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terça-feira, 26 de março de 2019

MEP - Metodo de Equivalência Patrimonial: entenda este conceito

O método de equivalência patrimonial, conhecido como MEP, é considerado em alguns critérios de investimento, podendo ser traduzido como um ajuste de finanças que irá determinar os valores ideais de investimento em uma empresa ou instituição. 
São aplicados em grupos de empresas ou quando uma instituição tem grande participação na sociedade. As empresas que são tributadas pelo lucro real devem seguir o MEP, a fim de avaliar melhor os seus investimentos. No post de hoje, você vai entender do que se trata esse conceito e como fazer essa avaliação. Confira!
 O que quer dizer avaliação pelo método de equivalência patrimonial (MEP)?
O método corresponde à determinação do valor de investimento segundo o percentual de participação no capital social do patrimônio líquido de cada parte da sociedade.
Deverão ser avaliados pela equivalência patrimonial os investimentos relevantes:
  • nas sociedades coligadas (são aquelas que têm participação maior do que 20% do capital da investida ou têm influência na sua administração);
  • em sociedades controladas (em que a participação é igual ou maior a 50% do capital da investida);
  • em sociedades controladas que participam de instituições do sistema financeiro e nas companhias abertas, como bancos.
  • Deverão ser avaliados pelo valor de patrimônio líquido os investimentos relevantes:
  • nas sociedades que se refletem no balanço da sociedade anônima;
  • nas sociedades que conste lei especial;
  • nas sociedades anônimas.
Segundo o critério societário, a regra fiscal não sofre alteração com relação às normas internacionais contábeis.
Como determinar o valor do investimento?
O valor de cada investimento será determinado segundo aplicação de porcentagem da parte investidora no capital social sobre o valor do seu patrimônio líquido, subtraindo os resultados que não foram alcançados.
 Como realizar a equivalência patrimonial?
A equivalência patrimonial é correspondente ao valor que será investido ao final de cada exercício, segundo a aplicação da porcentagem da parte investidora no capital social ou sobre o patrimônio líquido resultado das investidas.
O valor líquido patrimonial dos investimentos deverá ser equivalente ao balanço patrimonialque consta em um mesmo intervalo do balanço da investidora, podendo ter um cálculo que avança no máximo dois meses antes dessa data. Os critérios contábeis usados pela parte coligada ou controlada devem ser os mesmos da investidora. Caso não haja correspondência na equivalência, deverão ser feitos ajustes pelo participante a fim de equilibrar as diferenças causadas pela diversidade de critérios.
Por exemplo, suponhamos que uma empresa com participação de 40% das ações faça um investimento de R$40.000,00, dentro de um investimento total com o capital social de R$100.000,00. Apurando o lucro líquido do exercício, temos o valor de R$120.000,00. Subtraindo o valor do investimento, temos lucro de R$20.000,00. Tirando R$1.000,00 (que representa 5%) para a reserva, temos R$19.000,00 de lucro final. Assim sendo, deve ser atualizado o valor de participação da empresa que tem 40%, em cima de R$120.000,00, totalizando R$48.000,00, valor esse que deve ser ajustado.

Como proceder com relação ao critério fiscal?
A relevância é estipulada pelo comprometimento referente ao patrimônio líquido da investidora, sendo 15% no conjunto de investidas ou 10% a cada investida. No entanto, mesmo sendo investimento em coligada, a participação capital da investida deve ser igual ou maior do que 20%. Se estiver dentro da margem de 10% a 20%, a investidora tem influência na investida, que pode ocasionar na probabilidade, por exemplo, de nomear o diretor presidente ou outro cargo administrativo.
Copiado: https://quickbooks.intuit.com

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Gestão de Contratos: tudo o que você precisa saber

Saiba qual a importância da gestão de contratos e veja como otimizar esse processo na sua empresa!
A gestão de contratos é importante para o desenvolvimento saudável de um empreendimento, pois contribui para a organização de acordos, o planejamento financeiro e o maior controle de documentos. Com ela, a companhia pode reduzir custos, diminuir riscos e ainda tornar mais eficiente a negociação com fornecedores, clientes e parceiros.
Quer saber mais sobre a sua importância e entender quais as principais características e vantagens desse tipo de gerenciamento? Então confira o que preparamos sobre esse assunto! Boa leitura!

O que é gestão de contratos

Gestão de contratos não tem a ver só com o arquivamento e o controle de documentos em depósitos ou no ambiente virtual. Ela acompanha todo o ciclo de vida de cada documento, desde sua criação, passando pela execução e chegando até o término de sua vigência/utilidade.
Esse processo também assegura benefícios a contratados e contratantes, além de fornecer apoio e informações para o gerenciamento financeiro e a gestão de projetos de uma empresa.

