacional. Através da elaboração de relatórios e dashboards pode-se:
  • Relatar o desempenho por canal, divisão, região, depósito ou conta, categoria ou produto, a fim de maximizar os lucros.
  • Analisar os dados de transações de venda para entender a demanda, otimizar os níveis dos funcionários e melhorar a posição do estoque.
  • Entender as tendências de consumidor e mercado e reagir rapidamente com o objetivo de lançar promoções direcionadas e proporcionar uma experiência de compra mais positiva.
  • Consolidar, analisar e relatar informações da cesta de compras.
Em uma empresa, os dados devem ser verdadeiros, devem ser usados proativamente e a infraestrutura de dados deve ser capaz de mudar agilmente para refletir as mudanças do mercado e nos negócios.
A definição dos principais indicadores de desempenho, análise dos processos organizacionais, definição das estratégias, a escolha de metas e referenciais comparativos são alguns dos pontos a serem considerados na hora da customização do de um sistema de Business Intelligence (BI). Esses pontos são as bases para obter uma resposta útil variável e que realmente complemente o conhecimento, além de ampliar os resultados corporativos. Mas, o BI não basta, é preciso incorporar Inteligência Analítica ao processo de negócio.
As organizações podem aplicar a análise de dados avançada e um conjunto integrado de informações e utilizar a Inteligência Analítica para ajudar a sua organização a prever o impacto provável de ações, para melhorar o processo de tomada de decisão e enxergar aquilo que não via antes.
Os insights (percepções) únicos derivados da análise preditiva podem, por exemplo, ajudar a responder perguntas-chave para o negócio:
  • Como posso entender os padrões de venda de produtos e as preferências de compra a fim de aumentar as vendas e as margens?
  • Quais produtos têm maior probabilidade de motivar os clientes a comprar?
Isso sugere que as empresas deveriam estar bem preparadas para educar os profissionais de Tecnologia de Informação (TI) quanto ao impacto daquilo que eles fazem sobre áreas específicas de negócios. Eles precisam adotar uma visão mais estratégica do que eles fazem, caso queiram impulsionar suas organizações para a condição de empresas alimentadas por análises de dados.
Sugere também que as empresas alimentadas por dados, não apenas entendam que uma estratégia de dados eficaz pode ser uma vantagem competitiva, mas que também é uma estratégia de dados eficaz em termos tangíveis e que deve estar vinculada a KPIs (indicadores-chave de desempenho) específicos dos negócios.
Melhorias contínuas são medidas de acordo com a avaliação da integridade atual dos dados e estabelecendo uma linha de base para a qualidade de dados.
​Estabeleça e promova a atividade conjunta de TI e das áreas de negócios nos projetos. Contrate pessoas com experiência em análise de negócios para trabalhar na equipe de TI, para que a TI possa falar a linguagem da área de negócios.
Mude para um modelo em que o autoatendimento corporativo seja autorizado pela TI, o que pode garantir a adesão às políticas, habilitando ao mesmo tempo a área de negócios a agir com mais rapidez por si mesma (com segurança).
Se a sua arquitetura corporativa ainda estiver ancorada em aplicativos de negócios, considere reorientá-la para dados. Afinal, aplicativos vêm e vão. Dados perduram.
Cada vez mais e mais, é sobre como os dados são utilizados e o quanto desses dados são utilizados para ajudar nas decisões diárias.
Análises mais inteligentes estão ajudando empresas em todo o mundo a prever o futuro e agir no presente, pois daqui 15 anos não se falará mais sobre Inteligência Analítica de Negócio, será tão comum, tão normal que não será mais discutido sobre isso.
A Inteligência Analítica se trata de uma necessidade atual dos administradores, que demandam soluções inovadoras para seus processos decisórios e para a utilização otimizada de sua base de dados. Estamos na Era da Informação, e é certo que existe um potencial de incremento nos resultados operacionais, a partir da utilização dos dados de maneira mais qualificada. O tema precisa evoluir e, para isso, demandará maior debate entre os estudiosos mundiais.
Copiado: https://www.devmedia.com.br/

quinta-feira, 7 de junho de 2012

21 Lições de Bill Gates, o homem que revolucionou a tecnologia


Por que Bill Gates é considerado um empreendedor visionário?

