sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

“10 Hábitos na Hora de Dormir que Derrubam a Produtividade no Dia Seguinte

Uma noite mal dormida contribui para o surgimento de problemas de saúde e aumenta o estresse

Uma noite bem dormida resulta em um dia mais produtivo. Isso porque existe uma relação direta entre a falta de sono e o surgimento de problemas de saúde e aumento de estresse. Por isso, antes de dormir é importante adotar hábitos positivos.
O site Business Insider separou 10 comportamentos recorrentes feitos antes de dormir que devem ser eliminados, porque contribuem para uma noite mal dormida e perda de produtividade.
1. Não planejar o dia seguinte
Criar um plano para o dia seguinte ajuda a evitar problemas e até mesmo a se preparar para possíveis imprevistos. Pessoas malsucedidas não pensam no dia seguinte e provavelmente continuarão desorganizadas. Não tem problema agir espontaneamente de vez em quando, mas manter uma rotina é sempre uma boa ideia. O período antes de dormir também é bom para refletir sobre a vida, essa prática ajuda a se tornar uma pessoa mais contemplativa e grata.
2. Usar tecnologia
“Na hora de dormir, você deve ficar em paz. Usar dispositivos eletrônicos e atividades que provavelmente irão te fazer se sentir o contrário devem ser evitadas, inclusive ler notícias”, diz Arianna Huffington, fundadora do Huffington Post. Além de fazerem você ficar mais agitado, isso desencadeia outro problema: a luz azul dos eletrônicos, como celulares e tablets, afetam o sono porque impedem a produção do hormônio do sono (melatonina). Por isso, não vale a pena responder aquela mensagem ou checar o Facebook antes de dormir – essas atividades podem esperar até o dia seguinte.
3. Ter pensamentos negativos
Se arrepender do que aconteceu de errado durante o dia e pensar no que poderia ter sido feito de diferente causam pensamentos negativos, que criam estresse antes de dormir. Além de ficar repensando o passado, as pessoas mal sucedidas também ficam ansiosas com o futuro.  É normal de vez em quando ficar preocupado algum compromisso, mas passar todas as noites pensando nisso é um sinal ruim. Essa negatividade afeta o planejamento e principalmente o sono. O ideal é se planejar, não se preocupar.
4. Não ter rotina
Pessoas malsucedidas têm dificuldade em manter um ritual antes de dormir, até os mais básicos, como escovar os dentes regularmente. “Quando o estresse aumenta e se acumula durante o dia, é muito mais difícil cair no sono, porque fica mais difícil diminuir o ritmo e acalmar o cérebro. A chave é reconhecer isso e criar uma rotina antes de dormir”, explica Arianna Huffington.
5. Tomar café ou alguma bebida alcoólica
Quando fazia pesquisa para o seu livro, “The Sleep Revolution”, Arianna Huffington consultou diversos médicos que a aconselharam evitar beber café depois das duas da tarde. Além disso, eles também disseram que o álcool, ao contrário do que a maioria pensa, não é bom para o sono. “Nós pensamos que tomal uma bebida alcóolica irá nos relaxar, porque vai ser como um sedativo. E funciona dessa forma, mas apenas no começo. Depois de cairmos no sono, o álcool passa a atrapalhar”, explica Arianna. O Instituto Nacional de Saúde dos EUA explica que o álcool rouba a qualidade do sono, porque te mantém em sono leve. Isso quer dizer que você pode ser acordado facilmente, sem que chegue no sono mais profundo.
6. Comer um lanche
Comer três horas antes de dormir não é uma boa ideia. Em vez de deixar o seu corpo relaxado, o seu sistema digestivo terá que trabalhar para digerir aqueles alimentos. Além disso, essa prática contribui para o aumento de peso. Arianna também ressalta que alimentos com o açúcar são ainda piores e sugere que troque para algo mais leve como, por exemplo, chás (sem cafeína, é claro).
7. Deixar luz entrar
Arianna Huffington avisa que qualquer luz deve ser eliminada do quarto, mesmo que seja apenas pontos iluminados de aparelhos eletrônicos, por exemplo. Mesmo que você não perceba, a luz impede que você atinja o sono mais profundo – aquele que faz com que você realmente descanse. Arianna conta que sempre cobre qualquer luz, com cobertores, com cortinas ou com toalha. Uma alternativa mais fácil é usar máscaras de dormir.
8. Não dormir horas suficientes
O recomendado é dormir no mínimo oito horas, mas cada um sabe quanto deve dormir para se sentir descansado no dia seguinte. As pessoas menos produtivas não se atentam ou não se preocupam com o sono, porque colocam outros pontos como prioridade. Mas não ter uma regularidade no sono pode afetar a sua vida pessoal e profissional. Além disso, o sono é fundamental para a saúde, um estudo feito pela Universidade de Medicina de Amsterdam, descobriu que não dormir suficiente aumenta o risco de diabetes entre os homens.
9. Aumentar a temperatura
A maioria das pessoas acredita que a melhor opção para dormir bem é aumentar a temperatura do quarto, no entanto, mesmo que você seja alguém que fica com frio mais facilmente, essa não é a melhor ideia. Uma pesquisa feita no Centro de Cronobiologia da Suíça descobriu que uma pequena diminuída na temperatura corporal já ajuda o corpo a se “preparar” para dormir. Além disso, o Instituto Nacional de Saúde dos EUA descobriu que dormir em ambientes mais frios também ajuda a queimar algumas calorias.