A importância da gestão de contratos

As organizações privadas e públicas são pressionadas constantemente para diminuírem os custos, elevarem a performance financeira e reduzirem os riscos operacionais. Além disso, também precisam maximizar o capital de giro por meio de economia de recursos e investimentos planejados.
Para conquistar esses objetivos, além de eliminar desperdícios e otimizar fluxos de trabalho, é preciso monitorar as variações orçamentárias, controlar adequadamente o fluxo de caixa e negociar contratos mais vantajosos. Além disso, é necessário ter atenção a regulamentos e legislações.
Todos esses pontos podem ser aperfeiçoados direta ou indiretamente por uma boa gestão de contratos. Afinal, ela é a responsável por lidar com a crescente complexidade e o volume dos contratos atuais, tendo por objetivo uma administração eficaz desses documentos. Para tanto, ela atua:
  • dando suporte para a elevação do poder de negociação da empresa e para a maximização dos benefícios de cada contrato;
  • supervisionando, de forma eficaz, o cumprimento de obrigações contratuais;
  • aumentando o controle sobre as condições que podem ser aceitas nos contratos, protegendo a empresa de acatar valores e cláusulas incluídas pelos fornecedores sem realizar pesquisas e cotações com outras organizações;
  • fornecendo apoio para a gestão de obrigações, fazendo com que as partes de um acordo tenham vantagens estratégicas;
  • administrando contratos de vários tipos, como os relacionados a fornecedores, obtenção de crédito (antecipação de recebíveis, financiamentos, empréstimos etc.), contratação de colaboradores, entre outros;
  • melhorando o controle de cronogramas e vencimentos de pagamentos inclusos nos acordos, beneficiando, entre outros pontos, o ciclo financeiro e o ciclo operacional do empreendimento etc.
Todas essas atribuições beneficiam a empresa, gerando redução de custos e, consequentemente, melhorando o lucro e outras contas que constituem o DRE e o Balanço Patrimonial do negócio.

O papel do gestor de contratos

O papel do gestor de contratos é amplo, já que ele deve acompanhar todas as fases de um contrato, analisando e checando se o que foi estabelecido está em conformidade com o realizado. Para tanto, ele deve registrar eventos relacionados a cada acordo, visando a obter maior controle para fins de auditoria.
Além disso, ele precisa detectar desvios e ocorrências desalinhadas às cláusulas contratuais e procurar meios de solucioná-los. Também deve ser apto a buscar o cumprimento de obrigações contratuais que envolvam documentos gerenciais e contábeis, como notas fiscais, atas, inventários, entre outros.
Inclusive, ele precisa exigir que os contratos sejam feitos e cumpridos com qualidade, objetivando a mitigação de riscos e a economia. Realizar análises críticas, observar pontos de ajustes e sugerir melhorias são outras ações que devem ser tomadas quando necessário.

Como organizar os contratos de forma eficiente

Contratos administrativos, de fornecedores, de clientes etc. precisam ser controlados adequadamente. Para isso, é fundamental adotar procedimentos de organização, que ajudam a monitorar e a otimizar o trabalho do gestor de contratos e de sua equipe. Veja alguns:
  • garantir que a companhia tenha recursos suficientes para executar o que for estabelecido nos contratos;
  • manter um acompanhamento constante de prazos de vencimento dos documentos;
  • garantir que os envolvidos tenham conhecimento detalhado do conteúdo contratual;
  • montar uma tabela de planejamento que organize as atividades e eventos constantes nos acordos, bem como suas etapas. Isso pode ser feito, inclusive, por meio de planilhas ou em um sistema de gestão que automatize esse processo, como um ERP;
  • checar frequentemente se as cláusulas contratuais estão sendo realmente cumpridas;
  • implantar sistemas que acompanham vencimentos e demais prazos. Isso evita custos extras com juros e multas devido a atrasos;
  • assegurar que cada contrato, após arquivado, seja facilmente encontrado;
  • verificar renovações e rescisões, buscando evitar que esses processos gerem custos financeiros ou problemas jurídicos à companhia.
Para garantir uma boa organização dos contratos, é fundamental contar com uma equipe especializada na gestão desses documentos. É interessante que seus integrantes tenham conhecimentos sobre planejamento e confecção desses acordos. Habilidades de negociação são diferenciais, pois ajudam na obtenção de mais vantagens para o negócio.

