terça-feira, 13 de setembro de 2016

MOTO CLUB DO MARANHÃO - 79 ANOS DE GLORIAS...PARABÉNS...












Foi na casa de número 486 da Rua da Paz, centro de São Luís, aonde muito tempo residiu César Alexandre Aboud que surgiu, no dia 13 de setembro de 1937, o Moto Club com o nome de Ciclo Moto. 

O objetivo era participar das modalidades de motociclismo e ciclismo, bastante praticadas naquela época. No entanto, é no futebol que o Moto Club alcança grande notoriedade. Em 1939 foi inaugurado o Estádio Santa Isabel, em homenagem a fábrica do industrial César Aboud. 

Com seu próprio estádio, pois o Moto Club foi o único time do estado a ter um, conseguiu seus primeiros títulos e de forma incrível, pois foram sete títulos seguidos, os estaduais de 1944 a 1950, lembrados até hoje por seus torcedores da época, se tornando o único heptacampeão clássico do estado. Mas em 1972 o estádio é demolido e em seu lugar é erguido o prédio do Ministério da Fazenda em São Luís.

Moto Club de São Luís é uma agremiação esportiva brasileira da cidade de São Luis Fundado em 13 de setembro de 1937, é um dos maiores e mais populares clubes do Estado do Maranhão, sua sede está situada em São José de Ribamar, município da Regiao metropolitana da capital maranhense...

Obrigado Moto Club por proporcionar Alegria ao seu povo Maranhense....

Nos te Amamos de coração !!!!!




Copiado: https://www.facebook.com/groups/motoclub.oficial


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Espera Só Mais Um Pouco...

Vivemos a era fast-life... fast-life como em fast-food... tudo rápido, pronto, agora.
Estamos acelerados, ansiosos e com nosso prato mais cheio do que geralmente conseguimos lidar. Não há tempo para nos interessar, aprofundar, ou contemplar, pois estamos sempre correndo. Temos medo de perder a oportunidade e somos movidos por aquela frase “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”...
E há várias crenças coletivas sobre o “demorar”... quem espera é lento, alienado, não tem senso de urgência... e por aí vai.
Mas... até que ponto antecipar as coisas é realmente fazer acontecer? (...) E até que ponto esperar o é?
Operadores de bolsa, estrategistas de guerra, atiradores de elite e outros... o que acontece quando eles não esperam o momento certo? Eles sabem que há um timing ideal, pois uma antecipação equivocada pode gerar grandes perdas.
Até mesmo no dia a dia. Quando não esperamos o suficiente podemos queimar a boca ou comer cru... e também percebemos a diferença no gosto de uma fruta que teve seu processo de amadurecimento acelerado pela intervenção. No coaching isso é totalmente aplicável à presença e capacidade de escuta do coach. Se ele não percebe o processo reflexivo de seu cliente e lhe dá o tempo e espaço suficiente, coisas importantes podem ser perdidas.
Sim, é verdade que não devemos simplesmente esperar a vida passar diante de nossos olhos, mas também é verdade (e muito verdade) que há momentos em que esperar pode fazer toda diferença!!! Se por um lado sentimos que ao não “fazer acontecer” vamos perder a oportunidade, por outro há vezes que as oportunidades estão há algum tempo na nossa frente, mas as perdemos por passarmos rápido demais por elas.
Há uma cena no filme American Sniper, com Bradley Cooper, em que Chris Kyle (o personagem real representado por Cooper) está sobre um telhado, posicionado para atirar em qualquer pessoa que represente uma ameaça. Em algum momento um menininho pega uma arma e Chris teria de atirar, mas ele espera o máximo que pode, até que o menino larga a arma e sai correndo. A expressão daquele atirador por não ter tirado a vida daquele menino é muito impactante... esperar mais um pouco representou a diferença entre a vida e a morte!
Eu imagino que em sua vida tenha havido momentos em que você pensou: “Ah, se eu tivesse esperado só mais um pouco...” E hoje quero convidá-lo a se dar o direito de avaliar momentos e situações em que você poderá (ou deverá), sim, esperar! Um relacionamento, uma resposta, o resultado de um investimento (de tempo ou dinheiro)...
Sabe, a vida não resulta apenas dos seus esforços e daquilo que você faz. Você representa apenas uma parte do que influencia o rumo das coisas... Há os outros... há os fatores naturais e há, ainda, aquelas coisas que só a fé explica.
Para concluir... sim, haverá momentos em que você deverá agir e antecipar... mas, definitivamente haverá outros em que esperar será a melhor resposta. Então, meu convite pra você é: aprenda a discernir os diferentes momentos e aprenda a esperar só mais um pouco...
É isso aí.
Por:https://www.linkedin.com

