quarta-feira, 11 de abril de 2012

Atração, retenção e fidelização: o papel das lojas conceito

O mercado mais competitivo e os consumidores menos fiéis às marcas e produtos exigem da indústria e dos varejistas um exercício permanente de inovação e diferenciação.

Hoje, o mercado oferece produtos e serviços com qualidade técnica muito similar e, cada vez mais, o design inovador é que faz a diferença. O avanço da tecnologia equiparou a fabricação dos bens e de serviços. Assim, as empresas e marcas têm o desafio diário de inovar e reinventar a forma como se relacionam com seus clientes.

O mercado mais competitivo e os consumidores menos fiéis às marcas e produtos exigem da indústria e dos varejistas um exercício permanente de inovação e diferenciação que, se bem executado, torna-se um importante aliado na conquista do público.

As variáveis expostas demonstram uma nova realidade do varejo e abrem espaço para a exploração de um relacionamento mais direto e próximo com o consumidor, permitindo às indústrias a criação das chamadas lojas conceito, ou flagships.

As lojas conceito, em geral, são lojas que quebram a cadeia do varejo e abrem um canal direto entre a indústria e o consumidor, sem depender do intermediário. Ela cria um espaço experimental que transmite a força da marca, onde o consumidor e o público em geral podem conhecer e dar feedback direto sobre todas as linhas e produtos experimentais, projetados e produzidos por determinada empresa para venda.

A técnica já é praticada no mundo, há mais de 20 anos. Aqui no Brasil, algumas marcas começam a trabalhar muito bem essa oportunidade. É o caso da C&A no Shopping Iguatemi, da Samsung no Shopping Morumbi e da Casa Electrolux na Rua Colômbia.

Outros exemplos dessa técnica são as Havaianas da Alpargatas, que tem uma banca de feira dentro da loja e nos remete às origens desse produto, onde o cliente pode customizar a sandália. A Galeria Melissa, também na rua Oscar Freire, em São Paulo criou um espaço diferenciado onde explora os atributos e valores da marca e permite ao consumidor experimentar sensações e conectar-se com os produtos e a atmosfera da marca.

Canais diretos de vendas, possibilidade de experimentação, criação de atmosfera adequada para compras, customização e personalização de produtos são algumas das ferramentas utilizadas pela indústria e pelo varejo para reter o consumidor e criar um vínculo de cumplicidade com a marca. A interação constante com os consumidores e o desenvolvimento de um relacionamento próximo e contínuo são estratégias que o varejista deve utilizar sempre para melhorar seu desempenho e reforçar a atuação no mercado.

As flagships, ou lojas conceito, aparecem neste contexto como tendência para atender ao novo consumidor e proporcionar uma extensa experiência com a marca. Estimulado a todo o momento, o consumidor entra em contato com uma ampla gama de sensações e produtos que não teria acesso em outros canais de venda. Por isso, é um reforço importante de imagem, conceito e percepção.

A transformação na forma como o varejo expõe e explora este ponto de venda está mudando desde a década de 90, quando a indústria concluiu que o perfil do consumidor havia mudado e que esperava um ambiente mais interativo, conectado, experimental e receptivo. Desde então, grandes marcas investem em um relacionamento mais direto e customizado.

Um exemplo é o das lojas da M&M"s em Las Vegas, Nova Iorque e Orlando, nos Estados Unidos, que foram trabalhadas com a ideia de customização, experimentação, inovação e, principalmente, a atmosfera lúdica que o espaço oferece. A criação dos ambientes incentivam os consumidores a conviverem com a marca e suas extensões durante todo o tempo de permanência na loja, seja experimentando os chocolates, interagindo com os acessórios ou conhecendo novos produtos e as novidades que a marca oferece.

As flagships buscam uma identificação com o consumidor e entendem as necessidades de mudança, adaptação e conceito no relacionamento com o público. É uma estratégia utilizada com bastante êxito em diversas partes do mundo e que, no Brasil, desponta como uma forte tendência em ações que visam reposicionar e fortalecer marcas e o relacionamento com o consumidor.

