segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

TOMAR DECISÕES ?


Você toma decisões diariamente?
Claro que sim, não é? Pergunta boba… Vamos pensar diferente: Como você toma decisões?
Como assim?
Pense em quais os elementos que formam a sua tomada de decisão:
  • Pessoal;
  • Números;
  • Visão estratégica;
  • Solução imediata;
  • Todas as opções acima;
Na maioria das vezes, temos uma ou duas das variáveis acima como balizadores da nossa tomada de decisão. Ao meu ver, a resposta mais verdadeira e correta deveria ser a última, ou seja, usarmos todas as opções acima e quiça mais algumas para que a decisão seja o mais justa possível.
Como reflexão, deixo três frases:
As frases abaixo foram tiradas do livro Adapte-se ou Morra, cujo post na íntegra você pode ler aqui.
Regra 12: “Não” é a segunda melhor resposta que você pode obter para qualquer pergunta que fizer.
Regra 13: Não decidir já é uma decisão. Esse é o problema da procrastinação.
Regra 14: É extremamente difícil fazer uma lista de todas as coisas que você pensou. Isso explica por que é importante estender o processo de tomada de decisões ao máximo de pessoas possível.
Vamos analisar cada regra isoladamente:
Regra 12: “Não” é a segunda melhor resposta que você pode obter para qualquer pergunta que fizer.
Muitas pessoas tem medo do não, querem apenas o sim. Aliás, penso que uma geração inteira de pessoas estão sendo geradas desta forma (com as devidas exceções, lógico), onde serão muito frustados posteriormente. O não ensina a crescer, amadurecer e pensar. O não nunca é uma negativa, mas sim uma forma de poder analisar o que está acontecendo diferente. O não jamais diminui a pessoa, mas sim a forma que ela agiu, portanto, algo que pode mudar.
Você sempre diz não? Cuidado, toda unanimidade é burra. Pense, critique, analise o momento e defina se o não é necessário. O sim é muito mais aprazível e ensina tanto quanto o não, dependendo do momento.
Regra 13: Não decidir já é uma decisão. Esse é o problema da procrastinação.
Não deixe uma decisão para depois, exceto se for uma decisão para ser tomada em um momento de raiva. Com raiva, nunca tomamos decisões acertadas. Tome decisões com elementos factíveis e sem sentimentos que atrapalhem o raciocínio do momento.
Regra 14: É extremamente difícil fazer uma lista de todas as coisas que você pensou. Isso explica por que é importante estender o processo de tomada de decisões ao máximo de pessoas possível.
Divida o conhecimento e compartilhe as decisões. Isto formará uma corrente de decisões eprodutividade enorme dentro do negócio. Ao centralizar isto em você, você não está garantindo seu emprego, como muitos pensam: estará matando a empresa que te dá o emprego hoje.
Enfim,
Tomar decisões não é um processo simples, nem tanto simplista, mas extremamente necessário.
Pense nisto e tire suas conclusões!

Feedback, o que faço agora com a informação?


