sábado, 10 de março de 2012

Hopi Hari – Como a crise pode destruir a reputação


Crises são contingências de todas as organizações. Entrar numa crise não é difícil. A forma como as organizações a conduzem, essa sim, pode determinar o impacto do acontecimento sobre a reputação de quem foi atingido pelo evento negativo. Administrar a crise pode ser mais importante, em alguns casos, do que a gerência do processo operacional. 
Foi mais ou menos o que aconteceu com o Parque de diversões Hopi Hari, localizado em Vinhedo, S. Paulo. Sexta-feira, 24 de fevereiro, a adolescente Gabriela Nichimura, de 14 anos, despencou do brinquedo Torre Eiffel, um elevador com 69,5m de altura (equivalente a um prédio de 23 andares) , quando a trava de segurança da cadeira se abriu. Ao perder a segurança, com a velocidade de descida do “elevador”, até 94 km/h, o corpo da jovem foi arremessado no chão, - 20 a 30 metros -, tendo morte praticamente instantânea.
Em qualquer lugar do mundo, seja na Universal, de Orlando, na Disney da Europa, ou no parquinho do interior do país, a morte de uma única criança, seria uma crise grave. Nos grandes parques de diversões, principalmente do exterior, segurança é uma verdadeira obsessão. Eles sabem o impacto negativo para a imagem e a reputação da empresa de acidente semelhantes.
O que fez o Hopi Hari
A direção do parque, desde o início, agiu como se não fosse uma crise grave. Divulgou até agora três notas lacônicas, comunicando o fato e lamentando o episódio e se comunica por meio de advogado. Questionado, o Hopi Hari informou à imprensa que as travas dos brinquedos são analisadas diariamente, antes de o parque abrir. A fiscalização seria completada por vistorias periódicas, feitas por engenheiro. A cada seis meses, ainda segundo o Parque, os laudos produzidos por eles são avaliados por um fiscal do CREA-SP. A direção do parque informou ser impossível o usuário conseguir abrir a trava por conta própria.
Testemunhas
Duas testemunhas ouvidas logo após a tragédia foram categóricas em informar que a trave subiu, liberando o corpo da garota. “A catraca dela já estava aberta quando o elevador chegou, as outras só abriram quando o brinquedo parou”. Atenção ao relato do dia 25/02, sábado: “Testemunhas e operadores relataram que todas as travas foram checadas manualmente, antes da queda da menina, como mandam as normas de segurança“. O delegado também ouviu o engenheiro do Parque, mas, até então, nenhum foi capaz de apresentar uma hipótese para a queda.
Insensibilidade
A morte da menina foi constatada quase imediatamente após o acidente. O Parque suspendeu as atividades na parte da tarde, pela demora em esvaziá-lo, segundo alegam. No site, dia 25, um novo comunicado informou a abertura regular do parque no sábado, “atendendo aos visitantes que, como em todos os finais de semana, se programam com antecedência para vir ao parque. (...) “Reafirmamos nosso compromisso com a segurança de todos os visitantes...” Somente o brinquedo Torre Eiffel permaneceu fechado por ordem superior.
Questionada, a prefeitura de Vinhedo lavou as mãos: o alvará está em dia, mas não fiscaliza. O Corpo de Bombeiros fiscaliza as condições de segurança contra incêndios e o Crea apenas os profissionais que lá atuam. Ou seja, as condições de segurança e manutenção dos brinquedos ficam a cargo dos empregados dos parques. Não há fiscalização externa. No dia 28, quatro dias após o acidente, polícia e engenheiros especulavam sobre falha humana ou falha mecânica. Todos batiam cabeça, enquanto manifestações da direção do parque continuavam limitadas aos comunicados.
Cronologia das mentiras e verdades
Dia 26/02, em entrevista, a mãe da menina, Silmara Nichimura, disse que a cadeira da filha estava sem uma fivela de segurança. Ela teria questionado o funcionário sobre a segurança do brinquedo e teria ouvido que “a falta do cinto não era um problema.” Ou, “É seguro, mesmo sem o segundo fecho”.
Diante dessa evidência, qual a primeira reação da direção do parque: esquivou-se e jogou a responsabilidade da investigação para a perícia. Só que a perícia também bateu cabeça. A polícia descobriu um dia depois que não havia feito perícia completa no assento, por achar que Gabriela havia usado outro local. Mas tarde iria descobrir que fez a perícia no assento errado.
29 de fevereiro, quarta-feira, dois funcionários do parque disseram à polícia ter avisado a direção da empresa sobre problema mecânico na trava do assento onde a vítima estava. “Aquela cadeira deveria estar lacrada, porque já tinha apresentado defeito”, disse Bichir Ale Junior, advogado dos empregados operadores do brinquedo. Eles se apresentaram espontaneamente à polícia. Demonstraram mais seriedade e espírito de colaboração do que a direção do parque.
Nesse dia, talvez o fato mais constrangedor para a direção do Hopi Hari e uma virada nas investigações. O advogado da família mostra foto com Gabriela sentada exatamente na cadeira, alegadamente interditada. A foto é da família de Gabriela. “Provavelmente ela ficou flutuando na descida, segurando o colete (a trava) com as mãos, até que, com a frenagem, se soltou”, disse o delegado.
O Hopi Hari achou uma explicação para o escândalo da foto feita pela família. No bloco de cadeiras em que Gabriela estava, um dos assentos estava inoperante porque um visitante com braços e pernas longos poderia, eventualmente, bater na estrutura de metal que simula a torre Eiffel. Essa alegação explica, mas não justifica o uso indevido da cadeira.
Agora a revelação mais grave do processo: “O Vitor (empregado) percebeu que a trava estava frouxa, mas recebeu ordem para que a operação seguisse. O fato de Gabriela ter ocupado um lugar que não deveria ser usado aumenta o grau de negligência que levou ao acidente; é bem mais grave do que imaginávamos. Essa menina entrou numa arma, num brinquedo fatal. A investigação agora é de homicídio”, disse o promotor Rogério Sanches Cunha. Enquanto isso, o parque continuava aberto e faturando.
