sexta-feira, 16 de março de 2012

Você Faz Network?

Você já deve ter ouvido falar de alguns eventos que têm como único intuito estimular relacionamentos entre profissionais e aumentar o network pessoal de cada um.

Mas, afinal, o que significa exatamente network? Um network é uma corrente de conexões que se cruzam em intervalos regulares, envolvendo contatos e relacionamentos que podem ajudá-lo a alcançar seus objetivos profissionais. 

Resumindo, network é marketing boca a boca. Não é prospectar nem recrutar nem vender. É conhecer, se relacionar, conversar.
Investir no seu network profissional pode ajudá-lo a:
  • Aumentar seu número de prospects.
  • Aumentar sua visibilidade e a da sua empresa.
  • Melhorar sua reputação perante a comunidade.
  • Aumentar sua influência.
Um network tem três níveis:
  1. Fornecedores e clientes que podem trazer novos contatos de possíveis clientes.
  2. Prospects que podem ajudar seu negócio no futuro – políticos, futuros fornecedores, parceiros estratégicos e dirigentes de associações.
  3. Pessoas que fazem parte do seu network temporariamente, enquanto um objetivo é alcançado. Uma vez terminada a tarefa, termina o relacionamento.

Para o Bruce Siedman (do Sandler Sales Institute, uma empresa especializada na consultoria e treinamento para equipes de vendas), a arte de criar um network demanda tempo, paciência e consistência. 
É um processo exigente de longo prazo, que requer muitos contatos, durante meses e, às vezes, anos. Algumas pessoas acham que é suficiente bater papo em feiras ou trocar cartões em eventos. Mas é preciso muito mais se você quiser ver resultados realmente concretos. Por isso, é fundamental aprender a administrar o tempo e recursos financeiros aplicados no estímulo do seu network.

As regras de construir seu network:

1. Dê seu cartão somente quando existir uma boa razão
O melhor momento para dar seu cartão é quando seu contato tiver algum benefício em fazer negócios com você, quando vocês concordaram em trocar mais informações ou quando concordaram em aprofundar o relacionamento, marcando um encontro ou telefonema posterior. 

Ao pegar o cartão do seu contato, não esqueça de anotar atrás um lembrete de onde você encontrou essa pessoa e o motivo para ligar novamente – assim, você já tem um gancho para iniciar a próxima conversa.

2. Crie um comercial de 30 segundos
Uma breve explicação do que você faz profissionalmente permite uma abertura que, preferencialmente, deve focar a conversa nos resultados que você traz aos clientes, e não apenas características do que você vende. 

Uma pessoa que trabalha com computadores, por exemplo, pode dizer: “Eu ajudo meus clientes a administrarem suas empresas de forma mais eficiente, através do uso correto de computadores e softwares”. Seja informal – soe natural. Fale com a pessoa e não para a pessoa. 

3. Tenha um objetivo específico para cada encontro
Pense no propósito de cada reunião ou evento, antes de apresentar-se. Se você pertence formalmente a um grupo, seu objetivo deveria ser dar e receber dicas de possíveis clientes.

4. Devagar, porque tenho pressa
Em grandes eventos, faça como os organizadores, não como um convidado. Comece você mesmo os contatos, fique em pé ao lado da porta de entrada, cumprimente as pessoas conforme elas forem entrando e encoraje-as a se apresentem. 

Muita gente participa de feiras e eventos, por exemplo, só para conseguir novos contatos comerciais. E todos estão com pressa. Ao encontrar uma pessoa em um evento, deixe-a falar – foque suas atenções em descobrir o máximo possível sobre essa pessoa e a empresa na qual trabalha. 

Os melhores networkers são aqueles que deixam o ego de lado e reconhecimento pessoal. O negócio não é chamar a atenção, e sim conhecer mais pessoas interessantes profissionalmente.

5. Indique antes de pedir indicações
Seja diferente. Pessoas que participam de organizações ou eventos apenas para sugar raramente têm sucesso a longo prazo. Se você demonstrar que está disposto a ajudar outras pessoas a atingirem seus objetivos, certamente elas o ajudarão a atingir os seus. Ao entrar em qualquer grupo, trabalhe primeiro em benefício dele. Invista tempo em descobrir os outros e deixe as pessoas conhecerem você melhor – é a melhor forma de convencê-los do seu valor.

6. Crie oportunidades
Fique andando pelo local. Não sente sempre no mesmo lugar. Não tome café sempre na mesma mesa. Não almoce sempre no mesmo restaurante. Encontre pessoas novas e diferentes. Isso acontece até mesmo quando você anda de elevador.

7. Lembre-se dos seus clientes
O network mais importante que existe são os seus clientes, não apenas para vender mais, mas também para proteger-se de ataques da concorrência, de compradores que mudam de empresa, de demissões, etc. Fazer parte da vida dos seus clientes aumenta sua lealdade.