Você sabia que Bill Gates foi convidado uma vez por uma escola secundária para uma palestra? Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens.
Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero.
Boato ou não da internet vale à pena conferir esses 11 itens:
  • 1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

  • 2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

  • 3.Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

  • 4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
  • 5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

  • 6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

  • 7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

  • 8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

  • 9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

  • 10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

  • 11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.

Confira também o livro, os 10 segredos de liderança e gestão do homem que revolucionou a tecnologia:

  • 1. Esteja no lugar certo na hora certa.

  • 2. Apaixone-se pela tecnologia.

  • 3. Não faça prisioneiros.

  • 4. Contrate gente muito inteligente.

  • 5. Aprenda a sobreviver.

  • 6. Não espere agradecimentos.

  • 7. Assuma uma posição visionária.

  • 8. Cubra todas as bases.

  • 9. Construa uma empresa do tamanho de um byte.

  • 10. Nunca, jamais, perca a bola de vista.
Conhecer a maneira como Bill Gates concebeu a Microsoft e a fez crescer parece ser uma boa reflexão para qualquer empresário, executivo ou administrador. Receber essa história de maneira resumida torna-se ideal. Este livro faz exatamente isto: exprime de maneira concisa a visão de Gates como executivo e administrador.

FONTE: JORNAL DO EMPREENDEDOR. - http://darleisimioni.blogspot.com.br

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Como o Google pode ajudar no dia-a-dia da sua empresa


O eterno dilema das empresas sempre foi como produzir mais, em menos tempo e com custo reduzido. Tentando resolver esta equação, métodos de trabalho e tecnologias foram criadas, erros e acertos forjaram as bases para os atual modelo de negócios.
Devido à crescente demanda e utilização dos serviços de Internet, empresas não são mais locais, ou seja, tem que estar aptas a fazer negócios com parceiros geograficamente distantes, se comunicando rapidamente, compartilhando informações e até mesmo falando outros idiomas.
A Google veio ajudar neste processo, oferecendo uma visão onde o que é importante para as empresas é o foco no negócio,  deixando para ela toda complicação tecnológica. Uma dessas ferramentas é, por exemplo, o Google Apps , que em essência é um conjunto de aplicações para automação de escritórios, contendo um email, uma agenda, um editor de texto, planilha eletrônica, editor de apresentação, editor de Sites e Vídeos, tudo rodando exclusivamente no sistema 100% Web chamado cloud computing.
Problemas comuns na maioria das empresas
  • Espaço de e-mail
  • Segurança
  • Licenças de Software
  • Custos com Updgrade de Software
  • Custo com infraestrutura e pessoal técnico dedicado à solução de e-mail
  • Treinamento de usuários para a solução de email
  • Indisponibilidade do acesso às informações
  • Auditoria
  • Multiplicidade de documentos
Como a Google pode ajudar a resolvê-los?
  • Espaço no e-mail de até 25Gb
  • Segurança Antivírus e AntiSpam, com varredura mundial
  • Custo da licença reduzido se comparado com outras soluções
  • Inovação contínua, sua empresa não paga mais por novos recursos adicionados
  • Custo com Infraestrutura e pessoal mínimo, em alguns casos desnecessário
  • Curva de aprendizado curta devido a facilidade de uso dos aplicativos
  • Programas de Backup de e-mail com auditoria integrada.
  • Através do compartilhamento reduz-se o número de documentos em circulação.
Todas essas funções permitem que as empresas trabalhem:
Com qualquer equipe
É cada vez mais comum que seus colaboradores venham a  produzir em conjunto com equipes mistas, ou seja, podem estar cooperando num projeto com colegas de outra unidade da empresa em outro país. Tarifas de DDD e DDI podem ser significativamente reduzidas pelo uso dos recursos de comunicação do Google Apps e até mesmo os problemas de comunicação no idioma serem minimizados com os aplicativos de tradução online.

