quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Homens mais Inteligentes do Mundo na História

O Quociente Intelectual médio da humanidade está entre 85 e 120 pontos; 
  • William James Sidis, Goethe e Voltaire possuíam valores entre 300 e 190. 
Os valores de QI mostrados aqui para cada pessoa são o resultado de uma pesquisa de registros históricos: da herança biológica, da infância e juventude e dos feitos desses homens. Este método, amplamente utilizado e respeitado pela comunidade científica, é conhecido como historiometria.

O Homem mais inteligente do mundo!

William James Sidis
A pergunta acima é extremamente difícil de ser respondida, tendo em vista que até hoje não criamos um método preciso para avaliar a inteligência humana. Mas mesmo assim algumas pessoas se destacam por sua genialidade, esse é o caso de William James Sidis, o qual é considerado por muita gente o homem mais inteligente que já tivemos notícia. Mesmo que você não concorde, com certeza irá se impressionar com a história que contarei.

  • William James Sidis

Nascido no dia da mentira, em 1 de abril de 1898, filho de imigrantes norte-americanos de origem russo-judeu, William tinha um lar promissor. Seu pai, Boris, se formou na Universidade de Harvard em Psicologia e foi um dos precursores dos estudos sobre hipnose e psicologia de grupo. Já sua mãe, Sarah, se formou na faculdade de medicina da Universidade de Boston, se tornando uma das primeiras médicas dos EUA.
Pai de william
Boris viu em seu filho recém-nascido um gênio em potencial e resolveu aplicar técnicas que desenvolvessem uma criança precoce, utilizando inclusive hipnose. Como resultado disso, aos 6 meses de idade, ele já falava a palavra “porta” e logo em seguida já aprendeu a palavra “lua“. Aos 8 meses, o moleque já conseguia comer sozinho com a colher, além de ser capaz de reconhecer e pronunciar letras que o pai dele lhe mostrava.

Quando completou 1 ano, o bebê William era capaz de ler palavras e ao atingir 1 ano e 6 meses ele lia jornais (sim, isso mesmo)! A mídia começou a se atentar para as habilidades desse garoto, quando ele completou 5 anos de idade. Nessa idade, ele foi capaz de aprender a operar uma máquina de escrever sozinho e redigia suas próprias cartas; e o mais impressionante ele tinha aprendido de maneira autodidata seis línguas: latim, grego, russo, francês, alemão e hebreu.
Aos 6 anos, William começou a estudar no ensino primário, porém apenas 1 ano depois ele já estava no ensino médio (high school norte-americano). Nessa época ele já havia aparecido na capa do New York Times por diversas vezes.
william sidis 11 anos
Com 9 anos e 4 livros publicados, ele tentou entrar para a Universidade de Harvard, porém foi rejeitado com a desculpa de que era “emocionalmente imaturo para a vida universitária“, embora tenha tido bom desempenho na prova.

Finalmente, no ano de 1909 quando William tinha 11 anos, Harvard o aceitou em uma turma especial formada por pessoas precoces. Um ano depois, ele fez seu primeiro discurso público na universidade, o qual foi acompanhado por mais de 100 pessoas, entre elas professores e acadêmicos de disciplinas exatas. O tema escolhido por ele foi a quarta-dimensão e os presentes ficaram impressionados. Aos 16 anos ele se formou.
A partir daí, a badalada vida de William começou a se bagunçar. O jovem disse que iria seguir uma vida reclusa, se abstendo de sexo, mulheres, bebidas e todos os prazeres mundanos em prol de adquirir todo o conhecimento possível. Enfim, o jovem era bizarro! Você, caro leitor, ousaria seguir tal caminho? Obviamente não! Quem lê um blog cujo nome é Meus Ovos, provavelmente está mais ligado na filosofia da cachaça e mulherada.
william sidis com 46 anos
Bom, mas voltando à vida do nosso amigo, depois de optar por tal vida, ele tentou seguir diversos outros cursos, entre eles o de direito, mas não concluiu nenhum dizendo que não se encaixava. Passados mais alguns anos, ele chegou a ser preso acusado de ser socialista (sim, naqueles tempos era crime). Para melhorar ele fez declarações públicas dizendo que era ateu e que era totalmente contra a I Guerra Mundial e que tinha criado sua própria ideologia política, o quasi-liberalismo.

