quinta-feira, 18 de julho de 2013

FLUXO DE CAIXA - Passo a passo para você organizar o seu

Quando eu tinha uns 10 anos de idade, meu primo me mostrou como construir pequenas bolas utilizando bexigas como base e conteúdo de arroz, farinha ou água.
Como aprendi a manufaturar facilmente o brinquedo (que era bem legal, por sinal) e meus amigos começaram a me perguntar onde havia comprado, vi que existia uma oportunidade de mercado: fabricar essas bolinhas e vender na minha classe da escola.
Depois de fabricar a primeira leva de bolinhas, sabe qual foi a primeira coisa que fiz?
Peguei o final do caderno de matemática, anotei os gastos que tive com os materiais e, depois do 1º dia de vendendo, anotei o quanto faturei por venda – com isso, somei todos os valores e vi que tinha lucrado fantásticos 25 reais (o equivalente a “milhõõõõões” em 1995 para uma criança de 10 anos).
Mesmo sem saber disso na época, esse foi o meu primeiro fluxo de caixa.
Para quem acha o termo “fluxo de caixa” complicado e acaba assustando, vamos definir logo o que é isso pra tirar qualquer receio:
  • Fluxo de caixa = o registro do que entra e do que sai de dinheiro – e quando.
Basicamente, é a lista de transações financeiras separadas pelos dias em que ocorreram.
Claro, cada empresa tem seus casos particulares, como quantidades de contas (bancos, caixa, poupança etc.) ou mesmo preferências sobre como categorizar cada transação. Mas o princípio básico é o mesmo: a partir do registro de cada transação (valor, tipo e data) envolvendo a empresa, você consegue ver o que aconteceu com a empresa financeiramente.
Aqui o objetivo é explicar o passo a passo para quem vai começar seu fluxo do caixa do zero ou para quem precisa organizá-lo melhor:
A- Quais são as contas que a empresa tem?
De onde sai o dinheiro para pagar contas? Quando você recebe, em que conta o dinheiro cai?
O controle do fluxo de caixa começa pela definição das contas (bancárias, caixinha, poupança…) que a empresa utiliza para pagamentos e recebimentos.
A definição de múltiplas contas é simples: é possível receber algo em dinheiro e guardar no caixa da empresa, ou você pode receber por boleto em sua conta corrente, por exemplo.
B- Saldos iniciais de cada conta
O fluxo de caixa depende tanto do valor de cada transação, quanto da data em que ela ocorreu, pois a partir disso haverá alterações nos saldos das suas contas.
Por isso, quando você iniciar o controle do fluxo de caixa, você também define o “saldo inicial”, que é o saldo da conta naquela data de início dos registros.
A partir daí, com o registro constante das transações que ocorreram, o saldo passa a ser um resultado a ser conferido.
C- As categorias de despesas e receitas
Para você conseguir analisar porque alguns gastos foram feitos ou quais dos seus produtos/serviços deram maior retorno, é necessário classificar todas as movimentações com “categorias”.
Pensando nas categorias de Receitas, o mais comum é ter uma categoria para cada tipo de produto/serviço que a empresa vende, ou mesmo uma categoria para cada produto (caso seja uma variedade pequena). A criação das categorias em si depende de como o empreendedor deseja fazer sua análise.
Para as categorias de Despesas, existem vários tipos comuns, como Aluguel, Telefone, Internet, Salários, Impostos etc. Porém, aqui também podem existir categorias que são mais particulares ao dia a dia da empresa.
A questão é que não existe uma regra para criação de categorias, exatamente porque elas são totalmente personalizáveis. A recomendação então para a criação de categorias é parar para pensar nos tipos de análises e conclusões que você precisará tirar a partir do fluxo de caixa.
D- O local de registro do fluxo de caixa
Muito empreendedor faz seu fluxo de caixa no caderno (assim como eu fiz em 1995), mas com certeza não é local que eu recomendo, já que ter todo o registro só em um caderno não oferece segurança nenhuma e pouca flexibilidade para brincar com os números.
Algo que é MUITO utilizado são as planilhas de excel. Algumas mais chiques, outras mais simples – a questão é que no excel você consegue armazenar tudo, agrupar, criar gráficos etc.
