terça-feira, 6 de setembro de 2016

10 Dicas Para Utilizar a Estrutura Organizacional em Sua Empresa

Criar a estrutura organizacional da sua empresa é o ponto de partida na jornada para determinar a melhor organização para o seu negócio.
Um ambiente desorganizado e caótico não é o lugar ideal para determinar a produtividade das pessoas e obter melhores resultados.
Nesta caminhada, diversos métodos e técnicas administrativas são indispensáveis para tornar o ambiente de trabalho propício às pessoas de alta performance.
Depois de falarmos sobre ambientes que geram boas ideias neste post e sobre algumas dicas para fazer sua equipe pensar fora da caixa, é hora de dar 10 dicas para definir a sua estrutura organizacional.
Mas antes, vamos fazer um breve tour pelo conceito e tipos de estruturas organizacionais.

Afinal, o que é estrutura organizacional?

A estrutura organizacional é a forma de alocação das pessoas e departamentos em uma organização.
Trata-se de uma divisão de tarefas e responsabilidades entre níveis hierárquicos da empresa.
A estrutura deve definir e coordenar as funções da empresa e orientá-las aos objetivos da organização.
A divisão de cargos, departamentos, funções e tarefas devem levar em consideração o estilo de cada empresa.
É a estrutura organizacional que vai ditar o controle da empresa, os níveis de demanda, planos de carreira e muitas vezes até mesmo a hora certa de contratar ou demitir funcionários.
É por isso que é extremamente importante escolher a forma certa de organizar a empresa, levando-se em consideração as responsabilidades de cada pessoa na estrutura.

Os tipos de estrutura organizacional

Existem alguns tipos de estruturas pré-formatadas que podem ajudar sua empresa no processo de definição do seu modelo.
É importante ressaltar que não existe a melhor estrutura ou a forma mais correta a ser utiliza.
A estrutura certa para sua empresa vai ser a que mais conseguir contribuir com a produtividade da sua equipe.
Selecionamos alguns tipos de estruturas para ajudar no entendimento e escolha para sua empresa.

  • Estrutura funcional

Este tipo de estrutura usa a lógica de agrupamento por funções e responsabilidades, ressaltando a ideia de departamentos.
As funções neste tipo de estrutura podem ser as áreas de marketing, finanças, vendas e produção, por exemplo. Uma característica clara é a relação clara entre chefe e subordinado, com pouca comunicação entre as áreas.
Nas organizações funcionais, cada departamento possui seus objetivos e projetos independentes, subentendendo que juntos contribuirão com os objetivos globais da organização.
O ponto positivo desta estrutura é a divisão clara de tarefas e responsabilidades entre as funções da estrutura.
Por exemplo, o departamento de marketing sabe claramente qual a sua responsabilidade para a organização, já que nenhum outro departamento possui funções semelhantes.
Porém, apresenta claramente como ponto negativo a pouca interação e comunicação entre os processos da empresa.

  • Estrutura celular

É um tipo de estrutura que prega linearidade entre as funções da organização.
Na estrutura celular, não há hierarquia clara entre as funções da organização, sendo praticamente abolida a supervisão rígida superior.
A estrutura celular é acompanhada por uma nova filosofia de liberdade no trabalho, chegando próximo à forma de condução de hierarquia no Google: “Contratar ótimas pessoas e sair da frente”.
As funções são compartilhadas e não há divisão clara entre chefes e subordinados ou hierarquia de ordem.
Este tipo de estrutura é utilizada por equipes experientes e de alta performance, tendo como vantagem a comunicação eficaz e o alinhamento estratégico.
Como ponto negativo, é dificilmente implantada em equipes pouco experientes devido o nível de maturidade exigido pela estrutura.

  • Estrutura divisional 

Esta estrutura permite a divisão da organização em unidades de negócios independentes.
Uma unidade de negócio pode ser uma linha de produto ou um país (Brasil, EUA e Canadá, por exemplo).
Para cada país, podem existir funções independentes tais como marketing, finanças e vendas, por exemplo.
É uma estrutura que tem como vantagem a velocidade de resposta ao dar independência para as unidades de negócio tomar decisões estratégicas, permitindo autonomia e pouca burocracia.
Possui uma desvantagem no fato de abrir margem para desalinhamento estratégico entre as unidades de negócio e desvio do foco principal da organização.

  • Estrutura matricial

Basicamente, este é um tipo de estrutura híbrida entre estruturas funcionais e divisionais, detalhadas acima.
Há divisão entre unidades de negócios, assim como na estrutura divisional, mas esta é mesclada com os departamentos oferecidos pela estrutura funcional.
Por exemplo, a organização pode ser dividida em linhas de produtos (unidades de negócios), mas cada uma delas pode possuir departamentos específicos baseados em funções (marketing, finanças e vendas, por exemplo), que por sua vez também formam funções corporativas.
Este tipo de estrutura possui como vantagem também a independência das unidades de negócios para tomada de decisão, mesmo baseadas em funções.
É uma estrutura extremamente eficiente, se bem utilizada, possuindo as mesmas desvantagens citadas para as estruturas funcionais e divisionais.