Devido à constante perseguição da mídia, William optou por se esconder e exercer funções bem simples, como balconista em lojas, entre outras. Durante esse período ele publicou diversos livros utilizando pseudônimos. Muita gente dizia que ele acreditava em uma filosofia tribal chamada, Okamakammesset,onde o conhecimento deve ser divulgado de maneira anônima.
Toda essa maneira diferente de viver a vida, fez com que a perseguição da mídia fosse cada vez mais ferrenha sobre o pobre (literalmente!) William. Até que um beloartigo ironizava toda a vida dele que antes era um gênio e agora não passava de um balconista. Ao longo de vários anos ele processou o jornal em questão, até que conseguiu ganhar. Mas já era tarde, um ano depois ele foi encontrado morto em seu apartamento, devido a um derrame. Ele tinha apenas 46 anos.
No final da sua vida, William sabia 40 línguas, inclusive uma chamada Vendergood – inventada por ele mesmo. Ele escreveu diversos livros, criou um “calendário perpétuo“, diversas teorias e nos deixou uma história de vida incrível. Muitos afirmam que ele só não conseguiu deixar um grande legado devido à pressão da mídia e à criação de sua família que tentou forçar o surgimento de um garoto prodígio.
O Q.I. estimado de William era entre 250 e 300. A título de comparação, você provavelmente tenha algo em torno de 100 e pessoas com 140 são consideradas gênios. Embora eu concorde que não é a maneira ideal de medirmos a inteligência, é o artifício mais utilizado.
Com essa história devemos aprender que tudo tem seu tempo, e a inteligência envolve uma série de fatores. Para mim o jovem Sidis não é o ser humano mais inteligente que apareceu na Terra, mas é uma prova de que a mente humana ainda nos guarda muitos segredos e dominá-la é algo aquém de nossas possibilidades.

Outros 9 homens mais inteligentes do mundo na história!


Johann Wolfgang von Goethe


Johann Wolfgang von Goethe
(1749-1832) QI=210 – Novelista, dramaturgo, poeta, cientista, geólogo, botánico, anatomista, físico, historiador de ciências, pintor, arquiteto, desenhista, economista, filósofo humanista e, durante dez anos, servidor público do Estado alemão de Weimar.







Voltaire

Voltaire

(1694-1778) QI=190 Escritor e filósofo francês que figura como um dos principais representantes do Iluminismo. Ele foi um defensor aberto da reforma social apesar das rígidas leis de censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, ele frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo.





Isaac Newton

Isaac Newton(1643-1727) QI=190 – Físico, filósofo, inventor, alquimista e matemático inglês, autor dos Philosophiae naturalis principia mathematica, mais conhecidos como os “Principia”, onde descreveu a lei de gravitação universal e estabeleceu as bases da mecânica clássica, mediante as leis que levam seu nome.






Galileu Galilei

Galileu Galilei

(1564-1642) QI=185 – Astrônomo, filósofo, matemático e físico que esteve relacionado estreitamente com a revolução científica. Eminente homem do Renascimento, mostrou interesse por quase todas as ciências e artes (música, literatura, pintura). Seus êxitos incluem a melhora do telescópio, grande variedade de observações astronômicas, a primeira lei do movimento.





Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci
(1452-1519) QI=180 – Foi arquiteto, escultor, pintor, inventor, músico, engenheiro. Humanista italiano, considerado como um dos maiores pintores de todos os tempos e talvez a pessoa com os mais variados talentos da história.








René Descartes

René Descartes
(1596-1650) QI=180 – Filósofo, matemático e cientista francês. É considerado como o pioneiro da Filosofia Moderna e um dos pensadores mais importantes e influentes da História do Pensamento Ocidental. Em 1935 decidiu-se em sua honra chamar de “Descartes” uma cratera lunar.







Michelangelo di Ludovico Buonarroti

Michelangelo di Ludovico Buonarroti
(1475-1564) QI=180 – Escultor, arquiteto e pintor italiano renascentista, considerado um dos maiores artistas da história tanto por suas esculturas como por suas pinturas e obra arquitetônica.









Immanuel Kant

Immanuel Kant
(1724-1804) QI=175 – É considerado como um dos pensadores mais influentes da Europa moderna e do último período da Ilustração. Na atualidade, este filósofo alemão continua tendo vigência em diversas disciplinas como: direito, ética, estética, ciência e política.







Martinho Lutero

Martinho Lutero
(1486-1546) QI=170 – Teólogo, monge agostiniano alemão, teólogo, professor universitário, “Pai do Protestantismo” e reformista da Igreja Católica, cujas ideias influenciaram a Reforma Protestante e mudaram o curso da Civilização ocidental. Inaugurou a doutrina teológica e cultural denominada “Luteranismo” e influiu nas demais tradições protestantes.





