quinta-feira, 13 de agosto de 2020

WEBINAR - O que é e como apresentar um com sucesso

 


Webinar é uma conferência online, gravada ou ao vivo, que objetiva educar um público-alvo sobre um tema. Os webinários são um formato de conteúdo também muito usado para a geração de leads. Algumas ferramentas de webinar são: Zoom, WebinarJam, GoToWebinar e Youtube Live. 

Realizar uma palestra é uma opção muito interessante para engajar e educar o público com informações relevantes sobre um assunto. O problema é a logística necessária para tal. Além do espaço físico, é preciso se preocupar com o sistema de som, o projetor de imagens, o conforto dos participantes e até o estacionamento.                                                                                                                                               A boa notícia é que, com a consolidação do Marketing Digital e os recursos oferecidos pela tecnologia, esse processo se tornou muito mais fácil. Agora, é possível realizar esses eventos por meio de transmissões ao vivo, otimizando a experiência dos participantes e potencializando o seu alcance e engajamento.                                                                                          É o que chamamos de webinar, uma poderosa ferramenta para gerar e qualificar leads

O que é webinar? O webinar, ou webinário, é uma videoconferência de via única empregada para fins comerciais ou educacionais. Esse formato de conteúdo vem ganhando bastante destaque, especialmente em estratégias que utilizam o Marketing de Conteúdo.                                         Você já deve ter notado que o termo webinar se assemelha a uma junção das palavras “web” e “seminário”, não é? A ideia é mais ou menos essa. Trata-se de uma abreviação da expressão inglesa “web based seminar” que, em português, representa um seminário realizado pela internet.                      Existem alguns objetivos comuns que podem ser alcançados com a realização desses eventos. Se você trabalha com o funil de vendas, o webinar pode ser uma ferramenta interessante para gerar leads e facilitar sua conversão para a próxima etapa da jornada do consumidor.                                                   O webinar também é utilizado em abordagens mais diretas, que direcionam o comprador diretamente para a ação de compra ao falar sobre um determinado produto ou serviço. Trata-se de um tipo de conteúdo muito eficaz para lidar com leads na última fase do funil, também chamada de etapa de decisão.                                                                                                                                                           Além desses pontos, a ferramenta é bastante útil para otimizar o relacionamento com o cliente, fator tão importante no Marketing 4.0. A partir do oferecimento de conteúdos exclusivos, tutoriais e interações em tempo real, você enriquece a experiência dos consumidores, possibilitando sua fidelização.             No próximo tópico, vamos destrinchar as vantagens que você pode ter acesso ao utilizar o webinar em sua estratégia. 

Quais os benefícios de um webinar?

O webinário vem se mostrando um recurso cada vez mais útil para empresas otimizarem a relação com o público. Prova disso é o relatório Content Trends 2019, que aponta que esse tipo de material é utilizado por cerca de 25% das marcas que investem em Marketing de Conteúdo. Entenda as principais vantagens!

Atenção do público - O aumento do volume de marcas buscando espaço na internet traz um efeito colateral. É cada vez mais desafiador conseguir a atenção do público, que se depara com intermináveis opções de conteúdo para consumir. Por isso, só atinge o sucesso quem consegue driblar esse obstáculo. O oferecimento de um webinário é uma forma eficaz de atrair o interesse da audiência. Afinal, grande parte dos conteúdos disponibilizados online tem o formato de texto, o que acaba saturando alguns internautas. O webinar é uma alternativa a esse lugar-comum.    Para muitas pessoas, é muito mais interessante assistir um vídeo falando sobre um assunto do que ler um artigo explicando-o detalhadamente. Esse diferencial é ainda mais relevante quando falamos de uma palestra ao vivo, que dá ao espectador a sensação de maior participação no evento.

Engajamento - Você já sabe que o engajamento é uma das métricas mais importantes no Marketing Digital, não é? E o que pode ser melhor para potencializar esse fator do que a realização de uma transmissão ao vivo? O webinar cria uma conexão entre marca e consumidores que é essencial para o sucesso do negócio.     Durante o seminário online, você tem a chance de receber e responder dúvidas em tempo real. Isso é importante por diversos motivos. Para começar, trata-se de uma oportunidade para mostrar conhecimento sobre o assunto e se estabelecer como autoridade no mercado. Assim, fica mais fácil atrair novos leads.                                                                                                                                  Além disso, responder as questões dos espectadores possibilita que você os eduque sobre os seus serviços ou produtos. Por essa razão, o webinário é muito utilizado para qualificar leads e conduzi-los para as próximas etapas do funil de vendas.

Tráfego - Um site comercial bem estruturado é essencial para qualquer estratégia de Marketing Digital. Contudo, de nada adianta contar com um portal excelente se o público não desenvolver o hábito de visitá-lo.          Para assegurar isso, é preciso mais do que o emprego de boas técnicas de SEO. Acima de tudo, os visitantes do seu site precisam se deparar com conteúdos originais e pertinentes, de modo a valorizar a experiência proporcionada pela visita. Para isso, diversificar o conteúdo é fundamental.                       Disponibilizar um webinário é uma maneira de aumentar o tráfego do site. Se bem realizado, o evento será divulgado pelos próprios espectadores, atraindo mais visitantes e, consequentemente, elevando as oportunidades de negócio. Para tal, você deve saber como realizar um webinar. 

Como fazer um webinar?

Agora que você entende o que é um webinário e quais benefícios esse tipo de conteúdo pode trazer para o seu negócio, vamos nos dedicar a explicar como realizar um. Antes de tudo, é válido lembrar que não se trata de uma ciência exata. Cada negócio deve realizar o evento de acordo com sua própria realidade. Portanto, é fundamental basear a estratégia nas características da sua persona. Independentemente da qualidade do webinar, ele só será efetivo se for visto como pertinente e original pelo público atingido. Dito isso, vamos ao primeiro passo.

