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segunda-feira, 9 de março de 2020

O que é Ruído na Comunicação e como eliminá-lo?

O ruído na comunicação pode acontecer com pequenas situações, mas também em graves ocorrências quando existe um tipo de interferência entre o emissor de uma mensagem e os seus receptores. No ambiente corporativo, resolver o problema ajuda tornar a rotina mais produtiva e livre de imprevistos.

Ruído na comunicação pode ser definido como o antigo jogo “telefone sem fio”, mas sem a parte divertida da brincadeira.
Isso porque o seu conceito está atrelado a qualquer tipo de interferência entre o emissor de uma mensagem e os seus receptores.

No ambiente corporativo, por exemplo, isso pode acontecer quando um anúncio é feito de maneira apressada, fazendo com que cada colaborador entenda algo diferente.

A consequência imediata disso é o fato de dificultar a compreensão dos envolvidos. Só que o ruído na comunicação também escancara uma série de outros desafios — o que torna necessária a sua resolução.
Vamos ver, ao longo deste post, justamente os problemas decorrentes desses ruídos e algumas medidas propositivas para eliminar tais obstáculos para a boa comunicação corporativa. Confira!

Definindo o ruído na comunicação
A princípio, você pode achar que a sua empresa está livre de ruídos. Acontece que muitas situações cotidianas possibilitam a interferência mencionada anteriormente. Quer alguns exemplos?
  • comunicados emitidos com informações equivocadas — como a data ou um local;
  • prazos incorretos repassados a outros membros da equipe;
  • ausência de um e-mail para alinhar os objetivos, metas e/ou responsabilidades e prazos de cada colaborador;
  • orçamentos enviados com informações faltantes.
Portanto, isso pode acontecer com pequenas situações cotidianas, mas também em graves ocorrências.

Um processo seletivo desalinhado pode culminar na contratação da pessoa errada ou, em outro exemplo, o candidato pode comparecer a uma entrevista que deveria ter sido cancelada.
Não é difícil prever as consequências disso. O ruído na comunicação prejudica a reputação da empresa — interna e externamente —, tem um aumento exponencial em retrabalhos e prejuízos (materiais ou não) e pode até mesmo estimular a desmotivação e o elevado índice de rotatividade na empresa.

Como esse problema é nutrido no ambiente corporativo
Para evitar os casos acima citados no seu dia a dia, o setor de RH e os líderes de cada área têm um grande e incessante trabalho pela frente.
E o primeiro passo para reduzir o ruído na comunicação é por meio do diagnóstico de suas origens. Abaixo, reunimos alguns dos principais fatores que geram esses ruídos:

Clima organizacional conturbado
Empresas desorganizadas causam, por si só, ruído na comunicação. É a disposição equivocada de setores, que necessitam de silêncio, colados às equipes mais comunicativas, por exemplo.
Ou, ainda, a ausência de paredes que proporciona um tráfego contínuo de pessoas e pode prejudicar todo tipo de compreensão de mensagens.

Canais de comunicação inadequados

Mensagens por e-mail incompletas — ou com informações equivocadas — são grandes problemas para as empresas. E, isso, independentemente do porte ou segmento de atuação delas.
Isso porque parece não haver uma padronização no envio e recebimento de mensagens. Não apenas por e-mail, mas de todo tipo.

Um exemplo: avisos de reuniões são encaminhados por chat, individualmente, e alguns colaboradores não visualizam, enquanto outros podem esquecer-se etc.
Por sua vez, um convite formal, em que todos respondem ao convite, pode ser uma alternativa mais produtiva para evitar o ruído na comunicação, não é mesmo?
O mesmo vale para os murais espalhados pela organização. Sem um padrão, todo tipo de mensagem é disposto nesses locais, prejudicando a visualização de todos a respeito de um assunto de interesse coletivo.


