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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Gestão de Franquias: 7 dicas para iniciantes

As franquias já estão consolidadas no mercado comercial brasileiro. São mais de 2.800 marcas na área que, somente em 2017, faturou quase 164 bilhões de reais, de acordo com o balanço da Associação Brasileira de Franchising
Para quem está iniciando, o cenário é bem promissor. No entanto, para chegar ao sucesso na gestão de franquias, é imprescindível conhecer algumas particularidades deste modelo de negócio.
Mas não se preocupe, empreendedor e empreendedora! Reunimos, neste post, 7 dicas infalíveis de uma boa administração para você conseguir alavancar seu negócio.
Antes de tudo, é importante esclarecer que a marca da franquia por si só pode até garantir uma maior visibilidade para o franqueado, entretanto, o conhecimento, a organização e o trabalho diário são os atributos que realmente contarão para definir o destino da sua jornada. Agora, vamos ao que importa!

1. Conheça bem o mercado

O primeiro passo para todo e qualquer franqueado é se familiarizar com o mercado onde irá atuar. É fundamental pesquisar e conhecer seus aspectos positivos e negativos, mapear as oportunidades e ameaças no cenário do momento, entender os desejos do público-alvo do negócio, entre outras particularidades desse modelo.
Quanto mais conhecimento sobre o setor você tiver, mais chances de compreender o mercado e prosperar nele.

2. Faça o controle financeiro

Antes mesmo de o negócio estar a pleno vapor, é preciso iniciar o gerenciamento financeiro para melhor realizar a gestão da própria franquia. Essa etapa consiste em acompanhar o controle de custos fixos e variáveis, despesas fixas e variáveis, fluxo de caixa, impostos, recebimentos e pagamentos.
Outro hábito comum entre empreendedores de primeira viagem é misturar as contas pessoais com as contas da empresa. Por amor à sua franquia, evite adotar esse comportamento!
Ele pode maquiar os números reais do seu negócio, como o faturamento líquido, e a longo prazo prejudicar a tomada de decisão com base nesse demonstrativos de resultados — encobrindo o sucesso ou o fracasso iminente. Se quer ler mais sobre esse assunto, temos um post que fala justamente sobre a separação de contas pessoais e profissionais aqui.

3. Capacite-se

Gestão de franquias é sinônimo de treinamento e capacitação, em primeiro lugar, de quem está à frente do negócio: você! É que atuar no mercado de franchising, além do tino para empreender, pede habilidade no trato com pessoas para um melhor acompanhamento da equipe.
Então, se essa competência você (ainda) não tem, busque-a agora. Invista em capacitações mesmo que você pretenda contratar uma pessoa para assumir a função. Afinal, você seguirá com a missão de decidir dentro de um organismo empresarial, ok?

4. Treine sua equipe

Feitos os seus treinamentos, é hora de ir além: capacite sua equipe, orientando-a para os objetivos do negócio. Um time de pessoas conectadas pelo mesmo propósito é peça chave para uma boa gestão de franquias. Além disso, o mercado se renova com frequência, então, é preciso ter uma equipe antenada e capacitada para atendê-lo.

5. Preserve as diretrizes da franqueadora

No mercado de franchising, uma das principais características é a padronização do negócio não só com a marca, mas também com os processos. A franqueadora é responsável por fornecer diretrizes, como missão, visão e valores diante do mercado, e franqueados seguem essas orientações. Preservar os passos de quem já tem conhecimento na área garante um bom adiantar no caminho para o sucesso, ok? Já ter esses direcionamentos é uma das vantagens na gestão de franquias.

6. Organize sua rotina

Assim como em qualquer empresa, a gestão de uma franquia também requer planejamento e muito trabalho. É comum vermos franqueados se perderem na rotina administrativa do próprio negócio. E os motivos são vários: equipe enxuta, pouca experiência, problemas com tecnologia, entre outros. Então, uma dica infalível, ainda que não solucione a cachoeira de demandas, é organizar a própria rotina para retomar o controle da gestão.
O objetivo é mais sutil: fazer com que você tenha total clareza dos passos que está tomando e possa assumir o papel mais estratégico que lhe cabe dentro da administração: tomar decisões para o futuro do negócio e focar na manutenção do controle de qualidade — que, inclusive, é o tema do nosso próximo tópico.

7. Mantenha a qualidade da franqueadora

Garantir o padrão de qualidade prestado pela franqueadora é condição indispensável para sua continuidade no mercado. Além de ser exigência seguir esses parâmetros, vale destacar que o cliente da marca já chega à unidade franqueada educado para receber determinado produto ou serviço, com um valor já agregado. Ou seja, não aceita menos do que aquilo que já conhece.
Nesse sentido, em uma franquia é preciso reforçar esses atributos positivos, que já existem na expectativa do público, ok? Então, evite então as chances de erro: garanta que sua unidade mantenhas os padrões de qualidade da marca. Isso inclui atendimento, material de trabalho, equipe capacitada e divulgação!
Viu só? Com conhecimento e empenho, o sucesso na gestão de franquias é garantido. Agora queremos saber: quais destes pontos serão mais desafiantes na sua trajetória de franqueada?

