quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Quem Dobrou o Seu Paraquedas Hoje?

Hoje, trazemos a vocês um texto de autoria desconhecida que nos fala sobre refinar nossos gestos e palavras, reconhecendo e valorizando as pessoas que estão sempre em nossas vidas nos auxiliando a superar algum tipo de problema. 
De acordo com o autor do texto, podemos sempre cumprimentar e reconhecer essas pessoas, enviando palavras de carinho, respeito e reconhecimento pela luz e amor emitidos.
Vamos à leitura?


Quem dobrou o seu paraquedas hoje?
Autor Desconhecido

Charles Plumb era piloto de um avião bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi atingido por um míssil. Plumb saltou de paraquedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.
Após se libertar e retornar aos Estados Unidos, o aviador passou a dar palestras relatando a sua odisséia e o que aprendera na prisão.

Porém, certo dia num restaurante, foi saudado por um desconhecido:
– Olá, você é Charles Plumb, não? Era piloto no Vietnã, foi atingido e teve de saltar de paraquedas, não é mesmo?
– Sim, mas como sabe? – perguntou Plumb.
– Fui eu quem dobrou o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
– Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje! Muito obrigado!!!
Mais tarde, já sozinho, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:
“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse sequer um ‘bom dia’? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro”.
Pensou também nas horas em que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Hoje, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:
– Quem dobrou seu paraquedas hoje?
Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos paraquedas durante o dia: no mínimo um físico, um emocional, um mental e um espiritual.
Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido. Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém ou ainda, simplesmente, de dizer algo amável.
Que tal a partir de hoje procurarmos nos dar conta de quem prepara nosso paraquedas de cada dia e agradecer-lhe? Ainda que não tenhamos as melhores palavras ou algo de importante a dizer, diga, ao menos, um “bom dia”, “obrigado”, “por favor”, de um sorriso …
As pessoas ao teu lado notarão esses gestos e te retribuirão preparando o teu paraquedas com o mesmo cuidado e afeto. Com certeza, se todos nós, a cada momento, nos preocuparmos com os paraquedas dos próximos, todos lucraremos. Todos podemos ajudar uns aos outros…
Agradeça, sempre!
Copiado: https://sabedoriauniversal.wordpress.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Na Beira do Precipício. O Que Meu TCC Está Fazendo Comigo?

O momento em que eu descobri que meu TCC poderia passar de um “desafio agoniante” para uma jornada realmente desafiadora de autoconhecimento.

Estamos nos últimos meses de 2016 e esse ano começou com diversas promessas. “Vou tentar emagrecer”, “vou começar a me especializar em algo que eu goste”, “vou falar menos palavrão” e... a promessa mais importante: “Vou tirar 10 no meu TCC.”

A verdade é uma só, eu nunca fui a melhor aluna da escola. Comigo era tudo pelo social, eu gostava de conversar (muito) com todo mundo e, lógico, com isso, minha atenção ficava um pouco comprometida. Comigo era oito ou oitenta, se eu não gostava da matéria, eu só estudava no final do ano para passar e ainda ficava irritada de “ter que entender algo que eu nunca vou usar”.

Desde os 15 anos eu sabia que faria publicidade e aqueles que me conheciam tinham tanta certeza quanto eu de que o curso era “minha cara”. Eu acho fantástico encontrar com alguém que não vejo há muito tempo e ter aquela conversa:

- Ah, mas e aí, você tá na faculdade já? (Perguntavam.) 

- Sim! Tô fazendo Publicidade e Propaganda. (E eu respondia com o sorriso mais largo que poderia caber no meu rosto.)

- LÓGICO QUE TÁ! Esse curso é muito você. (Essa resposta fazia meu coração esquentar de alegria.)

Desde o primeiro ano de faculdade minha vida mudou MUITO. Ao contrário de alguns amigos muito especiais que encontrei pelo caminho, eu sempre tive certeza de que ali era o meu lugar, nunca cogitei a possibilidade de desistir ou de adiar meu sonho, eu estava exatamente onde queria estar. Ao contrário da escola, na faculdade não tinha nem oito nem oitenta, era sempre 100%! 

