quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Abordagem Contingencial da Administração, O Que É Isso?

O significado da palavra Contingência é algo como incerto ou eventual, que pode acontecer ou não. Considerando um aspecto mais amplo, a Abordagem Contingencial reforça que não se obtém a eficácia organizacional seguindo um único e exclusivo modelo organizacional, ou seja, não existe uma forma única que seja melhor para organizar no sentido de alcançar os objetivos altamente variados das organizações dentro de um ambiente também altamente variado - vários estudos atuais sobre as organizações complexas nos conduzem até uma nova perspectiva teórica: a estrutura de uma organização e seu funcionamento depende da interface com o ambiente externo.

A mais evidente contribuição dos autores da abordagem contingencial se encontra na identificação das variáveis que produzem maior impacto sobre a organização, como ambiente e tecnologia, para então predizer as diferenças na estrutura e no funcionamento das organizações devidas às diferenças nestas variáveis.
A Abordagem Contingencial marcou uma nova etapa no estudo da Teoria Geral da Administração, assumindo uma abordagem eclética, comparando as demais teorias administrativas existentes à luz dessas variáveis, aplicando seus diversos princípios em cada situação distinta de cada organização.
Isso significa dizer que a Teoria da Contingência é um passo além da Teoria de Sistemas em Administração - a visão contingencial da organização e de sua administração sugere que uma organização é um sistema composto de subsistemas e delineado por limites identificáveis em relação ao seu supra sistema ambiental.

TEORIA DA CONTINGÊNCIA

 A Teoria da Contingência surgiu a partir de uma série de pesquisas feitas para verificar os modelos de estruturas organizacionais mais eficazes em determinados tipos de indústrias. Os pesquisadores, cada qual isoladamente, procuraram confirmar se as organizações eficazes de determinados tipos de indústrias seguiam os pressupostos da Teoria Clássica, como a divisão do trabalho, a amplitude de controle, a hierarquia de autoridade etc. Os resultados surpreendentemente conduziram a uma nova concepção de organização: a estrutura de uma organização e o seu funcionamento são dependentes da interface com o ambiente externo. Em outros termos, não há uma única e melhor forma de organizar (the best way).

                   Foram apresentadas pelos autores da escola contingencial, duas variáveis principais que determinam toda a organização da empresa e os relacionamentos entre suas partes: o ambiente e a tecnologia.

·  Ambiente - Ambiente é tudo aquilo que envolve externamente uma organização (ou um sistema). É o contexto dentro do qual uma organização está inserida. Como a organização é um sistema aberto, ela mantém transações e intercâmbio com seu ambiente. Isto faz com que tudo o que ocorre externamente no ambiente passe a influenciar internamente o que ocorre na organização.

                   Como o ambiente é vasto, complexo, envolvendo tudo o mais ao redor da organização, ele pode ser analisado em dois segmentos:

o   Ambiente Geral: é o macro ambiente, ou seja, o ambiente genérico e comum a todas as organizações. O ambiente geral é constituído de um conjunto de condições semelhantes para todas as organizações. As principais dessas condições são:

*    Condições tecnológicas
*    Condições econômicas
*    Condições políticas
*    Condições legais
*    Condições demográficas
*    Condições ecológicas
*    Condições culturais

o   Ambiente de Tarefa: é o ambiente mais próximo e imediato de cada organização, é o segmento do ambiente geral do qual uma determinada organização extrai as suas entradas e deposita suas saídas. Esse ambiente tarefa é constituído por:

*    Fornecedores de entradas
*    Clientes ou usuários
*    Concorrentes
*    Entidades reguladoras

O grande problema com que as organizações atuais se defrontam é a incerteza - aliás, a incerteza sempre será um grande desafio para a Administração. Contudo, a incerteza não está no ambiente. A incerteza está na percepção e na interpretação das organizações e não na realidade ambiental percebida. Parece mais adequado falar-se em incerteza na organização, pois o mesmo ambiente pode ser percebido de maneiras diferentes por duas organizações.

