quinta-feira, 23 de março de 2017

Administrador: Habilidades e Características




."Prometo dignificar minha profissão [...] objetivando o aperfeiçoamento da Ciência da Administração, o desenvolvimento das Instituições e a grandeza do homem e da pátria". 
Juramento do Administrador.

O Administrador é a pessoa responsável por conduzir todo o Processo de Administrar.

Segundo a Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965, no seu Artigo 2º:


"A atividade profissional de Administrador será exercida, como profissão liberal ou não, mediante:


a) pareceres, relatórios, planos, projetos, arbitragens, laudos, assessoria em geral, chefia intermediária, direção superior;

b) pesquisas, estudos, análise, interpretação, planejamento, implantação, coordenação e controle dos trabalhos nos campos da Administração, como administração e seleção de pessoal, organização e métodos, orçamentos, administração de material, administração financeira, administração mercadológica, administração de produção, relações industriais, bem como outros campos em que esses se desdobrem ou aos quais sejam conexos."


Para exercer sua atividade profissional, o Administrador ocupa diversas posições estratégicas nas organizações e desenvolve papéis fundamentais para a sustentabilidade e crescimento dos negócios. Para desempenhar suas funções e sustentar sua posição, o Administrador deve desenvolver várias habilidades e algumas características são apontadas como fundamentais ao Perfil de um bom Administrador.


Classificação de Administradores 

Stoner (1999) classifica o Administrador pelo nível que ocupa na organização (de primeira linha, intermediários e altos administradores) e pelo âmbito das atividades organizacionais pelas quais são responsáveis (os chamados administradores funcionais e gerais).


Pelo nível que ocupam na organização

Gerentes de Primeira Linha: Estão localizados no nível mais baixo de gerência, costumam ser chamados de supervisores, não são responsáveis por outros supervisores e gerenciam apenas trabalhadores operacionais.


Gerentes Médios: Estão localizados no nível intermediário, são responsáveis por Gerentes de Primeira Linha e podem também gerenciar trabalhadores operacionais.


Administradores de Topo: São comumente chamados de CEO (Chief Executive Officer), Presidente, Vice-Presidente, ocupam o cargo máximo nas organizações, são responsáveis por seu direcionamento e seus recursos.


Pelo âmbito das atividades


Administradores Funcionais: São os Administradores responsáveis por uma área funcional, e pela equipe que compõe essa área funcional. Ex.: Diretor de Marketing, Diretor de Produção, Gerente Comercial.


Administradores Gerais: Comum em pequenas organizações, o Administrador Geral é responsável pelas diversas áreas funcionais da empresa e pelas pessoas envolvidas nas funções.


Papéis dos Administradores 

Mintzberg (apud STONER, 1999) fez um levantamento sobre os papéis dos Administradores dividindo-os em Papéis Interpessoais, Papéis Informacionais e Papéis Decisórios. Esses papéis são desenvolvidos constantemente no dia-a-dia dos Administradores.


Papéis Interpessoais

São os papéis que os Administradores executam relativos ao relacionamento com as pessoas e construção conjunto dos resultados. São divididos em três papéis: Símbolo, Líder e Ligação.


Símbolo representa a função de estar presente em locais e momentos importantes, basicamente tarefas cerimoniais, comparecer a casamentos, e outros eventos. O Administrador representa a organização, portanto ele é um símbolo desta organização, e ela será conceituada à partir do Administrador.


Líder é o papel que o Administrador representa o tempo todo, pois ele é responsável por seus atos e de todos seus subordinados.


Elemento de Ligação é o papel que o Administrador representa ao possibilitar relacionamentos que auxiliam o desenvolvimento de sua empresa e de outros. Ele faz o intercâmbio entre pessoas que irão gerar novos negócios ou facilitar os negócios existentes.


Papéis Informacionais 

As organizações, o mercado, as pessoas vivem em torno da um fluxo intenso e contínuo de informações, para um bom desenvolvimento, as empresas e os Administradores precisam saber receber, tratar e repassar essas informações. Nesse cenário são destacados três papéis: Coletor; Disseminador; e Porta-voz.


O Coletor busca as informações dentro e fora das organizações, procura se informar o máximo possível nas mais variadas fontes de informação. O papel do coletor é possuir o maior volume de informações relativas à organização.


Disseminador é o papel que o Administrador representa ao comunicar as informações à equipe para mantê-la atualizada e em sintonia com a empresa.

O Administrador deve ser um Porta-voz quando se faz necessário comunicar informações para pessoas que se localizam fora da organização. O Administrador deve possuir a sensibilidade para discernir entre o que pode ou não ser comunicado as informações empresariais.


Papéis Decisórios 

Com toda a informação disponível, cabe aos Administradores estudarem-na e tomar decisões baseadas nelas. As decisões são de responsabilidade total dos Administradores, por isso é necessário cautela e preparo para tomá-las. Quatro são os papéis decisórios, Empreendedor, Solucionador de Problemas, Alocador de Recursos e Negociador.