  • Estrutura por projetos

As organizações estruturadas por projetos possuem duas divisões básicas.
A primeira é bem semelhante com a estrutura funcional, dividida em departamentos básicos de trabalho no âmbito corporativo. A segunda divisão é baseada em projetos.
Uma equipe de trabalho é concebida para execução de um projeto de caráter temporário.
É geralmente adotada por organizações que trabalham com demandas específicas de caráter temporário, tais como Tecnologia da Informação, Construção Civil e Consultoria de Negócios.
Como vantagem deste tipo de estrutura, é possível destacar a comunicação eficiente e orientada a resultados, já que a equipe é concebida com objetivos específicos.
Como ponto negativo, uma organização baseada em projetos pode experimentar altas taxas de turnover (veja aqui como lidar com desligamentos) e dificuldades com a cultura organizacional.

10 dicas para a boa estrutura organizacional

Criar a estrutura organizacional para sua empresa não é difícil. Porém, existem algumas atitudes que podem facilitar ainda mais o seu trabalho.
Por isso, selecionamos 10 dicas que sua equipe precisa se atentar no processo de criação e definição da sua nova estrutura.

1. Faça uma análise da cultura do seu negócio

Cada tipo de negócio pode adaptar de uma forma aos tipos de estruturas que citamos acima.
A primeira dica deve ser praticada ainda antes de sua empresa dar início ao processo de criação da estrutura: olhe para sua cultura organizacional.
Empresas que possuem profissionais experientes podem se adaptar mais facilmente a alguns tipos de estruturas e equipes jovens e criativas a outros tipos.
Ao entender a experiência, competências e características de trabalho da sua equipe, você poderá escolher posteriormente o melhor modelo para sua empresa.
Por exemplo, pode ser prejudicial à sua empresa definir uma Estrutura Funcional em um ambiente com pessoas criativas e ágeis,já que o modelo permite pouca flexibilidade e comunicação.
Da mesma forma, a Estrutura Celular em uma equipe com profissionais pouco qualificados, pode criar um ambiente caótico na organização.

2. Escolha o modelo que melhor se adapta ao seu negócio

Não existe o modelo ideal. Não existe o modelo certo. Existe sim o modelo que melhor se adapta ao seu negócio.
Os tipos de estruturas citados anteriormente são as mais difundidas entre as organizações, mas não significa que sua empresa não possa criar e implantar uma estrutura própria.
É importante entender a teoria por trás de todos os modelos de estruturas, mas é natural que definição aconteça colocando as funções em prática.
É importante também que as pessoas não se engessem em torno da estrutura, mas que possam se adaptar ao longo do tempo para melhorar sua produtividade.
Não se trata simplesmente de uma escolha entre opções, mas sim de uma adaptação ao melhor modelo para sua empresa.

3. Faça um organograma

Depois de definir e modelar a estrutura à sua organização, formalize o modelo em um esquema visual que seja facilmente compreendido pelas pessoas da sua empresa.
Ao adotar um organograma, as funções podem ser melhor comunicadas e as pessoas podem visualizar suas posições na estrutura.
O organograma deve ser uma ferramenta de comunicação de responsabilidades.
Espera-se um impacto altamente positivo sobre a produtividade da equipe ao comunicar as expectativas e características de suas funções no organograma.

4. Treine as pessoas para suas funções

De nada adianta definir o modelo de estrutura organizacional e não capacitar as pessoas para suas funções que irão assumir.
Para cada posição do organograma, espera-se uma responsabilidade específica do colaborador.
É papel dos gestores de alta produtividade prover conhecimento e desenvolver habilidades da equipe dentro destas funções definidas.
A capacitação deve envolver todos os pontos críticos assumidos por sua função no organograma, mesclando teoria e prática em uma proporção que torne a rotina do colaborador mais fácil.
Dessa forma, as pessoas podem desenvolver suas habilidades que irão contribuir com os resultados da empresa.

5. Crie um ciclo de comunicação

A comunicação eficiente é um ingrediente diferenciado das organizações de sucesso.
E quanto mais linear for a sua estrutura, mais fácil será a comunicação entre as pessoas e menor a distância de boas tomadas de decisões.
Independente do modelo adotado, a comunicação deve fazer parte da rotina de trabalho da sua organização.
É por meio dela que os colaboradores criam sinergia e trocam informações importantes sobre o crescimento da empresa.
É por meio dela também que abre-se o ciclo de feedback entre diferentes funções da empresa.

