quarta-feira, 14 de março de 2012

21 exercícios de neuróbica para exercitar o seu cérebro


Evitar movimentos “automáticos” ajuda a memória e a concentração.

Quem foi que disse que o cérebro não precisa de exercícios para se manter ativo? 
Se o nosso corpo necessita de malhação para ficar sempre em ordem e cheio de disposição, por que com a mente seria diferente? 

Uma nova técnica, denominada neuróbica, promete novo pique para a memória e a concentração, evitando movimentos automáticos no dia-dia.

O cérebro também vai perdendo sua capacidade produtiva ao longo dos anos e, se não for treinado com exercícios, pode falhar. O neurocientista norte-americano, Larry Katz, autor do livro Mantenha seu Cérebro Vivo, criou o que é chamado de neuróbica, uma ginástica específica para o cérebro. A teoria de Katz é baseada no argumento de que, tal como o corpo, para se desenvolver de forma equilibrada e plena, a mente também precisa ser treinada, estimulada e desenvolvida. É comum não prestamos atenção naquilo que fazemos de forma mecânica, por isso costumamos esquecer das ações que executamos pouco tempo depois.

Como funciona a neuróbica? A neuróbica consiste na inversão da ordem de alguns movimentos comuns em nosso dia a dia, alterando nossa forma de percepção, sem, contudo, ter que modificar nossa rotina. O objetivo é executar de forma consciente as ações que levam a reações emocionais e cerebrais. São exercícios que vão desde ler ao contrário até conversar com o vizinho que nunca dá bom dia. Quanto mais o cérebro for treinado, mais afiado ele ficará, para isso não é preciso se matar com teste de QI ou nas palavras cruzadas. 

A neuróbica é uma técnica simples de exercitar o cérebro.
O programa de exercícios da neuróbica oferece ao cérebro experiências fora da rotina, usando várias combinações de seus sentidos - visão, olfato, tato, paladar e audição, além dos "sentidos" de cunho emocional e social. Por isso quem sempre estiver atento em estimular o cérebro terá menos problemas de saúde cerebral, como demência e doenças cognitivas, como Alzheimer.

21 dicas para você montar seu treino.
O desafio da neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria ações automáticas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional, por isso:

1-Use o relógio de pulso no braço direito;
2-Ande pela casa de trás para frente;
3-Se vista de olhos fechados;
4-Estimule o paladar, coma comidas diferentes;
5-Leia ou veja fotos de cabeça para baixo concentrando-se em pormenores nos quais nunca tinha reparado;
6-Veja as horas num espelho;
7-Troque o mouse do computador de lado;
8-Escreva ou escove os dentes utilizando a mão esquerda - ou a direita, se for canhoto;
9-Quando for trabalhar, utilize um percurso diferente do habitual;
10-Introduza pequenas mudanças nos seus hábitos cotidianos, transformando-os em desafios para o seu cérebro;
11-Folheie uma revista e procure uma fotografia que lhe chame a atenção. Agora pense 25 adjetivos que ache que a descrevem a imagem ou o tema fotografado;
12-Quando for a um restaurante, tente identificar os ingredientes que compõem o prato que escolheu e concentre-se nos sabores mais subtis. No final, tire a prova dos nove junto ao garçom ou chefe;
13-Ao entrar numa sala onde esteja muita gente, tente determinar quantas pessoas estão do lado esquerdo e do lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala, feche os olhos e enumere-os;
14-Selecione uma frase de um livro e tente formar uma frase diferente utilizando as mesmas palavras;
15-Experimente jogar qualquer jogo ou praticar qualquer atividade que nunca tenha tentado antes.
16-Compre um quebra cabeças e tente encaixar as peças corretas o mais rapidamente que conseguir, cronometrando o tempo. Repita a operação e veja se progrediu;
17-Experimente memorizar aquilo que precisa comprar no supermercado, em vez de elaborar uma lista. Utilize técnicas de memorização ou separe mentalmente o tipo de produtos que precisa. Desde que funcionem, todos os métodos são válidos;
18-Recorrendo a um dicionário aprenda uma palavra nova todos os dias e tente introduzi-la (adequadamente!) nas conversas que tiver;
19-Ouça as notícias na rádio ou na televisão quando acordar. Durante o dia escreva os pontos principais de que se lembrar;
20-Ao ler uma palavra pense em outras cinco que começam com a mesma letra;
21-A proposta é mudar o comportamento rotineiro. Tente, faça alguma atividade diferente com seu outro lado do corpo e estimule o seu cérebro. Se você é destro, que tal escrever com a outra mão?

Agora é só por em prática e explicar a quem está a sua volta que se trata de qualidade mental e não de loucura por fazer tudo ao contrário. Fica a dica!

Fonte: Yahoo Beleza e Saúde.

Uma pérola do Jornalismo Maranhense...

