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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

HISTÓRIA DO CARNAVAL E SUAS ORIGENS

O carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. A História do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.
A palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.
Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. As Saceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.

O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.
O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica.
As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.
Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.

Mas tais festas eram pagãs. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos as festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.
A Igreja Católica buscou então enquadrar tais comemorações. A partir do século VIII, com a criação da quaresma, tais festas passaram a ser realizadas nos dias anteriores ao período religioso. A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa.
Durante os carnavais medievais por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam nas ruas e campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.
Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca.

A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. 
Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil.
Copiado: http://brasilescola.uol.com.br/carnaval/historia-do-carnaval.htm

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

AMIGOS...UM FELIZ NATAL

               
         Então É Natal

Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, do amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem souber o que é o bem

Então é Natal, pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre, num só coração
Então bom Natal, pro branco e pro negro
Amarelo e vermelho, pra paz afinal
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem

Então é Natal, o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, o amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem

Harehama, há quem ama
Harehama, ha
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez

É Natal, é Natal, é Natal

Musica: Simone

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A Melhor Festa Surpresa...

Final de ano não pode faltar a... festa da empresa ;-) 

Festa de empresa é aquele momento em que você vai porque tem que ir... aquele diretor que passa da conta e fica sem graça no dia seguinte... aquela rodinha de pessoas dançando meio fora do ritmo com um copo na mão e sorrisos forçados... aquele analista bombadinho com camisa apertada para impressionar a estagiária... e por aí vai... rsrs...

Apesar de tudo isso, não é fácil organizar uma festa... neste artigo vou contar a festa mais sensacional que já fizemos... se tiver preguiça de ler, vai direto pro final que tem um vídeo de menos de 2 minutos contando tudo ;-)

Neste ano, estávamos organizando a festa de aniversário da Gaia daquele jeito de sempre, sem que ninguém soubesse os detalhes (adoramos fazer festas surpresa, assim ninguém reclama… rsrs).

Mas estava difícil, não queria colocar todos num bar bebendo, procurava algo com mais propósito, mas que fosse MUITO divertido!!!

Sem ideias criativas estávamos fechando para levar todos a um buffer infantil, mas eu não estava feliz, queria algo a mais.

Até que a Casa Hope, uma ONG que atende crianças de fora de São Paulo, que precisam de local para ficar enquanto estão em tratamento de câncer na cidade, veio nos procurar para falar sobre doações.

“Tive uma ideia, não sei se faz sentido para vocês”, eu disse...

“Estamos organizando uma festa, mas queremos algo com propósito e muito alegre. Podemos organizar a festa da Gaia na Casa Hope com as crianças?”, perguntei.

“Fantástico, adoramos receber gente e as crianças adoram”, respondeu ela com um sorriso nos lábios e continuou, “e nesse ano as crianças não terão festa de páscoa, por conta da crise tivemos que cortar despesas.”

“Fechado!!! Vamos organizar uma super festa para as crianças da Casa Hope, levar as crianças da Gaia+ (ONG da Gaia) o os adultos da Gaia e ter momentos bem divertidos. Aline, bola com você!”, completei.

Resumo pra quem não prestou atenção em tudo até aqui:

1. queríamos uma festa super legal,

2. fechamos com a Casa Hope (ONG de crianças com câncer) pra fazer a festa lá!

Voltando...
A Aline organizou tudo super bem, contratou monitores para animar, barraquinhas de comida, decoração...

Chegou o grande dia. Colocamos todos em um ônibus e não dissemos para onde iríamos...

Confesso que eu tinha um pouco de receio de como seria a reação da turma…

Até que chegamos ao local. Ao entrarmos os monitores organizaram um grande grito de alegria com todas as crianças da Casa Hope e da Gaia+ para nos receber... uauuu!!!

Interessantíssimo foi ver a cara dos Gaianos ao entrarem, mistura de emoção, sorriso e surpresa. Alguns com lágrimas nos olhos, outros sem entender muito o que se passava.