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Livros para Franqueados: uma Lista Essencial para Empreender no Mercado


Abrir uma franquia é uma estratégia que pode proporcionar resultados muito valiosos a longo prazo. É certo que começar um negócio com o suporte de uma marca já conhecida no mercado, que conta com know-how e estrutura de ponta é um dos melhores caminhos para novos empreendedores. 
Pensando nisso, separamos uma lista de livros para franqueados, que desejam empreender por meio de franquias.
São obras que ensinam o passo a passo, mostram como ter sucesso nesse segmento e que certamente vão inspirar você a abrir uma franquia agora mesmo.
Confira agora as nossas dicas de títulos!

1. Guia do Franqueado – Paulo Cesar Mauro

Nessa obra, o autor mostra o cenário em que estão inseridas as franquias. O texto ajuda o leitor a identificar as melhores oportunidades do mercado. Além disso, você encontrará diversas dicas poderosas sobre como alcançar o sucesso com a sua franquia.
Um dos diferenciais desse livro é que ele informa de maneira bem direta quais são os direitos e responsabilidades envolvidos em uma franquia. Dessa forma, o empreendedor pode tomar uma decisão mais assertiva, com base nas vantagens e desvantagens do investimento.

2. A Arte do Começo – Guy Kawasaki

Continuando nossa lista, esse livro é especial para investidores que estão em busca de um primeiro negócio ou desejam inovar no mercado. Guy Kawasaki é uma das maiores referências no assunto, porque em sua obra ensina como fazer com que um empreendimento decole.
As dicas vão desde a captação de recursos para a abertura de um negócio, até o posicionamento da marca. Leitura mais do que recomendada para quem deseja começar a empreender no mercado de franquias. O livro já está em sua versão 2.0, atualizada.

3. Franquiês: O Idioma das Franquias – Glossário Brasileiro do Sistema de Franquias

O mercado de franquias comporta muitos termos específicos. Os mesmos fazem parte do dia a dia dos franqueados e franqueadores. Mas, será que você conhece todos esses termos? O Franquiês é um glossário com os principais conceitos, desde os mais técnicos até os mais comuns.
A obra foi redigida por membros do Grupo de Excelência em Franquias (GEF), do Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA/SP).

4. Como Fazer Uma Empresa Dar Certo em um País Incerto – Instituto Endeavor

O mercado financeiro é cheio de incertezas, mas isso não significa que não seja propício para o desenvolvimento de novas ideias de negócio. Muito pelo contrário, as oportunidades existem e podem ser aproveitadas.
Esse livro conta com algumas dicas de grandes empresários brasileiros, como Abílio Diniz e Marcel Telles. Através de casos reais, eles contam como é possível empreender e ter sucesso no Brasil.

5. Franquia de A a Z: O que você precisa saber – José Castro Schwartz

Trouxemos para a lista de livros para quem deseja empreender no mercado de franquias mais um glossário. O Franquia de A a Z trata diversos temas do mercado de franquias de forma bem didática.
Por exemplo, no livro você vai encontrar tudo sobre a parte burocrática, os regimes de tributação aplicáveis e muito mais. O livro é indicado para consultas no dia a dia, ajudando principalmente o empreendedor que não está familiarizado com o mercado de franquias.

6. Marketing para Franquias – Filomena Garcia e Denis Santini

Depois de abrir uma franquia, uma das etapas mais importantes – e recorrentes – é pensar em estratégias de marketing.
Esse livro mostra exatamente como o empreendedor pode aplicar conceitos que são próprios do marketing ao seu negócio, para alcançar melhores resultados financeiros.

7. Franchising no Brasil: Tudo o que você precisa saber – Ana Cristina Von Jess

Esse é um livro mais generalista, daqueles que abordam de tudo um pouco. Portanto, é uma ótima pedida para quem está na dúvida sobre investir ou não na abertura de uma franquia. Será que é um bom negócio ser um franqueado? A resposta está nesta obra.
Em poucas palavras: entenda quais são os riscos envolvidos na abertura de uma franquia, como é a relação entre o franqueado e o franqueador e como escolher a melhor franquia. Um guia completo para o empreendedor iniciante.

8. Parcerias Lucrativas – Melhore seus relacionamentos no franchising e mude sua vida – Greg Nathan

O foco nessa obra está na relação entre o franqueado e o franqueador. Questões como comunicação, práticas e atitudes são abordadas de forma profunda. Dessa forma o empreendedor consegue entender como aproveitar ao máximo a parceria de mercado que surge através da franquia.
Greg Nathan, além de ser empreendedor, é um psicólogo, portanto, consegue tratar com mais propriedade de temas como relacionamento. Vale a pena a leitura.

