quinta-feira, 4 de julho de 2013

CRM é Marketing. E Marketing é sobre Seres Humanos

Se marketing é sobre mercados e mercados são pessoas então, para se fazer marketing eficiente, precisa-se entender de pessoas. 

Não de consumidores puramente, mas de pessoas, em todas as suas dimensões. Clemente Nóbrega fala disso e chama isso de Antropomarketing. 

Concordo!

Inversamente, quanto mais evoluímos em tecnologia, quanto mais as temos à disposição, mais temos de nos voltar às nossas origens, mais temos de nos entender, de estudar Biologia, Antropologia, Sociologia e Psicologia para podermos fazer marketing bem feito, ou seja, posicionar, cativar, vender, perpetuar.
  • Marketing eficiente é marketing que entende de passado! De volta ao passado, às origens do DNA.
  • CRM é Marketing. Marketing de Relacionamento, 1a1. Marketing para seres humanos. Não pode haver discussão sobre isso.
  • CRM é sobre mercados de 1 só, de alguns, de pares. É sobre perfis, tribos e comunidades.

O CRM não é um produto ou serviço. É uma filosofia de marketing que transforma uma empresa em customer-oriented (ou seja, a evolução da empresa marketing-oriented para one-to-one marketing-oriented). 

Como ferramenta, capacita a empresa a desenvolver seu conhecimento sobre clientes (atuais, potenciais, etc), principalmente quando atrelado a práticas como knowledge management (KM) e business intelligence (BI).

CRM é sobre fazer os clientes (seres humanos) interagirem com marcas, empresas, pessoas. Portanto, CRM são momentos da verdade, são todos os pontos de identificação e interação do cliente com a empresa. E também sobre como gerenciar cada um desses momentos para surpreender positivamente cada cliente, entregando valor.

Acima de tudo, entendo que fazer CRM é proporcionar experiências aos clientes. Se diferenciar. Tem que ser, porque diferenciação – ato de assumir uma posição singular na mente/coração/vida do outro – é tudo que se pode querer para continuar evoluindo, sobrevivendo – a essência e o objetivo maior do marketing. Evolução corporativa, como na evolução das espécies.

Uma empresa, para sobreviver, precisa de clientes. 
É assim que manifesta sua perpetuação. Quando o mercado a compra, compra seus valores, seu propósito, alimenta sua missão… dá-lhe o direito de existir, de poder perpetuar seu DNA (sua cultura organizacional), de continuar. 

CRM é, em suma, fermento para sobrevivência corporativa.
Quanto às marcas, sustentáculos mor do marketing, objetos de transação do CRM, essas devem representar o espírito de singularidade das empresas, a aglutinação de tudo que elas significam (cultura, valores, foco, etc) em um símbolo. Aqui o jogo é percepção, desejo, aspiração.

Com a revolução da informação, tudo será cada vez mais explícito, ou seja, REPUTAÇÃO será o nome do jogo na sobrevivência empresarial. Fazer CRM será, portanto, ser capaz de gerar reputação, a partir da interação das marcas com os clientes, com as comunidades. CRM será um instrumento da reputação corporativa.

Nós da E-Consulting acreditamos no caminho do envolvimento interativo da marca com o cliente. Isso significa estar na memória, no coração, no estômago e/ou no desejo dele. E/ou!

Isso quer dizer proporcionar experiências únicas racionais, emocionais, instintivas e/ou sexuais nele. Significa trocar emoções, impressões, transferir valor, trazer sentido ao seu dia-a-dia (encaixando-se adequadamente, permitindo que o cliente a associe-a a boas lembranças, a experiências positivas).

Para fazer CRM de verdade precisa-se, portanto, entender de gente. Mais, precisa-se, antes de tudo, gostar de gente.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Como Agradar Seu Chefe


Um bom relacionamento com o chefe torna o ambiente de trabalho salutar e com certeza ajuda em sua a carreira sendo assim seguem alguns hábitos que lhe ajudarão a melhorar a sua imagem na empresa sem ter de perder a sua dignidade.