Na primeira brincadeira, para criar um vínculo, separamos ovos de páscoa e em cada um colocamos o nome de uma criança. Os adultos deveriam descobrir quem era a criança e entregar o ovo.

Nas próximas 5 horas ficamos brincando, dançando, comendo, momentos em que não importava a sua idade, a sua doença ou classe social, todos iguais, sorrindo e tendo momentos de extrema felicidade.

Ao final, as crianças nos levaram para conhecer a estrutura da Casa Hope. Foi lindo vê-las explicando como funciona o local, cheias de orgulho, como quem quer mostrar sua casa para um visitante querido.

Por alguns momentos tive que segurar o choro, como quando uma criança, o Erick, mostrou a foto do amigo que havia morrido ou quando as crianças fizeram uma linda apresentação.

Momentos como esse nos fazem refletir e sermos gratos pela saúde e condição que temos. 

Imagina um garoto de 6 anos que está há quase 6 anos só com a mãe em São Paulo, longe de toda a família? E ainda assim é extremamente alegre!

Ou a mãe da encantadora Sofia que raspou a cabeça para ficar igual a filha?

Voltando a nossa realidade, certamente foi a festa mais incrível que já fizemos. Realmente tocou no coração de cada um.

Vale a pena ver o vídeo de menos de 2 minutos...




Obrigado por ter lido... comente, é muito bom saber o que você achou e se tiver ideias legais, compartilhe conosco!!! 

 forte abraço!

João P. Pacifico - https://www.linkedin.com


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Pesquisa de Clima Organizacional


Alto absenteísmo, desmotivação, insubordinação, falta de comprometimento, queda de clientes, e outras variáveis que estão impactando o rendimento da empresa.
 O que fazer?
Em tempos de crise não segure gente ruim! Sei que esta frase é chocante e parece ser incoerente com o ultimo artigo que escrevi “Pergunte ao consultor – pergunta 2”, mas entenderá que não é.
De fato não se manda gente embora na primeira situação que está afetando o desempenho e produtividade da empresa. Antes procure “resgatar” este colaborador, tente de tudo: de feedback positivo sobre os acertos do seu colaborador, mostre os pontos que ele precisa melhorar, capacite-o, mostre para que direção ir, mas se mesmo assim nada adiantou, infelizmente medidas deverão ser tomadas e substituí-lo será a melhor alternativa.
Vivemos em tempos de crise e neste momento devemos estar munidos de pessoas que venham somar na empresa, visto serem elas que entregarão o produto ou serviço aos clientes. 
Estes devem se sentir muito bem atendidos para que voltem a comprar na empresa.
Investir em capacitação enquanto o movimento está devagar é melhor porque você tem tempo suficiente para colocar nos trilhos aquilo que não está legal e que atrapalham o desempenho e a harmonia na equipe. Depois que o movimento voltar a melhorar e os clientes voltarem às compras, seus colaboradores estarão “afiados” para atendê-los adequadamente. Na correria do dia a dia, não terá tempo de capacitá-los! Aproveite agora!
  • Um bom desempenho organizacional e duradouro exige flexibilidade, inovação e agilidade. 
A vantagem competitiva discorre basicamente de capacidades internas de cada organização, inclusive da aptidão de desenvolver e reter uma força de trabalho capaz e comprometida.
É fundamental que periodicamente a empresa faça uma pesquisa de clima organizacional para descobrir pontos que a própria empresa está pecando. Edwards Deming  já dizia que 85% das falhas em uma organização são de culpa da alta gerência e que apenas 15% a culpa é dos colaboradores.
  • A pesquisa permite descobrir os pontos falhos que impedem o comprometimento dos colaboradores. Sugere-se efetuar esta pesquisa com uma empresa externa porque os colaboradores se sentirão mais à vontade em responder as perguntas. 
Estas perguntas são formuladas de maneira estratégica para descobrir se os problemas estão nos processos, na gestão ou nas pessoas. 
A partir de então será possível desenhar a estratégia para a correção do que não anda bem.
Na dúvida em como aplicar uma pesquisa de clima organizacional chame o consultor.
Por: Sérgio Ditkun - http://plantaodacidade.com.br/

sexta-feira, 27 de março de 2015

5 DICAS PARA QUEBRAR O GELO EM EVENTOS CORPORATIVOS

Eventos corporativos que reúnem representantes de diversas empresas podem ser uma ótima oportunidade para fazer contato e criar relações que, eventualmente, podem se transformar em negócios. A necessidade de participar desses encontros é implícita e incentivada no dia a dia profissional. 