Crédito: https://www.facebook.com/JornalismodaDepressao

terça-feira, 13 de março de 2012

Programa 5S – Estruturando a Implantação

A implantação de um Programa 5S não é nada fácil, pois implica em mudança de atitudes e envolve a todos, do topo à base da pirâmide. Tenho recebido notáveis contribuições, dentre elas a do Eng. Koichiro Watanabe, que tem larga experiência na implantação de 5S em empresas japonesas e nos brinda com suas lúcidas e brilhantes intervenções, dentre outros. Mas, seguindo o jogo a estruturação de um Programa 5S começa pela elaboração de um cronograma de implantação, entretanto antes de já sair pedalando é importante conhecer  alguns itens que poderão auxiliá-lo na organização do seu cronograma, que são eles:
Prazos
O Programa 5S tem um cronograma básico, mais ou menos padronizado, e testado com sucesso em muitas empresas, que pode ser usado como modelo, pois ninguém precisa inventar a roda. Ele prevê um prazo para cada etapa do programa;
Local
Deve ser o mais agradável e adequado, e que, preferencialmente, comporte todas as pessoas sentadas. É importante que a sala seja previamente organizada com todo material necessário;
Reuniões
Cada etapa da implantação é precedida de uma reunião com a participação de todos que trabalham na empresa. Escolha um dia da semana ideal para isso. De preferência negocie com os seus parceiros o melhor horário;
Cartazes e Murais
Outra iniciativa que gera bons resultados é a manutenção de um jornal-mural que acompanhe, em forma de notícias, o andamento do programa. O jornal pode ter qualquer nome (por exemplo “O Esfregão”), pode conter uma síntese das decisões tomadas nas diversas reuniões, notas sobre os progressos obtidos e, também, servir de expositor de notícias publicadas nos jornais e nas revistas através de temas relacionados com o programa: saúde, qualidade de vida, ecologia, combate ao desperdício, qualidade total, entre outros, a criatividade é livre;
Registre a Situação Atual da Empresa em Fotos ou Filme
Tire fotos de todos os ambientes de trabalho e de circulação geral, dê ênfase aos locais que estão “bagunçados”, mostre gavetas, interior de armários, mesas de trabalho, área de produção e também aquelas famosas salinhas da bagunça, onde tudo é “jogado” por lá e esquecido por todos. Lembre-se de organizar bem este material para que possa, ao final do programa, documentar os mesmo locais depois da implantação. Utilize este material na reunião;
Na elaboração do cronograma de implantação observe o espaço de tempo entre as etapas, não coloque um espaço de tempo muito longo nem curto demais. Tenha claro o melhor tempo, de acordo com o tamanho da empresa, a época em que irá começar, o ramo de atividade e etc;
Observe o cronograma básico que você pode seguir para a implantação do programa na sua empresa. (Claro que o aspecto deste cronograma pode ficar mais bonitinho, conforme o capricho de cada um).
Etapa                                                                        Data Inicial                Data Final
Planejamento ................................................................     ___/___/____          ___/___/___
Lançamento ..................................................................     ___/___/____          ___/___/___
Implantação do Seiri (descarte   .....................................     ___/___/____          ___/___/___
Implantação do Seiton (organização)  .............................     ___/___/____          ___/___/___
Implantação do Seiso (limpeza)  ...................................     ___/___/____          ___/___/___
Implantação do Seiketsu (higiene) ................................     ___/___/____          ___/___/___
Implantação do Shitsuke (ordem mantida).....................     ___/___/____          ___/___/___

Todo mundo sabe que uma das melhores formas de educar é com o exemplo. Então lidere o processo de implementação do Programa 5S, dando o exemplo com suas novas atitudes. A formalização escrita e disseminada por todos da empresa mostrará o comprometimento em facilitar, estimular, prover os recursos necessários ao sucesso do programa, sendo isso um fator fundamental para obter os melhores resultados. Os novos hábitos são incorporados na interação de cada um com o outro e com o grupo. Sendo assim, a demonstração do empenho sincero na transformação de seus comportamentos e atitudes servirá como exemplo para todos os outros.
Você já está na cara do gol para começar a implantar, de fato, o Programa 5S, então vamos dar uma repassadinha nos últimos tópicos:
  • Uma andorinha só não faz verão, então forme uma equipe de apoio para auxiliar na implantação do Programa;
  • Crie varios cartazes referentes aos conceitos e benefícios do Programa, isso é uma maneira de envolver todas as pessoas da organização;
  • Realize o diagnóstico da atual situação, utilizando a lista de verificação nos setores da sua Empresa;
  • Planeje o lançamento do programa em toda a organização;
Cinco dias úteis antes da data marcada para a reunião de Lançamento, afixe, nos locais mais visíveis da empresa,  cartazes para provocar a expectativa de todos em relação ao programa. Três dias úteis antes da reunião, será a vez de afixar um Cartaz-Convite já preenchido com a data, a hora, assinaturas e local da reunião;
Durante o lançamento é necessário a presença de no mínimo um diretor “pra dar sustância”, demonstrar o nível de comprometimento da alta direção e pra galera perceber que o jogo é à vera. De preferência peça pro “homem” dar uma ”palhinha”  pra rapaziada;
Está chegada a hora de iniciar a implantação prática dos 5 sensos, mas antes é interessante verificar as possíveis causas de insucesso na implantação deste programa, o que veremos no nosso próximo encontro.