Neste contexto, surgem como uma opção válida para consolidar a empresa e seus produtos utilizando outros meios de aproximação e tornando a comunicação da marca menos dependente da propaganda tradicional. Além disso, mostram-se como uma forma eficaz na conexão com consumidores, quando unidas a ações de relacionamento e experimentação.
Por: Romano Pansera - é presidente do POPAI Brasil – Associação Global do Marketing no Varejo. -
Portal www.cmconsultoria.com.br 

terça-feira, 10 de abril de 2012

QUARTO MANDAMENTO DO EMPREENDEDOR: NÃO FAZER (SÓ) PELO DINHEIRO.


É comum ouvirmos pessoas vociferando contra seus empregos, chefes e, principalmente, contra sua remuneração. Mais comum ainda é encontrarmos essas mesmas pessoas dizendo algo como: “preciso dar um jeito de ganhar dinheiro, trabalhar só dá pra pagar as contas”. Esse é um dos piores, senão o pior jeito de começar uma empresa. Na minha visão, esse é o quarto mandamento: não faça pelo dinheiro!

É preciso entender, também, que “não fazer pelo dinheiro” não quer dizer jogar um olhar de romantismo sobre seu negócio, no qual você paga para trabalhar meramente para bater no peito e exclamar que é empresário. O dinheiro precisa estar envolvido, como em qualquer negócio. Mas empreender não deve ser confundido como uma alternativa ao emprego: é algo maior, um estilo de vida.

A paixão e o sonho recebem papel importante nessa empreitada. A paixão precisa estar sempre presente, ao lado do empreendedor, recolocando-o no caminho certo e motivando quando necessário. O sonho também: é aquele objetivo que parece que, quanto mais longe, mais gostoso é de persegui-lo.

Já pensou fazer só pelo dinheiro? Além de a trajetória ficar muito mais chata (e sua empreitada ficar muito parecida com o emprego, do qual você tanto reclamava), nada faria com que você saísse do lugar, inovasse, pesquisasse. Seu único interesse seria o balanço no final do dia. Nesse caso, se algum outro empreendedor com menos condições se propusesse a entrar no mesmo segmento, mas com paixão, você seria, na melhor das hipóteses, um mero concorrente, como tantos outros.

Acima de tudo, o empreendedor precisa ter na cabeça que seu negócio chegou para corrigir umafalha no mercado. Atender de uma forma mais especializada, oferecer um bom produto com serviços diferentes, um atendimento ao cliente mais personalizado. Estou falando apenas em linhas gerais, mas pequenas empresas podem, sim, fazer essa diferença. E não ser “mais do mesmo” e entrar de carona num mercado aparentemente lucrativo.

Por isso que você não pode criar um emprego para você. Crie uma empresa, com a sua cultura, sua cara, sua forma de pensar, e, acima de tudo, sua paixão e seus sonhos.

Afinal, a trajetória e mais importante que o destino. E com muito trabalho, foco e disciplina, pode ter certeza que a recompensa financeira estará na trajetória. Realização pessoal, satisfação e felicidade, no destino.

O céu é o limite.

Por: Tiago Aguiar - Apresentador e empreendedor, vencedor do programa O Aprendiz 4 – o Sócio.

QUE TIPO DE JOVENS ESTAMOS PREPARANDO PARA O FUTURO?