9. Franquias – Sebrae

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) elaborou uma cartilha que ensina como uma empresa pode se tornar uma franquia. As orientações servem tanto para franqueados quanto para empresários.
Além disso, o material é bem didático e está disponível para download gratuito, em formato digital.

10. O Fator E – Como administrar o relacionamento franqueador/franqueado – Greg Nathan

Então, para finalizar a nossa lista de livros para franqueado, indicamos mais uma obra de Greg Nathan. Aqui a relação entre o franqueado e o franqueador é trabalhada dentro de uma fórmula, chamada de Fator E.

Para o autor, existem seis etapas ou estágios de relação entre as partes envolvidas em uma franquia. A leitura permite ao empreendedor descobrir como tornar a parceria de negócio benéfica para todos, em uma relação de ganha-ganha.
Esses são alguns dos principais livros para quem está pensando em empreender no mercado de franquias. São obras ricas em detalhes e informações que vão te ajudar a entender melhor o segmento, como ele funciona e como aproveitar oportunidades de negócio.
E se quiser enriquecer ainda mais a sua bibliografia, aproveite para baixar gratuitamente o nosso Manual da Empreendedora. Nele você vai descobrir o passo a passo para se tornar uma empreendedora de sucesso. Clique no link abaixo para fazer o download gratuito.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

6 Coisas que a Escola de Negócios não lhe Ensinará sobre Empreendedorismo


Nos cursos de empreendedorismo no Brasil não é ensinado tudo o que você precisa saber sobre como iniciar e administrar um negócio de sucesso. Eu aprendi isso da pior maneira!

Enquanto a escola de administração me ensinou como negociar, comunicar de forma eficaz e compreender os fundamentos de finanças, economia e direito, percebi que havia lacunas significativas no meu conhecimento desde o primeiro dia que comecei a empreender.

As relações e a rede que construí na escola de negócios valem mais do que o custo da mensalidade. No entanto, acabei aprendendo muito mais sobre negócios sendo um empreendedor por quatro meses, do que em uma sala de aula durante quatro anos, isto sem desmerecer o necessário aprendizado em sala de aula é claro, quero dizer sobre "medições" de resultados de aprendizados.

Aqui está o que eu aprendi como um empreendedor que a escola de negócios não me ensinou, e que isso não vai te ensinar sobre como construir um negócio de sucesso.

1. Um negócio pode ser complicado Começar um novo negócio exigirá que você "descubra as coisas à medida que for". Embora a faculdade de administração enfatize a importância do financiamento, da contratação e do escalonamento, começar um negócio significa aproveitar ao máximo os poucos recursos que você possui.

A realidade é que as empresas mais bem-sucedidas começaram hoje muito fragmentadas e a partir do zero. Eles realmente não tinham um plano, não alugavam um espaço, nem ficavam com a ideia original em alguns casos.

Seu sucesso dependerá muito de como você pode ser perspicaz e de como você pode aproveitar ao máximo os recursos e ferramentas disponíveis para você agora. Mesmo que isso signifique lançar com um produto viável mínimo para testar o mercado antes de tentar obter o financiamento, a equipe ou os recursos que você acha que precisa.

2. Planos não são a coisa mais importante 

É contra intuitivo, mas o planejamento exagerado pode acabar com o seu negócio, especialmente quando você está girando e ajustando com base em como o cliente usa, percebe e compra seu produto ou serviço.

As escolas de negócios gostam de tratar cada nova ideia de negócio como um empreendimento maciço que pode ser completamente planejado. "Quer começar um negócio? Crie um plano de negócios, determine a adequação do seu produto ao mercado, calcule o ponto de equilíbrio, etc."

A verdade é que muito disso se tornará mais claro à medida que você testar e primeiro levar seu produto ou serviço ao mercado. É muito mais importante executar sua ideia e obter uma prova de conceito, em vez de tentar planejar cada aspecto de seu negócio com perfeição. O planejamento excessivo antes da execução geralmente conduz apenas a procrastinação. As coisas mudam muito rápido neste mundo digital disruptivo.

3. Como definir metas

Com tanta ênfase no planejamento e na tomada de decisões estratégicas, é um pouco irônico o pouco que as escolas de administração estabelecem objetivos e fazem engenharia reversa do que você quer.

Muitos empresários sabem o que querem fazer, mas não sabem como fazê-lo. Definir metas facilita a determinação do caminho, pois é possível fazer engenharia reversa de onde você deseja estar.


As metas mantêm você responsável, além de alinhar todos em sua equipe. A última coisa que você quer como dono de uma empresa é que sua equipe tenha motivações diferentes que contradizem (ou competem) uma com a outra.