Como entender o ciclo de vida dos contratos

Uma boa gestão do ciclo de vida do contrato ajuda a mitigar riscos e diminuir custos. Para isso, primeiro, é preciso entender quais as etapas desse ciclo, que são:
  • pré-contratação: identifica-se a necessidade de um produto, serviço ou parceria. Depois, ocorre a definição dos requisitos necessários para a negociação, como formas de pagamento, tipo de entrega, exigências para a contratação etc. Após isso, cria-se o rascunho do contrato;
  • contratação: negociação e formalização do acordo. As cláusulas são debatidas e, se necessário, realizam-se ajustes no documento. Aspectos econômicos, técnicos e jurídicos precisam estar corretamente registrados. Após aprovação pelas partes, o contrato é assinado;
  • pré-execução (técnica): são feitas as ações iniciais para a execução do que consta no contrato, como aquisição de insumos, contratação de colaboradores, organização de materiais etc. Essa e outras etapas devem ter cronogramas de entregas e vistorias;
  • pré-execução (administrativa): aqui, acontecem a compilação, a estruturação e o armazenamento da documentação contratual;
  • pré-execução (financeira): o financeiro recebe o fluxo de pagamentos e dados econômicos de cada acordo. Nessa e nas demais fases, é preciso definir certidões, termos necessários para execução do contrato, notificar envolvidos sobre prazos, liberar atividades etc;
  • execução: o objeto do contrato é entregue e as ações administrativas de acompanhamento do documento são feitas detalhadamente. Nessa etapa, os pagamentos são controlados, realiza-se a prorrogação de termos, ocorre o registro de aditivos, entre outras ações;
  • encerramento: se a data de vigência do contrato expirar e não ocorrer renovação, conclui-se a negociação. É nessa etapa que se verifica se todas as ações previstas nas cláusulas contratuais foram feitas adequadamente.

Como gerir contratos empresariais

Uma gestão de contratos efetiva atua minuciosamente com organização, programação e planejamento de ações relacionadas à administração desses documentos. Algumas empresas contam com setores específicos para isso, enquanto outras delegam as atividades dessa área para a controladoria ou o departamento administrativo.

Para otimizar o gerenciamento dos contratos, é importante contar com indicadores de desempenho, métricas de resultados e análises de históricos. Também é preciso analisar orçamentos e cotações para verificar se há viabilidade nos acordos prontos, em vigência ou que ainda serão feitos.
Esse item é essencial para assegurar maior sustentabilidade financeira para a empresa, de modo que ela consiga atingir seus objetivos com os acordos e obtenha benefícios. Além disso, é importante definir, por exemplo:
  • responsabilidades de cada uma das partes e os cargos que ajudarão na gestão do contrato;
  • prioridades de serviços, produtos ou demais ações previstas nas cláusulas;
  • prazos de disponibilização de produtos ou serviços;
  • datas para liberação da equipe para começar a gerenciar os principais pontos dos contratos.

Como guardar os contratos de maneira organizada

Primeiramente, lembre-se de fazer, ao menos, uma cópia de cada contrato final e manter documentos relacionados a ele. Extensões nos acordos ou modificações, como ordens de mudança, devem ser executadas em conformidade com as cláusulas desses documentos, sendo guardadas junto a eles.
Também é preciso contar com um bom sistema de gerenciamento para organizar os contratos e facilitar a sua busca. Digitalizá-los é uma opção positiva para diminuir as chances de perdas de documentos e facilitar a administração.
Com uma boa gestão de contratos, você conseguirá melhorar a empresa, pois as negociações passam a ser otimizadas. Isso resulta em economias de custos, prazos mais condizentes com as condições do negócio e maior controle dos acordos.
Copiado: https://blog.biva.com.br

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Entendendo a Gestão de Documentos

