terça-feira, 3 de dezembro de 2019

6 Coisas que a Escola de Negócios não lhe Ensinará sobre Empreendedorismo


Nos cursos de empreendedorismo no Brasil não é ensinado tudo o que você precisa saber sobre como iniciar e administrar um negócio de sucesso. Eu aprendi isso da pior maneira!

Enquanto a escola de administração me ensinou como negociar, comunicar de forma eficaz e compreender os fundamentos de finanças, economia e direito, percebi que havia lacunas significativas no meu conhecimento desde o primeiro dia que comecei a empreender.

As relações e a rede que construí na escola de negócios valem mais do que o custo da mensalidade. No entanto, acabei aprendendo muito mais sobre negócios sendo um empreendedor por quatro meses, do que em uma sala de aula durante quatro anos, isto sem desmerecer o necessário aprendizado em sala de aula é claro, quero dizer sobre "medições" de resultados de aprendizados.

Aqui está o que eu aprendi como um empreendedor que a escola de negócios não me ensinou, e que isso não vai te ensinar sobre como construir um negócio de sucesso.

1. Um negócio pode ser complicado Começar um novo negócio exigirá que você "descubra as coisas à medida que for". Embora a faculdade de administração enfatize a importância do financiamento, da contratação e do escalonamento, começar um negócio significa aproveitar ao máximo os poucos recursos que você possui.

A realidade é que as empresas mais bem-sucedidas começaram hoje muito fragmentadas e a partir do zero. Eles realmente não tinham um plano, não alugavam um espaço, nem ficavam com a ideia original em alguns casos.

Seu sucesso dependerá muito de como você pode ser perspicaz e de como você pode aproveitar ao máximo os recursos e ferramentas disponíveis para você agora. Mesmo que isso signifique lançar com um produto viável mínimo para testar o mercado antes de tentar obter o financiamento, a equipe ou os recursos que você acha que precisa.

2. Planos não são a coisa mais importante 

É contra intuitivo, mas o planejamento exagerado pode acabar com o seu negócio, especialmente quando você está girando e ajustando com base em como o cliente usa, percebe e compra seu produto ou serviço.

As escolas de negócios gostam de tratar cada nova ideia de negócio como um empreendimento maciço que pode ser completamente planejado. "Quer começar um negócio? Crie um plano de negócios, determine a adequação do seu produto ao mercado, calcule o ponto de equilíbrio, etc."

A verdade é que muito disso se tornará mais claro à medida que você testar e primeiro levar seu produto ou serviço ao mercado. É muito mais importante executar sua ideia e obter uma prova de conceito, em vez de tentar planejar cada aspecto de seu negócio com perfeição. O planejamento excessivo antes da execução geralmente conduz apenas a procrastinação. As coisas mudam muito rápido neste mundo digital disruptivo.

3. Como definir metas

Com tanta ênfase no planejamento e na tomada de decisões estratégicas, é um pouco irônico o pouco que as escolas de administração estabelecem objetivos e fazem engenharia reversa do que você quer.

Muitos empresários sabem o que querem fazer, mas não sabem como fazê-lo. Definir metas facilita a determinação do caminho, pois é possível fazer engenharia reversa de onde você deseja estar.


As metas mantêm você responsável, além de alinhar todos em sua equipe. A última coisa que você quer como dono de uma empresa é que sua equipe tenha motivações diferentes que contradizem (ou competem) uma com a outra.

Qual é o objetivo que você quer que toda a sua equipe se concentre? Concentre-se nele para causar um impacto maior.

4. Marketing no século XXI

Muitas escolas estão finalmente começando a melhorar suas aulas de marketing para se adequarem à era digital, mas você ficaria surpreso com o quanto ainda está por trás de muito da educação em marketing. Para ser justo, é porque essa informação muda muito mais rápido do que a maioria das escolas de negócios consegue acompanhar.

Como empreendedor, é sua responsabilidade manter-se informado sobre as tendências atuais do marketing digital, bem como as táticas que funcionam no momento.

Muitos dos princípios fundamentais de marketing que as escolas de negócios ensinam ainda são úteis e relevantes. No entanto, é crucial para o seu sucesso que você tenha uma compreensão profunda de coisas como publicidade paga por clique, otimização de mecanismos de pesquisa e marketing por redes sociais, só para citar alguns.

