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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

COWORKING? O que é...

Coworking basicamente se trata de um novo modelo de trabalho que tem o objetivo de incentivar a troca de idéiascompartilhamentonetworking e colaboração entre diferentes profissionais que podem ser de diferentes áreas. Tudo isso presencialmente e realizado em um escritório físico.
A Wikipedia define o Coworking como:
Os profissionais autônomos, quem trabalha em casa e quem viaja muito a trabalho, sofrem de um mal comum: o isolamento. Coworking é união de um grupo de pessoas que continuam trabalhando independentes umas das outras, mas compartilham valores e buscam a sinergia que acontece quando pessoas talentosas dividem o mesmo espaço, gerando um fluxo de troca de idéias e experiências.
Grande parte dos espaços de coworking foram fundados por empreendedores “nômades” de tecnologia, que buscavam locais de trabalho alternativos aos cafés e às suas próprias casas.
A idéia do coworking é realmente fazer as pessoas se encontrarem no mundo offline para se conhecerem, interagirem, fazerem parcerias e até amizades. Quem trabalha em home-office sabe bem o problema que gera trabalhar de forma isolada no seu convívio social. O coworking quer ajudar esse tipo de pessoa também.

O coworking procura resolver basicamente quatro tipos de problemas:
  • um empreendedor que não deseja ter o gasto de criar e manter um escritório próprio, pelo menos inicialmente;
  • um profissional que deseja aumentar o seu networking com profissionais da sua área ou de diferentes áreas;
  • um profissional que deseja uma maior interação com outros profissionais no seu ambiente de trabalho;
  • um profissional ou empreendedor que faz uso de home-office, porém se sente isolado nessa modalidade de trabalho.
Entre as diversas vantagens que o coworking propicia, podemos enumerar algumas:
  • Networking
  • Colaboração
  • Parcerias
  • Convívio social
  • Amizades
O coworking surgiu em 2005 nos Estados Unidos, e chegou no Brasil em 2008 com o escritório chamado Pto de Contato em São Paulo/SP. E de lá pra cá, se mostrou um conceito bastante promissor e que não é apenas uma modinha.
Existem mais de uma centena de escritórios desses no Brasil atualmente. Um espaço de coworking fornece mais do que salas onde os coworkers podem sentar em uma mesa compartilhada e trabalhar. Nesses espaços existem também:
  • Internet sem fio (alta velocidade)
  • Salas de treinamento
  • Salas de reunião
  • Impressora multifuncional
  • Lounge (espaço de relaxamento)
  • Armário individualizado
  • Lanchonete ou copa
  • Banheiro
Copiado: https://www.neoworking.com.br

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A Melhor Festa Surpresa...

Final de ano não pode faltar a... festa da empresa ;-) 

Festa de empresa é aquele momento em que você vai porque tem que ir... aquele diretor que passa da conta e fica sem graça no dia seguinte... aquela rodinha de pessoas dançando meio fora do ritmo com um copo na mão e sorrisos forçados... aquele analista bombadinho com camisa apertada para impressionar a estagiária... e por aí vai... rsrs...

Apesar de tudo isso, não é fácil organizar uma festa... neste artigo vou contar a festa mais sensacional que já fizemos... se tiver preguiça de ler, vai direto pro final que tem um vídeo de menos de 2 minutos contando tudo ;-)

Neste ano, estávamos organizando a festa de aniversário da Gaia daquele jeito de sempre, sem que ninguém soubesse os detalhes (adoramos fazer festas surpresa, assim ninguém reclama… rsrs).

Mas estava difícil, não queria colocar todos num bar bebendo, procurava algo com mais propósito, mas que fosse MUITO divertido!!!

Sem ideias criativas estávamos fechando para levar todos a um buffer infantil, mas eu não estava feliz, queria algo a mais.

Até que a Casa Hope, uma ONG que atende crianças de fora de São Paulo, que precisam de local para ficar enquanto estão em tratamento de câncer na cidade, veio nos procurar para falar sobre doações.

“Tive uma ideia, não sei se faz sentido para vocês”, eu disse...