Muito se fala sobre a necessidade da gestão de documentos, mas pouco se explica sobre o mesmo. Apesar de sempre pensarmos em alguma tecnologia envolvida, gerir documentos nem sempre quer dizer a utilização de um software, os softwares só facilitam e automatizam o que é administrado por pessoas.
Gestão de documentos é um conjunto de tarefas e procedimentos orientados para obter maior eficácia e economia na exploração ou aproveitamento dos documentos. 
Traduzindo em palavras ainda mais simples, são medidas que se toma para tornar mais fácil o manuseio dos documentos para que na necessidade de uma informação contida no mesmo, seja fácil busca-la e encontrá-la, e isso envolve sua elaboração, fluxo, uso, avaliação, arquivamento em sua fase corrente e intermediária. 
Entende-se por fase corrente quando um documento está em atividade, usado com frequência, como por exemplo, um fluxo ou procedimento, e intermediária é usado com pouca frequência, porém ele precisa ser administrado assim como os outros, por exemplo, o contrato social da organização.
O objetivo da gestão de documentos é:
  • Possibilitar a produção, administração, controle e manutenção, economia e eficiência, logo, além de facilitar na fase de elaboração, arquivamento e gerenciamento, uma boa gestão de documentos traz economia sustentável e redução de tempo.
  • Viabilizar recuperação da informação, e isso pode ocorrer através de softwares que possibilitam a localização e utilização da informação com eficientes ferramentas de busca.
  • Preservar a memória institucional, ou seja, a história e arquivos importantes para organização
  • Otimizar o uso da informação, ou seja, tornar ideal o uso da informação.
Falando diretamente de Gestão da Qualidade, a organização deve definir a estrutura da documentação que utilizará no SGQ, e essa estrutura deve ser lógica assegurando uma coerência para melhor identificação na busca da informação, e também genérica, para que todos documentos da qualidade se enquadrem em algum tipo destacado na estrutura. 

Os documentos devem ter uma codificação e/ou referência que os torne únicos, ser elaborado considerando os respectivos utilizadores, ou seja, feito para a pessoa que vai utilizá-lo. 
Na figura abaixo pode se ver um exemplo de estrutura em pirâmide, mas essa pode ser feita em formato de árvore, diagrama, entre outros:
estrutura
Exemplo de uma Hierarquia Documental – Fonte: (D. Azevedo, 2002)
No geral, a Gestão da Qualidade é composta de critérios que orientam uma gestão de documentos eficaz, tanto quando diz sobre controle de documentos onde seus conceitos são diretamente para a elaboração, verificação e validação, quanto sobre controle, onde traz a necessidade de 7 critérios:
  1. Compilação (por projeto, cliente, produto, data);
  2. Indexação (como buscar?)
  3. Condições de acesso (quem pode ver? como?);
  4. Arquivo (arquivo físico, software)
  5. Armazenamento e manutenção (condições ambientais e seguras principalmente para registos em arquivo morto);
  6. Tempos de retenção;
  7. Inutilização.
Quando falamos de documentos, sempre surge a dúvida: há necessidade da contratação de um software ou qualquer outro tipo de automatização?

Para responder isso você deve ver a realidade da sua organização. 
Se você gere uma quantidade pequena de arquivos, provavelmente não verá valor em utilizar uma automatização mais complexa pois ainda é possível controlar manualmente, mas no caso de você estar implantando um SGQ, provavelmente você está lidando com uma boa quantidade de documentos que deve ser rigorosamente controlada. Nesse caso já se pode pensar em um software como uma solução.
Uma opção de software é o Forlogic Docs, gestão de documentos fácil e segura, que você pode testar gratuitamente.
Copiado: http://www.blogdaqualidade.com.br

terça-feira, 8 de maio de 2018

O O que é o CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas?

É um sistema de padronização, usado em todo o território nacional, dos códigos de atividades econômicas e dos critérios de enquadramento usados pelos mais diversos órgãos da administração tributária do Brasil.
O sistema é organizado juntamente pela Comissão Nacional de Classificações-CONCLA, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE e pela Secretaria da Receita Federal.
Todos os agentes econômicos, públicos e privados, que atuam na produção de bens e serviços, inclusive estabelecimentos agrícolas, pessoas físicas autônomas e instituições sem fins lucrativos, devem constar do cadastro.
Objetivos
Melhorar a qualidade das informações dos cadastros que dão suporte às decisões da administração pública nas esferas municipal, estadual e federal na área econômico-tributária.
E por que é tão importante saber a classificação das atividades no CNAE?
Porque é através desse sistema de padronização que as empresas saberão, exatamente, em qual código CNAE suas atividades se enquadram.
Além de evitar multas, a correta classificação pode, entre outras vantagens, definir, inclusive, o regime tributário de uma empresa.
Vejamos alguns exemplos de benefícios gerados pela correta classificação CNAE:
  • Desoneração da Folha de Pagamentos
Uma das maneiras de saber se sua empresa deve pagar contribuição sobre a folha de pagamento ou sobre o faturamento é conhecendo o código CNAE que define a atividade por ela exercida. Dessa forma, uma classificação precisa, nesse sentido, pode evitar o pagamento de tributos incorretos, por exemplo. Para tanto, é fundamental uma análise criteriosa, por parte do empresário, no sentido de definir exatamente as atividades realizadas pela empresa.

