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terça-feira, 9 de agosto de 2022

TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI

 


TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI

" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho.

É quando aquele pai, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida.

Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento.

Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores.

Não podemos abandoná-los em nenhum momento.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência.

Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação.

Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados.

Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.

O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "

Por: Fabrício Carpinejar

quinta-feira, 11 de março de 2021

Pandemia: dentro ou fora de casa?


 Pandemia: dentro ou fora de casa?

- Há um vírus matando pessoas lá fora!...

Ele matou minha mãe, meu irmão, minha mulher, meu filho, meu primo, meu marido...

E agora?

- A vida segue, tem o baile, tem a festa...

O café com os amigos...

A família vem neste domingo para o almoço.

Não podemos postar as fotos, mas todos virão! Tem uma churrascaria deliciosa ali...

O barzinho novo para conhecer!...

Tem um samba bom lá na Esquina do bairro.
Bobagem! Não posso faltar!

- Mas tem um vírus matando pessoas lá fora!!!

- A vida segue...

Não dá para parar, né?

Que bobagem, mané!...

Uma gripezinha, um remedinho de farmácia resolve!...

Vamos?

- Não irei. Chame quem pensa como você!

- Ei, Espera!...

Os mortos agora são meus!!!

Fecha a porta!

Não irei mais.

-É sério?!...

Pena que teve que doer em você para perceber que estamos numa pandemia que mata quem amamos.

Por: Carol Cunha- Cantora, Compositora
São Luís - MA, 09 de março de 2021

* Esta crônica foi escrita em homenagem a sua mãe Isabel Cunha(65 anos), após perdê-la para o Covid-19 em 08/01/2021.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

50 SABORES E LUGARES QUE MARCARAM E AINDA (MARCAM) O LUDOVICENSE.


50 SABORES E LUGARES QUE MARCARAM (MARCAM) O LUDOVICENSE. ( São Luis do Maranhão - Brasil)

Delicie-se e não morra de saudade 

1-Jantar no Restaurante Palheta. ✅

2-Pão cheio recheado com camarão seco vendido nas ruas do centro de São Luís.

3-Cachorro quente do Companheiro ou do Sousa que sobrevivem no beco da pacotilha e no estacionamento da Praia Grande.✅

4-Caldo de ovos do João do Caldo.✅

5-Galeto da Base do Rabelo.✅

6-Calderada do Germano.✅

7-Sorvete de coco na casquinha.✅

8-Quebra-queixo.✅

9-Pirulito enrolado com papel de seda e vendido principalmente na Praia Grande e Praça Deodoro.✅

10-Peixe-pedra cozido ou frito.✅

11-Peixe-serra frito com arroz de cuxá.

12-Torta de camarão seco.✅

13-Torta de caranguejo. ✅

14-Sururu no leite de coco.

15-Juçara com farinha d’agua e camarão seco.✅

16-Arroz de jaçanã.✅

17-Galinha de parida com pirão. ✅ em Caxias 

18-Peixada da Peixaria Carajás.✅

19-Caldo de cana do abrigo ou do Bar do Cajueiro na Rua Afonso Pena.✅

20-Queijo de São bento.✅

21-Cola- Guaraná Jesus.✅

22- Frango assado na brasa do Restaurante Frango Dourado no Anil.✅

23-Feijoada do Baiano.


24-Costela de porco da Base da Diquinha no Diamante. ✅

25-Gelado do Reviver.✅

26-Bolachinha da Padaria Santa Maria e da Padaria Nossa Senhora de Fátima.✅

27-Cuscuz Ideal.

28-Roleto de cana vendido na Praça da Matriz em São José.

29-Descascar e comer uma tanja na porta da Igreja de São José.

30-Kibe do Abdon na Praça da Misericórdia ✅ou de dona Nilza na antiga padaria do Anil.

31-Manga de fiapo com farinha d’agua.✅

32-Tiquira da feira da Praia Grande.✅

33-Jeneve.✅

34-Sorveteria Elefantinho.✅

35-Pastel do garoto do Bigode na Praça Deodoro.✅

36-Murici ✅amassado com açúcar.🤔

37-Pamonha vendidas pelas ruas do centro de São Luís.

38-Uma parada para encher o estômago na Churrascaria Filipinho.

39-Sorvete de ameixa do extinto bar do Hotel Central para os saudosistas.

40-Quem está na casa dos 70, sanduiche de pernil do extinto Moto Bar.

41-A Base da Lenoca quando ainda era na Praça Pedro II.✅

42-Espetinho de camarão do Jaguarema ou do Litero.✅

43-Ingá, maria pretinha, canapu e guajuru.