Jogo de empurra
Um dia depois de a verdade ter vindo à tona, ou seja, o parque permitir uma criança sentar em cadeira interditada, com problemas de segurança, a direção admitiu que o acidente ocorreu “por uma série de falhas”. Não parou aí a série de idas e vindas da direção do parque.
O advogado do Hopi Hari tentou jogar a culpa para os funcionários. Para Alberto Toron, “os equívocos podem envolver até três funcionários”. “O erro não é do parque, pode ser de funcionários”. Atribuir a culpa a terceiros é prática costumeira das organizações para se esquivar da responsabilidade. Só tem um problema, quando os empregados erram, o erro também é da empresa. Não há como separar.
Pior, o advogado admite que a cadeira onde a menina sentou estava desativada há dez anos. Dez anos? E não havia nenhuma placa com alerta? Como um parque de diversões, com milhares de crianças, todos os dias, mantém uma cadeira com defeito, num brinquedo extremamente perigoso, durante dez anos? “Essa cadeira ficava travada permanentemente. Inadvertidamente, segundo ele, um funcionário mexeu na trava. “Era impossível alguém sentar-se nela, por isso não havia uma placa. Alguém mexeu onde não deveria”, afirmou. Essa justificativa tem alguma sustentação, diante do risco que representava, como se confirmou no acidente?
Ao negar que o parque tenha informado o local da menina incorretamente, o que seria uma fraude, o advogado da empresa alega ter sido a polícia que ouviu testemunhas para localizar o local. A direção do parque lavou as mãos e disse nos comunicados estar “apoiando os órgãos responsáveis na investigação”. Mas a verdade só veio à tona, após os pais mostrarem as fotos.
Até então o parque tinha ficado caladinho. Não há câmeras no Hopi Hari com gravações de todos os brinquedos? Se há, quem garante que as imagens já não tivessem sido vistas por alguém do parque, logo após o acidente? Se não há, mostra também falha grave na segurança dos usuários. Para a mãe da garota, caso não houvesse fotos com essa evidência, a investigação não mostraria os responsáveis, pois a “perícia já estava dada por terminada”.
Após a revelação de que a cadeira da menina deveria estar interditada, choveram fotos na internet de frequentadores, com aquela cadeira vazia. Internautas também asseguram que no dia 20 de fevereiro, de 20 cadeiras, só sete funcionavam. Uma mostra de falhas graves na manutenção do parque.
Diante do rumo dos acontecimentos e pela forma como a direção do Hopi Hari vinha se comportando na apuração, no dia 1º, o Tribunal de Justiça de SP determinou o fechamento do parque por dez dias para uma avaliação completa da segurança de todos os brinquedos. No mesmo dia, o advogado da família disse que pedirá uma indenização de R$ 3 milhões, sendo R$ 2 milhões ao parque, por danos morais e materiais, e R$ 1 milhão à Prefeitura de Vinhedo, por falta de fiscalização.
Na sucessão de relatos cada vez mais surpreendentes que todos os dias, desde o acidente, deixam a direção do Hopi Hari cada vez mais enrolada, nesta sexta-feira, 2/3, empregado do parque denunciou ter sido pressionado a assinar documentos garantindo que passou por treinamento. O parque nega a denúncia. Quem acredita na versão do parque, em função de tudo que aconteceu até agora?
Análise da Crise
O amadorismo na condução dessa crise surpreende. Isso porque gerenciamento de crises virou matéria obrigatória, cada vez mais exigida nas empresas, principalmente as que lidam com grande número de pessoas. Cada dia a situação tanto do ponto de vista jurídico, como de reputação, ficou pior. A empresa conseguiu atropelar vários princípios ou mandamentos recomendados para situações de crise com vítima.
Comunicação - Os comunicados divulgados pelo parque foram lacônicos, frios, burocráticos. Não houve pronunciamento da direção, qualquer entrevista, sequer para lamentar o fato e anunciar com rapidez e consistência as providências tomadas. É como se alguém tivesse apenas escorregado na montanha russa. Os comunicados não constam na abertura do site, como deveriam. No caso, no máximo em 72 horas deveria ter ocorrido uma entrevista coletiva. Também não existe ação reativas nas redes sociais. O Hopi Hari apanha e não se defende.
Houve insensibilidade ao manter o parque aberto, um dia depois do acidente, quando ocorreu o sepultamento da vítima. Demonstrar sentimento, pesar em relação à vítima e sua família pode ser, nesse momento, mais importante até do que cuidar da crise. Nas crises, especialmente onde há pessoas feridas ou mortes, as ações e mensagens devem refletir o sentimento da organização. A palavra chave é “compassion”. Não é compaixão, como entendemos em português. É mais. Um sentimento de que você gostaria de estar no lugar dos parentes, tal seu sofrimento também. Isso jamais transpareceu das mensagens da empresa.
Para o PR e especialista em Crisis Management de Londres, Jonathan Boddy, “a qualidade-chave que faz com que um incidente se transforme numa crise é o impacto desse acontecimento sobre as pessoas. Juntamente com a ação significativa de lidar com o incidente (resposta operacional), uma organização deve ser vista diretamente envolvida com os impactos pessoais. A reputação de uma organização existe em grande parte naquilo em que as pessoas acreditam dela. Ao privilegiar as necessidades das pessoas atingidas pela crise, uma organização tem uma boa chance de manter sua reputação”.
Não fosse a atuação dos pais da vítima, das autoridades e, principalmente, do Ministério Público do Estado de SP, até esse momento, provavelmente, pela sucessão de idas e vindas nas informações por parte da direção da empresa, ainda estaríamos aguardando melhores esclarecimentos.