Mas muitos funcionários – não apenas os tímidos – sentem-se às vezes intimidados nesse tipo de evento por não saberem exatamente como agir e se posicionar. Não se trata apenas de uma questão de trocar cartões ou ir direto à pessoa que interessa. Para ser efetivo, esse networking é necessária certa habilidade e preparação.
Época NEGÓCIOS conversou com Maria Candida B. de Azevedo, consultora especializada em carreira e cultura organizacional e Fabricio Barbirato, especialista em networking e diretor-executivo do IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos), para descobrir como se dar melhor nesses eventos e conseguir construir conexões para futuras oportunidades e negócios.
# Não se esconda atrás do celular

É importante ter em mente que esse tipo de evento tem como objetivo o networking. Segundo Maria Candida, não é proibido, não é chato e muito menos implicante apresentar-se às pessoas, entrar em rodas de conversa e perguntar sobre o que cada um está fazendo ali. “Tem gente que se esconde atrás do celular e sai do evento do mesmo modo que entrou em termos de relacionamento”, afirma Maria. O funcionário pode até passar a ideia de que está ocupado e que é alguém importante resolvendo problemas, mas não é essa a conduta indicada pelos consultores. “Mesmo os mais tímidos precisam saber que ficar conectado no celular o tempo todo não vai levá-los a lugar algum”, afirma Fabricio Barbirato. A dica é preparar-se para conseguir realizar a melhor abordagem.

# Não vá sem estar informado 
Para construir relacionamentos no mundo corporativo, é preciso saber exatamente o que a sua empresa faz, quais são os seus pontos fortes e estar informado sobre o mercado. “É fundamental conhecer o universo corporativo e, dependendo do evento, informar-se sobre fusões, lançamento de marcas e demissões em massa”, afirma Barbirato. Essas informações serão as ferramentas necessárias para abrir espaço e criar conexões com um desconhecido, afirmam os consultores. Escolher a roupa mais adequada para o evento e saber se posicionar constituem fatores importantes também. “As pessoas querem conversar com quem transmite seriedade, segurança e parece bem disposto a fazer contatos”, afirma Maria Candida.

# Estude a melhor maneira de abordar as pessoas
- Direta: aproxime-se de uma pessoa e pergunte naturalmente o nome dela e a qual empresa ela pertence. Apresente-se de modo direto e troque cartões. Busque algum 'gancho' para estabelecer a conversa inicial.
- Escuta de Libélula: imagine um coffee break cheio de rodas de conversas. Você não conhece ninguém e não sabe como agir. Se esse for o caso, a dica é fazer o que os consultores chamam de ‘escuta de libélula’. “Aproxime-se de uma roda o suficiente para ouvir a conversa, mas não para interromper. Escute o que estão falando. Se o assunto interessa e você tem algo a acrescentar, aproxime-se. As pessoas naturalmente irão abrir espaço”, indica Maria. Se a conversa não for de seu interesse, tente essa abordagem na roda ao lado.
- Procure algum conhecido que te ajudará a ser apresentado: um conhecido pode te introduzir rapidamente em uma conversa que já está acontecendo. É uma entrada mais imediata no evento. Estabelecido o primeiro contato, outros podem chegar até você com maior naturalidade. Os consultores só não aconselham depender exclusivamente de um terceiro. “Não adianta esperar os outros te apresentarem. Essa função é sua como representante da empresa”, afirma Barbirato.