44-Pizzaria Internacional na Cohab ou na Cohama.✅

45-Mocotó, sarrabulho ou cozidão do Mercado Central.

46-Bar do Amendoeira e o seu tradicional bode no leite de coco servido na calçada do bar no Olho d’Agua.✅

47-Quem frequentava a Praia da Ponta d’Areia não se esquece do Bar Tóquio, das peladas, da cerveja e do caranguejo. 

48-Mocotó e feijoada da Base do Binoca no Vinhais Velho.

49-A novidade do Hibiscus na Vila Palmeira na década de 1980.✅

50-Restaurante La Boheme frequentado pela turma da moda e do poder político da época.✅


Lembre-se que a sua memória afetiva e gustativa estão sempre preservadas. 

Alguns se perderam com o processo de crescimento da cidade,  outros ainda resistem bravamente e nos identificam culturalmente. 

Bom apetite e boa diversão!

CONTRIBUIÇÃO: António Luís (Colégio Batista)

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

VIDA QUE SEGUE... Simples Assim...

Pessoas vão embora de todas as formas: 

  • vão embora da nossa vida, 
  • do nosso coração, 
  • do nosso abraço, 
  • da nossa amizade, 
  • da nossa admiração, 
  • do nosso país. 

E, muitas a quem dedicamos um profundo amor, morrem. 

E continuam imortais dentro da gente. 

A vida segue: 

  • doendo, 
  • rasgando, 
  • enchendo de saudade... 

Depois nos dá aceitação, ameniza a falta trazendo apenas a lembrança que não machuca mais: 

  • uma frase engraçada, 
  • uma filosofia de vida, 
  • um jeito tão característico, 
  • aquela peculiaridade da pessoa.

Mas pessoas vão embora.

As coisas acabam. 

Relações se esvaem, paixonites escorrem pelo ralo, adeuses começam a fazer sentido. 

E se a gente sente com estas idas e também vindas, é porque estamos vivos.

Cuidemos deste agora. 

Muitos já se foram para nos ensinar que a vida é só um bocado de momento que pode durar cem anos ou cinco minutos. 

E não importa quanto tempo você teve para amar alguém, mas o amor que você investiu durante aquele tempo.

Segundos podem ser eternidades... ou não. 

Depende da ocasião.
Por: Marla de Queiroz

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

QUANDO VOCÊ MORRER, NÃO SE PREOCUPE...

QUANDO VOCÊ MORRER, NÃO SE PREOCUPE

Não se preocupe com o seu corpo em decomposição, porque os seus parentes, irmãos e amigos cuidarão do que for necessário.

Eles:

*1 - Vão tirar suas roupas.

*2 - Vão te lavar.

*3 - Vão te cobrir.

*4 - Vão te tirar da sua casa.

*5 - Vão te levar para a sua nova morada (o túmulo).

*6 - Muitos virão se despedir de você no seu funeral; outros cancelarão seus compromissos e até faltarão ao trabalho por causa do seu enterro, embora a maioria deles não tenha pensado em aconselhá-lo sequer uma vez enquanto estavas em vida.

*7- Seus pertences serão esquecidos:
🔹 Suas chaves
🔹 Seus livros
🔹 Suas malas
🔹 Seus sapatos
🔹 Suas roupas

*8 - Se sua família for inteligente, eles os doarão em caridade, para que possas obter algum benefício.

*9 - E tenha certeza: O Mundo não vai chorar por ti.

🔹 A economia vai continuar.

🔹Seu trabalho, outra pessoa assumirá seu lugar.

🔹Sua riqueza irá para seus herdeiros.

Considerando que você continuará a ser questionado sobre todas as pequenas e grandes ações.

Haverá 3 tipos de "LUTO" sobre ti:

*1 - As pessoas que te conheciam apenas pelo valor da face dirão : "Pobre Homem!"

*2 - Seus amigos vão chorar por horas ou no máximo dias, mas depois retornarão ao riso. Aqueles que te encorajavam a pecar vão esquecer de ti mais rápido.

*3 - A dor profunda na sua casa durará uma semana, duas semanas, um mês, dois meses...

*4 - E depois disso tua família vai te adicionar às memórias deles.

E então...

A sua história entre as pessoas terminou.

Terminou entre as pessoas, mas a sua história com a nova realidade, recomeça. E essa realidade, é a vida após a morte.

De faxto, que essas coisas irão te deixar:
🔹 Beleza
🔹 Riqueza
🔹 Saúde
🔹 Filhos
🔹 A moradia e os lugares
🔹 O cônjuge

E a sua vida real começa...

E a questão aqui é essa:


O que você preparou para o seu túmulo (para a outra vida)?

Essa realidade precisa ser pensada e muito bem pensada

Cuide...