Outros personagens que se destacam por sua inteligência:

Platão (170), Beethoven (165), Darwin (160), Mozart (165), Bill Gates (160), Albert Einstein (160), Stephen Hawking (160), Cervantes (155).

Resta ressaltar que QI alto não é sinônimo de realizações ou sucesso e muito menos de riqueza; a história está cheia de personagens inteligentes que se deram muito mal. 
Falamos isso porque em geral a maioria dos jovens faz um teste simples como este ou este ou este que temos no MDig e já começam a se comparar a Einstein.

Também não basta ter um QI elevado, a Inteligência intelectual hoje em dia, não garante sucesso de ninguém, o que mais tem importância é a Inteligência emocional, que está relacionada a habilidades tais como motivar a si mesmo e persistir mediante frustações; controlar impulsos, essa competência é exigida pela maioria das organizações. 

  • O ideal é termos equilibro da nossa inteligência intelectual e emocional , assim poderemos alcançar o sucesso.


By - SucessoEmpresarial.com - POSTADO POR LUCAS LEONARDO

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Tipos de Organograma


Seu Organograma representa fielmente sua organização?
Um dos componentes da maioria dos Manuais da Qualidade, o Organograma é uma representação gráfica da estrutura hierárquica da empresa. Pode ter várias formas, desde a mais comum, conhecida como organograma tradicional, até formas bem pouco usuais, como uma flor (!). Vamos ver esses tipos daqui a pouco.
Em 1856, Daniel C. McCallum, um superintendente da York and Erie Railroad Company (EUA), usou organogramas para mostrar a aplicação da Administração Sistemática em ferrovias. As ferrovias eram empreendimentos complexos e muito caros, assim exigiam uma estrutura hierárquica com vários níveis profissionais. Portanto conforme os registros históricos, McCallum foi o criador do primeiro organograma de que se tem notícia.
Fazendo um organograma tradicional:
O primeiro passo é determinar todas as funções e setores que serão apresentadas no organograma, e definir suas posições hierárquicas. Faça uma lista.
  1. Presidente
  2. Diretores (Financeiro, Administr., Operacional, Comercial, etc.)
  3. Gerentes (Financeiro, Administr., Produção, Vendas, etc.)
  4. Seções da Produção, Contabilidade, Depto. Financeiro, Depto. Jurídico, etc.
Quanto maiores a responsabilidade e autonomia, mais alta será a posição ocupada pelo cargo/setor. Definidos os cargos e posições, transfira-os para retângulos distribuídos verticalmente e ligados por linhas que representarão a comunicação e hierarquia dos itens. Como assim? No exemplo citado, o Presidente (1) ocupa o primeiro nível do organograma. No segundo nível serão colocados os Diretores (2). Partindo do retângulo do Presidente, sairá uma linha que será dividida para se ligar a todos os Diretores. E de cada Diretor, sairá uma linha que se ligará aos Gerentes (3) que respondam hierarquicamente a ele. Daí em frente o raciocínio é o mesmo.
Funções de Staff, que respondem a um superior mas não têm autoridade total sobre os níveis abaixo, são colocadas em níveis intermediários e ligados à linha principal do superior correspondente. Por exemplo, o RD responde à Direção, mas sua autoridade limita-se aos assuntos da Qualidade, portanto somente nesses assuntos ele tem ascendência sobre os gerentes, não em outros temas.
Veja como fica:
Agora, apesar de ser o mais conhecido e usado pela maioria das organizações, o organograma tradicional não é necessariamente o melhor… Existem diversos outros tipos (veja na Wikipédia).
O meu modelo preferido é o circular, elaborado com círculos concêntricos que representam as diversas áreas a partir do círculo central, onde localiza-se a autoridade maior da empresa. – Eu o vejo como um modelo que transmite uma idéia maior de colaboração e participação entre as áreas. Quando desenvolvo um assim, sempre destaco a posição do cliente de forma a mostrar os setores que têm contato mais direto com ele em cada nível, mas abrindo a possibilidade de contato direto com a direção.
Além desses, eu prometi mostrar outros tipos menos conhecidos. Os links abaixo levam às imagens de modelos pouco convencionais ou complexos. Dê uma olhada em cada um para ver a variedade de soluções existentes:











E finalmente, o campeão na categoria originalidade – 
Organograma da Colivre
Volto a fazer agora a pergunta que abriu este artigo: Seu Organograma representa fielmente sua organização?