10. Dormir mal durante a semana e recompensar no final de semana
A correria do dia a dia deixa muitas pessoas tentadas a dormirem mais tarde durante a semana, com a “desculpa” que recompensam a falta de sono nos finais de semana. No entanto, de acordo com a Universidade do Norte do Texas, essa não é uma boa ideia. “Quando você vai para a cama e acorda em horários muito diferentes a cada dia, altera o ciclo circadiano – o ciclo de 24 horas ligado às atividades cerebrais, a produção de hormônio e a regeneração das células”, explica o professor de psicologia Daniel Taylor.
COPIADO:  – http://epocanegocios.globo.com/Vida/noticia/2016/12/10-habitos-na-hora-de-dormir-que-derrubam-produtividade-no-dia-seguinte.html

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Análise SWOT - Um Guia Prático em 5 Passos

A análise SWOT é um acrônimo formado pelas palavras inglesas Strengths (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças), que consiste em uma lista de prós e contras que auxiliam a gestão da organização na tomada de decisão. Os elementos integrantes da análise SWOT podem ser observados na figura abaixo.
Desenvolvida pela escola do design, do grupo de administração geral da Harvard Business School, o modelo proposto consiste em formular estratégias que busquem atingir uma adequação entre as capacidades internas e as possibilidades externas à organização. Atribui-se, no entanto, a Sun Tzu, em seu livro A Arte da Guerra, a base do pensamento da SWOT. O objetivo principal da SWOT é realizar um levantamento do estado atual da organização considerando dois ambientes: 
Ambiente Interno: Composto por Forças e Fraquezas.  
Forças são as características positivas internas que a organização pode explorar para atingir suas metas. Exemplo: processos organizacionais bem definidos, equipe treinada e capacitada, produtos de alta qualidade. Já as fraquezas são as características negativas internas que podem inibir ou restringir o desempenho da organização. Exemplo: falta de planejamento estratégico formal, ausência de controle financeiro, falta de investimento em capacitação. 
Ambiente Externo: Composto por Oportunidades e Ameaças.
Entende-se por oportunidades as características do ambiente externo, não controláveis pela organização com potencial para ajudá-la a crescer e atingir ou exceder suas metas planejadas. Exemplo: realização de parcerias, novas tendências de mercado, mudanças no gosto do consumidor. Já as ameaças são as características do ambiente externo, não controláveis pela organização que podem impedi-la de atingir as metas planejadas e comprometer o crescimento organizacional. Exemplo: novos concorrentes, produtos substitutos, mudanças na legislação que afetam negativamente a organização.
 Como elaborar uma análise SWOT?  Abaixo você pode conferir os cinco passos que poderá utilizar quando for elaborar a análise SWOT de sua organização ou da organização onde você trabalha ou presta serviço.
1º passo – Workshop com a gestão 
Realize um workshop com os principais gestores da organização (quão mais alta for à hierarquia melhor) para iniciar um levantamento referente aos ambientes interno e externo à organização. Nesse primeiro momento é importante tentar absorver ao máximo a percepção dos gestores referente às forças, fraquezas, oportunidades e ameaças que influenciam e impactam a organização. Os principais gestores têm uma visão ampla do negócio e conseguem entender bem os pontos positivos e negativos relacionados aos ambientes. 
2º passo – Entrevista com os colaboradores 