Estamos organizando uma festa, mas queremos algo com propósito e muito alegre. Podemos organizar a festa da Gaia na Casa Hope com as crianças?”, perguntei.

Fantástico, adoramos receber gente e as crianças adoram”, respondeu ela com um sorriso nos lábios e continuou, “e nesse ano as crianças não terão festa de páscoa, por conta da crise tivemos que cortar despesas.”

“Fechado!!! Vamos organizar uma super festa para as crianças da Casa Hope, levar as crianças da Gaia+ (ONG da Gaia) o os adultos da Gaia e ter momentos bem divertidos. Aline, bola com você!”, completei.

Resumo pra quem não prestou atenção em tudo até aqui:

1. queríamos uma festa super legal,

2. fechamos com a Casa Hope (ONG de crianças com câncer) pra fazer a festa lá!

Voltando...
A Aline organizou tudo super bem, contratou monitores para animar, barraquinhas de comida, decoração...

Chegou o grande dia. Colocamos todos em um ônibus e não dissemos para onde iríamos...

Confesso que eu tinha um pouco de receio de como seria a reação da turma…

Até que chegamos ao local. Ao entrarmos os monitores organizaram um grande grito de alegria com todas as crianças da Casa Hope e da Gaia+ para nos receber... uauuu!!!

Interessantíssimo foi ver a cara dos Gaianos ao entrarem, mistura de emoção, sorriso e surpresa. Alguns com lágrimas nos olhos, outros sem entender muito o que se passava.

Na primeira brincadeira, para criar um vínculo, separamos ovos de páscoa e em cada um colocamos o nome de uma criança. Os adultos deveriam descobrir quem era a criança e entregar o ovo.

Nas próximas 5 horas ficamos brincando, dançando, comendo, momentos em que não importava a sua idade, a sua doença ou classe social, todos iguais, sorrindo e tendo momentos de extrema felicidade.

Ao final, as crianças nos levaram para conhecer a estrutura da Casa Hope. Foi lindo vê-las explicando como funciona o local, cheias de orgulho, como quem quer mostrar sua casa para um visitante querido.

Por alguns momentos tive que segurar o choro, como quando uma criança, o Erick, mostrou a foto do amigo que havia morrido ou quando as crianças fizeram uma linda apresentação.

Momentos como esse nos fazem refletir e sermos gratos pela saúde e condição que temos. 

Imagina um garoto de 6 anos que está há quase 6 anos só com a mãe em São Paulo, longe de toda a família? E ainda assim é extremamente alegre!

Ou a mãe da encantadora Sofia que raspou a cabeça para ficar igual a filha?

Voltando a nossa realidade, certamente foi a festa mais incrível que já fizemos. Realmente tocou no coração de cada um.

Vale a pena ver o vídeo de menos de 2 minutos...




Obrigado por ter lido... comente, é muito bom saber o que você achou e se tiver ideias legais, compartilhe conosco!!! 

 forte abraço!

João P. Pacifico - https://www.linkedin.com


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

O Facebook Está Nos Deixando Burros


Um estudo da empresa de tecnologia EMC prevê que, em 2020, haverá informações suficientes para preencher seis pilhas e meia de iPads Air. Cada pilha teria 1,6 milhão de quilômetros, o equivalente a quatro vezes a distância da Terra até a Lua. 

Se todos os dados fossem divididos pelo número de pessoas no planeta, cada habitante precisaria de 318 iPhones com 32 GB de capacidade de armazenamento para guardar todos os dados.

É, sob qualquer ótica, um número astronômico. Mas informação não é conhecimento. E, apesar dessa montanha de dados, cada vez temos menos conhecimento, que defino como a capacidade de uma pessoa ler ou experimentar algo, pensar sobre o assunto e formar convicção sobre um tema, inter-relacionando diversas posições, algumas delas divergentes.
Na era do Facebook, do compartilhamento rápido de informações e da montanha de dados que passam por nossos olhos, tudo leva a crer que usaríamos isso para sermos mais sábios. Mas, infelizmente, estamos ficando menos inteligentes. Esse é um tema já tratado por diversos autores.
O jornalista americano Nicholas Carr, por exemplo, escreveu o livro “A Geração Superficial: o que a internet está fazendo com o nosso cérebro”, em que afirma que as pessoas estão ficando mais burras e que a culpa é da internet. Segundo ele, os internautas têm acesso quase ilimitado a informações na grande rede, mas perdem a capacidade de focar em apenas um assunto. 

