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terça-feira, 12 de março de 2024

Ah, a Doce Vitória da Surpresa!


Não há nada mais gratificante do que ver a expressão de choque no rosto do adversário ao ser surpreendido por um movimento inesperado.

É como jogar um truque de mágica sem cartola, apenas com uma boa dose de astúcia e criatividade.

A sensação de dar um xeque-mate inesperado no tabuleiro da vida ou surpreender o oponente com um golpe genial é como uma dança triunfante no campo de batalha.

É aquele momento em que as estrelas se alinham, os deuses do humor conspiram a seu favor e a vitória se torna ainda mais saborosa.

Nada supera a alegria de vencer através da surpresa, demonstrando que o elemento surpresa pode ser o seu melhor aliado. 

Afinal, como dizem, o truque é surpreender o oponente antes que ele tenha tempo de piscar!

A vitória obtida por surpreender o adversário é um doce prêmio para os mestres da artimanha e alegria para os espíritos brincalhões. 

Então, aproveite cada momento brincando com as possibilidades e conquistando o improvável com um sorriso irreverente no rosto.


A capacidade de surpreender o adversário de forma positiva e estratégica pode, de fato, contribuir significativamente para a progressão da carreira de uma pessoa.

Aqui estão algumas maneiras de como a abordagem descrita no texto brincalhão pode ser benéfica:

- Criatividade e Inovação: Surpreender o adversário mostra sua capacidade de pensar de forma criativa e inovadora. Essas são habilidades valorizadas no ambiente de trabalho, pois podem levar a soluções únicas e eficazes para os desafios enfrentados em projetos e tarefas diárias.

- Estratégia e Pensamento Estratégico: A capacidade de surpreender exige pensamento estratégico e planejamento cuidadoso. Essas habilidades são essenciais para progredir na carreira, especialmente em papéis de liderança e gestão.

- Resiliência e Adaptação: Ao surpreender o adversário, você está demonstrando uma capacidade de se adaptar a situações inesperadas e lidar com desafios de forma eficaz. Essas qualidades são essenciais para o sucesso profissional e a progressão na carreira.


- Comunicação e Habilidades Interpessoais:
Surpreender o adversário de forma positiva também pode envolver uma comunicação eficaz e habilidades interpessoais sólidas. Essas habilidades são fundamentais para construir relacionamentos sólidos e colaborativos no ambiente de trabalho.

Copiado: https://www.linkedin.com/in/marc%C3%A3o-marcus-vinicius-pinto/

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

Precisamos falar sobre os "Babacas Competentes"


Recentemente, encontrei uma leitura fascinante do Financial Times sobre um fenômeno curioso no mundo corporativo: 

os chamados "Babacas Competentes"

Esses são profissionais brilhantes em suas habilidades técnicas, mas cujas atitudes tóxicas e falta de habilidades interpessoais criam um ambiente de trabalho desafiador.

A discussão levanta um ponto crucial: embora esses indivíduos possam inicialmente subir na hierarquia pela sua competência técnica, eles frequentemente atingem um teto. 

Por quê? 

Porque a verdadeira liderança transcende a competência técnica. 

Envolve empatia, colaboração e a capacidade de inspirar e motivar equipes.


Linda Hill, da Harvard Business School, argumenta que esses profissionais, muitas vezes, carecem de autoconhecimento e não desenvolvem habilidades empáticas essenciais para o sucesso sustentável em posições de liderança.

Esta é uma chamada de atenção para todos nós no ambiente corporativo. 

Estamos entrando em uma era onde qualidades como empatia, colaboração e inteligência emocional são tão valorizadas quanto a competência técnica. 

Líderes que constroem culturas baseadas no respeito mútuo e apoio são os que realmente impulsionam o crescimento sustentável e a inovação.


Afinal, como Adam Grant explora em seu livro 'Give and Take', o sucesso verdadeiro e duradouro depende da forma como interagimos e tratamos os outros. 

No final das contas, queremos trabalhar não apenas com pessoas que respeitamos, mas também com pessoas que genuinamente gostamos e admiramos.

Copiado: https://www.linkedin.com/in/gilbertostrafacci/

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Entenda Como Funciona a Lei de Cotas para Deficientes nas Empresas


Caso você trabalhe ou já tenha trabalhado em uma organização com mais de 100 funcionários, provavelmente havia pessoas portadoras de algum tipo de deficiência em seu ambiente de trabalho.