Qual é o objetivo que você quer que toda a sua equipe se concentre? Concentre-se nele para causar um impacto maior.

4. Marketing no século XXI

Muitas escolas estão finalmente começando a melhorar suas aulas de marketing para se adequarem à era digital, mas você ficaria surpreso com o quanto ainda está por trás de muito da educação em marketing. Para ser justo, é porque essa informação muda muito mais rápido do que a maioria das escolas de negócios consegue acompanhar.

Como empreendedor, é sua responsabilidade manter-se informado sobre as tendências atuais do marketing digital, bem como as táticas que funcionam no momento.

Muitos dos princípios fundamentais de marketing que as escolas de negócios ensinam ainda são úteis e relevantes. No entanto, é crucial para o seu sucesso que você tenha uma compreensão profunda de coisas como publicidade paga por clique, otimização de mecanismos de pesquisa e marketing por redes sociais, só para citar alguns.

Se você quiser aprender como criar um anúncio de sucesso no Facebook, por exemplo, você não encontrará a resposta em uma sala de aula. Você terá que criar um e ajustá-lo conforme for.

5. Como ser criativo

Os empreendedores precisam canalizar sua criatividade com frequência, seja para você ter soluções exclusivas para os problemas de seus clientes ou para encontrar essa grande ideia de negócio.

A criatividade é muito difícil de ensinar, por isso não é de admirar que isso seja algo que falta nas escolas de negócios. As escolas de negócios ensinam sistemas e regras. Eles mostram os parâmetros em que você trabalhará como empreendedor e como aproveitá-los ao máximo.

Criatividade é trabalhar fora desses parâmetros, pensando fora da caixa. Como empreendedor, às vezes a melhor solução não é a mais óbvia. Às vezes, isso requer uma solução inspirada.

Quando você pensa em alguns dos casos mais famosos de sucesso de empresas, apesar das probabilidades, ou das campanhas de marketing mais bem recebidas, geralmente há muita criatividade por trás disso, não uma fórmula de corte de cookies ensinada em uma escola de administração.

Mas essa inspiração geralmente vem de tentar coisas novas, cometer erros e aprender com os outros. E esse tipo de experiência é acelerado quando você é um empreendedor.


6. Assumir riscos

As escolas são projetadas para ensinar os alunos a não falhar. Eles ensinam os alunos a serem mais avessos ao risco do que assumir riscos. Eles são projetados para que os alunos trabalhem dentro de um conjunto de regras. Esta é a antítese de ser um empreendedor e administrar um negócio.

Administrar um negócio significa falhar muito. Empreendedorismo é sobre assumir riscos calculados. Envolve pensar fora da caixa e criar um caminho não convencional.

O fracasso deve ser visto como parte do processo de aprendizagem. Como os alunos são desencorajados a falhar, eles nunca veem o valor do fracasso como uma maneira de aprender. Assim, estudantes da escola B que se dedicam ao empreendedorismo podem se tornar mais avessos ao risco.

O problema com isso, é claro, é que os empreendedores dão-se como uma desculpa para desistir cedo demais, e evitam assumir os riscos que podem ajudar sua empresa a decolar.

Qualquer obstáculo ou desafio que você encontrar como proprietário de um negócio não deve ser visto como um sinal de parada. Em vez disso, isso pode significar simplesmente que você precisa avançar em uma direção diferente.

Por: Adm. Rafael José Pôncio - https://administradores.com.br/

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Os Parceiros de Negócios São o Reflexo da sua Marca