🔹 Das suas obrigações com #Deus
🔹 De praticar boas #ações, voluntárias.
🔹 De priorizar a #caridade Secreta.
🔹 Promover #ações justas.
🔹 Das #orações
🔹 E de qualquer outro acto que agrade ao nosso Senhor (#JESUS #CRISTO ).

 + Autor Desconhecido

quinta-feira, 8 de junho de 2017

ADMINISTRADORA AILEMA PUCU - Nossas Condolências

Os Administradores Brasileiros, o Conselho Federal de Administração - CFA e os Conselhos Regionais de Administração - CRA's, estão de Luto hoje, pelo falecimento em Brasilia da Administradora AILEMA PUCU.
Grande Administradora, conhecedora da profissão e do Sistema CFA/CRA's, que a secretariou com grande competência.
Fica a lacuna e a saudade de todos nós outros Administradores Brasileiros.
Fica nas mãos de Deus, Jovem Ailema. (Como eu carinhosamente a chamava). 
Saudades. 
Disse o  Prof. Msc. Adm. Jorge Henrique Cavalcante

Ailema era funcionária do CFA desde 1978. Sua atuação no Conselho foi marcada pelo empenho invejável. Avessa à tecnologia, a sua mesa de trabalho tinha apenas blocos de notas, lápis e caneta. Entretanto, a sua produção intelectual inspirava a todos. Além disso, Ailema se destacava por sua conduta ilibada, altiva, proativa e sua obstinação em entregar o trabalho bem feito e no prazo determinado.
Aluna do Adm. Belmiro Siqueira, Ailema sempre falava, com orgulho, da satisfação que tinha de ter vivenciado a época em que o patrono da Administração foi presidente do CFA. E ela trabalhou não só com Belmiro, mas com quase todos os Administradores que presidiram o CFA como Adm. Guilherme Quintanilha de Almeida, Adm. Luis Carlos Aires Barreira Nanan, Adm. Heroni de Assunção Jacques, Adm. Marco Antônio de Brito Carvalho, Adm. Duaran Leão Duarte, Adm. Gilmar Camargo de Almeida, Adm. Rui Otávio Bernardes de Andrade, Adm. Roberto Carvalho Cardoso e Adm. Sebastião Luiz de Mello.
No início da gestão do Adm. Wagner Siqueira, em janeiro de 2017, Ailema já estava licenciada por motivos de saúde e, infelizmente, faleceu antes de retomar suas atividades no CFA, onde exercia o cargo de Assessora Especial da Presidência. Entretanto, quando ainda era presidente do CRA-RJ, Wagner homenageou Dona Ailema durante o XXII Encontro Brasileiro de Administração (Enbra) em razão das várias décadas de serviços prestados ao Sistema. Naquela ocasião, Wagner comentou: “Uma vida dedicada a uma sucessão de gestos sempre em prol do desenvolvimento da nossa profissão e isso me emociona. A competência profissional, a seriedade a tudo que se dedica, mas também a ternura, o amor ao próximo, a simpatia e, acima de tudo, a serenidade adotada nos momentos mais difíceis do Sistema CFA/CRAs. Sem dúvida, é uma homenagem merecida”, disse Wagner Siqueira.
A sua dedicação rendeu muitas outras homenagens, não só do CFA, mas de vários CRAs. No Jubileu de Ouro da profissão, por exemplo, ela foi laureada por ser a funcionária de destaque no Sistema.
Ailema deixa uma filha, duas netas e um casal de bisnetos. O velório acontecerá amanhã, 9 de junho,a partir das 8h, na Capela 2 do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília. O enterro será às 10:30 h.
Copiado: https://www.facebook.com/jorgenca e http://www.cfa.org.br 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A Depressão e a Ansiedade São Sinais de Luta, Não de Fraqueza