O ativista digital americano Eli Pariser, no livro “O filtro invisível”, alerta também contra a personalização de conteúdos em sites, como Google e Facebook.

Quanto maior for o esforço para oferecer informações personalizadas a cada usuário, maior o risco de que os filtros isolem as pessoas em bolhas virtuais, sem nenhum acesso a opiniões diferentes das suas.
Bem-vindo à era dos algoritmos, códigos de software baseados em inteligência artificial que decidem o que devemos ver ou ler. 
No caso do Facebook, o seu famoso News Feed, aquele mural de notícias com as publicações de nossos amigos ou de quem seguimos, aprende com nosso comportamento e mostra conteúdos que acredita que o usuário vai gostar. O efeito disso é que quase nunca nos confrontamos com o contraditório. 

Em disputas políticas, o usuário sempre acredita que está certo. Quando se depara com uma opinião contrária, tem dificuldade de pensar, refletir, analisar e ponderar.

O que são as ondas de ódio que se espalham pela internet senão a incapacidade de se colocar no lugar do outro e avaliar seu ponto de vista?
Isso se torna mais grave ainda com a disseminação de notícias falsas, um fato cada vez mais corriqueiro. Na eleição americana, por exemplo, o Facebook e o Google foram acusados de influenciar a vitória do republicano Donald Trump (leia mais aqui).

Ao longo da campanha, histórias que acusavam Hillary de assassinato ou que revelavam que o presidente Barack Obama era mulçumano – todas mentiras, evidentemente – apareceram nas páginas de pessoas com tendência a apoiar Trump. 

O efeito bolha reforçou o que pensavam e ajudou-os a consolidar o voto. Na semana do impeachment de Dilma Rousseff no Brasil, três das cinco notícias mais compartilhadas no Facebook eram falsas, segundo levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso à Informação da USP. 

A tecnologia deveria tornar nossa vida mais fácil e simples. Mas está apenas nos deixando burros – e você não precisa concordar com isso. Afinal, a divergência é que cria a sabedoria.

Copiado: http://www.istoedinheiro.com.br/

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Rede de Relacionamentos


Uma andorinha sozinha não faz verão. (Ditado popular)

A espécie humana distingue-se de outras no reino animal pela natureza dos relacionamentos que desenvolve ao longo da existência. 

Atualmente atribui-se grande importância às redes de relacionamentos (networks), posto que se possa medir a aptidão de inter-relacionamentos de uma pessoa pela abrangência, intensidade e quantidade de suas relações, refletindo a capacidade afetiva deste ser humano - sua sociabilidade. 

Os relacionamentos humanos caracterizam-se pela variedade, intensidade, duração, etc., independente da classe social, cultural, intelectual, etc., porém basicamente obedecem a quatro padrões:


1. Relacionamentos calcados em interesses: 

Neste grupo encontram-se ligações construídas nos interesses desenvolvidos em função das dependências a que nos sujeita o cotidiano, os interesses convergentes. Este é o conceito que Karl Marx denominou de – fetiche de consumo – determinado pelas necessidades e interesses de uma comunidade econômica (fornecedores e clientes). 

Relacionamo-nos com os atendentes da padaria, da quitanda, o cabeleireiro, o motorista do transporte coletivo, mecânicos, caixas do mercado, farmácia, enfim, pessoas que nos servem e a quem servimos, dos quais geralmente, nem conhecemos os nomes e outras qualificações.

2. Relacionamentos sociais: 
Aceitações em função da boa convivência e decorrentes de convívio nas inúmeras comunidades que o indivíduo participa de forma espontânea. 
Incluem-se aqui os relacionamentos da escola, trabalho, clube, comunidade (vizinhos), entidades filantrópicas, religiosas, culturais, etc., os quais se denominam genericamente de colegas, companheiros.