Tenho o costume de contar o exemplo de educação da águia, que depois de uma rápida avaliação da maturidade de seus filhotes, os faz “saltar” do ninho para que descubram suas próprias asas. A conclusão que a história traz é que é sábio e desejado que sejamos autossuficientes e independentes, tomando nossas próprias decisões e assumindo as consequências de cada uma delas.
Entretanto, atualmente muitos jovens relutam em “saltar” para sua independência, pois estão acostumados com o padrão de vida que seus pais proporcionam. Parece que o ninho está sempre confortável.
Para as gerações veteranas (X e baby-boomers), é um desafio enorme acreditar no potencial de “voo” dos mais jovens. As motivações são variadas e paradoxais, mesclando argumentos que remetem a sentimentos de amor e cuidado com a vida do jovem e críticas pela falta de foco e compromisso com as próprias expectativa, levando ao julgamento de imaturidade para se aproximar do penhasco e ousar fazer o “voo”.
Esses argumentos são válidos em algumas circunstâncias. Muitos jovens estão focados em manter o estilo de vida que possuem no convívio com seus pais, focando suas preocupações nas dificuldades que enfrentam para se colocar profissionalmente de maneira aceitável, isto é, de forma que possam sustentar um padrão de vida no mínimo equivalente ao que possuem atualmente.
Quando confrontado com esses argumentos é comum ao jovem negar o comportamento mais acomodado e transferir a situação para a realidade atual, que tem um cenário mais complexo e competitivo do que no tempo de seus pais.
Realmente o cenário é bem diferente que em outros tempos, mas isso não é uma boa justificativa, pois dificuldades sempre existiram e as gerações anteriores encontraram uma forma de “voar”, transformando-se em águias.
Talvez o que tenha acontecido é que as “águias veteranas” também mudaram seu comportamento e melhoraram seus ninhos deixando de desafiar seus filhotes para o “salto”. Este é um comportamento muito comum em outro tipo de ave, que tutela seus filhotes, mantendo o conforto e a proteção – a galinha.
Devemos lembrar apenas que filhotes de águia viram águias quando voam e ganham independência, já os filhotes de galinha...
Que tipo de jovens estamos preparando para o futuro? Águias ou galinhas?
Por: Sidnei Oliveira - Consultor, Autor e Palestrante, expert em Conflitos de Gerações, Geração Y, desenvolvimento de Novos Talentos e Redes Sociais

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Dicas para utilizar o tempo de forma mais produtiva



Conhecemos pessoas que não possuem uma casa para morar, conhecemos outras que possui sua casa de morada e até casa de praia, às vezes até uma casa de campo.

Clientes de bancos que possui uma conta recheada de dinheiro outros recheada de dívidas.

Existem pessoas muito ocupadas sem tempo para nada, já outras não tem em que ocupar o seu tempo.

A diferença entre as três situações citadas é que alguém pode ter mais dinheiro que o outro, mas ninguém tem mais de 24 horas por dia para viver. A natureza foi generosa e democrática distribuindo de forma igual tempo para cada um de nós.

O problema a ser resolvido é: o que se pode fazer para aproveitar melhor o tempo que dispomos?

Para a estudante da Universidade Tiradentes Kleydiane Feitosa o planejamento das atividades sob sua responsabilidade permite que ela tenha tempo para tudo o que precisa fazer, ela diz:

"Hoje, de acordo com o texto, as pessoas sempre se queixam da falta de tempo para a realização de suas tarefas diárias ou da falta de tempo para a realização de novas tarefas. E ainda, relata que tempo é sinônimo de luxo, ou seja, poucas pessoas têm.

Eu consigo "aumentar" o meu tempo da seguinte forma:

* emails: só olho uma vez por dia, geralmente no fim da tarde. E deleto todos que não são importantes (propagandas)( pelo endereço eu sei do que se trata)

* Msn: só entro quando quero enviar algum arquivo urgente para alguém, ou me reunir com grupos de trabalho. Ex: trabalho em grupo. Eu posso utilizar o MSN para me reunir com o grupo sem me deslocar da minha casa ( o simples ato de se deslocar de casa já é uma perda de tempo, pois poderia utilizar esse tempo de deslocamento para a realização do trabalho.

* trabalhos acadêmicos ou escolares: ao invés de escrevê-los primeiro no papel, eu já os digito no computador. (além de poupar o meu tempo escrevendo uma só vez o trabalho, poupo alguma árvore de ser derrubada e de ser transformada em papel.)