A assessoria de imprensa do parque tem se omitido quando questionada pela imprensa sobre diversas pautas relativas ao acidente.
Honestidade – Seja honesto, recomendam todos os especialistas em gestão de crises. Jamais tente enganar, usar de subterfúgios, dar uma declaração hoje e corrigir amanhã. O Hopi Hari atropelou também esse princípio e outro: não foi proativo nas explicações; tergiversou, não esclareceu, nem ajudou a investigação; foi lento na apuração interna, andou a reboque dos acontecimentos liderados pelos pais da garota. Estes, rapidamente se movimentaram, acionaram polícia, Ministério Público. Até a polícia bateu cabeça na apuração, mais preocupada com entrevistas para a mídia do que em checar as primeiras informações e ir a fundo na investigação.
Informação - A empresa não precisa produzir provas contra ela mesma. Mas não pode omitir nada, fingir que não existe falha. Nas crises, as organizações devem ser tão informativas quanto puderem. Isso demonstra respeito para com as vítimas, com os clientes, autoridades públicas e a sociedade. O que não ocorreu nesse caso. As informações foram desencontradas, enubladas. Cada dia, um fato novo, mais por iniciativa da mídia, do Ministério Público ou de testemunhas e empregados, do que da empresa.
Quando na crise há vida de pessoas, segurança sob ameaça, a organização não pode se esconder. As pessoas estão feridas e sentidas. Elas querem respostas. Os frequentadores do parque querem saber até que ponto essa crise, que feriu de morte uma família, poderá afetá-los. A direção do parque em nenhum momento tranquilizou os frequentadores. Ao contrário. Pessoas que passaram pelo parque dias antes ficaram estarrecidas com o uso da cadeira (interditada) pela vítima, porque poderia ter acontecido com elas. O sentimento foi de choque.
Outra coisa importante. A crise de uma organização, no caso o Hopi Hari, não é um evento de seu exclusivo interesse. Pertence a todos os stakeholders, principalmente aos potenciais frequentadores, aos pais, às empresas de turismo. E a toda a sociedade. A organização tem que mostrar sensibilidade e receptividade às preocupações dessesstakeholders. E colaborar para esclarecer todas as dúvidas. Será que a direção do parque com seu silêncio contribuiu para isso?
Liderança: até agora não existe um “rosto” para essa crise. Toda a crise precisa de um líder, do lado da empresa. O que recomenda a boa gestão de crise? O executivo deve ter uma visão geral da gestão da resposta, contribuir para decisões de nível estratégico e ser publicamente visível em momentos-chave, durante o incidente e durante a resposta da organização. Alguém ouviu alguma declaração dos diretores do parque?
Do lado da vítima, sim. A fibra da mãe de Gabriela, mesmo na dor, tentando esclarecer a verdade, embora nada vá trazer sua filha de volta. A sociedade brasileira deve agradecer essa família pela busca da verdade. A direção do parque, ao contrário, entregou a um advogado a responsabilidade de se expor em nome da empresa. Nas crises, a presença do advogado na linha de frente pode demonstrar medo, insegurança, falta de transparência, pouca convicção com os argumentos apresentados. É o caso?
Falta de prevenção – Acidentes em parques de diversões, onde brincam milhares de crianças, é fato passível de acontecer. Entretanto, todo o trabalho de prevenção deve ser feito para minimizá-los, principalmente os que colocam a vida das crianças em risco. Pelos relatos emanados do triste episódio do Hopi Hari, constatam-se falhas graves de prevenção num brinquedo extremamente perigoso. Se diariamente os brinquedos são vistoriados, por que aquela cadeira, há dez anos parada, não estava totalmente coberta, definitivamente interditada?
Há várias perguntas para serem respondidas a fim de se confirmar se existe prevenção no parque. Por que várias cadeiras, segundo relatos, deixam de ser usadas por defeitos? Como é feita a manutenção dos brinquedos? A empresa tinha procedimentos rotineiros na interdição? Então, de quem foi a falha? Os funcionários eram treinados? Nesse jogo de empurra, a sociedade quer saber quem são os culpados. Simplificar os fatos, jogando a responsabilidade para empregados de terceiro escalão parece fácil. Mas não é um comportamento ético e socialmente responsável.
Os erros da direção do parque são tão graves que o Ministério Público não descarta a hipótese de interditar o parque além dos dez dias já confirmados. A irresponsabilidade com a segurança dos usuários e, em particular, da adolescente, só não foi maior do que a incompetência para gerenciar essa crise, a ponto de contaminar e comprometer o resto de credibilidade e reputação que ainda existia na empresa. Lamentável que em pleno século XXI, com todas as recomendações e experiências internacionais adquiridas em parques de diversões, o Brasil possa testemunhar um episódio tão lamentável.
Observações: Este artigo já estava concluído quando o Fantástico da Rede Globo, de 04/03/12, fez reportagem com entrevista do Vice-Presidente do Hopi Hari, Cláudio Guimarães. A reportagem confirma a sucessão de erros, agrava as denúncias dos empregados ouvidos, sob alegação de que 90% do treinamento é apenas leitura de manuais; o vice-presidente não melhorou a posição do Parque, porque não respondeu aos principais questionamentos e admitiu: o acidente é fruto de uma sucessão de erros. A entrevista, nove dias depois do acidente, além de estratégia errada, por ter privilegiado um único veículo de comunicação, demonstrou que o "timing" da crise foi perdido. A empresa perdeu a batalha da comunicação. A versão da família da vítima, da mídia, dos empregados e advogados prevaleceu. Perder a batalha da comunicação numa crise, é quase derrota certa. 
Escrito por Joao Jose Fornii   
http://www.comunicacaoecrise.com
Colaboracao - Julio Cesar Cavalcante - Brasilia -DF