6. Foque na produtividade

O objetivo final da sua estrutura organizacional deve ser apenas um: produtividade.
O modelo adotado por sua empresa deve permitir extrair o máximo desempenho de todas as pessoas envolvidas nas funções e departamentos definidos.
O processo principal de criação de valor para o negócio deve ser o foco de todas as outras funções da empresa.
Ao alinhar e criar sinergia em prol dos objetivos globais da organização e criação de valor, as funções oferecem o máximo de produtividade possível.

7. Proporcione entendimento sobre as funções

É de grande importância que todas as pessoas saibam claramente quais são suas responsabilidades na organização.
Mas muito mais do que isso, é importante que saiba também quais as responsabilidades das outras funções da empresa.
Ao fazer com que todas as pessoas entendam as responsabilidades de outros departamentos, existirá uma cultura de sinergia e ajuda mútua entre os colaboradores de diferentes setores, independente do modelo escolhido.
Torne claro para as pessoas que já estão na empresa e atualize sempre que houver mudanças.
Quando um novo colaborador chega na empresa, a verdade é a mesma. Faça-o entender e viver as responsabilidades e dificuldades dos outros setores.
8. Crie padrões de avaliação
Sua estrutura organizacional não será eterna. Não será a primeira e muito menos a última.
Mas para tomar decisões antes de modificar e fazer melhorias em sua estrutura, tenha dados concretos para medir sua eficiência e eficácia.
Alguns padrões de avaliação podem ajudar na hora de decidir se sua estrutura vigente cria valor para sua empresa ou não.
Estes padrões podem ser qualitativos e quantitativos, mas devem ter como objetivo traduzir o desempenho da equipe dentro da estrutura de funções e departamentos.

9. Escute as pessoas

Os padrões citados no item anterior são indispensáveis para medir a eficiência da sua estrutura.
Mas nenhum deles é tão importante quando conversar com as pessoas sobre sua estrutura.
Cada uma delas pode colaborar com alguma ideia ou sugestão sobre seu modelo, trazendo ainda mais produtividade para sua empresa.
É indispensável escutar as pessoas e coletar feedbacks sobre sua percepção em relação aos aspectos intangíveis que os padrões de avaliação não conseguem captar.
Pesquisas formais ou até mesmo conversas de corredores podem contribuir com a melhoria da sua estrutura e tornar ainda melhor o ambiente de trabalho da empresa.

10. Pivote quanto necessário

Mais uma vez vale dizer: sua estrutura não será eterna. Os padrões de avaliação definidos e a conversa com os colaboradores devem mostrar para os gestores a hora de certa de fazer mudanças. Quando esta hora chegar, simplesmente faça.
Empresas que não pivotam na hora necessária, podem perder tempo, recursos e, ainda pior, seus melhores funcionários.
O processo de adaptação é necessário em qualquer segmento e ambiente, e deve ser feito sempre que os indícios apontarem necessidade de mudança.
Entender o conceito e os tipos de estrutura organizacional é um processo crucial no momento de definição para a sua empresa. Estas dicas com certeza tornarão seu trabalho ainda mais fácil.
Lembramos que não existe o modelo certo. Escolha aquele que melhor se adapta ao seu negócio e faça as modificações necessárias.
Por: Renato Mesquita - http://saiadolugar.com.br/

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Geração Y Força Renovação na Gestão de Pessoas

Com nascimento entre 1980 e 1990, a geração Y chega ao mercado de trabalho e com ambições diferentes das de seus pais e avós.
Eles almejam trabalhar em empresas que compartilhem de seus valores e crenças, conforme aponta pesquisa da consultoria Deloitte.
Para atender esta nova força profissional, os Recursos Humanos, que antes era mais uma área burocrática, agora se reinventa para reter os talentos.
“O antigo ‘departamento pessoal’ era um cartório”, diz João Baptista Brandão, professor de liderança e gestão de pessoas da FGV (Fundação Getulio Vargas) em entrevista à Folha de S. Paulo. “A nova geração é questionadora, e isso passou a ser aceito. Hoje, o RH desenha o ambiente da empresa”, afirma.
O maior desafio é manter esse jovem interessado, por isso, vale desenvolver os mais criativos ambientes de trabalho, até métricas de performance que permitam uma ascensão rápida.
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Editoria de Arte/Folhapress
Exemplo disso é a multinacional do setor de bebidas Diageo. Em dias de apresentar resultados, oferece drinks do portfólio da casa em um bar que fica dentro da empresa.
“Porém, o bar está inserido num ambiente de trabalho e só opera em ocasiões especiais”, afirma o diretor de RH João Senise.
Já a norte-americana Staples, que vende materiais de escritório e papelaria, oferece doces nos encontros com o diretor de RH, Alexandre Fleury.
Segundo Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP (Associação Brasileira de Recursos Humanos), só salário não motiva mais a equipe. “Uma empresa se torna desejada por ter políticas que indicam ser possível realizar alguns sonhos ali”, explica.
Outras empresas foram além nessa reformulação.
A Just Digital, companhia de tecnologia, acabou com seu RH e cada área é responsável por sua gestão e contratação. “Os líderes vão nascendo de forma orgânica. Eles se organizam e sempre há um que se destaca”, diz o CEO Rafael Cichini.
“Isso estimula uma maior autonomia do funcionário. Para mim foi muito positivo”, diz o colaborador Daniel Santos.
Já no Grupo Votorantim, eles mantém no radar seus ex-trainees. “Fiquei muito honrado por ser cotado pela empresa após dois anos longe”, conta André Carloni, hoje gerente da área de gestão imobiliária.
Tudo isso é lindo, concorda Brandão, da FGV, mas ressalta que o mais importante de tudo é escutar os pedidos dos funcionários. “Não ter tempo para falar com a equipe é um tiro no pé”, avisa.
Para Andrea Clemente, da Whirlpool, a questão são os gêneros e a diversidade no mercado. “É preciso preparar os líderes para entender como essa representatividade pode contribuir com a empresa”, diz.
Copiado: http://inquietaria.99jobs.com/