Após o workshop com a gestão, é muito importante elaborar uma Análise SWOT preliminar que servirá de guia durante a coleta de dados com os colaboradores. Nesta etapa, poderá realizar entrevistas individuais ou em grupos, buscando relatar a percepção dos colaboradores em relação ao ambiente interno e externo. 

Obs1: Em muitos casos os colaboradores possuem uma visão limitada do ambiente externo, contudo possuem uma percepção muito apurada do ambiente interno. Caso perceba que esta hipótese é verídica, foque seus esforços na análise do ambiente interno. 

Obs2: Caso a organização possua muitos colaboradores, de forma que inviabilize a realização de entrevistas, poderá realizar um ou mais workshops para coletar os dados.
3º passo – Observação in loco  

A observação in loco tem por objetivo verificar se os dados obtidos durante as etapas anteriores estão aproximados da realidade da organização. Nesse sentido, é importante consolidar a análise SWOT elaborada após o workshop com a gestão com os dados obtidos durante entrevista com os colaboradores. O seu papel neste momento é buscar evidências que comprovem se o que foi identificado nas etapas anteriores está de acordo com a prática diária da organização.
4º passo – Análise de mercado 
Realizada a observação in loco, provavelmente perceberá que em muitos casos, os dados relacionados ao ambiente externo também carecem de averiguação. Nessa perspectiva, poderá dedicar esforços para verificar se os aspectos relacionados ao ambiente externo estão ou não aproximados da realidade da organização.
5º passo – Validação da SWOT com a gestão 
Finalmente, é importante que ao término das etapas anteriores você consolide os dados em uma matriz conforme indicado na figura abaixo, buscando estabelecer uniformidade da análise SWOT que guiará os passos da organização nos próximos períodos. Após esta consolidação é importante marcar uma nova reunião com os gestores para validar a análise realizada.

Dicas importantes:
Importante1
A elaboração da análise SWOT é apenas o primeiro passo do gerenciamento contínuo do ambiente organizacional. Após a SWOT ser validada pela gestão é importante planejar o gerenciamento do ambiente, levando em consideração o período de validade da análise e como ela deverá ser gerenciada, monitorada e controlada.
Importante2 
A análise SWOT é uma ferramenta que compõe o diagnóstico organizacional. O diagnóstico organizacional é normalmente realizado durante a elaboração do planejamento estratégico da organização. Contudo, a rápida mudança de cenário revela que a análise SWOT deve ser uma ferramenta de uso contínuo, um hábito, um componente essencial no modelo de gestão de qualquer organização. 
Por:  - https://www.linkedin.com/pulse

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

11 Filmes que Mostram o Lado Sombrio do Mundo do Trabalho

Dos jogos de poder no escritório ao drama do desemprego, veja filmes que ensinam lições marcantes sobre o lado obscuro do mundo do trabalho

1. A face perversa do trabalho

(Divulgação/Facebook/FallingDownFilm)

São Paulo - O mundo do trabalho pode ser muito estranho e contraditório - e os cineastas sabem disso. Por isso, não faltam filmes que abordam diversos aspectos sombrios da vida profissional. Da competição extrema em processos seletivos ao trauma do desemprego, os longas que você conhecerá a seguir questionam a noção de ética, justiça e equilíbrio emocional nos ambientes corporativos. Em alguns casos, a crítica exige estômago forte do espectador, como em "Um dia de fúria" (foto), clássico protagonizado por Michael Douglas. Navegue pelas fotos para conhecer os títulos reunidos por EXAME.com, com a ajuda de André Barcaui, professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e Ana Cristina Limongi-França, professora da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo).