Empreendedor é o papel que o Administrador assume ao tentar melhorar seus negócios propondo maneiras inovadores ou novos projetos que alavanquem a organização.


O Administrador é um solucionador de problemas, pois se encontra em um ambiente instável e suscetível a um variado leque de problemas. Ele deve atuar identificando esses problemas e apresentando soluções, portanto um Solucionador de Problemas.


Alocador de recursos, porque o dirigente está inserido em um cenário de necessidades ilimitadas para recursos limitados, assim sendo ele deve encontrar o equilíbrio para alocar a quantidade correta de recursos e sua utilização. Todo Administrador deve ser um bom negociador, pois estará praticando esse papel constantemente em suas atividades. Ele deve negociar tanto com o ambiente interno como com o ambiente externo sempre objetivando os melhores resultados para sua empresa e para a sociedade.


Habilidades 

Para ocupar posições nas empresas, executar seus papéis e buscar as melhores maneiras de Administrar, o Administrador deve desenvolver e fazer uso de várias habilidades. Robert L. Katz (apud STONER, 1999) classificou-as em três grandes habilidades: Técnicas, Humanas e Conceituais. Todo administrador precisa das três habilidades.


Percebe-se que para desenvolver bem seu trabalho, o Administrador precisar dominar as três habilidades e dosá-las conforme sua posição na organização.


Habilidades Técnicas são as habilidades ligadas à execução do trabalho, e ao domínio do conhecimento específico para executar seu trabalho operacional.


Segundo Chiavenato (2000, p. 3) habilidade técnica “[...]consiste em utilizar conhecimentos, métodos, técnicas e equipamentos necessários para o desempenho de tarefas específicas, por meio da experiência e educação. É muito importante para o nível operacional”.


Logo as habilidades técnicas são mais importantes para os gerentes de primeira linha e para os trabalhadores operacionais.


Habilidades Humanas são as habilidades necessárias para um bom relacionamento. Administradores com boas habilidades humanas se desenvolvem bem em equipes e atuam de maneira eficiente e eficaz como líderes.


Segundo Chiavenato (2000, p. 3) habilidade humana “[...]consiste na capacidade e facilidade para trabalhar com pessoas, comunicar, compreender suas atitudes e motivações e liderar grupos de pessoas”.


Habilidades humanas são imprescindíveis para o bom exercício da liderança organizacional


Habilidades Conceituais são as habilidades necessárias ao proprietário, presidente, CEO de uma empresa. São essas habilidades que mantêm a visão da organização como um todo, influenciando diretamente no direcionamento e na Administração da empresa.


Segundo Chiavenato (2000, p. 3):

"Habilidade conceitual: Consiste na capacidade de compreender a complexidade da organização com um todo e o ajustamento do comportamento de suas partes. Essa habilidade permite que a pessoa se comporte de acordo com os objetivos da organização total e não apenas de acordo com os objetivos e as necessidades de seu departamento ou grupo imediato."


As habilidades conceituais são imprescindíveis aos Administradores de Topo.

Características 

Algumas características são consideradas fundamentais ao Perfil de um bom Administrador moderno.

Segundo pesquisa realizada em empresas:

"[...] as organizações desejam profissionais de Administração com as seguintes características: Capacidade de identificar prioridades; Capacidade de operacionalizar idéias; Capacidade de delegar funções; Habilidade para identificar oportunidades; Capacidade de comunicação, redação e criatividade; Capacidade de trabalho em equipe; Capacidade de liderança; Disposição para correr riscos e responsabilidade; Facilidade de relacionamento interpessoal; Domínio de métodos e técnicas de trabalho; Capacidade de adaptar-se a normas e procedimentos; Capacidade de estabelecer e consolidar relações; Capacidade de subordinar-se e obedecer à autoridade. MEIRELES (2003, p. 34)."


São características desafiadoras, não é fácil desenvolvê-las, sustentá-las é ainda mais complicado. Essa é exatamente a missão do Administrador, vencer todos seus desafios e mostrar sua capacidade de se manter e crescer nos mais diferentes cenários. Somente assim o Administrador será considerado capaz de Administrar.
Copiado: http://www.admronaldoguedes.com/

quarta-feira, 22 de março de 2017

O Que Pensar Quando as Coisas Começarem a Dar Errado?