3. Parentescos: 
Estas ligações são determinadas no nascimento pelos laços familiares. 
Constitui-se uma particularidade por serem decorrentes e que se tem que aceitar pela vida toda, uma vez que mesmo rompidas, não adquirem a condição de “ex” (exceto para cônjuge).

4. Amizades: 
Este grupo caracteriza-se pelas escolhas baseadas em identidades (afinidades), Construídas nas várias fases da vida da pessoa, os relacionamentos motivados por afetividade são perenes, pois “a amizade que acaba nunca principiou” (Siro).


Independente da natureza da relação, todas pertencem à rede de relacionamentos construída ao longo da existência e que nos dias atuais, representa grande vantagem na sobrevivência profissional em função da alta competitividade e oportunidades escassas, pois os relacionamentos podem redundar em indicações, aprovações, facilitações, etc., conquanto seja comum ouvir-se o termo “QI” (quem indica). 



O tamanho de uma rede pessoal depende exclusivamente da socialização e da competência na manutenção dos relacionamentos, pois alguns acabam sendo desfeitas pelo distanciamento físico, temporal ou ainda, motivadas por alterações na natureza social, intelectual, religiosa, políticas, financeiras e outras. 

Igualmente importante é a rede de relacionamento de pessoas jurídicas, o que já afirmava F. Taylor há um século: “Devemos recordar sempre que o mais importante em qualquer negócio são as boas relações”. Esta rede é construída junto à comunidade, fornecedores, clientes, entidades de classe, sindicatos, políticos, imprensa, órgãos normativos e fiscalizadores, etc., com atitudes responsáveis nos meios sociais, educacionais, políticos e ambientais de seu entorno. 



São de alta relevância os relacionamentos empresariais, tanto que já teci comentários sobre o tema no artigo – Relacionamentos... O que é isto? – publicado neste sítio anteriormente. 

Atualmente, os meios de comunicação (Internet, telefonia móvel) têm facilitado sobremaneira os relacionamentos, permitindo a presença (virtual) mesmo que a grandes distâncias através de imagens, sons e textos, contrariando o velho ditado: ‘quem não é visto, não é lembrado’.


Sua network está crescendo, está estacionária ou está encolhendo? Seja providente e previdente. E, não reclame se no futuro olhares para os lados e veres poucos parceiros, somos produtos de nossas escolhas, portanto - ESCOLHA TER AMIGOS -



Copiado: http://wagnerherrera.blogspot.com.br/

sexta-feira, 17 de abril de 2015

17 MANEIRAS FÁCEIS DE SE TORNAR MESTRE NA ARTE DO NETWORKING

Imagine a seguinte situação: você está sozinho em um evento. De repente, seu coração começa a bater um pouco mais rápido que o normal e o seu carisma e charme simplesmente desaparecem. Você procura por alguém na mesma situação, mas percebe que está perdido em um mar de estranhos. Por outro lado, todos ao seu redor parecem felizes e empolgados em alguma conversa. 
A descrição acima se parece muito com a experiência de um jovem em seus bailes de escola, mas, na verdade, essa é a reação de muitas pessoas quando estão em um evento de networking. Mesmo para os mais extrovertidos, é natural esse sentimento. A boa notícia é que as pessoas que vão a esses eventos estão ali justamente para conhecer estranhos. Então, respire e relaxe: você está exatamente na mesma situação de todos. 
Mas se isso não é suficiente para você se acalmar, a Time reuniu 17 dicas que vão te ajudar a aproveitar da melhor maneira possível o seu tempo em um evento de networking:
# Encontre um bar
Mesmo se não for beber é sempre uma ótima se posicionar próximo ao bar. Muitas pessas dão uma fugidinha até lá nesse eventos, para descansar um pouco entre uma conversa e outra. Posicione-se a alguns passos do bar e você poderá conversar facilmente com as pessoas que estão saindo de lá com um drinque na mão.

# Seja você mesmo

Eventos de networking são vistos como ponto de partida para a construção de novas relações. Se você não for você mesmo, estará começando uma nova amizade com uma mentira. Não tente ser a pessoa que acredita que os outros desejam conhecer. Seja genuíno e autêntico. 