Isso porque a lei no 8213 de 1991 obriga empresas, a partir desse porte, a destinarem entre 2% e 5% das vagas para funcionários que tenham algum tipo de necessidade especial, e se não houver nenhum colaborador com essas características, a companhia estará infringindo a lei.

Mas, afinal, o que diz o texto que define as cotas para deficientes nas empresas? Para entender o funcionamento da norma, acompanhe este texto. Vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

Quando surgiu a lei?

Apesar de ter sido homologada no ano de 1991, a norma só passou a valer no ano 2000, quando se iniciou a fiscalização do seu cumprimento. O texto original, que não especificava quais deficiências se enquadravam nele, foi alterado em 2004, sanando o problema.

Mesmo muitas pessoas considerando uma realidade distante, dos brasileiros maiores de 18 anos, 6,2% apresentam algum tipo de deficiência. Milhares deles tem talentos diversificados estão esperando uma vaga no mercado, por isso vale atentar-se para as determinações de cotas para deficientes nas empresas.

Quem é considerado deficiente pela norma?

Quando falamos sobre essas contratações, é considerada uma deficiência a anormalidade ou perda de uma estrutura — seja ela psicológica, anatômica ou fisiológica — que, dentro do padrão para o ser humano, gera incapacidade para o cumprimento da atividade do cotidiano.

Qual a porcentagem de cotas para deficientes nas empresas?

É exigido pela lei que toda companhia de grande porte, ou seja, com 100 ou mais funcionários, destine uma quantidade de vagas para portadores de deficiências. Os padrões são:

  • 2% das vagas para deficientes em empresa com 100 a 200 colaboradores;
  • 3% das vagas para deficientes em empresa com 201 a 500 colaboradores;
  • 4% das vagas para deficientes em empresa com 501 a 1000 colaboradores;
  • 5% das vagas para deficientes em empresa com 1001 ou mais colaboradores.

Quais as consequências do não cumprimento da lei?

Caso uma empresa que se enquadre na lei de cotas para deficientes não a cumpra e seja fiscalizada, a pena pela é uma multa que varia de acordo com o grau da infração.

Uma companhia com 180 colaboradores, por exemplo, deve destinar 2% dos cargos para portadores de deficiência. Nessa simulação, esse percentual seria equivalente a 3,6 vagas que, por não ser um número inteiro, deve ser arredondado para cima. Ou seja, 4 postos de trabalho.

Se for constatado que não havia nenhum profissional com necessidades especiais trabalhando lá, o cálculo da multa em valores atuais é equivalente ao número de vagas (no caso, 4) multiplicado por um valor entre R$ 2.284,05 e R$ R$ 228.402,57.

A definição é feita pelo juiz do Ministério do Trabalho que cuidará do caso e geralmente é baseada na faixa de faturamento em da organização.

Como você pode perceber, é importantíssimo respeitar as cotas para deficientes nas empresas.

Além de ajudar a abolir com o preconceito e dar oportunidades a uma parcela da população que já enfrenta inúmeras dificuldades, o não cumprimento dessa medida pode trazer grandes sansões para a companhia.

Assim contribuímos para que todas as pessoas tenham seus direitos assegurados.

Copiado: https://www.gupy.io/blog/

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

SIMPLES ASSIM... "O OUTRO PAR"




O filme egípcio "O OUTRO PAR", com apenas 2 minutos de duração, ganhou o prêmio de melhor curta no Festival de Cinema. A diretora tem 20 anos de idade. O filme retrata a Lei do retorno. Faça pelo outro o que gostaria que fizesse por você. Mas sem esperar que o outro retribua. Lei do amor.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