  • Não torça pelo jacaré. Existe uma multidão de “não vai dar certo” espalhados pela empresa por isso pessoas motivadas se destacam. Não me refiro ao otimismo camuflado, mas de atitude de assumir riscos. Então torça pelo Tarzan.

  • Prometa e cumpra, o trabalho do seu chefe depende do seu então quando você estabelecer uma meta ou prazo cumpra-o. Ele também tem prazos a cumprir.
  • Não o deixe entrar em uma reunião “desarmado”, municie-o de todas as informações possíveis e precisas para que ele possa defender o departamento ou um projeto.
  • Plante idéias. Um chefe não é o dono da verdade por isso exponha suas idéias coerentemente e surpreenda-se com os resultados.
  • Seja maior que o seu cargo, esteja sempre disposto a aprender novas habilidades, conheça a empresa e o mercado profundamente assim você poderá auxiliar seu chefe nas decisões mais difíceis.
  • Seja pró-ativo, ajude o seu chefe á carregar o piano mostre que você já está pronto para assumir novas responsabilidades.
  • Preze pela excelência. Independentemente da sua posição na empresa sempre faça o melhor possível. Surpreenda as pessoas com a sua competência.
  • Trate-o como se fosse um cliente lhe proporcione momentos mágicos e não trágicos antecipando as suas necessidades e superando as suas expectativas.
  • Seja você mesmo. Tenha opiniões diferentes, proponha novas formas de fazer à mesma coisa, auxilie-o a pensar diferente.
  • Ajude o seu chefe a crescer. O melhor modo de você virar chefe é o seu ser promovido então mãos a obra. 
Fonte: Roberto Recinella  - http://www.qualidadebrasil.com.br

terça-feira, 2 de julho de 2013

Colmeia Profissional

Nas empresas, as pessoas deveriam ser como numa colmeia, com uma única diferença: na colmeia, as abelhas operárias defendem até a morte a abelha rainha. Nas empresas, todos devem defender uns aos outros, irrelevante ao cargo que ocupam.

Não existe nada mais triste, vergonhoso, e fonte de destruição empresarial, do que ver as pessoas do próprio grupo falando mal umas das outras, muitas, com o argumento de que só querem ajudar. 
Esse é o primeiro sinal de que uma equipe, e seus membros, não terão sucesso na vida.

Me entristeço muito quando acompanho profissionais e vejo o quanto estão partindo para um caminho destrutivo, fazendo fofoca, espalhando boatos dos próprios colegas, que, muitas vezes, estão ali do seu lado, acreditando estarem ao lado de pessoas boas.

Algumas se fingem de amigas, amigos, mas, na verdade, é só para conseguir se achegar, e, no final, em vez de agirem como as abelhas que protegem, se tornam cobras para dar o bote final.

Por isso, a você, que tem o hábito de valorizar o que os outros dizem, pense o seguinte:

1.A próxima vítima pode ser você: sim, quando alguém vem falar mal de outra pessoa para você, provavelmente, em pouco tempo, é de você que ela estará falando;

2.Procure exemplos: veja se quem está falando tem exemplos para dar, ou é, naturalmente, uma pessoa fofoqueira, um lobo em pele de cordeiro. É como nas religiões: tem gente que entra só para disfarçar uma conduta desregrada; 

Veja, quem quer nosso bem não vem fazer fofoca, dizendo que estão falando de nós, que é para tomarmos cuidado. Pessoas boas, de coração sincero, com boa espiritualidade, não se preocupam em nos alertar que há pessoas ruins à nossa volta, mas sim, em trazer boas energias, boas notícias. Principalmente pessoas de fé não fazem isso, afinal, elas sabem que não devem julgar aos outros. 

Espalhar boatos, fofocas, já é um sinal de que não devemos dar ouvido a quem fala. O ato de agir dessa maneira já mostra o quanto ela não tem credibilidade, afinal, se fosse grande a preocupação, ela traria a pessoa que está falando mal da gente e a apresentaria, dizendo: “bem, agora você pode repetir o que disse, para que encontrem uma solução e esclareçam suas pendências”.

