quarta-feira, 21 de março de 2012

O que é Síndrome de Down?

A síndrome de Down é uma doença genética em que uma pessoa tem 47 cromossomos em vez dos 46 normais. Sinônimos: Trissomia do 21
Causas: Na maioria dos casos, a síndrome de Down ocorre quando há uma cópia adicional do cromossomo 21. Essa forma de síndrome de Down é chamada de Trissomia do 21. O cromossomo extra causa problemas na forma com que o corpo e o cérebro se desenvolvem. A síndrome de Down é a causa mais comum de problemas de nascença em humanos.
Exames: O médico normalmente pode fazer um diagnóstico inicial da síndrome de Down no nascimento com base na aparência do bebê. O médico pode ouvir um sopro cardíaco ao escutar o peito do bebê com o estetoscópio. Pode ser feito um exame de sangue para verificar a presença do cromossomo extra e confirmar o diagnóstico. Consulte: Análises de cromossomos Outros exames que podem ser feitos incluem: ·   Ecocardiograma para verificar se há problemas cardíacos (normalmente feito logo após o nascimento)   ·      ECG ·         raios X do tórax e do trato gastrointestinal 
As pessoas com síndrome de Down devem ser examinadas cuidadosamente em busca de determinadas doenças. Devem ser feitos: ·         Exame oftalmológico todos os anos durante a infância ·         Testes de audição a cada 6 - 12 meses, dependendo da idade ·         Exames dentários a cada 6 meses ·         raios X da coluna superior ou cervical entre as idades de 3 a 5 anos ·         Exame de Papanicolau e exames pélvicos a partir da puberdade ou a partir dos 21 anos ·         Teste de tireoide a cada 12 meses
Sintomas de Síndrome de Down: Os sintomas da síndrome de Down variam de pessoa para pessoa e podem ser de leves a graves. No entanto, as crianças com síndrome de Down têm uma aparência amplamente conhecida. A cabeça pode ser menor do que o normal e com formato diferente. Por exemplo, a cabeça pode ser redonda com uma área achatada na parte de trás. O canto interno dos olhos pode ficar arredondado em vez de pontudo.
Os sinais físicos comuns incluem: ·         Tônus muscular reduzido no nascimento ·         Excesso de pele na nuca ·         Nariz achatado ·         Articulações separadas entre os ossos do crânio (suturas) ·         Uma única dobra na palma da mão ·         Orelhas pequenas ·         Boca pequena ·         Olhos inclinados para cima ·         Mãos largas e pequenas com dedos curtos ·         Pontos brancos na parte colorida dos olhos (manchas de Brushfield)
 O desenvolvimento físico muitas vezes é mais lento do que o normal. A maioria das crianças com síndrome de Down nunca atinge a altura média da idade adulta. As crianças também podem ter atraso no desenvolvimento mental e social. 
Problemas comuns podem incluir: ·         Comportamento impulsivo ·         Capacidade de discernimento diminuída ·         Pouca capacidade de atenção ·         Aprendizado lento
Conforme as crianças com síndrome de Down crescem e se tornam conscientes de suas limitações, elas também podem sentir frustração e raiva.
Muitos problemas de saúde diferentes são encontrados em pessoas com a síndrome de Down, como: ·         Problemas de nascença no coração, como defeito do septo atrial ou defeito do septo ventricular ·         Ademência pode ser evidente ·         Problemas nos olhos, como cataratas (a maioria das crianças com síndrome de Down precisa usar óculos) ·         Vômitos precoces intensos, que podem ser um sinal de obstrução gastrointestinal, como atresia esofágica e atresia intestinal ·         Problemas de audição, provavelmente causados por infecções de ouvido recorrentes ·         Problemas nos quadris e risco de deslocamento ·         Problemas de constipação a longo prazo (crônica) ·    Apneia do sono(porque a boca, a garganta e as vias respiratórias são mais estreitas nas crianças com síndrome de Down) ·         Dentes que aparecem mais tarde do que o normal e em um local que pode causar problemas na mastigação ·         Tireoide inativa (hipotireoidismo)
Buscando ajuda médica
O médico deve ser consultado para determinar se a criança precisa de educação e treinamento especiais. É importante para a criança fazer checkups regulares com o médico.
Tratamento de Síndrome de Down
Não há um tratamento específico para a síndrome de Down. Uma criança nascida com obstrução gastrointestinal pode precisar de uma cirurgia complexa imediatamente após o nascimento. Determinados problemas cardíacos também podem precisar de cirurgia. Ao amamentar, o bebê deve estar bem apoiado e completamente acordado. O bebê poderá babar devido a deficiências no controle da língua. No entanto, muitos bebês com síndrome de Down podem ser amamentados com êxito. A obesidade pode ser um problema para crianças e adultos. É importante realizar muitas atividades e evitar alimentos muito calóricos. Antes de começar a praticar esportes, o pescoço e os quadris da criança devem ser examinados. O treinamento comportamental pode ajudar as pessoas com síndrome de Down e suas famílias a lidar com a frustração, a raiva e o comportamento compulsivo que ocorrem frequentemente. Os pais e cuidadores devem aprender a ajudar a pessoa com síndrome de Down a lidar com a frustração. Ao mesmo tempo, é importante incentivar a independência. As mulheres e as adolescentes com síndrome de Down normalmente podem engravidar. Há um maior risco de abuso sexual e outros tipos de abuso tanto em homens quanto em mulheres. É importante para as pessoas com síndrome de Down: ·         Aprender sobre gravidez e tomar as precauções adequadas ·         Aprender a defender-se em situações difíceis ·         Estar em um ambiente seguro