Os termos em inglês são práticos, encaixam-se em muitas situações.
Todos os dias surgem palavras novas, resultado da composição de duas ou mais ou da redução de algumas.
Falou em avaliação, verificação, teste, rapidamente alguém lhe diz: - Eu lhe dou um feedback.
Feedback tem os seguintes significados: regeneração, realimentação, resposta, retroinformação, comentários e informações sobre algo que já foi feito com o objetivo de avaliação.
Há um compromisso não declarado, expresso no termo, não há?
Hum, será que é impressão minha?
Por que alguém precisaria de uma resposta, uma realimentação, comentários sobre uma avaliação? Porque há um compromisso com o retorno, não é verdade?
Quando lhe prometerem um feedback, certifique-se de que a pessoa entendeu o verdadeiro significado da palavra!
Tomando café no shopping com amigos, passou por nós uma pessoa e disse ao Carlos: - Não me esqueci não, esta semana ainda lhe dou o feedback.
Tony, curioso e colega de trabalho do Carlos, acenou, balançando a cabeça, como se perguntasse:- Que Feedback?
Carlos deu de ombros e disse:- Sei lá. Ele sempre que me encontra diz isso. Faz um bocado de tempo não fazemos negócios.
Que utilidade será que terá a informação se um dia vier?
Todos os dias damos feeback. A questão é se o fazemos porque somos cobrados ou como parte importante de um processo.
Imagine que você forneça um determinado produto ao mercado, seu revendedor o informa que os consumidores estão reclamando de um pequeno defeito.
Sempre que sua equipe de vendas e você mesmo conversam com os revendedores dizem:- Qualquer coisa me ligue. Quero me manter informado, não deixem de me dar feedack!
Pois é, aconteceu. Eles estão ligando, dando feedback.
E agora João, vai fazer o que com essa informação?
Sabe o que eles esperam de você?
-Feedback-  você grita!
Só isso? Não está esquecendo nada? Eles querem compromisso com a solução.
Caso não se sintam satisfeitos, lhe darão mais uma porção de feedbacks e os produtos de volta neste momento, e mais tarde uma bela resposta quando quiser retomar os negócios: - Não estamos interessados, ou estamos com os estoques altos, ou não estamos vendendo nada, e mais uma série de feedbacks pouco elaborados.
Todos os dias são criadas formas para melhorar o relacionamento fornecedor- cliente para perpetuação dos negócios, como SAC, Ombudsman, pesquisas de opinião, endomarketing, CRM, e outras tantas, mas quando nos deparamos com a informação que 70% dos clientes que trocam os fornecedores o fazem porque acreditam que estes não se importam com eles, impossível não perguntar: cadê o tal de feedback?
Nosso SAC captou sua informação, ela já foi incluída no nosso CRM e será tratada por nossas equipes que desenvolvem um excelente trabalho de endomarketing, logo teremos a solução.  Isso é um feedback? Resolve o problema do cliente, estabelece algum compromisso?
Com frequência, vejo pessoas ligando para um conhecido prestador de serviços, cada reclamação recebe um número para que possa ser identificada e acompanhada. Ufa, até agora resisti a tentação de usar a palavra follow-up!
O prazo para resposta é de 72 horas. Nunca vi nenhuma delas recebendo feedback.
Quando tive que contatá-los, abri um chamado e lhes dei dois feedbacks porque o prazo para solução estava esgotado e o problema não estava resolvido.
Estes feedbacks geraram dois novos chamados, os prazos se esgotaram e eu tive que ligar para não ficar sem feedbacks.
Agora, simplifiquei!
Quando faço uma reclamação e alguém me diz:- Eu lhe dou um feedback.
Respondo: - Não precisa, só resolva a problema.
Não resistindo à tentação diria:- Quando não tiver feedback, faça follow-up! 
Afinal, quando algo não dá certo vai terminar em “efe” mesmo...
Não é o fim?

sábado, 4 de fevereiro de 2012

A Inveja

''A inveja e o ódio, mesmo se acompanhados pela inteligência, limitam o indivíduo à superfície daquilo que constitui o objecto da sua atenção. Mas, se a inteligência se irmana com a benevolência e com o amor, consegue penetrar em tudo o que nos homens e no mundo há de profundo. E pode mesmo acalentar a esperança de atingir o que possa haver de mais elevado.''
 Johann Wolfgang von Goethe, in 'Máximas e Reflexões'


Antes de prosseguirmos eu vou dividir esse capítulo em duas partes:


Os invejados e os invejosos.


Os Invejados:

Pra ilustrar esse capítulo eu ou citar um trecho da novela Celebridade (de Gilberto Braga, transmitida pela Rede Globo de Televisão no ano de 2003).



Laura (Claudia Abreu) era uma pessoa que tinha muita inveja de Maria Clara Diniz (Malu Mader) por que essa era rica, linda, famosa e inteligente. Laura por sua vez era uma inteligência a serviço do mal, e queria de todas as formas derrotar Maria Clara. Através de mil armações, um dia ela finalmente conseguiu tirar desmoralizar Maria Clara e ocupar seu lugar. Mas na ficção o bem sempre vence o mal e por fim Maria Clara deu a volta por cima e conseguiu se restabelecer depois de um muito esforço. Laura teve a punição desejada: A morte.

Eu fiz esse paralelo, porque infelizmente esse tipo de coisa não acontece somente nas novelas; acontece também na vida real, talvés  não em grande escala, mas todos nós já tivemos uma Laura  no nosso caminho (quem não teve erga as mão pro céu e agradeça).



Onde nasce a inveja?

Algumas pessoas chamam atenção no meio em que vivem. Seja por seu talento, por sua graça, sua beleza, sua simpatia, enfim... tem gente que ilumina o dia!

Em contrapartida existe gente que não tem esses atributos (embora possua outros mas não sabe valorizar), e passa a se sentir diminuída em relação àquela pessoa  que de algum modo chama mais atenção. É nesse ponto que nasce o ciúme e a INVEJA.