Que a vida não é um mar de rosas todos nós sabemos. Apesar de já termos convicção disso, por muitas vezes nos pegamos imaginando a vida assim, como um mar de rosas. 
Bom, isso geralmente acontece naqueles dias onde tudo está indo bem e os problemas estão longe de você, mas quando a realidade dura acorda você com um "chacoalhão", é difícil e quase impossível ter pensamentos positivos.
Você tem que concordar comigo quando eu digo que uma pessoa feliz não é sinônimo de uma pessoa sem problemas, mas pra essa pessoa estar feliz, com certeza ela sabe lidar com eles. Você sabe? Imagina quantas oportunidades você "agarraria" se os seus problemas e pensamentos negativos não te atrapalhassem e o puxassem pra baixo?
Por muitas vezes, o mais importante é saber o que fazer com o que te restou e tentar não se importar com o que a vida levou embora. Você precisa lembrar que, a dor não só faz parte da vida, mas também do crescimento. Faça dessa dor, aquela que muda você. Que não te coloca pra baixo e sim, te faz seguir em frente!

Não reclame da vida ou de qualquer outra situação difícil que está passando, porque isso não vai resolver o seu problema. Por que não continuar tentando? Você vai querer lembrar que ficou reclamando ao invés de ter levantado a cabeça e ter seguido em frente? 
Não deixe que a negatividade de pessoas que estão ao seu redor, te atinjam. Lembre-se que o sorriso é a melhor resposta quando alguém quer te botar pra baixo.
Siga em frente na sua jornada e não deixe que problemas do cotidiano te derrubem ou façam você desistir de lutar por aquilo que deseja. As batalhas e lutas fazem parte da vida de todos nós e cabe a nós mesmos decidir se queremos vencer ou sermos derrotados. Tenho certeza que ninguém quer se sentir derrotado, não é verdade?
A conquista está dentro de você. Corra atrás dela e conquiste-a, desviando de qualquer coisa que der errado no caminho. Lembre-se: só você pode conquistar aquilo que deseja.
Copiado: http://coachmattoso.com.br/

terça-feira, 21 de março de 2017

A Importância do Controle dos Estoques


Os estoques representam um dos ativos mais importantes do capital circulante e da posição financeira da maioria das companhias industriais e comerciais. Sua correta determinação no início e no fim do período contábil é essencial para uma apuração adequada do lucro líquido do exercício. Os estoques estão intimamente ligados às principais áreas de operação dessas companhias e envolvem problemas de administração, controle, contabilização e principalmente de avaliação.
      A Logística interna da organização deve obedecer aos procedimentos previamente implantados, visando melhorar a cada dia o controle interno. “Dentre estes controles internos, a Acura Cidade de Estoque é um indicador de qualidade e confiabilidade da informação existente nos sistemas de controle, contábeis ou não, em relação à existência física dos itens controlados”.
     O controle de estoque é um processo que deve ser bem gerenciado, pois, quando não administrado adequadamente pode trazer sérios problemas, colocando em risco a saúde financeira de uma empresa. Em um mercado cada vez mais globalizado a informatização da cadeia de suprimentos tornou-se um fator essencial para as organizações que desejam atender seus clientes no menor tempo possível e ao mesmo tempo querem também eliminar desperdícios e reduzir custos.
     Para isso, faz-se necessário promover o gerenciamento completo do controle de estoque, tanto para a matéria prima, que irá garantir que não falte material para a produção, quanto para o produto acabado, que irá garantir a entrega para os clientes. Manter estoques gera custos e reduzir os estoques sem atingir o processo de produção e sem aumentar os custos é uma das grandes dificuldades que as empresas encontram.
    A gestão de estoques está cada vez mais complexo o que desperta a atenção das empresas por ser uma atividade difícil para se gerenciar. O setor de compras e estoque tem um papel importante na administração empresarial. Será através deles que a empresa saberá quanto comprar e qual estoque mínimo de segurança será necessários manter para evitar que faltem produtos e matéria prima, além de evitar investimento de capital em estoques desnecessários.
    Portanto, para alcançar esse objetivo será necessário um bom planejamento, com metas a serem alcançadas, clientes satisfeitos, baixo custo e bons resultados para a empresa.
    Para alcançar estes resultados os gestores de suprimentos podem contar com o uso da tecnologia como aliada no controle do estoque.
    Um bom software de gerenciamento de estoque e compras deve oferecer aos seus usuários controles como requisições, solicitação de compras, cotações e controle de almoxarifados dentre outros processos. O software também deve oferecer relatórios e gráficos que possibilitem aos gestores a análise rápida das informações para auxiliar na tomada de decisões estratégicas consistentes para a empresa.

PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA O CONTROLE DE ESTOQUES

Para se organizar um setor de controle de estoque, inicialmente deveremos descrever suas principais funções:

a) Determinar o que deve permanecer em estoque. Número de itens;
b) Determinar  quando se deve reabastecer o estoque. Prioridade;
c) Determinar a quantidade de estoque que será necessário para um período pré-determinado;
d) Acionar o departamento de compras para executar a aquisição de estoque;
e) Receber, armazenar e atender os materiais estocados de acordo com as necessidades;
f) Controlar o estoque em termos de quantidade e valor e fornecer informações sobre sua posição;
g) Manter inventários periódicos para avaliação das quantidades e estados dos materiais estocados;
h) Identificar e retirar do estoque os itens danificados.
Existem determinados aspectos que devem ser especificados, antes de se montar um sistema de controle de estoque.
Um deles refere-se aos diferentes tipos de estoques existentes em uma fábrica. Os principais tipos encontrados em uma empresa industrial são: matéria-prima, produto em processo, produto acabado e peças de manutenção.

VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS ESTOQUES:
Os estoques determinam as seguintes vantagens:
Melhoram o nível de serviço.
Permitem produção e compra econômicas.
Agem como proteção contra aumentos de preços.
Protegem a organização de incertezas na demanda e no fornecimento.
Servem como segurança contra eventualidades e fatalidades. Todavia, apresentam as seguintes desvantagens:
Capital permanece inativo.
Os estoques podem se deteriorar e/ou se tornarem obsoletos.
Manter estoques envolvem diversos custos, como: aluguel do armazém, gastos com a manutenção e controle (mão-de-obra, energia, materiais auxiliares etc.).
Copiaado: http://logisticaepatrimonial.blogspot.com.br

segunda-feira, 20 de março de 2017

O Que é um Portal Corporativo?


 Hoje em dia, uma empresa que busca por produtividade precisa ter eficiência na hora de organizar, compartilhar e disponibilizar as informações de interesse para a gestão e para seus funcionários em um único local. Esta é a principal função de um portal corporativo.
Este sistema, que funciona via Internet e oferece ferramentas interativas. Desta forma, todos podem navegar a vontade. A diferença entre um portal corporativo e um website é que, no primeiro, o acesso é controlado por senhas e níveis de acesso, o que garante a proteção das informações.

Funcionários mais sintonizados e alinhados

Por meio de um portal corporativo, os usuários têm a sua disposição informações particulares, interatividade e mobilidade já que ele pode ser acessado remotamente, desde que tenham sinal de internet e, como já dissemos, suas senhas de acesso.
Os funcionários ganham mais sintonia com os assuntos relativos ao negócio da empesa em que atuam, ficam mais bem informados sobre a cultura, os valores, as rotinas internas e as políticas da organização e podem, consequentemente, realizar suas atividades de forma mais alinhada aos objetivos da Empresa. Os gestores, por sua vez, ganham um poderoso instrumento de apoio para os momentos de tomada de decisões.
O portal corporativo contribui, ainda, com a padronização de um canal interativo e dinâmico de comunicação entre os diversos setores e áreas da empresa, o que facilita a gestão do conhecimento, tão necessária para as companhias. Este aspecto é, inclusive, bastante avaliado pelos órgãos certificadores em auditorias externas, feitas para se obter uma série de certificações conceituadas no mercado.

Outras vantagens oferecidas pelos portais corporativos:

Notícias:

Na esfera da comunicação interna, o sistema garante a autonomia para a empresa selecionar e publicar notícias;

Interatividade

Os processos ficam mais enxutos na medida em que o portal promove o autoatendimento, disponibilizando os demonstrativos online para os funcionários;

Transparência

A divulgação de assuntos interessantes aos funcionários, como novas admissões, transferências de profissionais, desligamentos, promoções e movimentações pode ser feita por meio do Portal;

Clima

O clima organizacional da empresa melhora porque o Portal pode parabenizar aniversariantes, organizando-os por dia, semana ou mês – conforme definição do RH. Assim, eles recebem os cumprimentos dos colegas gerando um ambiente caloroso e afetivo;

Valorização

Os reconhecimentos por tempo de casa dos funcionários também podem ser feitos por meio do portal, valorizando as pessoas que construíram a trajetória da empresa até então;

Intranet

Ao gerenciar os dados, os aplicativos e informações com facilidade e com perfis personalizados, links de outros portais e sites, o portal corporativo pode ser considerado como um portal intranet, no ambiente corporativo.
Como deu para notar até agora, o portal corporativo é a solução ideal para várias necessidades da empresa. No mercado, há diversos especialistas para fornecer esta ferramenta para você. Não veja a implementação deste sistema no seu negócio como despesa. Ela é, na verdade, um investimento importante na busca por mais produtividade e competitividade.
Copiado: http://www.sabesim.com.br

sexta-feira, 17 de março de 2017

Metáforas: como elas despertam sua criatividade

Se uma imagem vale por mil palavras, então uma metáfora vale por mil imagens. (Anônimo)
O que estas frases têm em comum?