Em qualquer lugar
Exige-se mobilidade, você não deve estar restrito apenas ao equipamento Desktop que a empresa reservou para você, seus trabalhos devem ser acessados  de qualquer equipamento e local onde haja uma conexão com a Internet. As ferramentas da Google são todas 100% Web.

Em qualquer momento
Com a melhoria do sinal de Internet e a  disseminação do uso de Smartphones, hoje não precisamos esperar para chegar ao escritório para dar resposta para um e-mail importante ou encaminhar uma proposta. É muito comum aos usuários responderem seus e-mails quando estão no trânsito.

Em qualquer dispositivo
A Google hoje oferece a possibilidade de acesso a todos os serviços do Google Apps no iPad e iPhone, Blackberry e Smartphones e Tablets com sistema Android. Resumindo, possibilidade de conectividade total ampliando ainda mais o conceito de conectividade/mobilidade.

Por- Silvio Rocha, Especialista em Google Apps - http://www.saiadolugar.com.br/

segunda-feira, 5 de março de 2012

Cloud Computing – Evoluindo para as nuvens

 A virtualização é o catalizador essencial para permitir a transição para a computação em nuvem. 
Com o advento da Internet e das sociedades em rede, as relações humanas passaram por intensas transformações nos últimos anos. Esse contexto trouxe múltiplos desafios à administração em geral, tanto pública como a privada. Alguns são aparentemente contraditórios. Por um lado, existem as demandas decorrentes do crescente nível de exigência dos cidadãos e das empresas. O aumento da qualidade dos serviços prestados, a modernização e a introdução de novos serviços, alem da celeridade dos processos de atendimento, tornaram-se palavras de ordem. 
Por outro lado, existem as demandas relacionadas ao controle das despesas. A redução de custos de funcionamento, o aumento da eficiência e a eliminação de normas burocráticas tornaram-se obrigação. 

A Computação em Nuvem está e evidencia porque possibilita poupar dinheiro na operação, diminuir o investimento e fornecer uma elasticidade no atendimento. Certos negócios passam a exigir um investimento muito menor. É um modismo, mas um modismo convincente, como os microcomputadores foram. Uma das principais características da CN é diminuir a barreira de entrada nos grandes mercados. Isso porque uma grande empresa coloca à disposição de todos uma quantidade enorme de poder computacional e serviços, podendo um pequeno empreendedor alugar, na medida de sua necessidade e a custos muito mais baixos do que ele conseguiria no mercado comum, os computadores e serviços de que precisa. 

 Assim fica mais fácil entrar no mercado e acompanhar o crescimento dos negócios. Quanto mais nuvens disponíveis, maior a competição, menores os preços, maior a facilidade de iniciar um novo negocio.

Ao adotar a Computação em Nuvem as empresas mudam o modelo econômico do seu investimento em TI. Elas passam também a contar com maior flexibilidade e velocidade para colocar aplicações em funcionamento. No caso do uso de CN públicas, também é mais um passo no sentido de focar os esforços da empresa na sua missão, com a terceirização de serviços que não fazem parte da cadeia de valor da empresa. Outra questão importante é o compartilhamento de recursos que as empresas podem fazer. 

A otimização de gastos permitiria, então, que os recursos fossem alocados em outras atividades, que trouxessem maior valor para a organização e seus clientes. Além de ser uma das maiores tendências dentro do mercado de TIC, sabe-se que investir em Computação em Nuvem é reduzir o tempo para a instalação de softwares e os custos com armazenamento, servidores e ate na contratação de pessoal. Existe quase um consenso de que a Cloud Computing tem uma importância estratégica para diversas organizações.

A Dell, por exemplo, deixa de gastar US$ 200 milhoes por ano por conta da virtualização de seus servidores. Usando máquinas virtuais, a HP diminuiu, há quatro anos, seus data centers de 85 para seis. Essa tecnologia abre espaço, até mesmo, para versões mais simples de netbooks, pois parte de seus dados são armazenados fora do hardware.