Numa empresa, a gente não fala mal dos colegas de trabalho. Se eles estiverem agindo incorretamente, deixando de cumprir suas tarefas, devemos aconselhá-los, mesmo que não sejamos líderes, gerentes. Caso não mudem o comportamento, uma coisa é fazer fofoca, outra é informar à gerência que você está com problemas com as pessoas e precisa de ajuda para ficarem bem. 

Gente de coração ruim já chega dizendo que o outro está errado. Gente de coração bom se coloca a disposição para esclarecer os fatos e ver onde está errando.

Precisamos criar, urgentemente, colmeias profissionais nas empresas, onde cada um defenda todo mundo. Agindo assim, rapidamente detectamos se há abelhas más, colocando-as para fora se não tiverem uma mudança de comportamento.

Quando alguém vir lhe informar que estão falando mal de você, que há pessoas querendo seu mal na empresa, se preocupe mais com quem está lhe informando do que com quem não está presente. Pessoas que espalham boatos devem ser extintas dos grupos, das equipes. Elas semeiam mal estar, discórdia, e são como ervas daninhas misturadas à boa semente. Como dizia Cristo, em outras palavras: são joios em meio ao trigo.

Adoro o ser humano, as pessoas. Mas, tenho visto muitas empresas irem à ruína por não terem uma colmeia profissional forte, onde todos se defendam. Se você já falou mal de alguém do seu grupo, seja humilde e tenha a coragem de ir até a pessoa e esclarecer os fatos. Em vez de ficar espalhando boatos, às vezes, pequenos comentários ditos às pessoas erradas, levam o que você disse de uma forma totalmente distorcida, pois a fofoca, via de regra, vira maldade pelo transmissor, e não por quem falou. 

Prefira se reunir com quem tem alguma desavença, com quem tem algum problema. Não teça comentários sobre ela se não for diretamente à pessoa, pois, tem muita gente do nosso lado só esperando para nos derrubar exatamente pelo que falamos.  

Você, que é uma pessoa boa, de coração íntegro, que só deseja o bem dos outros, sabe que não deve dar atenção aos faladores de plantão. Se há gente falando mal de você na empresa, é um bom sinal, afinal, elas, normalmente, têm inveja da gente, e isso só nos faz crescer, ao contrário do que muitas pessoas pensam. 

As pessoas só têm inveja de quem se dá bem na vida, de quem é diferente, faz melhor. Ninguém tem inveja de pessoas malsucedidas, aliás, normalmente ser invejoso já é um sinal de fracasso.
Grande abraço, fique com Deus, sucesso e felicidade sempre.

Fonte: 
Paulo Sérgio Buhrer   http://www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sou Consultor, E agora?

Uma das primeiras alternativas consideradas pelo profissional, demissionário ou demitido, é a possibilidade de atuar na profissão de Consultor. De uma forma ou de outra, todos se julgam consultores e acreditam que sempre há espaço no mercado para mais um consultor com aquela velha filosofia de que o sol nasceu para todos.

Esse negócio de ser o “dono do próprio nariz” deve ser avaliado com muito cuidado quando se trata de consultoria. 

Lançar-se como autônomo não significa ter clientes a qualquer tempo, ao contrário, é o início de uma longa jornada de projetos nem sempre bem-sucedidos até que se conquiste a confiança do mercado.

Qualquer Consultor deve ter em mente o fato de que se torna impossível dominar todas as áreas da consultoria, portanto, jamais encare um projeto acreditando ser capaz de conduzir e operacionalizar áreas tão complexas e distintas sem a ajuda de parceiros. O fracasso será inevitável.

Consultores experientes se utilizam de parceiros ou aliados estratégicos quando se trata de um trabalho mais específico que envolve outras competências não dominadas por ele.