·      Tecnologia - Sob um ponto de vista administrativo, consideraremos a tecnologia como algo que se desenvolve predominantemente nas organizações, em geral, e nas empresas, em particular, através de conhecimentos acumulados e desenvolvidos sobre o significado e execução de tarefas - know-how - e pelas suas manifestações físicas decorrentes - máquinas, equipamentos, instalações - constituindo um enorme complexo de técnicas usadas na transformação dos insumos recebidos pela empresa em resultados, isto é, em produtos e serviços. A tecnologia pode estar ou não incorporada a bens físicos. A tecnologia incorporada está contida em bens de capital, matérias-primas intermediárias e componentes etc. (hardware).  tecnologia não incorporada encontra-se nas pessoas - como técnicos, peritos, especialistas, engenheiros, pesquisadores - sob formas de conhecimentos intelectuais ou operacionais, facilidade mental ou manual para executar as operações, ou em documentos que a registram e visa assegurar sua conservação e transmissão - como mapas, plantas, desenhos, projetos, patentes, relatórios (software).
Em suma, tecnologia é o conhecimento que pode ser utilizado para transformar elementos materiais em bens ou serviços, modificando sua natureza ou suas características. A tecnologia tem a propriedade de determinar a natureza da estrutura e do comportamento organizacional. Existe um forte impacto da tecnologia sobre a vida, natureza e funcionamento das organizações - a tecnologia, em nome do progresso, cria incentivos em todos os tipos de empresas, para levar os administradores a melhorarem cada vez mais a eficácia, mas sempre dentro do critério normativo de produzir eficiência.

Encerramos este post afirmando que a Abordagem Contingencial é eminentemente eclética, manifestando uma tendência a absorver os conceitos das diversas teorias administrativas - cada qual criticando as demais - no sentido de alargar os horizontes e mostrar que nada é absoluto. A tese central da abordagem contingencial é: Não há um método ou técnica geralmente válidos, ótimos ou ideais para todas as situações - o que existe é um leque com várias alternativas de métodos e técnicas que são proporcionadas pelas diversas teorias administrativas, o que significa dizer que algum desses métodos poderá ser apropriado para uma situação específica. A abordagem contingencial vem sendo aplicada em quase todos os campos da teoria administrativa com resultados animadores.
Copiado:http://administracaonoblog.blogspot.com.br/

terça-feira, 23 de agosto de 2016

3 Atitudes "Infalíveis" de Quem Conseguiu Um Emprego

Muito se fala sobre como conquistar um emprego. Aqui mesmo já postei alguns artigos que traziam reflexões sobre esse desafio. De fato, diante do cenário atual, há uma busca incrível por um emprego de qualidade e toda ajuda que estabelece algum tipo de referência confiável é muito bem recebida, mesmo quando já se sabe que boa parte do sucesso em conquistar uma vaga, depende muito mais das atitudes e do preparo do candidato, do que das “dicas e fórmulas” apresentadas.
Na verdade, é importante saber que o recrutador estará muito mais atento às suas atitudes do que ao seu currículo. Ele buscará prioritariamente, as informações sobre como você e suas competências podem contribuir para os resultados da empresa. Além disso, estará atento em como você estabelece sua rede de relacionamentos, pois isso certamente influenciará no seu trabalho com os demais funcionários.
Então, se as atitudes são fundamentais, melhor saber quais são algumas das atitudes infalíveis que levaram muitos candidatos a conquistar seu emprego.