Porém, como o tempo do empreendedor é escasso, montar novas planilhas ou mesmo cuidar perfeitamente da segurança do arquivo e do computador é inviável. Por isso, surgiram sistemas especialistas em gestão e, claro, em fluxo de caixa.
Um deles foi feito por nós da Empreendemia e se chama EmpreendeKit. Ele oferece um conjunto das ferramentas mais básicas para a gestão de uma micro empresa, incluindo a organização do fluxo de caixa de uma maneira MUITO simples.
  • Terreno preparado. E o dia a dia?
Agora que você sabe sobre as contas, os saldos iniciais, as categorias e o local de registro, nada mais justo do que passar algumas dicas para fazer um ótimo registro do seu fluxo de caixa:
1- Manter em dia, sempre
Para que você consiga fazer uma análise financeira mínima da sua empresa, as movimentações do fluxo de caixa precisam estar devidamente preenchidas com pelo menos: valor, nome, categoria, data e conta.
Sim, isso é o mínimo.
2- Conciliar com o extrato bancário
Ao contrário da caixinha da empresa, a conta bancária tem um extrato que você pode utilizar para conferir o que aconteceu lá. Para que você tenha uma noção completa de como sua empresa está financeiramente, é essencial que você concilie o que aconteceu com as contas (incluindo a do banco) com o seu fluxo de caixa completo.
3- Planejamento o futuro (mesmo que seja muito próximo)
Ferramentas especialistas no assunto (como o EmpreendeKit), te dão a possibilidade de inserir movimentações futuras de uma maneira fácil: com a recorrência de certas despesas ou receitas.
Por exemplo, Aluguel é o tipo de conta que se paga todo mês – ao criar a movimentação “Aluguel Escritório” para o mês de junho, você pode criar a recorrência para ela e fazer com que se repita todo o dia 5 até o fim do ano (ou até 2050, caso a inflação seja zero =D).
Tendo bem mapeado dentro do seu fluxo de caixa o que acontecerá no futuro próximo te ajuda a ver se haverá dinheiro suficiente para honrar as despesas assumidas. Isso porque com as movimentações inseridas, você já consegue visualizar o seu saldo total (ou por conta) a cada dia – verificando assim se você ficará negativo em alguma conta, mesmo que seja apenas temporariamente.
4- Não se esqueça da transferência entre contas
Ao receber um pagamento em dinheiro, você vai no seu fluxo de caixa e registra a seguinte receita “Cliente XYZ, valor: R$ 300, categoria: serviço, data: 23/5/13, conta: caixinha”.
Porém, daqui a 3 dias você vê que precisará pagar a conta de Internet e Telefone, no valor de R$ 250, que está em débito automático no banco, e vê que a conta lá está zerada.
Ou seja, você precisa passar pelo menos R$ 250 pra lá. Como fazer isso?
Em termos de fluxo de caixa, a receita já entrou, então você não pode registrar mais uma receita. Aqui então você precisa fazer uma “Transferência entre contas”, simplesmente enviando R$ 250 da conta “caixinha” para a conta “banco”.
5- Guardar as notas fiscais
Tudo que é gasto precisa apresentar uma nota fiscal mostrando quem recebeu e pelo quê. Assim como tudo que entra de receita requer que você emita uma nota fiscal.
Isso faz com que exista muita nota fiscal por aí e, se você não as organizar, é muito fácil se perder.
Além disso, por questões legais, é necessário guardar todo a parte contábil de uma empresa por pelo menos 5 anos.
  • “Só” isso?
Isso e muita disciplina para fazer tudo acontecer bem. E, claro, esse é só o básico.
O problema é que esse processo realmente toma tempo, o que faz sentido por ser uma parte muito importante de qualquer empresa. Porém, como mencionei antes, existem algumas ferramentas que te fazem economizar muito tempo aqui e que ainda te entregam uma confiabilidade muito maior.
Esse é o caso do nosso querido EmpreendeKit. Falando especificamente da ferramenta financeira dele, lá é possível fazer todos os pontos que mencionei aqui (contas, categorias, transferências entre contas, recorrência… tudo mesmo), porém de uma maneira MUITO mais rápida, simples e confiável.
Todas as informações são armazenadas em servidores top de linha no mundo (AWS, da Amazon), contando com backups e um baita sistema de segurança.
Você consegue garantir tudo isso da sua planilha de excel?
Por - Luiz Piovesana - http://www.saiadolugar.com.br/financas/