Há que diga que a inveja é a arma dos incompetentes. Realmente, se pararmos pra analisar bem, veremos que muitas vezes a pessoa que tem inveja no fundo queria ser igual ao invejado, mas não consegue ou por comodismo ou por falta de recursos.



E justamente por não conseguir ser igual a outra, ela quer destruí-la para não haver parâmetro de comparação; para não haver mais motivo para se esforçar e tentar melhorar. É como se um time de futebol pudesse massacrar o time adversário que ganhou a partida, apenas pra esquecer a derrota. Isso é um comportamento rudimentar, digno de pessoas com a alma bem pequena.

Infelizmente não é possível detectar quem são os invejosos a nossa volta. 

Algumas pessoas tem verdadeira paranóia com esse assunto e se sentem o alvo de toda a inveja quando na verdade, ninguém nem lembra que ela existe!



Só porque duas pessoas usam o mesmo modelo de camisa, não quer dizer que uma tenha inveja da outra. É apenas uma coincidência de gostos.

Mas tem gente que adora insistir. Adora achar que o mundo inteiro lhe tem inveja. 



Esses são tão infelizes quanto os invejosos.



Detectar um invejoso é fácil. Geralmente seu comportamento é falso, pontilhado por mil contradições. Fique atento, mas tome cuidado pra não exagerar na dose.

Nós não devemos ser orgulhosos, nem provocar ninguém, nem ter inveja uns dos outros. Gl 5.26



Os invejosos

É natural sentirmos uma pontinha de inveja. Aliás eu diria mais... diria que muitas vezes é isso que nos impulsiona a mudar de vida e seguir um rumo melhor.



O que não PODEMOS deixar acontecer é nos dominar pelos sentimentos negativos que a inveja trás consigo; resumindo: não devemos nos sentir diminuídos por que funalo tem uma coisa que nós não temos, e muito menos devemos pensar em destruir fulano ou as coisas que ele tem.



O fato de você quebrar a vidraça do vizinho não te dará uma vidraça melhor; o teu mísero consolo será ver que ele está sem vidraça. E isso até o dia em que ele conseguir comprar uma vidraça mais bonita.  

O despeitado vai rezar pra esse dia nunca chegar.

E ficará ruminando planos de vingança: se ele trocar a vidraça, eu vou lá e quebro de novo. E faria isso mil vezes se fosse preciso.

Será que ele não percebe que o tempo que está gastando pra quebrar a vidraça do vizinho, poderia estar trabalhando pra comprar uma vidraça mais bonita para si?



É nesse ponto que o invejoso fica rodando em círculo.



Se ele não mudar sua disposição mental será um eterno sofredor, porque há de destruir todas as vidraças bonitas  que encontrar pelo caminho assumindo assim uma  atitude hostil perante a vida.



Se ao contrário ele puser a mão na consciência e pensar: eu estou perdendo tempo quebrando vidraças, vai começar a trabalhar a favor de si mesmo e se esforçar para ter uma ou mais vidraças bonitas.



Como vencer o sentimento de inveja?



Fácil. Basta você transformar sua inveja negativa em inveja positiva. Inverter os pólos do sentimento. Trabalhar pra ser igual a pessoa que você tanto admira, porque no fundo a inveja é uma grande admiração.



Quando você finalmente conseguir chegar onde deseja com seus próprios pés e sem sujar as mãos sua inveja desaparecerá por completo.


Autor: Anna Fonseca - :artigos.netsaber.com.br

Gestão

'O que não se mede não se administra, o que não é mensurável, torne-o mensurável”. (Galileu Galilei).


Gestão é o ato de organizar, planejar, executar e controlar, que são as premissas básicas da Administração. Ela se aplica a uma atividade ou grupo delas em qualquer campo do conhecimento humano. 

A acepção do termo segundo o Dic. Aulete Digital é: ‘Ação ou resultado de gerir; ADMINISTRAÇÃO; GERÊNCIA: gestão como prefeito: gestão na empresa’.

A gestão é a aplicação da teoria administrativa por suas várias metodologias, a saber: gestão por funcionalidades (competências), por objetivos, por qualidade total, por processos, orientada a clientes, estratégica, etc. 

A aplicação do processo de gestão se dá em função do tipo de controle que se deseje adotar e, isto é função da definição dos indicadores pelos quais será feito o acompanhamento, sendo este acompanhamento fruto da metodologia do processo, Tornar um evento (etapa/atividade) mensurável é criar uma expectativa de desempenho ou resultado expressa em valor(es) que seja factível e aceito segundo os padrões vigentes no ambiente da gestão.