8. Analise a atividade/resultados do seu network
Estabeleça formas de medir o sucesso dos seus investimentos no network.

9. Faça com que as pessoas saibam que elas fazem parte do seu network
Um network não é um banco de dados. Pessoas no seu network precisam ser tratadas cuidadosamente, e isso requer contatos pessoais. Para conseguir o máximo do seu network, doe seu tempo, sua energia e seu conhecimento. O resto acontecerá naturalmente.

O network é tão importante que deveria ser parte do trabalho de todo vendedor, incluindo avaliações de performance por parte do líder de vendas. 

Aumentar e melhorar seu network deve ser parte do seu plano estratégico de negócios, de acordo com a missão definida pela sua empresa. Os benefícios a longo prazo, tanto para você quanto para seus resultados em vendas, serão imensos.

 http://www.qualidadebrasil.com.br

quinta-feira, 15 de março de 2012

Você está demitido! Dicas para recomeçar

 Quem nunca pensou sobre isso? Ou passou situação semelhante? Ou talvez esteja passando por este momento não muito agradável não é?
Estes dias em grupo de amigos estavamos falando sobre a rotatividade de muitos profissionais no mercado de trabalho, mesmo existindo carência de mão de obra, ao mesmo tempo temos a situação de profissionais desatualizados, por permanecerem muito tempo na mesma empresa, acabam deixando este fator a qualificação de lado.
Contudo você já parou para pensar e analisar suas ações, ao invés de ficar mal humorado e até mesmo triste? Esta situação acaba mexendo não somente no ego da pessoa como também no emocional, mas vamos lá, levante a cabeça e mãos à obra.

Economizar
A nossa vida funciona exatamente como o fluxo financeiro de uma empresa, ou seja, precisa de entrada para gerar saída, então economizar é fundamental, organize uma planilha de custos diários, onde claro, suas dividas deverão estar incluídas.
 Não esqueça que o seu dia a dia tem um custo fixo de X valor, portanto tente mudar hábitos para garantir sua segurança financeira e estabilidade por maior tempo.

Saia da rotina, relaxe
Isso mesmo, após sua demissão, esqueça relógio e até mesmo desconecte-se do mundo virtual, faça um passeio por lugares que você não vai há muito tempo, e aproveite este momento para relaxar, sem desespero, pois isso atrapalha qualquer ação futura.

Network
Neste segundo dia, levante e tome um belo café da manha, pois mente saudável é sua ferramenta fundamental nesta nova etapa, relacione o seu network, isso mesmo, pessoas ao qual fazem parte do seu circulo de amizades e profissional.

Planejar sua ação de marketing profissional
Neste caso, pense em você como um ótimo produto no mercado, você gostaria de estar em destaque? Então vamos analisar os seguintes critérios.

  • Qual foi o último curso que você fez na sua área?
  • Como a sua área profissional está hoje, competitiva em que? Houve mudanças?
  • Compare seu currículo conforme as necessidades do mercado.
  • Pesquisar empresas é o correto, identifique como poderia estar sendo útil na mesma, e com isso analisar a vida desta empresa, pois é fundamental.
  • Pesquisar sobre faixa salarial do mercado, pois dificilmente hoje conseguirá o mesmo salário que da empresa que você estava durante os últimos 10 anos.
  • Pesquisar cursos na sua área aproveitando este tempo para melhorar seu potencial.
  • Criar uma relação de e-mails para onde seu currículo deverá ser enviado, ma atente-se que muitas empresas não usam mais desta ferramenta para contratação, neste caso, entregue em mãos.
  • Analisar bem o currículo desenvolvido, pois muitas vezes esta ferramenta de divulgação profissional acaba sendo descartada por falta de informação ou até mesmo por excesso da mesma, pesquisa ou busque uma consultoria profissional para elaboração do mesmo, pois evita a perda de tempo e o insucesso na busca.
Hora de agir
Neste momento você está com currículo pronto e sua lista de empresas e e-mails em mãos, ao enviar por e-mail seja cauteloso no texto de apresentação e claro, seja muito atento ao excesso de texto no corpo de e-mail, seja objetivo como no exemplo abaixo.

Prezado (a) Fulano de tal,
Estou enviando meu currículo para vossa empresa em busca de uma recolocação em minha área conforme identificado no mesmo, coloco-me a disposição para oportuna entrevista conforme disponibilidade.

Simples não é, então neste caso nunca use imagens para enviar currículo, atualmente o mais utilizado é o formato pdf, facilita a execução do arquivo como também protege os dados enviados.
Ao entregar em mãos o currículo, cuidado para não danificar ou sujar as folhas do mesmo, e tome cuidado com a quantidade de folhas claro, seja objetivo na elaboração do seu currículo, mantenha o mesmo sempre em envelope, garantido a Qualidade do conteúdo.

