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quarta-feira, 20 de março de 2024

CURSOS FREE EM IA (INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL) COM VERSÕES EM PORTUGUÊS


São 14 cursos, alguns com versão em

Português Brasil e gratuitos.
Aproveitem e vamos buscar entender cada vez mais sobre essas duas letrinhas que estão mudando nossas vidas…

1 Introdução Generativa ao Al: IA Gerativa com Modelos de Linguagem Grande (LLMs), você aprenderá os fundamentos de como a IA generativa funciona e como implantá-la em aplicativos do mundo real.
https://lnkd.in/ggx8EM_g

2. IA Generativa com Modelos de Linguagem de Grande Escala (famoso LLM - Large Language Model).
https://lnkd.in/gZPUvFzv

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Para conteúdos sobre Inteligência Artificial, se inscreva gratuitamente em nossa NEWSLETTER.
Link: https://lnkd.in/eBEWB2e5
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3. Especialização em Redes Adversárias Geracionais (GANs): Invada o espaço GANs. Domine técnicas de GANs de ponta através de três cursos práticos!


https://lnkd.in/gZ4JVEmE

4. Introdução à Inteligência Artificial (IA)
https://lnkd.in/gs8zE99Z

5. Generative AI Primer
https://lnkd.in/gCxEMBrZ

6. Especialização Em Processamento De Linguagem Natural
https://lnkd.in/gDEFf9zZ

7. Especialização em Deep Learning
https://lnkd.in/gXxR8GY8

8. Especialização em IA Generativa para Cientistas de Dados
https://lnkd.in/gftxCB66

9. IBM Data Science Professional Certificate
https://lnkd.in/gxJGCTaz

10. Introduction to Data Science
https://lnkd.in/gtbcjBDy



11. Learn SQL Basics for Data Science
https://lnkd.in/g2uzpJry

12. Excel para Negócios
https://lnkd.in/gjSMMZBQ

13. Python para Todos
https://lnkd.in/gMyFYTFx

14. Especialização em Machine Learning
https://lnkd.in/gYexFPd3

COPIADO: https://www.linkedin.com/in/fabiano-rodrigues

quinta-feira, 14 de março de 2024

COMUNICAÇÃO não é o que Você Diz, é o que os Outros Entendem


A comunicação ficou ainda mais comum e mais difícil digitalmente, e considerando que voltamos à era dos hieróglifos, através da utilização dos emojis 😳, fica a pergunta, podemos usar na vida profissional?🤔

Segundo o consórcio Unicode, 92% da população utiliza emojis, e anunciaram uma lista com 31 novos emojis, e a principal rede profissional lançou a possibilidade de reação com carinhas engraçadas, e foi criticada por muitos conservadores corporativos que temem que logo seja possivel as dancinhas por lá também. 😂🙄⠀
Uma pesquisa da Wayne State University nos EUA com 299 jovens classificando 70 emojis populares nas categorias “positivo”, “negativo”, “neutro” ou “ambíguo” mostrou que as mulheres são mais propensas a classificar emojis que os homens consideram positivos, como expressões de sentimentos negativos. 👍👎⠀
Essa pesquisa deixou claro que as pessoas interpretam uma mesma imagem de formas diferentes. 😠😊🤪


Quando uma pessoa envia um emoji com o objetivo de transmitir uma mensagem positiva, quem recebe pode interpretar de forma negativa.🤬
Como essa diferença de interpretação pode gerar conflitos e ruídos na comunicação, é preciso avaliar "com quem" e "em que contexto" deseja se comunicar utilizando emojis, e evitar utiliza-los em comunicações mais formais.😱
Aconselho a meus clientes que possuem equipes de vendas interagindo com os clientes através do wapp, que desenvolvam um manual com regras claras de comunicação, direcionando o que pode ou não ser utilizado, criando uma identidade na comunicação que represente o perfil ou lifestyle da empresa.📕

Lembre-se que o colaborador está "representando" a marca nessa comunicação, portanto é preciso fiscalizar diariamente a linguagem, português correto, gírias, intimidade, veracidade das informações, etc.📍⠀
Isso pode ser mais difícil quando ele utiliza seu próprio smartphone, o qual não pode ser fiscalizado, portanto aconselho que a empresa forneça um smartphone corporativo, e o mesmo seja disponibilizado somente durante no horário comercial.🚫⛔⠀

Copiado: https://www.linkedin.com/in/estermorgan/

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Telas Demais, Saúde de Menos.


Quem não passa horas a fio perante as telas que atire a primeira pedra!

E eu me incluo nesse contingente, porque meu trabalho depende, em grande parte, do celular e do notebook. Além do mais, eu adoro tecnologia! 

Mas... não deixo de estar presente, de aprimorar meu autoconhecimento, passear na praia, ver os amigos e familiares, curtir minhas plantas (tenho uma urban jungle em casa...rs), brincar com meus pets e fazer um detox digital, pelo menos, uma vez por semana.

Sim!

As telas fazem parte do nosso cotidiano, seja para trabalhar, estudar, comunicar, divertir ou, até mesmo, para ficar no ócio. 

No entanto, já está provado que o uso abusivo desses aparelhos pode trazer consequências negativas para a nossa saúde física e mental.