Alguns pensadores dedicaram-se à gestão de processos ou implementação de projetos, dentre eles podemos citar Edward Deming que implantou a gestão de qualidade no Japão pós-guerra definindo o ciclo PDCA (plan, do, control e act) cujas etapas são planejar, fazer, controlar e corrigir e também Kaplan e Norton, criadores do BSC, metodologia orientada à gestão na implementação de projetos. Ambas as metodologias prescrevem a definição das etapas ou atividades, formas de mensuração, metas e iniciativas da gestão. 

Planejamento é a antevisão racional e ordenada das orientações necessárias e suficientes para a consecução de um resultado. A execução é formada pelo conjunto de ações (atividades) planejadas para o atingimento dos objetivos. A meta é a quantificação ou qualificação do objetivo, que é o alvo a ser atingido. O controle compreende as atividades de coleta, tabulação, análise e divulgação das informações pertinentes ao processo/projeto objeto da gestão. 

Assim, em qualquer tipo de gestão é imperativo definir metas de execução do processos ou implementação do projeto, pois é importante saber o que se quer, onde se está e aonde se quer chegar. 

Os indicadores são parâmetros que medem o desempenho ou resultado de ações humanas e são definidos por práticas históricas, observações, medições ou qualquer outro método que quantifique ou qualifique o objeto (etapa/atividade) do controle. São números percentuais ou absolutos ou indicadores qualitativos que orientarão os esforços e resultados. A mensuração é o estabelecimento de parâmetros factíveis (indicadores) das metas e funcionam como balizadores ou alvos no atingimento das mesmas. O ciclo se completa com as ações de correções (act) nas atividades do processo/projeto que não atingiram as expectativas definidas nas metas.

A gestão proficiente aponta as necessidades de melhorias no processo/projeto, seja por erros no planejamento (sub-dimensionamento, sequenciamento, etc.), seja por despreparo, desmotivação, negligencia, etc. da força de trabalho. O gestor deve estar sempre à frente da equipe em relação aos eventos do processo/projeto, mas também ao seu lado como facilitador e incentivador. 

As ações do gestor transcendem perspectiva da eficiência (rendimento dos recursos) posto que todo processo/projeto tenha um cliente e, atender a satisfação dele (entrega de valor) é essencial, sendo a busca da eficácia a segunda perspectiva da gestão e, por fim, a perspectiva da efetividade (impacto/transformação), pois segundo a filosofia Kaizen: deve-se sempre buscar a melhoria nos padrões de desempenho e comportamento da força de trabalho (especialização, comprometimento, clima organizacional, etc.).

Assim, obedecendo a sequência lógica da gestão, orientamo-nos pelas questões-chaves, a saber: quando, como, porque, o que, quem e onde fazer (planejamento e execução), o que esperar (controle) e o que corrigir (retroalimentação).

Autor: Wagner Herrera - http://artigos.netsaber.com.br/

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Demitido por sí mesmo

 A demissão de um colaborador é uma coisa que inevitavelmente acontece ou irá acontecer em qualquer organização. Por uma razão ou outra a demissão nunca é algo agradável tanto para quem é demitido quanto para quem demite.


Existem algumas formas de demissão como: sem justa causa, por justa causa e por pedido de dispensa. A primeira reação de quem é demitido é procurar culpados, encontrar erros e justificar suas falhas
.

Com o passar do tempo e com a experiência que ganhamos com o relacionamento com clientes em todo o Brasil chegamos a conclusão de que: Com raras exceções, normalmente é o funcionário que acaba demitindo a si mesmo!


Parece uma coisa óbvia ou até mesmo antagônica, mas é a pura verdade. Pense por um instante nestas questões:
  • Qual gerente de vendas seria louco o bastante para demitir o seu campeão de vendas?
  • Qual administrador iria demitir um funcionário com alta produtividade, eficaz e que “veste a camisa da empresa em que trabalha”?
  • Qual empresa iria demitir um colaborador que é “um show” no atendimento e que sempre esta angariando mais clientes para sua carteira?
Como já dissemos, existem exceções. Um gerente pode demitir um colaborador por ciúmes, por medo de perder seu cargo, por um erro de avaliação, etc. Empresas abrem, empresas fecham suas portas diariamente em todo o Brasil, e um bom funcionário pode acabar ficando sem seu emprego por uma mudança de mercado ou até mesmo a falência da sua organização. Mas o que queremos dizer é que muitos acabam direcionando as coisas para a sua própria demissão. 
  
Como demitir a si mesmo?