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Assedio Sexual Nas Empresas


Tema recorrente nas empresas é a prática, por alguns funcionários, do delito de assédio sexual, capitulado no art. 216-A do Código Penal. 
A pena fixada é de detenção do assediador de um a dois anos.
O assédio sexual consiste na abordagem repetida de uma pessoa a outra, com a pretensão de obter favores sexuais, mediante imposição de vontade. O assédio sexual ofende a honra, a imagem, a dignidade e a intimidade da pessoa.
A Organização Internacional do Trabalho – OIT – definiu o assédio como atos de insinuações, contatos físicos forçados, convites impertinentes, desde que apresentem umas das características a seguir:
  •  a) ser uma condição clara para dar ou manter o emprego; 
  • b) influir nas promoções na carreira do assediado; 
  • c) prejudicar o rendimento profissional, humilhar, insultar ou intimidar a vítima.

Cumpre ressaltar que não é necessário o contato físico para configuração do crime de assédio sexual, pois até mesmo expressões e comentários podem caracterizar o assédio.
As maiores vítimas são as mulheres, mas há também, embora menos frequentes, casos de homens que são assediados por mulheres no ambiente de trabalho e, também, casos de assedio entre pessoas do mesmo sexo.
Quanto às formas de manifestação do assédio, diz-se que pode ocorrer por intimidação (não exige hierarquia, pois a pessoa pode sentir-se tão mal que pede demissão – seria o assédio ambiental) ou por chantagem (no qual é imprescindível que o ofensor seja hierarquicamente superior à vítima).
O que diferencia o assédio sexual das condutas de aproximação de índole afetiva é a ausência de reciprocidade, sendo ato que causa constrangimento à vítima, que se sente ameaçada, agredida, lesada, perturbada, ofendida.
O assédio sexual diferencia-se, também, do assédio moral, pois o assédio sexual tem o objetivo de obtenção de vantagem sexual, enquanto o assédio moral não possui esse caráter sexual.
Ocorrendo o crime de assédio sexual, a vítima deve primeiramente repudiar o ato, junto ao assediador, procurando imediatamente o superior hierárquico, para fazer uma reclamação e requerer providências. Caso isso não resolva, a vítima deverá procurar um advogado para promover a ação penal, pois trata-se de crime de ação penal privada, que se procede mediante queixa-crime, ou seja, a ação não é de iniciativa do Ministério Público, mas da própria vítima. 
Para iniciar a ação penal privada, basta que a vítima tenha provas do assédio. Caso não tenha as provas, a vítima poderá se dirigir à Delegacia de Polícia para solicitar a abertura de Inquérito Policial, para que o crime seja investigado e as provas obtidas, de modo que, posteriormente, possa propor a queixa-crime.
No âmbito do Direito do Trabalho, o assediado sexualmente pode pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho e receber todas as verbas indenizatórias, como se tivesse sido demitido sem justa causa, podendo inclusive levantar o FGTS e receber a multa respectiva. O assediador, por outro lado, poderá ser demitido por justa causa pela empresa.
Por fim, não podemos deixar de mencionar que o assédio sexual traz à vítima o direito de ser indenizada, no âmbito civil, por danos materiais e morais, respondendo não só o assediador como o empregador por tais danos, pois a empresa tem o dever de reprimir essas condutas indesejáveis.
Copiado: http://elisabeteamaro.jusbrasil.com.br/