Se a idéia é que o serviço seja o mais barato possível e que as organizações consigam diminuir os gastos sensivelmente, com a redução de custos com softwares, armazenamento, servidores e com contratação de suporte técnico, devemos levar em conta algumas desvantagens que essa tecnologia nos traz. Cloud deixa a desejar é quando há uma grande necessidade de I/O, um volume grande de leitura/escrita em disco. Como se está em uma máquina virtual, a taxa de leitura/escrita da máquina física é dividida entre todas as máquinas virtuais. Então mesmo que a máquina física tenha vários discos em RAID 10 ou RAID 5,  não será possível conseguir uma alta taxa. E não me venha com benchmarks, pois na maior parte das vezes os valores vistos na máquina virtual não são reais, são os valores da máquina física, ou seja, a soma do uso de todas as máquinas virtuais, e não o que a sua máquina virtual está usando.

Para aplicações web se encaixam nessa categoria principalmente servidora de bancos de dados. Seu desempenho está totalmente preso à taxa de I/O (a menos que o banco de dados caiba inteiro na memória RAM do servidor). Envio de emails também cai nessa categoria, MTAs fazem  muito uso de filas em disco. 
Em geral qualquer tipo de aplicação que precise manipular arquivos que ficam no disco gosta muito de I/O, e, portanto não é boa para o cloud.

Outro ponto em que o Cloud Computing deixa a desejar são aplicações que usem um grande volume de memória RAM. Existe um barramento chamado FSB (front side bus) que determina a freqüência (e a velocidade) de transferência de dados do processador para o northbridge. Por exemplo: um processador e placa-mãe que funcionem com um FSB de 8 bytes de largura (64 bits) a uma freqüência de 1066 MHz e com 4 transferências por ciclo, teriam um limite teórico de 34.112 MB. Esse seria o valor máximo de dados que pode trafegar do processador para a memória por segundo. 
Numa máquina virtual estamos dividindo essa taxa com todas as outras máquinas virtuais do servidor físico, e se tivermos algum vizinho usando bastante RAM isso pode incomodar.

É claro que essas diferenças só começam a aparecer quando o uso dos recursos é grande. Para aplicações simples que não consumam muitos recursos o Cloud Computing ainda é uma ótima escolha.