Os primeiros trabalhos a gente nunca esquece e, para mim, o sentimento de “borboletas no estômago” acontece quando apresento um projeto no qual realmente acredito. Sou aquelas chatas apaixonadas, sabe? Que quando realmente ama o que está fazendo só sabe falar disso. 

Os anos foram passando e a confiança aumentando. De repente não era mais tão difícil falar em público, se apresentar para pessoas novas e mostrar quem eu realmente era. Porém, uma coisa permaneceu igual durante todos esses anos: Eu me empurro todas as vezes até a beira do precipício.

Esse ano eu tive certeza: Na beira do precipício você enxerga tudo, a vista é muito mais bonita e com certeza, vale a pena subir para chegar lá.

Fui escolhida como gerente do meu grupo de TCC e, apesar de ter sido um momento de muito afeto entre nós, os seis membros do grupo, todos tínhamos certeza de que ali começaria a nossa jornada, eu levaria TODOS até a beira do precipício comigo.

Nosso alvo sempre foi alto, partindo da escolha do cliente. Começamos cerca de 6 meses antes a organizar uma lista com os possíveis escolhidos, só grandes players permitidos. O desafio de um TCC é sempre grande, porém, nós queríamos encerrar nosso caminho com chave de ouro e uma grande empresa nos ajudaria com esse encerramento. Sabíamos que não seria fácil, porém, a cada “não” que recebíamos sentíamos nosso coração doer e o prazo apertar.

Nesse momento talvez fosse sábio escolher pelo caminho fácil, mas eu, como ariana (ou teimosa mesmo) que sou, continuei insistindo e tenho que agradecer demais pela confiança que meu grupo depositou em mim.

Mirando cada vez mais alto, acabei me apaixonando por um cliente, era com ele que eu queria trabalhar e nesse momento todos sabiam que eu ia virar do avesso até fazer dar certo.

Diferente, desafiador, moderno e digital. Tenho MUITA honra em dizer que nosso cliente escolhido (e que nos disse “I do”) foi o próprio LinkedIn.  Com direito a visita na empresa, conhecemos pessoas incríveis (um beijo em especial pra vocês @Michelle Schneider, @Fernanda Brunsizian e @Pedro Giannetti ) que nos deram ainda mais gás para subir cada vez mais alto. 

Já na reta final, sou grata pelo caminho que escolhemos e pelo conhecimento que o mesmo me trouxe

- Descobri que o caminho que parece mais arriscado pode oferecer trégua quando você o enfrenta;

- A melhor ideia precisa ser vista e revista diversas vezes, ela sempre pode ser aprimorada;

- Para aprimorar uma ideia é preciso que ela seja colocada em prática. Feito é melhor que perfeito, afinal, o perfeito pode não chegar no timing correto (daí não é perfeito, certo? :D );

- Algumas pessoas dizem que é “terrível”, “agoniante”, “dá dor no estômago”, mas isso pode ser totalmente diferente com você;

- O TCC é uma jornada necessária e MUITO DELICIOSA quando você ama o que faz;

Agora estamos na reta final e mal posso esperar para saber o resultado de nosso trabalho!

Também está fazendo seu TCC? Tem algum trabalho te atormentando e você tem certeza de que não vai dar certo ou não vai dar tempo? Tá com dúvidas se escolheu o curso certo? Vamos conversar!

Não é só na beira do precipício que as pessoas se ajudam. ;)

Por: Tainah Subtil - https://www.linkedin.com/pulse/

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Clientes Na Crise – Como Se Comportam?



Em momentos de crise financeira, é natural que os consumidores assumam outras posturas ao efetuarem suas compras. Basicamente as pessoas tendem a se comportar com mais cautela e a tratar com mais cuidado o seu dinheiro e a partir disso, o consumidor pesquisa mais e analisa melhor a marca, consultam mais páginas na Net, o estabelecimento ou os serviços que oferecem os melhores custos-benefícios – e isso começa pela agilidade do atendimento, pela facilidade de pagamento e por uma oferta de desconto à vista.
Algumas pesquisas, como a da Dunnhumby (empresa inglesa líder mundial em ciência do consumidor) que após analisar dados de mais de 780 milhões de clientes globais, identificou um novo perfil de consumidor – trata-se daquele consumidor que não quer abrir mão dos seus ganhos de padrão de vida que foram conquistados durante essa última década. Para isso, eles economizam em produtos mais básicos para poder manter os seus pequenos luxos e extravagancias.
Quando o dinheiro se torna escasso, os produtos supérfluos (aqueles que são menos necessários para a sobrevivência) são os primeiros itens a serem cortados, porém, é possível observar que esse conceito de supérfluo é muito diferente quando falamos de classes distintas. Por exemplo: a classe A não considera como supérfluo uma viagem ao exterior, e a classe B não deixa de jantar fora, enquanto que a classe C chega a cortar produtos de limpeza em momentos de crise.