Como Vencer a Concorrência

http://www.sdr.com.br/dicas/futuro/Futconcorrentes249b.jpg
“Contaram-me que os peixes não se importam de serem pescados, pois têm o sangue frio e não sentem dor.
Mas não foi um peixe que me contou isso.”
(Heywood Broun) 
Não sejamos hipócritas. Esta estória de que concorrência é saudável porque estimula o desenvolvimento e combate o imobilismo é filosoficamente bela, mas não retrata a realidade.
Frédéric Bastiat, economista francês do século XIX e grande defensor do livre comércio, dizia: “Destruir a concorrência é matar a inteligência”. Pois então que morra, neste caso, a inteligência! Qualquer empresário ou gestor há de concordar que concorrência boa, é concorrência morta.
É por isso que o mundo corporativo tem sido marcado por fusões e aquisições, com a formação de grandes grupos econômicos. Tome-se como exemplo o setor bancário. Chama menos atenção a redução do número de instituições financeiras, o que não seria uma medida estatisticamente adequada, mas a concentração do patrimônio líquido, dos depósitos e do crédito entre os quinze maiores bancos do país.
As grandes companhias buscam o caminho dos ganhos de escala e da redução de custos operacionais, princípios econômicos legados da Era Industrial. É uma forma de debelar a concorrência absorvendo-a (aquisição) ou aliando-se a ela (fusão). Mas fica a pergunta: e quanto às pequenas empresas?
Firmas de pequeno e médio porte têm uma natural vocação autofágica. Em outras palavras, digladiam-se por um pedaço de osso como se fosse carne de primeira. Chegam até mesmo a praticar dumping (vender abaixo do preço de custo) para evitar que o vizinho ganhe o pedido. Cooperativismo e associativismo são palavras ausentes do vocabulário – e do dicionário – da maioria dos empresários. É uma questão cultural alicerçada num modelo mental ultrapassado: cada um que cuide de seu terreiro.
Houve uma época em que bastava produzir o que fosse para surgir um comprador. Outro economista francês, este no final do século XVIII, Jean-Baptiste Say, cunhou uma lei de mercado que dizia: “Toda oferta cria sua própria demanda”. Sua assertiva teve vida longa, a ponto de Henry Ford declarar no auge da produção de seu veículo Modelo T: “Você pode ter o carro da cor que quiser, contanto que ele seja preto”.
Mas os tempos áureos sucumbiram em 1929 com a Grande Depressão. O impacto econômico foi tamanho que, nos Estados Unidos, a taxa de desemprego saltou de 9% para 25% em apenas três anos.
Hoje vivemos um período de comoditização ampla, geral e irrestrita. Os produtos são todos muito parecidos em funcionalidade. E os consumidores dão as cartas, reinando no trono da infidelidade e com elevado poder de barganha.
O sofrimento é ainda maior no comércio que na indústria. Basta caminhar em São Paulo, por exemplo, pela Teodoro Sampaio dos instrumentos musicais, a Consolação dos lustres, a Santa Ifigênia dos eletrônicos ou simplesmente as praças de alimentação de qualquer shopping center para sentir na  pele e na veia a ferocidade da concorrência. 
O que fazer?
1. Cuide do visual. O jogo começa na aparência que conduz à sedução. É o marketing de percepção. Você precisa captar a atenção do cliente para que ele escolha, entre as inúmeras alternativas, o seu ponto. Isso envolve a fachada, o letreiro e até mesmo o nome do estabelecimento. Os trajes dos atendentes, a pintura das paredes, a limpeza do piso, o índice de luminosidade, a organização dos produtos expostos e a facilidade de acesso a eles. Perceba que as mesmas regras aplicam-se a uma loja virtual. Neste caso, falamos de um site de fácil navegação, com diagramação e cores agradáveis, ágil na transição de páginas, amigável na busca por produtos.
2. Treine seu pessoal. Considerando-se que os produtos são similares e, portanto, facilmente comparáveis, o único canal possível de diferenciação é o da prestação de serviços. A palavra de ordem agora é “atendimento”. Não apenas um atendimento bom, mas sim um excepcional, prestado por uma força de vendas que antes de tudo conhece em profundidade o que está ofertando. É a chamada “venda consultiva” que compreende necessidades, orienta sobre tipos e modelos, instrui com foco na adequação e assiste através do pós-venda promovendo a fidelização.
3. Tenha o produto disponível. Parece óbvio, mas esta é uma das grandes falhas de gerenciamento no ponto de venda. Imagine ter atraído o consumidor para sua loja e tê-lo presenteado com um atendimento exemplar. Após analisar todas as possibilidades ele escolhe um produto que está esgotado. Era o modelo perfeito de calçado, mas não na cor desejada. Era o prato ideal para o almoço, mas sem o molho preferido. Você terá o desprazer de ver seu cliente, igualmente frustrado, sair pela porta afora de mãos vazias – mas agora seguro do que pretende comprar, evidentemente em seu concorrente. Portanto, mantenha um estoque de segurança. E se você não dispõe de espaço ou capital para tê-lo, é preferível reduzir a gama de produtos oferecidos ou especializar-se em um grupo específico. Se você não é o primeiro e nem o maior, seja o melhor no que se propõe a fazer.
4. Crie diferenciais. Além do excelente atendimento, seja criativo nos detalhes e tenha a inovação como lema. Promova campanhas e concursos, crie bônus por fidelidade, escute e surpreenda seus clientes com novas soluções integradas. Propicie condições variadas de pagamento estabelecendo, por exemplo, parceria com instituições financeiras. Vivemos uma onda de crédito abundante e facilitado, ainda que caro, mas que permite adquirir bens para pagamento em longo prazo mediante suaves prestações mensais. Você não precisa assumir o ônus dos riscos do financiamento. Não é este o seu negócio. Mas uma financeira fará este papel com todo prazer.
5. Diga não à guerra de preços. Venda benefícios associados aos produtos, desviando o foco do preço. A regra é vender valor e não preço. Por isso a importância do atendimento, inclusive no pós-venda, além da oferta de acessórios, de assistência técnica permanente e de condições diferenciadas de pagamento, conforme já mencionado.
6. Em guerra deflagrada, lute para ganhar. Jamais se esqueça de que você está em guerra permanente com seus concorrentes. Esteja, pois, preparado. Conheça bem, e de perto, seus concorrentes. Visite-os ou coloque alguém para visitá-los. Telefone para monitorar a qualidade do atendimento. Pesquise preços. Descubra seus pontos fortes e os copie. Descubra seus pontos fracos e guarde as cartas na manga. Contrate seus melhores funcionários. E, fundamentalmente, inove. Torne-se único a ponto de tornar a concorrência irrelevante. Mas lembre-se: eles podem estar fazendo exatamente o mesmo em relação a você.
Por: Tom Coelho 