Se a pessoa tiver algum problema cardíaco, pergunte ao médico sobre a necessidade de antibióticos para evitar infecções cardíacas chamadas endocardites. São oferecidos educação e treinamento especiais na maioria das comunidades para crianças com atrasos no desenvolvimento mental. A fonoaudiologia pode ajudar a melhorar as habilidades de linguagem. A fisioterapia pode ensinar habilidades motoras. A terapia ocupacional pode ajudar com a alimentação e a realização de tarefas. Um profissional especializado na saúde mental pode ajudar os pais e a criança a lidar com problemas de humor ou de comportamento. Na maioria das vezes, são necessários educadores especiais.
Expectativas
As pessoas com síndrome de Down estão vivendo mais do que nunca. Mesmo que muitas crianças tenham limitações físicas e mentais, elas podem ter vidas independentes e produtivas na idade adulta. Aproximadamente, metade das crianças com síndrome de Down nascem com problemas cardíacos, inclusive defeitos do septo atrial, do septo ventricular e do coxim endocárdico. Problemas cardíacos graves podem levar à morte prematura.Pessoas com síndrome de Down têm maior risco de desenvolver certos tipos de leucemia, o que também pode causar a morte prematura. O nível de retardo mental varia de paciente a paciente, mas normalmente é moderado. Adultos com a síndrome de Down têm maior risco de demência.
Complicações possíveis: ·         Obstrução das vias respiratórias durante o sono ·         Trauma por compressão da medula espinhal ·         Endocardite ·         Problemas oculares ·         Frequentes infecções auditivas e maior risco de outras infecções ·         Perda da audição ·         Problemas cardíacos ·         Obstrução gastrointestinal ·         Fraqueza dos ossos da parte superior do pescoço

Prevenção

Os especialistas recomendam o aconselhamento genético para pessoas com histórico familiar de síndrome de Down que desejam ter um bebê. O risco de uma mulher ter um filho com síndrome de Down aumenta com a idade. O risco é significativamente mais alto em mulheres com mais de 35 anos. Os casais que já têm um bebê com síndrome de Down têm maior risco de ter outro filho com o problema.Exames como a ultrassonografia da translucência nucal, a amniocentese e amostras de vilosidades coriônicas podem ser feitos no feto durante os primeiros meses de gravidez para verificar se há síndrome de Down. O Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas recomenda oferecer testes de verificação de síndrome de Down a todas as mulheres grávidas, independentemente da idade.

terça-feira, 20 de março de 2012

Carência de lideres no sec XXI


A obtenção do sucesso depende do uso inteligente dos talentos, boa formação profissional, esforço individual, dedicação e foco em resultados , enfim todas as características que um Líder deve fomentar , mas infelizmente a verdadeira liderança é uma exceção , o que temos na realidade no nosso dia a dia são muitos chefes , e estes somente ajudam a acelerar conflitos.