   Em períodos de recessão, é possível dividir o consumidor por grupos:
  • ·        Grupo pé-no-freio é o mais atingido e corta todo tipo de gasto.
  • ·        Grupo abalado-mas-paciente também economiza em tudo, mas com menos agressividade. O consumidor em situação tranquila mantém o nível de consumo próximo dos níveis pré-recessão, mas fica um pouco mais seletivo com o que compra (e ostenta menos).
  • ·        Grupo que vive-o-presente e continua agindo como sempre; sua reação à crise é, basicamente, adiar compras de grande valor.

É comum que as pessoas mudem de grupo se a sua situação econômica piorar muito durante o período de crise - independentemente do grupo ao qual pertençam, os consumidores classificam produtos e serviços em quatro categorias para priorizar os gastos: 

·  Artigos essenciais (são necessários para a subsistência ou considerados fundamentais para o bem-estar);

·  Agrados (fonte de prazer cuja compra imediata é tida como justificável);

·     Artigos adiáveis (são coisas necessárias ou desejadas cuja compra pode ser postergada) e;

·  Dispensáveis (são coisas necessárias ou desejadas cuja compra pode ser postergada).


É fácil de observar que todos os consumidores se esforçam para não abrir mão de certos caprichos conquistados ao longo dos anos – e isso acontece em qualquer classe social. O consumidor tende a manter o consumo dos produtos que reforçam o seu estilo de vida, poupando em outras frentes. Por exemplo: uma pessoa que leva uma vida mais saudável possivelmente não irá abrir mão de consumir produtos naturais; porém, para balancear as contas é possível que ele economize na compra de produtos de limpeza ou em outras compras, como perfumaria e entretenimento.
Chegamos ao final deste, com o clássico exemplo econômico da diferença de consumo entre as classes sociais, afinal ele é facilmente percebido pelos comércios que vendem carnes – isso porque quando o preço da carne bovina sobe, o consumidor de maior renda tende a trocar parte do seu consumo de carne bovina por cortes de aves ou peixes, enquanto que o consumidor de renda mais baixa simplesmente passa para os cortes mais baratos, como carne de porco. Isso significa dizer que as crises são as maiores responsáveis pela mudança na maneira de como a população se comporta e como ela irá se dividir em públicos que consomem de formas diferentes. E isso só acontece devido ao consumidor estar mais atento afinal, ele dá mais valor ao seu dinheiro e pesquisa mais com a ajuda da internet. 
Esse é o melhor sinal que as empresas recebem de como devem agir, ofertando melhores preços, melhores formas de pagamento, atendendo com agilidade e qualidade, e prestando um bom pós-venda - tudo isso para conseguir efetivar suas vendas e criar um vinculo com os clientes nessa época de crise
Copiado: http://administracaonoblog.blogspot.com.br/

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

22 Famosos que você não sabia que tinham Fracassado

Eu acredito muito que tudo que vem fácil, vai fácil, e que recompensas são proporcionais às dificuldades. Sendo assim, eu admiro mais pessoas que tentaram e quebraram a cara antes de conquistar algo do que aquelas que nunca erraram, nunca fracassaram. Aliás, quem é que nunca fracassou? Onde eles estão? Eles existem, eu conheço pessoas bem-sucedidas que nunca fracassaram (grande).