O uso de e-mails

arroba-grande

O avanço da tecnologia, a exigência por retornos rápidos e imediatos, a comunicação rápida, eficaz e sem fronteiras.

A tecnologia nos fornece grandes benefícios para a comunicação, estamos tão habituados a usar tal ferramenta que nem notamos, muitas vezes enviamos e-mails para uma pessoa que esta sentada ao nosso lado.

A mania e o hábito de uso de e-mails, existem empresas que usam o e-mail para tudo, desde a comunicação de uma conversa informal até documentação de processos.

Mas quando realmente é necessário o uso de e-mails hein?
Isso depende da cultura de cada empresa, ou do perfil de uma equipe, do gestor, diretor, presidente.
Muitas vezes nos deparamos com informações irrelevantes enviada por e-mail, creio que isso já foi vivenciado por muitos, por exemplo, um gestor de uma área que não concorda com a atitude de algum membro da equipe, o “fulano de tal” chega atrasado todos os dias.

Ao invés do gestor conversar apenas com este membro da equipe, ele decide enviar um e-mail para todos os membros alertando “favor, solicito a todos que administrem seu horário de trabalho, sem atrasos ou ausência”.

Então um dos membros da equipe que recebeu o e-mail e não tem nada a ver com a história pensa “Ué por que eu recebi este e-mail ?”.

Esta atitude pode ter pequenas ou grandes consequências, alguns membros da equipe pensam que o aviso foi pra ele mas na verdade não foi, pode causar falta de motivação na equipe, desinteres se pelo trabalho.

Fora o uso indevido de e-mails, usar e-mail da empresa para assuntos pessoais ou troca de arquivos impróprios.

Como foi dito anteriormente isso vai da cultura de cada empresa e lógico do caráter de cada colaborador.

O e-mail é considerado pela empresa apenas mais uma ferramenta de trabalho, onde seu verdadeiro objetivo é agilizar os processo do nosso dia-a-dia.

 Postado: http://blogdoadministrador.wordpress.com

segunda-feira, 12 de março de 2012

Confira 8 profissões para pessoas extrovertidas


Saiba quais as carreiras mais adequadas para profissionais com essa característica e quais as qualificações exigidas para se dar bem em qualquer uma delas
Ainda está em dúvida sobre qual profissão seguir? Muito mais do que confiar nos testes vocacionais, é preciso avaliar as exigências do mercado de trabalho bem como suashabilidades técnicas e comportamentais. Até mesmo suas características pessoaispodem contribuir neste processo de escolha. Os extrovertidos, por exemplo, podem aproveitar essa qualidade para explorar as carreiras ligadas à área de comunicação. Confira oito profissões em que os considerados desinibidos podem obter maiores chances de sucesso profissionais.
 1) Especialista em Relações Públicas
Ser comunicativo é essencial para todas as vagas de emprego em relações públicas. Em geral, as empresas confiam nesses profissionais para se conectar com seu público. Portanto, saber o que dizer aos consumidores e à imprensa, mesmo em situações difíceis, é uma excelente habilidade.
Consiga o emprego: Para trabalhar nessa área é preciso ter graduação em Relações Públicas, Marketing ou Comunicação.