Por: Ronaldo Costa Rodrigues - Auditor-Líder ISO 9001 certificado pelo BSI / IRCA.  Administração (UNISA)   -  http://www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

JOVENS AMIGOS...

Este ano passou voando...

Para mim um ano de alegrias, algumas mudanças, planos realizados e outros que deverão ser renovados, como sempre...

Mas como todos sabemos não se trata apenas do fim, falamos também de recomeçar... 

Um ano se vai e outro chega, trazendo consigo fé e esperança, brotando em nossos corações novos planos e expectativas que dão sentido ao futuro... 

E Nós aqui, dividimos experiências, aprendizagens, alegrias e tristezas, tudo ao nosso tempo, com a satisfação de recebemos dos amigos, palavras de incentivo e carinho...

E isso que faz um bem danado pra gente!!...

E assim, é com muita alegria que venho agradecer e desejar um feliz 2013 a todos que fazem parte deste circulo de "Amigos"...

Desejo do fundo do meu coração que Deus abençoe e proteja a todos vocês meus e que o próximo ano seja de paz, saúde e alegria para todos nós!...

Abraços a Todos...

Adm. Msc. Jorge Henrique M. Cavalcante

sábado, 29 de dezembro de 2012

Trabalho Temporário Adm. Msc. Jorge Henrique Cavalcante

Trabalho Temporário  
Adm. Msc. Jorge Henrique Cavalcante




Por: Adm. Msc. Jorge Henrique Cavalcante
http://www.youtube.com/user/pgmknow

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Autos e Folguedos - Tradição do Povo Brasileiro

 Os Autos e Folguedos que celebram o natal fazem parte da cultura do Maranhão e compõem o ciclo natalino que acontece do dia 24 de dezembro a 06 de janeiro, em homenagem ao nascimento do menino Jesus. 

Os autos se manifestam pelo canto, pela dança, pelo teatro e pela música, compondo uma cena teatral dos momentos que antecedem o nascimento de Jesus em Jerusalém, com personagens que representam países, animais e profissões. As manifestações folclóricas natalinas surgiram na Idade Média e chegaram ao Brasil através dos jesuítas no século XVI, com o objetivo de catequizar os indígenas.
Com os passar dos anos e com a miscigenação do povo brasileiro, mudanças ocorreram e cada região ganhou um jeito novo e particular de participar dos autos e folguedos. 

No Maranhão, os autos chegaram com os primeiros imigrantes portugueses no século XVII e ainda hoje representam a herança simbólica de um povo e seu patrimônio cultural. Acontecem com maior frequência na baixada, principalmente, nos municípios de Cedral, Cururupu, Guimarães, Matinha, Mirinzal, Penalva, Porto Rico do Maranhão e Viana.
Em São Luís, os grupos são uma extensão dos grupos existentes na baixada, pessoas nascidas nessa região que trouxeram para São Luís a tradição dos pastores ou pastoril, reis ou reisado e caretas, assim como presépios ou lapinhas e outros rituais complementares, como a queimação de palhinhas. Todos fazem parte do ciclo natalino, mas com características próprias que compõem e abrilhantam os autos e folguedos no natal.

  • Pastoril: é uma encenação cujo tema principal é o aviso que o anjo Gabriel dá sobre o nascimento de Jesus Cristo. O auto está dividido em três atos, representados, de modo geral, apenas por meninas na faixa etária entre 7 e 17 anos. Eventualmente, podemos encontrar um grupo que utilize um menino na figura do personagem Caçador. Típico da região Nordeste, os participantes dançam e cantam nas ruas ou em teatros representando os mais diferentes personagens, tais como o pastor guia, os pastores mestres, a florista, a cigana rica, as borboletas, a primavera, entre outros. Geralmente, os grupos de Pastor saem à meia-noite do dia 24 de dezembro e estendem suas apresentações até o dia de Reis, 6 de janeiro.
  • Reisado: é uma festa realizada na véspera e no Dia de Reis, 6 de janeiro, retratando a visita dos três Reis Magos ao Menino Jesus. Em São Luís, é conhecido como Reis, podendo ser chamado de Reisado em outros lugares. Trata-se de um cortejo composto por dois cordões, tendo como personagens principais o rei e a rainha. Alguns grupos possuem dois reis e duas rainhas e acrescentam outros personagens, como anjos, lua e estrela. O grupo sai para visitar as casas das localidades à qual pertence acompanhado de uma pequena orquestra e os seus participantes usam roupas coloridas e chapéus.
  • Caretas: com treze dias de festa, começando no natal e terminando no dia de reis, o reisado Careta rompe com a tradição dos Ciclos Natalinos ao trazer em sua caracterização bichos para a encenação do nascimento do menino Jesus. Normalmente, os brincantes do Careta são homens que usam máscaras como diferencial dos demais Autos natalinos, gerando um certo medo nas pessoas que assistem a apresentação. Além dos Caretas, são personagens deste ciclo os Santos Reis, o Babau, a Nega Velha, o Caretinha e o Cabeça de Fogo. A roupa do Careta é uma saia longa de embirra feita de palha de tucum desfiada, que pode ser complementada por outros adereços, tais como o cajado e o chicote.
  • Presépio ou lapinha: é um ritual de purificação que conserva na sua ingenuidade primitiva o sentimento religioso do povo. Quem coloca presépio uma vez tem que colocar sempre, pois é uma promessa, uma obrigação. Sua montagem depende da criatividade de cada um podendo ser bem simples ou mais luxuoso.
  • Queimação de palhinhas: é realizada no dia seis de janeiro. Alguns consideram como uma festa à parte dos autos e folguedos de natal, mas há quem defenda que a queima das palhinhas é o encerramento do ciclo natalino, ou seja, o último dia que se apresenta. Assim, com o encerramento da queimação de palhinhas, as apresentações dos Autos e Folguedos natalinos são concluídas nesse período, onde também é desmontado o Presépio. 
Copiado: UFMA Noticias -  http://www.ufma.br/noticias
 