Compliance é um tema bastante debatido dentro das empresas. As organizações buscam cada vez mais transparência em relação aos seus processos, internos e externos, e às negociações. 
É aí que entra em questão a gestão dos fornecedores ou, mais especificamente, a gestão de riscos destes parceiros.
Fatores como o aumento da terceirização das atividades, novas regulamentações e obrigações legais (como SPED, Lei Anticorrupção e outras) vem expondo cada vez mais os riscos inerentes ao relacionamento na cadeia produtiva Isso porque não basta garantir compliance dentro da organização, é preciso assegurar, também, que os parceiros sigam uma série de regras para a integridade das negociações.
Imagine um comércio varejista cujo fornecedor de mão de obra utiliza colaboradores irregulares na confecção dos produtos. Por mais que esse seja um processo terceirizado da empresa, a responsabilidade por omissão recai sobre a marca.
Sendo assim, é fundamental garantir que os fornecedores sigam todas as leis trabalhistas, além de outras normas e regras. Afinal, ninguém quer correr riscos em relação à reputação da marca, certo?
Não são poucas as empresas que ignoram a importância dessa etapa. Um estudo recente sobre “Risco de Terceiros”, realizado pela Thomson Reuters, entrevistou cerca de 1.132 empresas em nove países e revelou que apenas 55% das pesquisadas brasileiras fazem análise de risco (due delligence) dos seus subcontratados.
Esses dados reforçam que a falta de conhecimento em relação à reputação de seus fornecedores (práticas de corrupção, uso de mão de obra irregular, etc.) é alta, o que pode resultar, inclusive, em punições legais para as companhias contratantes.
Neste cenário, onde as empresas estão cada vez mais dependentes de seus fornecedores, o desafio é implementar processos eficientes de gestão de riscos – desde o saneamento dos dados cadastrais dos parceiros até a avaliação da reputação da companhia e seus executivos.
Aspectos como habilitação jurídica, verificação de regularidades fiscais e trabalhistas, qualificação técnica-operacional e práticas de sustentabilidade devem ser pontos-chave na gestão dos fornecedores. É preciso monitorar esses quesitos constantemente, não apenas na hora de fechar um acordo.
Uma vez definidos os processos, é a vez de realizar um alinhamento interno para lidar com a pressão entre a necessidade de atender os níveis de serviços (internos, como prazos para realização de um processo de compras) e o cumprimento das normas estabelecidas no momento da homologação dos fornecedores.
A homologação de fornecedores é extremamente importante para ajudar a garantir a qualidade dos serviços e produtos dos parceiros. Muitas companhias contam com uma área dedicada apenas ao tema, que busca novas formas de desenvolvimento, implementação e manuseio de ferramentas automatizadas para verificar a documentação completa dos fornecedores.
Automatizar este processo  traz benefícios como padronização e reunião das informações em uma base única de dados, integração com outros sistemas, emissão de relatórios gerenciais e redução do tempo investido na contração e gestão do fornecedor.

Aliás, vale destacar a principal vantagem da automatização de processos operacionais: a equipe de compras pode se dedicar às atividades estratégicas e menos processuais, ações que de fato geram valor para a organização.
Para resumir, olhar com atenção para a questão dos fornecedores é vital. Se por um lado, os riscos não podem ser completamente extintos, por outro, saber administrá-los usando as ferramentas corretas faz toda a diferença.
Ou seja, uma gestão eficiente dos parceiros é fundamental para o sucesso do setor de compras da sua empresa e, para o sucesso da organização. Automatize processos operacionais e mude o foco do seu time para o que realmente interessa: o core business da organização. Por fim, fique atento aos seus fornecedores, pois eles são uma extensão da sua marca.
Por: Marcelo Pereira - https://www.ecommercebrasil.com.br

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Qual a Diferença entre Gestão de Negócios e Administração?

Você, em algum momento, já pensou que ambos significavam a mesma coisa? 
Se sim, não se sinta mal, até porque os dois conceitos costumam ser empregados como sinônimos em muitas leituras. Eles estão, à primeira vista, muito ligados a atividades como coordenar, organizar e controlar uma empresa. 
No entanto, a diferença entre gestão e administração de negócios é um pouco maior do que se imagina.
Por isso, vamos detalhar pelo que cada área é responsável e, assim, esclarecer suas diferenças. Acompanhe nas próximas linhas!

As particularidades de um administrador

Como o conceito de administrar uma empresa é mais antigo, começaremos por ele. O administrador é responsável, basicamente, por organizar, controlar e dirigir os recursos internos (humanos, financeiros, materiais, informacionais e comerciais) para atingir determinados objetivos. A intenção é alcançar essas metas com eficiência, isto é, produzir o que é preciso com a maior economia possível.
Seu enfoque é mais racional, técnico e voltado para os processos administrativos, como planejamento, organização, direcionamento e controle. Algumas tarefas, dentro dessas quatro fases, que passam pelo crivo do administrador são:
  • Analisar os ambientes externo e interno para definir as oportunidades, ameaças, pontos fortes e fracos de uma organização;
  • Definir objetivos, processos produtivos, estratégias de venda, políticas de negócio, cronogramas, orçamento e indicadores de desempenho;
  • Organizar o espaço e o tempo de trabalho;
  • Delegar tarefas;
  • Medir o desempenho;
  • Identificar erros e otimizar processos, estratégias e campanhas;
  • Avaliar os resultados finais, realizar balanço financeiro, etc.
Percebe-se que a administração se posiciona no mais alto ponto hierárquico de uma empresa, tentando entendê-la e comandá-la em sua totalidade. Ela se sobrepõe e controla, mesmo que superficialmente, áreas estratégicas, como vendas, marketing, recursos humanos, financeiro, logística, entre outras.