Na minha opinião, a diferença entre eles é a mesma entre o bom e o extraordinário. É a diferença entre querer ter uma boa vida e querer ter uma ótima história para contar ao final dela.
Reuni algumas personalidades sinônimos de sucesso e que inspiram milhões de pessoas no mundo todo. Essas pessoas não apenas chegaram lá, elas escreveram uma história. E a única coisa que todas essas histórias têm em comum é o fracasso.
Abraham Lincoln: foi capitão para a guerra e voltou como soldado raso. Faliu 2 vezes, perdeu sua casa, sua namorada faleceu, teve um colapso nervoso (tudo isso até os 36 anos), concorreu a 5 eleições e perdeu todas. Somente aos 51 anos de idade, se tornou presidente dos Estados Unidos.
Albert Einstein: só começou a ler aos 7 e falar aos 4 anos de idade, seus pais e professores achavam que ele tinha alguma limitação mental. Chegou a ser expulso da escola e recusado pela Escola Politécnica de Zurique.
Akio Morita: viu seu primeiro produto ser um fracasso de vendas. Isso não o desanimou, e ele e seus sócios continuaram criando outros produtos que tornaram a Sony uma das empresas mais respeitadas do mundo.
Charlie Chaplin: considerado sem sentido pelos estúdios de Hollywood, Chaplin teve suas primeiras tentativas recusadas pois achavam que ninguém iria pagar para assistir.
Charles Darwin: era para ter sido médico, mas desistiu. Considerado por todos a sua volta preguiçoso e sonhador, diziam que era uma pessoa de intelecto muito comum.
Charles Schulz: nunca teve uma tirinha sua publicada no anuário da escola, embora ele enviasse todos os anos. Além disso, Schulz, que nunca teve uma vida de muitas vitórias, também nunca trabalhou na Disney como queria. Snoopy e sua turma foi publicada ininterruptamente por 50 anos em 75 países e o rendeu mais de $1 bilhão de dólares.
Elvis Presley: ouviu, em 1954, de um gerente da casa onde havia acabado de se apresentar que era melhor ele voltar para sua cidade e continuar a dirigir caminhão, sua profissão anterior.
Harrison Ford: ouviu em seu primeiro filme que ele não possuía o necessário para ser uma estrela do cinema. Indiana Jones manda lembranças.
Isaac Newton: nunca foi um bom aluno na escola. Isso o levou a administrar a fazenda da família, mas ele foi tão ruim, que seu tio teve de interceder, o obrigando a ir estudar em Cambridge, onde deslanchou.
Jerry Seinfeld: teve seu papel cortado de uma série depois de apenas 3 episódios, mas não o avisaram. Seinfeld só soube ao chegar no estúdio para a gravação. Ele começou a se apresentar em clubes de comédia quando foi descoberto por um olheiro que estava na platéia
J. K. Rowling: demitida do seu cargo de secretária onde imaginou as primeiras histórias e características de Harry Potter. Ser escritora sempre foi o seu sonho.
Lee Iacocca: demitido da Ford quando já era presidente de uma empresa que lucrava $2 bilhões de dólares. O motivo: o embate com o neto do velho Ford. Eles não se davam, então Lee foi parar na Chrysler, onde foi o principal personagem da reestruturação da companhia que vivia um momento difícil, utilizando várias ideias que haviam sido apresentadas à Ford.
Michael Bloomberg: dispensado após sua empresa ser adquirida pelo Citigroup.
Michael Jordan: cortado do time de basquete na escola quando garoto.
Oprah Winfrey: afastada do noticiário noturno onde trabalhava como repórter, pois se envolvia emocionalmente com as matérias que fazia. Ofereceram a ela uma participação em um programa durante o dia, ela aceitou magoada até que o programa “People Are Talking” se tornou um sucesso de audiência.
R. H. Macy: faliu (inacreditáveis) 7 vezes antes de construir uma das maiores lojas de departamento dos Estados Unidos, a Macy’s.
Scott Adams: tentou durante publicar suas tiras que nunca agradaram  nenhuma editora. Desistiu e seguiu carreira em empresas onde criou o personagem Dilbert e Dogbert. Voltou-se a se motivar após resposta de uma carta que ele havia enviado pedido conselhos, Scott voltou a tentar até conseguir seu primeiro contrato. Demorou 7 anos até que Scott conseguisse largar seu emprego para viver do desenho.
Seichiro Honda: não conseguiu emprego na Toyota após passar por entrevista.
Steve Jobs: embora já tivesse alcançado sucesso, foi após ser demitido da sua própria empresa que Jobs realizou seus maiores feitos. Criou a NeXT, levantou a Pixar e desenvolveu iPods, iPhones e iPads.
Stephen King: teve seu primeiro livro — “Carrie, a estranha” — rejeitado por 30 editoras! Depois disso, ele o jogou no lixo. Sua mulher o recuperou e insistiu que ele continuasse enviando. Até que ele conseguiu e abriu portas para obras como “O Iluminado”.
The Beatles: escutaram de uma gravadora que sua música não a agradou e que canções com guitarras estavam em declínio.
Walt Disney: pulou de emprego e emprego como cartunista de jornal, chegou a ser demitido de um por ser considerado sem ideias nem imaginação. Seu primeiro estúdio faliu, foi com o segundo (cujo levava seu nome) é que ele deslanchou.
Winston Churchill: reprovou a 6ª série, era um dos caras mais odiados do parlamento no começo da carreira e perdeu várias eleições mesmo depois de relativo sucesso. (É o meu favorito, não conheço ninguém que fracassou tanto na vida e chegou tão longe quanto Churchill.)
Copiado: http://www.pequenoguru.com.br/