Metas: ter ou não ter, eis a questão

Quando meu primeiro filho estava para nascer, eu não tinha emprego. Minha meta, se é que podemos chamar assim, era ter condições de comprar leite e fralda. E, acredite, a maior parte das coisas que conquisto é porque ainda penso que preciso comprar leite e fraldas, e não porque traço metas mirabolantes

Metas são excelentes para quem quer crescer na vida e nos negócios. O problema é que as metas, se não forem bem trabalhadas, mais paralisam do que impulsionam as pessoas.
Eu gosto de metas, mas sei o quanto elas podem fazer mal quando não são bem delineadas e explicadas aos colaboradores. Sou a favor de termos metas e também comungo da ideia de que elas devem ser desafiadoras. Porém, vou dizer algo que você não lê com frequência: "para a maioria das coisas grandes que a gente conquista na vida, não tínhamos metas ousadas ou sequer tínhamos alguma".
Quando meu primeiro filho estava para nascer eu não tinha emprego. Minha meta, se é que podemos chamar assim, era ter condições de comprar fralda e leite para ele, afinal, raramente alguém no fundo do poço consegue pensar em metas desafiadoras. 
O que a gente quer mesmo é ser capaz de manter o sustento básico. Com paciência e persistência as coisas foram mudando e, acredite, a maior parte das coisas que conquisto é porque ainda penso que preciso comprar leite e fraldas, e não porque traço metas mirabolantes.
É claro que entendo que precisamos pensar grande, desejar mais da vida, contudo, falar isso para quem não tem grana nem para um pacote de fraldas não tem o mesmo som de quando falamos para quem já está num patamar mais elevado.
Para mim, as melhores metas são aquelas que não focam em dinheiro, em volume de vendas ou produtividade. Se você falar para um vendedor que ele tem que vender um milhão de reais por mês, isso pode assustá-lo e não surtirá o efeito que a empresa deseja. Já se ele tiver como meta que sua família sinta orgulho por ser o melhor vendedor do mês e poderão ter uma farta ceia de Natal seu empenho será totalmente diferente. 

As empresas estão errando em dar metas para seu pessoal focando no quanto eles têm que vender ou produzir. Os líderes têm que compreender que devem mostrar o quanto os colaboradores vão ganhar, e não no quanto a empresa quer vender.
Deste modo: em vez de dizer "precisamos vender um milhão de reais este mês", devem falar: "quero que cada um ganhe 10 mil reais por mês, pois assim poderão comprar o carro dos sonhos, a casa própria, o brinquedo do filho. Portanto, façam suas contas e vejam quanto precisam vender/produzir".
Paulo, mas e os que não desejarem ter ou dar isso à família? Simples, aí você decide se deve ficar com eles, pois fazem um bom trabalho, mesmo não tendo ambição de crescer, ou se os demite, caso precise de pessoas mais arrojadas, ambiciosas.
  • Você, colaborador, foque diferentemente as suas metas. Não pense em ganhar dinheiro e mais dinheiro. 
  • Pense em colocar mais sorrisos no rosto dos seus clientes, e no rosto de quem ama, em dar conforto à sua família, em comprar a bicicleta nova para o filho, ou, de pelo menos dar a ele um tênis novo para ir ao colégio. 