# Defina sua expectativas

Quando frequentar um evento, saiba o que você deve fazer ali. É o seu objetivo conhecer cinco novas pessoas? Ou você quer conhecer uma ou duas pessoas específicas? Defina suas expectativas e trace um plano para alcançá-las. 


# Não seja disperso

Começe frequentanto vários eventos, de diferentes organizações, e depois comprometa-se com apenas alguns. Você deseja se tornar alguém assíduo aos eventos, mas quando você chega a um novo lugar, onde ninguém te conhece, você está fazendo um desserviço por ter que construir sua reputação do zero em cada ambiente. Além do que, é muito mais divertindo quando você se torna um convidado regular. As pessoas vão "cantar" suas qualidades aos novos participantes e você verá vários rostos familiares. 

# Tome notas
Quando você pedir o cartão de alguém após uma ótima conversa, anote no verso algumas informações que julgar relevante. Isso o ajudará a ser mais especifico quando precisar encontrá-la novamente.

# Apresente-se ao organizador do evento 
Uma ótima maneira de conhecer mais sobre a organização em que está envolvido é procurar o organizador. Além do mais ele pode apresentá-lo a outros participantes. 

# Trate as pessoas como amigos

Quando você vê um amigo, você interrompe a sua conversa, entrega um cartão de visitas, fala sobre você e depois vai embora? Claro que não. Trate as pessoas, como você trata um amigo. Construa um relacionamento e tenha confiança que o negócio irá acontecer. 


# Faça boas perguntas

A única maneira de conhecer alguém é fazendo perguntas que as façam pensar. E tenha em mente que a melhor maneira sair de uma conversa é deixando a pessoa pensar que falou mais do que você. Isso a fará ter uma boa perspectiva sobre o diálogo e você sairá sabendo mais sobre ele/ela.


# Compartilhar é importante

Se você está disposto a compartilhar seus contatos e recursos, os outros também estarão mais disponíveis para te ajudar. Mas, desenvolva uma sincera falta de expectativas quanto a receber algo em troca - nem sempre acontece. 


# Considere a rede deles

Quando você conhece alguém, é importante lembrar que mesmo que a pessoa não possa te ajudar, ela provavelmente conhece alguém que atenda as suas necessidades. 


# As conexões são como um quebra-cabeça

Se você está fazendo boas perguntas e está disposto a ajudar as pessoas, você poderá naturalmente ligar a pessoa com quem você está conversando com outras de suas conexões. Se ofereça para criar esses novos vínculos. Talvez sejam duas pessoas que têm o mesmo público-alvo ou talvez você saiba que um contato seu está procurando o serviço que outro fornece. Incentivar ambas as partes a interagirem ajudará você a aprimorar suas habilidades de relacionamento social.

# Não seja um um spam de cartões de visita
A pior coisa a se fazer é distribuir seus cartões de visitas para qualquer um e todos que você conhece sem eles pedirem. Se você não construiu uma conexão suficiente para a pessoa pedir o seu cartão, não ofereça um.

# Seja específico
Quanto mais espefíco você for sobre o que faz e sobre o que os outros podem fazer para te ajudar (se eles perguntarem), melhor. Diga eles nomes de algumas empresas que você gostaria de trabalhar em parceria. 

# Pergunte-se porque eles deveriam se importar

Considere o porque da pessoa com quem está conversando deveria se importar com o que você está dizendo. Tenha astúcia para fazer suas conversas funcionarem. Você tem pouco tempo para impressionar, tente fazer isso da melhor maneira possível. 


# Seja engajado

Mantenha contato visual com quem você está conversando. Acene com a cabeça e incline o corpo em direção a pessoa. Esses pequenos gestos significam grandes coisas. Fazem as pessoas perceberem que você se importa, o que te ajuda a ganhar confiança da fundação com quem você poderá fazer negócios mais na frente. 


# Não seja rápido

Não tente conhecer as pessoas rapidamente, tenha foco em fazer poucas, mas sólidas, conexões. As pessoas sentem quando você está conversando com elas simplesmente para pegar seu cartão e ir embora. Essas pequenas interações não serão memorizadas e portanto são ruins para você. Prefira conhecer menos e ter diálogos significativos. 