Escolha o tema

A escolha do tema é determinante para o desenvolvimento da palestra online. Se você não sabe por onde começar, uma boa ideia é olhar para os seus próprios conteúdos e buscar aqueles que causam maior impacto positivo na sua audiência.                                                                                                 Por exemplo, se um dos posts mais acessados no blog de uma empresa é “Como automatizar a emissão de notas fiscais”, o tema pode ser transformado em uma aula ao vivo. Durante o encontro, o apresentador pode mostrar um tutorial de como fazer o processo passo a passo, quais ferramentas usar etc.                                                                                                  Outra dica é utilizar ferramentas de palavras-chave para identificar os termos mais buscados pelas suas personas. Com base nisso, é viável descobrir os tópicos mais relevantes para os seus consumidores e desenvolver seu webinário de forma interessante e atraente.                                                                        Além da escolha do tema, é muito importante dar atenção ao título atribuído à videoconferência. Com acesso constante a um alto volume de informações, os consumidores tendem a se interessar apenas por conteúdos com títulos claros, sugestivos e atraentes.

Defina a data

Um planejamento bem-feito é essencial para o sucesso de qualquer tipo de abordagem. Com o webinário não é diferente. Quanto antes você definir a data para realizar a transmissão, melhor será sua programação.                                                                                                                                               Além do dia de realização, é importante definir a hora. Afinal, o grande apelo desse tipo de conteúdo é o senso de inclusão e urgência gerado pela transmissão ao vivo. Sendo assim, é fundamental optar por um horário em que sua persona costume estar ativa na internet.                                          Além disso, lembre-se da meta estipulada. Se o objetivo do seu webinar for vender, por exemplo, pode ser interessante marcar para o início do mês (período em que as pessoas têm mais dinheiro).

Escolha uma plataforma

Outra decisão importante para a realização do seu webinário é a escolha da plataforma. É essencial que ela possibilite uma experiência satisfatório para o usuário, ou seja, realize a transmissão com qualidade, sem a ocorrência de travamentos ou ruídos.                                                                                          Uma das escolhas mais comuns é o YouTube, até pelo fato da plataforma já ser utilizada pelo público para assistir vídeos. Além disso, o site traz a possibilidade de monetizar os vídeos exibidos nele, o que é um atrativo a mais para sua empresa. Contudo, ações mais complexas como mudanças de câmeras são limitadas.                                                                                                                                                        Se a ideia é realizar uma transmissão mais complexa, uma boa opção é a GoToWebinar, uma plataforma criada especialmente para webinários. Ela auxilia o realizador a enviar convites, criar enquetes, responder perguntas e conta até com um modo de ensaio, para evitar imprevistos durante o evento.        Temos, ainda, o Facebook, que apresenta como principal vantagem a própria popularidade. A rede social de Mark Zuckerberg é a mais popular do planeta mas, assim como o YouTube, apresenta limitações para webinars. É impossível, por exemplo, que o usuário visite outro site sem interromper a transmissão.

Outras opções relevantes para a realização do seu webinário são:

  • Hangouts;
  • Twitch;
  • Skype;
  • WebinarJam.

Crie uma landing page

Uma landing page, ou página de captura, nada mais é do que a página em que as pessoas farão a inscrição para participar do seu webinar. Ela deve contar com um texto chamativo e direto, além de espaços para que o visitante insira seus dados de contato.                                                                             Em troca de informações como nome, email e número de telefone, as pessoas vão se inscrever para ficar por dentro de tudo o que envolve o evento, desde sua divulgação, até as ações realizadas pela empresa após o fim da transmissão.                                                                                                             É importante que a página deixe claro o tema do seminário, a data e outras informações relevantes.

Planeje a divulgação

Chegou a hora de atrair inscritos para o seu webinar. Aqui você pode contar com diferentes canais de comunicação, usando tanto tráfego orgânico como tráfego pago. Uma boa campanha de email marketing pode aumentar o alcance do webinário e atrair mais participantes.                                    Além disso, é essencial utilizar suas redes sociais para divulgar a data e o horário da transmissão. Prepare chamadas em todos os seus canais convidando o público para participar do webinar. Experimente usar vídeos curtos no Facebook, Instagram, Snapchat e Youtube.     Também vale usar cards e imagens, tanto no Facebook quanto no Instagram. Não esqueça de sempre deixar um link direcionando o público para a sua landing page. Dessa forma, além de aumentar o alcance, você ainda intensifica a geração de leads.                                                                                      É interessante, também, incluir calls-to-action (chamadas para ação) em seus posts convidando os leitores a participarem do webinar. Se possível, acione seus parceiros para que eles façam o mesmo em seus portais.

Estruture um roteiro

Por mais que você tenha pleno domínio do assunto que vai tratar no webinar, não deixe de fazer um roteiro. A quantidade de detalhes pode variar conforme a sua necessidade, mas o ideal é que você tenha pelo menos os pontos principais.

Aqui vai a nossa dica de estrutura:

  • Introdução e sua história pessoal (5 a 10 minutos);
  • Apresentação principal (25 a 30 minutos);
  • Perguntas e respostas (10 minutos).

Além disso, lembre-se de que você deve terminar sua apresentação principal com um call to action. Você pode usar os últimos 5 minutos da apresentação principal para fazer a oferta de um produto, sugerir que a sua audiência assine uma lista de e-mails exclusiva ou simplesmente pedir que as pessoas curtam a sua página do Facebook.

Prepare uma apresentação visual

É muito comum usar uma apresentação de slides durante o webinar. O fato de ter textos e imagens na tela facilita para o próprio organizador e também para o público, que consegue acompanhar e fazer anotações.  Algumas opções para montar os slides são os famosos PowerPoint, o Keynote (caso você use Mac), o Prezi ou até mesmo o Google Slides, que pode ser acessado pelo Google Drive.       Contudo, você não vai querer fazer uma palestra desinteressante. Pelo contrário: sua missão é captar e reter a atenção da audiência, mantendo todos engajados.                                                           

Para isso, você deve preparar um design agradável e chamativo. Separe um tempo para testar diferentes cores, fontes e imagens a fim de deixar sua apresentação bonita e moderna.                 As dicas gerais são: use fontes de tamanho grande; resuma o conteúdo em frases curtas; ilustre com ícones e imagens; e varie as cores ao longo da apresentação.