Falta de um tom de voz identificável
Abordar e interagir são preocupações que devem cercar, também, a sua comunicação empresarial interna. É por meio dela que gera-se identificação, com o público-alvo, facilitando a adesão e absorção da mensagem, bem como o engajamento à ação desejada.
Se não é possível gerar essa familiaridade, há um ruído na comunicação que pode ser ocasionado pela contratação sem padrão algum, do seu quadro de funcionários, ou uma ausência de planejamento para criar a cultura da marca e explorá-la em todos os meios de maneira eficiente.
Entendendo os danos do ruído na comunicação para a empresa
Vamos entender o que acontece, internamente, quando um ou mais desses ruídos na comunicação são diagnosticados?
  • queda de rendimento nas equipes;
  • falta de adesão aos projetos;
  • metas confundidas;
  • retrabalho constante — desvalorizando, assim, a hora de trabalho dos seus profissionais;
  • impacto negativo no bem-estar e na qualidade de vida dos colaboradores;
  • desentendimentos, o que também leva a uma série de conflitos que prejudicam o relacionamento interpessoal.
Para resolver a questão, que tal conferir as nossas dicas para reduzir o ruído na comunicação?

As alternativas para acabar com os problemas de comunicação
Para garantir que não exista mais ruído na comunicação — ou que o problema seja significativamente reduzido —, nós apontamos algumas das principais soluções a seguir. Confira!
Documente as mensagens e solicite respostas
Quer acabar com o problema de alguém que “não viu ou recebeu” um comunicado? Peça que respondam as mensagens, dizendo que receberam e compreenderam o que foi solicitado.
Assim, a padronização ocorre gradualmente, e as pessoas passam a dar mais importância a todo tipo de comunicado, tornando-se um reflexo natural de suas atividades cotidianas.

Promova dinâmicas e treinamentos
Existem muitas alternativas, nesse contexto, que ajudam a diminuir o ruído na comunicação. Promova dinâmicas em grupotreinamentos e workshops — uma vez identificado os problemas comunicativos.
Com o tempo, os problemas são contornados e o setor de RH pode focar em novos treinamentos para potencializar os meios e os planos de comunicação da empresa posteriormente.

Padronize a comunicação
A gestão tem participação ativa na condução de uma boa comunicação interna. E isso começa com a padronização dos meios utilizados.
Reúna-se com os líderes, portanto, e avalie quais são os motivos pelos quais eles informam e orientam os colaboradores, e ofereça um repertório de soluções para cada caso. Por exemplo:
  • reuniões;
  • murais;
  • e-mails;
  • chats.
Para cada necessidade, um meio pode ser padronizado e, assim, garantir mais eficiência à mensagem transmitida.


Organize a identidade da empresa
É importante, também, saber quem é a empresa. Qual é o seu tom de voz, o meio de abordar os receptores da mensagem e a linguagem adotada.
Lembrando que, da mesma maneira que as organizações buscam se aproximar do perfil do público-alvo, a comunicação interna deve gerar familiaridade com as pessoas.
Por isso, construa — ou exteriorize — o DNA da empresa nos meios de comunicação. Dialogue efetivamente, sem que exista ruído na comunicação, e torne as mensagens mais objetivas, eficientes e produtivas para todos os envolvidos.
Consequentemente, o dia a dia na empresa vai gerar mais qualidade de vida e bem-estar. E tudo isso por meio da resolução de conflitos pequenos, mas que podem crescer gradativamente, como o ruído na comunicação.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Quem Não Quer Um Código de Valores e Conduta nas Organizações?