# Não tenha medo de começar
Não há nada de errado em iniciar uma conversa, mas espere a hora certa para se apresentar de maneira natural. Na maioria dos casos, a pessoa gostará de que você finalize a conversa, pois isso dará a ela a chance de conhecer novas pessoas. 

Agora você está preparado para encarar seu próximo evento de networking e conseguir contatos significativos no processo. E lembre-se, converse com estranhos!

Copiado: http://epocanegocios.globo.com/

sexta-feira, 27 de março de 2015

5 DICAS PARA QUEBRAR O GELO EM EVENTOS CORPORATIVOS

Eventos corporativos que reúnem representantes de diversas empresas podem ser uma ótima oportunidade para fazer contato e criar relações que, eventualmente, podem se transformar em negócios. A necessidade de participar desses encontros é implícita e incentivada no dia a dia profissional. 

Mas muitos funcionários – não apenas os tímidos – sentem-se às vezes intimidados nesse tipo de evento por não saberem exatamente como agir e se posicionar. Não se trata apenas de uma questão de trocar cartões ou ir direto à pessoa que interessa. Para ser efetivo, esse networking é necessária certa habilidade e preparação.
Época NEGÓCIOS conversou com Maria Candida B. de Azevedo, consultora especializada em carreira e cultura organizacional e Fabricio Barbirato, especialista em networking e diretor-executivo do IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos), para descobrir como se dar melhor nesses eventos e conseguir construir conexões para futuras oportunidades e negócios.
# Não se esconda atrás do celular

É importante ter em mente que esse tipo de evento tem como objetivo o networking. Segundo Maria Candida, não é proibido, não é chato e muito menos implicante apresentar-se às pessoas, entrar em rodas de conversa e perguntar sobre o que cada um está fazendo ali. “Tem gente que se esconde atrás do celular e sai do evento do mesmo modo que entrou em termos de relacionamento”, afirma Maria. O funcionário pode até passar a ideia de que está ocupado e que é alguém importante resolvendo problemas, mas não é essa a conduta indicada pelos consultores. “Mesmo os mais tímidos precisam saber que ficar conectado no celular o tempo todo não vai levá-los a lugar algum”, afirma Fabricio Barbirato. A dica é preparar-se para conseguir realizar a melhor abordagem.

# Não vá sem estar informado 
Para construir relacionamentos no mundo corporativo, é preciso saber exatamente o que a sua empresa faz, quais são os seus pontos fortes e estar informado sobre o mercado. “É fundamental conhecer o universo corporativo e, dependendo do evento, informar-se sobre fusões, lançamento de marcas e demissões em massa”, afirma Barbirato. Essas informações serão as ferramentas necessárias para abrir espaço e criar conexões com um desconhecido, afirmam os consultores. Escolher a roupa mais adequada para o evento e saber se posicionar constituem fatores importantes também. “As pessoas querem conversar com quem transmite seriedade, segurança e parece bem disposto a fazer contatos”, afirma Maria Candida.

# Estude a melhor maneira de abordar as pessoas
Direta: aproxime-se de uma pessoa e pergunte naturalmente o nome dela e a qual empresa ela pertence. Apresente-se de modo direto e troque cartões. Busque algum 'gancho' para estabelecer a conversa inicial.
Escuta de Libélula: imagine um coffee break cheio de rodas de conversas. Você não conhece ninguém e não sabe como agir. Se esse for o caso, a dica é fazer o que os consultores chamam de ‘escuta de libélula’. “Aproxime-se de uma roda o suficiente para ouvir a conversa, mas não para interromper. Escute o que estão falando. Se o assunto interessa e você tem algo a acrescentar, aproxime-se. As pessoas naturalmente irão abrir espaço”, indica Maria. Se a conversa não for de seu interesse, tente essa abordagem na roda ao lado.
Procure algum conhecido que te ajudará a ser apresentado: um conhecido pode te introduzir rapidamente em uma conversa que já está acontecendo. É uma entrada mais imediata no evento. Estabelecido o primeiro contato, outros podem chegar até você com maior naturalidade. Os consultores só não aconselham depender exclusivamente de um terceiro. “Não adianta esperar os outros te apresentarem. Essa função é sua como representante da empresa”, afirma Barbirato.