As empresas buscam talentos que sejam inovadores , prò-ativos , resilientes , assertivos , auto motivados , cooperativos , dinâmicos , eficientes , empreendedores , flexíveis , leais , organizados , perseverantes , responsáveis , sinceros, tolerantes , versáteis e etcs....
Alem disso temos um pouco de dificuldade em encontrar seres humanos assim , quando os encontramos criamos um problema , pois geramos um desconforto na empresa já que este irá questionar valores e crenças e seu superior ,na maioria das vezes,  não está preparado para enfrentar tais argumentos e o conflito se instala.
Atualmente o maior problema nas empresas está relacionado à gestão de pessoas . Segundo o INSEAD (European Institute of Business Administration), instituto suíço especializado na formação de executivos, publicou recente pesquisa que demonstra como a questão cultural influencia a forma como as pessoas lidam com o conflito.
Entre 2002 e 2004, o pesquisador André Laurent entrevistou cerca de 2500 executivos na Europa e nos Estados Unidos, concluindo que apenas 6% destes profissionais americanos consideram o conflito como um problema a ser resolvido. Ou seja, há uma certa homogeneização no comportamento dentro das empresas americanas. Na Suécia, o percentual cai para 4%, mas aumenta para 13% no Reino Unido e 16% na Alemanha.
Curiosamente no Brasil, esse quadro é absolutamente diferente. Segundo a Fundação Dom Cabral, instituição brasileira que atua em consultoria empresarial de alto nível, o índice de preocupação dos executivos com o conflito no ambiente de trabalho chega a 50%, o que parece demonstrar que nossa cultura empresarial "privilegia" as situações conflitantes no dia-a-dia das relações profissionais. 
Isto ocorre devido á um enraizado sistema de motivação pelo medo que ainda impera nas empresas latinas em geral , devido á um uso errático das teorias de Burrhus Frederic Skinner , eminente psicólogo contemporâneo que lecionou nas Universidades de Harvard, Indiana e Minnesota. Em 1932 ele inventou a Caixa de Skinner , um aparelho que depois de passar por modificações é hoje muito conhecido e utilizado nos laboratórios de psicologia , influenciado pelos trabalhos de Pavlov e Watson, Skinner passou a estudar o comportamento operante que se baseia no ensino ou comando por recompensas e punições .
E isso rapidamente migrou para as empresas e algumas delas ainda são influenciadas inconscientemente por essas teorias . Observe as regras dos seus prêmios de superação , se não são sustentados por recompensas e punições , como na Caixa de Skinner se o camundongo errar a alavanca alem de não receber nenhum alimento ainda toma um choque elétrico , igual a você no final do ano , alem de não receber o bônus ainda é repreendido pelo seu superior.
Segundo Wagner Dias, consultor especialista em inteligência emocional, aprendizagem acelerada e relacionamento interpessoal muitos líderes, gerentes e diretores ainda o medo como fator de motivação , ameaçam seus colaboradores dizendo que caso não façam o que deve ser feito, possivelmente não terão o emprego garantido e, com isso, os colaboradores acabam fazendo apenas e estritamente o que lhes foi mandado, sem questionar e muito menos inovar.
Wagner conta que um dos seus maiores clientes adota a seguinte política: se o gerente não cumprir a meta estabelecida por três meses consecutivos ele é demitido. Imagine, então, como é o clima dentro dessa empresa.
Quem perde com isso são as próprias empresas , que ainda engatinham na área de gestão de pessoas e acreditam que bastam recrutarem talentos no mercado para obterem sucesso , sem repensarem sua filosofia de desenvolvimento sustentável de talentos , estas estarão apenas deixando de ganhar e com isso diminuindo o seu faturamento , por conseguinte sua rentabilidade.
Temos que nos lembrar que uma empresa é formada por pessoas e se estas não evoluírem a empresa também não irá evoluir , precisamos proporcionar o desenvolvimento do individuo , do ser humano ,para isso necessitamos conhece-los , temos que praticar a sabedoria , essa sim uma característica fundamental no Líder do Séc XXI.