Os Dez Valores organizacionais do  Código de  Conduta 

Há mais ou menos cinco anos formatei um modelo de código de ética para algumas organizações, já que era bastante solicitado em meus serviços de consultoria. Portanto quero deixar para todos vocês essas dicas a seguir para servir como um guia para quando precisarem criar algo em torno de código de ética. Mas, "exijo" um compromisso: nunca uma empresa deve apenas criar, mas deve exigir de todas as chefias a altivez de entregá-los pessoalmente, lendo cada item, e comentando com aqueles aos quais se está apresentando numa boa dinâmica.
Nada mais é do que uma "pobreza organizacional", empresas criarem um código e enviá-los pelo malote ou entregá-los de qualquer jeito, até numa integração de calouros, sem nenhum tipo de valorização na entrega. Os líderes são os pilares na criação como também na sua divulgação,propagação e em dar exemplo desses valores.   
1-TER FÉ!  Todos os colaboradores devem ter uma atitude positiva, entusiasmada, cheia de esperança, alegre e cheia de fé na força suprema de Deus,  ao sair de casa, durante o dia de trabalho e ao fim da jornada diária,  em relação à  sua vida, sua família, sua atividade profissional e  à sociedade onde estamos inseridos, e para a qual trabalhamos.
 2- ÉTICA, COOPERAÇÃO, CORDIALIDADE e PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Toda ação e atitude, individual ou em grupo dos colaboradores da (nome da organização), devem estar pautadas na ética, na cooperação, na cordialidade,  na prestação de serviços rápidos e no mais alto nível de qualidade profissional, tantos aos colegas, diretores,  quanto aos hóspedes, independentes de sexo, raça, prática religiosa, posicionamento político, classe social e nacionalidade.
 3- A DISCIPLINAA disciplina, horários e as normas estabelecidas pelas lideranças devem ser seguidas por todos, pois sua execução na íntegra, visa acima de tudo o sucesso profissional dos colaboradores (nome da organização), o sucesso da Organização, e a satisfação total da nossa clientela. 
4- A BUSCA INCESSANTE DO APRIMORAMENTO E DA EXCELÊNCIA  - O auto-desenvolvimento dentro e fora(nome da organização),  e a busca incessante  da excelência, do aprimoramento, deve ser uma filosofia de vida de  cada colaborador, para aperfeiçoar-se no desempenho de suas tarefas e assim estar melhor preparado para sua permanência no mercado de trabalho do mundo globalizado e altamente competitivo, bem como para disputar promoções, assumir novos desafios, cargos e funções. A organização poderá prover na medida de seus planos estratégicos de ação, algumas dessas capacitações.      
 5-RELACIONAMENTO COM COLEGAS  - 
5.1- A (nome da organização), espera que todos seres humanos que aqui trabalham, fomentem um clima organizacional de paz de espírito, mentalidade de prosperidade e sucesso, fortalecendo laços de amizade cristã,  sincera, fraterna, transparente, alegre de coração em todos os momentos e o diálogo como o melhor caminho para um bom convívio.  

