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terça-feira, 10 de outubro de 2023

PARÁBOLA DO ESCORPIÃO E O SAPO E O AMBIENTE PROFISSIONAL


A parábola do escorpião e o sapo é uma história popular que muitas vezes é usada para ilustrar aspectos da natureza humana, especialmente a ideia de que as pessoas podem agir de acordo com sua própria natureza, independentemente das circunstâncias ou das consequências.

Tal parábola é uma história que ilustra um dilema moral e a natureza intrínseca de uma pessoa ou ser, e é usada para transmitir lições sobre confiança, natureza humana e escolhas em diversas situações, incluindo o ambiente profissional.

A parábola descreve uma situação em que um escorpião pede a um sapo para ajudá-lo a atravessar um rio.

▪︎ O sapo inicialmente teme ser picado pelo escorpião, mas o escorpião argumenta que isso seria irracional, pois, se ele picasse o sapo, ambos afundariam.
▪︎ O sapo concorda em ajudar e começa a nadar com o escorpião nas costas. - No meio do rio, o escorpião pica o sapo, e à medida que afundam, o sapo pergunta por que ele fez isso.
▪︎ O escorpião responde que é a sua natureza.

Aqui está como a parábola pode ser aplicada ao contexto profissional:

Confiança e Integridade:
No ambiente profissional, a confiança é fundamental. 
A parábola destaca a importância da integridade e da confiança nas relações profissionais.
Assim como o sapo confiou no escorpião, os colegas de trabalho e os parceiros de negócios devem ser capazes de confiar uns nos outros para trabalhar eficazmente juntos.


Comportamento Previsível:
A história ressalta que o comportamento de uma pessoa pode ser previsível com base em sua natureza intrínseca.
No trabalho, é importante conhecer as pessoas com quem você está lidando e entender suas motivações e comportamentos naturais para tomar decisões informadas.

Riscos Calculados:
Assim como o sapo assumiu um risco ao ajudar o escorpião, os profissionais também enfrentam riscos em suas decisões e ações.
É importante avaliar cuidadosamente os riscos e tomar decisões informadas no ambiente profissional.

Comunicação e Transparência:
A parábola destaca a importância da comunicação e da transparência. Se o escorpião tivesse sido transparente sobre sua natureza, o sapo poderia ter tomado uma decisão diferente.
No trabalho, a comunicação clara e a transparência são essenciais para evitar mal-entendidos e conflitos.


Lições Aprendidas:
▪︎ A parábola serve como um lembrete de que nem todos têm intenções puras, e as pessoas podem agir de acordo com sua natureza.
▪︎ No ambiente profissional, é importante aprender com as experiências passadas e usar o conhecimento para tomar decisões mais sábias no futuro.
▪︎ A parábola destaca a importância da confiança, da integridade, da comunicação e da tomada de decisões informadas.
▪︎ Ela nos lembra que, embora a confiança seja essencial, também é necessário exercer discernimento e cuidado ao lidar com pessoas no trabalho.

Copiado: https://www.linkedin.com/in/aguinaldo-da-cruz-ba44bb269/

quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Não Mate Seu Leão. Aprenda a Amar o Seu.


Em vez de matar um leão por dia, aprenda a amar o seu

Outro dia, fui almoçar com um amigo, perto de seus 70 anos. 

São raras as chances de absorver um pouco de sabedoria destas pessoas. 

Depois de um almoço em que falamos pouco de negócios e muito da vida, ele me perguntou sobre meus negócios. 

Contei um pouco e disse: 

- Empresário tem de matar um leão por dia. 

Sua resposta, rápida e afiada: 

- Não mate seu leão. Cuide dele. 

Fiquei surpreso. 

Ele notou e disse: - 

O ditado diz que temos de matar um leão por dia. Por muitos anos, acreditei nisso. 

Acordava todos os dias querendo encontrar o tal leão. 

A vida foi passando. Muitas vezes, repeti essa frase. 

Quando cheguei aos 50 anos, meus negócios já tinham crescido e precisava trabalhar um pouco menos, mas sempre me lembrava do tal leão. 