Se você quiser aprender como criar um anúncio de sucesso no Facebook, por exemplo, você não encontrará a resposta em uma sala de aula. Você terá que criar um e ajustá-lo conforme for.

5. Como ser criativo

Os empreendedores precisam canalizar sua criatividade com frequência, seja para você ter soluções exclusivas para os problemas de seus clientes ou para encontrar essa grande ideia de negócio.

A criatividade é muito difícil de ensinar, por isso não é de admirar que isso seja algo que falta nas escolas de negócios. As escolas de negócios ensinam sistemas e regras. Eles mostram os parâmetros em que você trabalhará como empreendedor e como aproveitá-los ao máximo.

Criatividade é trabalhar fora desses parâmetros, pensando fora da caixa. Como empreendedor, às vezes a melhor solução não é a mais óbvia. Às vezes, isso requer uma solução inspirada.

Quando você pensa em alguns dos casos mais famosos de sucesso de empresas, apesar das probabilidades, ou das campanhas de marketing mais bem recebidas, geralmente há muita criatividade por trás disso, não uma fórmula de corte de cookies ensinada em uma escola de administração.

Mas essa inspiração geralmente vem de tentar coisas novas, cometer erros e aprender com os outros. E esse tipo de experiência é acelerado quando você é um empreendedor.


6. Assumir riscos

As escolas são projetadas para ensinar os alunos a não falhar. Eles ensinam os alunos a serem mais avessos ao risco do que assumir riscos. Eles são projetados para que os alunos trabalhem dentro de um conjunto de regras. Esta é a antítese de ser um empreendedor e administrar um negócio.

Administrar um negócio significa falhar muito. Empreendedorismo é sobre assumir riscos calculados. Envolve pensar fora da caixa e criar um caminho não convencional.

O fracasso deve ser visto como parte do processo de aprendizagem. Como os alunos são desencorajados a falhar, eles nunca veem o valor do fracasso como uma maneira de aprender. Assim, estudantes da escola B que se dedicam ao empreendedorismo podem se tornar mais avessos ao risco.

O problema com isso, é claro, é que os empreendedores dão-se como uma desculpa para desistir cedo demais, e evitam assumir os riscos que podem ajudar sua empresa a decolar.

Qualquer obstáculo ou desafio que você encontrar como proprietário de um negócio não deve ser visto como um sinal de parada. Em vez disso, isso pode significar simplesmente que você precisa avançar em uma direção diferente.

Por: Adm. Rafael José Pôncio - https://administradores.com.br/

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

O que é Co-Marketing

Bater todas as metas de marketing digital com uma equipe enxuta e orçamento limitado não costuma ser das tarefas mais fáceis em uma empresa.
É preciso se reinventar o tempo todo e encontrar formas criativas de maximizar o alcance e a efetividade de cada investimento feito.
Há pouco tempo recorremos para isso a uma tática que, apesar do novo nome, já existe há muito tempo: o Co-Marketing.

O que é Co-Marketing

Co-Marketing, como o nome sugere, é um marketing compartilhado. Basicamente, são duas empresas que têm um mesmo público como alvo alinhando seus interesses e esforços para criarem, juntas, um impacto que não conseguiriam ter sozinhas.
É muito comum vermos, por exemplo, parcerias entre companhias aéreas e locadoras de veículos, e é por isso que dizemos que a tática já existe há bastante tempo. No entanto, no meio digital ela assume diferentes formas.
Podem ser feitos posts, infográficos, eBooks e muitas outras coisas em conjunto. No nosso caso gravamos, junto com o pessoal do Scup, o Webinar “Facebook Marketing ”.
Por que o Co-Marketing faz muito sentido

Muitas vezes o seu maior concorrente é o potencial cliente não fazer nada

É muito comum vermos empresas se preocupando muito com todo o tipo de concorrência possível. Acham que mesmo que o produto seja complementar ou trabalhe com um perfil de clientes diferente, há ali algum nível de intersecção ou podem brigar pela mesma verba e preferem tratar todas as outras empresas do setor como grandes inimigos.
O que acontece na verdade é que, na maioria dos casos,  a opção de não fazer nada é com larga vantagem o maior concorrente.
O seu cliente pode optar por não viajar, não comprar apartamento algum, não contratar uma consultoria, não usar um software ou qualquer outra coisa que sua empresa venda. E nesse sentido, quanto mais as empresas conseguirem maximizar os esforços de educar o mercado e gerar demanda, maior fica o tamanho do bolo a ser divido pelos diversos players.
O ideal é fazer Co-Marketing com empresas que tenham ofertas mais complementares e não sejam concorrentes diretos, mas mesmo que os produtos sejam próximos, ainda pode valer nesse sentido. Se juntos o impacto é maior do que separados, o investimento tende a valer a pena.