quinta-feira, 8 de março de 2012

Parabens Jovens Administradoras Brasileiras...

Postado - JORGENCA

Mulher, administradora da vida!

Nós mulheres continuamos à frente: em busca de inovação, destaque, reconhecimento e também a fim de manter as características mais simples de ser mulher, mãe, namorada, filhas; demonstrando aqueles sentimentos mais íntimos: carinho, ciúme, amor, alegria, fé

Para comemorar este dia tão importante em nossas vidas, em especial na vida dos homens, claro, conto-lhes um pouco da história de Leila Diniz, atriz brasileira, que revolucionou os parâmetros acerca da definição: mulher!

Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil, escandalizou ao exibir a sua gravidez de biquíni na praia, e chocou o país inteiro ao proferir a frase: Transo de manhã, de tarde e de noite. Considerada uma mulher à frente de seu tempo, ousada e que detestava convenções. Foi invejada e criticada pela sociedade machista das décadas de 1960 e 1970.

Ah... Nos tempos de hoje! Quantas Leila´s Diniz temos por aí? Até onde vão essas destemidas mulheres?
Nós mulheres continuamos à frente: em busca de inovação, destaque, reconhecimento e também a fim de manter as características mais simples de ser mulher, mãe, namorada, filhas; demonstrando aqueles sentimentos mais íntimos: carinho, ciúme, amor, alegria, fé.

O  Dia Internacional da Mulher, representa um marco de tudo o que aconteceu nos últimos cem anos, transformando a condição feminina, remoldando corpo, cara e gesto da mulher, de maneira irreconhecível.

Parabenizá-las pelo seu dia é pouco em vista de tudo o que representam frente a transformação social pela qual passamos diariamente: A mulher ainda é a mulher do mundo! O machismo ainda viceja, floresce...