  • Postura pessoal - Jamais esqueça que a primeira impressão é determinante.
Muitas vezes, acreditamos que é possível mostrar como somos com o tempo e com o cenário apropriado, contudo não esqueça que na entrevista, os holofotes estão sobre você e tudo fica ampliado, ou seja, se eventualmente houver algo desalinhado, isso não será visto como um pequeno descuido, mas sim como um grande desleixo.
Claro que isso não significa ter que ir com "traje social" em todas as entrevistas, deixando a impressão de artificialidade. Melhor é pesquisar antes, qual é a cultura da empresa e se apresentar de forma equivalente. Mas saiba que essa atitude só será válida, se a cultura da empresa estiver de acordo com suas expectativas pessoais.
Vale lembrar que pontualidade é também um importante fator de avaliação de postura, por isso, seja sempre rigoroso com prazos e horários combinados.

  • Coerência digital - Nunca descuide de suas redes sociais
Houve um tempo que nossa vida pessoal era privada e somente alguns aspectos eram conhecidos publicamente. Essa realidade não existe mais, por isso é fundamental assumir o controle de tudo que é publicado sobre você nas redes sociais. 
Afinal, seja pessoal ou profissional, qualquer publicação será fonte de consulta de suas atitudes, tanto na entrevista de emprego, como quando já estiver empregado.
A melhor forma de fazer isso é manter-se atento às publicações de suas redes de relacionamentos e sempre avaliar o quanto que suas publicações, “curtidas” e “compartilhadas” podem representar sobre suas atitudes, principalmente aquelas publicações “polêmicas” ou de caráter duvidoso.

  • Planejamento e preparação – Ninguém consegue um emprego improvisando.
Nunca acredite que um emprego legal “caiu do céu”. Se alguém conquistou uma boa vaga, é porque se preparou muito. Quando estava buscando o emprego, se preocupou em estudar a empresa, mas isso é quase um “clichê” que todos dizem fazer antes de ir para uma entrevista.
Quem já conquistou uma boa vaga, teve que realmente estudar muito sobre o negócio da empresa, identificando as oportunidades em que poderia contribuir. Ele teve o cuidado de pesquisar sobre as atribuições do cargo pretendido, avaliando onde seus pontos fortes poderiam ser determinantes e se preparou muito para o momento da entrevista, algumas vezes até ensaiando essas conversas com amigos.
Claro que você pode achar que isso tudo dá muito trabalho, pois o que todos buscam é apenas um emprego que pague bem, seja divertido, permita ter vida pessoal como prioridade e que tenha um chefe legal que não pressione. Se pensa assim, boa sorte na sua busca, afinal ela até é uma boa intenção.
Agora, se você já sabe que “ter um trabalho” dá trabalho, então tenha atitudes assertivas, pois são elas que irão trazer o emprego que busca e não suas intenções.
Por: 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O Sucesso Consiste em Não Fazer Inimigo

Nas relações humanas, no trabalho, existem apenas 3 regras básicas
Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre.
A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano.

Cinco anos depois, o favor será esquecido.
Não adianta mais cobrar.

Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.

Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2007.

Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta.

Favor é como um investimento de curto prazo.

Desfeita é como um empréstimo de longo prazo.
Um dia, ele será cobrado, e com juros.


Regra número 3:
Um colega não é um amigo.
Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo.

Muitas vezes, até parece o melhor amigo.
Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.

Amigo é aquela pessoa que liga ou envia um E-Mail para perguntar se você está precisando de alguma coisa.

Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que, no momento, não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos.

Estatisticamente, isso parece ótimo.
Mas, não é. A “Lei da Perversidade Profissional” diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais lhe poderá ajudar será exatamente um daqueles poucos inimigos.