Fui chamado para entrevista e agora?
Disponibilidade é fundamental, portanto caso esteja estudando, verifique sua maior necessidade, e tente ser flexível ao mercado atual, pois em épocas em que a produtividade está como tema atuante, ter disponibilidade é importantíssimo.
Sua aparência é algo essencial para este processo, portanto alinhar-se de forma adequada à situação como esta acaba ajudando e muito.

A entrevista ao qual foi chamado tem um único objetivo, contratar um profissional conforme especificações da empresa ou do cargo, avaliar sua qualificação como também seus objetivos é necessária, talvez esta primeira entrevista não seja o seu emprego sonhado.

Quando na questão de salário, se você for o profissional qualificado para tal função, já facilita, mas na maioria das vagas já é definido o salário oferecido, é pouco? Então avalie novamente seus objetivos.

Pronto! Estou empregado
Acalme-se, você deverá manter seu foco na Qualificação contínua em também se atualizar conforme esta nova empresa, seja profissional sem esquecer de seus objetivos e futuro.

Pense nisso e boa sorte!

Zafenate Desidério -  http://www.qualidadebrasil.com.br/  

quarta-feira, 14 de março de 2012

Como fazer o Plano de Marketing do seu Plano de Negócios


Plano de Marketing

  Para traçar o plano de marketing do plano de negócios, deve-se atentar à estratégia que será seguida pela empresa. A estratégia pode ser definida como a ciência de planejar e dirigir operações em grande escala, especificamente no sentido de manobrar as forças para as mais vantajosas posições antes de agir. Em Marketing, a estratégia também é muito importante, pois uma Estratégia de Marketing errada pode destruir uma empresa/produto antes mesmo de ser implementada, independente da qualidade do produto/serviço da empresa ser de alta qualidade ou não. Quando se falar em Estratégia de Marketing, deve-se ter em mente os chamados 4P’s do Marketing: Produto (posicionamento), Preço, Praça (Canais de Distribuição) e Propaganda e Promoção.

A estratégia de vendas está relacionada diretamente com a Estratégia de Marketing da empresa e procura estabelecer a maneira como irá vender o produto/serviço com a finalidade de converter em ações as estratégias estabelecidas. Para isto, se leva em conta os 4P’s mencionados:

Produto (Posicionamento)

 O posicionamento refere-se à maneira como os consumidores percebem sua empresa e seu produto em relação à concorrência. Os negócios se encontram agrupados demograficamente da mesma maneira que os indivíduos. Os grupos podem incluir localização geográfica, vendas anuais, número de empregados, número de anos no ramo, setor ao qual pertence o negócio etc. O esforço de posicionamento deve ser realizado no sentido de manter a imagem do produto/serviço no mercado, segundo as políticas de posicionamento previamente estabelecidas.

Preço

 O preço é uma ferramenta efetiva de marketing, pois afeta a demanda, influencia a imagem do produto e pode ajudar a atingir o seu mercado alvo. Ao considerar o preço a ser praticado é importante saber que o preço não deve ser baseado na produção mais alguma margem, como geralmente se faz. O preço depende do valor do seu produto do ponto de vista do consumidor. O preço está relacionado ao benefício percebido pelo consumidor.
Faça as seguintes perguntas:

  • De que maneira são estabelecidos os preços? Existe política de preços?
  • Existe concorrência em preços?
  • Existe valor percebido pelo consumidor?
  • Os preços são baseados nos custos mais margem?
  • Porque eles são diferentes dos da concorrência?
  • Existe elasticidade de preços (efeito do preço sobre a quantidade demandada) para seu produto?

Existem estratégias de preços categorizadas em três áreas: margem de lucro, vendas e metas de “status quo”. As estratégias que visam margem de lucro incluem uma determinada porcentagem na sua maximização e podem ser estabelecidas como porcentagem sobre vendas ou como valor em moeda. As estratégias que visam metas de vendas, incluem o estabelecimento de metas de volumes de venda, geralmente são utilizadas para introduzir um novo produto em um novo mercado. As estratégias que visam objetivos de “status quo” são utilizadas para lidar com a concorrência em mercados amadurecidos, onde o preço é um fator concorrencial determinante.