Então, queridas donas deste mundo: amem de manhã, de tarde e de noite, amem a vida, dêem valor aos que te amam, pois, isso, independente do contexto ou do tempo, é o que realmente importa, é o que faz a vida valer à pena e o que nos torna únicas: MULHERES!

Por Nely Cristina de França Alexandre - Fonte: Wikipedia / Pedro Bial.
http://www.administradores.com.br

quarta-feira, 7 de março de 2012

Por que você deve encarar o Google como maior ativo da sua empresa


Sites de busca, assim como as mídias sociais, estão moldando a nova forma das pessoas conhecerem, escolherem e comprarem


A última versão do estudo "O Raio-X do e-Commerce - Quem é quem na mente do consumidor" divulgada recentemente revelou que mais de 93% dos 3.854 participantes faz suas pesquisas de produtos e preços através do Google, enquanto a preferência por Yahoo!, Bing, Buscapé e outros não chega a completar os restantes 7%. O percentual fica próximo ao estudo da Serasa Experian Hitwise, que também coloca o Google como principal search engine utilizado no pais, com cerca de 90% de participação de mercado.
Se levarmos em conta que 50% dos R$ 3 bilhões investidos em marketing digital no Brasil em 2011 (dados do IAB Brasil) foram direcionados aos sites de busca, podemos projetar que a participação do Google nesse bolo chegou a aproximadamente R$ 1,35 bilhão.
Não bastassem esses números avassaladores para mostrar a importância do Google tanto como serviço quanto como mídia, um novo livro demonstra o impacto que o costume de fazer pesquisas na internet provocou em nossa decisão de compra e de como esse novo comportamento está exigindo mudanças na forma de pensar, executar e mensurar ações de marketing.
Para a indústria e o varejo, a hora em que o consumidor para diante da prateleira da loja para decidir se vai levar o produto da marca A ou B é de extrema importância. Embora seja uma atitude cotidiana e até banal para o consumidor, seu ato de escolher um item da prateleira do supermercado (em detrimento de inúmeros outros) ou o clique do botão "comprar" em um site concretiza e justifica (ou não) todos os investimentos realizados em branding, propaganda em revistas, jornais e TV e promoções em pontos de venda, todos meticulosamente planejados pelas empresas. Não há toa, é chamado de "primeiro momento da verdade", ou First Moment of Truth (FMOT). Mas com a internet, descobriu-se que existe um momento ainda mais importante

Em seu e-book ZMOT - Zero Moment Of Truth, Jim Lecinski, diretor de vendas e serviços do Google nos EUA, demonstra como o impacto da utilização massiva dos sites de busca (e agora também as redes e midias sociais) está moldando um novo comportamento mental nas pessoas em relação à forma como pesquisam, analisam e tomam decisões sobre a compra de produtos, serviços e marcas. O grande momento da verdade, o momento zero, acontece quando entramos no Google ou Facebook em busca de informações, avaliações e opiniões sobre os produtos que estamos interessados. Ao contrário do que ocorria na era da TV, deixamos de ser expectadores passivos para tomar a iniciativa, extraindo as informações que queremos. O livro está disponível para download gratuito e possui versão em português.
Para embasar sua tese, Lecinsky apresenta os resultados do estudo realizado pela Shopper Sciences, demonstrando que 84% dos pesquisados nos EUA usaram recursos online para se orientar e que 54% fizeram compras tendo como base a comparação de produtos online.
"Não é só a disponibilidade de informações sobre o produto que mudou, mas a maneira com que os compradores pensam nele. Os profissionais de marketing estão acostumados a falar sobre o processo de compra como um funil: os consumidores são estimulados a passar por uma abertura larga através de anúncios e outros estímulos, reduzem suas opções e depois caem pelo fundo estreito com uma compra. É um modo de pensar bastante linear", revela o autor em um trecho do livro. "Mas fale com os compradores de hoje sobre o caminho deles até a compra, como eu faço, e você terá respostas surpreendentemente não lineares. Como esses dados novos da Shopper Sciences indicam, o comportamento dos compradores individuais agora é repetitivo e não linear. Eles nem sempre passam por um funil, reduzindo o número de opções; no ZMOT, eles realmente podem aumentar o número de opções. Quanto mais eles se informam, mais opções consideram. O funil agora se parece mais com um neurônio, com ramos que permitem que os compradores sigam em frente e retornem através do processo até que estejam prontos para tomar uma decisão."
Em maior ou menor grau, o momento zero da verdade exerce influência na compra de qualquer produto, independente do seu preço ou categoria. O livro mostra, por exemplo, que 97% das pessoas interessadas em um carro novo são influenciados pelo ZMOT. No caso de viagens, esse número chega a 99%, enquanto nos restaurantes a média é de 72%.
Embora haja críticas de que o livro seja tendencioso, os dados da pesquisa e outros estudos apresentados ao longo do trabalho são inegáveis. O Google e os demais buscadores, assim como as redes e mídias sociais estão provocando uma profunda e irreversível mudança não só na forma como compramos mas também de como nos relacionamos com as empresas e as marcas. E o processo deve se acentuar cada vez mais com a popularização da banda larga e o uso de smartphones e tablets.
Diante dessa nova realidade, as empresas não podem mais se limitar a manter apenas um site institucional na web. É preciso expandir a presença na internet de forma marcante, atuando em diversas frentes de maneira dinâmica. Também nessa questão o autor do Momento Zero da Verdade ensina a como dar esses primeiros passos:
1. Defina alguém como responsável pelo desenvolvimento do ZMOT em sua empresa.
2. Encontre seus "momentos zero".
3. Responda às perguntas que as pessoas estão fazendo.
4. Estruture-se para o ZMOT investindo em marketing digital, sobretudo a otimização dos sites da empresa (SEO) e campanhas de links patrocinados.
5. Seja rápido
6. Não se esqueça dos vídeos
7. Apareça!
Também vale uma oitava regra: lembre-se dos principais benefícios que o consumidor busca na internet: economizar dinheiro, economizar dinheiro, melhorar sua qualidade de vida.
Por ; Silvio Tanabe (silvio.sp@magoweb.com.br) é consultor de marketing digital da Magoweb, autor do blog Clínica Marketing Digital (www.magoweb.com/clinicadigital) - http://www.administradores.com.br