  • Correto enquadramento sindical
Cada sindicato possui suas próprias convenções que, por suas vezes, apresentam obrigações distintas. Essas obrigações podem interferir no piso salarial, na imposição dos benefícios da categoria, na carga horária de trabalho, ou em outras obrigações que podem ser equivocadamente acatadas caso haja erro na classificação do CNAE. Logo, um erro de classificação nesse caso pode acarretar desde pagamentos indevidos, à falta de cumprimento de obrigações que podem, entre outras consequências, gerar altíssimas multas.
  • Evitar pagamento de tributos incorretos
Alguns órgãos têm a data de vencimento dos tributos determinada pelo CNAE. Sendo assim, uma classificação errada pode, possivelmente, forçar a antecipação de um pagamento ou até mesmo implicar no pagamento de um imposto em atraso, o que pode gerar juros e multas desnecessárias.
  • Usufruir dos benefícios do Simples Nacional
É pela classificação do CNAE que se define se uma empresa pode ou não se enquadrar no regime do Simples Nacional, logo, um enquadramento errado pode excluí-la desse regime, obrigando-a a outros regimes tributários menos benéficos.
Como saber se sua empresa se enquadra no Simples Nacional pelo código CNAE?
Antes de mais nada, você deve encontrar o código CNAE correspondente às atividades realizadas pela sua empresa. Em seguida, consulte o Anexo VI da Resolução CGSN, no site da Receita Federal  para saber se ele é ou não impeditivo para o Simples Nacional.
Empresas da subclasse 3511-5/01 – transmissão de energia elétrica -, por exemplo, não podem se registrar no regime do Simples Nacional.
Como consultar a CNAE?
O número do CNAE é composto por 7 dígitos, sendo uma classificação estruturada de forma hierarquizada em cinco níveis, com 21 seções (primeiro dígito), 87 divisões (segundo dígito), 285 grupos (terceiro dígito), 672 classes (quarto dígito + um dígito verificador) e 1318 subclasses (dois dígitos após o dígito verificador). Exemplo: 6821-8/01 – Corretagem na compra e venda e avaliação de imóveis.
Este número deve ser determinado no momento do cadastro do CNPJ da empresa, para especificar quais atividades serão seu objetivo.

Vale lembrar que, mesmo que sua micro ou pequena empresa realize, simultaneamente, várias atividades permitidas pelo o Simples Nacional, basta uma delas ser impeditiva para que a empresa não esteja mais apta a se registrar por esse regime.
Para consultar em qual classificação sua empresa se encaixa, você deve consultar o site da CNAE e digitar a palavra-chave ligada à atividade da sua empresa na caixa de pesquisa. Por exemplo, escreva comércio de bebidas, clique em pesquisar e escolha, dentre as opções disponíveis, aquela que melhor se adaptar ao seu negócio.
Outra opção é clicar em “Estrutura”, observar as telas com as divisões gerais das atividades do CNAE e ir clicando sobre as opções apresentadas, na medida em que forem ficando mais específicas.
Por exemplo, se você tem uma escola de educação fundamental, deverá clicar em “Estrutura” e então:
85 – Educação
851 – Educação infantil e ensino fundamental
8513-9 – Ensino fundamental
Copiado: https://www.nibo.com.br

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

O Carnaval e a Administração























Apesar de não gostar deste feriado, todo ano, com a chegada do Carnaval, eu me impressiono com a capacidade de organização e com a aula que uma escola de samba nos oferece. São vários os conteúdos que um desfile pode nos ensinar.

Logística

O transporte dos carros alegóricos, a organização dos instrumentos da bateria, compra dos materiais utilizados na confecção das fantasias e as escalas de trabalho nos barracões são verdadeiras aulas de atividade logística. Tudo o que se aprende num curso pode ser aplicado às escolas de samba.

Administração

Planejamento de recursos financeiros, gestão de equipes, controle dos ativos, produção e estrutura hierárquica de poder são apenas alguns dos exemplos administrativos das escolas; por todo lado que você olhar, vai encontrar uma aula de administração.




Gerenciamento de tempo


O que acontece com uma escola se ela extrapola o tempo máximo de uma apresentação? E se ela não cumpre o tempo mínimo também perde pontos no quesito evolução. O controle do tempo e das atividades desempenhadas é crucial para o sucesso.

Liderança

Cada ala possui seus responsáveis, cada carro alegórico tem o seu destaque, cada bateria tem o seu mestre... e todos eles seguem o diretor de harmonia, que por sua vez segue o diretor geral, que segue o presidente e assim por diante. Cada um sabe a sua parcela de contribuição e entrega para o resultado final. Todos são dotados de empowerment.