Isso é muito mais valioso do que bater metas da empresa. 
Modificando o foco você tem muito mais condições de bater qualquer outra meta que receber.
Por Professor Paulo Sérgio - http://www.administradores.com.br/

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

PEDREIRAS- MA - MEU PEDAÇO DE CANÇÃO


MÚSICA - 252 PEDREIRENSES - (Veja o Vídeo)
MÚSICA: Meu pedaço de canção
AUTORES: Paul Getty e Zé Lopes
INTÉRPRETES: Garrincha, Kosta Netto e Chico Viola
LETRA

Pedreiras, meu pedaço de canção 
Minha cidade, minha poesia 
Verso, universo da minha alegria 
Terra onde plantei meu coração 

Geraldo, Professor Pereira, Zé Moscoso, Genuíno, 
João Velho e Chiquito 
Iam com Joaquim Pinheiro e Chiquim da Calçadeira 
Pro forró de Edite Brito. 

Zé do Carmo costurou pra Valdeci 
Zé Ramalho anunciou o forrozão 
Palhano e Maria Corinto dançavam ao som dos Zíngaros 
Domingo na União. 

Pixuri, Dos Santos, Toinha e Esmeralda a bela 
Sairam da Trizidela com Alzira, Perpétua e Mariazinha 
Carmelita, Dalva, Raimunda, Ciroca, e Luiza 
Foram dançar no Diogo no terreiro de Rosinha. 

Terezinha, Aldenora Veloso, Cotinha Trindade, 
Dona Brazilizia e Maria Ferreira, Deuzina, 
Isabel, Tia Dica e Diá... 
Tia Cotinha, Dona Sinhá 
Que saudade que dá 
Do lírio da Maricô e do surubim da Irá. 

Zé Cirilo, vê se aprende a lição, senão vai entrar agora 
Na palmatória do Seu Conceição. 
Iraci Melo, Colégio Gonçalves Dias, 
Ver teus alunos doutores é motivo de orgulho e de grande alegria. 

Iris Lane, Beatriz, Maria Alzira, Dona Moreninha, 
Dona Olinda e Mariquinha (Cacilda Abreu) 
Maria do Hélio, Raimunda Gama, Noalda, Domingas, 
Maria Onilde, Valdirene e Antoninha. 

Chico Leite, Enxuga o Rato, Sebasto e Mergulhão (pescador) 
Pato Broco, Sete Capa e Rolão (tão no céu) 
Taba e Raimundo Duro, Manga Rosa 
Catespera, Arturzinho e Gabriel. 

Chico Pinto, Jorge Atta, Osmundo e João Pinheiro 
Nair Maranhão , Antônio Santos, Sebastião Roxo e Zé Monteiro 
Antonio Chofer , Antônio Rosendo e Antenor Pinto 
Dão as cartas do baralho pro velho Chico Corinto. 

Dom Jacinto veja como é bonito 
A igreja preparada pro festejo de São Benedito. 
Frei Raimundo tua santa missa é bela 
Na igreja de Santo Antônio abençoando a Tresidela. 

Pedro Nicolau, Antônio Braz, João Pinton, Antônio da Viúva, 
Melico e Milson Coutinho, 
B.A.Braga, Zé Dantas, Tonhô e Aidá 
Foram pro Chatô do Inácio 
Com Zé Preto farrear. 

Tiago Costa, Zé Santos e Edmilson Alencar 
Dr Antônio, Zequinha Sampaio e Bocão, 
Gumercindo e Zé Gomes, Antônio Pereira e Natinho 
Invadiram o Taboão. 

Seu Cordeiro, Dr. João Alberto, Zeca Florentino 
Zé Carvalho e Chico Velho, Tenente Helvécio e Raimundo do Bar 
Zequinha Apolinário, junto com o Sibá 
Tomaram o microfone de Helvecinho, pra João Barreto cantar... 

Brandinho dê o tom no violão 
Que Paulo Geovane encanta com a voz saída do seu coração. 
Bebeto toque um samba pra Niltão 
Que Lucy Frabis e Pitando o Sete entoam pra Chagas a nova canção. 

Filagrode, Caçimbão, Biné Fogueteiro, Coringa, Roldão, 
Maria Pacu e Maria Melão 
Pedro Fulô e Chico Cabeludo faziam salseiro 
Com Carlito Capelobo e Ludrugero Sorveteiro. 