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Eficiência e Eficácia

Estes são dois conceitos muitos antigos, mas implacavelmente atuais.

Principalmente nos dias de hoje não compreendê-los ou, o que é muito pior, confundi-los provoca, sem dúvida, grandes danos à performance e aos resultados.

As diferenças entre esses dois conceitos podem até parecer sutis, mas realmente são extremamente importantes. Peter Drucker, que dispensa apresentações, é enfático em afirmar: eficiência é fazer certo as coisas, eficácia são as coisas certas. E complementa: o resultado depende de “fazer certo as coisas certas”.

Permita-me apresentar cada um desses conceitos com alguns detalhes a mais:

  • EFICIÊNCIA é: fazer certo; é o meio para se atingir um resultado; é a atividade, ou, aquilo que se faz.
  • EFICÁCIA é: a coisa certa; é o resultado; o objetivo: é aquilo para que se faz, isto é, a sua Missão.
Considerando-se o exposto vamos checar algumas percepções organizacionais muito naturais e... erradas!

Iniciando: 
Qual a Missão da área de Treinamento? 

A resposta natural poderia ser: treinar pessoas; reciclar; desenvolver ou algo parecido. 
Certo? Não, errado! 
Percebam que as respostas estão representadas por verbos e dirige-se à ação, portanto refere-se a aquilo que se faz, ou à atividade ou o MEIO para se atingir o resultado. 

Este resultado, ou a chamada Missão poderia ser consignado como:
PESSOAS APTAS às necessidades da organização! Este é o objetivo. 
A área de treinamento treina, ou desenvolve suas atividades para alcançar este resultado.

Porém, na prática utiliza-se, com freqüência o indicador de “homens/horas/treinamento” para medir o resultado de treinamento quando se está medindo, apenas, o seu esforço, ou seja, a sua eficiência no desenvolvimento da ação, mas não a sua eficácia. 
Afinal, qual foi o resultado desse esforço em treinamento?

Para ficar mais claro vamos a outro exemplo: 

Qual a Missão da área de manutenção de ar condicionado?

Mais uma vez a resposta natural seria: consertar ar condicionado, que é uma resposta também errada. 

Consertar ar condicionado é o que a área de manutenção faz para alcançar a sua Missão que é: AR CONDICIONADO FUNCIONANDO!

O que isto quer dizer? 
Isto quer dizer que se provoca um grande desvio na qualidade da contribuição das pessoas fortalecendo-se a atividade muitas vezes distanciada do objetivo. Freqüentemente a área de manutenção de ar condicionado é medida pelo tempo que gasta consertando ar condicionado quando deveria ser medida pelo tempo que não gasta consertando, ou seja, pelo tempo de funcionamento do equipamento. 
Esta é a medida da sua eficácia.
  • Percebam então o enorme dano que esta situação causa nos resultados individuais e globais das organizações.
Ao se privilegiar as medidas que acompanham o esforço da realização pode-se perder a relação com o resultado desse esforço. 

Em nome disso muitas realizações dentro das organizações são, o que costumamos chamar de “olhar o próprio umbigo”, perdendo-se a avaliação do nível de agregação de valor aos objetivos da organização. 
E o que conta, cada vez mais, é exatamente o nível de agregação de valor de cada profissional, de cada departamento, de cada organização. 
Para isso é fundamental trabalhar-se com indicadores!

E este viés, infelizmente, ocorre em diversas áreas das empresas provocando um enorme desvio nos resultados e na agregação de valor dessas áreas e, das pessoas que se esforçam para atender as expectativas para o desenvolvimento dos negócios. 
Preciso reforçar que esta preocupação é função indelegável dos níveis de chefia das empresas!