Construção de autoridade

Você já percebeu o quanto é comum que as celebridades andem sempre juntas? Logo, se vemos alguém andando com uma celebridade, já imaginamos que ela tenha alguma importância também.
Cada mercado tem seus próprios experts e andar com eles é uma forma de se posicionar como um. Co-Marketing é uma excelente forma de mostrar a todos que sua empresa faz parte de um seleto grupo de referências.

Acesso a uma nova audiência

Cada uma das empresas trabalha para criar o seu próprio ativo de marketing produzindo conteúdo e investindo muitos esforços para conseguir aumentar sua audiência.
No entanto, o crescimento costuma ser um verdadeiro trabalho de formiguinha: a base cresce de forma incremental, um pouquinho de cada vez.
Quando fazemos Co-Marketing, não acessamos só alguns novos potenciais clientes: acessamos a toda uma base, de uma empresa que foi construindo esse ativo justamente da mesma forma que a nossa.
Com isso, ambas as empresas conseguem capitalizar melhor seus esforços e dar um salto considerável no alcance do material.

Economia

A intenção do Co-Marketing é justamente fazer mais com menos. As empresas dividem (mesmo que não necessariamente na mesma proporção) os custos e esforços.
Geralmente o resultado é muito maior para um esforço menor ou igual a fazer sozinho.
Como fazer Co-Marketing

Escolha um bom parceiro

Todos os benefícios que mencionamos anteriormente só vão se concretizar se sua empresa de fato escolher um ótimo parceiro.
Há alguns itens que você deve procurar em uma empresa antes de convidá-la:
  • Ter uma audiência relevante;
  • Ter conhecimento e conteúdo de alta qualidade;
  • Ser visto como referência no mercado;
  • Oferecer um produto ou serviço que seja complementar ao seu, tendo o mesmo público mas não sendo um concorrente direto.
Nem sempre vamos encontrar alguém com todas as características acima, mas quanto mais tiverem, melhor.
Se o seu parceiro não se enquadrar em nenhum desses itens, são grandes as chances de o Co-Marketing não trazer bons frutos para sua empresa.

Planeje e articule com muita antecedência

Se dentro de uma mesma empresa já é muitas vezes difícil conciliar agendas, imagine quando isso envolve pessoas que estão mais distantes e com as mais diversas prioridades e demandas.
Geralmente são várias as etapas necessárias para fazer o projeto acontecer e é preciso encaixá-las na agenda dos dois times de marketing: uma reunião de alinhamento inicial, definição do conteúdo, produção do conteúdo, design, gravação (em caso de webinars), criação de Landing Pages, planejamento e execução da promoção em mídias sociais, email marketing e etc.
É natural que cada empresa trabalhe com as suas prioridades e muitas vezes os prazos podem não ser concretizados. Se sua empresa não planejar antes e trabalhar com uma margem de folga, há grandes chances de um atraso atrapalhar o atingimento das metas do mês.

Facilite o trabalho para o outro lado

Se você é quem está convidando outra empresa para fazer co-marketing, garanta que o convite seja facilmente aceitável.
É muito provável que a outra empresa não estivesse pensando nisso, tenha mil outros projetos em andamento e saiba que fazer a ação com você tem um custo.
Por isso, considere ir além e fazer sozinho uma parte maior do trabalho, tornando mais simples para o outro lado entrar na jogada. É possível pegar, por exemplo, uma parte maior da produção de conteúdo e design, a edição do vídeo entre outros. Pense também nos itens que vão ajudar o outro lado a te dar mais alavancagem: textos prontos para eles publicarem no blog, template de email marketing para serem disparados ou mesmo uma checklist de formas de promover o material já ajudam muito e garantem que o parceiro ajude nos resultados.