Monte um cronograma

Para evitar imprevistos e seguir corretamente o planejamento, é interessante elaborar um cronograma para servir como norte nas semanas que antecedem o webinárioDefina, por exemplo, um limite para tomar decisões relacionadas ao tema, ao objetivo e à aquisição de parceiros.                                Separe ao menos duas semanas para trabalhar uma divulgação eficiente e veicular anúncios pagos, caso seja pertinente. Nesse período, certifique-se de elaborar uma landing page chamativa e com boas possibilidades de conversão.                                                                                                                     Na semana que antecede o webinar, realize testes para garantir que você domina a plataforma que será utilizada, verificando todas suas funcionalidades. Além disso, deixe prontos o roteiro e a apresentação visual.                                                                                                                                   Já no dia do evento, faça testes para verificar a qualidade da conexão com a internet e a captação de áudio e imagem. Horas antes do início, envie lembretes ao público para garantir que todos os interessados participem. O processo não acaba por aqui! No próximo tópico, vamos falar sobre o pós-webinário.

O que fazer depois da apresentação?

Você seguiu o cronograma, divulgou seu webinário e o executou com maestria. Agora, o que fazer? Ignorar a parte do planejamento que diz respeito ao pós-webinar pode diminuir seu impacto no público. É importante mostrar que você segue à disposição da audiência mesmo após o fim da videoconferência                                                                                                                                                         Portanto, para começar, realize uma pesquisa de satisfação com os participantes. Os feedbacks obtidos nessa etapa são fundamentais para a aprimorar futuros webinários e para entender melhor as motivações e características do público.No mesmo email enviado para realizar a pesquisa, você pode disponibilizar a apresentação de slides utilizada no vídeo. Isso é uma forma de estreitar o relacionamento com o público e ganhar sua confiança. Se for o caso, vale ainda enviar a gravação do vídeo para aqueles que demonstraram interesse mas não puderam participar.

Por fim, reestruture sua landing page para gerar novos leads. Pessoas que não assistiram o webinar podem ouvir falar nele e se interessar. Aí, basta oferecer o acesso em troca de dados de contato.

Como medir os resultados do webinar?

Tão importante quanto realizar o webinário é medir a sua eficácia. Logo após o fim da transmissão, já é possível acessar alguns KPIs, os famosos indicadores-chave de desempenho. Os mais importantes são:

  • taxa de comparecimento;
  • acessos;
  • tempo de visualização;
  • engajamento do público.

Com essas informações em mãos, é possível fazer uma comparação com os objetivos traçados durante a fase de planejamento e identificar o que precisa ser melhorado. Se você já realizou webinários anteriormente, é importante cruzar os dados e analisar o que foi otimizado e o que piorou.Além disso, não deixe de acompanhar de perto os comentários deixados pelos participantes em redes sociaisObserve, também, se o volume de inscrições e a taxa de acesso ao site vão sofrer alguma alteração no período que sucede a conclusão do webinário.

Copiado: https://rockcontent.com/

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

SEIS MAIORES DESPERDÍCIOS DE TEMPO


1. Assistir TV. Nada contra assistir um filme ou uma boa série de vez em quando, porém que gasta tempo demais assistindo TV perde a oportunidade de fazer algo mais produtivo e ainda fica exposto a diversas peças de marketing que incentivam o consumo.
2. Procrastinação. Deixar para amanhã o que você poderia fazer hoje pode atrasar ou até matar seus maiores planos e sonhos para o futuro. Use lista com atividades diárias para evitar a procrastinação.
3. Dizer sim. Num primeiro momento, isso pode ser contraintuitivo, mas dizer sim para todas as possibilidades que surgem na sua frente fará com que você não consiga concentrar suas energias para nada em específico. Em muitos casos, é melhor dizer NÃO e seguir seus planos atuais.
4. Perfeccionismo. Aqui está uma característica que deixa muita gente presa na teoria. São tão perfeccionistas que não conseguem colocar nada em prática. Feito é melhor que perfeito. Faça e, só então, pense em como poderia melhorar. Mas faça.
5. Multitarefa. Algumas pessoas se gabam por serem multitarefas, mas não raras vezes isso significa falta de foco. Pessoas focadas têm um objetivo específico e se concentram apenas nas tarefas alinhadas com aquela meta.
6. Preocupação. Você já parou para pensar que, pelo menos, 80% das coisas que você se preocupa nunca acontecem? Preocupar-se é ocupar-se previamente com algo que dificilmente vai acontecer. No entanto, boa parte da sua energia e do seu tempo já foram desperdiçados.

Copiado: @rapaduratech

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Vício em Redes Sociais: o que é, sintomas e como tratar


vício em redes sociais é caracterizado pelo uso exagerado do computador e/ou dispositivos móveis. É identificado pela intensa necessidade de checar sites e aplicativos a todo momento, além de postar fotos, vídeos e outras publicações com o intuito de ganhar curtidas e comentários.

Essa dependência causa diversos problemas de saúde, relacionados à sociabilidade e a questões mentais e comportamentais. Prova disso é um estudo realizado pela University College London (UCL), que chegou à conclusão de que meninas adolescentes são duas vezes mais propensas a desenvolverem sintomas de depressão em consequência do uso excessivo das mídias sociais. 

Segundo a pesquisa, uma em cada quatro meninas analisadas apresentou sinais clinicamente relevantes da doença, enquanto o mesmo ocorreu com apenas 11% dos garotos. Os pesquisadores constaram que a taxa elevada de depressão entre as adolescentes se dá por conta do assédio online, sono precário e baixa autoestima.