Carta à Sra. Presidenta da República

Excelentíssima  Sra. Presidente da República Federativa do  Brasil, 

Manifesto meu total apoio ao seu esforço de modernização do nosso país. 
Como cidadão comum não tenho muito mais a oferecer além do meu trabalho, mas já que o tema da moda é Reforma Tributária, percebi que posso definitivamente contribuir mais. 
Vou explicar:  
Na atual legislação, pago na fonte 27,5% do meu salário. 
Como pode ver, sou um brasileiro afortunado. Sou obrigado a concordar que é pouco dinheiro para o governo fazer tudo aquilo que promete ao cidadão em tempo de campanha eleitoral. 
Mesmo juntando ao valor pago por dezenas de milhões de assalariados! 
Minha sugestão é invertermos os percentuais: 

A partir do próximo mês autorizo o Governo a ficar com 72,5% do meu 
salário.
Portanto, eu receberia mensalmente apenas 27,5% do resultado do meu 
Trabalho mensal. 
Funcionaria assim: 
Eu fico com 27,5% limpinhos, sem qualquer ônus.

O Governo fica com 72,5% e leva as contas de:  
-Moradia;
-Condomínio (se necessário);
-Escola;
-Convênio médico (saúde); 
-Despesas com dentista (saúde);  

-Remédios (saúde);  

-Material escolar;

 -Água; 

-Luz;  

-Telefone;

-Feira;  
-Gasolina;
-Transporte Escolar ou Coletivo, como preferir  
-Vestuário;  

-Lazer;

-Segurança Pública;
-Pedágios;  
-Cultura;  

-CPMF;  

-IPVA;  

-IPTU;  

-ISS;  

-ICMS; 

-IPI;  

-PIS;  

-COFINS;  
-Previdência privada e qualquer taxa extra que, por ventura, seja repentinamente criada por qualquer dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. 

Um abraço Sra. Presidente e muito boa sorte, do fundo do meu coração! 
Ass.: Um trabalhador que já não mais sabe o que   fazer para conseguir sobreviver com dignidade. 
P.S.: Podemos até negociar o percentual! 

Agora vejam só a farra do Congresso Nacional: 
Salário:....................................................................R$ 12mil;  
Auxílio-moradia.......................................................R$ 3 mil;  
Verba para despesas "comprovadas"...................R$ 7 mil;  
Verba para assessores..........................................R$ 3,8 mil;  
Para 'trabalharem' no recesso.............................R$ 25,4 mil;
Verba de gabinete mensal.....................................R$ 35 mil e mais  Transporte: Passagens aéreas de ida e volta a Brasília/mês;  
Direito a "contratar" 20 servidores para seu gabinete;  
13º e 14º salários, no fim e no início de cada ano legislativo; e 90 dias de férias anuais e folga remunerada de 30 dias.  
ISSO PARA CADA UM DOS 514 DEPUTADOS! 
Esse dinheiro sai dos cofres públicos, ou seja, do nosso bolso! 
Mostre sua indignação e envie este texto a todos os seus amigos e conhecidos para que protestem junto aos deputados federais e senadores. 
TENHA SANTA PACIÊNCIA! 
PROTESTE!
Reproduzido: araildescoimbra@hotmail.com

segunda-feira, 19 de março de 2012

Turn Over - Entrevista de desligamento, uma ferramenta valiosa


Devido a minha experiência de 15anos à frente de centrais de relacionamento com o cliente, vou restringir esta abordagem sob a ótica de um segmento que deve sua razão de existência, seja por lucratividade ou qualidade no serviço prestado, ao sucesso das ações implantadas como conseqüência de processos bem conduzidos de entrevista de desligamento.