  • Tempo é dinheiro.
  • A cavalo dado não se olha os dentes.
  • A empresa quebrou.
  • Barriga da perna.
  • Céu de brigadeiro.
  • Na flor da idade.
  • Cheque sem fundo.
  • Matou a bola no peito.
  • Lágrimas de crocodilo.
  • Esfriar a cabeça.
Todas as expressões são metáforas. A metáfora é uma figura de linguagem que interliga diferentes realidades através de suas semelhanças. Ela ajuda a compreender uma ideia recorrendo à outra ideia.
Por exemplo: “Esse problema é só a ponta do iceberg.” É uma afirmação de que o problema como é visto, é muito pequeno comparado a real situação, que é muito maior do que parece, como um iceberg, onde só vemos a ponta porque a maior parte está submersa. A metáfora é um dos instrumentos mais úteis ao trabalho criativo, qualquer que seja o campo de atuação profissional.
Outros exemplos
  • O doce sabor da vingança. Vingança não tem sabor. Aliás, dizem que o seu sabor é amargo como fel (outra metáfora).
  • Fala pelos cotovelos. Cotovelo não fala.
  • João é forte como um touro. Associando a pessoa à força de um touro.
  • Sonia está entre a cruz e o caldeirão. Sonia está com um dilema ou enfrentando problemas éticos ou espirituais.
  • Ele comprou gato por lebre. A pessoa foi enganada achando que se tratava de uma coisa e recebeu ou encontrou outra.
  • Essa moça é uma gata. Esse rapaz é um pão. São expressões que traduzem beleza ou encanto.
  • Dente de alho, pé da mesa, rabo dos olhos, boca do fumo, dança do fogo, nariz empinado, nadar em dinheiro, congelamento de preços, carregar o mundo nas costas, leão do imposto de renda.
Jack Welch, o celebrado ex-presidente da General Electric, certa ocasião utilizou uma metáfora muito eficaz para descrever a linha de ação que pretendia adotar na empresa: velocidade, simplicidade e autoconfiança. Perguntou aos altos executivos quantos deles haviam mudado de residência nos últimos dez anos e quase todos levantaram a mão. Perguntou então quantos haviam levado latas de tintas semiusadas e meias velhas para lustrar assoalhos nas novas casas, e a maioria levantou a mão. Perguntou, por último, quantos deles chegaram a usá-las nas residências e, dessa vez, poucos levantaram a mão.
Welch então arrematou, dizendo que ocorre o mesmo quando as pessoas mudam de cargo: elas levam para as novas funções procedimentos, processos, sistemas e métodos que antes eram necessários, mas que agora, mesmo não sendo mais úteis, muitos as continuavam usando. 
E isto estava atrasando as pessoas. Para corrigir o problema o presidente da GE criou o work-out, um plano de dez anos que era uma espécie de faxina anual para acabar com a lentidão, burocracia e acomodação. Usando as metáforas das latas de tinta semiusadas, meias velhas e faxina anual, Welch criou um ambiente colaborativo, ágil e inovativo na GE tornando-a uma das empresas mais rentáveis e bem-sucedidas do século XX.

Metáforas no seu dia a dia
Utilizamos a metáfora o tempo todo. Ela é importantíssima na comunicação do dia a dia. É quase impossível nos comunicarmos sem recorrer à metáfora. Pesquisas revelam que, durante as conversações, usamos de três a quatro metáforas por minuto, através de simbologias, comparações e analogias. O GPS – ou um mapa – também é uma metáfora, pois embora não seja uma cidade, ele representa graficamente a estrutura viária da cidade, o que permite encontrar facilmente o endereço desejado.
A parábola também é uma metáfora, pois através dela são ensinados ou expostos conceitos, às vezes complexos, que de outra forma seriam difíceis de entender. Por isso mesmo Cristo utilizou inúmeras parábolas para ilustrar melhor suas mensagens e facilitar a compreensão delas pelas pessoas.
Eis algumas metáforas em forma de sentenças.
  • Os revolucionários e os indivíduos criativos são crianças eternas. O revolucionário não se torna adulto porque não sabe crescer, enquanto que o indivíduo criativo não se torna adulto porque não para de crescer. - Do filósofo-estivador Eric Hoffer
  • As mentes são como paraquedas: só funcionam se estiverem abertas. - Ruth Noller, professora da Universidade de Buffalo
  • A máquina pode substituir 100 pessoas comuns. Nenhuma máquina pode substituir uma pessoa criativa. - Elbert Hubbard
  • O dinheiro nunca fez surgir uma ideia; é a ideia que faz surgir o dinheiro. - Cameron
  • Quando a oportunidade bate à porta, algumas pessoas estão no quintal procurando o trevo de quatro folhas. - Roberto Duailibi
  • A menor distância entre duas pessoas é o humor. - Anônimo
  • Crianças são mensagens para nós de um mundo onde uma vez vivemos. - Anônimo
Decifra-me ou devoro-te
Uma das mais famosas metáforas é a de Édipo e a esfinge de Tebas, da mitologia grega. Édipo chegou diante dos portões de Tebas, porém na entrada da cidade havia uma esfinge, um ser estranho com rosto humano, corpo de leão, asas de águia e patas de boi.
A esfinge propunha um enigma aos forasteiros. Como ninguém sabia a resposta todos eram mortos por ela. Então Édipo resolveu enfrentar a esfinge. O enigma era: “O que é que tem quatro pés de manhã, dois ao meio dia e três à tarde?”
Édipo respondeu que era o homem. De manhã, na aurora da vida, quando ainda criança, ele engatinha com as mãos e pés; ao meio dia, no auge da força, o homem anda sobre duas pernas e à tarde, no crepúsculo da vida, já velho, ele precisa de uma bengala para se locomover. Era a resposta certa e a esfinge matou-se, permitindo que Édipo livrasse Tebas da tirania da fera.
Por obrigar a mente a fazer associações imaginativas e fantasiosas e assim poder explicar fatos e situações semelhantes entre si, a metáfora é um grande e inesgotável manancial de ideias criativas necessárias a todas as carreiras e profissões. É só uma questão de treinar e perseverar que as ideias e os resultados automaticamente surgem.
Por: Ernesto Berg - https://qualidadeonline.wordpress.com