Conhecimento de tributos, pesquisa de mercado, plano de cargos e salários, análise de custos e decisões estratégicas são atribuições que requerem uma análise criteriosa para evitar riscos desnecessários e posicionamento incorreto no mercado.

Em princípio, todo Consultor domina uma determinada área e é nela que ele deve focar o seu portfólio de serviços. Isso não impede que o Consultor construa uma visão generalista dos negócios, afinal, quando se fecha um contrato, a primeira coisa que o cliente leva em consideração é a possibilidade de o profissional contratado tomar conta do negócio e resolver o problema por inteiro.

De maneira geral, a profissão de Consultor é denegrida em razão dos péssimos resultados apresentados por inúmeros profissionais em determinados segmentos. Isso se deve ao fato de alguns Consultores atuarem como “Professores de Deus” imaginando ser capazes de fazer de tudo um pouco sem compreender, pelo menos, a linguagem do cliente.

Aliado a isso, existe a questão da pressão financeira que os empurra a “qualquer preço” para determinados projetos onde nem mesmo Deus é capaz de resolver o problema do cliente. É fato que em muitos casos o cliente apela para uma consultoria quando o caos é iminente e resta muito pouco a fazer.

Lembre-se de que uma vida inteira de problemas não pode ser resolvida em cinco ou seis meses de trabalho do consultor sem determinação e boa vontade de quem o contrata. Nesse caso, não existe milagre, portanto, tome cuidado ao propor o escopo de trabalho.

Ao se lançar na profissão, imagine que o título de Consultor requer muito mais do que experiência profissional: história de vida, paciência ao extremo, jogo de cintura e ao mesmo tempo firmeza na condução, desprendimento absoluto das vaidades e verdades absolutas que tendem a habitar a mente do profissional.

Sou consultor, e agora? Agora, meu amigo consultor, pense nos seguintes pontos e não olhe para trás:

  1. 1. Comece cada projeto como se fosse o último da sua vida e você tivesse que dar o melhor de si para deixar a sua marca, entretanto, pense que o próximo projeto será sempre o melhor.

  1. 2. Consultor não toma partido nem defende pontos de vista de um ou outro sócio, mas se posiciona de maneira profissional em relação à melhor solução para o cliente. Se tiver que defender um ponto de vista contrário aos seus valores, pule fora.

  1. 3. Há uma diferença razoável entre Consultoria e Assessoria. Consultor executa, faz o trabalho. Assessor orienta, diz como fazer. Pense nisso ao elaborar a proposta e ao prever o tempo para execução do trabalho.

  1. 4. Resista à tentação de voltar a ser empregado. Quando você não se decide por inteiro, a mente vai conspirando o tempo todo e o foco no seu novo negócio se perde. Assuma em definitivo o compromisso de ser o melhor naquilo que faz.

  1. 5. Pense na sua proposta de valor. Não há empresa de consultoria que resista sem metodologia, portanto, estruture a sua proposta e o cronograma de trabalho sabendo exatamente o que vai fazer: início, meio e fim. O que você vai entregar de fato?

  1. 6. É mais fácil transferir a responsabilidade do insucesso para o consultor do que assumi-la internamente, portanto, quando isso acontecer, mantenha a lucidez necessária para encarar o próximo projeto. Relaxe! Nem tudo depende do consultor.

  1. 7. Não há nada pior do que ser medíocre, principalmente no papel de consultor, do qual se espera muito e não se admite erros, portanto, seja simples, conciso e direto. Não alimente falsas expectativas, pois a cobrança será dura.

Ser Consultor é ser paciente e ter a humildade necessária para, antes de tudo, aprender com o cliente e, depois de tudo, agradecer ao cliente pelo fato de ele ter contribuído para o sucesso da consultoria.

Pense nisso e empreenda mais e melhor! Seja um consultor por excelência!

Fonte: Jerônimo Mendes http://www.qualidadebrasil.com.br/

sábado, 29 de junho de 2013

A LENDA DA PEDRA GRANDE, PEDREIRAS - MA



O Papel da Mulher na Sociedade

Representando hoje cerca de 50% da força de trabalho as mulheres têm uma posição muito importante na sociedade.