Tratar o turn over com displicência pode custar muito, muito caro.   Recomendo a leitura do artigo “Turn Over – Quanto custa ter uma rotatividade de 5%?”.   As conclusões são estarrecedoras!   Se a análise das entrevistas de desligamento permitir a redução de qualquer décimo no turn over, tenho certeza que todos os gastos relacionados e as conseqüências na qualidade do serviço prestado por esta central de atendimento, serão recursos muito bem investidos.


Quando se pretende avaliar o turn over de uma central de relacionamento com o cliente, a entrevista de desligamento torna-se um recurso indispensável para que a empresa possa entender como uma determinada área de seu todo está se relacionando com seus colaboradores e principalmente, como está utilizando os recursos humanos para atingir resultados.  Em minha opinião, a entrevista de desligamento é mais importante que a entrevista de seleção!

O processo deve ser conduzido idealmente pelo superior imediato, com o suporte e acompanhamento de um profissional habilitado para garantir a neutralidade e o distanciamento necessários, dada a existência de um fluxo de diversas emoções, isto é, sempre em dupla quando efetuado pessoalmente.   Naturalmente, a entrevista de desligamento deve acontecer com o consentimento prévio do ex-colaborador para evitar a falta de sinceridade nas respostas e em até uma semana após a sua saída.  Já presenciei vários processos feitos por telefone com excelentes resultados, pois amenizam o constrangimento do processo e é um processo que deve ser muito bem estudada quanto as suas vantagens, tanto no que se refere aos custos, aos resultados e à neutralidade.

Os critérios ou pré requisitos para se realizar uma entrevista de desligamento só têm sentido se a prática de dar e pedir feedback se constituir em um valor para a empresa.  Daí o cuidado de separar os valores da empresa com aqueles que estão sendo praticados na sub-operação. Esses dados deverão ser sigilosos e principalmente analisados com neutralidade e deve ser estruturada de forma padronizada, para permitir a análise dos dados sob várias óticas.

Os assuntos que devem ser abordados numa entrevista de desligamento devem ser estudados para permitir uma análise cuidadosa da visão de plano de carreira, contemplar o ciclo de evolução, estabilização e o declínio do desempenho do profissional.   Analisar esta curva é fator preponderante para entender a qualidade final do serviço prestado ao consumidor, considerando os consumidores que serão atendidos por estes profissionais na central de relaciomanento e de dar importante subsídio do momento mais adequado para um trabalho mais focado, considerando a extrapolação destes dados individuais ao tempo médio de atividade dos demais profissionais de uma sub-operação analisada.

Deve, ainda, ser feita uma análise dos fatores que impedem ou dificultaram o desenvolvimento do profissional; como estão sendo tratados; a natureza e a qualidade das relações com a liderança direta, os pares e os possíveis subordinados; da percepção das operações e dos processos da área em que atuava; do papel da área de Recursos Humanos com relação ao tratamento das pessoas e como dissemos, da qualidade do serviço prestado ao consumidor.

Gostaria de enfatizar que a entrevista de desligamento só tem sentido quando conduzida por profissionais que prezam a prática do feedback e uma relação de confiança e respeito.  Algumas organizações podem resistir em utilizar esta prática porque não têm profissionais habilitado para realizá-la ou analisar seus resultados e o que ocorre é que não se consegue extrair resultados que possam contribuir para o melhor desempenho, tanto na redução dos custos de turn over, quanto na melhoria da qualidade do serviço. Outro fator de resistência consiste na desvalorização, por parte dos gestores em geral, dos dados fornecidos pela entrevista de desligamento e no receio de que eles denunciem deficiências que tentam desconsiderar.