2. "Amor sem escalas"

(Reprodução/Facebook/UpInTheAirMovie)

Ryan (George Clooney) tem uma profissão peculiar: ele viaja constantemente pelos Estados Unidos dando notícias de demissão a funcionários dos seus clientes. Tudo parece confortável para ele, até que a chegada de uma nova colega à firma muda suas expectativas sobre a vida. Por que é sombrio? De acordo com André Barcaui, professor da FGV, o filme questiona a humanidade dos métodos de demissão adotados por alguns empregadores, bem como suas consequências para o emocional dos envolvidos. "Fica claro como esse processo pode se tornar extremamente frio", afirma. "Up in the air"
Diretor: Jason Reitman
Ano de lançamento: 2009

3. "Tempos modernos"

(Wikimedia Commons)

O clássico de Charlie Chaplin mostra a rotina exaustiva e enlouquecedora de um operário numa linha de montagem. Em uma cena célebre, o protagonista persegue uma mulher por achar que os botões de sua roupa são os parafusos que ele precisa apertar. Por que é sombrio? O filme apareceu, nos anos 1930, como crítica à organização do trabalho nas indústrias da época. Mas sua visão ácida sobre os efeitos da tecnologia sobre o indivíduo continua atual, afirma Limongi-França. "Hoje, as máquinas são usadas exaustivamente no trabalho", explica. "Isso leva a uma obsessão coletiva pela tecnologia e até a lesões por esforço repetitivo pelo uso intenso do teclado e do mouse, por exemplo", diz a professora da FEA-USP. "Modern Times"
Diretor: Charles Chaplin
Ano de lançamento: 1936

4. "O corte"

(Reprodução)

O engenheiro Bruno (José Garcia) é demitido depois que a indústria onde trabalhava adere à terceirização. Dois anos mais tarde, e ainda desempregado, ele decide tomar medidas drásticas para eliminar a concorrência. Por que é sombrio? Segundo Barcaui, o filme explora os efeitos psicológicos do desemprego numa sociedade obcecada pelo trabalho. "Por conta da crença generalizada de que a profissão é a raiz de todas as realizações, o protagonista perde sua identidade e sua dignidade quando deixa de ter um emprego", explica o professor da FGV. "Le couperet"
Diretor: Costa-Gavras
Ano de lançamento: 2005

5. "O sucesso a qualquer preço"

(Reprodução)

Baseado em uma peça teatral homônima, o filme apresenta quatro vendedores submetidos a um método radical de "motivação" na empresa onde trabalham. Ao final de uma semana de treinamento intensivo, todos serão demitidos - exceto os dois que fecharem mais negócios. Por que é sombrio? O drama explora a dubiedade dos programas de motivação nas empresas. De acordo com Barcaui, o filme ainda mostra como a competição interna pode chegar às últimas consequências, sobretudo num clima de recessão econômica. "Glengarry Glen Ross"
Diretor: James Foley
Ano de lançamento: 1992

6. "Um dia de fúria"

(Reprodução)

Em meio à crise econômica do início da década de 1990, William (Michael Douglas) é dispensado. Furioso com a falta de perspectivas profissionais e o acúmulo de problemas familiares, o protagonista entra numa espiral de agressividade que o acompanha até as últimas consequências. Por que é sombrio? A professora Limongi-França explica que o filme aborda as consequências graves da falta de inteligência emocional. O drama do estressado William é um alerta sobre os riscos do acúmulo de conflitos no trabalho e na vida pessoal. "Falling Down"
Diretor: Joel Schumacher
Ano de lançamento: 1993

7. "O que você faria?"

(Reprodução)

Todo o filme se passa numa sala de reunião em que ocorre um processo seletivo. Em cena, há sete candidatos submetidos a uma série de testes psicológicos que vão se tornando cada vez mais sinistros. Entre os participantes está infiltrado um representante do RH da empresa contratante. Por que é sombrio? De acordo com Barcaui, o filme faz uma caricatura dos exigentes processos seletivos promovidos por algumas empresas. A competitividade é levada a tal ponto que os participantes esquecem os limites da ética e até do bom senso. "El método"
Diretor: Marcelo Pyñeiro
Ano de lançamento: 2005

8. "Relatos selvagens"

(Divulgação/Facebook/RelatosSalvajesES)