quinta-feira, 16 de março de 2017

Dianética e o Poder da Mente

Você já deve ter ouvido falar da cientologia, religião de Tom Cruise, John Travolta e outras celebridades de Hollywood. Nascida em 1954, nos EUA, ela promete acabar com os problemas do mundo ajudando as pessoas a se livrarem de seus traumas. 

A doutrina tem influências de outras religiões, como o hinduísmo e o budismo, e de ciências humanas, como a psicologia. Mas o livro que fundou toda essa história foi uma obra de auto-ajuda chamada Dianética – A Ciência Moderna da Saúde Mental.

O misto de filosofia com psicologia nasceu da cabeça de Lafayette Ronald Hubbard, um escritor de ficção com centenas de livros publicados nos anos 30 e 40. Apesar de ser um autor razoavelmente conhecido, especialmente por seus títulos de ficção científica, Hubbard não tinha retorno financeiro com seus livros, que custavam apenas alguns centavos. Então, depois de servir como oficial da Marinha americana na 2ª Guerra Mundial, ele decidiu escrever um livro diferente de tudo que tinha feito até o momento.
Dianética chega às livrarias em 1950 com a teoria central de que a fonte das doenças mentais e físicas são cicatrizes chamadas de “engramas”. Elas se fixam no subconsciente das pessoas, a “mente reativa”, e viram obstáculos para uma vida plena. Para se livrar desses traumas e aproveitar 100% da sua capacidade, as pessoas devem passar por audições, espécie de terapia regressiva, para se tornarem “limpas” – seres iluminados.
O livro logo entrou na lista de best sellers do jornal The New York Times e acumula 20 milhões de cópias vendidas desde o lançamento. Famoso, Hubbard começou uma luta contra a psicologia e o uso de remédios para doenças mentais que, na sua opinião, eram psicossomáticas. A Associação Americana de Psicologia reagiu afirmando que o livro não tinha fundamento científico, o que derrubou as vendas. Hubbard realizou mais um ajuste de trajetória, e fez da Dianética o livro-guia da cientologia, religião da qual seria profeta e fundador.
Em 1954 ele começou a peregrinar por universidades e centros comunitários, ministrando palestras sobre a nova doutrina e reunindo seus primeiros seguidores. O movimento logo abriria igrejas na Inglaterra, Austrália e naNova Zelândia – além dos EUA. Para os seguidores se tornarem “limpos”, devem seguir as terapias, até hoje o principal ritual da cientologia, que as oferece na forma de cursos pagos. E bem pagos: custam entre US$ 750 e US$ 8 mil. Dependendo dos problemas que tem, o fiel pode demorar para chegar à iluminação, ou não alcançá-la nunca.
Àqueles que chegarem lá, todos os segredos da Igreja serão revelados – inclusive sua teoria da criação do homem. “Hubbard achou que seria importante ter uma história de como tudo começou, assim como acontece em outras religiões”, afirma Stephen Kent, professor de sociologia da Universidade de Alberta, no Canadá. A sensação de que algo na vida está errado e precisa ser consertado é o que move toda religião, e na de Hubbard isso não poderia faltar.
Durante décadas, o mito da criação foi mantido em segredo, sendo revelado apenas aos fiéis mais graduados. Só que alguns deles resolveram falar, e o mito se tornou público em 1995. Há 75 milhões de anos, vários planetas se reuniram numa “confederação das galáxias”, governada por um líder do mal chamado Xenu. Como os planetas estavam com problemas de superpopulação, Xenu mandou bilhões de seus habitantes para a Terra, onde foram mortos com bombas de hidrogênio. Seus espíritos – chamados de “thetans” – continuaram por aqui, reencarnando justamente em nós, seres humanos.