Autor: Eduardo Varela 

domingo, 18 de março de 2012

JORGENCA - Blog Administração: Zona de Conforto X Proatividade

JORGENCA - Blog Administração: Zona de Conforto X Proatividade: Para correr riscos, basta estar vivo . Esta frase, na verdade, trata das situações a que somos submetidos involuntariamente, como os risco...

Zona de Conforto X Proatividade

Para correr riscos, basta estar vivo. Esta frase, na verdade, trata das situações a que somos submetidos involuntariamente, como os riscos naturais do relacionamento com a sociedade e com o ambiente em que vivemos. Por outro lado, temos aqueles casos de certa forma controláveis, que permeiam nossa vida desde os primeiros anos e nos quais podemos influenciar ativamente. 

A capacidade de fazer escolhas ou tomar decisões é um grande instrumento que possuímos e que pode ser usado para moldar o nosso futuro, mas a própria trajetória da vida, marcada por desilusões, frustrações e derrotas, pode inibir nossas atitudes e quando percebemos em um dado momento que alcançamos uma certa estabilidade, fechamos as janelas para novas visões do mundo, para as inovações. 
No entanto, “quem não tem audácia e disciplina pode alimentar grandes sonhos, mas eles serão enterrados nos solos da sua timidez e nos destroços das suas preocupações. Estará sempre em desvantagem competitiva” (Augusto Cury, 2004).

 “É necessário estarmos prontos para correr riscos, o que muita gente não quer porque isso implica na saída da zona de conforto. Infelizmente, ficar na zona de conforto é o grande mal do ser humano, pois, apesar de ser a sensação mais gostosa e aparentemente segura, contribui para a estagnação, impedindo o nosso crescimento, tornando-nos vulneráveis às adversidades do dia-a-dia” (Antonio Braga, 2007).
O que alguns chamam de conformismo, na psicologia é denominado Psicoadaptação, fenômeno que se estabelece quando o indivíduo se psicoadapta a ambientes, objetos ou situações, o que gera sentimentos de frustração e desmotivação. Na sua forma positiva, este fenômeno resulta na busca do novo, na criatividade, quebra de paradigmas, etc.

Nas empresas, as mudanças sempre provocam reações das mais variadas. Na maioria das vezes são vistas com desconfiança, insegurança e até mesmo medo, principalmente pelos subordinados. “A maioria das pessoas em um grupo sempre procura manter o status quo. Sempre tentam deixar a situação como está, mesmo que esteja ruim. Mudanças nunca são muito bem-vindas, mesmo quando é para melhor” (Conrado Vaz, 2007). 

Algumas ações precipitadas podem ser prejudiciais, não se deve deixar de ponderar, em qualquer situação, analisar os prós e os contras. No entanto, é importante que tenhamos atitude para assumirmos as rédeas de nossas vidas de forma efetiva.
Os ambientes acadêmico e profissional oferecem boas oportunidades para sairmos da estagnação, seja nos trabalhos em grupo, na participação em projetos ou nos debates em sala de aula e reuniões.

Tudo à nossa volta se encontra em mutação constante. É preciso observar as mudanças, ter consciência desta necessidade para não sermos sufocados pelas novidades ou pelos concorrentes, os quais podemos observar onde quer que estejamos.

“As escolhas de hoje são fundamentais para a construção saudável da nossa vida. Percebemos isso claramente no nosso dia a dia, seja no campo pessoal, seja no campo profissional” (Fernando Viana, 2005).

Vamos sair da zona de conforto, sejamos proativos. O mundo é feito de idéias e está de braços abertos para nós, cada um com a sua parcela.

sábado, 17 de março de 2012

A Empresa sem Cerébro

A velocidade do desenvolvimento tecnológico e o crescimento do comércio global significam que o ambiente de negócios atual está se transformando mais rapidamente do que nunca antes.

Os executivos não podem mais se dar ao luxo de depender do instinto ou da intuição quando tomam decisões estratégicas em seus negócios.


.Em muitas indústrias, a conseqüência de tomar uma decisão, pode ser levar a empresa à falência.

Pesquisas mostram que a inteligência competitiva aumenta o “nível de conforto” do planejamento estratégico da direção da empresa.