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Feliz Dia do Administrador

Olá amigos Administradores, e claro os futuros administradores também! Hoje, 09 de Setembro, é comemorado o nosso dia, ou seja, O DIA DO ADMINISTRADOR!
E para comemorar esta data tão importante para todos nós, o Blog Sobre Administraçãonão poderia deixar de publicar materiais especiais para todos vocês. Durante a semana publiquei textos especiais, dentre eles os maravilhosos textos de César Souza (novo colaborador do SobreADM), e hoje tenho muito prazer em publicar esta pesquisa maravilhosa feita pela também ótimo Andrei Lima, atendendo prontamente a um pedido especial meu. Um material de extrema relevância para todos nós que amamos a ADMINISTRAÇÃO!!
Mais uma vez parabéns a todos e deliciem-se com esta pesquisa:
DIA DO ADMINISTRADOR
Por que 09 de setembro é o dia do Administrador? Nesse dia, em 1965, foi assinada a lei que criou, oficialmente, a profissão de Administrador e, três anos depois, uma Resolução do CFA tornou 9 de setembro como a data comemorativa dos profissionais dessa importante área do conhecimento humano.
Segundo os dicionários, administrar é dirigir uma organização utilizando técnicas de gestão para que alcance seus objetivos de forma eficiente, eficaz e com responsabilidade social e ambiental. Tal definição passa por outras interpretações mais funcionais, como a de Peter Drucker, para quem “administrar é manter as organizações coesas, fazendo-as funcionar”
Os primeiros administradores profissionais (aquele contratado, que não é o dono do negócio) registrados pela história foram os gerentes das companhias de navegação inglesas, as primeiras sociedades anônimas que se tem notícia. Isso em meados do Século XVII. As artes bélicas também são correlatas com a administração, e isso pode ser verificado graças aos documentos de estrategistas militares como o chinês Sun-Tzu (em A arte da Guerra ) e Carl von Clausewitz (em Da guerra ) dois excelentes autores sobre a administração no campo de batalha, que envolve logística, finanças, recursos humanos, produção, organização e métodos. Outro exemplo que atravessa a história é o da Igreja Católica, com uma administração baseada numa forte hierarquia e divisão de funções.
Jules Henri Fayol, na segunda metade do século XIX idealizou, na Europa, a Teoria Clássica da Administração e por isso mesmo pode ser considerado um dos precursores da moderna administração. Seu tratado organizou e definiu as funções básicas de nossa atividade, identificando pelo menos cinco grandes delas: Planejar, Organizar, Controlar, Coordenar e Comandar.
Enquanto isto, na mesma época nos Estados Unidos, Frederick Winslow Taylor criava a Administração Científica e introduzia seus conceitos para aumentar a produtividade, com o primeiro estudo da relação entre tempo e movimento nas fábricas.
Ambos, Fayol e Taylor, eram engenheiros por formação e administradores por função e foi a partir destes que começou a surgir a administração tal como conhecemos e dessa época para cá tal ciência encontra-se em constante processo de evolução, recebendo, a cada dia, novos conceitos e descobrindo caminhos.
Administração no Brasil
No Brasil, conforme dito, a profissão de administrador na forma da lei foi sancionada em 1965. Mas a quantas anda esta profissão atualmente?
Os dados a seguir foram extraídos de dois levantamentos realizados pelo CFA (Conselho Federal de Administração) e pelo Ministério da Educação e nos números é possível visualizar um pouco mais a fundo como se encontra o ensino e a profissão do administrador no Brasil.
Evolução do ensino da administração no Brasil:
  • Número de Cursos de Administração (2005) – 1.992 (Evolução de 315% com base no ano de 1995)
  • Matrículas nos Cursos de Administração (2005) – 671.660 (Evolução de 219% com base no ano de 1995)
  • Concluintes dos cursos de Administração (2005) – 100.443 (Evolução de 259% com base no ano de 1995)
  • Vagas Oferecidas para os Cursos de Administração (2005) – 419.689 (Evolução de 499% com base no ano de 1995)
  • Candidatos Inscritos para os Cursos de Administração (2005) – 644.798 (Evolução de 127% com base no ano de 1995)
  • Ingressos nos Cursos de Administração (2005) – 236.466 (Evolução de 263% com base no ano de 1995)
Fonte: MEC/Inep (1995)
Em 2006, o CFA publicou a Pesquisa Nacional: Perfil, Formação, Atuação e Oportunidades de Trabalho do Administrador coordenada pelo CFA e executada pela FIA/USP. Neste documento podemos perceber o seguinte Perfil do Administrador no Brasil:
  • É do sexo masculino, casado e sem dependentes;
  • Está na faixa etária de até 30 anos;É egresso de universidades particulares;
  • Concluiu o curso de Administração entre 2000 e 2005;
  • Possui especialização em alguma área de Administração;
  • Trabalha nos setores de serviços, da indústria e em órgãos públicos;
  • Atua nas áreas de Administração Geral e Finanças;
  • Ocupa cargos de gerência.
A Pesquisa do CFA apresenta outras variáveis interessantes:
  • Formação do Administrador