Outras estratégias de preços são utilizadas para atrair o consumidor mediante promoções especiais de preço. Algumas delas são:

  •  Descontos
  •  Cupons de desconto: os cupons podem ser enviados diretamente aos consumidores, através de jornais ou oferecidos nos pontos de vista. Os cupons são utilizados para obter informações específicas dos consumidores, através do preenchimento dos mesmos.
  •  Descontos em vendas a prazo: são utilizados para as vendas a crédito, mediante a opção de pagamento dentro de um período menor ao oferecido no crédito. Por exemplo: um típico desconto pode ser 5/10;30, o que significa que o consumidor pode obter um 5% de desconto se o pagamento é feito dentro de 10 dias, mas normalmente o pagamento é para ser feito em 30 dias

Outros métodos atuais de vendas


Existem outros métodos de vendas baseados na estratégia de segmentação. Geralmente pratica-se:

  • Marketing diferenciado: significa adequar o produto de maneira a vender para dois ou mais segmentos de mercado previamente estabelecidos. Com um mesmo produto, atender-se-ia a vários segmentos de uma maneira diferenciada.
  • Marketing concentrado: é a escolha de somente um segmento como mercado alvo.

Praça (Canais de Distribuição)

 Os canais de distribuição representam as diferentes maneiras pelas quais o produto é colocado à disposição do consumidor. O propósito do processo de distribuição é levar ao consumidor o que ele precisa. Existem duas maneiras de vender o produto: através de vendas diretas e vendas indiretas:

Venda direta
É a maneira mais usada de distribuição. Uma empresa vende diretamente seus produtos através da sua equipe de vendas e adicionalmente pode ou não controlar o processo de distribuição. Existem empresas integradas verticalmente e que gerenciam toda a cadeia produtiva, desde produção de matéria-prima, passando pela produção até a distribuição. Outras empresas são integradas até a produção, deixando os canais de distribuição em mãos de terceiros mediante vendas indiretas. Existem vantagens e desvantagens ao controlar os canais de distribuição, em função do grau de eficiência de cada empresa. Para algumas pode ser vantajoso controlar a distribuição; para outras pode ser vantajoso terceirizá-la.

Venda indireta
A venda indireta é realizada usando a estratégia de canais de distribuição. A empresa pode vender sua produção ao atacadista, que por sua vez vende ao varejista e ele ao consumidor final. A empresa também pode vender simultaneamente ao atacadista, varejista, distribuidor e representante, usando diferentes preços dependendo da estratégia de canal utilizada.

Propaganda e Promoção

 Fazer propaganda significa enviar diferentes mensagens a uma audiência selecionada, com o propósito de informar os consumidores, através da utilização de diferentes veículos de comunicação, como rádio, TV, mala direta, outdoors, Internet, displays em pontos de venda etc. A vantagem da propaganda é a possibilidade da mensagem chegar ao mercado alvo em grande escala. O custo da propaganda é bastante elevado, portanto avalie se existe o propósito de fazer chegar a mensagem a um grande público.

Promoção
A promoção é um estímulo ao marketing utilizada para gerar demanda do produto ou serviço. O propósito da promoção é poder dizer ao público que você tem aquele produto ou serviço que satisfaz a demanda do consumidor. Os objetivos da promoção são:

  • Informar
  • Persuadir
  • Lembrar

Alguns resultados que podem ser obtidos da promoção incluem:
 Aumento nas vendas
Aumento na participação de mercado
Melhora da imagem da marca
Aumento do conhecimento do seu negócio
Identificação de vantagens competitivas
Preparação do terreno para vendas futuras

Venda Pessoal
É conhecida como venda pessoa a pessoa. A principal vantagem da venda pessoal é a de permitir uma comunicação em duas vias entre o representante de vendas e o cliente.

Promoção de Vendas
É a técnica de vendas que inclui outros tipos de promoção como apresentação de vídeo-tapes, demonstrações, brindes etc. O sucesso não depende somente da maneira como se promove o negócio, também da mensagem promocional.

Publicidade
Publicidade é a informação sobre seu produto, a empresa ou serviço. Não necessariamente corresponde a uma mensagem direta para o consumidor potencial. Geralmente a publicidade não é um serviço pago diretamente pela aparição indireta de diferentes meios publicitários ou eventos a um público que não necessariamente faz parte do mercado-alvo mas pode de alguma maneira ficar informado sobre a existência dos seus produtos.

Projeção de Vendas

 A projeção de vendas deve ser feita tendo como base a análise de mercado e a estratégia de marketing da empresa. Dessa forma, essa projeção será mais realista e terá maior probabilidade de ocorrer conforme o planejado. Deve-se atentar para o fato da sazonalidade, quando esta influi nas vendas, como por exemplo, empresas que vendem enfeites natalinos. Portanto, uma boa forma de se efetuar projeções de vendas é através de projeções mensais em termos de volume de vendas e os preços praticados.
Por: Prof. Dr. José Dornelas 
http://www.planodenegocios.com.br

21 exercícios de neuróbica para exercitar o seu cérebro


Evitar movimentos “automáticos” ajuda a memória e a concentração.