Teamwork

Da comissão de frente até a velha guarda (que geralmente encerra o desfile) existe um sentimento único. Ninguém é menos importante naquele momento, todos são responsáveis pelo resultado final. Não adianta a ala das baianas desempenhar a função maravilhosamente bem se o casal de mestre-sala e porta-bandeira não fizer o deles. Ou todos ganham ou todos perdem.

Pois é...

Até para ser folião, a gente não pode perder de vista as analogias e descobrir que até se divertindo podemos aprender.

Só é preciso estar atento.

Bom carnaval para você que vai se divertir...

Por: João Gilberto Vedovello - http://www.administradores.com.br

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Quais São as Principais Ferramentas de Gestão?

O mercado está cada vez mais competitivo e exige que todo profissional faça muito mais com muito menos. Por isso o gestor destacado deve estar organizado para ter controle de todos os processos de sua empresa, acompanhar todos os colaboradores da sua equipe, conferir a qualidade de seus produtos e serviços e ter tempo para buscar inovação e criatividade.
Com as ferramentas certas cada uma dessas funções pode ser executada com qualidade e rapidez.
Você sabe para que as ferramentas de gestão servem? As ferramentas de gestão servem principalmente para obter um controle sobre processos.
Muitos gestores não tem conhecimento total sobre os processos que estão gerindo, e por isso perdem eficiência e efetividade em sua execução por falta de controle.
Usar ferramentas apropriadas de gestão é uma maneira de se forçar a conhecer melhor os processos do próprio negócio, criando demanda por estudos de mercado, estudos em qualidade, gestão de equipes e outros assuntos de importância administrativa. Veja agora como algumas dessas ferramentas podem ajudar!
Área: Gestão Estratégica – SIG - Os sistemas de informação gerenciais são processos que acontecem para auxiliar no planejamento, organização e tomadas de decisão em tempo mínimo em uma empresa.
Geralmente se constitui de uma cultura empresarial na qual relatórios de acompanhamento são feitos para repassar rapidamente as informações necessárias ao gerente, sem que seja necessário que ele procure por essas informações ativamente.
O sistema se baseia numa estrutura em que o gerente recebe informação via relatórios, que podem ser divididos de acordo com a demanda da empresa. Os relatórios programados são aqueles que são feitos como parte da rotina da empresa, para garantir que todas as informações são repassadas para a gerência.
Assim as tomadas de decisão são mais rápidas e não necessitam de reuniões demoradas ou discussões para acontecer. Os relatórios de exceção são feitos em situações específicas da rotina da empresa.
São situações que demandam atenção especial, ou que saem do escopo de trabalho tradicional da gestão do processo. Por exemplo, o representante comercial de uma rede de supermercados é informado que um carregamento de frutas chegou estragado ao supermercado e deve ser substituído.
Nesse caso, ainda que o relatório programado já tenha sido feito, um segundo relatório deve ser feito para informar o caso excepcional da falta de frutas adequadas no carregamento. Existem também situações em que a gerência necessita de informações adicionais por motivos que a equipe desconhece.
Esses tipos de relatório sob demanda da gerência são importantes para que a tomada de decisões não dependa do calendário de relatórios formais. Muitas vezes os relatórios programados são formatados para um leque de informações que não atende as necessidades do gestor em determinado momento. Por isso, um relatório específico pode ser solicitado.
Área: Gestão da Qualidade – Six Sigma - O modelo da Motorola para gerenciamento de processos de qualidade está entre um dos mais populares do mundo, sendo aplicado em empresas de diversos setores. É fundamentado na diminuição dos erros e na análise estatística dos processos geridos.
Existem dois modelos de aplicação do Six Sigma, sendo um deles para novos processos, novos produtos ou novos serviços que ainda não foram testados, e o outro focado em processos, produtos e serviços que já existem e precisam ser melhorados.
Modelo DMADV -  Está relacionado com a criação, e se divide em cinco passos:
  •  Definir metas: São traçados os objetivos de acordo com a demanda do cliente e de acordo com o planejamento estratégico da empresa.
  • Mensurar:Aqui são desenvolvidos indicadores e métricas para análise de risco, qualidade de produtos e serviços e efetividade dos processos.
  • Analisar:Projetar os indicadores, relacioná-los e identificar as melhores oportunidades com os menores riscos para o projeto.
  • Detalhar:Evidenciar os detalhes do projeto, melhorar e verificar a funcionalidade do desenho.
  • Verificar:Colocar o piloto em teste, verificar os erros para redefinir estratégias e melhorar processos.
Modelo DMAIC  - Está relacionado ao melhoramento, e se divide nos seguintes passos:
  • Definir o problema: Identificar qual é o aspecto a ser melhorado de acordo com os clientes.
  • Mensurar:Identificar quais são as variáveis que influenciam naquele problema e criar indicadores eficientes para representá-las.
  • Analisar:Considerando os indicadores levantados, estuda-se o processo para identificar a melhor maneira de corrigir os problemas.
  • Melhorar (Improve):Aplica-se soluções de acordo com a análise feita, criando padrões para os processos, reduzindo assim erros e imprevistos.
  • Controlar:Monitorar os sistemas instalados para corrigir eventuais erros.
Área: Acompanhamento de equipes – Avaliação 360º