Apenas como lembrete: novos conceitos são importantes para a modernização e desenvolvimento dos negócios, mas de nada adianta se não praticamos (ou entendemos) sequer os antigos. Até mais.

terça-feira, 16 de julho de 2013

As Empresas Preferem o Workaholic?











No fim de semana, o profissional acessa o e-mail da empresa e resolve algumas pendências. Na segunda-feira, fica três horas a mais na sede da organização, na terça faz outras duas extras, assim como na quarta e na quinta. 
  • Quando chega o último dia da semana, ele está tão cansado que não consegue fazer o serviço render e ainda compromete a qualidade de seu trabalho. 
As motivações para ficar além do expediente variam, mas o fato é que a eficiência dos workaholics começa a ser questionada por especialistas.

  • "Independentemente de essa pessoa cumprir uma jornada mais longa por opção própria ou por imposição da empresa, isso é improdutivo. A exaustão aumenta os riscos de problemas de saúde física e emocional, além de poder levar o profissional a tomar decisões equivocadas e cometer erros graves" analisa a coach de carreira Karen Gimenez.
Por isso, o desenvolvedor de software Rafael Audy, 26 anos, resolveu parar e repensar seus conceitos quando percebeu que estava dedicando um tempo muito maior à carreira do que para a sua vida pessoal. 

Trabalho e mestrado ocupavam a maior parte do seu dia, deixando poucas possibilidades para realizar atividades de lazer e ter contato com a família, a namorada e os amigos.
  • "Não tinha a menor intenção em me tornar um workaholic. Adoro o que eu faço e a empresa na qual trabalho, mas precisei me organizar melhor. O dia não vai ter mais de 24 horas mesmo, então procurei ler livros sobre gestão de tempo. Hoje, tenho agendas separadas para cada área da vida, estabeleci prioridades e me sinto muito melhor" conta Audy.
Se o profissional não se dá conta disso, cabe ao gestor prestar atenção. No caso de a fonte do excesso de horas extras ser o próprio líder, o departamento de recursos humanos precisa ficar atento.

  • "O RH funciona como esponja nas organizações. Cabe ao setor diagnosticar isso e interferir, conversando com os envolvidos e buscando uma solução. Os workaholics são conhecidos por ter problemas de relacionamento e podem minar a equipe, comprometendo resultados" atesta Rubem Souza, diretor da RSA Talentos Executivos.
Seria imprudente, no entanto, afirmar que as empresas não gostam de profissionais extremamente disponíveis e capazes de serem acionados a qualquer momento, afirma Lourdes Lovison, gerente de projetos da Advis consultoria de Recursos Humanos.
  • "As organizações continuam amando o workaholic, aquele que não fica chateado em ser chamado no sábado, que não se importa de cancelar compromissos pessoais, que fica até mais tarde com frequência. Não dá para achar que o empregador quer cortá-los. Mas isso não quer dizer que seja produtivo para nenhuma das partes" completa Lourdes.
Fonte - maria.amelia@zerohora.com.br
MARIA AMÉLIA VARGAS - 
 Zero Hora - Porto Alegre/RS.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Dia Internacional do Homem

O Dia Internacional do Homem é um evento internacional celebrado em 19 de Novembro de cada ano. 
As comemorações foram iniciadas em 1999 pelo Dr. Jerome Teelucksingh em Trinidad e Tobago, apoiadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) , e vários grupos de defesa dos direitos masculinos da América do Norte, Europa, África e Ásia.
No Brasil, desde 1992, o Dia do Homem é comemorado em 15 de Julho, por iniciativa da Ordem Nacional dos Escritores. Um dos co-fundadores, Edson Marques, pretende que se altere o nome para Dia do Homem Livre.
A diretora da Secretaria de Mulheres e Cultura de Paz da UNESCO, Ingeborg Breines, disse que a criação da data é "uma excelente idéia para equilibrar os gêneros".
Os objetivos principais do Dia Internacional do Homem é melhorar a saúde dos homens (especialmente dos mais jovens), melhorar a relação entre gêneros, promover a igualdade entre gêneros e destacar papéis positivos de homens.
  • É uma ocasião em que homens se reúnem para combater o sexismo e, ao mesmo tempo, celebrar suas conquistas e contribuições na comunidade, na famílias e no casamento, e na criação dos filhos.