Os principais motivos que influencia na escolha da carreira são: a natureza do projeto profissional, a possibilidade de abrir ou ampliar seu próprio negócio, o desenvolvimento da carreira e a independência de atuação. A formação generalista e abrangente do curso de graduação em Administração foi preferida por outro significativo contingente para justificar a escolha.
  • Identidade do Administrador

Consolidou-se a imagem do Administrador como um profissional que atua com visão sistêmica da organização e a partir daí, obtém as condições de articular as suas diversas áreas internas.
  • Conhecimentos Específicos

Os Administradores entendem que administrar pessoas e equipes é o principal conhecimento para suas atividades. O Empregador confirma essa percepção, informando que é o que vêem prioritariamente nos Administradores que trabalham em suas organizações. Os Professores avaliam que o conhecimento que mais está sendo oferecido pelas IES é a visão ampla, profunda e articulada do conjunto das áreas de conhecimento.
  • Competências

Os Administradores entendem que a adquiriram no seu curso de graduação; os professores acreditam que é a competência mais trabalhada pelas IES e os Empregadores confirmam que reconhecem no desempenho dos que trabalham em suas organizações a identificação de problemas, a formulação e implantação de soluções.
Habilidades
A habilidade dos Administradores preferida pelos empregadores é a capacidade de relacionamento interpessoal, embora, do ponto de vista dos profissionais da área e dos professores pesquisados a mais completa habilidade seja a visão do todo empresarial.
  • Atitudes

O comportamento ético é a atitude que os Administradores escolheram como a que mais tem preponderado no seu aprendizado. Os Professores disseram que seus cursos procuram dotar seus alunos de uma atitude empreendedora. E, os Empregadores disseram que vêem em seus Administradores o profissionalismo como principal atitude.
Podemos, à luz desse perfil do Administrador, traçado a partir de dados coletados junto a três públicos: o próprio profissional, o professor que o formou e o seu empregador, fazer uma reflexão sobre nossa profissão e avaliar até que ponto temos ou não motivos para comemorar esse e os próximos 9 de setembro.
Fontes para pesquisa:
[1] Conselho Federal de Administração; [2] ANGRAD – Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração; [3] Portal da Administração; [4] Pesquisa MEC/INEP (download); [5] CFA – Pesquisa Nacional: Perfil, Formação, Atuação e Oportunidade de Trabalho do Administrador (download); [6] Wikipedia - Andrei Lima - consultor@andreilima.adm.br
Copiado: http://www.sobreadministracao.com/