Quem foi que disse que o cérebro não precisa de exercícios para se manter ativo? 
Se o nosso corpo necessita de malhação para ficar sempre em ordem e cheio de disposição, por que com a mente seria diferente? 

Uma nova técnica, denominada neuróbica, promete novo pique para a memória e a concentração, evitando movimentos automáticos no dia-dia.

O cérebro também vai perdendo sua capacidade produtiva ao longo dos anos e, se não for treinado com exercícios, pode falhar. O neurocientista norte-americano, Larry Katz, autor do livro Mantenha seu Cérebro Vivo, criou o que é chamado de neuróbica, uma ginástica específica para o cérebro. A teoria de Katz é baseada no argumento de que, tal como o corpo, para se desenvolver de forma equilibrada e plena, a mente também precisa ser treinada, estimulada e desenvolvida. É comum não prestamos atenção naquilo que fazemos de forma mecânica, por isso costumamos esquecer das ações que executamos pouco tempo depois.

Como funciona a neuróbica? A neuróbica consiste na inversão da ordem de alguns movimentos comuns em nosso dia a dia, alterando nossa forma de percepção, sem, contudo, ter que modificar nossa rotina. O objetivo é executar de forma consciente as ações que levam a reações emocionais e cerebrais. São exercícios que vão desde ler ao contrário até conversar com o vizinho que nunca dá bom dia. Quanto mais o cérebro for treinado, mais afiado ele ficará, para isso não é preciso se matar com teste de QI ou nas palavras cruzadas. 

A neuróbica é uma técnica simples de exercitar o cérebro.
O programa de exercícios da neuróbica oferece ao cérebro experiências fora da rotina, usando várias combinações de seus sentidos - visão, olfato, tato, paladar e audição, além dos "sentidos" de cunho emocional e social. Por isso quem sempre estiver atento em estimular o cérebro terá menos problemas de saúde cerebral, como demência e doenças cognitivas, como Alzheimer.

21 dicas para você montar seu treino.
O desafio da neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria ações automáticas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional, por isso:

1-Use o relógio de pulso no braço direito;
2-Ande pela casa de trás para frente;
3-Se vista de olhos fechados;
4-Estimule o paladar, coma comidas diferentes;
5-Leia ou veja fotos de cabeça para baixo concentrando-se em pormenores nos quais nunca tinha reparado;
6-Veja as horas num espelho;
7-Troque o mouse do computador de lado;
8-Escreva ou escove os dentes utilizando a mão esquerda - ou a direita, se for canhoto;
9-Quando for trabalhar, utilize um percurso diferente do habitual;
10-Introduza pequenas mudanças nos seus hábitos cotidianos, transformando-os em desafios para o seu cérebro;
11-Folheie uma revista e procure uma fotografia que lhe chame a atenção. Agora pense 25 adjetivos que ache que a descrevem a imagem ou o tema fotografado;
12-Quando for a um restaurante, tente identificar os ingredientes que compõem o prato que escolheu e concentre-se nos sabores mais subtis. No final, tire a prova dos nove junto ao garçom ou chefe;
13-Ao entrar numa sala onde esteja muita gente, tente determinar quantas pessoas estão do lado esquerdo e do lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala, feche os olhos e enumere-os;
14-Selecione uma frase de um livro e tente formar uma frase diferente utilizando as mesmas palavras;
15-Experimente jogar qualquer jogo ou praticar qualquer atividade que nunca tenha tentado antes.
16-Compre um quebra cabeças e tente encaixar as peças corretas o mais rapidamente que conseguir, cronometrando o tempo. Repita a operação e veja se progrediu;
17-Experimente memorizar aquilo que precisa comprar no supermercado, em vez de elaborar uma lista. Utilize técnicas de memorização ou separe mentalmente o tipo de produtos que precisa. Desde que funcionem, todos os métodos são válidos;
18-Recorrendo a um dicionário aprenda uma palavra nova todos os dias e tente introduzi-la (adequadamente!) nas conversas que tiver;
19-Ouça as notícias na rádio ou na televisão quando acordar. Durante o dia escreva os pontos principais de que se lembrar;
20-Ao ler uma palavra pense em outras cinco que começam com a mesma letra;
21-A proposta é mudar o comportamento rotineiro. Tente, faça alguma atividade diferente com seu outro lado do corpo e estimule o seu cérebro. Se você é destro, que tal escrever com a outra mão?

Agora é só por em prática e explicar a quem está a sua volta que se trata de qualidade mental e não de loucura por fazer tudo ao contrário. Fica a dica!

Fonte: Yahoo Beleza e Saúde.

Uma pérola do Jornalismo Maranhense...