As 14 áreas de Atuação na Administração

O administrador é um profissional de grau superior que atua no planejamento, gerenciamento e acompanhamento das atividades de uma empresa.
Seja na gestão de seu próprio negócio, como empregado em uma organização ou como consultor independente, o administrador tem um vasto campo de trabalho, dispõe de áreas de atuação na Administração que você pode escolher e pode exercer inúmeras atividades em todos os setores da economia.
Comércio, indústria, serviços, organizações não governamentais, setor público, instituições financeiras, hotelaria e saúde são alguns exemplos de instituições onde um administrador pode trabalhar. 
As 14 áreas de atuação na Administração que você pode escolher:
Dentro de uma organização, o Administrador pode exercer funções como:
Administração financeira
• Gestão de recursos humanos
• Controladoria
• Planejamento estratégico
• Comércio exterior
• Controle de custos
• Gestão de informações
• Marketing
• Logística
• Gestão ambiental
• Controle de produção
• Gestão de processos
• Pesquisa de mercado
• Elaboração de plano de negócios
Sobre a carreira e áreas de atuação na Administração que você pode escolher
Por ser uma formação de caráter generalista, o curso superior de administração dá ao egresso a oportunidade de atuar nos mais variados setores da economia e oferece diversas possibilidades de especialização e  áreas de atuação na Administração, tanto pela experiência de trabalho adquirida como por meio de cursos de pós-graduação. Além de atuar como empreendedor e autônomo, o administrador pode exercer suas atividades em departamentos de:
• Marketing
• Recursos Humanos
• Finanças
• Compras
• Produção
• Logística
• Comércio exterior
• Controladoria
• Planejamento estratégico e outros
Entre as organizações em que o administrador pode trabalhar, estão:
• Empresa própria
• Consultoria
• Agronegócio
• Indústria
• Telecomunicações
• Serviços
• Instituições financeiras
• Escolas
• Universidades
• Institutos de pesquisa
• Organizações Não Governamentais (ONGs)
• Hotelaria
• Hospitais
• Clubes esportivos e recreativos
• Cooperativas
• Fundações
• Órgãos públicos  (acesse aqui concursos para administradores)
O que se estuda em Administração?
Nas áreas de Administração, estudam-se muitos temas, como por exemplo: Gerenciar organizações, lançar novos produtos no mercado, organizar a produção de uma fábrica e liderar equipes. Essas são algumas das ações desempenhadas pelo administrador.
Para capacitar o profissional para atuar em áreas da administração tão diversas, o curso de Administração oferece uma formação que combina conteúdos da área de Humanas e Exatas.
Visão geral do curso de Administração
curso de Administração é uma habilitação do tipo Bacharelado, que forma um profissional com conhecimento generalista.
Ao longo de 4  anos o estudante desenvolve conhecimento nas grandes áreas da Administração:
• Recursos Humanos: definição de perfis de trabalho, processo de seleção, planos de carreira, ações de treinamento e motivação, desligamento.
• Finanças: contas a pagar e a receber, tributos e impostos, contas correntes e investimentos.
• Produção: compra de insumos, seleção de fornecedores, estoque, processo produtivo, qualidade e entrega.
• Marketing: conceito e identidade de novos produtos, formas de promoção, mercados e pontos de venda.
Para todos os cursos de graduação, o Conselho Nacional de Educação, do Ministério da Educação, estabelece as diretrizes curriculares. Elas dão as linhas gerais para o tipo de profissional a ser formado e o que as universidades devem levar em conta na hora de criar os currículos de seus cursos.
No caso de Administração, a recomendação é que os currículos ofereçam disciplinas em quatro campos:
1. Formação básica
As disciplinas voltadas para a formação básica em Administração são oferecidas geralmente nos anos iniciais. São matérias como por exemplo:
• Antropologia
• Contabilidade
• Direito
• Estatística
• Ética
• Filosofia
• Matemática
• Política
• Psicologia
• Sociologia
2. Formação profissional
Nas primeiras fases do curso os alunos já têm contato com conteúdos específicos da Administração. Entre as matérias específicas estão:
• Finanças e Orçamentos
• Materiais, Produção e Logística
• Mercado e Marketing
• Planejamento Estratégica
• Recursos Humanos
• Responsabilidade Social e Terceiro Setor
• Serviços
• Sistemas de Informações
• Teoria da Administração e das Organizações
3. Estudos Qualitativos e suas Tecnologias
As disciplinas deste campo do currículo visam colocar em prática estratégias e procedimentos da Administração. Veja alguns exemplos:
Contabilidade e Análise de Custos
• Metodologia da Pesquisa Científica
• Métodos Quantitativos e Qualitativos
• Modelos Matemáticos e estatísticos
• Pesquisa de Mercado
• Tecnologia e Inovação
• Teoria dos Jogos
Para simular o dia a dia do administrador nas áreas de atuação na Administração que você pode escolher, e os processos de tomada de decisão , algumas universidades oferecem atividades como Jogos de Empresas. É uma forma de ver na prática o que se estuda na faculdade, desenvolver a capacidade de analisar o ambiente, de trabalhar em equipe e exercitar o poder de decisão.
4. Formação Complementar
Uma parte da carga horária do curso é destinada a disciplinas optativas, que o estudante pode escolher para direcionar sua formação nas áreas de atuação na Administração. O objetivo é enriquecer o perfil profissional com matérias de diferentes áreas, como por exemplo:
• Administração de Cooperativas
• Antropologia Organizacional
• Educação Corporativa
• Empreendedorismo
• Gestão de Comércio Exterior
• Gestão e Sustentabilidade
• Gestão Pública (veja aqui concursos para Administradores)
• Língua Brasileira de Sinais
• Organização de Serviços de Saúde
No curso de Administração, o estágio supervisionado é obrigatório. Para se formar, o estudante deve também elaborar um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Outras atividades na área de Administração