Portanto, profissionalmente falando, e pensando em longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória!
Por: Max Gehringer - http://estou-sem.blogspot.com.br/

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

O Que Michael Phelps Tem a Ensinar aos Empresários

Não espanta saber que Michael Phelps, o maior esportista olímpico da história, ganhou a sua 23ª medalha de ouro no parque aquático da Rio 2016. 
Não espanta saber que, se fosse um país, Michael Phelps, com 22 medalhas de ouro, três de prata e outras duas de bronze, está à frente da Argentina, que, em toda a sua história, ganhou apenas 19 medalhas de ouro, 25 de prata e 28 de bronze. 
Definitivamente, ninguém mais se espanta com os recordes desse gigante, um mito que já gravou o seu nome no Olimpo do esporte mundial. Mas qualquer pessoa que assistiu à vitória de Michael Fred Phelps II nos 200 metros borboleta se espantou ao vê-lo no pódio. Não por vislumbrá-lo no topo, uma cena tão corriqueira como o balanço das águas durante as provas, mas sim por sua reação. 
Phelps, visivelmente emocionado, ficou com os olhos marejados e mostrava-se tão feliz como se aquela fosse a sua primeira medalha. E, obviamente, ninguém está discutindo o valor de mais uma vitória. Não é menor, nem maior.
Phelps conta com uma envergadura de 2,08 metros, seus pulmões têm o dobro do tamanho dos de um homem adulto médio, a taxa de gordura de seu corpo está na casa de 5% e a sua técnica é incomparável. O que o faz diferente de todos os outros, entretanto, é a vontade irrefreável de vencer. 
Espanta, sim, ver um homem que já conquistou tudo se emocionar com mais uma medalha. Poucos trazem esse componente no DNA. A mesma obstinação e a obsessão pela vitória podem ser notadas em outras lendas do esporte como o americano Kelly Staler, 11 vezes campeão mundial de surf; o italiano Valentino Rossi, nove vezes campeão mundial de motociclismo; e o suíço Roger Federer, 17 vezes campeão de torneios do Grand Slam de tênis. 
Com milhões de dólares em suas contas bancárias, todos já poderiam ter parado, mas a sede de vitória parece aumentar ao longo do tempo. Todos, sem exceção, ainda treinam exaustivamente, competem em alto nível e buscam bater os próprios recordes.
O topo é como um vício. Phelps até tentou parar. Depois da Olimpíada de Londres, em 2012, quando atingiu 18 medalhas de ouro, anunciou a aposentadoria. Já tinha ganhado tudo o que nenhum outro atleta havia conquistado. 
Em Pequim, quatro anos antes, havia entrado para a história por levar oito ouros numa mesma Olimpíada. Nada mais parecia motivá-lo.  Parou de nadar, engordou 14 quilos, passou a se “divertir” e ganhou a “liberdade” que tanto buscava. Mergulhou na depressão, foi flagrado fumando maconha, preso por dirigir embriagado e chegou a pensar em suicídio. 
“Achei que era o meu fim”, diz Phelps no documentário “A evolução de Michael Phelps”.
A reviravolta veio depois de uma temporada de 45 dias em uma clínica de reabilitação em Phoenix, do casamento com Nicole e do nascimento de seu filho Boomer. 
A chama da vontade de competir estava novamente acesa. 
Mas o que a história do maior esportista olímpico tem a ver com o mundo dos negócios? Praticamente tudo. 
Phelps, mesmo despropositadamente, dá uma lição para qualquer CEO que comanda uma empresa. Não importa se é líder de mercado, não importa se tem um produto único, não importa se a companhia acredita que conquistou tudo. Sempre há mais para conquistar, melhorar e motivar os seus funcionários. Em tempos de crise econômica, de baixo astral nas empresas, agora é a hora da reviravolta. Como Phelps, é preciso nadar em busca dos bons resultados com obstinação. 
Por: 

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Gestão dos Estoques, afinal Estoque é Dinheiro!

Planeje e Controle a Gestão dos Estoques, afinal o Estoque é Dinheiro!