Crédito: https://www.facebook.com/JornalismodaDepressao

terça-feira, 13 de março de 2012

Programa 5S – Estruturando a Implantação

A implantação de um Programa 5S não é nada fácil, pois implica em mudança de atitudes e envolve a todos, do topo à base da pirâmide. Tenho recebido notáveis contribuições, dentre elas a do Eng. Koichiro Watanabe, que tem larga experiência na implantação de 5S em empresas japonesas e nos brinda com suas lúcidas e brilhantes intervenções, dentre outros. Mas, seguindo o jogo a estruturação de um Programa 5S começa pela elaboração de um cronograma de implantação, entretanto antes de já sair pedalando é importante conhecer  alguns itens que poderão auxiliá-lo na organização do seu cronograma, que são eles:
Prazos
O Programa 5S tem um cronograma básico, mais ou menos padronizado, e testado com sucesso em muitas empresas, que pode ser usado como modelo, pois ninguém precisa inventar a roda. Ele prevê um prazo para cada etapa do programa;
Local
Deve ser o mais agradável e adequado, e que, preferencialmente, comporte todas as pessoas sentadas. É importante que a sala seja previamente organizada com todo material necessário;
Reuniões
Cada etapa da implantação é precedida de uma reunião com a participação de todos que trabalham na empresa. Escolha um dia da semana ideal para isso. De preferência negocie com os seus parceiros o melhor horário;
Cartazes e Murais
Outra iniciativa que gera bons resultados é a manutenção de um jornal-mural que acompanhe, em forma de notícias, o andamento do programa. O jornal pode ter qualquer nome (por exemplo “O Esfregão”), pode conter uma síntese das decisões tomadas nas diversas reuniões, notas sobre os progressos obtidos e, também, servir de expositor de notícias publicadas nos jornais e nas revistas através de temas relacionados com o programa: saúde, qualidade de vida, ecologia, combate ao desperdício, qualidade total, entre outros, a criatividade é livre;
Registre a Situação Atual da Empresa em Fotos ou Filme
Tire fotos de todos os ambientes de trabalho e de circulação geral, dê ênfase aos locais que estão “bagunçados”, mostre gavetas, interior de armários, mesas de trabalho, área de produção e também aquelas famosas salinhas da bagunça, onde tudo é “jogado” por lá e esquecido por todos. Lembre-se de organizar bem este material para que possa, ao final do programa, documentar os mesmo locais depois da implantação. Utilize este material na reunião;
Na elaboração do cronograma de implantação observe o espaço de tempo entre as etapas, não coloque um espaço de tempo muito longo nem curto demais. Tenha claro o melhor tempo, de acordo com o tamanho da empresa, a época em que irá começar, o ramo de atividade e etc;
Observe o cronograma básico que você pode seguir para a implantação do programa na sua empresa. (Claro que o aspecto deste cronograma pode ficar mais bonitinho, conforme o capricho de cada um).
Etapa                                                                        Data Inicial                Data Final
Planejamento ................................................................     ___/___/____          ___/___/___
Lançamento ..................................................................     ___/___/____          ___/___/___
Implantação do Seiri (descarte   .....................................     ___/___/____          ___/___/___
Implantação do Seiton (organização)  .............................     ___/___/____          ___/___/___
Implantação do Seiso (limpeza)  ...................................     ___/___/____          ___/___/___
Implantação do Seiketsu (higiene) ................................     ___/___/____          ___/___/___
Implantação do Shitsuke (ordem mantida).....................     ___/___/____          ___/___/___

Todo mundo sabe que uma das melhores formas de educar é com o exemplo. Então lidere o processo de implementação do Programa 5S, dando o exemplo com suas novas atitudes. A formalização escrita e disseminada por todos da empresa mostrará o comprometimento em facilitar, estimular, prover os recursos necessários ao sucesso do programa, sendo isso um fator fundamental para obter os melhores resultados. Os novos hábitos são incorporados na interação de cada um com o outro e com o grupo. Sendo assim, a demonstração do empenho sincero na transformação de seus comportamentos e atitudes servirá como exemplo para todos os outros.
Você já está na cara do gol para começar a implantar, de fato, o Programa 5S, então vamos dar uma repassadinha nos últimos tópicos:
  • Uma andorinha só não faz verão, então forme uma equipe de apoio para auxiliar na implantação do Programa;
  • Crie varios cartazes referentes aos conceitos e benefícios do Programa, isso é uma maneira de envolver todas as pessoas da organização;
  • Realize o diagnóstico da atual situação, utilizando a lista de verificação nos setores da sua Empresa;
  • Planeje o lançamento do programa em toda a organização;
Cinco dias úteis antes da data marcada para a reunião de Lançamento, afixe, nos locais mais visíveis da empresa,  cartazes para provocar a expectativa de todos em relação ao programa. Três dias úteis antes da reunião, será a vez de afixar um Cartaz-Convite já preenchido com a data, a hora, assinaturas e local da reunião;
Durante o lançamento é necessário a presença de no mínimo um diretor “pra dar sustância”, demonstrar o nível de comprometimento da alta direção e pra galera perceber que o jogo é à vera. De preferência peça pro “homem” dar uma ”palhinha”  pra rapaziada;
Está chegada a hora de iniciar a implantação prática dos 5 sensos, mas antes é interessante verificar as possíveis causas de insucesso na implantação deste programa, o que veremos no nosso próximo encontro.