Uma das principais características de quem na área da Administração é estar atento às mudanças na sociedade. Para isso, muitos cursos oferecem atividades em que o estudante pode ampliar seu repertório de experiências:

• Projetos Sociais: são disciplinas nas quais os estudantes vão até comunidades de baixa renda e instituições sociais para desenvolver projetos em conjunto.
• Disciplinas em Inglês – são cada vez mais oferecidas a fim de preparar o estudante para um mercado cada vez mais internacionalizado.
• Intercâmbio – algumas universidades oferecem oportunidade de fazer intercâmbio em instituições estrangeiras. Embora muitas vezes o custo seja pago pelo estudante, a vantagem é conseguir validar as disciplinas cursadas no exterior.
• Empresas Júnior: como atividade à parte da grade curricular, os estudantes organizam-se em projetos e ações de empresas júnior, que oferecem consultorias para pequenas e médias empresas.
• Atividades Complementares: em muitas instituições o estudante pode participar de pesquisas científicas, cursos de extensão e monitoria. Os próprios alunos lideram atividades de integração, como semana acadêmica, recepção aos calouros, trote solidário, seminários e debates.
Copiado: http://seradministrador.com.br

terça-feira, 13 de junho de 2017

Administração É O Curso Dos Indecisos? Veja os Mitos E Verdades

Para ajudar os estudantes a entender como funciona a graduação em administração e qual a realidade da profissão, o G1 examinou ideias que costumam ser associadas à carreira. Professores da Universidade de São Paulo (USP) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) contam o que é mito e o que é verdade em relação à profissão.
Administração é a carreira com a maior procura no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nos últimos 15 anos, o número de formados por ano cresceu de 35.149 para 99.216, um aumento de 182%.
Veja abaixo cinco mitos e fatos sobre a carreira:

Quem não sabe o que cursar vai fazer administração?

A professora Graziella Comini, coordenadora do curso de administração da FEA-USP, afirma que é um mito acreditar que os alunos procuram esta carreira por estarem indecisos.
“A gente tem visto que os jovens chegam com ambição para serem empreendedores, desenvolverem um negócio próprio e terem espírito de ação”, diz. “São pessoas práticas, que querem ver a engrenagem rodando.”
O professor Henrique Heidtmann Neto, chefe do centro de graduação da FGV-EBAPE do Rio de Janeiro e presidente da Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração (Angrad), concorda que não existe esta conexão entre indecisão e carreira de administração.
“O ‘não saber escolher o curso’ é um problema geral, porque são jovens que prestam vestibular muito cedo”, opina. “Mas a carreira permite que a pessoa defina uma área mais específica que queira seguir depois, ao longo da graduação.”
Graziella explica que, de fato, administração é um curso generalista, que navega por várias áreas do conhecimento. Mas, seja qual for a área que o estudante decidir seguir, o objetivo da universidade será torná-lo um gestor.

É preciso fazer especialização depois da faculdade?

Como o curso de administração é mais generalista, não forma especialistas. “Por mais que existam as disciplinas optativas, cada vez mais elas são transversais. O aluno vai ter um pouco de conhecimento sobre cada tema”, afirma a professora Graziella.