 5.2- O relacionamento entre todos os colaboradores, deve se manter apenas no nível profissional, evitando-se gestos, toques, palavras  e comportamentos que possam dar uma conotação  de intimidades excessivas
5.3- Deve-se evitar, a formação de grupos,  facções  entre todos os funcionários por razões de aspectos religiosos, preferências políticas, desportivas,  e outras preferências diversas, decorrentes de uma sociedade  globalizada e altamente democrática, pois pode  fragmentar a união , a sinergia e o espírito de time da empresa.
5.4-Deve-se evitar também,  a formação de grupinhos, fofocas sobre vida alheia, boatos,  atitudes de repúdio, negativistas, discriminatórias, contra, manifestação de insatisfação pelos setores e corredores da empresa, sendo as chefias o caminho mais adequado para manifestações de insatisfação por qualquer motivo.
 6- RELACIONAMENTO COM CLIENTES - Todos devem praticar um relacionamento profissional discreto, gentil e educado, evitando palavras, gírias, olhares, gestos, toques e comportamentos  com a conotação de intimidade pessoal, além de praticar a cada instante e na íntegra,  Os Sete Padrões do Atendimento, definidos pelo próprio time (nome da organização) (Diretoria e Colaboradores), conforme a seguir: 
Os 07 Padrões do "(nome da organização) " na  Excelência do Atendimento ao Cliente:
6.1- Tratar com afeto, cordialidade e alegria: sorrir, olhar nos olhos das pessoas; Cumprimentar cada cliente com palavras de cortesia : Bom Dia, É um Prazer em recebê-lo!, Em que posso servi-lo?,   Volte Sempre!, Falar o nome dos clientes etc.
6.2- Ouvir com atenção as necessidades dos clientes e agir;
6.3- Conhecer produtos, estrutura e serviços (nome da organização);
6.4- Agir com Ética - Ser Discreto, Ser Honesto;
6.5- Ser Rápido e Ágil com o pleito dos clientes;
6.6- Profissionalismo:Ter boa aparência pessoal, Ter atitude positiva e entusiasta em relação  ao trabalho, Ser disciplinado e assíduo,  Evitar palavras e gestos de intimidades com clientes,  Ser cooperativo com todos etc.
6.7- Exceder as Expectativas das pessoas: promover a melhor experiência possível e inesquecível  a todos os hóspedes, colegas e parceiros.      
 7- A APARÊNCIA E VESTIMENTAS - Todos colaboradores devem ter como praxis da excelência profissional, a preocupação com a aparência o asseio pessoal, o cheiro do corpo, do hálito, das roupas, a aparência dos sapatos, cintos e acessórios, unhas ( eles com barbas diariamente bem feitas - elas com discreta maquiagem, cabelos profissionalmente e elegantemente arrumados),  obedecendo um  conjunto que deve ser harmônico com a personalidade, com que (nome da organi-zação) determina,  e com o que podemos fazer para, sempre deixar a melhor impressão ao cliente.
 8- OS SIGILOS  INTERNOS - 
8.1- Toda empresa tem muitas informações estratégicas, que são muitas vezes fatores de diferenciação empresarial no mercado, portanto só de interesse  interno, sendo ético, íntegro e profissional mantermos dentro das quatro paredes da empresa, pois só a ela interessa.
8.2- Se um colaborador presenciar alguma atitude, por parte de qualquer pessoa, que desagradou,  ou se ele presenciar algum fato que vai de encontro  ao bom senso e ao comportamento profissional  ético, deve esse colaborador, se assim for de sua vontade,  descrever e manifestar sua opinião à chefia imediata, para que se busque a solução mais adequada.
 9-A MENTALIDADE ECONÔMICA, CONTRA DESPERDÍCIOS E DE ORGANIZAÇÃO -
9.1-Toda organização é criada para fomentar resultados, que a possam manter operando com saúde financeira, econômica, gerando empregos diretos e indiretos às famílias, contribuindo para a economia local. Por isso todos colaboradores devem ter a mentalidade de lutar diariamente contra desperdícios de todos os tipos, seja de um simples objeto de uso no escritório, aos materiais de reposição dos apartamentos, da manutenção predial, da cozinha, assim como da água, da energia, das comunicações, etc. Lutar para estas  reduções é um dever de todos da(nome da organização).
9.2-Todos os colaboradores, devem buscar a melhor maneira de  cumprir suas tarefas, por isso ações corretas, bem planejadas (obedecendo o critério da Satisfação Total do Cliente) e éticas no dia-a-dia, evitando perda de tempo em conversas pelos corredores, bate-papo e navegação desnecessária na internet, etc.
9.3- Todos os colaboradores devem ser fiscais e auditores, a todo instante, na conservação predial,  nas sugestões dos clientes, na limpeza, do asseio de todas as áreas da (nome da organização), da higiene e qualidade dos WCs, do conforto das instalações, e na manutenção dos equipamentos etc.
 10- A  BUSCA DO SUCESSO INTEGRAL: MENTALIDADE FLEXíVEL, DE SUCESSO E AMIGA DAS MUDANÇAS - Todos devem estar cientes que num mundo em constante transformação em que vivemos há uma exigência por um padrão mental de otimismo, alto-astral e flexível de cada protagonista de dentro das organizações para  que se consiga atingir o sucesso integral, sempre, dos: colaboradores, da organização, dos clientes, da sociedade e dos fornecedores.
Copiado: Por: Silvio Broxado - http://www.portalgerenciais.com.br

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

COMO A IMPACIÊNCIA VAI TE PREJUDICAR?


Ser paciente nunca foi uma tarefa fácil, mas certamente hoje, é muito mais difícil do que em qualquer outra época da história. Vivemos em uma era onde a tecnologia possibilita a troca de mensagens e a mistura de culturas pelo mundo, onde os consumidores adquiriram maior poder de influência sobre o processo de fabricação e compra de produtos.

Os tempos modernos acabaram nos tornando seres imediatistas, dependentes de soluções e ações rápidas, práticas. E, dificilmente, nestas situações, agimos com calma e paciência para resolver os conflitos que surgem.

Independente da frequência, ser impaciente pode ser prejudicial de diversas formas. Esse sentimento está associado à frustração, irritação e raiva, anseios estes que podem levar ao aumento do nível de estresse e prejudicar a saúde. Entre os pontos mais críticos, a impaciência pode resultar em graves consequências para uma pessoa, como:

Obesidade
Uma publicação de três economistas no Economic Journal, em 2015, trouxe uma afirmação preocupante: “pessoas mais impacientes são mais afetadas pelo acesso fácil a alimentos rápidos e de baixa qualidade, como os fast foods”. Desta forma, o índice de obesidade em grupos que tem o ‘pavio curto’ é alto, traduzindo em problemas mais graves de saúde no futuro.