Além de ser a “célula mater” ou a criadora dos seres humanos, a mulher cresceu em representatividade em todas as profissões, sendo significativa a quantidade de mulheres em medicina, direito, engenharia, economia, na literatura, nas artes, enfim em todos os segmentos da atividade humana. 

Neste artigo destacamos a importância da mulher nas sociedades industriais, comerciais e de serviços, não só como especialistas, mas também participando de altas cúpulas de grandes, médias e pequenas empresas.

Esta mudança foi caracterizada pela independência de postura das mulheres que, passando de esposas que cuidavam diretamente das casas e famílias, assumiram responsabilidades antes só exercidas pelos homens. Mais significativo ainda é que algumas revelaram melhor aproveitamento das qualidades de sensibilidade e poder intuitivo.

Nas empresas demonstraram capacidade administrativa, financeira e estratégica. Esse grande desenvolvimento foi especialmente percebido a partir da segunda metade do século XX, quando algumas delas ascenderam a posições da maior importância no campo empresarial privado e governamental.

A antiga crença da falta de capacidade para algumas funções foi superada pela realidade dos fatos. São conhecidos casos de mulheres em funções em mecânica, eletricista, motorista e outras do mundo contemporâneo.

Entretanto, todas as evoluções evidenciadas trouxeram à luz o fenômeno da jornada excessiva, já que a mulher acrescentou à sua atividade de mãe dedicada à família, responsável pela casa e empregadas, as responsabilidades profissionais. Nestas áreas, destacamos o papel da mulher com sócia de empreendimentos industriais, comerciais e de serviços. Essa exposição exagerada, felizmente foi acompanhada de uma mudança no comportamento dos homens, especialmente em grandes cidades brasileiras.

Maridos, namorados e filhos, estão aprendendo a colaborar com trabalhos domésticos, antes somente de responsabilidade das esposas e filhas.

Nas empresas familiares, que representam a maioria no Brasil, pode acontecer a identificação da necessidade da contratação de profissionais experientes para aperfeiçoar seu desenvolvimento. Neste caso também surgem possibilidades do sexo feminino substituir o masculino. 

Temos acompanhado casos em que a demora na contratação de um ou uma especialista causou grandes perdas para a empresa, considerando-se que o mercado globalizado exige maior competência para enfrentar os embates surgidos em concorrências e até quanto ao tratamento de problemas oriundos de relacionamentos com clientes.

No mundo contemporâneo, devemos reconhecer que as mulheres podem ser as empreendedoras e fundadoras de empresas, cabendo ao marido as funções de sócio ou diretor subordinado. Essa troca de posições tem sido bastante comum e não pode ser considerada exceção ou inversão de papéis. Trata-se de questão de personalidade e competência mais adequada aos cargos disponíveis podendo representar o sucesso ou fracasso da empresa.

Quando um impasse surge existe sempre a possibilidade de o assunto ser tratado por um conselho gestor ou numa empresa familiar, numa reunião de família. Portanto, é fundamental que aceitemos as mudanças no seio das sociedades e busquemos adequar nossos procedimentos às novas estruturas para que o progresso não seja impedimento para a vivência em paz e prosperidade.

A Sundfeld Associados é especializada em gestão empresarial desde 1983 e contamos com profissionais habilitados para tratar desses assuntos. Adicionalmente, informamos a existência do Help Personal Assistant, especializada em apoiar pessoas com falta de tempo. Seu site elucida suas qualificações e os serviços que podem prestar, em especial às mulheres



sexta-feira, 28 de junho de 2013

Como Agir Diante de um Assédio Moral

Nunca se falou tanto em pressão corporativa como nos dias de hoje e em que em muitos casos chefes diretos acabam forçando a barra para que o funcionário dê conta do recado e agindo assim acabam praticando um forte assédio moral.