De acordo com os criadores do Dia Internacional do Homem (19 de Novembro), os homens devem denunciar a discriminação que sofrem em áreas como educação, saúde, família, direito, mídia, entre outras, projetando uma imagem positiva de si mesmos na sociedade e destacando suas contribuições.
O Dia Internacional do Homem é celebrado com seminários públicos, atividades escolares, programas de rádio e televisão, passeatas e marchas pacíficas, debates e mostras de arte. 
Os pioneiros da data querem destacar as experiências masculinas na sociedade. Cada ano a celebração foca um tema diferente como, por exemplo, Ano da Saúde Masculina (2002) e Ano do Perdão e da Cura (2007).
Promover modelos masculinos positivos, não apenas de estrelas do cinema ou esportes, mas de homens do dia-a-dia cujas vidas são decentes e honestas;
·     Comemorar as contribuições masculinas positivas para a sociedade, comunidade, família, casamento, guarda de crianças e meio ambiente;
·       Concentrar sobre a saúde do homem e seu bem estar: social, emocional, físico e espiritual;
·    Destacar a discriminação profissional contra os homens nas áreas de serviços sociais, nas atitudes e expectativas sociais e no direito;
·         Melhorar as relações de gênero e promover a igualdade de gênero;
·     Criar um mundo melhor, onde as pessoas possam se sentir seguras e crescer para alcançar seu pleno potencial


11 Dicas para Tomar Decisões Melhores

Desde o momento em que você acorda até o que vai descansar, está tomando decisões. 


Veja algumas dicas que irão ajudá-lo a ser mais sábio naquilo que escolher 



Procure pessoas com várias perspectivas e posições hierárquicas diferentes para que você não se limite apenas ao que enxerga



Muitas pessoas costumam se basear na intuição para tomar decisões importantes, o que pode levar a resultados ruins. A melhor escolha, principalmente em ambientes corporativos, é se basear na lógica e em fatores concretos. Afinal, você não pode, por exemplo, alterar toda a estrutura de um departamento baseado completamente em um sentimento ou sensação. 



Confira a seguir 11 dicas que pode ajudá-lo a tomar decisões melhores e alcançar resultados mais relevantes: 

1. Procure e ofereça evidências

Todas as vezes que alguém faz determinada afirmação ou defende uma ideia, essa pessoa deve oferecer evidências que suportem o que ela diz. Caso isso não ocorra, você deve solicitar esses fatores para que sejam levados em consideração. Da mesma forma, todas as vezes que tomar uma decisão publicamente ou fizer uma afirmação, ofereça o necessário para que as pessoas o levem a sério.

 2. Examine a lógica

Examine as evidências criteriosamente e garanta que a lógica as sustente de maneira coerente. 

3. Encoraje a experimentação

Se há evidências, convide a equipe a fazer algumas experimentações para testar a viabilidade das estratégias propostas e use os resultados para guiar as decisões finais.

4. Faça uma lista de prós e contras

Liste as vantagens e desvantagens de cada opção que você poderia escolher e converse com outras pessoas para considerar diferentes pontos de vista e opiniões.

 5. Considere longo e curto prazo
Você deve levar os efeitos, sacrifícios e ganhos de cada decisão em longo e curto prazo. Determine o que você está disposto a abrir mão em longo termo para ganhar algum benefício em curto prazo e vice-versa.

6. Busque apoio
Enquanto estiver considerando diferentes alternativas, pense em quem poderá ajudá-lo ou reprová-lo. Você deve ponderar os apoios que são absolutamente necessários para que sua proposta seja bem-sucedida e quais não são imprescindíveis. 