A comédia argentina conta seis histórias independentes, com um único ponto em comum: personagens aparentemente normais que são levadas a uma espécie de "loucura" temporária pelo absurdo do cotidiano. Por que é sombrio?Limongi-França selecionou o filme por conta de um trecho específico. Multado recorrentemente de forma injusta, o engenheiro Simón (Ricardo Darín) reage de forma violenta à frieza com que é recebido por atendentes da agência de trânsito. "É mostrado um tipo de trabalho mecânico, inexpressivo, feito atrás de um vidro, que se tornou muito comum hoje", explica a professora da USP. "Essa desumanização produz clientes enraivecidos e profissionais apáticos, alienados do seu próprio papel na sociedade". "Relatos Salvajes"
Diretor: Damián Szifrón
Ano de lançamento: 2014

9. "Wall Street: Poder e Cobiça"

(Divulgação/Facebook/WallStreetMovie)

Para subir na carreira, o jovem Bud (Charlie Sheen) faz pactos ilegais e desenvolve uma relação pouco saudável com seu chefe Gekko (Michael Douglas). Por que é sombrio? O espectador é exposto ao "lado B" de diversas situações corporativas, diz André Barcaui, professor da FGV. "Além de retratar a agressividade do mundo nos negócios, ele também mostra negociações por trás dos panos, práticas ilegais, entre outros aspectos obscuros da realidade de algumas empresas", afirma. "Wall Street"
Diretor: Oliver Stone
Ano de lançamento: 1987

10. "Perfume de mulher"

(Divulgação/Facebook/ScentOfAWomanMovie)

O drama conta a história de Charlie (Chris O'Donnell), um jovem estudante que é encarregado de cuidar do mal-humorado Slade (Al Pacino), ex-militar aposentado que perdeu a visão na guerra. Por que é sombrio? A relação com o mundo do trabalho é sutil, mas existe. Segundo Limongi-França, um dos temas do filme é o drama dos aposentados, que procuram desesperadamente preencher o seu cotidiano com algo significativo. "Também são abordadas as marcas que o trabalho deixa na vida de uma pessoa, desde as lesões físicas até as morais", afirma a professora da FEA-USP. "Scent of a woman"
Diretor: Martin Brest
Ano de lançamento: 1992

11. "O informante"

(Reprodução)

Os segredos de uma indústria de tabaco estão nas mãos de Jeffrey Wigand (Russell Crowe), um químico atormentado pela vontade de divulgar publicamente os malefícios trazidos pelo cigarro. O que dificulta sua participação num programa de TV produzido por Lowell (Al Pacino) é o termo de confidencialidade que assinou com seus antigos empregadores. Por que é sombrio? O drama expõe os dilemas éticos a que profissionais de todos os setores são submetidos ao lidarem com os interesses privados de seus patrões - sobretudo quando eles contrariam o bem público. "O espectador é provocado a pensar se o caminho que está seguindo no trabalho está mesmo de acordo com os seus princípios e valores", afirma Barcaui. "The insider"
Diretor: Michael Mann
Ano de lançamento: 1999

12. "Enron: Os mais espertos da sala"

(Reprodução)

O documentário conta a trajetória da extinta Enron, empresa do setor de energia que marcou a história dos negócios após ser envolvida em diversos casos de corrupção. Por que é sombrio? O longa mostra os mecanismos da corrupção na iniciativa privada - um tema de extrema atualidade no Brasil. "O caso da Enron foi muito impactante, porque desde então começou a se discutir muito mais a importância da ética profissional e da governança corporativa", comenta Barcaui. "Enron: The smartest guys in the room"
Diretor: Alex Gibney
Ano de lançamento: 2005

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

7 Gafes Que A Internet Não Perdoou

Com a a explosão da internet e da redes sociais, diversas empresas ganharam uma nova forma de ouvir o apelo de seus clientes e até de estudá-los melhor, visando lançar novos produtos e campanhas mais adequadas aos seus interesses. Porém, a conexão em escala global aumentou também a probabilidade de um erro tomar grandes proporções e afundar a reputação de uma marca ou organização, já que dificilmente ele será apagado da memória da internet.
Abaixo selecionamos 7 empresas e campanhas que não receberam o like dos seus clientes e ainda geraram prejuízos graves por erros de posicionamento:

1) Após polêmica com camiseta infantil, grife de Luciano Huck pede desculpas

Em 2015, camisetas da linha infantil da grife do apresentador Luciano Huck causaram polêmica na web. As roupas, que foram produzidas para o carnaval, eram estampadas com frases como "Vem ni min que eu tô facin", "Me beija que eu sou carioca" ou "Salvem as baleias que eu salvo a sereia". Na época, as camisetas foram alvo de críticas e acusadas de fazerem apologia ao estupro e à pedofilia.