Sempre procure uma relação ganha-ganha

Qualquer que seja a situação, o Co-Marketing só vai ser efetivo e sustentável se tiver um ganho claro para ambos os lados.
Se o parceiro não ajudar a divulgar o material ou se você não tem uma base ou algo de valor para oferecer, por exemplo, são gigantes as chances de frustração para um dos lados.  Isso tende a desgastar a relação entre as empresas, prejudica as possibilidades de ações futuras e gasta um tempo considerável sem um retorno que justifique isso.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Como Funciona a Energia Solar para Empresas?

Cada vez mais, empresas de todos os tamanhos investem em energia solar como uma alternativa às altas contas de energia elétrica. 
Mas as vantagens vão muito além da diminuição dos custos com as contas de luz e o retorno do investimento acontece muito antes do que se espera.
Optar por produzir energia solar garante benefícios ao meio ambiente e ainda é uma excelente ferramenta de marketing, já que os consumidores costumam ver com bons olhos as empresas que adotam posturas mais sustentáveis.
Mas há empresários que nem chegam a considerar a instalação de painéis solares por achar que o processo é muito complicado. 
Você sabe como funciona a energia elétrica em empresas? 
Como a luz do sol é transformada em energia elétrica?
Na verdade é tudo bem mais simples do que parece, o sistema de energia solar adequado a utilização em empresas é o sistema conectado à rede (grid-tie):
No caso dos sistemas conectados à rede elétrica, a energia gerada através dos módulos solares, representa uma fonte de energia complementar à energia da distribuidora ao qual o usuário está conectado, são sistemas que geralmente não utilizam armazenamento de energia, pois toda energia gerada pelos módulos solares fotovoltaicos (durante o dia), é entregue à rede elétrica instantaneamente.

O Inversor, é instalado entre o sistema gerador fotovoltaico e o ponto de fornecimento à rede, ele recebe a energia gerada pelos módulos fotovoltaicos em corrente contínua e converte em energia alternada, sincronizando e injetando na rede elétrica.

A energia solar fotovoltaica gerada não é destinada a uma carga específica, abastecendo toda a residência juntamente com a rede elétrica da distribuidora.

Quando a geração solar fotovoltaica é superior à demanda, o sistema devolve a energia para rede, no sentido contrário, para ser utilizada por outros consumidores, automaticamente sem intervenção e seguindo normas de segurança.

Quando a geração solar fotovoltaica é inferior à demanda, ou no período noturno, a diferença de energia é suprida automaticamente pela energia elétrica da distribuidora.
O Sistema fotovoltaico conectado à rede é sincronizado com a energia elétrica da distribuidora, assim, quando falta energia da distribuidora, por questões de segurança, o sistema fotovoltaico se desliga automaticamente.
Objetivo: Redução da dependência e consumo da energia elétrica da distribuidora, substituindo-a por uma fonte de energia limpa, gratuita e inesgotável.
Sistema de compensação de energia elétrica – normativa ANEEL 482/12 – A energia ativa injetada no sistema de distribuição pela unidade consumidora, será cedida a título de empréstimo gratuito para a distribuidora, passando a unidade consumidora a ter um crédito em quantidade de energia ativa.
O consumo de energia elétrica ativa a ser faturado é a diferença entre a energia consumida e a injetada, por posto tarifário, devendo a distribuidora utilizar o excedente que não tenha sido compensado no ciclo de faturamento corrente para abater o consumo medido em meses subsequentes, por até 36 meses. 

Os montantes de energia ativa injetada não compensados na própria unidade consumidora poderão ser utilizados para compensar o consumo de outras unidades previamente cadastradas para esse fim e atendida pela mesma distribuidora, cujo titular seja o mesmo da unidade com sistema de compensação de energia, possuidor do mesmo CNPJ.

E não basta sair instalando os painéis por conta própria.