7. Questione suas decisões
Questionar se você tomou a decisão certa ou errou é algo útil para colocá-lo no caminho certo e mantê-lo motivado, além de auxiliar no processo de aprendizagem e evitar que você repita erros passados no futuro. 

8. Considere outras linhas de pensamento
Ao tomar decisões, muitas pessoas podem transformar-se em âncoras, pois não saem de sua linha de raciocínio ou perspectiva para considerar outras possibilidades. Mesmo que você tenha certeza de que aquilo que adotou está correto, é muito importante que tenha todas as possibilidades em mente para sua decisão não seja eliminatória ou se desequilibre futuramente por coisas que não foram consideradas.

9. Não deixe o conformismo prejudicá-lo
Mudanças são momentos difíceis, mesmo para as pessoas mais adaptáveis, pois mesmo que você se sinta bem em diferentes cenários, outras pessoas também devem se adaptar a você ou ao que foi trazido de novo. 

10. Confirme as evidências
Se você percebe que informações novas continuam a validar aquilo que você decidiu ou defendeu, não pense que o trabalho está feito. Peça para alguém com a mesma ou ainda mais experiência que você procure por argumentos contrários, pois isso irá fortalecer seu posicionamento. Não trabalhe somente com pessoas que concordam com você.

11. Confie em outras pessoas para melhorar seu julgamento
Mudar ou reverter uma decisão que não está funcionando pode ser uma experiência difícil. Seja qual for o problema, aceitar o erro e as falhas e mudar de direção é uma necessidade. Em casos como estes, procure por outras pessoas para ajudá-lo a avaliar a situação e redirecioná-la da melhor maneira possível. 

Procure pessoas com várias perspectivas diferentes e posições hierárquicas para que você não se limite ao que enxerga de imediato em sua posição. 

Portal www.cmconsultoria.com.br - Fonte: Portal Universia

domingo, 14 de julho de 2013

LINHA IMAGINÁRIA - SEU MOÇO - PEDREIRAS MA 14.12.2011.wmv




MINHA QUERIDA E INESQUECÍVEL TERRA NATAL - PEDREIRAS MARANHÃO BRASIL...quantas saudades...

sexta-feira, 12 de julho de 2013

A ética e a compra de seguidores nas redes sociais

Alguns reais investidos e seu perfil no Facebook, Twitter, Instagram e outras redes sociais ganha milhares de seguidores. 
Este instrumento de marketing de guerrilha, profissionalizado há alguns anos, tem ganhado impulso entre artistas, cantores, políticos e todo tipo de gente que busca se mostrar popular. 

O intuito é apelar ao efeito manada, princípio da psicologia das massas segundo o qual as pessoas agem em bandos, num autêntico fenômeno grupal. Afinal, se determinada pessoa ou empresa tem tantos seguidores, deve ser por merecimento. Aqui mora o equívoco.

Dia destes recebi um post de um professor brasileiro, que eu não conhecia até então, e ao acessar seu perfil no Facebook descobri que tinha cerca de dez mil seguidores. Um rápido clique sobre a opção “curtir” e a revelação: sua cidade mais popular era Carcóvia, na Ucrânia. Além disso, durante vários dias da semana a adesão de novos seguidores era nula, com picos em determinadas datas.

Recentemente o cantor Luan Santana veio a público demonstrar sua indignação diante de acusações de fraude na audiência de seus vídeos no Youtube.

O fato é que comprar seguidores pode ser uma estratégia interessante para empresas que pretendam difundir seus produtos ou serviços, gerando virais para alcançar a maior amplitude possível, aumentando significativamente o número de pessoas atingidas. Porém, para pessoas, é um ledo engano, simplesmente porque é contraproducente e antiético.

De que adianta ostentar uma legião de pessoas que talvez não tenham qualquer sinergia com suas ideias? Ou, pior, pessoas que simplesmente não existam, pois foram artificialmente criadas apenas para fazer volume. E isso é muito fácil de constatar, pois há perfis constituídos apenas pela foto e meia dúzia de informações, sem histórico de postagens e com vínculo apenas a outros perfis similares.