São Luís - 404 anos. Parabéns


São Luís - 404 anos. Parabéns a cada um de nós que foi acolhido e cuida dessa cidade histórica e linda! ♥️🎂🎈🎈🎈
#votechapa1crama
#votechapa1pararegionalefederal
#muitoamorporsaoluis
#souadm



quarta-feira, 7 de setembro de 2016

terça-feira, 6 de setembro de 2016

10 Dicas Para Utilizar a Estrutura Organizacional em Sua Empresa

Criar a estrutura organizacional da sua empresa é o ponto de partida na jornada para determinar a melhor organização para o seu negócio.
Um ambiente desorganizado e caótico não é o lugar ideal para determinar a produtividade das pessoas e obter melhores resultados.
Nesta caminhada, diversos métodos e técnicas administrativas são indispensáveis para tornar o ambiente de trabalho propício às pessoas de alta performance.
Depois de falarmos sobre ambientes que geram boas ideias neste post e sobre algumas dicas para fazer sua equipe pensar fora da caixa, é hora de dar 10 dicas para definir a sua estrutura organizacional.
Mas antes, vamos fazer um breve tour pelo conceito e tipos de estruturas organizacionais.

Afinal, o que é estrutura organizacional?

A estrutura organizacional é a forma de alocação das pessoas e departamentos em uma organização.
Trata-se de uma divisão de tarefas e responsabilidades entre níveis hierárquicos da empresa.
A estrutura deve definir e coordenar as funções da empresa e orientá-las aos objetivos da organização.
A divisão de cargos, departamentos, funções e tarefas devem levar em consideração o estilo de cada empresa.
É a estrutura organizacional que vai ditar o controle da empresa, os níveis de demanda, planos de carreira e muitas vezes até mesmo a hora certa de contratar ou demitir funcionários.
É por isso que é extremamente importante escolher a forma certa de organizar a empresa, levando-se em consideração as responsabilidades de cada pessoa na estrutura.

Os tipos de estrutura organizacional

Existem alguns tipos de estruturas pré-formatadas que podem ajudar sua empresa no processo de definição do seu modelo.
É importante ressaltar que não existe a melhor estrutura ou a forma mais correta a ser utiliza.
A estrutura certa para sua empresa vai ser a que mais conseguir contribuir com a produtividade da sua equipe.
Selecionamos alguns tipos de estruturas para ajudar no entendimento e escolha para sua empresa.

  • Estrutura funcional

Este tipo de estrutura usa a lógica de agrupamento por funções e responsabilidades, ressaltando a ideia de departamentos.
As funções neste tipo de estrutura podem ser as áreas de marketing, finanças, vendas e produção, por exemplo. Uma característica clara é a relação clara entre chefe e subordinado, com pouca comunicação entre as áreas.
Nas organizações funcionais, cada departamento possui seus objetivos e projetos independentes, subentendendo que juntos contribuirão com os objetivos globais da organização.
O ponto positivo desta estrutura é a divisão clara de tarefas e responsabilidades entre as funções da estrutura.
Por exemplo, o departamento de marketing sabe claramente qual a sua responsabilidade para a organização, já que nenhum outro departamento possui funções semelhantes.
Porém, apresenta claramente como ponto negativo a pouca interação e comunicação entre os processos da empresa.