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

30 Frases Para Você Ler Quando Estiver Pensando Em Desistir

Todo mundo já passou por um momento em que a ideia de desistir ficava martelando insistentemente na cabeça. Dúvidas fazem parte da história de praticamente qualquer pessoa, inclusive algumas das mais bem-sucedidas que conhecemos – e muitas delas têm um pouco a nos ensinar sobre isso.
São frases, pensamentos e algumas ideias quase soltas que nos ensinam porque nós devemos parar de reclamar e aprender a olhar pra frente.
1. “Se você não está disposto a arriscar, esteja disposto a uma vida comum.” – Jim Rohn
2. “Todos os seus sonhos podem se tornar realidade se você tiver coragem para persegui-los.” – Walt Disney
3. “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente. Quem sobrevive é o mais disposto à mudança.” – Charles Darwin
4. “Um homem de sucesso é aquele que cria uma parede com os tijolos que jogaram nele.” – David Brinkley
5. “Há dois tipos de pessoa que vão te dizer que você não pode fazer a diferença neste mundo: as que têm medo de tentar e as que têm medo de que você se dê bem.” – Ray Goforth
6. “O ponto de partida de qualquer conquista é o desejo.” – Napoleon Hill
7. “Todo progresso acontece fora da zona de conforto.” – Michael John Bobak
8. “Daqui a vinte anos, você não terá arrependimento das coisas que fez, mas das que deixou de fazer. Por isso, veleje longe do seu porto seguro. Pegue os ventos. Explore. Sonhe. Descubra.” – Mark Twain
9. “Nosso maior medo não deve ser o fracasso, mas ser bem-sucedidos em algo que não importa.” – Francis Chan
10. “Muitas das falhas da vida ocorrem quando não percebemos o quão próximos estávamos do sucesso na hora em que desistimos.” – Thomas Edison
11. “Coragem é a resistência ao medo, o domínio do medo – não a ausência do medo.” – Mark Twain
12. “Apenas deixe para amanhã o que você está disposto a morrer tendo deixado de fazer.” – Pablo Picasso
13. “Se você quer fazer uma mudança permanente, pare de se focar no tamanho de seus problemas e comece a focar no seu tamanho.” – T. Harv Eker
14. “Se você não tiver seu próprio plano de vida, é provável que caia no plano de alguma outra pessoa. E adivinha o que eles planejaram para você? Não muito.” – Jim Rohn
15. “A vida é uma viagem e se você se apaixona pela jornada, você estará apaixonado para sempre.” – Peter Hagerty
16. “Muito do estresse que as pessoas sentem não vem de ter muito o que fazer. Ele vem de não terminar o que foi começado.” – David Allen
17. “Se você procura sua realização nos outros, você nunca será realizado. Se sua felicidade depende de dinheiro, você nunca será feliz consigo mesmo. Se contente com o que você tem; fique feliz com a maneira como as coisas são. Quando você perceber que não está faltando nada, o mundo pertence a você.” – Lao Tzu
18. “A arte de viver está menos em eliminar nossos problemas do que em crescer com eles.” – Bernard M. Baruch
19. “A felicidade não é uma estação em que você chega, mas uma maneira de viajar.” – Margaret Lee Runbeck
20. “A verdadeira felicidade não é alcançada através da auto-gratificação, mas através da fidelidade a um propósito digno.” – Helen Keller
21. “Todos nós recebemos relatórios de muitas maneiras diferentes, mas a verdadeira emoção do que você está fazendo está em fazê-lo. Não é o que você vai conseguir no final, é realmente em fazer, e amar o que você está fazendo.” – Ralph Lauren
22. “Faça algo que ame e você nunca mais precisará trabalhar na vida.” – Willie Hill
23. “A ansiedade é a vertigem da liberdade.” – Soren Kierkegaard
24. “Faça o que você sempre fez e você terá sempre o mesmo resultado.” – Sue Knight
25. “Nós evitamos as coisas das quais temos medo porque pensamos que haverão consequências desastrosas se as confrontarmos. Mas a verdadeira consequência desastrosa em nossas vidas vem de evitar coisas sobre as quais nós precisamos aprender ou descobrir.” – Shakti Gawain
26. “Muito melhor é arriscar coisas grandiosas para ganhar vitórias gloriosas – mesmo que estampadas pelo fracasso – do que se alinhar com aqueles espíritos pobres que nem aproveitam muito nem sofrem muito, porque vivem em uma penumbra cinzenta que não conhece nem a vitória nem a derrota.” – Theodore Roosevelt
27. “Eu não sei a chave para o sucesso, mas a chave para o fracasso é tentar agradar a todos.” – Bill Cosby
28. “O primeiro passo em direção ao sucesso é dado quando você se recusa a ser um prisioneiro do ambiente em que estava inicialmente.” – Mark Caine
29. “Sempre que você se encontrar ao lado da maioria, é tempo de fazer uma pausa e refletir.” – Mark Twain
30. “Se você ouve uma voz dentro de você dizer ‘você não pode pintar’, então pinte sem dúvida, e essa voz será silenciada.” – Vincent Van Gogh
Copiado: http://www.asomadetodosafetos.com/

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Marketing de Emboscada - O Que É Isso?????