* utilização de tecnologias: o que posso resolver via email eu resolvo (coisas seguras), e só me desloco de casa quando for imprescindivel a minha presença para resolver algo (coisas que não confio serem resolvidas pela net).

*resolver várias coisas em um só dia: quando tenho que sair, aproveito ao máximo para resolver tudo em um único dia.

Portanto, eu acho que tenho tempo para tudo aquilo que preciso fazer, visto que sempre planejo as minhas atividades com antecedência."

SAUDADES DOS MEUS 15 ANOS...em Brasilia DF

Jorge Henrique Cavalcante - JORGENCA

sábado, 7 de abril de 2012

O Seu Chefe É Um Incompetente?


Quando empresas são dirigidas por profissionais incompetentes:
1. Os produtos chegam com defeito.
2. O atendimento pós venda é péssimo.
3. Os clientes reclamam e não pagam.
4. Os salários e impostos são pagos com atraso.
5.O lucro é mínimo ou não existente, não permitindo o aumento dos meios de produção, muito menos pesquisa e inovação. 
Sem aumento de produção, os clientes que mais necessitam do produto acabam pagando mais pelo mesmo produto, e os chefes incompetentes vão para o Ministro da Fazenda pedir barreiras contra a importação.
Eu não entendo como a opinião pública não se revolta contra empresas dirigidas por profissionais incompetentes e somente contra políticos corruptos.
O primeiro grupo nos causa 100 vezes mais atraso e prejuízo público. 
Não entendo como a opinião pública não se revoltou quando a lei  Lei 7988/45 artigo 9 fechou os cursos de administração neste país.
Não entendo porque ninguém reclama que não temos boas escolas de Administração, que fazem pesquisa em administração brasileira, que criam benchmarks para empresas brasileiras, como tentei fazer em Melhores e Maiores. 
Empresas administradas por profissionais competentes entregam produtos sem defeito, têm um atendimento de primeira, não atrasam salários nem impostos, não têm milhares de processos trabalhistas, fazem pesquisa e desenvolvimento, estão constantemente reduzindo custos e expandindo a produção. 
Quatro entre cinco empresas brasileiras dão prejuízo. Vinte por cento das 500 maiores empresas dão prejuízo, o que numa empresa bem administrada não acontece, por definição.
Mas isto é aceito pela nossa opinião pública, categoria que inclui você. O custo disso nem é noticiado. 
Empresas bem administradas sempre terão lucro de sobra. Por quê?  
Todo consumidor prefere pagar um pouco mais por um computador montado, do que a soma de todas as suas peças que seria o seu custo básico. 
O segredo é não cometer nenhum dos 10.000 erros possíveis em administração, que mesmo estudando nem sempre aprendemos.
Por isto, é bom ter centenas de administradores profissionais administrando uma empresa, e não amadores profissionais que começaram nos idos do "empreendedor".
Se você for um empreendedor, logo logo sentirá falta dos conhecimentos de um curso de Administração. Serão eles que levarão a sua empresa, de média para grande. 
Fico triste com o número de empresários que levaram a empresa de pequena para média, e depois foram obrigados a vender para uma multinacional, porque não entendem a parte chata que é a administração do dia a dia e perceberam que tudo poderia se perder.  
Estamos tão atrasados que nem administradores bem formados temos, porque não acreditamos que bons cursos são necessários.
Nossas melhores escolas de Administração são dirigidas e gestadas por sociólogos, economistas, engenheiros de produção, porque elas são tão recentes que nem Administradores Educacionais temos ainda como mestrado profissional. 
Não temos ainda uma Revista de Administração com circulação de 5 milhões, que é o número de empresas viáveis no Brasil.
Continuamos a depreciar o curso de contabilidade, administração, auditoria, custos, estratégia, TI, responsabilidade social, administração financeira, recursos humanos, orçamento, matemática financeira, estatística, pesquisa de mercado, propaganda, ética, relações públicas, crisis management, credit ratings, SWAT, psicologia organizacional. 
Continuamos a valorizar as matérias que vocês sempre valorizaram para dirigir nossas empresas como Vale, Petrobras, BNDES, que não iremos longe. 
Stephen Kanitz: palestras@kanitz.com.br : (11) 3816 5700 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

EMOCIONAL...