Por: José Ângelo Lefundes - http://www.artigos.etc.br/

sábado, 17 de setembro de 2011

10 Dicas para Gerenciar um Projeto

A primeira vez que escrevi este artigo, minha visão era baseada na realidade das empresas de software do Brasil e experiêcias que tive quando trabalhado neste mercado. Porém depois de ter morado fora do país, estudado e trabalhado em empresas de tecnologia da oceania e principalmente estar realizando estudos acadêmicos a nível de mestrado focado em gerenciamento de TI e projetos de desenvolvimento de software, pude ter uma visão bem mais abrangente sobre o tema “Gerenciamento de Projetos”. Sendo assim resolvi revisar este artigo para passar um pouco da minha experiência e conhecimento.
Podemos ver nos dias de hoje uma uma grande crise na área de desenvolvimento de software no Brasil e no mundo. Isso já não é novidade para ninguém, basta você pesquisar na Internet e logo encontrará diversas estatísticas que comprovam o assunto.
No Brasil uma média 35% dos projetos de software são cancelados antes de estarem concluídos; 58% dos projetos de software excedem mais da metade da estimativa de custo e somente 10% dos projetos, em grandes empresas, são entregues no tempo e orçamento planejados. Outro numero preocupante é que as empresas Brasileiras já perderam mais de 20% dos projetos para empresas estrangeiras. Digamos que o maior culpado disso são as próprias empresas de TI que não resistem às pressões dos clientes, sejam externas ou internas, e acaba supondo estimativas impossíveis de cumprir, apenas para agradar o cliente.
Muitos projetos também desandam quando o desenvolvedor não têm competência e vende seu produto como se tivesse. Ou então ele é competente mas não suporta a pressão do cliente.
Muitas vezes a empresa de TI possui uma ótima equipe de venda, porém sua equipe técnica não é competente o suficiente ou possui problemas de relacionamento.
Podemos supor que o cliente tem o conhecimento dos processos que envolvem o desenvolvimento de uma solução tecnologica, e por sua vez ele confia no profissional que está envolvido no projeto, mas também a empresa de TI deve ter muita competência para gerenciar corretamente o projeto.
A partir deste ponto que se torna indispensável a figura de um gerente de projetos, porém o que é ser um gerente de projetos? Qual o perfil deste profissional?
Aí que entram novos culpados na história, neste caso o Governo e Instituições de ensino que não preparam os profissionais para a realidade do mercado. Bem, eles preparam, mas todas as ações iniciam depois dos problemas já existirem. Paises de primeiro mundo, por sua vez, antecipam os problemas futuros e investem para que tudo corra bem.
Muitos países como Nova Zelândia, Australia e outros, tem absorvido projetos de tecnologia por serem mais competentes e possuirem processos eficientes para satisfazer o cliente. É isso mesmo, muitos paises tem desenvolvido projetos de outros países com maior demanda ou muitas empresas de paises de primeiro mundo tem adquirido empresas de países subdesenvolvidos onde a demanda de serviços é maior, mudando desta forma a maneira como estas trabalham.
Isso é facil de constatar, basta você olhar no mercado de trabalho e ver as vagas em aberto, onde as empresas dizem ser multi-nacionais e pedem como requisito o Inglês fluente e certificação PMI.
Quem no Brasil possui certificação PMI ou algo semelhante? É muito dificil encontrar este tipo de profissional.
Com relação as qualificações oferecidas, até algum tempo atrás se analisarmos a grade curricular dos cursos de graduação na área de TI, nenhuma instituição agregava temas voltados a gestão estrategica em TI ou gestão de projetos.
Já instituições dos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Australia, Nova Zelândia e muito outros, vem inclusive oferecendo a muito tempo cursos de graduação para formar gestores de projetos ou de empresas de TI.
Nos últimos dois anos que é possível ver no Brasil o nascimento de alguns cursos de pós-graduação e MBA executivo voltados para esses temas e cursos de tecnologos que também oferecem temas de gestão de projetos ou TI.
Um bom gerente de projetos pode ajudar a diminuir ou evitar muitos dos problemas encontrados em empresas Brasileiras. E o gerente não precisa necessariamente saber sobre tudo no projeto. Basta conhecer quem sabe, saber onde buscar e saber agregar talentos. E além de agregar talentos, tem a obrigação de saber como posicioná-los corretamente no projeto.
Mas o profissional de gestão de projetos ainda é pouco qualificado. Normalmente ela era um analista de sistemas ou alguém oriundo dos degrais mais baixos da cadeia de TI e por competencia assumiu um cargo de gestor de projetos, aprendendo com os erros e acerto. Provavelmente muitos são leitores de artigos ou até mesmo do PMBOK, mas certamente não são academicamente qualificados.
Mas como se qualificar e montar um bom perfil profissional?
Bem, antes de mais nada o profissional adequado é um gestor, um gerente dinâmico, seja lá o que ele gerencia, pois como o próprio PMBOK diz: A diferença entre gerenciamento geral e gerenciamento de projetos se diferencia apenas pelo conceito de projeto, que nada mais é que um esforço a um empreendimento finito feito com proposito de criar um único produto ou serviço.
Já em gerenciamento geral o esforço está no empreendimento para criar uma empresa ou negócio, porém sem um fim determinado.

Então este profissional deve entender de analise financeira, fluxo de caixa, orçamento, economia, custos, estratégia, tecnicas de gerenciamento, liderança e motivação de equipe, entre muito outros temas que foram um gestor. Depois disso este profissional deve iniciar o estudo de técnicas, ferramentas e metodologias voltadas ao gerenciamento de projetos, seja lá qual for o produto final.
É justamente isso o que o PMBook apresenta, mas se limita.
Então antes de mais nada seja um gerente de verdade, entenda sobre o que é um negocio (Empresa), como inicar um negócio, como planejar as etapas para executar este negócio, fazê-lo crescer, fazê-lo chegar aos objetivos pelo qual ele existe, entende tudo o que está envolvido com este negócio, quem são os stakeholders, o que pode afetar este negócio e resultar em um bom ou mau desempenho. E nunca esqueça que você não esta sozinho, que seu trabalho não é o único do qual a empresa depende. Lembre sempre do conceito de trabalho em equipe.
Bom, tendo isso bem definido em sua cabeça, as 10 dicas podem ser úteis quando se tratando de gerenciar um projeto:

1. Saiba quem é a equipe, ganhe sua colaboração e a mantenha motivada
Saber com quem você está trabalhando e com quem pode contar é fundamental. Tente fazer com que a equipe toda seja as suas mãos e você será apenas o cerebro. Mostre que você sabe o que está fazendo e que seus pensamentos, solicitações e ações serão de fundamental importancia para o bom resultado do trabalho deles. Motivação também é um dos pontos chave neste negócio. Uma equipe motivada produz produtos de mais qualidade e em tempos menores. Apple e Pixar são grandes exemplos de equipes motivadas.

2. Monitore diariamente o desempenho do projeto e também de cada membro da equipe
Monitore diariamente elementos como custo, qualidade e atendimento a prazo. Você deve documentar no plano de projetos qual a qualidade esperada e variação de custo e prazo. Aproveite para monitorar o desempenho de cada indiciduo da equipe, assim será facil indentificar os gargalos.

3. Gerencie o escopo
Verifique quais são as reais expectativas do cliente e em casos de divergência negocie com base nos dados que você tem (proposta comercial com o escopo é lei).
Ambos devem ter ciência do que foi comprado e o que será feito. Não há problema algum em alterar o escopo, porém deve ficar claro o impacto de alterações (para mais ou para menos). Formalize sempre o que será feito e formalize também toda mudança.

4. Tenha auditorias de qualidade periódicas

Uma auditoria independente ajuda muito a saber se o projeto esta bem sob a óptica da empresa. Utilize isto para corrigir possíveis problemas em casa e não no seu cliente.

5. Faça reuniões de acompanhamento periódicas

O PMI fala muito sobre isso. É muito importante fazer eventos de acompanhamento tanto interno (com sua equipe) quanto com seu cliente (apresentando o desempenho). Documente sempre os eventos de acompanhamento e utilize esta documentação para na próxima reunião.

6. Gerencie os riscos do projeto

Durante todo o projeto você gerencia riscos, podemos dizer que o gerenciamento de projetos é na verdade gerenciamento de riscos, desta forma, identifique todos os possíveis riscos e defina planos para gerenciamento destes riscos. Sempre que possível tenha uma contingência para os casos onde “algo deu errado”

7. Elabore planos de ação

Durante os eventos de acompanhamento (ou fora deles) defina planos de ação para todos os problemas ou dependências críticas. Não esqueça de colocar em seu plano o elementos como data limite e situação. Para a date limite deixe uma pequena margem para caso de algo dar errado. É melhor você surpreender o cliente entegando altes do que atarsar a entrega.

8. Ouça
Você não é o dono da verdade, então ouça o que sua equipe tem a dizer. Analise as diversas opiniões antes de tomar suas decisões. Isso vai ajudar muito no seu relacionamento com a equipe e pode ser de fundamental importancia para ter 100% de colaboração.

9. Comunique todos os envolvidos sobre a situação real do projeto

Bom ou ruim é melhor que todos saibam a situação real do projeto o quanto antes. Esta é uma boa prática de gerenciamento pregada tanto pelo PMI quanto o CMMI. Documente, divulgue e tome ações quando necessário. Quando a situação for ruim, tente induzir a equipe a dar sugestões de como resolver o problema, assim você tira um pouco da carga das suas costas e compartilha a importância de que se tudo correr sempre bem, estará bem para todos.

10. Tenha sempre um plano B
Plano B para as situações que mais podem trazer problemas à seus projetos é fundamental. O plano B pode ser a diferença entre o sucesso ou o fracasso.

Por: Andre Nunes - Bacharel em Administração com Linha de Formação em Análise de Sistemas e especialização em gestão de projetos  - http://www.webartigos.com