2) Paralegal
Além de entrevistar testemunhas, o paralegal - também conhecido como assistente legal - é responsável pela preparação dos depoimentos de um julgamento. Esse profissional é o olho e o ouvido do advogado.

Consiga o emprego: Para entrar nessa profissão é necessário ser graduado em Direito.

3) Gerente de vendas
Não é um segredo que pessoas extrovertidas são boas de papo e vendem mais. Uma equipe de vendas é formada por funcionários com diferentes personalidades, portanto é preciso ser hábil para comandar e se comunicar com eles e ao mesmo atingir metas.

Consiga o emprego:Graduação em Administração ou Gerenciamento podem ajudá-lo a entrar nessa área. Um MBA no currículo também pode fazer bastante diferença no mercado de trabalho.

4) Administrador hospitalar
Nessa função você conversará com todas as pessoas do hospital desde os doutores até os pacientes. Os hospitais sofrem muita pressão dos usuários, portanto decisões delicadas - como privacidade dos usuários - precisam ser realizadas por pessoas que se comuniquem bem com todos.

Consiga o emprego: Considere uma graduação na área de Administração Hospitalar.

5) Conselheiro escolar
Conversar com estudantes sobre medos e desejos é a função desse profissional. Os conselheiros ajudam os alunos com problemas pessoais até mesmo com dúvidas na escolha da carreira. É preciso ter habilidade com pessoas de diferentes perfis e crenças.

Consiga o emprego: Ser graduado em Psicologia é uma ótima maneira de começar. É provável que depois sejam necessárias outras certificações.

6) Especialista em Recursos Humanos
Se você gosta de estar em volta de pessoas essa é a profissão ideal. É preciso ter habilidade para entender as pessoas e verificar se elas se adequam à cultura da empresa que desejam entrar. Saber trabalhar com pessoas diferentes é essencial para a área.

Consiga o emprego: Faça graduação em Recursos Humanos. Também há oportunidades para formados nas áreas de Administração de Empresas e Psicologia.

7) Professor de Ensino Médio
Para essa carreira não é preciso apenas entender sobre a aula que será lecionada. É necessário transmitir os conteúdos e inspirar os estudantes a criarem novas teorias e conclusões. Ser extrovertido e ter paixão por ensinar é fundamental para quem quer seguir essa área.

Consiga o emprego: Graduação na área desejada e, dependendo da escola, é necessário outros certificados que demonstrem que está apto para lecionar.

8) Enfermeira 
Além de cuidar do paciente, a enfermeira também deve ser capaz de conversar com familiares e doutores. Esses profissionais se especializam em uma área específica, mas precisam interagir com outras.

Consiga o emprego: Faça graduação em Enfermagem para ter um currículo preparado para a posição.

Fonte: Universia Brasil

Decálogo da Administração


“Onde há uma empresa  bem-sucedida, alguém tomou uma decisão ousada.”

“A melhor estrutura não garante resultados e nem receitas, mas a estrutura equivocada é certeza de fracasso.”

Estas são algumas das lições que o pai da  administração moderna, Peter Drucker, legou aos diretores que comandarão as empresas do século 21. Contudo, o criador do conceito de ecologista social não foi o único a se debruçar sobre o assunto e a propor idéias brilhantes sobre o mundo da administração.

O guru indiano C. K. Prahalad afirmou em diversas ocasiões, por exemplo, que “em primeiro lugar, é preciso liderar a si mesmo”; “o êxito é conseqüência de objetivos ambiciosos”; ou ainda “liderar não consiste em mudar os outros, e sim inspirá-los com o próprio exemplo para que alcancem os objetivos propostos”.

Ao longo de cerca de dois séculos e meio de existência da administração como disciplina empresarial, pensadores, literatos, políticos e estrategistas, como Maquiavel, Vladimir Lênin, Winston Churchill e Dwight Eisenhower legaram uma série de frases curtas, simples e fáceis de recordar que, dada sua carga semântica, constituem autênticas lições para o mundo corporativo que todo executivo deveria levar em conta na hora de tomar decisões.


1. “Sucesso é a habilidade de ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo.”
Winston Churchill, ex-primeiro ministro britânico.