Vale ressaltar que os processos subjacentes que comprometem a saúde mental dos internautas estão ligados ao cyberbullying. O estudo aponta que 40% das meninas e 25% dos meninos tinham experiências de agressão na internet.

A ministra inglesa adjunta para Saúde Mental e Cuidados Sociais, Barbara Keeley, afirmou que "esse novo relatório aumenta as evidências que mostram o efeito tóxico que o uso excessivo das mídias sociais tem na saúde mental de mulheres jovens e meninas [...] e que as empresas devem assumir a responsabilidade pelo que ocorre em suas plataformas."

O diretor de campanhas da Instituição beneficente YoungMindsTom Madders, destaca que, embora sejam uma parte da vida cotidiana da maioria dos jovens e tragam benefícios, as redes sociais proporcionam uma "pressão maior" porque estão sempre disponíveis e fazem com que os jovens comparem "as vidas perfeitas de outros" com a sua própria.

Sintomas do vício em redes sociais

O uso excessivo das mídias sociais pode ser definido como um vício comportamental, ou seja, o indivíduo altera suas atividades diárias para ficar conectado. Esse tipo de conduta compromete compromissos básicos do cotidiano, como trabalho, estudo, vida social e alimentação.

A conclusão: o excesso de redes sociais afeta a capacidade de julgamento das pessoas no momento de escolhas mais benéficas para si mesmas, assim como ocorre com dependentes químicos.

Além da mudança de comportamento e a dificuldade em tomar decisões, também é válido citar outros sintomas causados pelo vício em redes sociais. Entre os mais comuns, estão:
— ansiedade;
— mal-estar;
— irritabilidade;
— angústia por ficar desconectado;
— síndrome de pânico (tremores, tontura, falta de ar, aceleração do batimento cardíaco, quadro semelhante à abstinência de um dependente químico);
— obsessão compulsiva;
— fobia social.

É importante mencionar ainda que a pessoa viciada em redes sociais pode sofrer ainda com as “chamadas fantasmas”. Ela sente ou ouve o celular vibrar/tocar quando, na verdade, nada está acontecendo.

Tratamento para o vício em redes sociais

Muitas vezes, as pessoas não percebem quão dependentes estão das redes sociais. Esse comportamento só é notado quando o usuário deixa de cumprir compromissos por estar conectado na internet. Nesse contexto, o detox digital é uma opção viável para impedir que o uso excessivo das mídias sociais atrapalhe a vida do indivíduo.

desintoxicação digital se caracteriza como um período de abstinência dos aparelhos eletrônicos — celulares, tablets ou computadores —, para que a pessoa se concentre em interações no "mundo real".

A ideia é fazer com que o dependente permaneça offline das redes sociais, realizando mais atividades ao ar livre, como caminhadas, rodas de conversa, sessões de ioga, meditação, etc.

Vale ressaltar que o tempo mínimo para abandonar o vício em redes sociais é variável. Há programas que oferecem um detox completo durante um fim de semana, dez dias ou até seis meses.

Mesmo que a desintoxicação digital seja recomendada, não podemos nos esquecer de que é imprescindível o acompanhamento profissional com psiquiatras e psicólogos. Esses profissionais têm capacidade de conduzir um tratamento adequado para cada caso.

Desconecte-se!

O avanço da tecnologia e a popularização dos meios comunicativos facilitam as interações entre os indivíduos. Porém, o equilíbrio é essencial para o uso sadio das redes sociais, uma vez que o excesso tende a trazer problemas, como já mostramos por aqui.


 Sendo assim, é importante levar em consideração até que ponto as redes sociais são uma prioridade em nossas vidas e até que ponto elas deixam de ajudar para prejudicar. 

Por isso, nós, do Portal Boa Vontade, listamos algumas dicas de como se afastar um pouco das redes sociais:

1 - Dedique o seu tempo para fazer outras atividades, como ler um livro;
2 - Organize programas com a família e amigos;
3 - Pratique esportes em seu tempo livre. Além de te dar um tempo da internet, ainda faz bem para a sua saúde;
4 - Confira as suas redes sociais com um propósito em mente, assim você não perde tanto tempo com coisas, que talvez não lhe agreguem em nada;
5 - Uma opção para não entrar nas mídias sociais a cada alerta é desligar as notificações;
6 - Estabeleça um horário para você entrar em suas redes sociais. Dessa forma, você realiza suas prioridades sem perder tempo e ainda depois pode verificar suas mensagens, e-mails e etc com mais tranquilidade.

E, aí? Bora sair um pouquinho da tela do celular/computador?

Copiado: https://www.boavontade.com/

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Os Danos da Pornografia pode te Causar

 Os danos da pornografia não se limitam somente aqueles que trabalham nela, você também sai prejudicado. E muito!