2) Marca italiana de condimentos mostra mulheres sendo agredidas em campanha polêmica

A agência italiana Alch1m1a desenvolveu, em 2013, uma campanha para a marca Gioni`s, especializada na produção de molhos e condimentos. Intitulada "Gioni's Revenge" (Vingança de Gioni), a propaganda mostrava as garrafas dando palmadas nos glúteos dos consumidores — uma espécie de 'inversão', já que esse é o hábito usual para extrair ketchup de uma garrafa de vidro.
As imagens contêm dizeres como "Não espanque o traseiro dele novamente", "Aprenda a espremê-la" e "Você espanca o traseiro da mãe dele?". Duas delas, inclusive, mostram mulheres sendo agredidas. 

3) Mais uma polêmica envolvendo a Arezzo viraliza nas redes sociais

Em 2015, a consumidora Cynthia Cabral manifestou indignação com a marca de calçados Arezzo através do Facebook. Segundo Cynthia, após usar ama sandália nova por apenas duas vezes, a palmilha de um dos pés começou a descolar. Foi quando ela conseguiu ver, sob o nome da Arezzo, a marca de uma concorrente, a Via Uno. As duas empresas, apesar de trabalharem no mesmo segmento, apresentam conceitos, supostos índices de qualidade (e, consequentemente, valores) bem diferentes.

4) Post da marca de sabão em pó Ariel é acusado de machista e causa polêmica

O mundo está cansado de saber que marcas de sabão em pó, detergentes, desinfetantes e tudo mais que diz respeito aos cuidados da casa sempre se dirigem às mulheres em suas campanhas. Mas, mesmo assim, algumas abordagens continuam causando polêmica. A protagonista da vez foi a Ariel, em 2013.
Em uma tira publicada em seu Facebook, a marca mostra uma mulher torcendo uma camisa depois de ver um jogo da Seleção Brasileira. Isso bastou para choverem comentários criticando a forma como a mulher foi apresentada e acusando a peça de machismo.

5) Grife gera polêmica com campanha contra o preconceito

Em 2015, a marca de roupas Reserva lançou uma campanha com frases como "Veado é um animal, Pedro é um ser humano" e "Macaco é um animal, Fabricio é um ser humano" para incentivar o respeito às diferenças. No entanto, os brasileiros não interpretaram a mensagem da forma que a empresa queria e o assunto foi parar nos trending topics no Twitter.

Apesar de tentar transmitir uma ideia contra o preconceito, as fotos posicionadas lado a lado deram a entender que animais e seres humanos estivam sendo comparados. No Twitter, os brasileiros se posicionaram contra a campanha, que afirmaram que colocar um negro e um macaco, uma mulher e uma galinha, um homem acima do peso e uma baleia e um jovem e um veado em uma mesma imagem só reforçavam os comparativos e o preconceito.

6) Entrevista em que CEO da Abercrombie diz que marca não é para "gordos e feios" volta a gerar polêmica

A marca de roupas americana, Abercrombie & Fitch foi acusada de excluir as mulheres acima do peso, ao se recusar a produzir peças em tamanho GG. A acusação partiu do escritor Robin Lewis no livro “As novas regras do varejo”, no qual acusa o CEO da companhia, Mike Jeffries de “não querer pessoas gordas comprando em suas lojas, apenas consumidores magros e bonitos”.
Em entrevista ao Business Insider, Lewis afirmou que a marca está interessada apenas nos jovens “com barriga de surfistas”. Ele lembra que em uma entrevista, em 2006, o CEO da Abercrombie disse que os vendedores das lojas eram bonitos por que assim, atrairiam mais clientes bonitos e que eles não faziam marketing para quem não obedecesse a esse padrão.