Ninguém deve se render ao fracasso, asseguram os especialistas da administração. “Ninguém sabe melhor disso do que Steve Jobs, presidente e fundador da Apple”, observa José Ramón Pin, professor da escola de negócios IESE. “Ele jamais se rendeu.” Nem mesmo, diz Pin, quando foi mandado embora da empresa que ele mesmo havia fundado. Quando tinha 20 anos, Jobs criou a Apple na garagem da casa dos pais juntamente com o amigo Steve Wozniak. Depois de sete anos apenas, a Apple tornara-se uma empresa de 4.000 funcionários e Jobs o milionário mais jovem dos EUA. O primeiro fracasso veio com o desastre do Apple III, em 1980. Infelizmente, algumas escolhas técnicas feitas, entre elas a ausência de ventoinha, levaram ao superaquecimento de muitos componentes antes mesmo de a máquina ser posta à venda. Milhares de Apple III tiveram de ser substituídos. Alguns meses mais tarde, em novembro de 1981, a Apple lançou uma nova versão do modelo, que também fracassou. Veio em seguida o Macintosh, que não vendeu tanto quanto se esperava. A direção da empresa começou então a ficar inquieta até que, em 1985, Jobs foi despedido. Ele, porém, não se abalou, seu espírito empreendedor o levou a criar uma nova empresa, a NeXT, que também fracassaria, e depois uma outra, a Pixar, que faria história na indústria da animação. Em 1997, Jobs foi reconduzido à presidência da Apple, lançou novamente o Macintosh e apostou no último grande sucesso da empresa: o iPod.

2. “Um plano não é nada, mas o planejamento é tudo.”
Dwight D. Eisenhower, ex-presidente dos EUA.

“Podemos dizer que o objetivo do planejamento é alcançar as metas da empresa (quantitativas e qualitativas) a longo prazo, desenvolvendo estratégias e administrando os recursos para sua concretização”, observa Miguel Costa, professor do Instituto de Empresa (IE) e diretor de marketing da Universidade SEK. Para Costa, “é evidente que um bom plano ou uma boa idéia é um bom ponto de partida para a empresa, mas poderá ser um fracasso se não houver por trás um processo de reflexão, organização e estruturação que possibilite colocá-la em prática”.  Sempre se pode acertar por mero acaso, acrescenta, “mas ninguém pode viver eternamente dos rendimentos de um golpe de sorte, muito menos uma empresa. Para que um negócio dê certo, a primeira coisa que não pode faltar é uma idéia, mas pode-se passar muito tempo até que essa idéia tome forma e se concretize em um negócio próspero”. Para que isso aconteça, o professor explica que é necessário estudar o mercado, suas necessidades, adequar o produto e suas características à demanda, organizar um plano de vendas, fixar objetivos, obter financiamento, estudar os diversos canais de comercialização, as estratégias de pagamento, avaliar as diversas iniciativas de marketing e comunicação, criar canais de logística etc [...] Um exemplo recente da validade da frase de Eisenhower reproduzida acima fica evidente no “fracasso do Play Station 3, da Sony. Numerosos erros de planejamento (que obrigaram a empresa a atrasar seu lançamento) impediram que ela reeditasse o êxito alcançado por seu predecessor, o PS2”, observa Miguel Costa, do IE.

3. “Uma empresa sem estratégia faz qualquer negócio.”
Michael Porter, professor de Harvard.

Quando não se tem estratégia definida, diz Miguel Costa, do IE, parece que tudo vale. Outra coisa muito diferente é o resultado que se obtém. “É como tatear no escuro ou esperar que um golpe de sorte venha em nosso auxílio”, diz. Para ele, mesmo quando não há plano algum, “é possível ter sucesso, é claro, mas os riscos são numerosos demais”. Às vezes, acrescenta, não definir estratégia alguma é o mesmo que decidir errar de propósito, porque as conseqüências podem ser desastrosas para a empresa. Costa dá como exemplo a aquisição da Lycos pela Terra Networks. Na ocasião, maio de 2000, a empresa pagou 12,5 bilhões de dólares, mais do dobro do seu valor em bolsa. Por fim, acabou vendendo a Lycos somente quatro anos depois por 95 milhões de dólares. “Só quem tomou tal decisão sabe se a empresa o fez com ou sem estratégia. No primeiro caso, não há dúvida de que a estratégia estava equivocada.”

4. “Os elefantes demoram a se adaptar, já as baratas sobrevivem em qualquer ambiente.”
Peter Drucker, pai da administração moderna.

Às vezes, as grandes frases da administração não passam de simples palavras bonitas. Outras vezes, descrevem pessoas e empresas que souberam administrar corretamente uma determinada situação. É o caso do banco espanhol Bankinter. “Recorrendo à inovação e ao uso estratégico da tecnologia, o banco soube sobreviver em um mercado de grandes bancos”, observa José Ramón Pin, professor do IESE. Ao longo de sua história, o Bankinter passou de 107o. no ranking dos bancos espanhóis para um dos seis primeiros lugares da lista. Quando foi constituído, em junho de 1965, como Banco Industrial e de Negócios, pelo então Banco de Santander e Bank of America, com uma participação de 50% cada um, pouca gente acreditava em seu potencial: “Agora, a instituição é modelo de banco na Internet graças à sua capacidade de se adaptar à rapidez da nova era tecnológica”, observa.