Demitir a si mesmo é simples. Basta não cumprir a meta, não atender bem seus clientes, não gostar de trabalhar em equipe, faltar com ética, falar mau da sua empresa lá no barzinho da esquina, não ser produtivo ou basicamente ser um funcionário mediano.


Como manter o seu emprego?
Faça sempre mais do que as pessoas imagina, supere as expectativas, crie momentos mágicos e não trágicos para seus clientes e conquiste resultados positivos para seu empregador.

Pense nisso e afine-se para o sucesso!

Por:Fabiano Brum: Palestrante especialista em motivação, vendas, empreendedorismo e educação.
 Site: www.fabianobrum.com.br

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Vendas: a lei do camaleão


Foco no cliente

Há um antigo pressuposto (repito, antigo) que diz: “O cliente tem sempre razão”. Isso é, no mínimo, questionável; no entanto, existem prerrogativas verdadeiras:
Não são os empresários, os sindicatos ou os governantes responsáveis por garantir todos os empregos. São os consumidores. (John Hicks).
  • Custa cinco vezes mais caro conseguir um novo cliente do que manter um que já se tem. (Tom Peters).
Os clientes nem sempre serão os donos da razão, mas uma coisa é certa: para nós, vendedores, eles são a razão. A empresa deve ter o foco nas pessoas – colaboradores e clientes –, em todos os momentos, em todas as circunstâncias. O cliente é a razão.

O cenário atual

A informação é importante, sempre foi, mas tornou-se essencial em nossos dias – ou você sabe ou está perdido. Com o avanço da informática e do uso da internet como necessidade “básica”, muitos consumidores usam buscadores para pesquisar produtos, novidades, características, funcionalidades e preços. É preciso ter cuidado e conhecer realmente aquilo que vendemos, pois é comum encontrarmos clientes que conhecem mais dos produtos do que os próprios vendedores. Sem falar no crescimento doe-commerce e da venda não-loja.

Nos tempos atuais, os clientes estão mais informados e também mais exigentes: querem comodidade, praticidade e agilidade.

  • Agilidade, pois o tempo está cada vez mais escasso. É muito incômodo fazer uma ligação para cancelar um plano de assinaturas, ir à lotérica, ir ao banco, encarar um caixa lento no supermercado... é muito irritante quando você encontra um atendente que parece uma tartaruga com pressão baixa, que leva horas pra lhe atender. E quando você fica sendo “jogado” de um lado para o outro sem que ninguém saiba responder suas perguntas ou resolver seus problemas?
    1. Dica: ofereça o máximo de soluções, no mínimo de tempo. Evite inconvenientes e sempre pense como o cliente.
  • Praticidade, pois esta geração de consumidores está acostumada com o fast food. Enlatados e pré-prontos estão em alta... até o feijão já pode ser comprado pronto. Não é preciso carregar máquina digital, mp3, calculadora, relógio, computador, videogame, pen drive, agenda, televisão e outras coisas, se você pode ter tudo isso em um único aparelho – e na palma da sua mão. Meu escritório se resume a um smartphone.
Dica: o cliente sempre busca soluções para os seus problemas, então, descomplique; ou melhor: simplifique. Apresente o benefício e faça seu cliente desfrutar facilmente dele.

  • Comodidade, pois o cliente não quer fazer o que o vendedor pode fazer por ele, por isso, toda empresa que vende produtos também presta (vende) serviços. A comodidade deve ser um valor agregado, e a maioria dos consumidores não se importa em pagar a mais por isso.
Dica: tenha como buscar, tenha como levar. Tudo o que puder fazer pelo seu cliente, faça. Se você não fizer, o concorrente fará.

E agora?