A história incrível, digna da carreira de ficção científica de Hubbard, não atrapalhou a difusão da religião, que desde o princípio buscou fiéis entre as celebridades, que a colocam nas manchetes dos tablóides. Uma de suas estratégias pioneiras de promoção foi o Projeto Celebridade, lançado em 1955 para estimular a adesão de famosos do cinema, do esporte e da política com descontos no preço dos cursos. Uma vez cooptadas, as celebridades tornavam-se divulgadores espontâneos da Igreja, como é Tom Cruise hoje em dia.
A tática tem dado bastante certo, a julgar pelo meio milhão de adeptos que a religião contabiliza em 156 países, inclusive o Brasil. Mas, para Kent, esse não é o principal apelo da religião. “A fórmula do sucesso deles é a adequação à necessidade de cada um. A cientologia promete às pessoas remover seus bloqueios e realizar um potencial que elas não conhecem. Se isso funciona por causa da religião ou não é um longo debate”, diz.
Copiado: http://super.abril.com.br/historia/dianetica-e-o-poder-da-mente/

quarta-feira, 15 de março de 2017

Existe Vida Profissional Após os 50 anos

Uma das apreensões da modernidade reside no modo como as pessoas geralmente encaram o ato de envelhecer. 
Vivemos em um mundo que não só banaliza a velhice, tratando-a até como uma espécie de doença, como também faz certa apologia à juventude e à beleza. 
As pessoas não reconhecem os valores que os mais avançados em idade possuem e têm cada vez mais dado valor à "cultura jovem", esquecendo-se, porém de que, tão certo como a morte, a velhice um dia chegará.
(Por favor, não atribuam à palavra "velhice" uma conotação pejorativa. Não é esta a nossa intenção aqui).
No mundo profissional essa barreira é ainda mais acentuada, já que não se precisa muitas vezes chegar a uma idade considerada como "avançada" para sentir alguns dos efeitos da "exclusão social". Assim, já existem pessoas gozando do pleno vigor dos seus 35, 40, 50 ou 60 anos que hoje estão se considerando "ultrapassadas" ou excluídas do mundo do trabalho - isso por causa de tanto se repetir o discurso malicioso da "imprestabilidade dos mais velhos".
Isso é um grande engano e triste é o fim de uma sociedade que exclui os mais experientes, independente da idade que possuam! Hoje, é possível conquistar uma colocação profissional acima dos 50 anos sim! Dá para ser muito feliz em qualquer idade, desde que saibamos construir um pouco dessa felicidade a cada dia vivido.
Dentre os vários pontos a favor da valorização da maturidade, um deles está no fato de que nosso país avançou pelo menos no quesito expectativa de vida, que prossegue evoluindo. Sabemos que não estamos no melhor dos países, mas nos últimos 20 anos têm surgido boas oportunidades no mercado para pessoas acima dos 50. Isso é inquestionável.

Sem fazer pré-julgamentos etários, acreditamos que o que todo homem ou mulher que se considere numa idade um pouco avançada para os padrões atuais do mercado deve fazer passa por algumas das seguintes direções práticas:
- Buscar sempre está conectado (tanto off quanto online) aos conhecimentos de sua área de formação;
- Atualizar suas plataformas de trabalho, começando por manter em dias o seu currículo físico e considerar (se ainda não pensou nisso) ter alguns perfis virtuais para contatos. 


- Não fugir de oportunidades de emprego (permanente ou temporário) para as quais a pessoa se considere apta a participar do recrutamento.


- Jamais utilizar a "maior" idade (experiência/maturidade) para impor alguma visão de mundo ou desagregar-se de grupos, simplesmente por achar que tem razão. Seja dialético, prefira o diálogo e a convergência de ideias no ambiente profissional.


E se dentre as possibilidade de trabalho existentes essas pessoas vislumbrarem a participação e aprovação em um concurso público, por que não? Embora muitos revelem não ter mais aquela empolgação para os estudos que a juventude possui, isso não significa que seja necessário evitar os processos seletivos. Tem muita gente acima de 45 anos, por exemplo, demonstrando o contrário: que é possível sim enfrentar os estudos e ser aprovado num concurso, sem precisar até de ser beneficiado com o tal critério de desempate por idade! No mais, o que vai diferenciar uma pessoa mais velha de uma mais nova na carreira pública deverá ser apenas o menor ou maior tempo de serviço até alcançar a aposentadoria compulsória, aos 70 anos.
Encerramos, portanto, essas breves considerações, dizendo algo sobre essa questão da competitividade com o intelecto dos mais jovens. Tal problemática deverá ser sempre enfrentada, e não colocada como uma desculpa para não fazer as coisas. Por exemplo, há quem ingressou em um curso superior acima dos 30 anos e tem estudado com um relativo  sentimento de que não tem mais aquele "pique" dos mais jovens (na faixa dos 22 anos).