Além de monitorar seus indicadores e padronizar seus processos de criação e inovação, o bom gestor deve dispor de ferramentas de avaliação da equipe.
Existem diversas ferramentas de RH que procuram identificar padrões de comportamento nos membros das equipes, porém toda avaliação feita por uma só pessoa levará em conta apenas a opinião dessa pessoa.
A avaliação em 360º fornece uma alternativa para esse tipo de avaliação, ao considerar a opinião de todas as pessoas da equipe para avaliar a própria equipe. A estrutura da avaliação em 360º se caracteriza pela avaliação mútua, em que cada membro da equipe avalia a todos os outros membros e também a si próprio.
As avaliações quantitativas e qualitativas são passadas para o setor responsável pelo RH da empresa e são analisadas comparando a avaliação média que todos os outros integrantes da equipe fizeram daquele membro com a avaliação que ele fez dele próprio. O questionário feito para esse tipo de avaliação envolve valores importantes para a empresa, contemplando comportamentos e habilidades que podem ajudar a organização a se desenvolver e alcançar seus objetivos.
Assim o colaborador consegue avaliar se, dentro do seu ciclo de relacionamentos, a empresa mostra esses valores e os passa adiante. Além disso a avaliação permite um feedback mais objetivo a respeito do comportamento do colaborador, visto que, pelo fato de ser um modelo de avaliação desenvolvido por todos, passa a ser mais impessoal.
Com essa análise objetiva do comportamento de cada um, a conversa com a equipe fica mais direta. A discussão sobre a subjetividade da avaliação já perde o sentido, uma vez que a avaliação foi feita por todas as pessoas que se relacionam dentro da equipe.
Com uma discussão direta e objetiva, a conversa fica mais fácil e o relacionamento com a equipe melhora. Garantir um bom relacionamento com a equipe com uma comunicação clara e objetiva é uma ferramenta essencial para se obter resultados e manter a motivação. (Neste caso manter um bom ambiente de trabalho ajuda bastante).
As metodologias que foram apresentadas até aqui podem ser aplicadas em diversas formas de organização empresarial. São métodos práticos de se otimizar processos no dia a dia, que não dependem de softwares especializados para serem aplicados.
Mas em muitas outras situações o uso de aplicativo pode ser uma boa saída para o gestor. O aplicativo ajuda na economia de tempo, trabalho, e portanto, dinheiro.
Veja aqui alguns aplicativos que podem facilitar o gerenciamento dos seus projetos!
Área: Coordenação de equipes – Trello
Esse aplicativo tem um design inovador, que facilita muito o acompanhamento do trabalho desenvolvido pela equipe. Funciona com um sistema de cards, que podem ser classificados e movidos com facilidade.
A flexibilidade desse aplicativo e a forma intuitiva de organização fazem do trello uma ferramenta de gestão excepcional para organizações de todos os tamanhos e áreas de atuação. Cada card criado pode ser subdividido em vários outros grupos, que podem ser classificados e atualizados de acordo com o andamento das atividades da equipe.
As atividades podem ser comentadas, marcadas com cores diferentes e carregadas com anexos de fotos, planilhas e documentações externas para facilitar a organização. Dessa forma o trello cria um ambiente onde é possível acompanhar todo o andamento das atividades de maneira rápida, personalizável e intuitiva.
Área: Coordenação de equipes – Runrun.it - O Runrun.it já atende grandes empresas de vários setores com sua plataforma integrada de gestão do trabalho.
O aplicativo oferece espaço para o acompanhamento de tarefas e projetos com interface simples e funcional, possibilidade para gestão de custos em relação a cada cliente da empresa, organização dos indicadores de performance da equipe e dos projetos e comunicação integrada para toda a equipe.
Além disso o aplicativo oferece integração com outros aplicativos de gestão e serviço de suporte técnico para os usuários. A interface pode ser adaptada para diferentes tipos de usuários, com espaços para organização de relatórios, acompanhamento de metas e muitas outras funções.
É um aplicativo pago, com pacotes diferentes para diferentes tipos de demanda e complexidade de organização.
Área: Criação de sites – Wix - A criação de sites empresariais já não é mais restrita para quem tem recursos, dinheiro ou contatos na área de TI.