Hipertensão
Esse é um dos quadros mais comuns em quem é impaciente. Segundo a Associação Médica Americana (JAMA), a impaciência é um dos principais fatores na causa do problema em jovens adultos. O estresse do dia a dia e a correria das tarefas na rotina transformam muitas pessoas em impacientes, estreitando os vasos sanguíneos e aumentando a pressão arterial, causando o problema.


Envelhecimento
Um estudo de diversas universidades pelo mundo revelado na publicação Proceeding of the National Academy of Science apontou que ser impaciente também afeta no envelhecimento. Segundo especialistas, quem desenvolve a impaciência degrada mais rapidamente os telômeros (partes extremas dos cromossomos do DNA responsável pela longevidade). Uma das conclusões é que, quanto maior a impaciência, mais rápido perdemos essas partes e estamos expostos ao risco de envelhecer de forma acelerada.

Além disso, de acordo com um estudo feito pelo Centro de Pesquisas de Política Econômica de Londres, foi constatado que pessoas impacientes têm uma tendência a procrastinação crônica. Estes são alguns dados que constatam o quanto a impaciência pode prejudicar uma pessoa.
Como manter a paciência?
Independente do ambiente em que você se encontra, profissional ou familiar, manter a paciência pode ser tornar uma tarefa um pouco difícil, mas não impossível.
Saiba que é possível gerenciar a sua paciência! Existem algumas situações no nosso dia-a-dia que podem ajudar você a exercitar, como, enfrentar a fila mais longa no supermercado, tentar dirigir sem tanta pressa, sair antes do horário combinado, ouvir uma música relaxante.

Basicamente a paciência é autocontrole, uma característica que pode e deve ser aprendida por todos, pois se você não se controla, não pode controlar as pessoas ao seu redor. Em nosso meio, sempre existirão coisas que estarão alheias à nossa vontade, e, para não ter um ataque de nervos, é importante saber diferenciá-las.

Ser paciente não é o mesmo que ser passivo, ser paciente é saber gerenciar a si mesmo e isso requer atenção aos seus pensamentos, atos e palavras. Em momentos difíceis, procure respirar fundo, esvaziar sua mente e manter o pensamento no positivo. Preste atenção no seu inspirar e expirar, isso vai ajudá-lo a se manter calmo.

Trabalhe também onde manter o foco. Por vezes, focamos em um grande acontecimento ou em um momento de expectativa, o que nos deixa mais agitados. Tente pensar diferente, reflita sobre sua jornada, no que já conquistou e deixe o ponto de ansiedade para quando chegar a hora de fato. Isso evita focar em algo que trará impaciência.


Outra boa forma de se acalmar é fazer uma caminhada, que não precisa ser longa. O objetivo é ter um tempo para si, e fazer uma reflexão, tirar do pensamento aquilo que está incomodando. Nesse sentido, procure prestar atenção no caminho que está fazendo, nas pessoas e natureza ao seu redor, dedique-se a encontrar algo que te inspire. Distrair-se com outras coisas é fundamental para não gerar impaciência e aliviar o estresse. Saia mais vezes, faça passeios diferentes (museus, parques, exposições), procure cursos fora de sua área para gerar novos conhecimentos. Esse tipo de atitude é benéfico não só para a impaciência, mas também para toda nossa saúde mental e até corporal. As coisas acontecem no seu tempo e, enquanto elas não se realizam, não fique só esperando!

A pessoa impaciente costuma apresentar um comportamento que é bastante prejudicial: guarda suas angústias e frustrações, que acumulam e se transformam nessa carga negativa. Sem abusar muito dos amigos (ninguém deve ser seu “muro das lamentações”), procure alguém para dividir os problemas, pedir conselhos. Livre-se um pouco dessa carga que pode ser muito pesada, gerando ansiedade, estresse e, claro, impaciência. Quando estamos mais leves, vemos a vida de outra forma e sabemos conduzir os problemas com mais tranquilidade.

Sempre que você se encontrar em uma situação de estresse e impaciência, reserve um tempo para analisar o que te incomodou e como você pode lidar da melhor forma nestes casos. Encontre soluções para os problemas, identifique três pontos positivos e o que você aprendeu com tudo isso. Trabalhar dessa forma te ajudará aos poucos a encontrar seu ponto de equilíbrio e assim, manter a paciência em situações adversas.