# Encontre um caminho para desenvolver a conversa
Estabelecida a apresentação e a troca de cartões, como fazer a conversa fluir? “Uma dica para começar é perguntar o que a pessoa faz. Todo mundo fala naturalmente daquilo que domina, mesmo os mais tímidos”, diz Barbirato. Outro conselho dos consultores é fazer uma pergunta ampla (sobre o evento ou um fato relevante no mercado) e estudar rapidamente a resposta da pessoa. O processo sempre começa com você escutando o que a pessoa tem a dizer. “Enquanto você vai ouvindo, imagine outras questões e amarre assuntos a partir da realidade dela”, diz Maria. É nesse aspecto que a necessidade de estar bem informado surge com maior evidência – para criar conexões e fazer com que o outro sinta-se à vontade. A partir desse ponto, a conversa deve fluir naturalmente.

# Mantenha o contato após o evento
Não basta esforçar-se em criar um relacionamento no evento se for apenas para empilhar cartões em sua mesa no dia seguinte. Para os consultores, a manutenção dos contatos é fundamental. “Envie um email convidando para um café ou com sugestões referentes aquilo que foi conversado”, afirma Maria. Indicar fornecedores ou novos contatos pode se mostrar importante também. “É assim que você formaliza aquilo que foi criado informalmente no evento e estabelece um networking mais efetivo”, afirma Barbirato.

Copiado: http://epocanegocios.globo.com/

domingo, 15 de dezembro de 2013

Conhecendo Bem os Vizinhos

SRM (Stakeholder Relationship Management) pode ser definida como a prática contínua de monitoração, gerenciamento, análise e operacionalização das interações (comunicações e transações) que uma empresa performa com seus diversos agentes de relacionamento (stakeholders), através de canais, mídias, sistemas e processos específicos e adequados a cada binômio “finalidade da interação-stakeholder”.

No centro desta prática está a necessidade central de as empresas compreenderem profundamente seu ambiente de negócios (diversos mercados de atuação) e os diversos atores que nele operam e assim se tornarem capazes de estruturar o arsenal mais eficaz de comunicação e relacionamento de maneira individualizada, segmentada e/ou clusterizada com cada grupo de stakeholder.

O SRM, para ser estrategicamente eficiente, deve partir da identificação das motivações, interesses, percepções, riscos, oportunidades e pontos críticos associados a cada interação empresa-stakeholder, a fim de que a capacidade de geração mútua de valor (trocas) seja maximizada.

Para tal, (re)definir o mapa de stakeholders e a posição de cada ator, reavaliar a escala de valores e desenhar claramente o modelo de trocas (proposição de valor e interesses), relações (processos e modelos de negócio) e formatos de relacionamento com cada grupo de stakeholder é imperativo para posicionar competitivamente a empresa no mercado.

A atual miríade de relações corporativas com diversos stakeholders, além de complexa, possui características de imprevisibilidade que afetam diretamente os resultados das empresas. Desta forma, quão menos monitorados/gerenciados forem os elos críticos da cadeia de valor da empresa, maior a probabilidade de se empenhar esforços contínuos em redirecionamentos de estratégias e práticas (desperdício de energia, tempo e recursos), que por sua vez desencadeiam esforços em todos os demais níveis de uma organização (tático e operacional).

As fronteiras da empresa devem ser delineadas tendo-se como paradigma os chamados sistemas abertos, de preferência buscando, via agregação de valor e postura de convocatória ativa, posicionar a empresa como o agente de agregação (nó central) em sua cadeia, agindo de forma proativa frente às diversas externalidades à que esta cadeia esta sujeita.

Quanto maior o conhecimento que a empresa tem dos agentes com os quais se relaciona, suas motivações, interesses, percepções e padrões de comportamento, maiores as chances de obter vantagem competitiva face às oscilações periódicas do mercado e os riscos e oportunidades associadas a estas janelas.

Categorizar e classificar os stakeholders de acordo com seu papel e relevância é o primeiro passo para que as informações críticas e necessárias para o planejamento das trocas, relações e relacionamentos forneçam o subsídio necessário para a maximização do valor da gestão da empresa.