# Encontre um caminho para desenvolver a conversa
Estabelecida a apresentação e a troca de cartões, como fazer a conversa fluir? “Uma dica para começar é perguntar o que a pessoa faz. Todo mundo fala naturalmente daquilo que domina, mesmo os mais tímidos”, diz Barbirato. Outro conselho dos consultores é fazer uma pergunta ampla (sobre o evento ou um fato relevante no mercado) e estudar rapidamente a resposta da pessoa. O processo sempre começa com você escutando o que a pessoa tem a dizer. “Enquanto você vai ouvindo, imagine outras questões e amarre assuntos a partir da realidade dela”, diz Maria. É nesse aspecto que a necessidade de estar bem informado surge com maior evidência – para criar conexões e fazer com que o outro sinta-se à vontade. A partir desse ponto, a conversa deve fluir naturalmente.

# Mantenha o contato após o evento
Não basta esforçar-se em criar um relacionamento no evento se for apenas para empilhar cartões em sua mesa no dia seguinte. Para os consultores, a manutenção dos contatos é fundamental. “Envie um email convidando para um café ou com sugestões referentes aquilo que foi conversado”, afirma Maria. Indicar fornecedores ou novos contatos pode se mostrar importante também. “É assim que você formaliza aquilo que foi criado informalmente no evento e estabelece um networking mais efetivo”, afirma Barbirato.

Copiado: http://epocanegocios.globo.com/

terça-feira, 11 de março de 2014

10 Coisas que Grandes Oradores Nunca Dizem em Palestras


Planejamento é a chave para não criar momentos desconfortáveis e manter a atenção da plateia

É muito mais fácil perder a atenção de uma audiência em poucos minutos do que ganhá-la. 

Como os grandes oradores agem, então, para serem realmente ouvidos?

Boris Veldhuijzen van Zanten, empreendedor e fundador do Twitter Counter e do The Next Web, compartilhou no site Inc dez frases que nunca devem ser ditas nos primeiros momentos de uma apresentação, se você quer manter a atenção de seus ouvintes.

1. “Estou cansado/ de ressaca/ confuso pelo fuso-horário”

Uma em cinco palestras começam com alguma desculpa: “eles só me convidaram ontem” ou “estou cansado da viagem”. A audiência não quer saber disso, mas deseja que você dê o seu melhor. Se você não pode se esforçar para isso, não aceite dar a palestra. Mas se estiver disposto, deixe de lado o cansaço, vá lá e arrase!


2. “Vocês podem me ouvir? Sim, podem!”

Começar uma palestra dando tapinhas para testar o microfone e perguntar à plateia se está sendo ouvido é comum, mas sempre estranho. Não é responsabilidade do palestrante checar o áudio, há pessoas para fazê-lo (e se não houverem, teste o volume com antecedência). Se você começar a falar e sentir que o microfone não está funcionando, mantenha a calma, e discretamente peça para que o problema seja resolvido. Não é necessário gritar do palco ou parecer desconfortável. Fique calmo e espere a solução, se for o caso.


3. “Não consigo ver vocês porque as luzes estão muito fortes”

Sim, no palco as luzes são fortes, quentes e é difícil enxergar as pessoas, mas elas não precisam saber disso. Olhe para a audiência (mesmo sem distinguir a plateia) e sorria frequentemente. Se quiser interagir melhor, não tenha medo de descer do palco e se aproximar das pessoas. Ao invés de cobrir os olhos para enxergá-las, converse com o responsáveis pela iluminação, antes da palestra, pra que eles acendam as luzes do local se você quiser fazer perguntas ou contar mãos levantadas e coisas do tipo. Planejamento é a chave para não criar momentos desconfortáveis.


4. “Voltarei a falar disso depois”

Se a plateia se mostrar interessada e quiser interagir, não se prenda aos slides e à ordem em que você abordará os assuntos. Se alguém levantar a mão e fizer uma pergunta, por exemplo, responda naquele momento, mesmo que você fosse falar do assunto depois. Elogie quem fizer isso e incentive o resto da audiência a fazer o mesmo. Não perca a chance de explorar pessoas dispostas a aprender! Não deixe nada para depois.