João Tomaz, João Pedro, Manoel Barbeiro e Gipão (Mainha) 
Zé Mendengue, Zé Eugênio e Zé Bimbão (Simplício) 
Lulu Braúna – O fogueteiro foi olhar no Bar do Índio 
A lista dos caloteiros 

Sandro Alex, Zequinha Ribeiro, Bené, Manelzinho 
Vigário, Sabrina, Lorinha, Carlinhos 
Netão do Kavaco, Paúla, Itamar 
Santiago, Josivan e Marcílio de Moraes 
Daniel Lisboa e Paulo Piratta esse som é bom demais... 

Chico Viola dê o tom pra Damião 
Pra ele fazer um repente falando em Diouro e também em João. 
Os Pachêcos, arte como inspiração, 
Desenho, gravura, pintura, samba de raiz, é terra, é chão! 

Neto Arraes, Wescley Brito, Samuel Barreto, Paulinho Nó Cego, 
Zé Roberto e Joaquim Filho 
Filemon, Nonato Matos, Floriza, Vicente 
Kleber Lago, Moisés e Edivaldo, são os poetas da gente. 

Bombilha, Inácio e Derrinha 
Benjamim, Sabugo, Hélio e Quarentinha 
Riba de Alonso e João Filho a driblar 
Passa a bola para o Robert, pro Nestor e pra Cocá. 

Entendente Abílio Monteiro e Homero Braúna 
Vicente Benigno, Pedro Barroso, Edmilson Filho e Graça Melo 
Josenil, Dr Kleber, Josélio e Chico Sá 
Carlos Melo, Raimundo Louro, Lenoilson e Paulo Maratá. 

Zé Galinha vá buscar o Colozinho 
Que vai ter Piau no azeite no bar de Zé Reis e no de Dominguinhos. 
Seu Zezico toque o sax com jeitinho 
No Terraço Xavier vai ter arrastapé com o Luis Bracinho. 

Batistão, Otacílio e Walter Brandão 
Brás Paulino, Cor de Rosa, Tibúrcio, Astor e Bentivi 
Vicentão, Juarez da Oficina, Carrinho Martins, 
Seu Pili, Pedro Calheiro, Nivaldete e Janduí. 

Skailab, C. Rolim, Cinquentenário (futebol) 
Cabrante, Solibrante, Tambor Furado (carnaval) 
Na carroça de Zé Brac 
Durval levava a saudade do Treme-Treme e do Tric-Tric (Trac). 

Santaninha, Belmiro, Chiquinho, Bambinha e Magão 
Rômulo Lago, Biné Carvalho, Júlio, Ratinho, Bastos e Tigrão 
Da galera, tá no sangue, tá na veia 
Reunir lá no Demir para falar da vida alheia. 

Paulo César, Totonho Chicote, Hermes e Dedê 
Diquinho Gomes, Chico Lázaro, Carlito Cantanhêde e Raimundê 
Manel Babau, Galeria, Arcap, Terraço Seringal 
Bar do Rodrigo, Almir e Polyarte 
Cidades e Notícias o JORNAL. 

Garrincha solte aqui seu vozeirão 
Pra enaltecer Pedreiras e encantar o Maranhão! 
Jackson Lago, Pedreiras é teu torrão, 
Um sonho, uma realidade, amor, paixão e coração. 


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Símbolos de Natal: Saiba o que Significam

Conheça um pouco mais sobre os símbolos mais presentes nas festividades natalinas

No mundo, milhões de famílias celebram o Natal ao redor de uma árvore. A árvore é o símbolo da vida, é uma tradição mais antiga do que o próprio Cristianismo e não é exclusiva de uma só religião. 
Muito antes de existir o Natal, os egípcios levavam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano, em dezembro, como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Embora, os egípcios tenham criado uma das primeiras simbologias, a primeira referência a uma “árvore de Natal é do século XVI, quando, na Alemanha, famílias ricas e pobres decoravam árvores com papel colorido, frutas e doces. Esta tradição se espalhou pela Europa e chegou aos Estados Unidos pelos colonizadores alemães. Logo, a árvore de Natal passou a ser popular em todo mundo.
Além da árvore de natal existem outros símbolos como: as bolas coloridas que enfeitam as árvores no natal, o presépio, o Papai Noel, o cartão de Natal, os presentes, as canções de Natal, a comida (a ceia de Natal), a estrela de Natal, os três magos, a vela, as bengalas e os anjos.