Sabendo que todas as empresas buscam obter lucros e a satisfação dos clientes é fundamental entender a importância da gestão de estoque, afinal o estoque é a ferramenta essencial para apoiar os principais propósitos de toda empresa. “Quem faz um controle eficiente do estoque, frequentemente, consegue praticar melhores preços, atende com agilidade e tem mais qualidade no serviço prestado ou produto comercializado”, ressalta o consultor do Sebrae-SP.  Ele explica que uma gestão de estoque feita de maneira adequada é aquela que, preocupada com o capital do negócio, está sempre respondendo a cinco questões básicas:
  •  Onde estocar?
Avalie o espaço físico da área de estocagem: escolha o ambiente, que permita as melhores condições de armazenamento, visualização, acesso e controle dos artigos.
  • O que está estocado e o que devo estocar?
Tudo pode, mas nem tudo deve ser estocado, principalmente, se for em quantidade não adequada com o consumo previsto. Tudo vai depender dos riscos que se corre em deixar acabar o item no estoque e o que este fato altera a relação com o cliente, considerando ainda o risco de sobrar material com validade inadequada ou fora de moda.
Na prática: suponha que em sua loja de roupas num centro comercial qualquer você tenha uma vitrine, iluminada por 10 pequenas lâmpadas, onde são expostos os artigos que você mais deseja comercializar. Você necessita ter lâmpadas em estoque? Provavelmente não, pois se alguma queimar você pode providenciar sua reposição a qualquer momento, além do que uma lâmpada a menos não fará grande diferença para o desempenho da atividade. Por outro lado, se a vitrine tiver uma peça que não haja no estoque, você perde chance de promover uma boa venda e deixa seu cliente insatisfeito.
  •  Quanto estocar e por quanto tempo?
Pense nas seguintes regras para responder a essa pergunta: o estoque não deve estar alto quando o caixa (dinheiro disponível) está baixo; e o nível dos estoques deve acompanhar a venda dos produtos.

Quando se tem uma previsão de vendas para o próximo período e as quantidades estocadas de cada artigo, basta acrescentar o tempo e a quantidade mínima exigida pelo fornecedor para repor os artigos a serem estocados.

Na prática: supondo uma venda de 10 unidades de uma determinada linha de artigos por dia e se seu prazo para reposição for de três dias, deveremos fazer um novo pedido quando a quantidade percebida em estoque for de trinta unidades, mais uma segurança para eventuais atrasos. É sempre bom, periodicamente, criar rotinas para avaliar se o que tem nos controles condiz com o que existe na loja, atividade conhecida como inventário. Essa rotina verifica a quantidade de acertos ou desvios que ocorrem no seu sistema. Fique sempre atento!
  • Como controlar?
Um computador pode ajudar muito nesse controle, entretanto, a informática não inibe erros de entrada, saída ou omissão. Quanto maior o número de itens que você trabalha na loja, mais fácil se torna o controle através de sistemas informatizados, entretanto, a percepção visual do empresário ajuda muito a detectar os itens faltantes. É fundamental acompanhar diariamente toda a movimentação do que acontece nos estoques de sua loja, pois você já deve ter sentido que isso trará muitos benefícios à sua operação e evitará que possíveis furtos, ocasionados por colaboradores ou consumidores.
Vantagens da gestão de estoque:
 • Utilizar adequadamente o capital de giro do negócio.

• Evitar atrasos no fornecimento de materiais e componentes.

• Suprir as necessidades de vendas na medida da demanda.

• Evitar a obsolescência e desvios de produtos e materiais.

• Adequar-se às cotas de fornecimento.

• Liberar espaços produtivos.

• Identificar produtos que estão sem giro.

• Conhecer a influência do estoque nos resultados financeiros.

• Estratégia frente ao capital de giro e o atendimento a clientes.
  •  Os 5 mandamentos da Gestão de Estoque
1- Quanto mais área se ocupa com armazenagem, menos área se torna disponível para vendas!
2- Um lugar para cada artigo e um artigo em cada lugar. Artigos diferentes em locais diferentes irá facilitar muito todo o processo.

3- Nunca estoque o desnecessário.