A morte de 5 estrelas pornô em menos de 6 meses, acendeu um alerta sobre a indústria pornográfica mundial e os danos psicológicos e físicos de se trabalhar em uma indústria em deterioração que já não pagam mais como nas décadas de 80 e 90, devido a pirataria e outros tipos de plataformas que fornecem conteúdos dos mais variados gratuitamente na internet. 
O estresse mental, o estigma social, cenas cada vez mais degradantes e nenhum tipo de apoio psicológico levam muitas mulheres jovens que entram na indústria se tornarem depressivas e dependentes em álcool ou drogas. Segundo a Pink Cross Fundation, uma ONG sem fins lucrativos, fundada pela ex atriz pornô Shelley Luben, a expectativa de vida de uma atriz pornô é de 36 anos, enquanto a média nacional americana é de 78 anos. 
A taxa de infecção por gonorreia e clamídia é 10 vezes maior entre atores pornográficos, 70% de atores e atrizes são dependentes de álcool ou drogas e aproximadamente 20% dos atores tem alguma DST.
O debate que se acendeu nos últimos meses, fala sobre péssimas condições de trabalho em uma indústria que destrói seres humanos, os tornando produtos altamente rentáveis em uma indústria que movimenta milhões. Usando a mesma técnica mercadológica de marketing da indústria do tabaco, o monopólio da Mindgeek (empresa que detém os maiores sites pornográficos do mundo) sutilmente leva o expectador a consumir seus produtos sem uma análise mais profunda nos danos que ela causa não somente naqueles que diretamente estão envolvidos nela, como no caso dos atores e atrizes, mas no consumidor final: a sociedade como um todo.
A pornografia comercial começou a tomar forma quando Hugh Hefner, introduziu a revista Playboy, em 1953 juntando uma revista de sexo e estilo de vida. Hugh Hefner vendeu uma fantasia. O sonho de cada homem era ter a vida dele. 
Ele tornou a venda da carne feminina chic e conceituada e tornou o soft porn aceitável no mundo todo. Hoje o soft porn está em filmes, novelas, seriados e no nosso dia a dia como algo comum.
Em 2008, a empresa Hitwise catalogou 40.634 sites que distribuíram pornografia online. Em 2009, o Media Research Center (MRC) examinou as pesquisas mais populares do YouTube para a palavra “pornografia”, produzindo 330 mil resultados. O estudo relatou os 157 melhores vídeos, todos com um milhão de visualizações ou mais.
Se analisarmos,a nossa sociedade de tornou um grande consumidor de pornografia. Ano após ano ela vem contribuindo e mudando a forma como encaramos e como lidamos com o sexo, pois ela tem feito o papel de educadora sexual. 
Se não falarmos com as crianças e adolescente sobre sexo saudável e consensual, a pornografia vai tomar pra si essa função. O que ocasiona o que vemos hoje, a pornificação das relações interpessoais.
A pornificação de uma sociedade leva ela a níveis desastrosos de abusos sexuais, estupros e violência contra mulheres e meninas. O lado sombrio da indústria vai muito além dos danos que ela causa pra quem atua diretamente nela. O debate liberal que se concentra somente nos danos dos trabalhadores da indústria, ignora por completo os danos que ela causa também nos consumidores. 
Por desinformação ou por não querer mudar o status quo que a pornografia se tornou,ou seja por uma falsa liberdade sexual propagada ou por achar que ela é algum tipo de arte, muitas pessoas acreditam que uma mudança nas condições de trabalho dos profissionais, mais direitos e melhores salários (que acredito que deveria ter) ou a criação de pornografia feminista ou ética, esses efeitos seriam menos desastrosos. Mas, ignoram que no capitalismo e patriarcado, qualquer mudança que se faça no sistema vigente trará somente frutos para aqueles que detém o poder e não aqueles que são subjugados por ele.
Diversos estudos ao longo das últimas décadas tem mostrado que a pornografia se inseriu na nossa sexualidade de maneira sorrateira, de maneira quase imperceptível. Se queremos combater a violência sexual, é extremamente necessário, combater e falar sobre os malefícios da pornografia.
Quando um menino perde sua virgindade, ele provavelmente já viu mais pornografia que qualquer adulto teria visto há 20, 30 anos atrás.
Um estudo que analisou 304 cenas dos filmes mais assistidos mostrou que 88% das cenas contêm agressão física (principalmente palmadas, engasgos, bofetadas, etc.) e 49% das cenas contêm agressão verbal e que a violência é centrada nas mulheres e ela é propagada por homens.
Gail Dines, professora emérita de sociologia e estudos femininos no Wheelock College de Boston, estuda o impacto da pornografia há mais de 25 anos.
Em um artigo de 2017, Dines disse que a domesticação da internet, que começou em torno de 2000, tornou a pornografia “gratuita, acessível e anônima — os três fatores-chave para aumentar a demanda e o consumo”.
A tempestade perfeita está aqui, onde temos uma geração jovem de crianças que têm acesso a pornografia hardcore e violenta em seus celulares aos 9, 10 e 11. Eles estão crescendo viciados em pornografia; Isso está moldando seu modelo sexual. E em algum momento, eles vão passar da visualização para atuação.
O impacto disso é que esses meninos vão crescer acreditando que o sexo é violência e as mulheres são objetos com o único propósito de dar prazer a eles.
Andrea Dworkin e Catharine MacKinnon definem a pornografia como “a subordinação gráfica sexualmente explícita das mulheres através de imagens e / ou palavras” (1988, p.36). Elas mostram três formas em que esta definição geral pode ser atendida, por exemplo, “as mulheres são apresentadas desumanizadas como objetos, coisas ou mercadorias sexuais”.
A objetificação sexual é outra característica comum da pornografia. 
Refere-se ao retrato de seres humanos — geralmente mulheres — como coisas sexuais despersonalizadas, como “peitos, bocetas e ânus”, não como seres humanos multifacetados que merecem direitos iguais aos homens. Ela mostra que o não de uma mulher pode ser facilmente mudado com muita insistência, ou pouca resistência física. Que mulheres se fazem de difíceis, mas acabam cedendo depois. Com essa alienação sexual, homens abusam de mulheres e meninas. 
E meninas e mulheres não se dão conta de que foram abusadas por também ter no inconsciente que elas não podem dizer não ou não podem reclamar para não serem taxadas de frigidas ou frescas, pois na pornografia todas as mulheres estão sempre dispostas para o sexo, porque com ela seria diferente? 
Ela não quer ser diferente das mulheres que o seu parceiro sente desejo e se masturba, ela quer também ser desejada, nem que pra isso suas vontades sejam colocadas em segundo plano. E esse ciclo de abuso tem se perpetuado por muito tempo.