Existe uma relação direta entre erros empresariais e erros de uma boa compreensão do ambiente competitivo (o que inclui o mercado e seus elementos).

Em grande parte, a falta de compreensão do mercado e de seus elementos acontece apenas porque as empresas são, muitas vezes, levadas a tomar decisões sem as melhores informações disponíveis.



Decidir continua a ser um grande desafio.
Como garantir que os tomadores de decisão tenham as informações necessárias, com acuidade, precisão e confiabilidades necessárias, no momento certo? 
É impossível deixar de sentir uma certa simpatia pelos executivos que precisam tomar decisões sem os insumos necessários, especialmente quando se levam em consideração as grandes e graves conseqüências para suas carreiras e a sua empresa.


O mais grave deste tipo de situação, é que as informações necessárias (informações mercadológicas) podem ser obtidas por meios éticos e legais.

Informações (mercadológicas, estratégicas, sobre novos concorrentes, sobre os atuais concorrentes, sobre fornecedores, sobre produtos ou serviços substitutos) – processadas, verificadas, precisas, conclusivas – são necessárias para qualquer executivo que queira tomar decisões seguras, para eliminar as incertezas e saber com isso, o contexto no qual a competição deverá acontecer, e o que os outros elementos do mercado farão.



Um teste rápido

Cinco questões sobre a cultura organizacional, ou seja, sobre o processo decisório da empresa, podem ser oportunas antes de um trabalho de Inteligência ser concretizado, para verificar-se se o trabalho após sua realização, terá a repercussão desejada. 

As perguntas:

1. Os gestores e a diretoria estão abertos a posicionamentos e análises conflitantes ao pensamento dominante?

2. As informações do ambiente externo são consideradas nas decisões?

3. Existe a intenção, ou pelo menos a tentativa de estabelecer-se um processo de tomada de decisão, com fundamentação?

4. A adiretoria valoriza a troca de informação de alta significação estratégica?

5. O ambiente organizacional promove o livre pensamento e o intercämbio de idéias?

Eis a inseparável relação entre boas perguntas, decisões e boa inteligência. Ou em outras palavras, a diferença entre a empresa com cerébro "que pensa" e aquela empresa que "não pensa", portanto sem cerébro. 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Os Sete Pecados Capitais na Carreira

1 - AVAREZA : Para os especialistas ouvidos pelo UOL Empregos, uma pessoa avarenta tem dificuldade de abrir mão do que tem mesmo que receba algo em troca. É aquele que não quer compartilhar o conhecimento, o famoso "sonegador", quer manter segredo do que faz, de como faz e acha que isso lhe dá poder. Hoje, ao contrário do que pensa o avarento, compartilhar o conhecimento é o segredo do sucesso, a diferença não está mais no conhecimento teórico.

Penitência : Ficar cada vez mais isolado, pois quem não está disposto a contribuir, também recebe poucas contribuições. E hoje, onde a troca de informações é vital para o sucesso, um avarento está com os dias contados em qualquer empresa.

Reflita : Saber sobre algo, ter conhecimento teórico e prático são grandes qualidades e estas podem ser multiplicadas se você utilizá-las para contribuir com um grupo ou com projetos complementares. Tente fazer isso algumas vezes e verá que os resultados serão surpreendentes.

2 - GULA : Uma pessoa com gula tem um desejo insaciável, além do necessário. Nas empresas cometem esse pecado os profissionais que antes de iniciarem uma tarefa querem saber o que vão ganhar com aquilo e o quanto vão ganhar. Estão sempre de olho no que vão receber e no que podem pedir em troca.

Penitência : O funcionário geralmente é mal visto por sua falta de controle. Esse comportamento pode fazer com que as pessoas percam oportunidades e sejam excluídas do grupo.

Reflita : Ganhar é sempre bom, mas ninguém ganha antes de contribuir, antes de fazer algo. Por isso, é preciso ficar atento ao que acontece ao seu redor. Veja como pode ajudar a equipe. Isso poderá trazer ganhos futuros e consolidar relacionamentos que podem abrir outras portas dentro e fora da empresa.