Lembre-se sempre de ir em pequenos passos. O exercício de controle da paciência é gradual e você passará por momentos onde quer extravasar. Segure, respire, pense em algo diferente e tente manter o controle. Ao dar esse passo rumo à mudança de atitude, você ganhará em diversos setores da sua vida. Seja mais compreensivo, tolerante, comemore as pequenas conquistas, reflita e sorria sempre! Esses são alguns dos pontos mais marcantes em uma pessoa paciente.

Copiado:https://www.ibccoaching.com.br

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

A Importância da Lealdade no Ambiente de Trabalho

A deslealdade entre colegas de trabalho tem sido apontada como um dos maiores problemas nas empresas. 
O ambiente de trabalho torna-se cada vez mais desagradável pela falta de lealdade entre os membros de uma equipe, sejam eles subordinados ou chefes. Ao segurar informações relevantes, falar mal e fazer gozação de seus colegas faz aumentar o jogo perde-perde, pois ninguém ganha com esse tipo de atitude. 
Na verdade isso demonstra que as pessoas são apenas degraus e, para que um suba, é necessário pisar no outro. 
A realidade do trabalho em equipe nos revela que a lealdade tem relação direta com a franqueza e de forma alguma devemos compactuar ou ser leal a pessoas desonestas dentro da empresa. 
É preciso vencer a inveja do sucesso alheio e entender que o sucesso da empresa depende do comprometimento de todos.                     
Uma das maiores reclamações entre colegas de trabalho é a deslealdade. E aqui vale a pena esclarecer: a lealdade só é virtude quando ligada a outra virtude. 
Não devemos ser leais a pessoas desonestas, desleais, falsas, mentirosas. O problema é que a deslealdade gera deslealdade. 
Assim, uma pessoa justifica sua deslealdade pela deslealdade das outras pessoas, criando um círculo vicioso sem fim. 

Quando perguntamos qual a maior deslealdade entre colegas de trabalho, as pessoas disseram: “o colega segura ou sonega informações relevantes para o sucesso do meu trabalho”, “cria armadilhas para eu cair”, “não me avisa de situações que podem me prejudicar no trabalho”, etc. 
A realidade é que todos, sem exceção, afirmaram ser vítimas de deslealdade de seus colegas. 
Assim, fica claro, que todos saem perdendo nessas relações desleais. Não há ganhadores. 
Só perdedores. E essa realidade já nos mostra um caminho para o enfrentamento do problema, pois se todos perdem, é claro que todos, ao menos teoricamente, deveriam ter interesse numa solução. 
E a única solução parece ser o diálogo franco, aberto, mais uma vez, leal, entre colegas de trabalho, para que a situação fique explícita, e com o dedo na ferida, as pessoas possam tomar consciência de que chegou a hora de mudar, pois novamente, todos estão perdendo.

O ideal é que as empresas comecem a enfrentar esse problema da deslealdade entre colegas de trabalho de forma aberta e franca e comece a criar mecanismos para que as pessoas possam mudar seu comportamento e deixem essa prática de auto-engano, em que todos perdem imaginando-se expertos. 
É preciso, com urgência e seriedade, transformar as oito horas de trabalho em horas mais produtivas, menos tensas, mais alegres. 
É preciso restituir o clima de confiança e coleguismo puro ao ambiente de trabalho. Com a revolução industrial, e posteriormente a globalização, o mercado de trabalho começou a se tornar cada vez mais competitivo, e esse fato trouxe a tona à discussão sobre a lealdade no ambiente de trabalho.                        
Devemos ser leais a quem ao chefe a si mesmo, ou aos seus amigos? 
Na verdade a todos. O mercado de trabalho é competitivo sim, mas você toma as suas próprias decisões e pode optar pelo caminho da generosidade ou do egoísmo. Talvez ainda seja porque você quer mais do que realmente merece. 
Quero aqui chamá-lo para uma reflexão. Pense muito bem na sua rotina, naquilo que te motiva e no que vale a pena investir sua energia. 
Lembre-se que a lealdade é uma via de mão dupla. E é sempre bom lembrar que toda ação tem sempre uma reação, agir com amor e respeito é sempre o melhor caminho.
Copiado:http://www.itu.com.br