7) Camiseta com frase que chama mulheres de burras gera revolta contra a Dafiti

"Exemplos de pleonasmo: subir pra cima, descer pra baixo, hemorragia de sangue, político ladrão, mulher burra".
Foi com essa frase que a Dafiti, uma das maiores plataformas de vendas de roupas do Brasil, entrou para a já extensa lista de empresas que tiveram de se desdobrar para resolver crises de imagem geradas por pisadas de bola com o público.
A peça, criada pela loja Eiblu e disponível para compra dentro da Dafiti, foi exposta nas redes sociais com duras críticas ao seu conteúdo machista e misógino, que insinua que toda mulher é "burra".
Copiado: http://www.administradores.com.br/

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

AFINAL, O QUE É INOVAÇÃO?



A ciência da Administração adquiriu ao longo dos anos um caráter irrevogável de dinamicidade. Nunca antes a arte de organizar e gerenciar estiveram tão inseridas em um contexto de mudança, de renovação. Nesse sentido, a Inovação desempenha um papel chave não apenas nos processos e nas operações básicas da firma, mas principalmente no modo de agir, de produzir, de gerar conhecimento. 

Dessa forma, reconhece-se, atualmente, a função essencial da inovação no administrar, contudo, quando pergunta-se o que é inovação, o que se obtém como resposta são termos vagos, não claros e pouco operacionais. Afinal, o que é inovação.

Sim, é claro que sabemos que a inovação é importante, mas a definição do termo se torna prejudicada em função não apenas da abrangência, mas também da multiplicidade de aplicações. Ficamos receosos de conceituar e negligenciar algum aspecto importante, e assim preferimos deixar o conceito em aberto. No fundo no fundo sabemos o que é, ou não. O objetivo deste texto é justamente esclarecer a origem do termo e tentar afastar alguns fantasmas, de tal forma que ao fim você será plenamente capaz de definir, com segurança, o que é inovação. 

Mas afinal, para que serve saber o que é inovação se eu não sei como inovar? Tenha calma, pois a definição correta do termo permite-nos uma melhor operacionalização, ou seja, dentro das diversas acepções, definir o que é inovação torna mais fácil visualizá-la, planejá-la, coordená-la e controlá-la. 

Assim como no planejamento estratégico a definição dos objetivos e metas é a etapa inicial, no processo de gestão da inovação a definição do conceito é o início.

Enfim, vamos desde o princípio. Na própria etimologia da palavra, inovação deriva do latim innovare, que simplesmente significa incorporar, trazer para dentro, inserir o novo, a novidade. Dessa forma, na origem a inovação significa simplesmente renovação. Entretanto essa concepção é incompleta, visto que se confunde com mudança, novidade, invenção, etc. Utilizemos, portanto, abordagens mais clássicas. Schumpeter, primeiro teórico clássico da inovação, em 1934 afirmou que esta representa um ato radical que envolve a introdução de um novo elemento ou a combinação de elementos antigos. 

Nesse sentido a inovação é caracterizada por combinações de recursos que geram novos produtos, novos processos, novos mercados, novas formas de organização e novos materiais. Ainda, em 1942, Schumpeter amplia seus escopos, e afirma que “inovação é a reforma ou revolução de um padrão de produção a partir da exploração de uma invenção, ou de forma mais geral, uma possibilidade tecnológica original, para a promoção de um novo produto ou serviço”.

Desse conceito resgatamos a terminologia da introdução do novo e acrescentamos a noção de combinação de recursos. 

Além disso, diferencia-se inovação de invenção, tendo em vista que aquela representa a aplicação e exploração desta com o objetivo de gerar novos produtos e serviços. Posteriormente, acadêmicos das teorias evolucionárias e da firma, trouxeram novos elementos ao conceito. Dosi defende que a inovação é um processo de solução de problemas que envolvem a geração de valor para a organização. 

Outros teóricos dessa vertente, chamados neoschumpeterianos, defendem que a inovação é o resultado de um processo de solução de problemas, seja de problemas de mercado (demanda), seja de problemas de custo (oferta). O que essas novas teorias trouxeram de novo? A característica central de que toda inovação deve solucionar problemas e gerar valor.

Copiado: https://www.portaleducacao.com.br

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A Melhor Festa Surpresa...