Gerações X, Y e Z



 Concentrar três tipos de geração de funcionários em um mesmo ambiente profissional pode gerar conflitos pelo ritmo de trabalho diferente.
É o que aponta a pesquisa "Convivência no Mercado de Trabalho", conduzida pela empresa de pesquisa Bridge Research, realizada com mulheres das classes A e B, pertencentes às gerações X, Y e Z, e moradoras da Grande São Paulo.
Basicamente, a atmosfera das empresas está composta por profissionais que já possuem experiência em mais de uma organização, bem como aqueles que ainda estão começando no primeiro emprego.

Comportamento
A análise comportamental mostrou divergências profundas entre as prioridades, tanto profissionais quanto pessoais, das mulheres analisadas pela pesquisa.

Entre essas divergências, está o fato de a Geração Y se preocupar em não cometer os mesmos erros da geração passada, ou seja, acredita que a X abandonou a família em detrimento da carreira, segundo o presidente da Bridge Research e coordenador da pesquisa, Renato Trindade. Já as mulheres da geração Z, segundo o especialista, têm comportamentos infantis com relação ao trabalho.

Outro detalhe levantado pela pesquisa está relacionado às pessoas que mais influenciam, no ambiente corporativo, as diferentes gerações de mulheres. Para a X, por exemplo, o mentor é escolhido por critérios de admiração e empatia.

“Esse profissional inspirador, que geralmente ocupa uma posição de liderança, direciona e ajuda a X a ponderar sobre importantes decisões; trata-se de um chefe que se torna uma referência para a troca de ideias. No caso da Y, o modelo é a figura de maior destaque e, algumas vezes, “inatingível”. Na prática, é uma pessoa que oferece um modelo a ser seguido, embora não haja uma relação de troca. Pode ser um executivo de uma grande corporação mundial ou um estadista – Steve Jobs ou Bill Clinton, por exemplo”, descreve Trindade.

No caso da Z, o influenciador é associado a um protetor, uma figura paterna que pacientemente ensina, protege e prepara a jovem profissional para a dura realidade corporativa.

Cenários
As liderança foi outro ponto questionado entre as entrevistadas. As respostas mostraram-se conflitantes entre as gerações: para a profissional X, o modelo atual de liderança não é integralmente eficiente, sobretudo no que diz respeito ao gerenciamento do tempo, e permanece sendo pautado pelo dinheiro.

Para a Y, o modelo atual de liderança é time consuming, ou seja, existe um grande investimento em horas trabalhadas e tempo de dedicação para o reconhecimento. A Z, por sua vez, acredita que o modelo de liderança atual é exigente demais, excessivamente formal e presencial.

Empresa
Na opinião de Trindade, a junção dessas gerações pode resultar em uma nova formação nas empresas, uma espécie de seleção de funcionários, na qual as diferentes competências e características das profissionais se completem.

“Motivada pelas Y e Z, a profissional X deve estar pronta a quebrar paradigmas e criar novos modelos de eficiência. Para isso, precisa focar na adaptabilidade. Pronta para mudar o cenário atual, a Y deve colocar a alta capacitação técnica e acadêmica a serviço da equipe. A profissional Z, considerada a mais maleável, está apta a lidar com a diversidade e as novas características do mercado corporativo”, afirma Trindade.