Pode-se dizer que o gestor tem uma amplitude de atuação maior do que o administrador. No entanto, ele está em um nível mais abaixo hierarquicamente. Isso porque a gestão engloba as questões gerenciais de uma empresa.
bom gestor é o responsável por executar as determinações impostas pela administração. É um profissional mais participativo, que trabalha de perto com os colaboradores, apontando os caminhos para que esses entreguem os resultados necessários para atingir os objetivos do negócio — com o mesmo intuito de eficiência (mais produtividade com redução de custos).
O ato de gerir também é um dos pilares da administração, pois é o que está mais próximo dos agentes que colocam em prática o planejamento de uma empresa, ou seja, os funcionários.
Para você ter uma ideia melhor das diferenças de funções entre ambos, confira os dois exemplos a seguir:
• O diretor de vendas é um administrador quando convoca uma reunião com sua equipe para revisar os resultados obtidos no mês, apresenta as características da próxima campanha, fala do público-alvo e define as novas metas;
• O diretor da mesma área também é um gestor quando promove treinamentos aos vendedores, media conflitos entre eles ou com clientes, define ou corrige técnicas de vendas, mostra habilidade para tomar decisões pontuais, oferece autonomia para o time e premia ou reconhece os esforços dos seus funcionários.
Pode-se concluir, então, que administração e gestão são conceitos complementares. Enquanto o primeiro é a função determinante, o segundo é o ato executivo. Para tornar uma empresa mais produtiva, eficiente e eficaz, é fundamental que o administrador seja um bom gestor e vice-versa. Ou seja, você não precisa escolher ser um ou outro, mas sim absorver os dois conceitos e ser um profissional mais completo.
Copiado: igceducacao.com.br

quinta-feira, 9 de março de 2017

Motivos para Abrir uma Franquia

Nosso assunto de hoje são os motivos para abrir uma franquia, um questionamento comum entre as leitoras e leitores de nosso site.
Montar um negócio próprio envolve uma série de desafios, entre eles o desconhecimento de algumas “manhas” do negócio, que pelo mais você estude e pesquise, fogem ao seu controle.
Uma das vantagens de abrir uma franquia é justamente a possibilidade de receber este know-how de quem já tem uma experiência no mercado em que você pretende atuar.
Por isso, muitos dos novos empreendedores preferem o modelo de franchising, como forma de eliminar o risco da inexperiência e com isso garantir uma maior probabilidade de sucesso.
Os motivos para abrir uma franquia ao invés de começar um negócio do zero são muitos, e neste artigo vamos discutir os mais importantes, para que você possa avaliar de forma mais exata essa opção de negócio.

Ideias testada – Um dos principais motivos para abrir uma franquia

Um dos principais motivos para abrir uma franquia é poder começar um negócio que já foi testado anteriormente, reduzindo assim o risco de fazer um investimento e depois descobrir que a coisa simplesmente não funciona como você imaginava.
Ao abrir uma franquia, desde que bem selecionada, você terá certeza que a coisa vai funcionar, e assim poderá se dedicar ao seu novo negócio, reduzindo assim o medo e ansiedade normais para todo mundo que está iniciando.

Redução de riscos do negócio

Um outro item a ser incluído na lista de vantagens de abrir uma franquia, ao invés de montar um negócio do zero é a redução dos riscos do negócio, já que você irá contar com o suporte e assistência do franqueador.
Iniciar um negócio por conta própria é uma verdadeira aventura, e por mais que você se dedique, sempre haverá um ponto que você não tinha percebido ou que não tem qualificação para tratar. Por isso, a franquia ajuda bastante a não errar.

Facilidade na obtenção de financiamento

Outro bom motivo para abrir uma franquia é que em função do modelo de negócio, existem diversas linhas de crédito especialmente desenhadas para este tipo de negócio. Para quem não dispõem do capital total para iniciar um negócio, este é certamente um atrativo.
Nessas linhas, a taxa de juros é mais baixa do que em outras modalidades, já que por se tratar de um negócio já consolidado, os bancos tendem a avaliar o risco de calote como mais baixo e por isso a taxa de juro tende a ser mais favorável.
Suporte para o negócio
Outro dos motivos para abrir uma franquia é a possibilidade de contar com um suporte tanto na complicada fase de instalação do negócio quanto no dia a dia das operações. Para quem não tem experiência então, esse talvez seja o mais forte dos argumentos.
Ao adquirir uma franquia você está também comprando a experiência do franqueado, e isso, para quem não tem experiência no negócio, é um dos fatores mais importantes para evitar o risco de fracasso ou a má gestão por falta de experiência.

Maior poder de negociação com fornecedores

Outra grande vantagem de abrir uma franquia é o poder de compra que você terá com os fornecedores, por se tratar de uma marca já estabelecida e consolidada no mercado, o que abre diversas portas na hora de negociar preços e condições de pagamento.
Como os fornecedores sabem que a franquia compra em grandes quantidades, tanto preços quanto condições de pagamento tendem a ser bem melhores do que as que você teria se estivesse na condição de comerciante ou prestador de serviço individual.