Como Vencer a Concorrência

http://www.sdr.com.br/dicas/futuro/Futconcorrentes249b.jpg
“Contaram-me que os peixes não se importam de serem pescados, pois têm o sangue frio e não sentem dor.
Mas não foi um peixe que me contou isso.”
(Heywood Broun) 
Não sejamos hipócritas. Esta estória de que concorrência é saudável porque estimula o desenvolvimento e combate o imobilismo é filosoficamente bela, mas não retrata a realidade.
Frédéric Bastiat, economista francês do século XIX e grande defensor do livre comércio, dizia: “Destruir a concorrência é matar a inteligência”. Pois então que morra, neste caso, a inteligência! Qualquer empresário ou gestor há de concordar que concorrência boa, é concorrência morta.
É por isso que o mundo corporativo tem sido marcado por fusões e aquisições, com a formação de grandes grupos econômicos. Tome-se como exemplo o setor bancário. Chama menos atenção a redução do número de instituições financeiras, o que não seria uma medida estatisticamente adequada, mas a concentração do patrimônio líquido, dos depósitos e do crédito entre os quinze maiores bancos do país.
As grandes companhias buscam o caminho dos ganhos de escala e da redução de custos operacionais, princípios econômicos legados da Era Industrial. É uma forma de debelar a concorrência absorvendo-a (aquisição) ou aliando-se a ela (fusão). Mas fica a pergunta: e quanto às pequenas empresas?
Firmas de pequeno e médio porte têm uma natural vocação autofágica. Em outras palavras, digladiam-se por um pedaço de osso como se fosse carne de primeira. Chegam até mesmo a praticar dumping (vender abaixo do preço de custo) para evitar que o vizinho ganhe o pedido. Cooperativismo e associativismo são palavras ausentes do vocabulário – e do dicionário – da maioria dos empresários. É uma questão cultural alicerçada num modelo mental ultrapassado: cada um que cuide de seu terreiro.
Houve uma época em que bastava produzir o que fosse para surgir um comprador. Outro economista francês, este no final do século XVIII, Jean-Baptiste Say, cunhou uma lei de mercado que dizia: “Toda oferta cria sua própria demanda”. Sua assertiva teve vida longa, a ponto de Henry Ford declarar no auge da produção de seu veículo Modelo T: “Você pode ter o carro da cor que quiser, contanto que ele seja preto”.
Mas os tempos áureos sucumbiram em 1929 com a Grande Depressão. O impacto econômico foi tamanho que, nos Estados Unidos, a taxa de desemprego saltou de 9% para 25% em apenas três anos.
Hoje vivemos um período de comoditização ampla, geral e irrestrita. Os produtos são todos muito parecidos em funcionalidade. E os consumidores dão as cartas, reinando no trono da infidelidade e com elevado poder de barganha.
O sofrimento é ainda maior no comércio que na indústria. Basta caminhar em São Paulo, por exemplo, pela Teodoro Sampaio dos instrumentos musicais, a Consolação dos lustres, a Santa Ifigênia dos eletrônicos ou simplesmente as praças de alimentação de qualquer shopping center para sentir na  pele e na veia a ferocidade da concorrência. 
O que fazer?
1. Cuide do visual. O jogo começa na aparência que conduz à sedução. É o marketing de percepção. Você precisa captar a atenção do cliente para que ele escolha, entre as inúmeras alternativas, o seu ponto. Isso envolve a fachada, o letreiro e até mesmo o nome do estabelecimento. Os trajes dos atendentes, a pintura das paredes, a limpeza do piso, o índice de luminosidade, a organização dos produtos expostos e a facilidade de acesso a eles. Perceba que as mesmas regras aplicam-se a uma loja virtual. Neste caso, falamos de um site de fácil navegação, com diagramação e cores agradáveis, ágil na transição de páginas, amigável na busca por produtos.
2. Treine seu pessoal. Considerando-se que os produtos são similares e, portanto, facilmente comparáveis, o único canal possível de diferenciação é o da prestação de serviços. A palavra de ordem agora é “atendimento”. Não apenas um atendimento bom, mas sim um excepcional, prestado por uma força de vendas que antes de tudo conhece em profundidade o que está ofertando. É a chamada “venda consultiva” que compreende necessidades, orienta sobre tipos e modelos, instrui com foco na adequação e assiste através do pós-venda promovendo a fidelização.
3. Tenha o produto disponível. Parece óbvio, mas esta é uma das grandes falhas de gerenciamento no ponto de venda. Imagine ter atraído o consumidor para sua loja e tê-lo presenteado com um atendimento exemplar. Após analisar todas as possibilidades ele escolhe um produto que está esgotado. Era o modelo perfeito de calçado, mas não na cor desejada. Era o prato ideal para o almoço, mas sem o molho preferido. Você terá o desprazer de ver seu cliente, igualmente frustrado, sair pela porta afora de mãos vazias – mas agora seguro do que pretende comprar, evidentemente em seu concorrente. Portanto, mantenha um estoque de segurança. E se você não dispõe de espaço ou capital para tê-lo, é preferível reduzir a gama de produtos oferecidos ou especializar-se em um grupo específico. Se você não é o primeiro e nem o maior, seja o melhor no que se propõe a fazer.
4. Crie diferenciais. Além do excelente atendimento, seja criativo nos detalhes e tenha a inovação como lema. Promova campanhas e concursos, crie bônus por fidelidade, escute e surpreenda seus clientes com novas soluções integradas. Propicie condições variadas de pagamento estabelecendo, por exemplo, parceria com instituições financeiras. Vivemos uma onda de crédito abundante e facilitado, ainda que caro, mas que permite adquirir bens para pagamento em longo prazo mediante suaves prestações mensais. Você não precisa assumir o ônus dos riscos do financiamento. Não é este o seu negócio. Mas uma financeira fará este papel com todo prazer.
5. Diga não à guerra de preços. Venda benefícios associados aos produtos, desviando o foco do preço. A regra é vender valor e não preço. Por isso a importância do atendimento, inclusive no pós-venda, além da oferta de acessórios, de assistência técnica permanente e de condições diferenciadas de pagamento, conforme já mencionado.
6. Em guerra deflagrada, lute para ganhar. Jamais se esqueça de que você está em guerra permanente com seus concorrentes. Esteja, pois, preparado. Conheça bem, e de perto, seus concorrentes. Visite-os ou coloque alguém para visitá-los. Telefone para monitorar a qualidade do atendimento. Pesquise preços. Descubra seus pontos fortes e os copie. Descubra seus pontos fracos e guarde as cartas na manga. Contrate seus melhores funcionários. E, fundamentalmente, inove. Torne-se único a ponto de tornar a concorrência irrelevante. Mas lembre-se: eles podem estar fazendo exatamente o mesmo em relação a você.
Por: Tom Coelho 