“Ao lidar com a chefe X, a Y deve evitar o apego apenas ao saber acadêmico e a arrogância, deve mostrar respeito à hierarquia, comprometimento, reciprocidade, flexibilidade e dedicação. Com as parceiras Y, evitar engessar o trabalho e processos rígidos e comportamentos autoritários. As parceiras valorizam o trabalho em equipe, as novas soluções de ver o mundo e o jogo de cintura; são profissionais que gostam de inovações tecnológicas e evolução acadêmica”, completa o executivo.

No caso das estagiárias Z, as Ys devem motivá-las, apresentar novidades, novas formas de fazer as coisas. Em contrapartida, evitar alteração de humor. “As jovens Z não estão preparadas para lidar com críticas, obstáculos e pressões; elas não sabem como agir se a Y fizer críticas muito duras”, afirma Renato Trindade.

As três gerações
Item
Geração X
Geração Y
Geração Z
Prioridade
Carreira
Equilibrar a vida pessoal e a profissional
Vida pessoal
Trabalho
Realização e status
Afirmação da maturidade
Mal necessário
Mercado de Trabalho
Executar projetos
Crescer e ganhar dinheiro
Oportunidades de ascenção
Fonte: Bridge Research

Postado por Blog Fernando_Tchockys 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Cloud Computing – Evoluindo para as nuvens

 A virtualização é o catalizador essencial para permitir a transição para a computação em nuvem. 
Com o advento da Internet e das sociedades em rede, as relações humanas passaram por intensas transformações nos últimos anos. Esse contexto trouxe múltiplos desafios à administração em geral, tanto pública como a privada. Alguns são aparentemente contraditórios. Por um lado, existem as demandas decorrentes do crescente nível de exigência dos cidadãos e das empresas. O aumento da qualidade dos serviços prestados, a modernização e a introdução de novos serviços, alem da celeridade dos processos de atendimento, tornaram-se palavras de ordem. 
Por outro lado, existem as demandas relacionadas ao controle das despesas. A redução de custos de funcionamento, o aumento da eficiência e a eliminação de normas burocráticas tornaram-se obrigação. 

A Computação em Nuvem está e evidencia porque possibilita poupar dinheiro na operação, diminuir o investimento e fornecer uma elasticidade no atendimento. Certos negócios passam a exigir um investimento muito menor. É um modismo, mas um modismo convincente, como os microcomputadores foram. Uma das principais características da CN é diminuir a barreira de entrada nos grandes mercados. Isso porque uma grande empresa coloca à disposição de todos uma quantidade enorme de poder computacional e serviços, podendo um pequeno empreendedor alugar, na medida de sua necessidade e a custos muito mais baixos do que ele conseguiria no mercado comum, os computadores e serviços de que precisa. 

 Assim fica mais fácil entrar no mercado e acompanhar o crescimento dos negócios. Quanto mais nuvens disponíveis, maior a competição, menores os preços, maior a facilidade de iniciar um novo negocio.

Ao adotar a Computação em Nuvem as empresas mudam o modelo econômico do seu investimento em TI. Elas passam também a contar com maior flexibilidade e velocidade para colocar aplicações em funcionamento. No caso do uso de CN públicas, também é mais um passo no sentido de focar os esforços da empresa na sua missão, com a terceirização de serviços que não fazem parte da cadeia de valor da empresa. Outra questão importante é o compartilhamento de recursos que as empresas podem fazer. 

A otimização de gastos permitiria, então, que os recursos fossem alocados em outras atividades, que trouxessem maior valor para a organização e seus clientes. Além de ser uma das maiores tendências dentro do mercado de TIC, sabe-se que investir em Computação em Nuvem é reduzir o tempo para a instalação de softwares e os custos com armazenamento, servidores e ate na contratação de pessoal. Existe quase um consenso de que a Cloud Computing tem uma importância estratégica para diversas organizações.

A Dell, por exemplo, deixa de gastar US$ 200 milhoes por ano por conta da virtualização de seus servidores. Usando máquinas virtuais, a HP diminuiu, há quatro anos, seus data centers de 85 para seis. Essa tecnologia abre espaço, até mesmo, para versões mais simples de netbooks, pois parte de seus dados são armazenados fora do hardware.

Se a idéia é que o serviço seja o mais barato possível e que as organizações consigam diminuir os gastos sensivelmente, com a redução de custos com softwares, armazenamento, servidores e com contratação de suporte técnico, devemos levar em conta algumas desvantagens que essa tecnologia nos traz. Cloud deixa a desejar é quando há uma grande necessidade de I/O, um volume grande de leitura/escrita em disco. Como se está em uma máquina virtual, a taxa de leitura/escrita da máquina física é dividida entre todas as máquinas virtuais. Então mesmo que a máquina física tenha vários discos em RAID 10 ou RAID 5,  não será possível conseguir uma alta taxa. E não me venha com benchmarks, pois na maior parte das vezes os valores vistos na máquina virtual não são reais, são os valores da máquina física, ou seja, a soma do uso de todas as máquinas virtuais, e não o que a sua máquina virtual está usando.