5. “Se você não faz parte da solução, é parte do problema.”
Vladimir Lênin, ex-presidente soviético.

Embora a autoria da frase acima não esteja muito clara, a maior parte das fontes a atribui ao ex-dirigente soviético Vladimir Lênin. Há quem critique essa afirmação com o argumento de que se trata de uma forma de transferir aos empregados parte dos problemas da empresa, os quais deveriam ser solucionados pela direção. Para Miguel Costa, diretor de marketing da Universidade SEK, “trata-se de uma frase que continua plenamente válida. Sem dúvida, é isso que deve ter pensado o conselho de administração do Citibank há alguns meses quando decidiu demitir seu presidente, Charles Prince, na esteira da gestão das hipotecas podres nos EUA. Para o conselho, Robert Rubin (o novo presidente) é parte da solução, e não temos dúvida alguma de que se ele não apresentar nenhuma solução adequada, passará a ser parte do problema”.

6. “Dispense os planejadores. Pare de pensar e comece a agir.”
Tom Peters, autor de “Em busca da excelência”.

Para José Ramón Pin, professor da escola de negócios IESE, o caso do Grupo Santander é o melhor exemplo de como atuar e despistar a concorrência. “Emilio Botín (presidente do banco) soube surpreender os concorrentes com decisões inesperadas”, diz Pin. Sua primeira grande revolução ocorreu em fins da década de 1980, quando ele, através do Banco Santander na época, lançou a Superconta, a primeira conta remunerada da Espanha, que mais tarde seria imitada pelas demais instituições. Em setembro de 2004, Botín surpreendeu compatriotas e estrangeiros ao pousar na City londrina como acionista majoritário do banco britânico Abbey, assumindo o controle da instituição. Sua última façanha ocorreu em fins de 2007, ao finalizar juntamente com outras duas grandes instituições bancárias — o Royal Bank of Scotland e o Fortis — a maior aquisição da história no setor, a do ABN Amro, por 71 bilhões de euros.

7. “Só é possível avançar quando se olha longe.”
José Ortega y Gasset, escritor.

Como dizia o filósofo espanhol José Ortega y Gasset, “só é possível avançar quando se olha para longe”. Que o diga a Inditex. Longe de se contentar com uma expansão rápida e bem-sucedida na Espanha, observa Miguel Costa, do IE, “a empresa decidiu conquistar novos mercados convertendo-se em um dos principais distribuidores de itens de grife no mundo. Suas oito marcas (Zara, Pull and Bear, Massimo Dutti, Bershka, Stradivarius, Oysho, Zara Home e Kiddy’s Class) contam hoje com 3.513 lojas em 68 países. Isso assim é olhar longe”. O fato é que, na Espanha, há muitas empresas de destaque em seu segmento, mas que, por uma ou outra razão, explica o professor do IE, não estão preparadas para dar o salto em direção ao exterior. Em muitos casos, diz ele, essas empresas tornaram-se alvo de compra de companhias estrangeiras que souberam olhar longe para avançar.

8. “Liderar é estabelecer uma sociedade entre o líder e sua gente.”
Ken Blanchard, consultor e empresário.

Juan Roig, presidente dos supermercados espanhóis Mercadona, imprimiu um estilo próprio ao seu negócio: “Nossa máxima é que o cliente seja fixo; para isso, o fornecedor tem de ser fixo, e o trabalhador também”, diz. Todos os empregados sabem quem é que manda, esse é pilar principal da companhia. “No Mercadona, o chefe não é o presidente da empresa, e sim o cliente”, disse Roig em numerosas ocasiões. De acordo com o empresário valenciano, é preciso pôr em prática tudo o que gere valor para o chefe (= cliente) e elimine as banalidades. De alguns anos para cá, com a entrada da Espanha nas redes alemãs de lojas de preços baixos e de marcas brancas, o Mercadona viu que seu “chefe” dava preferência a produtos baratos, sem marca, porém de máxima qualidade. Nasceram assim algumas marcas próprias, inclusive a mais importante delas, a Hacendado. “Tudo isso foi possível graças à política de pessoal implantada por Juan Roig”, observa o professor José Ramón Pin, do IESE.

9. “O importante não é saber, e sim ter o telefone de todos os que sabem.”
Les Luthiers, Artistas.