Para alguns este termo pode até ser uma novidade, mas essa malandragem já é muito antiga - o marketing de emboscada é uma estratégia que consiste em tirar proveito publicitário invadindo um evento ou espaço de veículos de comunicação ‘sem amparo contratual’ com os detentores do direito. É comum que em todos os grandes eventos esportivos exista um alerta contra este tipo de “patrocínio pirata”.

Atualmente, nos grandes eventos esportivos, como: Copa do Mundo de Futebol, Jogos Pan Americanos, Campeonatos Mundiais de diversos esportes e Olimpíadas já é praxe que as empresas organizadoras como, por exemplo, a FIFA e o COB fiquem ‘atentas’ e com o seu departamento jurídico de prontidão para combater essa prática. E isso acontece pelo simples fato, só em uma edição de Copa do Mundo, por exemplo, chega-se a comercializar mais de 700 milhões de dólares em cotas de patrocínios. 

   Os personagens centrais estão divididos desta forma: de um lado estão às marcas, que pagam dezenas ou centenas de milhões de reais/dólares para patrocinar grandes torneios esportivos e, do outro lado estão às empresas que tentam chamar atenção desembolsando muito menos do que as patrocinadoras oficiais. 
É fato que a prática do marketing de emboscada é muito comum em competições, só entre os anos de 2010 e 2014, a FIFA notificou mais de 450 casos brasileiros de emboscada relacionados à Copa do Mundo 2014. De acordo com informações da organização à EXAME.com, algumas empresas infratoras foram punidas com multas, porém a FIFA não revelou os valores ou a natureza dos casos. 
Talvez muitos não saibam, mas o COI (Comitê Olímpico Internacional) tentou impedir o jogador Neymar de usar a faixa que trazia escrita a palavra JESUS durante a sua premiação nas Olimpíadas do Rio de 2016 – isso em razão do regulamento do COI tentar impedir a manifestação de cunho religioso, comercial e político nos eventos organizados pela entidade. Porém, neste caso as autoridades entenderam que se tratou somente de um “deslize pessoal” do jogador Neymar, então este fato não ocasionou nenhuma punição ao conjunto brasileiro. O COI adotou apenas uma “postura educativa“, chamando a atenção para que se evitem gestos semelhantes no futuro.
  • Alguns exemplos do Marketing de Emboscada
   Tênis de ouro
Aconteceu nas Olimpíadas de 1996, que foram memoráveis para a Nike. O velocista americano Michael Johnson quebrou um recorde mundial cruzando a linha de chegada com um belo par de Nikes dourados. Mais tarde, ele foi capa da revista Time com os tênis envoltos no pescoço, junto com suas duas medalhas de ouro. Uma visibilidade e tanto, para a tristeza da Reebok, que pagou 20 milhões de dólares para ser patrocinadora oficial dos Jogos. 

                                          Comemoração nº. 1
Quem não se lembra daquela inocente comemoração de gol com o dedo indicador erguido, comemoração essa muito comum entre jogadores da seleção brasileira e que acabou ganhando a fama por não ser um ato tão espontâneo assim – isso surgiu no ano de 1994 quando o jogador Romário era garoto-propaganda da campanha “Número 1” da marca de cervejas Brahma. E mais tarde esse gesto acabou entrando no repertório das comemorações de Gol das Copas do Mundo de Futebol, como mostra a foto de Ronaldo em 2002.
                               Cueca acidental
Quem nunca viu algum jogador de futebol deixar aparecer à cueca, como no caso do Neymar, quando ele repetiu insistentemente o ato de levantar a camisa e deixar a sua cueca à mostra, num jogo entre Barcelona e Atlético de Madrid, esse ato chegou a ser mais comentado e discutido do que a atuação desse jogador em campo – depois a empresa Lupo, patrocinadora oficial do jogador, negou publicamente que a tal exposição tenha sido planejada.