5. “Vocês conseguem ler isto?”

Para não correr o risco de fazer a plateia apertar os olhos, use a regra comum: saiba qual será a média de idade do público a quem você vai se dirigir e dobre este valor para estabelecer o tamanho da fonte dos slides. Por exemplo, se a média será de 40 anos de idade, use uma fonte tamanho 80 pontos. Mesmo que em cada slide caiba pouco conteúdo, será melhor, pois a apresentação ficará mais dinâmica.


6. “Deixe-me ler isso para vocês”

Nunca, nunca, nunca coloque tanto texto em um slide que as pessoas tenham que gastar tempo lendo aquilo. Esta é a “melhor” maneira de fazer a audiência se dispersar. O raciocínio é simples: se as pessoas tiverem que ler algo, elas vão ter que parar de ouvir o que você está dizendo. Por isso, faça slides curtos, com palavras-chave, as quais você desenvolverá, sem ler. Se quiser levar uma frase à audiência, decore e recite. Se for realmente necessário ter a frase no slide, avise que todos devem ler e dê cerca de 10 segundos de silêncio para este fim. Seja como for, não leia slides!


7. “Desligue seu celular/laptop/tablet”

Houve um tempo em que você poderia pedir isso da audiência. Não mais. Hoje em dias as pessoas tuítam suas frases e fazem anotações em seus tablets e smartphones. Ou, jogam paciência e navegam pelo Facebook. Você pode pedir que todos os aparelhos sejam colocados no silencioso, mas só isso. Será sua responsabilidade fazer uma apresentação tão incrível e interessante que as pessoas queiram dedicar total atenção a ela. Pedir atenção não funciona, é preciso ganhá-la.


8. “Você não precisa anotar nada ou tirar fotos; a apresentação estará disponível online depois”

É uma boa opção disponibilizar o material da palestra para os ouvintes, mas não os restrinja. Algumas pessoas gostam de escrever para memorizar o que ouviram ou são inspiradas de tal forma que precisam registrar as ideias que estão tendo através da palestra. Portanto, deixe os ouvintes livres para utilizar os recursos que melhor complementam suas necessidades.


9. “Deixe-me responder essa questão”

É importante responder perguntas imediatamente, como já dissemos, mas quando alguém faz uma pergunta, muitas vezes as outras pessoas não ouviram. Antes de entrar na resposta, então, repita a pergunta para toda a plateia. Além de manter todos interessados, este hábito dá a você um pouco mais de tempo para desenvolver a resposta.


10. “Serei rápido”

Esta é uma promessa que ninguém cumpre, mas inicia muitas palestras. É importante lembrar, porém, que a duração da apresentação não é o mais importante para a plateia, afinal eles já investiram aquele tempo, e querem ser inspirados e aprender com o que você tem a dizer. Escolha começar com uma frase mais impactante ao invés de uma promessa que você quebrará.


Dica bônus: “Meu tempo acabou? Mas eu ainda tenho 23 slides!”

Se você veio despreparado e precisa de mais tempo do que está disponível, então você fez besteira. É necessário praticar a apresentação e adaptá-la ao tempo que você recebe. Se possível, e melhor ainda, é terminar cinco minutos antes e abrir para perguntas. Conclusão: venha preparado, seja você mesmo e mantenha o profissionalismo. A plateia vai gostar de você por ser claro, objetivo, sério e não desperdiçar seu tempo.

Fonte: Portal Administradores
21/02/2014

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Encontro Maranhense de Administração – XVI EMAD.

Prepare-se para mais uma edição do Encontro Maranhense de Administração – o XVI EMAD.

Promovido pelo Conselho Regional de Administração do Maranhão CRA-MA, em parceria com o Conselho Federal de Administração CFA, o EMAD já é considerado o maior evento científico da área em nosso estado. 

Estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de Administração e Gestão, professores, mestres, doutores, coordenadores de IES, administradores, empresários e representantes da Administração Pública, estarão reunidos entre os dias 16 e 18 de Outubro de 2013 para discutir a atual relação entre o profissional Administrador, o mercado de trabalho e as novas tecnologias, além de servir como espaço de troca de ideias e experiências, como forma de fortalecimento e reconhecimento da categoria. 