Final de ano não pode faltar a... festa da empresa ;-) 

Festa de empresa é aquele momento em que você vai porque tem que ir... aquele diretor que passa da conta e fica sem graça no dia seguinte... aquela rodinha de pessoas dançando meio fora do ritmo com um copo na mão e sorrisos forçados... aquele analista bombadinho com camisa apertada para impressionar a estagiária... e por aí vai... rsrs...

Apesar de tudo isso, não é fácil organizar uma festa... neste artigo vou contar a festa mais sensacional que já fizemos... se tiver preguiça de ler, vai direto pro final que tem um vídeo de menos de 2 minutos contando tudo ;-)

Neste ano, estávamos organizando a festa de aniversário da Gaia daquele jeito de sempre, sem que ninguém soubesse os detalhes (adoramos fazer festas surpresa, assim ninguém reclama… rsrs).

Mas estava difícil, não queria colocar todos num bar bebendo, procurava algo com mais propósito, mas que fosse MUITO divertido!!!

Sem ideias criativas estávamos fechando para levar todos a um buffer infantil, mas eu não estava feliz, queria algo a mais.

Até que a Casa Hope, uma ONG que atende crianças de fora de São Paulo, que precisam de local para ficar enquanto estão em tratamento de câncer na cidade, veio nos procurar para falar sobre doações.

“Tive uma ideia, não sei se faz sentido para vocês”, eu disse...

“Estamos organizando uma festa, mas queremos algo com propósito e muito alegre. Podemos organizar a festa da Gaia na Casa Hope com as crianças?”, perguntei.

“Fantástico, adoramos receber gente e as crianças adoram”, respondeu ela com um sorriso nos lábios e continuou, “e nesse ano as crianças não terão festa de páscoa, por conta da crise tivemos que cortar despesas.”

“Fechado!!! Vamos organizar uma super festa para as crianças da Casa Hope, levar as crianças da Gaia+ (ONG da Gaia) o os adultos da Gaia e ter momentos bem divertidos. Aline, bola com você!”, completei.

Resumo pra quem não prestou atenção em tudo até aqui:

1. queríamos uma festa super legal,

2. fechamos com a Casa Hope (ONG de crianças com câncer) pra fazer a festa lá!

Voltando...
A Aline organizou tudo super bem, contratou monitores para animar, barraquinhas de comida, decoração...

Chegou o grande dia. Colocamos todos em um ônibus e não dissemos para onde iríamos...

Confesso que eu tinha um pouco de receio de como seria a reação da turma…

Até que chegamos ao local. Ao entrarmos os monitores organizaram um grande grito de alegria com todas as crianças da Casa Hope e da Gaia+ para nos receber... uauuu!!!

Interessantíssimo foi ver a cara dos Gaianos ao entrarem, mistura de emoção, sorriso e surpresa. Alguns com lágrimas nos olhos, outros sem entender muito o que se passava.

Na primeira brincadeira, para criar um vínculo, separamos ovos de páscoa e em cada um colocamos o nome de uma criança. Os adultos deveriam descobrir quem era a criança e entregar o ovo.

Nas próximas 5 horas ficamos brincando, dançando, comendo, momentos em que não importava a sua idade, a sua doença ou classe social, todos iguais, sorrindo e tendo momentos de extrema felicidade.

Ao final, as crianças nos levaram para conhecer a estrutura da Casa Hope. Foi lindo vê-las explicando como funciona o local, cheias de orgulho, como quem quer mostrar sua casa para um visitante querido.

Por alguns momentos tive que segurar o choro, como quando uma criança, o Erick, mostrou a foto do amigo que havia morrido ou quando as crianças fizeram uma linda apresentação.

Momentos como esse nos fazem refletir e sermos gratos pela saúde e condição que temos. 

Imagina um garoto de 6 anos que está há quase 6 anos só com a mãe em São Paulo, longe de toda a família? E ainda assim é extremamente alegre!

Ou a mãe da encantadora Sofia que raspou a cabeça para ficar igual a filha?

Voltando a nossa realidade, certamente foi a festa mais incrível que já fizemos. Realmente tocou no coração de cada um.

Vale a pena ver o vídeo de menos de 2 minutos...




Obrigado por ter lido... comente, é muito bom saber o que você achou e se tiver ideias legais, compartilhe conosco!!! 

 forte abraço!

João P. Pacifico - https://www.linkedin.com