  • Estrutura celular

É um tipo de estrutura que prega linearidade entre as funções da organização.
Na estrutura celular, não há hierarquia clara entre as funções da organização, sendo praticamente abolida a supervisão rígida superior.
A estrutura celular é acompanhada por uma nova filosofia de liberdade no trabalho, chegando próximo à forma de condução de hierarquia no Google: “Contratar ótimas pessoas e sair da frente”.
As funções são compartilhadas e não há divisão clara entre chefes e subordinados ou hierarquia de ordem.
Este tipo de estrutura é utilizada por equipes experientes e de alta performance, tendo como vantagem a comunicação eficaz e o alinhamento estratégico.
Como ponto negativo, é dificilmente implantada em equipes pouco experientes devido o nível de maturidade exigido pela estrutura.

  • Estrutura divisional 

Esta estrutura permite a divisão da organização em unidades de negócios independentes.
Uma unidade de negócio pode ser uma linha de produto ou um país (Brasil, EUA e Canadá, por exemplo).
Para cada país, podem existir funções independentes tais como marketing, finanças e vendas, por exemplo.
É uma estrutura que tem como vantagem a velocidade de resposta ao dar independência para as unidades de negócio tomar decisões estratégicas, permitindo autonomia e pouca burocracia.
Possui uma desvantagem no fato de abrir margem para desalinhamento estratégico entre as unidades de negócio e desvio do foco principal da organização.

  • Estrutura matricial

Basicamente, este é um tipo de estrutura híbrida entre estruturas funcionais e divisionais, detalhadas acima.
Há divisão entre unidades de negócios, assim como na estrutura divisional, mas esta é mesclada com os departamentos oferecidos pela estrutura funcional.
Por exemplo, a organização pode ser dividida em linhas de produtos (unidades de negócios), mas cada uma delas pode possuir departamentos específicos baseados em funções (marketing, finanças e vendas, por exemplo), que por sua vez também formam funções corporativas.
Este tipo de estrutura possui como vantagem também a independência das unidades de negócios para tomada de decisão, mesmo baseadas em funções.
É uma estrutura extremamente eficiente, se bem utilizada, possuindo as mesmas desvantagens citadas para as estruturas funcionais e divisionais.

  • Estrutura por projetos

As organizações estruturadas por projetos possuem duas divisões básicas.
A primeira é bem semelhante com a estrutura funcional, dividida em departamentos básicos de trabalho no âmbito corporativo. A segunda divisão é baseada em projetos.
Uma equipe de trabalho é concebida para execução de um projeto de caráter temporário.
É geralmente adotada por organizações que trabalham com demandas específicas de caráter temporário, tais como Tecnologia da Informação, Construção Civil e Consultoria de Negócios.
Como vantagem deste tipo de estrutura, é possível destacar a comunicação eficiente e orientada a resultados, já que a equipe é concebida com objetivos específicos.
Como ponto negativo, uma organização baseada em projetos pode experimentar altas taxas de turnover (veja aqui como lidar com desligamentos) e dificuldades com a cultura organizacional.

10 dicas para a boa estrutura organizacional

Criar a estrutura organizacional para sua empresa não é difícil. Porém, existem algumas atitudes que podem facilitar ainda mais o seu trabalho.
Por isso, selecionamos 10 dicas que sua equipe precisa se atentar no processo de criação e definição da sua nova estrutura.

1. Faça uma análise da cultura do seu negócio

Cada tipo de negócio pode adaptar de uma forma aos tipos de estruturas que citamos acima.
A primeira dica deve ser praticada ainda antes de sua empresa dar início ao processo de criação da estrutura: olhe para sua cultura organizacional.
Empresas que possuem profissionais experientes podem se adaptar mais facilmente a alguns tipos de estruturas e equipes jovens e criativas a outros tipos.
Ao entender a experiência, competências e características de trabalho da sua equipe, você poderá escolher posteriormente o melhor modelo para sua empresa.
Por exemplo, pode ser prejudicial à sua empresa definir uma Estrutura Funcional em um ambiente com pessoas criativas e ágeis,já que o modelo permite pouca flexibilidade e comunicação.
Da mesma forma, a Estrutura Celular em uma equipe com profissionais pouco qualificados, pode criar um ambiente caótico na organização.