Uma pesquisa indicou que 25 % a 30 % de estudantes universitários nos Estados Unidos e Canadá admitem que existe alguma probabilidade de que estuprariam uma mulher se pudessem fugir disso. ( Malamuth, Haber e Feshbach, 1980)
Cerca de 20 % a 30 %mostra uma excitação sexual substancial por representações de estupro em que a mulher nunca mostra sinais de excitação, apenas aborrecimento. (1985, p.95)
Cerca de 50 %para 60 %mostram algum grau de excitação por uma descrição de estupro em que a vítima é retratada como se ficasse sexualmente excitada no final.
A pornografia tem criado gerações de predadores sexuais.
Em 2014, a neurocientista Valerie Voon de Cambridge realizou um estudo comparando os cérebros daqueles com comportamentos sexuais compulsivos (CSB) aos cérebros de indivíduos saudáveis. Sua equipe de pesquisa mostrou 19 sujeitos com CSB e 19 sujeitos sem CSB, tanto filmes pornográficos quanto vídeos esportivos. 
As varreduras funcionais de ressonância magnética de sujeitos em testes com uso de CSB mostraram que o estriado ventral, o cingulado anterior dorsal e a amígdala reagiram para ao ver material pornográfico da mesma maneira que o alcoolatra reage ao ver uma propaganda de bebidas. 
Essas regiões do cérebro estão envolvidas no processamento e antecipação de recompensas e motivações, e processando o significado de eventos e emoções.
A revista Human Brain Mapping publicou um estudo em 2002, demonstrando que, embora muitos homens e mulheres tenham regiões similares do cérebro ativadas durante a visualização da pornografia, apenas nos homens existe uma ativação significativa do tálamo e do hipotálamo. 
O hipotálamo é responsável pelas unidades primárias de alimentação, água e sexo, bem como motivação e controle hormonal. Isso significa que, quando os homens são ativados por pornografia, seus corpos experimentam a excitação sexual, não apenas como um desejo, mas como uma necessidade de sobrevivência.
Além disso, outras pesquisas mostram que a exposição à pornografia está associada a atitudes mais permissivas em relação ao sexo casual, maior probabilidade de se engajar em comportamentos sexuais de risco, dominação dos homens sobre as mulheres e maior aceitação da violência sexual. 
Muitos homens consideram a pornografia como seu modelo pessoal para relacionamentos do mundo real, esses efeitos são especialmente problemáticos. A pornografia geralmente não inclui romantismo, não tem diálogo e nenhuma conexão emocional, ensinando assim a esses usuários masculinos que os relacionamentos são puramente físicos. 
Assim, esses homens são incapazes de formar relacionamentos saudáveis ​​e igualitários.
Em uma meta-análise de 46 estudos publicados de 1962 a 1995, que inclui uma amostra total de 12.323 pessoas, os pesquisadores concluíram que o material pornográfico coloca um risco maior de:
  • Desenvolvimento tendências sexualmente desviantes (aumento de 31% no risco), como pedofilia e zoofilia por exemplo.
  • Cometer ofensas sexuais (aumento no risco de 22%)
  • Aceitar mitos de estupro, como culpar a vítima (aumento de risco de 31%)
Em uma meta-análise de 24 estudos realizados entre 1980 e 1993, com um total de 4.268 participantes, os pesquisadores correlacionaram positivamente a aceitação de mitos de estupro à exposição a não-violência ou pornografia violenta.
Entre os perpetradores de crimes sexuais, a exposição de adolescentes à pornografia é um preditor significativo de violência elevada e humilhação de vítimas.
Em um estudo de 187 estudantes universitárias, os pesquisadores concluíram que a exposição precoce à pornografia estava relacionada a “fantasias de estupro” e a atitudes subsequentes a favor de relações sexuais violenta contra as mulheres. Os pesquisadores acreditam que a pornografia consumida em uma idade jovem contribui para que as mulheres sejam socializadas para aceitar a agressão sexual como um evento sexual / romântico.
A pornografia remove a empatia e promove o assédio e o abuso.
A empatia e a objetivação sexual são incompatíveis. Há evidências de que, quando os observadores aguçam a aparência física de uma mulher, ela se torna “menos humana” e “mais objeto” aos olhos do observador. Sob um olhar sexualmente objetivador, os corpos das mulheres tornam-se momentaneamente a “propriedade” daquele que observa — quer tenham consentido ou não. Desafiar esse elemento da cultura masculina é uma tarefa extremamente importante — e vital. 
O professor de jornalismo, Robert Jensen , escreveu que “a pornografia é como será o fim se não invertermos o curso patológico em sociedades patriarcais e corporativas-capitalistas”
Ele também sugere dar aos homens (e mulheres) as ferramentas críticas e educacionais necessárias para rejeitar o que ele chama de “masculinidade tóxica”. Não podemos rejeitar a cultura tóxica que a pornografia criou sem rejeitar a própria pornografia.
A pornografia não requer tradução, nenhuma explicação e nenhuma pátria em particular. É uma linguagem universal, e também pode ser um campo de treinamento para abuso. Ela da voz e está diretamente ligada com a pedofilia, tráfico de mulheres, prostituição e violência contra mulheres.
Alguns estados membros da ONU estimam que entre 60% a 90% das mulheres no comércio sexual são traficadas. As estimativas tailandesas mostram que 40% do comércio sexual é abuso sexual infantil e cerca de 90% das meninas traficadas são menores de idade.
A desigualdade global há muito incentivou a exploração sexual, mas apenas recentemente foi transmitida pela pornografia. Quantas dessas mulheres estão em filmes pornográficos vistos em todo o mundo? Pesquisas sugerem que os usuários não se importam. 
A retórica da escolha, faz com que os expectadores não queiram saber a verdade por de trás da pornografia que ele assiste. 
Por isso é importante e urgente falar sobre pornografia, não é ser anti-sexo, não é ser moralista, nem pudico combater uma indústria que lucra com a misoginia, que lucra com mulheres e crianças e que te envolve em sua teia o tornando submisso a ela.
E se pensar que quero banir a pornografia, eu responderia que sim, que eu desejaria sua abolição. Mas, no modelo atual de sociedade vigente isso se torna impossível. Então, levar uma política de redução de danos para todos, junto com educação sexual baseada em igualdade e respeito é o inicio para combatermos os malefícios que ela causa na sociedade atual. Recuse a clicar, recuse a fazer parte de algo que degradas as relações humanas.