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Importância da Gestão de Pessoas nas Organizações

A importância da gestão de pessoas nas organizações está do fato de serem elas, as pessoas, que formam a parte “viva” da empresa, ou seja, diferenciam um determinado empreendimento dos demais, determinando, também, a qualidade do produto ou serviço prestado.
Dessa forma, o empreendedor atento tem que determinar especial atenção ao capital humano de sua empresa. Um negócio no qual as pessoas que o compõem não estejam comprometidas com o sucesso do mesmo estará bastante inclinado ao insucesso.
É fácil conseguir tal comprometimento? Pensamos que não, daí a grande importância da gestão de pessoas nas organizações.

O que é gestão de pessoas nas organizações?

Gestão de pessoas nas organizações é o procedimento que procura valorizar as pessoas que compõem a mesma, assegurando que todos, dentro de uma organização, trabalhem de forma harmonizada com os objetivos dessa empresa, utilizando todo seu potencial produtivo para consecução de seus trabalhos.

Tal conceito não é muito antigo. Em épocas não muito distantes os colaboradores eram vistos como “materiais” da empresa, quase que como máquinas. No entanto, atualmente, as exigências do mercado forçaram as organizações a reverem tal prática e a se darem conta da importância das pessoas com as quais lidam, passando a ter um olhar mais humanizado sobre elas.
Gerir esse ambiente altamente dinâmico e complexo é o desafio e a importância da gestão de pessoas nas organizações. 

Gerir é administrar os recursos da organização de forma a atingir os objetivos determinados pela mesma. Dessa forma, gerir pessoas é bem mais difícil do que gerir recursos, tendo em vista que estamos falando de seres totalmente complexos e “não exatos”. Alguns procedimentos metódicos são necessários para que possamos ter uma gestão de pessoasde sucesso em nossa organização.

Gestão de pessoas – 1º Passo

Deve-se fazer um planejamento claro e preciso sobre o que a empresa faz, o que deseja alcançar e como deseja alcançar. As pessoas devem saber que toda decisão tomada na organização deve ser adotada em direção ao fim pretendido pela organização.

Gestão de pessoas – 2º Passo

A estrutura organizacional deve estar bastante clara na cabeça dos colaboradores. Cada um deve saber exatamente o que é, seu papel, responsabilidades e do que faz parte. As pessoas fazem melhor seu trabalho quando sabem exatamente onde estão e que devem fazer.

Gestão de pessoas 3º Passo

Deve haver definição exata das qualidades necessárias para execução de cada atividade. Assim sendo, cada colaborador saberá exatamente do que precisa para exercer bem sua função e, também, será mais fácil avaliar acertos e erros ocorridos no processo.

O processo de gestão de pessoas nas organizações
Para que seja realizado com sucesso, o processo de gestão de pessoas deve ser contínuo e envolver toda a organização, do empresário ao colaborador com menores responsabilidades.
Os diretores têm sua maior importância na determinação da estratégia; os lideres devem acompanhar de perto seu time, devendo mostrar vasto conhecimento sobre as dúvidas que eventualmente surgirem; e os colaboradores devem ter conhecimento exato de suas funções, bem como auxiliarem os primeiros prestando informações úteis ao desenvolvimento do processo.

Esperamos que, com este artigo, tenha ficado um pouco mais clara a importância da gestão de pessoas nas organizações.