2. Escolha o modelo que melhor se adapta ao seu negócio

Não existe o modelo ideal. Não existe o modelo certo. Existe sim o modelo que melhor se adapta ao seu negócio.
Os tipos de estruturas citados anteriormente são as mais difundidas entre as organizações, mas não significa que sua empresa não possa criar e implantar uma estrutura própria.
É importante entender a teoria por trás de todos os modelos de estruturas, mas é natural que definição aconteça colocando as funções em prática.
É importante também que as pessoas não se engessem em torno da estrutura, mas que possam se adaptar ao longo do tempo para melhorar sua produtividade.
Não se trata simplesmente de uma escolha entre opções, mas sim de uma adaptação ao melhor modelo para sua empresa.

3. Faça um organograma

Depois de definir e modelar a estrutura à sua organização, formalize o modelo em um esquema visual que seja facilmente compreendido pelas pessoas da sua empresa.
Ao adotar um organograma, as funções podem ser melhor comunicadas e as pessoas podem visualizar suas posições na estrutura.
O organograma deve ser uma ferramenta de comunicação de responsabilidades.
Espera-se um impacto altamente positivo sobre a produtividade da equipe ao comunicar as expectativas e características de suas funções no organograma.

4. Treine as pessoas para suas funções

De nada adianta definir o modelo de estrutura organizacional e não capacitar as pessoas para suas funções que irão assumir.
Para cada posição do organograma, espera-se uma responsabilidade específica do colaborador.
É papel dos gestores de alta produtividade prover conhecimento e desenvolver habilidades da equipe dentro destas funções definidas.
A capacitação deve envolver todos os pontos críticos assumidos por sua função no organograma, mesclando teoria e prática em uma proporção que torne a rotina do colaborador mais fácil.
Dessa forma, as pessoas podem desenvolver suas habilidades que irão contribuir com os resultados da empresa.

5. Crie um ciclo de comunicação

A comunicação eficiente é um ingrediente diferenciado das organizações de sucesso.
E quanto mais linear for a sua estrutura, mais fácil será a comunicação entre as pessoas e menor a distância de boas tomadas de decisões.
Independente do modelo adotado, a comunicação deve fazer parte da rotina de trabalho da sua organização.
É por meio dela que os colaboradores criam sinergia e trocam informações importantes sobre o crescimento da empresa.
É por meio dela também que abre-se o ciclo de feedback entre diferentes funções da empresa.

6. Foque na produtividade

O objetivo final da sua estrutura organizacional deve ser apenas um: produtividade.
O modelo adotado por sua empresa deve permitir extrair o máximo desempenho de todas as pessoas envolvidas nas funções e departamentos definidos.
O processo principal de criação de valor para o negócio deve ser o foco de todas as outras funções da empresa.
Ao alinhar e criar sinergia em prol dos objetivos globais da organização e criação de valor, as funções oferecem o máximo de produtividade possível.

7. Proporcione entendimento sobre as funções

É de grande importância que todas as pessoas saibam claramente quais são suas responsabilidades na organização.
Mas muito mais do que isso, é importante que saiba também quais as responsabilidades das outras funções da empresa.
Ao fazer com que todas as pessoas entendam as responsabilidades de outros departamentos, existirá uma cultura de sinergia e ajuda mútua entre os colaboradores de diferentes setores, independente do modelo escolhido.
Torne claro para as pessoas que já estão na empresa e atualize sempre que houver mudanças.
Quando um novo colaborador chega na empresa, a verdade é a mesma. Faça-o entender e viver as responsabilidades e dificuldades dos outros setores.
8. Crie padrões de avaliação
Sua estrutura organizacional não será eterna. Não será a primeira e muito menos a última.
Mas para tomar decisões antes de modificar e fazer melhorias em sua estrutura, tenha dados concretos para medir sua eficiência e eficácia.
Alguns padrões de avaliação podem ajudar na hora de decidir se sua estrutura vigente cria valor para sua empresa ou não.
Estes padrões podem ser qualitativos e quantitativos, mas devem ter como objetivo traduzir o desempenho da equipe dentro da estrutura de funções e departamentos.