Plataformas como o Wix vem para revolucionar o mercado de criação de sites empresariais, dando ferramentas para que qualquer pessoa consiga criar o próprio site sem esforço nenhum.
O Wix apresenta modelos diferentes para se usar com designs adaptados para diferentes tipos de negócio, de modo que o trabalho do cliente fica reduzido a uma personalização em cima do que já está pronto. Com ferramentas intuitivas para se trabalhar, recursos pré formatados e flexibilidade para o usuário, o Wix faz com que a tarefa de criação de um site seja brincadeira de criança.
A interface da plataforma traz facilidades para o usuário criar designs que estão em alta hoje em dia, com conceitos de marketing digital que são usados em sites de grandes empresas para tornar a navegação mais fácil.
Área: Criação de plano de negócios: Plano de negócio - Para viabilizar uma ideia, trazer novos investimentos e expandir o seu empreendimento, a coisa mais importante a se fazer é criar um plano de negócios eficiente.
Não é uma tarefa simples, pois demanda muito estudo de indicadores e conceitos administrativos que não são triviais para muitos empreendedores de primeira viagem.
O aplicativo do SEBRAE foi feito justamente para facilitar a montagem de um plano de negócios para o gestor, com o uso de linguagem simples e direta, exemplos de diversos tipos de empreendimentos, vídeos instrutivos, dicas para os setores de agronegócio, prestação de serviços, indústria e comércio. A criação do plano de negócio pelo aplicativo é personalizável, tem possibilidade de exportação para diferentes formatos de arquivo, como Word e PDF, possibilidade de cadastrar até 5 planos diferentes co o mesmo CPF e tudo isso sem pagar nada.
É uma ferramenta excepcional para quem precisa de ajuda para descrever o próprio negócio para atrair mais investidores.
Área: Controle Financeiro – Conta Azul - Todo tipo de negócio precisa de um controle financeiro de ponta para funcionar adequadamente. Empresários de primeira viagem costumam perder muito dinheiro e fazer o próprio negócio afundar em dívidas simplesmente por que não acompanham as finanças do empreendimento.
O uso de aplicativos para facilitar a gestão financeira pode ser um diferencial para a empresa cuja saúde financeira está comprometida, e o Conta Azul apresenta soluções fundamentais para esse tipo de problema. O Conta Azul integra processos de gestão desde as finanças até a venda com cadastro de clientes, estoque e relatórios.
As transações comerciais são registradas em sistema integrado ao sistema bancário, as ordens de serviço e as emissões de orçamento são feitas com facilidade. Na produção o aplicativo oferece o controle de propostas de venda integrado com a emissão de NF-e, emissões de boleto e atualização de giro de estoque automática.
Por fim os relatórios são gerados online com informações a respeito do estoque, das vendas e das vendas da empresa, o que facilita a contabilidade e a gestão do negócio.
Área: Gestão de canais de comunicação –Google Analytics - O aplicativo Google Analytics é sem dúvidas uma das ferramentas mais eficientes para a análise e acompanhamento do marketing digital da sua empresa.
A plataforma oferece organização de todos os seus canais de comunicação de maneira integrada, elabora relatórios de maneira personalizada, oferece kits de desenvolvimento de software para Android e IOS com finalidade de melhorar a gestão de marketing da sua empresa, analisa a quantidade de vendas, a taxa de conversão de clientes, taxas de engajamento com canais de comunicação e muito mais.
A plataforma realiza análises muito úteis para negócios em expansão, que precisam saber rapidamente qual tipo de marketing é mais efetivo. Os relatórios ajudam a identificar quais características dão mais resultado no website da sua empresa e quais são as páginas mais procuradas no seu ramo.
Além disso é possível acompanhar o desempenho da sua publicidade em redes sociais, anúncios dos seus produtos, relevância no buscador da google e até como os clientes se relacionam com a sua marca por vias indiretas.
É uma ferramenta poderosa para profissionais de marketing e vendas, e não pode ser ignorada quando se fala em ferramentas de gestão.
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