A verdade é que vivemos tempos de valores fluidos, pouco consistentes. Empresas declaram a integridade como um de seus princípios fundamentais, mas não hesitam em oferecer propinas, gorjetas e favorecimentos de toda ordem para angariar um pedido. Profissionais atropelam colegas de trabalho e mudam de opinião a cada minuto para justificar apoio a um superior hierárquico e, assim, garantir sua escalada na pirâmide organizacional. Os fins justificam os meios.

São tempos de faça o que eu digo, mas não o que eu faço. Tempos de incongruência e ausência de retidão. Meses atrás fui surpreendido com uma “adaptação” de meu conceito sobre qualidade de vida intitulado “Sete Vidas”, desenvolvido em 2003, por uma empresa que apenas mudou descaradamente uma palavra e alterou a sequência lógica propagandeando o lançamento de uma “metodologia única”.

Como escrevi há quase dez anos, vivemos sob a égide do marketing de percepção, em um mundo governado pela ditadura da imagem. O triunfo da estética sobre a moral. Você é tão belo quanto seus trajes e seu último corte de cabelo possam sinalizar. 

Tão bom quanto a procedência dos diplomas e a fluência em idiomas possam indicar. Tão valorizado quanto a competência ratificada e os resultados apresentados possam parecer.

Afinal, quer pagar quanto?

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Descubra seu “horário nobre” para o trabalho

Ser mais produtivo é um desafio a ser enfrentado todos os dias. A produtividade de uma pessoa tem muito a ver com a forma de como ela gasta sua energia nos trabalhos e tarefas do dia a dia. 

É importante você descobrir como funciona o seu ciclo energético, você trabalha melhor de manhã ou durante a tarde ou talvez uma parte da noite?

  • Descubra como funciona seu ciclo de energia.

Todas as pessoas possuem um ciclo de energia próprio. Isso faz com que algumas pessoas sejam mais produtivas durante a manhã, menos produtivas durante a tarde e no início da noite já não conseguem produzir. 

Estão sempre em ritmo decrescente. Por outro lado, outras pessoas agem de forma inversa, ficam mais produtivas conforme o dia avança e su pico de energia ocorre no começo da noite, estão sempre em ritmo crescente.

Descobrir como funciona o seu ciclo de energia é fundamental para organizar a sua agenda e tarefas de forma mais inteligente e assim alcançar níveis maiores de produtividade, mas deve-se tomar o cuidado para não avançar o expediente da empresa ou levar trabalho para casa.

  • Organize a sua agenda de forma inteligente

Quando você descobrir seu ciclo de energia procure utilizar esse período para realizar as tarefas mais previstas, ou seja, aquelas de rotina que se deve der feita todos os dias porque a qualquer momento pode alguém a qualquer momento pode necessitar dessa informação, são tarefas como responder e-mails, fazer um relatório diário ou formular propostas para clientes etc. 

Se você deixar essas atividades para resolver  depois elas vão se tornar urgentes e vão consumir todo seu o tempo e não restará  espaço para as outras tarefas. Por isso organize sua agenda de forma que você seja mais produtivo no seu horário nobre.

  • Comece mais cedo e evite trabalhar mais

Quem nunca chegou a sua mesa de trabalho com o telefone tocando? Isso é mais normal do que se pensa. Geralmente é um cliente buscando uma informação ou um relatório ou resposta de um e-mail recebida no começo da manhã anterior ou algum problema sério. 

Repare que se você chegar alguns minutos antes no seu trabalho ganha alguns minutos de bônus para poder responder prontamente essas solicitações e ganha tempo para realizar outras tarefas, que podem ser complexas e exigir um pouco mais de tempo para sua elaboração. 

Agindo dessa maneira você ganha mais tempo você ira se tornar mais produtivo e pode chegar mais cedo em casa.

Muitas pessoas acham que devem primeiro chegar ao trabalho para então ligar o computador, tomar café ou colocar a conversa em dia. Mas chegando mais cedo você ganha tempo para as tarefas importantes, evita o stress de ultima hora e ganha mais tempo para passar mais tempo com as pessoas que você gosta.