O uso de e-mails

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O avanço da tecnologia, a exigência por retornos rápidos e imediatos, a comunicação rápida, eficaz e sem fronteiras.

A tecnologia nos fornece grandes benefícios para a comunicação, estamos tão habituados a usar tal ferramenta que nem notamos, muitas vezes enviamos e-mails para uma pessoa que esta sentada ao nosso lado.

A mania e o hábito de uso de e-mails, existem empresas que usam o e-mail para tudo, desde a comunicação de uma conversa informal até documentação de processos.

Mas quando realmente é necessário o uso de e-mails hein?
Isso depende da cultura de cada empresa, ou do perfil de uma equipe, do gestor, diretor, presidente.
Muitas vezes nos deparamos com informações irrelevantes enviada por e-mail, creio que isso já foi vivenciado por muitos, por exemplo, um gestor de uma área que não concorda com a atitude de algum membro da equipe, o “fulano de tal” chega atrasado todos os dias.

Ao invés do gestor conversar apenas com este membro da equipe, ele decide enviar um e-mail para todos os membros alertando “favor, solicito a todos que administrem seu horário de trabalho, sem atrasos ou ausência”.

Então um dos membros da equipe que recebeu o e-mail e não tem nada a ver com a história pensa “Ué por que eu recebi este e-mail ?”.

Esta atitude pode ter pequenas ou grandes consequências, alguns membros da equipe pensam que o aviso foi pra ele mas na verdade não foi, pode causar falta de motivação na equipe, desinteres se pelo trabalho.

Fora o uso indevido de e-mails, usar e-mail da empresa para assuntos pessoais ou troca de arquivos impróprios.

Como foi dito anteriormente isso vai da cultura de cada empresa e lógico do caráter de cada colaborador.

O e-mail é considerado pela empresa apenas mais uma ferramenta de trabalho, onde seu verdadeiro objetivo é agilizar os processo do nosso dia-a-dia.

 Postado: http://blogdoadministrador.wordpress.com