Cheguei aos 60 e decidi que era hora de meus filhos começarem a tocar a firma. 

Qual não foi minha surpresa ao ver que nenhum dos três estava preparado! 

A cada desafio, parecia que iam desmoronar emocionalmente. 

Para minha tristeza, tive de voltar à frente dos negócios até conseguir contratar alguém, que hoje é nosso diretor-geral. 

Este fracasso me fez pensar muito. 

O que fiz de errado no meu plano de sucessão? 

Hoje, do alto dos meus quase 70 anos, tenho uma suspeita: a culpa foi do leão. 

Novamente, fiz cara de surpreso. 

Ele, olhando para o horizonte, como que tentando buscar um passado distante, disse: 

- É. Pode ser que a culpa não seja 100% do leão, mas assim fica mais fácil justificar. 

Desde quando meus filhos eram pequenos, dei tudo a eles, educação excelente, oportunidade de morar no exterior, estágio em empresas de amigos. 

Mas, ao dar tudo, esqueci de dar um leão para cada, que era o mais importante

Aprendi que somos o resultado de nossos desafios. 

Com grandes desafios, nos tornamos grandes, com pequenos desafios, nos tornamos pequenos. 

Quanto mais bravo o leão, mais gratos temos de ser. 

Aprendi a não só respeitar o leão, mas a admirá-lo e a gostar dele. 

Não devemos matar um leão por dia, mas cuidar do nosso. 

No dia em que o leão em nossas vidas morrer, começamos a morrer junto com ele.

terça-feira, 20 de setembro de 2022

POR QUE ÀS VEZES AS PESSOAS QUE AJUDAMOS, SENTEM RAIVA DE NÓS?


POR QUE ÀS VEZES AS PESSOAS QUE AJUDAMOS, SENTEM RAIVA DE NÓS?

(...) Um dia, me caiu nas mãos um livro, intitulado “Trapeiros de Emaús”.

Contava a história de uma comunidade iniciada por um padre, para pessoas que eram o que chamaríamos de “Sem Teto”.

Um trecho me chamou a atenção. 

O padre contava suas experiências em caridade.

Quando menino, ele costumava acompanhar seu pai que todos os meses, doava um dia de seu tempo para atender pessoas carentes. 

O pai era médico, mas como já havia quem atendesse às pessoas nesse setor, ele se dedicava a cortar cabelos, profissão que também exercera.

O menino percebia que embora seu pai executasse seu serviço de graça e com amor, as pessoas reclamavam muito. 

Exigiam tal ou tal corte, e às vezes quando iam embora, xingavam ele, porque não haviam gostado do corte.

Mas o pai tinha uma paciência infinita, tentava atender ao que lhe pediam, e jamais revidava às ofensas, chegando até mesmo a pedir desculpas, quando alguém não gostava do trabalho que ele realizava.

Então, um dia, o menino perguntou ao pai por que ele agia assim. 

E por que as pessoas reclamavam de algo que recebiam de graça, que não teriam de outra forma.

“Para essas pessoas, disse o pai, receber é muito difícil. Elas se sentem "humilhadas" porque recebem sem dar nada em troca. 

Por isso elas reclamam, é uma maneira de manterem sua autoestima, de deixar claro que ainda conservam a própria dignidade.”

“É preciso saber dar, disse o pai. Dar de maneira que a pessoa que recebe não se sinta ferida em sua dignidade.”

Depois li um livro de Brian Weiss em que ele contava que uma moça estava muito zangada com Deus. 

A mãe dela morrera, depois de vários anos de vida vegetativa, sendo cuidada pelos outros como um bebê indefeso.

“Minha mãe sempre ajudou os outros, nunca quis receber nada em troca, não merecia isso”, dizia ela.

Então, ela recebeu uma mensagem dos Mestres:

"A doença de sua mãe foi uma bênção. Ela passou a vida ajudando os outros, mas não sabia receber.

Durante o tempo da doença, ela aprendeu. Isso era necessário para a sua evolução."

Copiado: 
https://www.linkedin.com/in/paulo-ricardo-p-ferreira

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

A Fábula do Burro: Seja Um Vencedor!


Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. 

Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. 

Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço. 

Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. 

Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.


O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente. 

Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.

O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. 

A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. 

Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.

A vida vai lhe jogar muita terra nas costas.

Principalmente se já estiver dentro de um poço. 

O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. 

Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. 

Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. 

Use a terra que lhe jogam para seguir adiante.

Recorde-se das 5 regras para ser feliz:

1. Liberte o seu coração do ódio.
2. Liberte a sua mente das preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame-se mais e aceite a terra que lhe jogam. Ela pode ser a solução, não o problema.

Copiado: http://www.souguerreiro.com.br/

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Manual de Sobrevivência de Pequenas e Médias Empresas no novo mundo VUCA

Então aconteceu. Em um certo dia do início de março de 2020, tudo mudou. A pandemia do coronavírus chegou ao Brasil e mandou as pessoas para dentro de casa – a quarentena foi a melhor saída para evitar o contágio e o colapso do sistema de saúde. Home office, férias coletivas, ruas vazias, empresas fechadas ou funcionando parcialmente. Um cenário assustador, principalmente para pequenas e médias empresas, que costumam ter caixa para, no máximo, 30 dias. E agora, como sobreviver? Se você é um pequeno empreendedor como eu, antes de mais nada precisa entender que finalmente chegou o tal mundo VUCA, sigla em Inglês que faz referência a um cenário volátil, incerto, complexo e ambíguo – a palavra VUCA se tornou famosa nos últimos anos por ser mencionada no discurso de 9 em cada 10 gestores, mas é a primeira vez que estamos, DE FATO, vivendo esse contexto imprevisível.No filme Perdido em Marte (2015), o astronauta Mark Watney, personagem vivido pelo ator Matt Damon, enfrenta uma tempestade avassaladora e, de repente, percebe que está sozinho um planeta inóspito, sem o restante da sua equipe e com poucas chances de sobreviver. Dá para dizer que é mais ou menos como um pequeno empreendedor brasileiro está se sentindo neste momento. No entanto, se você assistiu a esse excelente filme, deve lembrar que o personagem entendeu que ficar em estado de letargia não iria ajudar em nada a garantir a sua sobrevivência e, a partir daí, foi à luta. O mesmo vale para pequenos e médios empreendedores. É hora de reagir para garantir a existência do seu negócio hoje e nos próximos meses. Abaixo, separei algumas dicas importantes que venho aplicando no meu próprio negócio e sugerindo para meus clientes. Acompanhe.
  • Posicione sua marca na crise e tranquilize seu cliente
A primeira coisa a fazer é posicionar a sua marca no mercado de forma clara. Imagino que, a essa altura do campeonato, você já deve ter dito ao seu cliente que ele precisa “ficar em casa” e “lavar as mãos” – se ainda não fez isso, faça, você já está atrasado. Porém, o mais importante mesmo é informar como a pandemia está impactando o seu negócio e como isso vai mudar a relação do seu cliente com a sua empresa.
O seu negócio é baseado em um modelo presencial, ou seja, o cliente precisa ir em uma loja física para comprar o seu produto ou serviço? Como fica agora? Ele pode comprar pela internet? Dá pra entregar o seu produto/serviço de forma online? Você pode entregar na casa do cliente que está em quarentena? É fundamental ter respostas para todas essas perguntas para que o seu cliente não fique perdido e acabe encontrando um motivo para ir para a concorrência – sim, você tem concorrentes até na pandemia.
Tenha empatia e entenda o novo momento do seu cliente
Não está fácil pra ninguém. Para profissionais liberais e pequenas/médias empresas, a pandemia do coronavírus foi como aquele gancho de direita que derruba o boxeador que já vinha apanhando muito junto à lona. Se o dinheiro já estava escasso no mercado, agora ficou pior ainda. Portanto, é hora de todo mundo ceder um pouco.