Fones de Ouvidos
É fato que desde o ano de 2010 as empresas que produzem fones de ouvido premium, que custam mais de R$ 1 mil, expõem seus materiais quando os jogadores passam pela imprensa nas chamadas zonas mistas dos estádios. Alguns ganham para isso. Na seleção, por exemplo, Neymar tem contrato com a Monster, produtora do modelo Beats by Dr. Dre. Thiago Silva, por sua vez, é patrocinado pela Skullcandy.
Copiado:  http://administracaonoblog.blogspot.com.br/   

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

11 Erros Fatais Que Fariam Dilma Ser Demitida de Qualquer Empresa Séria no Mundo

Dilma Rousseff sobreviveria ao mercado corporativo apenas sendo... Dilma Rousseff? A resposta é: jamais
Demitir um CEO parece improvável, mas acontece com mais frequência do que supõe nossa vã filosofia de rede social. CEOs ou presidentes, o topo da cadeia – ou da cadeira – sofrem, sim, sanções pesadas por terem a língua solta demais, serem arrogantes demais, tranquilos demais ou até ousados demais.
Neste milênio mesmo, vieram à tona casos bizarros de demissão, como a do CEO histórico do Yahoo!, Scott Thompson, acusado de maquiar o próprio currículo com uma faculdade de Ciências da Computação quando, na verdade, só tinha um curso de contabilidade. 
O desligamento de Andrew Mason, fundador e CEO do Groupon, foi ainda mais estranho: saiu por excesso de otimismo – ele acreditava tanto na plataforma do Groupon, que ignorava a queda do número de cupons vendidos. 
Já a demissão do CEO da HP, Mark Hurd, teve ares cinematográficos: Jodie Fisher, ex-atriz de filmes eróticos nos anos 1990, foi o pivô de um escândalo de assédio sexual e falsificação de relatórios de despesas por parte dele.
Estar no topo da cadeia não é fácil e isso só explica os altos salários e benefícios compatíveis com tantas responsabilidades. Cabe ao presidente, líder ou CEO colocar todos acomodados confortavelmente em seus assentos e pilotar esse Boeing sem solavancos e acima de nuvens e tempestades.
E se?
Governo não é empresa e o Brasil não é a Coca-Cola, Ambev ou Johnson & Johnson. Mesmo assim, muitos governantes valem-se de sua “experiência de mercado” na hora de se candidatar a esse ou aquele cargo.
E se o exercício fosse o contrário? Se o governante se candidatasse ao cargo de CEO de uma grande empresa, seus skills e estilo de liderança fariam a diferença? E se esse governante em questão fosse Dilma Rousseff, presidente cujo destino político será traçado nessa semana pelo Senado federal?
Sobreviveria ela ao mercado corporativo apenas sendo... ela mesma?                    A resposta é não. A presidente da República, eleita em 2010 e reeleita em 2014, peca em 11 posturas essenciais que, juntas ou em separado, jamais seriam toleradas em nenhuma organização séria do Brasil ou do mundo. A elas:
1. Não delegar - Marca dos dois governos Dilma Rousseff, a centralização de poder não apenas afastou a presidente de ministros e aliados, como a isolou em momentos-chave de sua caminhada no Palácio do Planalto, fosse em votações importantes no Congresso, nas disputas com a oposição e, na reta final de seu segundo mandato, durante os pedidos de apoio dentro e fora do PT.
2. Não dialogar - Dilma sempre deixou claro sua abordagem top-down, isto é, de cima para baixo, no pior estilo “eu mando, vocês obedecem”. Um estilo de liderança ultrapassado, isolacionista e comprovadamente ineficaz. Além disso, vai de encontro ao ideal de diálogo democrático pregado por ela. A presidente ignorou parlamentares pró e contra o governo e todos aqueles se se mostravam contra sua gestão. Chegou ao cúmulo de isolar (com grades) os opositores em comícios e contar com barulhentas claques para seus discursos e inaugurações.  
3. Não admitir erros - Demorou alguns anos para ver a presidente reconhecer alguma falha em seus fraquíssimos governos. Quando o fez, e dá para contar esses episódios nos dedos de uma mão, as lambanças creditadas à “contabilidade criativa” e dezenas de benesses a correligionários nunca vieram acompanhadas de um pedido sincero de desculpas. Nenhum ao menos que convencesse a população. Será lembrada por não saber ganhar sem tripudiar nem saber perder. 
4. Descumprir promessas públicas - Apenas para citar duas delas: a volta da CPMF e o aumento descontrolado da tarifa de energia elétrica. Menos de um ano depois de ser reeleita, Dilma acenou com a volta de um imposto detestado pelos brasileiros. E até com possíveis outros impostos – algo amplamente combatido por ela em seus discursos pró-reeleição de 2013 e 2014. A decepção generalizada também ficou evidente durante o aumento vertiginoso da conta de luz – que baixou meses antes, pré-eleição – para depois ressurgir cara como nunca. 