3 - INVEJA : É um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos. O profissional invejoso normalmente faz pouco e reclama dos que fazem e são gratificados por isso. É comum ele classificar os mais trabalhadores e o mais talentosos como "puxa-saco" ou "sortudo", afinal ele tem que justificar para si mesmo sua incompetência.

Penitência: O invejoso, na melhor das hipóteses, pode ficar estagnado em sua posição.

Reflita: Antes de ficar com inveja da conquista dos outros tente entender o que eles fizeram para alcançar seus objetivos e veja se você está disposto a fazer o mesmo.

4 - IRA : Os profissionais que cometem esse pecado são aqueles que enxergam problemas em tudo, ao invés de verem soluções. Fazem críticas duras a tudo e a todos. Muitas vezes a ira é uma das maiores causadoras de estresse e doenças originadas pelo trabalho.

Penitência: Ficam pouco tempo nas empresas e são excluídos dos grupos rapidamente.

Reflita: Sentir raiva de tudo é sentir que algo não vai bem. Procure identificar o que te incomoda de fato e resolva a situação. Antes de tomar qualquer atitude pense sobre o que a sua ação pode causar e se existem outras formas de lidar com a situação. Assim o excesso de raiva será minimizado e todos terão uma rotina mais tranquila.

5 - LUXÚRIA : Uma pessoa embebida pela luxúria age em uma busca desenfreada pelo prazer, um prazer pelo excesso. Nas empresas o pecado pode ser classificado como assédio sexual ou assédio moral. Comentários desrespeitosos e vulgares sobre as mulheres ou homens, e cantadas ditas em qualquer situação são alguns exemplos da luxúria no ambiente de trabalho.

Penitência: Para esses casos a penitência vai além de uma simples advertência ou demissão, pois implica em aspectos legais. O profissional que cometer esses crimes deve responder judicialmente por eles.

Reflita: Se você sente esse prazer em excesso e consegue perceber isso, pare imediatamente, pois ainda tem uma chance de impedir que algo de errado aconteça. Procure ajuda de um profissional da área da saúde.

6 - PREGUIÇA : Uma pessoa preguiçosa pode ser interpretada como quem tem aversão ao trabalho, bem como é negligente e lenta ao realizar as atividades. O profissional preguiçoso é aquele que está sempre fugindo de mais trabalho, dá pouca atenção aos detalhes, não é caprichoso, quer fazer sempre menos que o possível. Não gosta de pensar, cumpre a "tabela" e segue a risca os horários de almoço e de saída.

Penitência: Assim como acontece com os invejosos, a penitência para o preguiçoso, na melhor das hipóteses, é ficar estagnado em sua posição. Seu emprego corre risco quando encontra pela frente um líder atento que sabe que este tipo de profissional destrói a moral da equipe.

Reflita: Sair da estagnação é complicado. Os primeiros passos, aqueles que começam a dar velocidade, são os mais difíceis. Mas se você quer de fato deixar a preguiça de lado vá em frente. Lembre-se do ditado "dar o primeiro passo é cobrir 50% da meta, pois os outros 50% serão cumpridos de maneira quase que natural".

7 - SOBERBA : É caracterizada pela pretensão de superioridade sobre as demais pessoas, com manifestação latente de arrogância. O profissional que comete esse pecado é aquele que se acha mais importante do que de fato é. Na visão dele, é insubstituível, faz mais e melhor que os outros e age assim sem perceber.

Penitência : Perdem-se oportunidades de aprender e crescer nas organizações.

Reflita : Antes de achar que sabe tudo procure ver como pode aprender ainda mais. Agindo assim você poderá agregar mais qualidades próprias e paralelamente deixará sua arrogância de lado, o que isoladamente já será um ganho enorme. É importante entender que não é você que tem que se achar bom, são os outros a sua volta!

Autora : Bruna Souza Cruz
Fonte : UOL - Notícias - Empregos - http://www.uol.com.br/