Aquilo que vemos,



depende 


basicamente do 

que procuramos 


ver.


Postado- NAFTAMOR

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Mas o que é a Páscoa?

Legal que muitos de nós fiquemos felizes com a Semana Santa, com a Páscoa, momentos de nos confraternizar, nos alegrar, de dar e receber ovos de Páscoa... Mas porquê isto? Bem! Para quem ao menos gosta da História e da essência dos fatos e atos ocorridos, vale continuar a leitura.

Já há alguns milênios (3,5) os Judeus já comemoravam a Páscoa. Mas como? Jesus Cristo não havia nem mesmo nascido! É verdade! No início, as comemorações da Páscoa já eram nesta época do ano: Março, Abril (primavera no hemisfério norte) eram para comemorar as colheitas. Era, portanto, a festa das colheitas. A alegria de festejar e “bebemorar” com o sucesso de um período trabalhado e seus frutos (na verdade a festa da colheita era 50 dias após a páscoa).

Muito bem! Mas os nossos Pais religiosos, os Judeus, foram escravizados no Egito (Império naquela época). Ficaram como escravos muitos anos... Até que, com ajuda de Deus, conseguiram sair da escravidão e voltar à terra prometida e foi o que ocorreu por coincidência ou projeto Divino também nesta mesma época da Páscoa e, assim, então, a comemoração dos Judeus passou a ser a da Passagem, do Êxodo, da libertação da terra do Egito.

E agora onde está a Páscoa Cristã? A nossa Páscoa, que é, sem dúvida, a maior Festa e a maior comemoração de todas as festas cristãs, está exatamente neste mesmo período do ano, pois mais uma vez por coincidência ou não ocorre também nesta época.

O Verbo que era a palavra se fez carne e veio habitar entre nós e após um período aqui na terra nos mostrou que nós também somos eternos, pois o que vivemos é uma Páscoa, ou seja, em Hebreu Páscoa quer dizer PASSAGEM assim sendo, Jesus o Cristo, nos mostrou que aqui é apenas um local de passagem e acima de tudo de aprendizagem. Portanto o mais importante não é o que construímos materialmente, mas, sim, o que construímos espiritualmente. Jesus, após ser crucificado e morto (na época da festa da Páscoa judaica, pois ele havia ido até Jerusalém para as comemorações - ele também era Judeu), ele ressuscita no 3º dia e aparece aos seus discípulos algumas vezes.

Portanto nós, os Cristãos, comemoramos esta época do ano como a maior de todas as festas, assim, ela é mais importante que o próprio Natal (Nascimento de Jesus). Apesar de o Calendário Gregoriano contar os anos do nascimento de Cristo, na verdade nós estamos há uns 1970 anos de comemorações de Páscoas Cristãs.

E para quê os Ovos, os coelhos...? O raciocínio é sempre lógico como também muitas vezes é a Fé! Como foi aprendido que a verdadeira Vida é após esta Páscoa (Passagem) assim sendo temos que comemorar a Vida e o que é melhor para simbolizar a vida do que o ovo! E o coelho, é lógico. Como o bichinho procria, não é mesmo? Bem, devemos lembrar também que os fatos e símbolos foram incididos em um outro mundo - o chamado mundo velho (berço da humanidade) - e com suas culturas, portanto também é interessante relembrar que tudo em História se deve contemporizar.

A passagem por esta terra, por este planeta, é o que temos consciência neste momento, quanto ao futuro temos a esperança. Páscoa, portanto, é a passagem, mas não a passagem desta vida para outra, mas de toda a passagem por esta vida, com todos os seus anos de conhecimentos, aprendizagens, vivências e experiências. Portanto, a Páscoa é, em suma, a comemoração da VIDA! 

Feliz páscoa para você.

Por Benito Pepe - http://www.planetanews.com