5. Expor-se voluntariamente ao ridículo - Por que seguir roteiros? Para quê ouvir assessores? São tantos os exemplos de discursos disconexos, respostas atravessadas a jornalistas, fotos sem contexto e outros comportamentos bizarros, que não caberiam nesse texto. Mas fiquemos com uma frase, apenas: “Temos a mandioca e aqui nós estamos e, certamente, nós teremos uma série de outros produtos que foram essenciais para o desenvolvimento de toda a civilização humana ao longo dos séculos. Então, aqui, hoje, eu tô saudando a mandioca, uma das maiores conquistas do Brasil”.
6. Faltar com transparência - Controladora, centralizadora e pouco afeita a ser contrariada, Dilma sempre alegou que a incompetência administrativa, corrupção e a formação e organização criminosa em tantos setores ocorreram sob seu nariz sem que ela jamais se desse conta. Quando identificou, bilhões e bilhões de reais desviados depois, perseguiu os envolvidos – ou quase isso. Pergunta: teria sido Dilma, a primeira presidente mulher do Brasil, mãe do PAC, brava lutadora contra a ditadura, enganada por tantos e por tanto tempo? Para refletir.
7. Faltar com ética - Dilma é produto de Lula e, apesar do discurso contrário, ela nunca negou nem escondeu isso. Reuniões secretas e, com o tempo, escancaradas, foram realizadas para salvaguardar o pouco crédito que ainda restava à presidente no primeiro e segundo mandatos. Quando, a pedido do juiz paranaense Sergio Moro, Lula foi levado para depor coercitivamente, em março, após suspeita de envolvimento em crimes da Operação Lava Jato, Dilma não só foi a São Bernardo prestar solidariedade (??), como ainda o reconduziu à Casa Civil. A manobra quase circense, negada pela Justiça, custou caro aos dois.
8. Tomar decisões equivocadas em série - A condução equivocada da política econômica brasileira já havia sido evidenciada no primeiro mandato pelo empresariado – uma classe que, incrivelmente, não era considerada por Dilma. E mesmo com as portas fechadas para o comércio exterior, a perda de graus de investimento sucessivas, a indústria nacional ruindo e todas as tendências econômicas em queda, Dilma preferiu seguir culpando, literalmente, o mundo. Quando acordou para a realidade, sem apoio algum, era tarde.
9.  Comunicar-se mal e menosprezar as vozes contrárias - Dilma será lembrada como uma oradora ruim. Mais ainda: uma oradora ruim e prepotente. Desprezava opositores, em vez de combate-los com argumentos, e rebatia críticas com ironias e frases grosseiras. Também foram necessárias algumas manifestações, black blocs e panelaços para que ela se posicionasse ante a voz das ruas. No início, a presidente simplesmente ignorou os protestos. Em junho de 2013, ainda em seu primeiro mandato, limitou-se a enviar ministros como mensageiros para acalmar os ânimos e a imprensa, em vez de assumir aquilo para que foi eleita: as rédeas da nação. A Dilma forte, que pegou em armas para encarar os militares na ditadura, estava acuada, para decepção inclusive dos eleitores dela. Postura semelhante aos últimos meses, quando elegeu o advogado José Eduardo Martins Cardozo como sua segunda voz.
10. Escolher os inimigos errados - A última briga de Dilma foi também aquela que sepultou o seu mandato. A pá de cal foi justamente contra uma das biografias mais sujas da política nacional: Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ao se posicionar contra a candidatura de Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados, em fevereiro do ano passado, Dilma assumiu um embate mortal, afinal, ele era estratégico no encaminhamento das pautas do governo federal no Congresso. O peemedebista anunciou o rompimento com o governo, contaminou a base, aliou-se ao vice Michel Temer – velha raposa do Congresso, um verdadeiro animal político – e, como estamos acompanhando, o resto é história viva – gostemos ou não.
11. Mentir - Não foi apenas a contabilidade destrutiva e as fraudes fiscais que pairam sobre a figura da presidente. Basta dar um rasante pela imprensa para verificar que as acusações contra ela, baseadas em fatos e datas, estão na boca de jornalistas, delatores e até, pasme, do mentor maior Luiz Inácio Lula da Silva. 
A herança dos anos Dilma, em números
  • Quando Dilma Rousseff tomou posse, em janeiro de 2011, o Brasil crescia 7,5%, a maior taxa desde 1986. 
  • Passados cinco anos, o País amarga queda de 3,8% no PIB, contas públicas deterioradas, desemprego em 8,5% (já são 11,5 milhões de desocupados) e uma inflação de dois dígitos, que penaliza os mais pobres.
  • O governo caminha oficialmente para fechar 2016 com o terceiro rombo anual seguido em suas contas e um deficit primário recorde, de R$ 170,5 bilhões. 
  • As expectativas indicam que, no final deste ano, a economia terá encolhido quase 8% desde 2014. A última vez que isso aconteceu foi em 1931, em meio à Grande Depressão. A dívida pública pode chegar a 80% do PIB em 2018.

E você, contrataria Dilma Rousseff para comandar a sua empresa?
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