O perfil do consumidor mudou e isso quer dizer que vendedores e empresas devem se adequar a essas mudanças, às suas necessidades e expectativas.
É inaceitável que os profissionais de vendas não se qualifiquem, não leiam, não conheçam pessoas, não se modifiquem. Vendedores bem-sucedidos são como camaleões.
Entre todas as características, a mais famosa e instigante é a capacidade de camuflagem. Um camaleão pode mudar de cor quando está com fome, quando a luz do ambiente é diferente, quando está fora do seu habitat natural, enfim, muda de acordo com as suas sensações.
É preciso ser um vendedor camaleão. E o que esse tipo de profissional faz?
O vendedor camaleão deve ser adaptável, deve se ajustar às necessidades dos clientes, ao contexto do atendimento, da empresa e do mercado.
Algumas características do vendedor camaleão:
  • Sabe usar a linguagem adequada para cada tipo de cliente.
  • Sabe se colocar no lugar do cliente, descobrindo suas necessidades e expectativas.
  • Sabe ser flexível e tolerante, consegue agir de acordo com a oportunidade.
  • Está sempre atento a tudo: concorrência, mercado, público-alvo, novidades, etc.
  • Está sempre estudando, participando de treinamentos, reciclando-se; por isso, ele evolui.
  • Preocupa-se com o cliente, e não com a venda, então, ele faz pós-venda e dá acompanhamento.
  • Sabe que o relacionamento com o cliente é fundamental para fidelizá-lo, pois isso vai “além da loja”.
Conclusão
Se o camaleão não se adaptar ao ambiente, ele morre. O mercado é cruel; grandes empresas já morreram. Muitos profissionais estão desempregados ou não possuem os resultados que desejam simplesmente porque não se modificaram para viver neste novo ambiente, em que o cliente está diferente e a concorrência está cada vez mais acirrada.
O seu cliente está mudando. Sua empresa já mudou? Você já mudou? Pense nisso!
Rudson Borges é palestrante e treinador de atendimento, vendas e motivação. É um dos mais contratados conferencistas brasileiros da atualidade. - http://www.vendamais.com.br

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Carreiras: Profissão, Piloto de Avião

 A carreira de piloto de avião é um sonho que persegue muitos brasileiros, agora com o mercado nacional aquecido, está motivando aqueles que deixaram seu sonho de lado voltarem a pensar na carreira. No mês de junho/2010 foi anunciado pela ANAC um crescimento de 16,81% no mercado de aviação doméstica no Brasil. Sem dúvida nenhuma, é uma profissão muito promissora, que promete altos salários e uma vida sem rotina. 
O mercado de trabalho atualmente oferece oportunidades para todos, desde o mais qualificado até o aluno que acabou seu curso de PC no Aeroclube.
A idade pode ser um obstáculo para iniciar a carreira, porém depende muito do capital que se tem para investir na sua profissionalização e tempo disponível para acumular as horas de vôo (aproximadamente 150hs) necessárias para tirar o breve de Piloto Comercial.
Por exemplo, uma pessoa ao iniciar na aviação com 35 anos de idade, pode ser tarde para fazer carreira em uma companhia área, porém existem grandes oportunidades no mercado de aviação executiva. Se estiver com 35 anos de idade, puder investir dinheiro para tirar as carteiras de PP e PC dentro de um curto prazo(um ano e meio), pode até tentar entrar em uma empresa aéra. A AZUL atualmente não tem como regra a quantidade de horas de vôo acumuladas, mas é bom lembrar, que para isso precisa ter ICAO 4 no mínimo e se tiver faculdade, as chances aumentam no processo seletivo.
Já para a aviação executiva, a idade pode ajudar o piloto que iniciou um pouco mais tarde, geralmente quando se começa a profissão aos 35 anos, provavelmente ja fez uma faculdade, pode ter uma boa fluência em inglês e até mesmo ter um conhecimento melhor de como as coisas funcionam no mercado de trabalho. Tudo isso pode ajudar na hora da contratação por um dono de avião particular ou até mesmo um taxi aéreo.
Para quem é jovem, tem por volta dos seus 20 anos de idade, o futuro é muito promissor. Com o Brasil na lista de grandes eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas nos próximos anos, a tendência é de que o mercado acabe absorvendo a maior parte dos pilotos que estão hoje em formação.
Dedicação na Carreira.
A carreira de Piloto exige muita dedicação, estudo, disciplina e planejamento para atingir seus objetivos. Não é regra, mas geralmente segue o caminho natural da profissão, primeiro tira o breve de PP(Piloto Privado )com no mínimo de 40 horas de vôo, depois precisa de mais 110hs aproximadamente para tirar a licença de PC/IFR. Tudo isso é apenas o começo, pois pode tentar ingressar como copiloto na aviação executiva ou fazer o curso de INVA(instrutor de vôo) para acumular as horas e também experiência. Geralmente grandes companhias aérea pedem 1.000hs para quem tem nível superior ou 1.500hs para quem não tem. Provavelmente você já gastou uns 2 anos até agora, mas ainda não acabou, é preciso fazer um teste de proficiência da língua inglesa e obter no mínimo o ICAO 4, que vai permitir você voar como piloto internacional, ou simplesmente critério no processo de seleção de empresas como Gol e TAM.