Copiado: http://www.estudoadministracao.com.br/

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

A MAIOR DISTÂNCIA ENTRE DUAS PESSOAS É UM MAL-ENTENDIDO

É frequente deixar que um mal-entendido atrapalhe sentimentos genuínos e sinceros sobre pessoas que nos acompanharam em algum momento de nossa vida. O mundo está cheio de indivíduos que esperam que aqueles que deixaram ir voltem, assim como de gente que não se atreve a voltar, ainda que queira.
Um mal-entendido é gerado a partir do conflito com respeito às intenções, à forma de se comunicar e à maneira de compreender a realidade.
Assim, tal e como escutamos em alguma ocasião:
“Entre o que pensamos, o que queremos dizer, o que acreditamos estar dizendo, o que dizemos, o que queremos ouvir, o que ouvimos, o que acreditamos ter entendido e o que entendemos, existem oito possibilidades de não ser entendido”.

O enorme abismo que se cria por culpa do orgulho
Na gênese de um mal-entendido costumam mediar fatores como o orgulho, o cansaço e a falta de confiança.
Isso faz com que, no momento de interpretar um tom de voz inadequado ou palavras ambíguas, nossos sentidos percebam hostilidade.
Para evitá-lo, é preciso não nos deixarmos levar e valorizar nosso estado e o dos outros antes de criticar.
Habitualmente os conflitos ocorrem de forma mais leve quando estamos de cabeça fria, pois assim evitamos que o orgulho embace nossa razão e emoções, como raiva ou ira, turvem nossa reação diante do fato que gera aquele mal-estar.
A diferença entre o orgulho e a dignidade
É importante diferenciar o orgulho da dignidade. O orgulho é em si mesmo negativo e egoísta, enquanto que a dignidade é o fundamento do respeito.
O orgulho prima em excesso a consideração das opiniões, crenças ou sentimentos próprios. Porém, a dignidade busca um equilíbrio que estabeleça certos limites emocionais que protejam o “eu”.
A dignidade pretende encontrar um equilíbrio e igualdade entre as opiniões, sentimentos e comportamentos, o orgulho busca ficar sempre por cima.

O êxito do entendimento

Não é fácil se entender quando nossas motivações comunicativas respondem a diferentes realidades.
Podemos repetir o que pensamos ou sentimos, mas pode acontecer que a outra pessoa não entenda o que pretendemos transmitir.
Isso não significa que a pessoa receptora em questão seja ruim, mas pode ter uma perspectiva muito diferente.
Cada parte busca reafirmar seus sentimentos, opiniões e crenças e isso supõe um obstáculo na hora de favorecer um entendimento.
Não podemos controlar 100% das variáveis que influenciam em uma boa comunicação. Sempre será bom que contemplemos de uma distância emocional o que pode estar controlando a situação de intercâmbio concreta.
Devemos basear nossas atitudes no respeito e na consideração por nós mesmos e pelos outros.

Ser responsáveis pelo que dizemos

A possibilidade e força da raiva e do mal-entendido são proporcionais ao grau de implicação emocional que o assunto e a relação em questão nos supõem.
Quanto mais unidos nos sintamos, mais importante será o preparo e interpretação feitos de nossa mensagem. Assim também será a nossa conclusão sobre a mensagem do outro.
Cada pessoa terá que gerenciar e interpretar as palavras em relação aos laços afetivos que as une, assim como às expectativas, aos interesses próprios e ao seu estado pessoal.
Neste ponto é essencial ressaltar a importância de não cair no mal-estar gerado pelas atribuições e tormentas alheias.
Ou seja, temos que evitar que nos conduzam a um tornado emocional e nos afoguem no turbilhão do manifestante automático.
Os mal-entendidos são muito dolorosos quando as interpretações feitas são baseadas em atribuições intencionais e emocionais negativas para com a outra pessoa ou para com os demais.
O melhor é tomar distância emocional, nos afastamos, tolerar as diferenças e não deixarmos que transformem as nossas necessidades.
Devemos examinar a divergência entre atos e palavras. Porém, sempre cabe a possibilidade de nos enganarmos ao analisar as atitudes dos outros.
A única certeza sobre a intenção alheia é o tempo quem nos oferece.
Copiado: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/