É preciso seguir algumas etapas, para poder garantir que o sistema está seguro e realmente vai produzir energia. Veja a seguir quais são as fases envolvidas no processo de instalação de um sistema de energia solar:
1. Solicitar o acesso para a concessionária de energia local e aguardar o parecer de acesso – A concessionária tem até de 30 dias de prazo.
2. Contratar uma empresa responsável que instale os painéis e o sistema da melhor forma.
3. Solicitar à concessionária uma vistoria total ao sistema de energia solar instalado. A vistoria pode demorar até 30 dias. Após a vistoria, a concessionária tem até 15 dias para entregar o relatório de vistoria e indicar possíveis alterações e melhorias.
4. Depois de corrigir todas as falhas ou implementar as melhorias indicadas pela concessionária de energia local, é preciso solicitar a aprovação do ponto de conexão, a concessionária tem até 7 dias para aprovar o ponto de conexão e trocar o medidor de energia.

Diagnóstico de Diabetes e como isso pode Afetar no seu Trabalho







Conhecida popularmente como a doença do excesso de açúcar no sangue, o diabetes quando não controlada aumenta o risco de problemas bastante graves que podem deixar sequelas ou até levar à morte. Abaixo elencamos alguns sintomas que são decorrentes do diabetes:

Cérebro

O diabetes aumenta o risco de AVC, ou no popular “derrame”.

Olhos

Uma das complicações do Diabetes é o aumento no risco de doença nos olhos que levam a cegueira. Doenças como Glaucoma e Catarata tem suas % de chance aumentadas consideravelmente em pessoas diabéticas.

Coração

A elevação da glicose no sangue acelera o endurecimento das artérias do coração aumentando o risco de doenças cardiovasculares. Infartos podem ser sofridos sem qualquer sintoma comum.


No trabalho

Além dos agravantes na saúde, o diabetes pode trazer alguns sintomas que influenciam diretamente na sua produtividade. Fraqueza, sede e fome constante, visão turva, vontade de urinar muitas vezes, são alguns dos sintomas que podem influenciar diretamente no seu trabalho. 
São sintomas também que podem indicar que você desenvolveu diabetes, é importantíssimo que os seus exames periódicos estejam em dia para que doenças, como o diabetes, não desenvolvam.
Para saber mais sobre o diabetes, acesse www.diabetes1.com.br ou www.diabetes2.com.br são dois sites que trazem todas as informações sobre o diabetes bem esmiuçadas e a diferença de cada tipo.


É importante ressaltar que quando o diabetes é controlado os riscos de desenvolver outras doenças, em decorrência do diabetes, caem bastante. 
Manter uma dieta saudável, praticar exercícios e manter o controle da glicose, são práticas que podem oferecer uma melhor qualidade de vida.
Há relatos de diabéticos que vivem uma vida tranquila e com boa saúde. 
O avanço na medicina e pesquisas na área do diabetes também avançam em passos largos para uma cura definitiva do diabetes, além de tratamentos diversificados que podem contribuir para o bem-estar do diabético. 

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Passo a Passo de Como Abrir uma Empresa nos EUA – Faça Você Mesmo!

O processo de abertura de um empresa nos EUA é rápido, barato e pode ser feito completamente via Internet por você mesmo. Isso acontece em vários estados dos EUA.
Isso pode ser um choque para quem está acostumado com a burocracia brasileira, mas acredite, aqui, em alguns dias você já pode estar com seu negócio operando com burocracia praticamente zero (a depender do tipo de empresa, localidade e se algum tipo de licença for necessária por se tratar de atividade fim regulada).
Ao final do post, você encontrará links para guias passo a passo para como acessar o site do Florida Department of State para registrar no estado da Flórida os dois tipos de empresa mais comuns: Limited Liability Company (LLC) e Corporation. Todo o registro é feito online pelo site http://dos.myflorida.com/sunbiz/.

Passo 1 – Antes de abrir a empresa

Antes de iniciar, tenha certeza de que você fez seu dever de casa empresarial incluindo viabilidade, análise de mercado, analise competitiva e cálculo de recursos financeiros necessários para o negócio. Isso não garantirá sucesso, mas aumentará suas chances.
Caso não tenha feito o dever de casa, há várias fontes gratuitas na internet ensinando como e o que considerar antes de abrir seu negócio. Como por exemplo o Small Business Administration do governo americano ou Sebrae brasileiro.
Se preferir algo com maior assistência e mais personalizado, você pode considerar algum dos cursos de graduação, pós-graduação ou mestrado da Ambra na área de business.