Marca já consolidada

Outro dos motivos para abrir uma franquia é poder contar com uma marca já consolidada no mercado, e de conhecimento do público. Isso ajuda a dar velocidade ao faturamento, acelerando o retorno do investimento inicial. Essa é uma das características das franquias lucrativas.
Uma marca já estabelecida e bem trabalhada gera confiança nos consumidores e faz uma associação direta com o produto ou serviço. Isso ajuda a atrair a clientela e se fixar como uma referência na localidade onde a franquia atua.

Ações de marketing amplas

Os grandes franqueadores costumam realizar ações de marketing visando o branding, ou seja, a fixação da marca junto ao público. Essa é uma das vantagens de abrir uma franquia que conta muitos pontos a favor deste modelo de negócio.
Além disso, é muito comum entre as grandes marcas, ofereceu um guia de planejamento estratégico de marketing, documento que ajuda muito no desenvolvimento de uma estratégia de marketing local. Em suma, todo marketing é muito bem-vindo.
Como você pode constatar, existem diversos motivos para abrir uma franquia, ao invés de começar seu negócio do zero. É apenas uma questão de decidir que tipo de franquia abrir e colocar a mão na massa. 
Por Maria Paula - www.mulheresempreendedoras.net.br

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Vender o Óbvio, Nem Sempre é Fácil

Você já viveu a experiência de possuir o produto perfeito, no preço e no ponto certo e ainda assim encontrou dificuldades para vendê-lo? 
Já achou que ganharia uma boa grana por ter um produto quase sem concorrência e ainda assim frustrou-se? Por que será que às vezes é tão difícil vender o óbvio? 
Conheci tempos atrás, no Canadá, um ótimo profissional de vendas. Depois de alguns anos trabalhando para o setor de laboratório, ele resolveu montar uma empresa de prestação de serviços para o segmento farmacêutico.
Bem orquestrado, com enorme capacidade persuasiva, conhecedor das mais refinadas técnicas de vendas e obstinado pelo trabalho, David reunia todos os engredientes para ser mais um exemplo de empreendedor que enriquecera ainda jovem. Em 2008, quando ele já acumulava uns dez anos à frente de sua empresa, o encontrei em um evento em Toronto. Daí lhe perguntei, em tom de brincadeira, se havia conseguido a independência financeira. Ele me disse que nunca imaginou que encontraria dificuldades para vender o óbvio. E acrescentou que não podia entender como uma pessoa com tanta experiência, habilidade e contando com o produto certo, no preço adequado, para o público ideal, estaria com limitações.
Por motivos óbvios, o assunto despertou-me enorme interesse. Pedi que me contasse um pouco mais de sua experiência. Ele me revelou que apoiava as grandes redes de distribuidores para otimizar um elo da logística, permitindo que os produtos chegassem às farmácias rápido e com custo de transporte minimizado. Mas, a sua proposta não estava tendo boa aceitação. Com certa indignação, revelou: “o consumidor precisa do produto, a farmácia deseja vender e tudo que o laboratório quer é desovar os estoques para abrir espaço para produção. O preço, as condições de pagamento e os serviços são adequados e competitivos. O que há de errado nisso?”
Nesse momento, aproximou-se do nosso grupo o Steve, empresário que operava uma dúzia de farmácias em Quebec. Instantes depois, David afastou-se para dialogar com outras pessoas. Steve, uma pessoa extrovertida e comunicativa, fez a conversa ficar ainda mais intressante e descontraída. Não me contive até perguntá-lo se adotava a solução proposta por David. Ele disse que não. Eu indaguei sobre o motivo. Ele revelou que já havia tentado algo no passado e a experiência havia fracassado.
Depois de ouvir a opinião dos outros empresários percebi que estava diante de uma situação pedestre. A maioria dos empreendedores sabem que precisam aprimorar a gestão do negócio com soluções capazes de atualizar a evolução tecnológica, da comunicação, dos processos... para otimizar vendas e lucros. O problema é que contratar serviços inovadores (especialmente os que mexem com a cultura organizacional) não é tão simples quanto pode parecer a um observador menos atento. Daí, não raro, surgem descuidos que acabam comprometendo o projeto e até o desempenho do negócio.
Um deles, e talvez o mais importante, é a escolha da empresa que irá implementar a solução. Por exemplo, para ajudar a organização a vender mais e melhor, não basta conhecimento científico (aquele que adquirimos nos livros, sala de aula, pesquisas, etc) é preciso contar também, com conhecimento emprírico (fruto da vivência na atividade em que o cliente atua). No caso do David, as empresas perceberam logo a oportunidade e necessidade de atualização, porém a maioria, não guardava boas recordações do passado.
Eles alegavam que da última vez que tiveram que contratar um fornecedor para rever os processos de suas empresas, recorreram aqueles mais próximos dos sindicatos, cooperativas, associações, etc. Porém, quando da implantação, descobriam que nem sempre eles reuniam o know how exigido. Daí, esbarraram em algo desconhecido e derraparam na primeira curva, transformando o que veio para ser a solução em um grande “mico”, frustrando toda a organização.
O David que nada tinha haver com isso, ao contrário, identificou uma oportunidade extraordinária para otimizar as vendas e os lucros do setor, não estava conseguindo “vender o seu peixe”. A experiência traumática dos empresários, que apesar do desejo incomensurável por rentabilidade crescente, optaram pelo conservadorismo, adiando ao máximo a decisão. Em resumo, o que era óbvio deixou de ser vendido e todos sucumbiram a possibilidade de ganhar. Entretanto, o preço a pagar por resistir as mudanças existe e é, quase sempre, bem caro.
Muitas lições podemos abstrair do exemplo de David. Uma delas é que devemos cuidar da nossa empresa como cuidamos de nossa saúde. Se, por exemplo, você necessitar de uma cirurgia no coração, vai procurar um cirurgião com ótima reputação ou irá recorrer ao médico da sua associação?
Em sintese, quando o assunto for cuidar dos interesses de sua organização, é melhor ser águia à “carneirinho”.
Pense nisso e ótima semana.
Por: Evaldo Costa - http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