Essa é mais uma frase de procedência duvidosa que, aparentemente, pode ser atribuída ao grupo de argentino de artistas Les Luthiers. Conforme diz Costa, do IE, hoje em dia talvez seja mais correto dizer que o importante é ter acesso à Internet, e não a um telefone, mas o que importa de fato, independentemente da tecnologia utilizada, é desenvolver uma rede de contatos com tantos setores quanto possível. Graças à Internet, “podemos acessar a Wikipédia e o Google e assim fazer contato com quem sabe das coisas assistindo a vídeos (no YouTube), olhando fotos (no Facebook). Podemos também ter acesso a seu telefone ou saber o que essas pessoas  têm feito, escrito, podemos ler seus comentários (Technorati, Blogger), ver onde trabalham (Google maps) e até mesmo localizá-las via satélite (Google Earth)”, além de outras possibilidades proporcionadas pela rede das redes, salienta Costa.

10. “O maior inimigo do marketing é o Excel.”
C. K. Prahalad, professor da Universidade de Michigan.

Os sorvetes Ben&Jerry’ são o melhor exemplo de como prescindir das estatísticas habituais para atingir o público.”A empresa vende sorvetes ecológicos, não investe em publicidade direta e chegou a ser a segunda empresa que mais vende sorvetes depois da Häagen-Dazs”, observa José Ramón Pin, do IESE. Um dos erros mais comuns dos departamentos de marketing, diz ele, é se deixar levar pelos números e pelas táticas dos concorrentes. O projeto mais recente de Pin na Espanha foi a apresentação da Escola de Mudança Climática, na Universidade Complutense de Madri. Trata-se de um projeto pioneiro na Espanha e que culminará com uma expedição ao Ártico para o estudo e a promoção de medidas contra o aquecimento global. “Não se tata de nenhum artifício de marketing”, segundo fontes da empresa. Contudo, diz Pin, acaba funcionando como se fosse.

Postado:http://www.wharton.universia.net/

domingo, 11 de março de 2012

Gestão Ou "indigestão" De Conhecimento?


Era uma terça-feira morna de inverno quando adentrei a sala de treinamentos da empresa. Minha incumbência era tentar passar algo sobre planos de negócios para a equipe de aprendizes, uma turma formada num projeto - denominado Projeto Aprendiz - de responsabilidade social, que tem por objetivo fornecer qualificação profissional em tecnologia e negócios para jovens da cidade de Barra Bonita, interior de São Paulo.

Nos três dias anteriores estivera pensando sobre qual seria a melhor abordagem para falar sobre negócios com um conjunto de pessoas que pouco - ou nada - sabia sobre esse assunto. Não demorou muito para perceber alguns olhares de "socorro" ou "sobre o que ele está falando?" estampados nos rostos à minha frente.

Decidi então reduzir a teoria ao mínimo possível e passar direto à prática, propondo um estudo de caso. A turma herdaria uma bomboniere com uma curva de queda de faturamento que a levaria ao vermelho em pouco mais de três meses. A missão era não só evitar que isso acontecesse, mas ainda aumentar os lucros.

Nenhuma daquelas pessoas seria capaz de resolver esta questão sozinha. Faltavam-lhes conhecimentos e experiência no assunto. Entretanto, assim que se formaram grupos de trabalho, idéias interessantes foram surgindo e, aos poucos, as dificuldades iniciais foram sendo vencidas. Por fim, nasceram algumas boas estratégias.

Por incrível que pareça, muitas empresas não conseguem perceber essa característica notável - à qual denominamos sinergia - nem as suas possibilidades para o crescimento organizacional. Elas não vêem que o todo é mais do que a simples soma das partes e essa miopia certamente impacta em seu crescimento.

Muito se fala em gestão de conhecimento, mas pouca gente sabe realmente o que isso significa na prática. O que mais se vê no mercado são empresas tentando "encaixotar" o conhecimento de seus colaboradores, temendo se tornarem suas reféns. Com isso, simplesmente vão acumulando informações incompletas até não terem mais como lidar com toda essa massa. É uma verdadeira "indigestão" de conhecimento.

Se por um lado a organização deve deter o conhecimento concernente ao seu negócio, igualmente importante é a divulgação de informações e capacitação constante dos colaboradores, além da geração de um ambiente de colaboração e confiança. As pessoas têm necessidade de reconhecimento, de se sentirem valorizadas. Uma vez que se atenda a essas necessidades, elas dão muito mais de si e literalmente "vestem a camisa" da empresa.

Devemos ter sempre em mente que as pessoas são os verdadeiros alicerces de qualquer organização e, assim como não se levantam prédios sobre alicerces fracos, devemos apoiar nossos empreendimentos em colaboradores sólidos. A empresa deve crescer fazendo crescer as pessoas, caso contrário seu crescimento será sempre limitado por essas mesmas pessoas.

No caso dos aprendizes, mesmo sem ter o conhecimento e experiência necessária para a resolução da questão apresentada, surgiram bons planos de negócios ao nível de estratégia. Trabalhando em conjunto, as pessoas superam os limites de suas forças separadas e se impulsionam reciprocamente a um progresso cada vez mais acelerado. As empresas que aprenderem o mecanismo dessa dinâmica certamente serão capazes de superar suas expectativas mais otimistas.

É difícil, mas vale a pena. Vamos tentar?