Após tudo isso e ter conseguido passar no processo de seleção de alguma empresa, vai ainda fazer o Groud School, que leva mais um mês de estudo, para aprender tudo sobre a operação da aeronvave que vai voar e ainda passar por teste no simulador para ser aprovado e contratado. Ufa! agora você está empregado e vai começar a voar como copiloto, o salário inicial varia em torno de R$ 2.000 a R$ 3.000, mas sua rotina acabou, pois vai viajar bastante e curtir o fruto de tanta dedicação.
Nunca desista de um sonho, mas tenha objetivos para atingir e um plano B caso alguma coisa saia errada.
Investimento na Carreira:
Piloto Privado de Avião
Curso Teórico:
Os estudos para este curso poderão ser realizados "por conta", não obrigando o aluno a freqüentar uma escola homologada. Em escola homologada: Curso composto por 5 matérias e com duração média de 4 meses. R$ 1.500,00 em média.
Banca teórica da ANAC, Inscrição para as 5 matérias R$ 250,00.

Curso Prático:
Para poder voar, é obrigatório o piloto-aluno possuir o CCF (Certificado de Capacidade Física).
É obtido pelas juntas de saúde da aeronáutica ou em clínicas credenciadas pela ANAC.
CCF Exame inicial de segunda classe R$ 301,50.
Hora de vôo:
Para obter o CHT (Certificado de Habilitação Técnica), o piloto-aluno precisa cumprir um programa de curso composto por 40 horas.
As aeronaves mais comuns e seus valores (estimado por hora voada) em média. são:
Avião Paulistinha: R$ 210,00
Avião Aeroboero: R$ 210,00
Avião Cessna 150: R$ 260,00
Avião Cherokee: R$ 260,00

Prova prática (cheque):
Realizadas as 40 horas de treinamento, é hora de solicitar o vôo de cheque, geralmente com duração de uma hora e realizado por um checador credenciado da ANAC. Para solicitar este vôo é necessário o preenchimento da CIV (Caderneta Individual de Vôo) com as horas voadas além de pagar uma taxa para a Agência. Emissão de Licença para PP: R$ 100,00
Exemplo de investimento estimado considerando o curso de piloto privado de avião, aeronave paulistinha:
Teoria: R$ 1.584,90
Prática (41h, incluída hora de cheque): R$ 7.397,00
CCF + CHT (licença) + CIV: R$ 431,50
Total: R$ 9.413,40  aproximadamente.
 Piloto Comercial de Avião
Curso Teórico:
Os estudos para este curso NÃO poderão ser realizados "por conta", ou seja, é obrigatória a presença do  aluno em escola homologada. Como no PILOTO PRIVADO, o curso é composto por 5 matérias e com duração média de 4 meses R$ 1.200,00
Banca teórica da ANAC: Inscrição para as 5 matérias R$ 250,00.
Curso Prático:
Para poder voar, é obrigatório o piloto-aluno possuir o CCF (Certificado de Capacidade Física).
É obtido pelas juntas de saúde da aeronáutica ou em clínicas credenciadas pela ANAC.
Mesmo tendo a carteira de segunda classe (PP - validade de 2 anos), é necessário fazer outra INICIAL para obtenção da de PRIMEIRA CLASSE (PC - validade de 1 ano).
Pergunta: Por quê, então, existe a de segunda classe se as duas servem para pilotos? Resposta: As juntas informam que os exames para PC são os mesmos porém mais "exigentes"!
CCF
Exame inicial de primeira classe.
R$ 301,50
Hora de vôo:
Para obter o CHT (Certificado de Habilitação Técnica) de Piloto Comercial IFR de Avião, o piloto-aluno precisa cumprir um programa de curso composto por 110 horas, sendo:
40 horas de vôo IFR.
70 horas como piloto em comando, incluindo navegação de 300 milhas e 5 horas de vôo noturno.
As aeronaves mais comuns e seus valores (estimado por hora voada) são:
Avião Paulistinha: R$ 210,00
Avião Aeroboero: R$ 210,00
Avião Cessna 150: R$ 260,00
Avião Cherokee: R$ 260,00
Avião Tupi (IFR): R$ 300,00
Avião Cessna 172 (IFR): R$ 340,00
Pra uma economia satisfatória, o piloto-aluno poderá realizar as navegações (ou todas 70 horas) em uma aeronave de custo menor, deixando somente as aulas de IFR para a aeronave homologada para tal.
Redução de horas (avião)
Se for habilitado PPL (planador), o total de horas pode incluir até 30 horas de vôo.
Se for habilitado PPH, o total de horas pode incluir até 40 horas de vôo.
Se for habilitado PCH ou PLAH, o total de horas pode incluir até 100 horas de vôo.
20 horas de vôo IFR poderão ser substituídas por 25 horas em simulador sintético.
Prova prática (cheque):
Realizadas as horas de treinamento, é hora de solicitar o vôo de cheque, geralmente com duração de uma hora e realizado por um checador credenciado da ANAC. Para solicitar este vôo é necessário o preenchimento da CIV (Caderneta Individual de Vôo) com as horas voadas além de pagar uma taxa para a Agência. Emissão de Licença para PC: R$ 115,00
Total: R$ 21.000,00 aproximadamente
Postado:  
http://www.mundoaviacaobrasil.com