Na programação de 03 dias, constam palestras ministradas por renomados conferencistas do país, minicursos, Painel com Casos de Sucesso e um momento para Discussão Aberta entre Administradores de todo o estado, oferecendo aos seus participantes com 20(vinte) horas de carga horária.


PROGRAMAÇÃO


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Autos e Folguedos - Tradição do Povo Brasileiro

 Os Autos e Folguedos que celebram o natal fazem parte da cultura do Maranhão e compõem o ciclo natalino que acontece do dia 24 de dezembro a 06 de janeiro, em homenagem ao nascimento do menino Jesus. 

Os autos se manifestam pelo canto, pela dança, pelo teatro e pela música, compondo uma cena teatral dos momentos que antecedem o nascimento de Jesus em Jerusalém, com personagens que representam países, animais e profissões. As manifestações folclóricas natalinas surgiram na Idade Média e chegaram ao Brasil através dos jesuítas no século XVI, com o objetivo de catequizar os indígenas.
Com os passar dos anos e com a miscigenação do povo brasileiro, mudanças ocorreram e cada região ganhou um jeito novo e particular de participar dos autos e folguedos. 

No Maranhão, os autos chegaram com os primeiros imigrantes portugueses no século XVII e ainda hoje representam a herança simbólica de um povo e seu patrimônio cultural. Acontecem com maior frequência na baixada, principalmente, nos municípios de Cedral, Cururupu, Guimarães, Matinha, Mirinzal, Penalva, Porto Rico do Maranhão e Viana.
Em São Luís, os grupos são uma extensão dos grupos existentes na baixada, pessoas nascidas nessa região que trouxeram para São Luís a tradição dos pastores ou pastoril, reis ou reisado e caretas, assim como presépios ou lapinhas e outros rituais complementares, como a queimação de palhinhas. Todos fazem parte do ciclo natalino, mas com características próprias que compõem e abrilhantam os autos e folguedos no natal.

  • Pastoril: é uma encenação cujo tema principal é o aviso que o anjo Gabriel dá sobre o nascimento de Jesus Cristo. O auto está dividido em três atos, representados, de modo geral, apenas por meninas na faixa etária entre 7 e 17 anos. Eventualmente, podemos encontrar um grupo que utilize um menino na figura do personagem Caçador. Típico da região Nordeste, os participantes dançam e cantam nas ruas ou em teatros representando os mais diferentes personagens, tais como o pastor guia, os pastores mestres, a florista, a cigana rica, as borboletas, a primavera, entre outros. Geralmente, os grupos de Pastor saem à meia-noite do dia 24 de dezembro e estendem suas apresentações até o dia de Reis, 6 de janeiro.
  • Reisado: é uma festa realizada na véspera e no Dia de Reis, 6 de janeiro, retratando a visita dos três Reis Magos ao Menino Jesus. Em São Luís, é conhecido como Reis, podendo ser chamado de Reisado em outros lugares. Trata-se de um cortejo composto por dois cordões, tendo como personagens principais o rei e a rainha. Alguns grupos possuem dois reis e duas rainhas e acrescentam outros personagens, como anjos, lua e estrela. O grupo sai para visitar as casas das localidades à qual pertence acompanhado de uma pequena orquestra e os seus participantes usam roupas coloridas e chapéus.
  • Caretas: com treze dias de festa, começando no natal e terminando no dia de reis, o reisado Careta rompe com a tradição dos Ciclos Natalinos ao trazer em sua caracterização bichos para a encenação do nascimento do menino Jesus. Normalmente, os brincantes do Careta são homens que usam máscaras como diferencial dos demais Autos natalinos, gerando um certo medo nas pessoas que assistem a apresentação. Além dos Caretas, são personagens deste ciclo os Santos Reis, o Babau, a Nega Velha, o Caretinha e o Cabeça de Fogo. A roupa do Careta é uma saia longa de embirra feita de palha de tucum desfiada, que pode ser complementada por outros adereços, tais como o cajado e o chicote.
  • Presépio ou lapinha: é um ritual de purificação que conserva na sua ingenuidade primitiva o sentimento religioso do povo. Quem coloca presépio uma vez tem que colocar sempre, pois é uma promessa, uma obrigação. Sua montagem depende da criatividade de cada um podendo ser bem simples ou mais luxuoso.
  • Queimação de palhinhas: é realizada no dia seis de janeiro. Alguns consideram como uma festa à parte dos autos e folguedos de natal, mas há quem defenda que a queima das palhinhas é o encerramento do ciclo natalino, ou seja, o último dia que se apresenta. Assim, com o encerramento da queimação de palhinhas, as apresentações dos Autos e Folguedos natalinos são concluídas nesse período, onde também é desmontado o Presépio. 
Copiado: UFMA Noticias -  http://www.ufma.br/noticias
 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Use a Postura para Conseguir o Emprego Desejado