Mas isso jamais poderá ser empecilho para estudar. Ter consciência das limitações não significa que a pessoa acima dos 35, dos 45 ou dos 55 anos é imprestável. É preciso se dar valor, mesmo que não se consiga acompanhar o "ritmo" dos outros colegas. Exemplo disso é o senhor Eliseu Garcia, de 53 anos, que atualmente está em dois empregos. "Um dia pensei: devo voltar a estudar. Terminei meu ensino médio em 2014, em seguida, fiz o Enem para me avaliar e vi que estava a altura para um vestibular. E foi o que fiz, e passei! Hoje faço Letras e ainda tiro tempo para ir à academia. Não pretendo parar por aí, quero continuar estudando, adquirir mais conhecimento". Mas Eliseu Garcia alerta: "é preciso ter muita força de vontade".
Defina o seu tempo, vá mais devagar, curse menos matérias, porque você de certa forma já chegou em uma fase da vida em que reconsidera o tempo da correria plena para os estudos... E percebe que existe um lado vazio em toda essa corrida frenética... Ainda não que seja possível fugir do sistema, será que não existem algumas válvulas de escape? Procure-as, na medida do possível.
Que possamos respeitar a escolha daqueles que ultrapassaram a relativa metade da vida, tendo a consciência de que existe vida profissional, cultural, intelectual, sentimental, amorosa, religiosa, financeira e outras após os 50.
E que essas simples reflexões inspirem a confiança dessas pessoas em si mesmas.
Copiado: https://www.concursosnobrasil.com.br

terça-feira, 14 de março de 2017

Teoria do Balanceamento do Livre Arbítrio

Em 1990, um amigo meu, teve que tomar umas das decisões mais importantes para com o futuro dele; aceitava o convite de estudar uma segunda graduação na extinta União Soviética, que oferecia bolsa de estudo completa, incluindo mensalidade paga, moradia, alimentação, passagem área e até uma mesada em rubros (a moeda do país), ou escolher o Brasil, cujo único benefício era da mensalidade paga na PUCSP.
Antes de tomar a decisão certa, houve muita pesquisa através de visitas a organizações internacionais com sede em Lima-Perú, Embaixadas, institutos de pesquisas econômicas internacionais e até pessoas que moraram nesses países.
Depois de transformar dados e números em informação, desenvolver um pouco de conhecimento, foi tomado a sabia decisão de optar pelo Brasil.
Dois anos depois, a União Soviética estava falida e os estudantes tiveram que retornar aos seus países de origem, com o prejuízo financeiro e do tempo perdido.
A Teoria do Balanceamento do Livre Arbítrio, se fundamenta no conceito econômico do Trade-Off¹, na qual, tomamos decisões de escolher entre o produto A em relação ao produto B, baseado no ganho a mais que vamos obter no futuro, cujo resultado pode ser positivo ou negativo.
Cabe destacar que, esta teoria não se aplica para decisões simples ou supérfluas, como a compra de uma caneta fina ou um par de sapatos de marca. A opção que optamos, vai modificar substancialmente nossas vidas ou da nossa família, definirá os rumos de longo prazo, dependência de terceiros ou vice-versa.

Vejamos os seguintes exemplos: comprar um apartamento de dois ou três dormitórios? Aceitar a oferta doe emprego A em relação ao B? Qual pós-graduação fazer e em qual universidade? Fazer intercambio por seis meses largando nosso atual emprego? Ter filhos ou ser tio? Aposentadoria ou diversão presente? Participar de atividades sociais ou de caridade nos finais de semana?
O poder de tomar decisões de escolha está presente, desde as origens da humanidade. Vejamos o caso do Império Romano, que quando conquistava uma civilização decidiam em transpor, ou seja, destruir a cultura do vencido, ou transformar, assimilando o melhor da civilização perdedora e incorporando-a a cultura Romana.
Os sábios optaram por uma vida com “ausência de perturbações”, a uma vida com tempestades.

O Livre Arbítrio é um direito adquirido dos seres humanos, na qual se manifesta nos primeiros anos das nossas vidas. O balanceamento recai, na decisão certa ou errada que tomados, fundamentado nas pesquisas que realizamos, nos questionamentos que surgiram, nas analises detalhadas e técnicas que concluímos, na projeção de cenários positivos e negativos e as suas alternativas propostas, e, finalmente dos depoimentos tomados das pessoas que já passaram pela porta da vida, na qual pretendemos passar também.
_____________________
¹ Trade-Off, é uma expressão que define uma situação em que há conflito de escolha. Ocorre quando se abre mão de algum bem ou serviço para se obtiver outro bem ou serviço distinto.
Por: Fredy Nilson Garcia Panduro - http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/