O diretor do Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, Sebastião Cardoso Júnior, explica o significado de cada um desses símbolos de natal: 
 
O Presépio
Na idade média, em uma noite de natal, Francisco de Assis, hoje santo da Igreja Católica, teve a ideia de realizar uma representação do lugar onde Jesus nasceu e personagens como Jesus, Maria, José, os pastores com as ovelhas e a vaca - que viviam na estribaria onde nasceu Jesus -, além dos reis magos. Ele montou uma encenação reproduzindo o cenário e a partir daí foi criada a tradição de se fazer presépios no Natal.

As Bolas coloridas que enfeitam as árvores
Simbolizam os frutos da prosperidade na árvore de natal, como sentimento de desejo por esta fortuna.

O Papai Noel
É a lenda de São Nicolau, que era um bispo nascido na Turquia e que tinha prática de distribuir saquinhos com moedas a pessoas das redondezas. São Nicolau se tornou em uma lenda pela generosidade e posteriormente ficou conhecido popularmente como Papai Noel.

Os Presentes
Também surgiram da lenda do Papai Noel, em que as pessoas faziam um pedido secreto para que o Papai Noel pudesse trazer o presente desejado. A partir daí, criou-se o hábito de dar presentes às crianças e a trocar presentes com aqueles que cultivam afeto mutuamente. Na tradição, estes presentes ficam no pé da árvore de natal, sendo distribuídos à meia-noite. No Brasil, as trocas de presentes de natal são feitas com o tradicional ‘’amigo invisível’’.

O Cartão de Natal

Com a criação do papel, se tornou costume mandar mensagens a familiares e amigos por meio de cartões. Esta prática se tornou uma tradição e com impressão, os cartões se popularizaram, sendo produzidos até hoje, inclusive, em formatos digitais.

As Canções de Natal:
Surgiram através da Igreja Católica com a Missa do Galo, a mais tradicional da respectiva liturgia e realizada sempre à meia-noite, em que eram entoados cânticos especiais para a ocasião. A partir daí surgiram os coros dos monges nas igrejas, se difundindo por todo o mundo. Com a consolidação dos corais, os músicos de todas as épocas passaram a compor músicas apropriadas para a época natalina.

A Comida (A ceia de natal):
Na confraternização das famílias, é comum haver bastante comida. No Natal, cada lugar possui sua tradição, mudando também os tipos de comida inseridos em cada ceia. Por isso, cada localidade possui seus pratos típicos, como a inserção do vatapá em regiões do Nordeste, por exemplo. Mas há elementos muito comuns nas mesas brasileiras, como o peru, o pernil ou chester, como pratos principais.

Os Reis Magos:
São os Reis que visitaram Jesus seguindo a Estrela e levando presentes para Jesus. O Rei Mago Melquior ofereceu ouro, que representava o sinal da realeza; Baltazar levou incenso, que simbolizava o sinal que Jesus era filho de Deus; e o último Rei, Gaspar, concedeu mirra, um medicamento natural do Oriente Médio, que caracteriza a humanidade de Jesus.

A Estrela:
É uma citação bíblica referente à época em que Jesus nasceu. Na Bíblia, os três Reis Magos realizaram uma leitura dos astros e constataram que o brilho singular de uma estrela anunciava o nascimento do ‘’Rei dos Reis’’, Jesus. Eles saíram do Oriente e foram ao encontro do local do nascimento do menino sagrado, em Belém, com a ajuda da orientação da Estrela.

As Bengalas
São colocadas nas árvores de Natal e simbolizam os pastores de Belém, que visitaram o menino Jesus conduzindo o rebanho. Na Bíblia, os pastores foram guiados até a manjedoura onde nasceu Jesus pelos cânticos dos anjos.

Os Anjos
Representam o Anjo Gabriel, que anunciou o nascimento de Jesus. Também faz referência bíblica à noite de natal, em que todos os anjos cantaram no céu celebrando o nascimento do filho de Deus.

A Vela:
No natal a vela simboliza Jesus, que representa a luz do mundo. Por isso, com a ornamentação das velas, o Natal é considerado a festa da luz. A extensão desta simbologia no Natal da contemporaneidade é o uso de lâmpadas coloridas e jogos de luzes.

Presépio de Murtas
Sebastião Cardoso Júnior destaca que um dos símbolos mais utilizados pela população maranhense são as lapinhas de murta, ou presépio de murtas, feitos na época natalina, mas com características folclóricas singulares em relação a outras regiões do país. “Durante a época de Reis no Maranhão, são feitas queimações de palhinhas e manifestações folclóricas que representam os pastores, como as pastorais e a dança de reis”, explicou. 

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