  • Você está na entrevista daquele emprego que procura há meses. 
  • Gostou da empresa, fala tudo o que treinou em casa. 
  • Quando você já está certo que o lugar é seu, o entrevistador levanta-se, agradece sua presença e o dispensa.
Onde está o erro? 

O mais provável é que você não tenha prestado atenção em quem estava à sua frente, ou seja, "ouvia", mas não "via". Isto quer dizer que você estava tão envolvido com o discurso que esqueceu da sua postura.
A linguagem do corpo diz muito sobre como a pessoa está reagindo a uma situação. Você pode ter pistas se o entrevistador está gostando ou não de você, e tentar reverter a situação. Por outro lado, a linguagem do corpo é mais uma maneira de você passar sua mensagem: "me contrate!"
De acordo com o livro "O Corpo Fala: a Linguagem Silenciosa da Comunicação Não-Verbal" (Ed. Vozes), o corpo humano é dividido em três partes: 
  • Águia (cabeça - controle), 
  • Leão (tórax - emoção) e 
  • Boi (abdômen - desejos instintivos). 
Então, uma pessoa com a cabeça (controle) baixa, curvada para a frente (tórax e abdômen reprimidos), passa uma imagem de submissão total. Ao contrário, cabeça ereta e coluna reta mostram que você é uma pessoa segura de si.
Tendo isso em mente, alguns truques de postura podem ser úteis para obter aquela vaga tão sonhada. Confira abaixo:
1. Ao cumprimentar alguém, se a mão dá um forte aperto, é sinal de que não há restrições. A mão frouxa é sinal de que a pessoa tem medo de ser envolvida;
2. Ao sentar-se, não deixe a pasta ou a bolsa sobre o colo, "protegendo o boi". Significa que você não está à vontade. Da mesma forma, se o entrevistador estiver com algo no colo, espere ele se soltar para apresentar seus argumentos;
3. Pés em direção ao entrevistador indicam que você se interessa pela pessoa. Se eles estiverem voltados para a porta, é a direção em que o corpo quer ir;
4. Com braços cruzados no peito, você não quer mudar a opinião e nem aceitar o que estão lhe falando.
5. Puxar os cabelos significa que você busca uma grande idéia. Cotovelos apoiados fazem a delimitação de espaço quando a pessoa sente-se invadida, intimidada.
6. Morder a caneta e mexer no queixo mostram que a pessoa está estimando a situação proposta.
Além disso tudo, as pessoas ainda costumam ter um desafio extra na hora da entrevista: saber o que fazer com as mãos. Veja abaixo o que a posição delas representa:
1) Na frente da boca: geralmente significam que a pessoa deseja falar algo, mas não tem a oportunidade ou não sabe ao certo o quê;
2) Cruzadas para trás: sinais que não se concorda muito com o alvo da discussão;
3) Fechadas: mostra insegurança, como se agarrasse algo para não cair;
4) Abertas: concorda com a situação.
Por - Cristina Amorim - http://carreiras.empregos.com.br