9. Escute as pessoas

Os padrões citados no item anterior são indispensáveis para medir a eficiência da sua estrutura.
Mas nenhum deles é tão importante quando conversar com as pessoas sobre sua estrutura.
Cada uma delas pode colaborar com alguma ideia ou sugestão sobre seu modelo, trazendo ainda mais produtividade para sua empresa.
É indispensável escutar as pessoas e coletar feedbacks sobre sua percepção em relação aos aspectos intangíveis que os padrões de avaliação não conseguem captar.
Pesquisas formais ou até mesmo conversas de corredores podem contribuir com a melhoria da sua estrutura e tornar ainda melhor o ambiente de trabalho da empresa.

10. Pivote quanto necessário

Mais uma vez vale dizer: sua estrutura não será eterna. Os padrões de avaliação definidos e a conversa com os colaboradores devem mostrar para os gestores a hora de certa de fazer mudanças. Quando esta hora chegar, simplesmente faça.
Empresas que não pivotam na hora necessária, podem perder tempo, recursos e, ainda pior, seus melhores funcionários.
O processo de adaptação é necessário em qualquer segmento e ambiente, e deve ser feito sempre que os indícios apontarem necessidade de mudança.
Entender o conceito e os tipos de estrutura organizacional é um processo crucial no momento de definição para a sua empresa. Estas dicas com certeza tornarão seu trabalho ainda mais fácil.
Lembramos que não existe o modelo certo. Escolha aquele que melhor se adapta ao seu negócio e faça as modificações necessárias.
Por: Renato Mesquita - http://saiadolugar.com.br/

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Geração Y Força Renovação na Gestão de Pessoas

Com nascimento entre 1980 e 1990, a geração Y chega ao mercado de trabalho e com ambições diferentes das de seus pais e avós.
Eles almejam trabalhar em empresas que compartilhem de seus valores e crenças, conforme aponta pesquisa da consultoria Deloitte.
Para atender esta nova força profissional, os Recursos Humanos, que antes era mais uma área burocrática, agora se reinventa para reter os talentos.
“O antigo ‘departamento pessoal’ era um cartório”, diz João Baptista Brandão, professor de liderança e gestão de pessoas da FGV (Fundação Getulio Vargas) em entrevista à Folha de S. Paulo. “A nova geração é questionadora, e isso passou a ser aceito. Hoje, o RH desenha o ambiente da empresa”, afirma.
O maior desafio é manter esse jovem interessado, por isso, vale desenvolver os mais criativos ambientes de trabalho, até métricas de performance que permitam uma ascensão rápida.
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Editoria de Arte/Folhapress
Exemplo disso é a multinacional do setor de bebidas Diageo. Em dias de apresentar resultados, oferece drinks do portfólio da casa em um bar que fica dentro da empresa.
“Porém, o bar está inserido num ambiente de trabalho e só opera em ocasiões especiais”, afirma o diretor de RH João Senise.
Já a norte-americana Staples, que vende materiais de escritório e papelaria, oferece doces nos encontros com o diretor de RH, Alexandre Fleury.
Segundo Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP (Associação Brasileira de Recursos Humanos), só salário não motiva mais a equipe. “Uma empresa se torna desejada por ter políticas que indicam ser possível realizar alguns sonhos ali”, explica.
Outras empresas foram além nessa reformulação.
A Just Digital, companhia de tecnologia, acabou com seu RH e cada área é responsável por sua gestão e contratação. “Os líderes vão nascendo de forma orgânica. Eles se organizam e sempre há um que se destaca”, diz o CEO Rafael Cichini.
“Isso estimula uma maior autonomia do funcionário. Para mim foi muito positivo”, diz o colaborador Daniel Santos.
Já no Grupo Votorantim, eles mantém no radar seus ex-trainees. “Fiquei muito honrado por ser cotado pela empresa após dois anos longe”, conta André Carloni, hoje gerente da área de gestão imobiliária.
Tudo isso é lindo, concorda Brandão, da FGV, mas ressalta que o mais importante de tudo é escutar os pedidos dos funcionários. “Não ter tempo para falar com a equipe é um tiro no pé”, avisa.
Para Andrea Clemente, da Whirlpool, a questão são os gêneros e a diversidade no mercado. “É preciso preparar os líderes para entender como essa representatividade pode contribuir com a empresa”, diz.
Copiado: http://inquietaria.99jobs.com/