Desenvolver modelos capazes de obter, processar e disseminar dados e informações qualificadas sobre o comportamento e modelos de interação dos stakeholders com a empresa, bem como os canais mais adequados de comunicação, categorias de informações e conteúdos de maior valor a serem compartilhados, assim como a sua organização e distribuição, fazem parte do contexto estratégico do SRM.

Esse tipo de exercício contínuo e inteligente é atividade fundamental para que a empresas se perpetuem como agente econômico competitivo na atual era do Conhecimento e do Intangível. Sua adoção é condição necessária para que as empresas possam competir mais efetivamente em seus mercados de atuação. Ou, inversamente, não adotar os conceitos do SRM é o mesmo que isolar a empresa do mercado, deixando-a sensível a qualquer ataque ou desequilíbrio externo.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cancelei a minha conta no WhatsApp

Quando uma ferramenta criada para ajudar na comunicação começa a tomar o rumo absolutamente contrário, chega a hora de abandonar o barco.

Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp. 
Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito “nefasto” que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo. 
A palavra “nefasto” pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook. 

As pessoas ao redor desses “ultra conectados” parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro). 

O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: “Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver... muito engraçado. Estou enviando para o seu”. Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo, mas não irei me alongar nas outras. 

A questão é que vivemos em plena era de ouro da comunicação, onde todos têm possibilidades infinitas para interagir, mas talvez, seja o momento mais crítico da história da comunicação. Há falta de diálogo, convívio, interação com quem está próximo de nós. Até ligar já está virando “artigo de luxo”. Exagero? As operadoras de telefone estão acompanhando essa tendência de comportamento e invertendo seu marketing... Não se oferece mais tantos planos para ligar, a questão, agora, são os planos com internet ilimitada, internet a R$ 0,25, entre outros.

Acho que o sempre otimista filósofo Pierre Levy, quando descreveu o conceito de Inteligência Coletiva, não imagina que o WhatsApp poderia ter sido inventado. Ou até imaginava, mas não sabia que as pessoas iam preferir ficar ali – no aplicativo -, em vez do convívio social.

As falas de um de seus maiores opositores, o polêmico filósofo e sociólogo francês Jean Baudrillard (já falecido), feroz crítico da sociedade de consumo, nunca fizeram tanto sentido. Principalmente na questão de quando se transfere suas características para as novas máquinas, o homem está abrindo mão de si mesmo.

Na revista Administradores

Na edição novembro/dezembro da revista Administradores resolvemos questionar sobre o WhatsApp em nossa editoria contraponto. Colocamos dois especialistas para defenderem sua tese e apontar as vantagens e desvantagens do aplicativo. Você pode ler aqui o que os dois especialistas falaram.
Confesso que minha opinião foi alterada ao longo do tempo. Antes favorável à facilidade de comunicação que o WhatsApp poderia gerar, coloco-me hoje a favor da comunicação real, do tête-à-tête, sem as barreiras das mini telas. Apesar de não me encaixar no perfil alienado (como aquele citado acima), estar no aplicativo me colocava no status de condescendente com algo que sou contra. Isso estava incomodando.
Que tal refletir
Acho que essa questão de como lidamos com a internet e com o ato de estar conectado 24h cabe uma reflexão individual. Você: como lida com essa conexão com redes sociais e aplicativos no celular? 
Talvez não esteja no momento de avaliar e refletir sobre o tempo que se "dedica" a eles?
Acho que a reflexão vale, principalmente, para aqueles que se encaixam no perfil de sentir necessidade de ver a timeline constantemente, que trocam a leitura de um livro para ver vídeos e besteiras na internet ou até mesmo não que conseguem realizar algumas atividades e tarefas de sua rotina por falta de concentração que as redes sociais e aplicativos com o WhatsApp geram. 


Não sou contra redes sociais e apps, pelo contrário, acho que são fontes de interação, entretenimento e até de negócios muito válidas. No entanto, percebo certa alienação que essa conexão provoca em muitos. Não quero causar uma revolução nesse aspecto, apenas proponho que se busque encontrar formas de equilibrar essa balança do real com o virtual.