Os problemas emocionais não são uma escolha, e ninguém deseja atravessar uma depressão nem passar por momentos de ansiedade. Eles simplesmente podem surgir, após um período de acúmulo de situações e circunstâncias complicadas em nossas vidas.
Existe uma falsa crença de que a ansiedade e a depressão são sinais de fraqueza e de incapacidade diante da vida. Mas não, uma pessoa com ansiedade, depressão ou sintomas mistos NÃO está louca e nem tem uma personalidade fraca ou inferior aos outros.
É triste e esgotador lutar contra isso, mas é uma realidade social que não podemos ignorar. Assim, apesar dos avanços da ciência, o inconsciente moderno que envolve nossa sociedade ainda pensa que os problemas emocionais e psicológicos são sinônimos de fragilidade e vulnerabilidade.
Por isso, dado que a depressão e a ansiedade não são contempladas como feridas que precisam de atenção, é comum ouvir discursos circulares com argumentos do tipo “relaxe”, “não é para tanto”, “comece a se mexer, a vida não é isso”, “você não tem razões para chorar”, “comece a amadurecer”, etc.
Assim, da mesma forma que não iríamos ignorar a dor causada por fortes pontadas no estômago ou uma enxaqueca terrível, não deveríamos ignorar a dor emocional.
Não podemos esperar que estas feridas emocionais se curem sozinhas, devemos trabalhar para extrair delas o significado presente em seus sintomas.
Ou seja, devemos consultar um psicólogo que nos ajude e nos proporcionar estratégias para fazer frente a esta grande dor emocional causada pela ansiedade e pela depressão.
Seguindo com nosso exemplo, assim como deixamos de consumir a lactose quando descobrimos que somos intolerantes a ela, devemos “deixar de consumir”aqueles pensamentos e circunstâncias que infeccionam nossa ferida emocional.
Não valem curativos ou vendas: devemos limpá-las e curá-las verdadeiramente.
Por isso, neste artigo pretendemos normalizar aquelas sensações das pessoas que possuem problemas emocionais deste tipo. Vejamos mais sobre eles para podermos compreender e nos conscientizar…
A ansiedade, uma viagem nefasta em uma montanha russa
As sensações que nos invadem com a ansiedade são muito similares às que surgem em um passeio de montanha russa em que começamos a nos sentir mal.
Coloquemo-nos nesta situação. Fomos passar o dia em um parque de diversões no qual encontramos uma montanha russa incrível e decidimos andar nela. Para fazer isso, temos que esperar em uma longa fila até que chegue a nossa vez.
O dia é quente e o sol está batendo forte em nossa cabeça, o que nos causa uma grande dor e mal-estar físico. Sentimo-nos cansados e não temos vontade de subir no vagão, mas fazemos isso, porque afinal estamos ali para aproveitar.
Uma vez sentados, nosso coração começa a bater forte, tudo dá voltas ao nosso redor, os vagões giram 360 graus várias vezes, nos submergimos em túneis escuros e tudo parece nos atacar.
Nossa respiração se acelera e nosso coração não pode parar. Sentimos que de um momento ao outro vai acontecer alguma coisa conosco. Nossas sensações estão bagunçadas, algo nos aprisiona no peito, ficamos imóveis e sem capacidade de reação.
Não podemos evitar pensar em coisas negativas. Gritamos, choramos e nos queixamos, mas ninguém nos ouve, nem sequer nós mesmos. Pedimos desesperadamente que tudo aquilo pare, e sentimos que estamos morrendo na tentativa.
No entanto, não conseguimos fazer com que nosso vagão freie, pois ele só parará quando acabarem os minutos programados para a viagem.
Neste sentido, um ataque de ansiedade é igual a uma viagem que nos faz mal em uma montanha russa. Em um dado momento tudo vai acabar, mas não sabemos quando nem como, por isso manter o controle diante desta incerteza é algo tão difícil de fazer.

A depressão, a escuridão da alma

Quem sofre de depressão sente que o mundo está envolto em névoa.Pouco a pouco vai perdendo a ilusão por tudo que o rodeia, não há nada que anime ou motive, é difícil estudar ou ir ao trabalho, e a pessoa se sente imensamente triste ou irritável.
A depressão é a gota que faz transbordar o copo, um copo que está cheio de situações e circunstâncias complicadas que nos fizeram mal e mexeram conosco negativamente.
Por isso é importante que, quando nos dermos conta de que algo vai mal, consultemos um profissional que nos ajude e dê coerência emocional ao que está acontecendo conosco.
Ter problemas emocionais não é uma escolha. Uma pessoa com depressão não diz ‘Quero me sentir mal e me coloco em um poço de tristeza para ver se me afogo com ela’. Isso não funciona assim. Na verdade, isso pode acontecer com qualquer um de nós.

Ninguém está livre das garras da depressão e da ansiedade

A depressão e a ansiedade não são sinais de fraqueza, mas sim de força. Estes problemas emocionais não aparecem da noite para o dia, mas surgem pouco a pouco por causa das dificuldades e do esgotamento emocional.
Elas também não são consequência de uma escolha pessoal. Não podemos dizer se queremos ou não queremos que nos acompanhem. Ambos os problemas emocionais são derivados da luta contra as dificuldades da vida que nos acompanham e, portanto, por termos tentados permanecer fortes por tempo demais.
Não podemos nos esquecer disso, pois ninguém está livre de se relacionar com a ansiedade e a depressão em algum momento da sua vida, seja de maneira direta ou indireta.
Prestemos atenção, compreendamos estes problemas e, sobretudo, não julguemos nem a nós nem aos outros…
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