4- O estoque não deve estar alto quando o caixa (dinheiro disponível) está baixo.
5- O nível dos estoques deve acompanhar a venda dos produtos.

 Dicas de Gestão de Estoques

• Planejar o estoque hoje é zelar pelo capital de giro amanhã!

• Inventários periódicos auxiliam na identificação de furtos ou desvios de estoques.

• O custo de aquisição dos artigos é importante. Mantenha-o sempre registrado!

• Sistemas informatizados ágeis facilitam controle, gestão e consulta aos estoques!

• Controle a validade e a aceitabilidade dos itens de estoques.

• Comprar bem é comprar o produto certo, na qualidade adequada, no tempo e na quantidade certa!

• O controle visual dos artigos estocados é tão ou mais importante que relatórios informatizados.
  • “O estoque é o coração da empresa”
É isso que afirmam proprietários de algumas empresas de eventos sediadas na capital paulista. Por muito tempo pensava que o coração da empresa era o comercial, isso foi um grande erro”, diz e acrescenta “é no estoque que está o meu dinheiro, é ali que eu tenho lucro ou deixo de ter”. Eles nos contam que toda semana pagava uma média de R$ 3 mil só de quebra de copo, que era alugado. “Passamos a controlar o meu estoque de copos, tudo o que ia para o evento para saber quando, onde e porque estava quebrando. Hoje gastamos apenas R$ 100 com isso”, revela.

A empresa quase quebrou devido à falta de controle. Hoje, controlamos tudo, mas ainda sofremos o reflexo da época em que não fazíamos uma gestão do estoque. “Tem que ser uma pessoa de extrema confiança para fazer esse trabalho, um profissional completo. Ou então, faça você mesmo”, recomenda.

Controlar tudo possibilitou também que reduzíssemos o preço de alguns serviços oferecidos, “o retorno de bebidas não consumidas em um evento para o nosso estoque, fez com que enxergássemos que o lucro era maior. Antes, isso não acontecia, tudo o que saia da empresa não voltava. Não adianta vender super bem se o desperdício é maior. Aí eliminamos as compras exageradas. Tudo enxugou a partir do estoque. Passamos a não ter tanto prejuízo
Copiado: http://administracaonoblog.blogspot.com.br/

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Nunca Pare De Aprender

“Eu sou muito velho para aprender inglês”.
“Eu não tenho tempo para estudar”.
“É tarde demais para eu aprender programação”.
Você provavelmente já ouviu frases como estas. Especialmente quando a idade é colocada como impeditivo para se realizar algo.
A questão é: você nunca estará velho demais para aprender algo.
Aprender algo novo é uma maravilha para o seu cérebro. Pense nele como um músculo que precisa tanto de exercícios quanto o seu bíceps. 
Continuar aprendendo é uma maneira fantástica de manter a saúde mental durante a velhice.
Numa era onde temos todo o tipo de informação na palma das nossas mãos, ficou muito mais fácil aprender sobre determinado assunto. O conhecimento está disponível para todos que tenham uma conexão com a internet, sua motivação é quem determinará sua curva de aprendizado.
A grande sacada é que, hoje, o conhecimento não tem que estar numa sala de aula tradicional. Como boa parte das pessoas da minha idade, sempre que me matriculava num curso, minha real motivação era ter um certificado. 
De uns tempos pra cá desencanei disso. 

Me preocupo apenas com o conhecimento. Já fiz vários cursos online que não emitem certificados, por exemplo. E, além disso, tenho aprendido muito com canais do YouTube e podcasts — não em cursos propriamente ditos.


Agora, se você não se acha velho para aprender algo novo e tem disciplina suficiente para estudar de forma remota, tenho algumas sugestões de onde começar — e de forma gratuita.






Nunca houve um melhor momento para o aprendizado. 
As opções são variadas e estão por toda a parte. 
A pergunta é: o que você quer aprender?

Copiado: https://matheusdesouza.com