SECRETARIADO – Funções, Atribuições e Perfil Profissional


Quais as Principais Funções de um Secretário? Que Qualidades São Necessárias? Quais São as Suas Atribuições?  

Embora essa função – em sua grande maioria - venha sendo executada nas empresas pelo sexo feminino, tem-se observado – nos últimos tempos – um enorme contingente de homens executando-a com eficiência (tais como os assessores, os chefes de gabinetes etc.). 

Nas empresas, um (a) secretário (a) tem uma função de “staff” (assessoria) e, por esse motivo, suas funções são parecidas com as de um administrador; tais como:

  • Planejar.
  • Organizar.
  • Coordenar.
  • Comandar.
  • Controlar
O(a) secretário(a) pode ser considerado(a) o elo  na cadeia do diálogo entre a direção da empresa e o corpo de colaboradores. Trata-se de uma profissão competitiva, onde a maioria das tarefas é especializada e outras exigirão o bom senso, a diplomacia e a discrição. No exercício de suas funções o(a) secretário(a) pode galgar três níveis hierárquicos:
  • Júnior (quando ainda é principiante)
  • Sênior (quando já possui de dois a três anos de experiência)
  • Executivo (a) (nível de diretoria – devendo, para tal, ser no mínimo bilíngüe e, normalmente, já ter mais de 5 anos de experiência)
ATRIBUTOS PESSOAIS DO (a) SECRETÁRIO (a)
Normalmente, o (a) secretário (a) é o (a) anfitrião (ã) do escritório da empresa e, por esse motivo, os atributos mais importantes para quem ocupa essa posição são a diplomacia, o equilíbrio e a compostura. Tais atributos são necessários, a fim de tentar evitar os incidentes inesperados que podem destruir a rotina de um escritório.

A aparência de um (a) secretário (a) espelha a imagem de toda empresa, na medida em que ele (a) é o “cartão de visitas” da organização e, dessa forma, o (a) ocupante desse cargo deve possuir uma aparência sóbria (discreta), que não comprometa a imagem de sua empresa.
Um (a) secretário (a) deve ter iniciativa própria, estar sempre atento (a) e deve ouvir as outras pessoas com atenção. Suas tarefas devem ser terminadas ao tempo e a hora, uma vez que esse cargo exige alto padrão de desempenho de suas tarefas.

O (a) secretário (a) deve ter lealdade e discrição, não devendo por isso, fazer qualquer tipo de comentário em público sobre seu superior e muito menos expô-lo ao ridículo. O (a) secretário (a) tem acesso a documentos confidenciais de seu chefe e também de toda organização e, por isso:
  • Não deverá revelar os segredos comerciais, nem mesmo após deixar a empresa.
  • Deverá saber o limite de sua autoridade.
  • Sempre solicitar instruções completas e claras, agindo com a máxima competência e procurando sempre não comentar nem especular sobre o que lhe for informado.
Atribuições do (a) Secretário (a)
O (a) técnico (a) de secretaria tem várias atribuições e, dentre elas podemos destacar:
  • Organizar o seu local de trabalho, mantendo-o limpo e funcional.
  • Estabelecer uma rotina diária de trabalho.
  • Organizar e manter atualizada a sua agenda e a do seu chefe executivo.
  • Despachar com seu chefe.
  • Distribuir tarefas a seus auxiliares (se tiver)
  • Recepcionar visitantes e manter contatos de interesse da empresa.
  • Atender a telefonemas, filtrando as ligações para seu chefe.
  • Redigir correspondências.
  • Digitar e reproduzir correspondências e outros documentos.
  • Expedir correspondências.
  • Protocolar documentos.
  • Receber, selecionar, ordenar, encaminhar e arquivar documentos.
  • Preparar e secretaria reuniões.
  • Tomar providências relativas às viagens dos executivos da organização.
  • Controlar o “caixa pequeno”.
Colunista: Julio Cesar S. Santos- http://www.qualidadebrasil.com.br