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Assedio Sexual Nas Empresas


Tema recorrente nas empresas é a prática, por alguns funcionários, do delito de assédio sexual, capitulado no art. 216-A do Código Penal
A pena fixada é de detenção do assediador de um a dois anos.
O assédio sexual consiste na abordagem repetida de uma pessoa a outra, com a pretensão de obter favores sexuais, mediante imposição de vontade. O assédio sexual ofende a honra, a imagem, a dignidade e a intimidade da pessoa.
A Organização Internacional do Trabalho – OITdefiniu o assédio como atos de insinuações, contatos físicos forçados, convites impertinentes, desde que apresentem umas das características a seguir:
  •  a) ser uma condição clara para dar ou manter o emprego; 
  • b) influir nas promoções na carreira do assediado; 
  • c) prejudicar o rendimento profissional, humilhar, insultar ou intimidar a vítima.

Cumpre ressaltar que não é necessário o contato físico para configuração do crime de assédio sexual, pois até mesmo expressões e comentários podem caracterizar o assédio.
As maiores vítimas são as mulheres, mas há também, embora menos frequentes, casos de homens que são assediados por mulheres no ambiente de trabalho e, também, casos de assedio entre pessoas do mesmo sexo.
Quanto às formas de manifestação do assédio, diz-se que pode ocorrer por intimidação (não exige hierarquia, pois a pessoa pode sentir-se tão mal que pede demissão – seria o assédio ambiental) ou por chantagem (no qual é imprescindível que o ofensor seja hierarquicamente superior à vítima).
O que diferencia o assédio sexual das condutas de aproximação de índole afetiva é a ausência de reciprocidade, sendo ato que causa constrangimento à vítima, que se sente ameaçada, agredida, lesada, perturbada, ofendida.
O assédio sexual diferencia-se, também, do assédio moral, pois o assédio sexual tem o objetivo de obtenção de vantagem sexual, enquanto o assédio moral não possui esse caráter sexual.
Ocorrendo o crime de assédio sexual, a vítima deve primeiramente repudiar o ato, junto ao assediador, procurando imediatamente o superior hierárquico, para fazer uma reclamação e requerer providências. Caso isso não resolva, a vítima deverá procurar um advogado para promover a ação penal, pois trata-se de crime de ação penal privada, que se procede mediante queixa-crime, ou seja, a ação não é de iniciativa do Ministério Público, mas da própria vítima. 
Para iniciar a ação penal privada, basta que a vítima tenha provas do assédio. Caso não tenha as provas, a vítima poderá se dirigir à Delegacia de Polícia para solicitar a abertura de Inquérito Policial, para que o crime seja investigado e as provas obtidas, de modo que, posteriormente, possa propor a queixa-crime.
No âmbito do Direito do Trabalho, o assediado sexualmente pode pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho e receber todas as verbas indenizatórias, como se tivesse sido demitido sem justa causa, podendo inclusive levantar o FGTS e receber a multa respectiva. O assediador, por outro lado, poderá ser demitido por justa causa pela empresa.
Por fim, não podemos deixar de mencionar que o assédio sexual traz à vítima o direito de ser indenizada, no âmbito civil, por danos materiais e morais, respondendo não só o assediador como o empregador por tais danos, pois a empresa tem o dever de reprimir essas condutas indesejáveis.
Copiado: http://elisabeteamaro.jusbrasil.com.br/