Sim, nessa hora vale discutir valores de contratos, conceder descontos, fazer promoções. Se você atua na área de serviços, principalmente em segmentos no qual a entrega é mais intangível (assessorias, consultorias, etc), inclua algum tipo de bônus para o cliente, como um combo (o cliente paga por um serviço e ganha outro “de graça”).Ah, você está preocupado porque provavelmente vai trabalhar mais e ganhar o mesmo ou até menos? Sim. Mas você precisa ser pragmático: é melhor trabalhar mais do que perder clientes, certo?É válido destacar ainda que, ao conceder algum tipo de facilidade para o seu cliente, você está mostrando empatia, você está demonstrando que entende o momento difícil pelo qual o seu cliente está passando. É esse tipo de atitude que ajuda a fidelizar o consumidor e, mais do que isso, contribui para atrair novos clientes.
Cuide do seu caixa - Como mencionei no início desse artigo, levando em conta que a maioria das pequenas e médias empresas brasileiras costuma ter caixa para sobreviver por apenas 30 dias, se o seu negócio não tem uma reserva financeira para enfrentar momentos de dificuldade, provavelmente vai precisar tomar algumas medidas emergenciais para sobreviver.
Além de “apertar o cinto”, evitando gastos desnecessários na sua empresa, é hora de renegociar ou postergar dívidas com seus credores e tentar antecipar pagamentos – bares e restaurantes, por exemplo, que foram bastante impactados pela pandemia, estão vendendo “vouchers” ao seus clientes agora para serem usados após a quarentena. É o tipo de solução criativa que pode ajudar o caixa durante a crise.
Se for preciso, verifique linhas de crédito com o seu banco. Se ele não te ajudar nesse momento terrível, você já tem um ótimo motivo para migrar para a concorrência.
Digitalize a sua empresa imediatamente - Seja bem-vindo à Era Digital! Se até agora você nunca tinha se preocupado em “digitalizar” o seu negócio (ou pelo menos parte dele) porque as coisas andavam bem assim como estavam, sinto muito, mas você acaba de ser “atropelado” pela transformação digital – para dar o crédito justo, quem “atropelou” o seu negócio na verdade foi a pandemia do coronavírus, mas o fato é que ela está acelerando a transformação digital da sua empresa.
Brincadeiras à parte, a verdade é que não há mais como evitar esse movimento de digitalização do seu negócio. - Com exceção de farmácias, supermercados e alguns outros poucos tipos de negócio, a venda de qualquer produto ou serviço hoje, em plena quarentena, é feita exclusivamente pela internet. Aproveite esse momento para começar a atuar online e, após a quarentena, ter mais um canal de vendas na sua empresa. É na crise que surgem as oportunidades, amigo!
Também é o momento ideal para você começar a divulgar o seu produto ou serviço por meio de técnicas e ferramentas de marketing digital e de conteúdo, conforme vou detalhar no tópico abaixo.  
Invista em marketing digital e de conteúdo - Se a sua empresa é daquele tipo que nunca acreditou muito no poder do marketing digital e de conteúdo, que nunca teve um site ou perfis/páginas em redes sociais, lamento informar: se você não fizer nada agora para comunicar sua marca no mercado, você vai desaparecer em breve. Simples assim. Com pessoas trancadas em casa, nunca foi tão importante ter uma presença digital consistente.
É hora de investir fortemente em canais e ferramentas de marketing digital – como redes sociais, sites, blogs, e-mail marketing, vídeos e lives, entre outros – e, principalmente, produzir conteúdo relevante para o seu cliente.
Se você é proprietário de uma academia de ginástica, por exemplo, pode oferecer no seu Facebook algumas dicas de como se exercitar com segurança em casa. Ou realizar uma aula online em uma live no Youtube ou no Instagram. São “conteúdos úteis” como esses que fazem a diferença na vida do cliente e, mais do que isso, ajudam a construir ou fortalecer a reputação da sua marca. Acredite, isso será muito importante quando tudo isso passar e a vida voltar ao “normal”, mesmo que seja um “novo normal”. Sim, nada será como antes quando, daqui a alguns meses, esse “novo normal” – que ainda não sabemos bem como será – se transformar em realidade. E é exatamente por causa disso que você precisa agir agora.
Por: Stefan Ligocki é professor, palestrante, consultor