Texto de Fernanda Aguiar - O Monge Moderno

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

6 de Agosto: Dia Nacional dos Profissionais da Educação

No dia 
6 de agosto se comemora o dia nacional dos profissionais da educação, instituído no dia 22 de dezembro de 2014 em homenagem ao trabalho qualificado dos educadores na formação das novas gerações. 

É uma data que marca a valorização e reconhecimento desses indivíduos que são essenciais para a formação e capacitação de todos.

Dentre as profissões homenageadas nesse dia, podemos destacar os diretores, professores, coordenadores, supervisores e outros que estão envolvidos direta e indiretamente na disseminação da educação.

A data de comemoração se refere à sanção de uma lei que define os profissionais considerados como educadores.

A importância do conhecimento para o desenvolvimento do país

O conhecimento é o principal meio para a resolução de diversos problemas que afligem o nosso país. 

Dentre os benefícios que a educação pode trazer estão a redução da pobreza extrema, o crescimento da economia, a minimização da violência, aumento do bem-estar, ampliação da conscientização sobre os direitos do cidadão, da saúde e do meio ambiente.

Nesse contexto, a educação é um diferencial, já que através dela os indivíduos garantem maior possibilidade de remuneração, além de ter conhecimento sobre os seus direitos e deveres.

Valorização dos profissionais: Um dos passos para o progresso

Segundo uma pesquisa realizada pela UNESCO, milhões de pessoas ainda não têm acesso à educação, demonstrando o grande desafio que é ser um educador atualmente.

Além do investimento na área, a valorização dos profissionais é mais uma das etapas para fazer com que o conhecimento seja repassado com qualidade, promovendo o desenvolvimento pleno do país.


Copiado:https://www.lojaroster.com.br/


quarta-feira, 5 de agosto de 2020

MAPA MENTAL: O QUE É, PARA QUE SERVE E COMO FAZER O SEU

Qual a função de uma mapa? 

Fazer com que cheguemos ao destino não é mesmo? O mapa ajuda a chegar aonde queremos e de forma mais prática, especialmente com um mínimo de erros. Se o mapa estiver certo, conseguiremos alcançar o destino. Com os mapas mentais acontece algo parecido.

Para que servem os mapas mentais?

Os mapas mentais servem para melhorar o aprendizado, organizar informações, gerenciar o seu dia, desenvolver um plano de carreira, preparar uma apresentação, elaborar e gerenciar projetos, estudar para uma prova importante e resumir livros , por exemplo.

Um mapa mental possui como centro um tema e vai se ramificando a partir de palavras ou imagens que conectam  ideias e informações ligadas ao tema central.

Para criar o seu

Para criar um mapa mental, o primeiro passo é escrever ou desenhar a ideia central ou o tema no centro de um página e ao seu redor desenhar um balão.

Você pode escolher uma cartolina, uma folha de caderno ou quadro branco ou pode ainda usar aplicativos que facilitem a tarefa de criar esses mapas. No final desse post compartilharei alguns aplicativos para que você crie seu mapa mental.

Depois de escolhido o tema central vá puxando ramificações a partir dele. Essas ramificações representarão os pensamentos e ideias que estão relacionados ao tema. Desenhe quantas ramificações forem necessárias e subdivida-as em outras, caso preciso.

Não tenha medo se o seu mapa ficar enorme ou se não for tão bonito quanto os mapas do experts nisso, mas foque na serventia do seu mapa. Se ele faz sentido para você e cumpre o propósito para o qual foi feito, está tudo certo.

6 dicas para a criação de mapas mentais

mapas mentais

Antes de criar seu primeiro mapa mental leia com atenção as instruções abaixo, ela facilitarão o processo:

1 – Utilize uma única palavra ou um frase curta para cada linha  ou tópico, pois o mapa mental é visual;

2 – As palavras chaves devem ser escritas com letra maiúscula e o resto com letras minúsculas de preferência;

3 – Cada palavra, frase ou imagem deve ocupar apenas a sua linha, ou seja a sua ramificação, mas podendo se subdividir;

4 – As linhas das ramificações devem ser curvas e não retas e nem angulares, dessa forma fica mais fácil visualizar as conexões;

5 – Se fizer seu mapa mental à mão e não com a ajuda de um app, tenha em mente que as linhas devem ser mais espessas no centro e progressivamente mais finas à medida em que se afastam do centro;

6 – Use cores diferentes para tornar o seu mapa mental mais agradável e também para distinguir os tipos de ideia ou ainda os níveis de cada tema.

Aplicativos e sites para criar os seus mapas mentais

Conforme prometido no início da postagem, eis aqui uma listinha básica de aplicativos e sites nos quais você pode criar os seus mapas mentais. Alguns são pagos com versões gratuitas. explore todas as funcionalidades das versões grátis:

1 – GoConqr: um ambiente de aprendizagem, que além do recurso de mapas mentais possui muitas outras ferramentas interessantes. É possível usar a versão para desktop ou ainda o app para IOS ou Android

2 – Mindmeister – ferramenta online de mapeamento mental disponível para desktop, IOS e Android. Possui plano básico para até 3 mapas mentais e planos pagos a partir de USD 4,99.

3 – Mindomo – bem parecido com O Mindmeister, mas com algumas funcionalidades a mais, como a integração com serviços em nuvem (Dropbox e Google Drive), vídeo e áudio e mapas protegidos por senha. É bem mais caro que o anterior, mas também possui versão gratuita, mas restrita a três mapas mentais.