Passo 2 – Verifique se o nome de sua empresa já está sendo utilizado

Após decidir o nome de sua empresa, você deve verificar se alguém já o está utilizando como nome de outra empresa ou como fictitious name (nome fantasia).
Suponha que você decidiu que sua empresa se chamará “Brigadeiros Maria”. Para verificar, basta acessar http://dos.myflorida.com/sunbiz/, e clicar em “Search Records” (procurar registros) conforme a imagem abaixo.
Você irá para a seguinte página. O link direto dessa página é http://dos.myflorida.com/sunbiz/search/.
Aqui, você deverá pesquisar qualquer possibilidade de conflito de nome com a sua futura empresa. Isso evitará dores de cabeça no futuro.
No mínimo, é recomendado que você pesquise o seguinte de cada categoria:
  • Categoria “Corporations, Limited Liability Companies, Limited Partnerships, and Trademarks”. Pesquisar “Name” e “Trademark Name“. (Aqui você verificará se já existe alguma outra empresa ou marca registrada com o nome que você quer utilizar.)
  • Categoria “Fictitious Names”. Pesquisa “Fictitious Names“. (Aqui você verificará se já existe algum nome fantasia com o nome que você quer utilizar.)
  • Categoria “General and Limited Liability Partnerships”. Pesquisar “Partnership Name“. (Aqui você verificará se já existe alguma outra empresa do tipo Partnership com o nome que você quer utilizar.)
Ao pesquisar pelo nome exemplo escolhido para a nossa futura empresa “Brigadeiros Maria” na seção “Name” de “Corporations, Limited Liability Companies, Limited Partnerships, and Trademarks”, obtivemos o seguinte resultado:
O nome que já existe e que é mais parecido com o de nossa futura empresa é “Brigaderia by Maria Riecken Corporation”, porém não há nada que pareça ser conflitante em excesso nessa lista a ponto de causar problemas com o uso do nome “Brigadeiros Maria”.
É recomendado que você busque também por outras palavras-chave parecidas com seu nome para verificar mais possibilidades de conflito, por exemplo: “brigadeiro” e “brigadeiros”.
Caso você tenha dúvidas se o nome escolhido venha a causar conflito com algum nome similar que já exista, você deve consultar um advogado para verificar as reais implicações e possibilidades de conflito.

Passo 3 – Escolha o tipo de empresa

Há uma série de diferentes tipos de estruturas legais para se fazer business nos EUA, incluindo: sole proprietorship, partnership, limited liability company (LLC) e corporation.
Se você está pensando em formalizar o seu negócio, você provavelmente ficará entre a Limited Liability Company (LLC) e a Corporation. Leia os artigos abaixo para entender as diferenças e escolher a mais adequada para o seu caso:

Passo 4 – Registro da Empresa

Escolhido o tipo da empresa e o nome. Agora é hora de registrá-la!
A seguir artigo abordarei somente o registro de LLC’s e Profit Corporations, que são as mais comuns. As demais são similares e você provavelmente não terá dificuldades em realizá-las inspirando-se seja na LLC ou na Profit Corporation.
Desejamos sucesso em sua nova empresa!

Taxonomia Corporativa

Estamos sem sombra de dúvidas vivendo na era do conhecimento. 

Poderíamos utilizar todo espaço deste artigo para enumerar as tendências que confirmam isso. Economia sem peso, educação continuada, ativos intangíveis, capital intelectual e a gestão do conhecimento são apenas algumas das expressões mais recentes que confirmam a era em questão.

Se a informação já se fazia importante às empresas antes era do conhecimento quem dirá hoje em dia. E se a informação é tão importante na atualidade por que tanta empresa ainda não a trata como merecia? Por que tantos gestores desconhecem ou negligenciam sua gestão efetiva?

Pretendo aqui discorrer sobre a taxonomia corporativa e seus benefícios. Muito embora seja um poderoso instrumento para organizar, expor e recuperar informações, é curiosamente o modo mais ignorado pelas empresas como alternativa de apoio à gestão da informação. 

Não por acaso, este artigo defende que um poder transformador é criado quando a curiosidade e o conhecimento se unem ao contexto e encontram uma boa taxonomia (vitrine de informações) para explorar, gerando condições excelentes para a criação de novos saberes.