Para aplicações web se encaixam nessa categoria principalmente servidora de bancos de dados. Seu desempenho está totalmente preso à taxa de I/O (a menos que o banco de dados caiba inteiro na memória RAM do servidor). Envio de emails também cai nessa categoria, MTAs fazem  muito uso de filas em disco. 
Em geral qualquer tipo de aplicação que precise manipular arquivos que ficam no disco gosta muito de I/O, e, portanto não é boa para o cloud.

Outro ponto em que o Cloud Computing deixa a desejar são aplicações que usem um grande volume de memória RAM. Existe um barramento chamado FSB (front side bus) que determina a freqüência (e a velocidade) de transferência de dados do processador para o northbridge. Por exemplo: um processador e placa-mãe que funcionem com um FSB de 8 bytes de largura (64 bits) a uma freqüência de 1066 MHz e com 4 transferências por ciclo, teriam um limite teórico de 34.112 MB. Esse seria o valor máximo de dados que pode trafegar do processador para a memória por segundo. 
Numa máquina virtual estamos dividindo essa taxa com todas as outras máquinas virtuais do servidor físico, e se tivermos algum vizinho usando bastante RAM isso pode incomodar.

É claro que essas diferenças só começam a aparecer quando o uso dos recursos é grande. Para aplicações simples que não consumam muitos recursos o Cloud Computing ainda é uma ótima escolha.

Por: José Ângelo Lefundes - http://www.artigos.etc.br/

domingo, 4 de março de 2012

Falando em público: dicas para uma apresentação agradável e eficiente




 Cative o público e passe sua mensagem de uma forma simples, objetiva e persuasiva
Para uma apresentação corporativa ser chata não é preciso muito. A grande maioria dos executivos tem certa dificuldade em apresentar um conteúdo diferente, que cative o público e o mantenha interessado. Pensando nisso, o site Inc.com selecionou algumas dicas valiosas que podem ajudar muito na hora de montar uma apresentação.

Preparação

Construa uma história: uma apresentação se torna chata quando as informações são dadas sem nenhum contexto ou sentido. Portanto, conte uma história, tendo o público como os personagens principais. Leve elementos do mundo deles para a apresentação e lembre-se de identificá-los como os grandes heróis.


Mantenha relevante: o público só presta atenção nas histórias e ideias que são imediatamente relevantes. Use as informações que você julga importantes e esqueça dos blablablas.
Corte a introdução: uma introdução verborrágica que fala muito sobre você, sua carreira, a empresa ou o assunto são dispensáveis. Tente fazer uma introdução pequena, objetiva e simples, mesmo que sua apresentação seja longa.
Comece com a corda toda: dê o pontapé inicial de sua apresentação com algum fato revelador. Fale algo que as pessoas não saibam e que as surpreenda e vá naturalmente abordando pontos que lhe interessa falar.

Seja breve: você já recebeu alguma reclamação de que certa apresentação foi muito curta? Claro que não. Portanto, corte pela metade a apresentação original ou a deixe ainda menor.
Use fatos e não generalize: conceitos difusos revelam pensamentos confusos. Reforce o seu argumento usando histórias reais e fatos que são quantificáveis, verificáveis e memoráveis.
Customize cada apresentação: não adianta achar que todo público é igual. Uma apresentação utilizada para qualquer ocasião é como usar sempre a mesma roupa. Todo público é diferente e sua apresentação também precisa ser. 
Simplifique os gráficos: as pessoas desligam seus cérebros quando são confrontadas com gráficos e tabelas complicadas. Use desenhos simples e realce as informações que são realmente importantes.
Deixe a imagem de fundo apenas como fundo: utilize cores neutras nos slides, pois imagens rebuscadas ou de cores fortes podem desviar a atenção.
Use fontes fáceis de ler: não tente dar ao público dor de cabeça, tentando inovar com fontes mirabolantes. Use fontes fáceis de ler, de tamanho grande e evite negrito, itálico ou caps lock.
Apresentação

Na hora H alguns cuidados devem ser tomados. Lembre-se de checar os equipamentos antes da apresentação, falar com o público evitando ler os slides e não pule nenhuma parte. O ideal é usar os slides para te relembrar os tópicos da conversa, mas manter a apresentação como um bate-papo em que você interage e olha para a plateia. Também é importante manter a ordem dos slides para não dar a impressão de desorganização e manter certo humor - profissional, claro. Evite assuntos polêmicos que podem desviar a atenção do tema principal, não use jargões e use seu tempo com sabedoria, sem atrasar ou adiantar demais.

Seguindo essas dicas, é possível construir uma apresentação agradável, simples, objetiva e que dará bons resultados. Se quiser contribuir com a matéria, deixe nos comentários abaixo alguma sugestão para tornar uma apresentação mais eficiente. Boa sorte!

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