Para quem deseja ler livros

1- Mapas mentais, de Tony Buzan

2 – Mapas mentais e memorização para provas e concursos públicos, de Willian Douglas

Para quem tem um Kindle ou o app Kindle

1 – Mapeamento mental: guia passo a passo para iniciantes

Desafio

Aprenda mais sobre mapas mentais e comece a elaborar os seus para ajudar na organização do estudos, dos seus projetos e do que mais desejar. Essa ferramenta incrível pode fazer muito por você. Que tal fazer o seu primeiro mapa mental agora mesmo? Qualquer dúvida não hesite em deixar um comentário.  Grande abraço!

COPIADO: https://emprelas.com/

terça-feira, 4 de agosto de 2020

VAGAS CONFIDENCIAIS: COMO FUNCIONAM ?

Nesse artigo, será abordado o tema relacionado a vagas confidenciais e as principais razões para essas vagas existirem, além disso, faremos uma série de recomendações aos profissionais que estão em busca de uma Recolocação ou Transição Profissional.

Ao navegar por diversos sites de vagas e redes sociais profissionais, é comum que o profisisonal que está buscando por uma nova oportunidade, se depare com anúncios de vagas confidenciais. Esses anúncios não disponibilizam o nome da empresa, e deixam muitos profissionais com dúvidas a respeito da credibilidade da empresa contratante e da oportunidade aberta.

confidencialidade de vagas no mercado é uma prática comum e não significam que essas oportunidades sejam obrigatoriamente "furadas", como alguns profissionais acreditam. Os motivos de manter a confidencialidade de uma vaga ao abri-la no mercado, seguem abaixo:

A empresa contratante...
  1. não quer que o atual colaborador saiba que estão buscando um substituto para sua posição;
  2. não quer que o concorrente veja que tipo de profissional estão buscando, e consequentemente, descubram algo sobre sua estratégia;
  3. não tem uma estrutura adequada para atender os candidatos participantes do processo seletivo por telefone e e-mail;
  4. pode ser uma S/A, uma empresa de capital aberto, que não quer expor para o mercado alguma mudança de posição organizacional e criar ruídos de comunicação com seus acionistas.



Além desses motivos estratégicos, é importante citar que existem sim, pessoas más intencionadas que abrem vagas confidenciais no mercado, com o intuito de captar leads para diferentes situações - vendas de produtos ou serviços, e até golpes! Por isso, o profissional que está buscando uma recolocação profissional, deverá ficar atento com ditos profissionais de RH que cobram para que o profissional participe de um processo seletivo ou de entrevistas – mas deve-se fiar claro que esses casos negativos, acontecem na absoluta minoria dos casos.
 
Adicionalmente, mais importante do que saber por quê essas vagas existem, é saber como o profissional que as encontram no caminho devem agir:
 
O profissional deverá fazer o cadastro na vaga normalmente e sempre checar se a vaga é realmente confidencial, ou se apenas está postada como confidencial dentro daquele site especifico.

 
E como fazer isso? O profissional deve selecionar um trecho do descritivo da vaga, colar no campo de buscas do Google e verificar se o Google consegue encontrar a mesma vaga, postada com as informações em aberto em outro site. Acreditem, isso é MUITO COMUM.
 
 
Dessa forma, pode-se compreender as razões da existência de vagas confidenciais no mercado e como o profissional que está buscando sua Recolocação ou Transição Profissional deve agir em relação às mesmas.

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

DOMINE SEUS SENTIMENTOS OU ALGUÉM FARÁ ISSO POR VOCÊ


Somos ímpares e amamos de forma singular. Há quem defina amor como tempestade, outros como calmaria. Há quem prefira viver com ciclones no estômago, enfrentar turbilhões de sentimentos e perder o controle das situações, enquanto outros preferem a tranquilidade de um amor seguro. E tudo bem! Na verdade, a teoria e forma de amar pouco importam, o que realmente, faz diferença é saber diferenciar um amor que te proporciona paz de um amor que te tira ela.


Amar virou um objetivo de vida. O medo da rejeição, da solidão e de encarar a própria companhia faz com que pessoas incríveis aceitem “qualquer forma de amar”, tornando-se escravos de um sentimento que deveria ser libertador. Gustave Le Bom, psicólogo e sociólogo francês, dizia que “o homem que não sabe dominar os seus instintos, é sempre escravo daqueles que se propõem satisfazê-los”.

Romantismo à parte, as pessoas precisam entender que essa teoria de que nossas emoções são incontroláveis e dominam nossa mente é tão ridícula quanto fraca. Se pensarmos na situação que gerou a emoção, somos capazes de controlar até a dor (e isso não é brincadeira). Resumindo: as emoções dão sentido a nossa vida, mas o controle sobre elas nos dá equilíbrio.

Quando somos capazes de entender nossas emoções e utilizá-las de forma sadia, somos capazes de discernir entre relacionamentos bons de relacionamentos doentios e, isso, já é uma grande coisa.

Saber identificar a maldade alheia, não se envolver com quem não está disposto a amar e dominar os próprios sentimentos são atitudes de quem reconhece o próprio valor e, sabe que, poucas coisas, valem a sua paz.

Você pode se sentir carente, mas isso não te dá o direito de implorar a presença de alguém. Você pode amar muito, mas não pode obrigar o outro a sentir o mesmo. Respeito, limites e bom senso são desenvolvidos no silêncio da alma e não na gritaria do corpo.

Amor é paz. Indiferente da teoria que deram ou da falta de ar que ele traga. Enquanto você for controlado pelas emoções, sua vida será uma montanha russa e seus relacionamentos estarão fadados ao fracasso, já que conviver com pessoas desequilibradas e inconstantes é insuportável.

Ser sensível é diferente de ser carente. Ser impulsivo é diferente de ser corajoso. Falar o que pensa é diferente de ser sincero. Lembre-se que ou você domina os próprios sentimentos ou alguém fará isso por você.