Diversos estudos mostram que o excesso de telas pode afetar o cérebro, o sono, a visão, a postura, o peso, o humor, a atenção, a memória, a aprendizagem, a socialização e o bem-estar emocional. 

Além disso, pode aumentar o risco de desenvolver doenças crônicas, como obesidade, diabetes, depressão e, até mesmo, demência.

Segundo um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), sintomas como estresse, depressão e ansiedade foram observados em pessoas que utilizam aparelhos como celular e computador com muita frequência podendo afetar a saúde mental de idosos, adultos, adolescentes e crianças.

Para evitar esses problemas, precisamos adotar hábitos saudáveis e equilibrar o tempo de exposição aos dispositivos digitais.

09 dicas simples e eficazes para escapar dessas armadilhas:

  • Estabelecer limites reais para o tempo gasto em telas durante o dia, de acordo com as necessidades e as prioridades de cada um
  • Desligar a tela uma hora antes de dormir, para favorecer a produção de melatonina, o hormônio do sono
  • Fazer pausas regulares para descansar os olhos a cada 20 minutos e olhar para objetos distantes
  • Ajustar o brilho da tela para um nível confortável e evitar ambientes com muita luz ou muito escuros
  • Posicionar a tela cerca de 50 a 70 centímetros de distância dos olhos e ajustar a altura para que o olhar fique ligeiramente abaixo do topo dela
  • Praticar atividades físicas, preferencialmente ao ar livre, para movimentar o corpo e aliviar o estresse
  • Buscar outras formas de entretenimento e lazer além da tela, como ler, ouvir música, jogar, desenhar, cozinhar, entre outros
  • Conversar com familiares e amigos sobre o uso adequado da tela e incentivar momentos de convivência sem interferência dos aparelhos;
  • Procurar ajuda profissional se o uso de telas estiver associado a algum transtorno psicológico, como ansiedade, depressão ou compulsão.

Seguindo essas dicas, é possível aproveitar os benefícios que as telas oferecem, sem prejudicar a saúde e a qualidade de vida. Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/

Lembre-se: É importante aprender a usar as tecnologias com consciência e moderação.

As telas afetando nosso ritmo circadiano

Os ritmos circadianos do nosso corpo – mudanças físicas, mentais e comportamentais (ciclo de 24 horas) e respondem principalmente à luz e à escuridão – são afetados pela exposição aos aparelhos eletrônicos.

Dados do Instituto Nacional de Ciências Médicas Gerais (EUA), indicam que a luz dos dispositivos durante a noite pode confundir os relógios biológicos podendo causar distúrbios do sono.


Demência Digital

O artigo “Demência digital na geração da Internet: o tempo excessivo de tela durante o desenvolvimento do cérebro aumentará o risco de doença de Alzheimer e demências relacionadas na vida adulta”, publicado no Journal of Integrative Neuroscience em 2022, o tempo de tela excessivo "afeta negativamente a atenção e a concentração, a aprendizagem e a memória, a regulação emocional e o funcionamento social, a saúde física, e o desenvolvimento de distúrbios mentais e de uso de substâncias".

Deste modo ficamos vulneráveis à neurodegeneração acelerada na idade adulta tardia, aumentando o risco de leve comprometimento cognitivo e doença de Alzheimer precoce e demências relacionadas.

Por que, mesmo sabendo sobre os riscos as pessoas não mudam hábitos de risco?

A psicologia explica que temos um resquício infantil dentro de nós. 

Enquanto a psicologia não avaliar realmente o que há por trás dos comportamentos de risco, as pessoas vão continuar com seus vícios e hábitos ruins, independentemente de qualquer informação.

Mas se parece tão simples na teoria, por que é tão difícil mudar hábitos?

A resposta está em nosso cérebro. 

A dificuldade de mudar de hábitos vai desde alguns mitos, derrubados pela ciência, mas que ainda acreditamos, até em não sermos tão fortes quanto pensamos.

A malfadada e deliciosa Zona de Conforto não tem esse nome à toa e é bastante confortável. 

Por mais que tenhamos muita força de vontade, só isso, pode não ser o suficiente para ter uma vida mais saudável.



Isso se explica porque a maior parte das escolhas do dia a dia não é feita de forma consciente, mas sim no modo Piloto Automático.

As atitudes negativas aliviam momentaneamente a tensão e trazem prazer, pois funcionam como válvulas de escape do estresse, da depressão, dos pensamentos ruins e dos problemas da vida.

Quando hábitos de risco se tornam o escape de nossos problemas, sem percebermos passamos a alimentar comportamentos que nos fazem mal. Como não sentimos as consequências negativas logo no início, continuamos a perpetuá-los.

E é ai que mora o perigo do vício

Chega um momento em que perdemos o controle sobre esses hábitos autodestrutivos que acabam tomando conta da nossa rotina podendo se transformar em vícios nos tornando dependentes.

Sendo assim, se estivermos mais presentes (mindfullness/ meditação) e prestando atenção ao que estamos fazendo, nossas escolhas têm grande chance de serem mais positivas e saudáveis.

Como você lida com o vício pela tecnologia?

Copiado: https://www.linkedin.com/in/catarinapierangeli/