Justamente por isso, ela explica que é praticamente obrigatório fazer cursos de especialização após a formatura. Ela costuma observar entre seus alunos que, depois de dois anos de concluírem a graduação, começam a sentir necessidade de aprofundar o conhecimento.
Stefan Spengler, de 25 anos, está no penúltimo semestre da graduação na PUC-SP e conta que percebe a preferência das empresas por pessoas jovens.
 “Não dá para parar de estudar. Você concorre com a pessoa de vinte e poucos anos, porque o mercado quer cabeças diferentes, que estejam ligadas às novas tecnologias”, diz.
“Não dá para parar de estudar. (…) O mercado quer cabeças diferentes, que estejam ligadas às novas tecnologias.”
Stefan conta que o curso de administração tem a vantagem de abrir muitas portas no mercado – mas, sem foco, o profissional pode ficar perdido. Ele vê como essencial fazer uma especialização. “Já decidi que quero fazer MBA de mercado financeiro em Barcelona”, diz. O estágio o ajudou a escolher a área em que pretende atuar: após trabalhar por dois anos em um banco de investimentos, Stefan decidiu que quer ser um trader autônomo (cargo em que operaria com recursos próprios).
Uma pesquisa feita em 2015 pelo Conselho Federal de Administração (CFA) aponta que 73,37% dos administradores fizeram especialização, como MBA, e 11,62% cursaram outra graduação.

O mercado é amplo e dá para trabalhar em vários lugares?

De acordo com a professora Graziella Comini, o administrador tem a possibilidade de trabalhar em diferentes áreas – não necessariamente como gestor de uma empresa. “Muitos seguem na área financeira, de consultoria estratégica”, diz.
“Da padaria até a multinacional, as empresas precisam de um gestor, uma pessoa com essa visão estratégica, que defina o rumo da organização. Desde o cargo mais amplo, que seria uma diretoria, até em áreas como logística, de gestão de pessoas, de trademarketing.”
“Da padaria até a multinacional, as empresas precisam de um gestor, uma pessoa com essa visão estratégica, que defina o rumo da organização.”
A existência de tantos segmentos facilita que o formando consiga um emprego. “A perspectiva de mercado é muito boa, principalmente para quem tem uma especialização”, diz Henrique Heidtmann Neto.
E é importante lembrar que não existem oportunidades apenas em empresas privadas: é possível seguir a carreira no setor público ou em ONGs, por exemplo.

O sonho do estudante de administração é sempre trabalhar em multinacional?

Em uma sala de aula da faculdade de administração, não existem apenas aqueles que sonham em trabalhar em uma grande multinacional. A professora Graziella conta que cada vez mais recebe alunos que querem ir para a área social ou para o ramo de empreendedorismo. “É um perfil que quer ser protagonista e um grupo que tem se tornado bastante heterogêneo”, conta.
O professor Henrique cita também o fenômeno das startups – mas ressalta que nem todas as pequenas e médias empresas têm um caminho de sucesso. Aproveita para conscientizar o jovem de que ser dono do próprio negócio exige dedicação e disponibilidade constantes, para trabalhar durante a semana inteira.

É verdade que a carreira é longa?

Apesar da alta empregabilidade e da média salarial acima do padrão, os profissionais podem ser descartados com facilidade. A competição com os jovens é grande. “Em geral, a pessoa trabalha até os 60 ou 63 anos, depois disso tem de sair. Em outras profissões, a pessoa mais velha é mais madura, o que pode ser vantajoso. Nas corporações, não: concorre-se com gente muito nova”, diz Graziella.
“Precisa estar no pique e aproveitar muito. Não é uma carreira tão curta quanto a de um atleta, nem tão longa quanto a de um professor”, afirma. Por isso, alguns profissionais recorrem à carreira acadêmica para poderem prosseguir trabalhando.
“Não é uma carreira tão curta quanto a de um atleta, nem tão longa quanto a de um professor”
Copiado: http://www.litoralhoje.com.br