9 (nove) Conselhos Para Ter Sucesso Nos Negócios

Especialistas apontam as características essenciais que o empreendedor deve ter
A palavra "empreendedor" provém do francês “entrepreneur”, que denota "assumir riscos" ou "desenvolver novos projetos", e que hoje se aplica às pessoas que têm uma sensibilidade especial para detectar oportunidades.

No dicionário da língua portuguesa "Houaiss", empreender significa "decidir fazer (tarefa difícil e trabalhosa); tentar; pôr em execução; realizar". 


E quais são as características ou atributos que o empreendedor precisa ter para obter  êxito nos seus negócios?

Segundo o consultor de desenvolvimento pessoal e coach e co-autor de quatro livros, entre eles "Ser + com Saúde Emocional”, Roberto Hirsch, a primeira questão a ser considerada é que nem todo mundo está capacitado para ser um empresário. 


Segundo ele, para manter um projeto vivo, apesar das dificuldades, são necessárias características pessoais e profissionais específicas e, na falta de algumas delas, o projeto pode não ir para frente. Para o especialista, ser empreendedor significa possuir motivação.

"Para alcançar o êxito nos negócios, um projeto precisa ter um líder persistente, que gosta de correr riscos, comprometido e autoconfiante." 


Confira abaixo a lista de características e atitudes de empreendedores de sucesso feita por Hirsch e Ana Carolina de Oliveira, gerente do Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo):



1 - Planejamento: 
Nunca comece um projeto sem um plano de negócios. Também é preciso se  informar, investigar o preço de seu produto e serviço, entender a necessidade de seus clientes e buscar formação específica.

"O empreendedor deve ir além do conhecimento técnico e da operação do negócio. E preciso traçar uma estratégia e se dedicar para que ela seja alcançada ", comenta Ana Carolina. 


2 - Prioridades: 
Trace objetivos. Desta forma, é possível estabelecer um cronograma e saber se está cumprindo ou não as suas metas. 



3 - Inovação: 
De acordo com especialistas, os novos negócios surgem hoje por meio das oportunidades e não pela necessidade. O motivo? Os empreendedores estão inovando na prestação de serviços e na improvisação da solução de problemas. 



4 - Riscos: 
A superação dos problemas e a agilidade para recomeçar, se necessário, são características essenciais para se ter sucesso. "Ao estabelecer os riscos, o empreendedor assume e entende o que pode perder, sem medo de fracassar", afirma Hirsch.



5 - Comprometimento: 
Esta característica implica em respeitar um cronograma e estabelecer compromissos. Com isso, o empreendedor se mantém fiel no cumprimento das demandas da empresa, dos fornecedores e dos clientes. 



6 - Divisão: 
Segundo Hirsch, um erro frequente na administração da empresa é o profissional não separar a pessoa física da jurídica. "O empreendedor não pode deixar de lado aspectos legais de seu negócio, como o pagamento de impostos, por exemplo, e direcionar seus primeiros lucros para bancar gastos pessoais", completa. 



7 - Networking: 
A capacidade de persuadir e criar uma rede de contatos é essencial para a saúde do negócio. Por meio dela é possível falar sobre a utilidade de seus produtos e serviços e, com isso, conquistar novos clientes. 



8 - Liderança: 
Este atributo implica também em ser proativo. O empreendedor precisa estar atento tanto aos aspectos humanos quanto às novidades do setor. "Ele deve saber conduzir a empresa e definir a alma do negócio", diz Ana Carolina.



9 - Qualidade: 
Esta é uma das características mais importantes que o empreendedor deve manter no seu negócio, segundo Ana Carolina.

"O empresário precisa ter em mente qual é a necessidade do cliente, o que ele espera da sua empresa e a forma que ele deseja ser atendido."

 Copiado: http://economia.uol.com.br/