Para fins corporativos, poderíamos definir taxonomia como a organização peculiar de um conjunto de informação para um propósito particular. A organização em taxonomia depende de técnicas responsáveis por nomear repositórios, classificar e organizar informações relevantes. 

Em resumo, a taxonomia é um processo dedicado a classificar e facilitar o acesso à informação, cujo esforço se torna ineficaz e inútil pela falta de empatia de quem as constrói para com aqueles que as utilizarão. Veja um exemplo clássico de taxonomia na figura 1.
Figura 1

Pelo modo como normalmente são implementadas as taxonomias, ou seja, a partir de uma lista de conceitos e categorias segundo os quais se organizam hierarquicamente os conteúdos (informações e documentos) de interesses, uma analogia quase inevitável surge: as taxonomias são como vitrines que expõem as informações de maneira organizada hierarquicamente e classificadas de modo automático no local apropriado.

O grande trunfo das ferramentas de taxonomia é poder ler grandes conjuntos de documentos, provenientes de diferentes fontes e, automaticamente, classificá-las dentro das pastas/taxonomias correspondentes para sua recuperação futura quando necessária. 

A figura 2 ilustra este processo de identificação da informação e sua classificação peculiar (cada uma em sua pasta devida).
Figura 2

Sob o ponto de vista da usabilidade, contexto e aderência aos desafios do negócio, uma ferramenta eficiente é aquela que permite, com facilidade, que a construção e a gestão das taxonomias sejam conduzidas pelos próprios funcionários (knowledge workers). 

As “vitrines” (taxonomias) no mundo corporativo são muito mais precisas e intuitivas quando projetadas e organizadas pelos usuários, dentro de particular experiência organizacional.

As jóias da corporação: como expor o que deve ser exibido? – O que o comerciante faz para vender suas jóias? Expõe de maneira organizada! Cria e organiza vitrines! O que a empresa deve fazer com suas informações? Não seriam tão preciosas quanto as jóias da joalheria? Em nossos dias, “vitrines” bem montadas são um grande trunfo não só para comerciantes.

A vitrine é o ponto chave de uma loja, onde são expostas as mercadorias para a venda. A vitrine atrai e exerce forte influência sobre aqueles que entram na loja e sobre os resultados do estabelecimento. Com isso, tanto no comércio, quanto nas corporações (pela força das taxonomias), a falta de vitrines ou mesmo as vitrines mal feitas simplesmente repudiam bons resultados.

Pela valorização das “Jóias da Coroa”, vitrinistas da informação ganham força na empresa moderna.

Pés no chão: expondo apenas o que pode e deve ser exibido – O projeto da taxonomia deve ser responsável. E para isso é preciso ter claro que a taxonomia deve exibir a cada usuário apenas o que pode e deve ser visto, no contexto de suas atividades e atribuições. Antes de tudo, as taxonomias devem ser planejadas. 

A taxonomia responsável resulta da mais genuína política de acesso, disseminação e segurança da informação. Pressupõe a exposição do que há valor com propósito, gerando resultado e benefício estratégico.

Ainda que as taxonomias possam ser personalizadas (individuais) e projetadas pelos próprios usuários, as fontes de informação que alimentam estas taxonomias precisam estar protegidas, assegurando que as informações que não podem cair em conhecimento público fiquem isoladas. 

Devemos aqui evitar a exposição ao público de informações secretas de negócios e isso é garantido com segurança das fontes exploradas pelas taxonomias. 

A taxonomia é a vitrine; e as jóias que serão expostas devem resultar do mais genuíno planejamento.
Por: Figueiredo, Saulo Porfírio - Pós-graduado em Engenharia da Informação, diretor da Soft Consultoria 

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Não Espere Que Aconteça. Faça Acontecer.

“Infunda sua vida com a ação. 
Não espere que aconteça. 
Faça acontecer. 
Faça seu próprio futuro. 
Faça sua própria esperança. 
Faça seu próprio amor. E quaisquer que sejam suas crenças, honre seu criador, não esperando passivamente que a graça caia do alto, mas fazendo o que puder para a graça acontecer… 
Você mesmo, agora mesmo, aqui na Terra.”
Bradley Whitford