terça-feira, 16 de maio de 2017

Como Fazer um Brainstorming Eficiente

Toda vez que surge durante o trabalho a necessidade de pensar no futuro da empresa ou de abrir novas frentes de negócio, sempre aparece alguém para sugerir um brainstorming, aquela reunião de trabalho em que as ideias devem fluir livremente e sem compromisso para que a inovaçãopossa emergir.
Ao longo de 15 anos de existência, VOCÊ S/A tratou do assunto em suas páginas e viu como a técnica mudou. Hoje, aprimorado, o brainstorming ganhou uma “dose de racionalidade”, segundo o professor Ralph Keeney, da Universidade Duke, nos Estados Unidos, que propõe um processo mais eficiente. Antes da reunião, todo mundo deve se preparar. ‘
Dar aos participantes apenas uma visão geral sobre o tópico não funciona. O professor acredita que os objetivos da resolução do problema devem ser explicitados antes que se pense em alguma alternativa viável. “É preciso ter clareza sobre o que será discutido”, diz Ralph.
Em segundo lugar, é preciso evitar conclusões precipitadas. “Os participantes podem ancorar seu pensamento em ideias que estão sendo apresentadas e desconsiderar alternativas importantes”, diz Ralph. A seguir, confira as novas técnicas de brainstorming e orientações sobre o tema que apareceram nas páginas da VOCÊ S/A.
O brainstorming modelo 2013
1 Comece com o problema 
Toda reunião deve começar com a definição clara do problema. Ela determina o propósito do brainstorming. Ao longo do encontro, as pessoas devem se ater a esse assunto sem perder o foco.
2 Quem e para quê 
Antes de começar, tenha certeza de que o grupo tem conhecimento profundo sobre as necessidades dos interessados em encontrar uma solução. Essa é uma das mudanças do novo modelo: saber exatamente quais são os objetivos.
Isso pode ser feito por meio de pesquisa primária, como a experiência da consultoria americana Jump, com sede em San Mateo, na Califórnia, que desloca o funcionário para passar um tempo com a pessoa ou a empresa que enfrenta o problema.
3 Ambiente favorável
Garanta que as pessoas se sintam confortáveis no local em que o brainstorming será realizado. Considere, até, conduzir o processo fora do contexto do ambiente de trabalho — isso pode levar as pessoas a pensar de maneira diferente.
4 Inspire-se
Minutos antes do início, é importante orientar os participantes a “alimentar a mente”. Revisar tudo o que se sabe sobre o problema ou ler um estudo de caso sobre a solução. O intuito é inspirar.

5 Ideias nascem na mente
Grupos não têm mente. Portanto, antes de iniciar, é interessante que cada participante desenvolva suas próprias propostas para o problema — e que sejam anotadas e registradas. Pode-se, por exemplo, instigar os participantes a pensar sobre alternativas para cada objetivo do brainstorming, pedindo que eles indiquem qual é a melhor delas.
6 Discussão coletiva
Para evitar que uma ou duas pessoas dominem a conversa, deixando ideias de lado, a recomendação é que sejam usadas todas as anotações dos participantes envolvidos, feitas na etapa anterior. “Isso garante que ninguém fique sem voz”, diz o professor Ralph Keeney.
Outra ideia é que o moderador do brainstorming nunca deixe uma pessoa apresentar todas as suas alternativas de uma vez. Ele deve circular perguntando se há alguma sugestão que não foi discutida, para que todos participem.
7 Abra a torneira de ideias
Quantidade produz qualidade. É preciso acumular o máximo de ideias para que se possa descartar as ruins e medianas e ficar com as boas.
8 Ideias selvagens
Não faça julgamentos (principalmente precipitados) sobre as ideias que forem apresentadas pelo grupo. O julgamento tende a interromper o fluxo da criação. Isso deve, aliás, ser recomendado no início do processo.
O que já falamos
Orientações sobre brainstorming que estiveram nas páginas da VOCÊ S/A e continuam atuais
Sem vergonha ou censura
A técnica deve permitir a fluência total de ideias, com bom humor, nada de críticas ou julgamentos sarcásticos sobre a sugestão do vizinho. Não pode haver censura: alguém estimula a todos e anota as pérolas (e as abobrinhas também). Edição 15, setembro de 1999
Administre conflitos
Nem todo conflito é construtivo. Nos primeiros estágios de geração de ideias, o conflito é prejudicial, principalmente quando faz a ideia ser rejeitada antes de ser desenvolvida o suficiente para ser bem avaliada. Os participantes devem conter seu julgamento e evitar críticas. Edição 49, julho de 2002
Em causa própria
Para tomar uma decisão pessoal, você pode fazer um brainstorming sozinho. Por exemplo, para quem deseja uma promoção, a pergunta a se fazer é: de que maneira posso ser promovido? As soluções podem ser as mais diversas, desde fazer pós-graduação até algo mais radical, como tentar uma vaga em outro lugar. O importante é não se policiar. Quanto mais ideias, mais chances de encontrar uma boa resposta.
Copiado: http://exame.abril.com.br