O assédio moral acontece quando um líder se aproveita do cargo que ocupa e humilha o funcionário em público, faz brincadeiras maldosas, obriga o liderado a fazer trabalhos que não são da sua área de atuação, dar instruções incompletas só para prejudicar o subordinado e em casos mais sérios fazem comentários maldosos a fim de denegrir a imagem do funcionário.

E como se portar diante de um forte assédio moral?

Aqui vão algumas dicas importantes:
  • Saiba impor limites e exija respeito.
  • Não deixe em hipótese algum seu chefe alterar a voz com o intuito de lhe intimidar.
  • Se a empresa tem RH converse imediatamente com o responsável sobre as investidas que você vem sofrendo.
  • Procure reunir provas que possam lhe ajudar em caso de demissão por (in) justa causa.
  • Peça orientação a um advogado ou alguém da sua confiança sobre o que vem ocorrendo com você na empresa.

E para o seu próprio bem, evite contar para todo mundo, pois em alguns casos tudo que você falar pode voltasse contra você.

Não aceite o assédio moral, mesmo que você precise muito do seu emprego, afinal de contas, você é um ser humano e precisa ser respeitado sempre.

E para seu conhecimento, no Brasil ainda não existe uma lei federal que defenda o trabalhador vítima de assédio moral, mas existem leis estaduais e municipais que já tratam da questão.*
Fonte de pesquisa:
Livro: Ética Pessoal – Autora: Márcia Cristina – Qualitymark Editora.



terça-feira, 25 de junho de 2013

Produtos Inovadores Versus Tecnologia

Qual a Relação Entre Produtos Inovadores e Tecnologia? 

Qual a Vantagem de Uma Empresa Atuar Sozinha em Um Segmento de Mercado?

Quais os Exemplos de Produtos Inovadores de Sucesso?

Em função da instabilidade do consumidor, das rápidas mudanças no seu comportamento de compras, da tecnologia dos novos produtos e principalmente do aumento da concorrência, muitas organizações vêm sofrendo uma enorme pressão para ampliarem sua linha de produtos.

Há quem diga que algumas empresas não sobreviverão com a restrita linha de produtos existente e, por isso mesmo, seriam necessárias melhorias nos atuais produtos ou um contínuo desenvolvimento de Produtos Inovadores. 

As empresas que lançam produtos inovadores na frente de seus concorrentes normalmente atuam sozinhas no segmento de mercado durante certo tempo e isso proporciona uma enorme vantagem para seu marketing share.

Um bom exemplo disso foi o lançamento das lâminas Sensor da Gillette – em 1990 – a qual conseguiu reverter uma tendência que durava décadas, no sentido de combater os barbeadores descartáveis que possuíam baixos preços e proporcionavam pouco lucro. Além disso, o lançamento do depilador feminino dois anos depois rapidamente conquistou esse exigente mercado, aumentado os lucros da Gillette em 30% nesse ano.

Outra vantagem para as empresas que lançam produtos inovadores é que a imagem delas no mercado se torna muito mais sólida. Além disso, os canais de distribuição são formados por pioneiros do segmento de mercado que criam uma barreira à entrada de novos concorrentes. 

O melhor exemplo disso foi a própria lâmina Sensor (da Gillette), cuja máquina de soldar a laser era tão aperfeiçoada e cara que os seus concorrentes não conseguiam igualar.

Empresas fabricantes de um único produto dependem de um único segmento de mercado para sobreviverem e, por isso mesmo, muitas delas vêm empreendendo esforços para diversificarem sua linha de produtos como é o caso da Kodak, da Xerox e outras.

Um bom exemplo disso é a Bacardi, a qual se popularizou nos anos 60 com o famoso drinque Cuba Libre (misturado com Coca-Cola). Mas, o aumento da popularidade dos drinques a base frutas e uma certa saturação do refrigerante Coca-Cola por parte dos consumidores tiraram sua popularidade, levando a Bacardi pesquisar produtos inovadores.

Porém, a inovação das empresas está diretamente ligada à quantidade de pesquisa e desenvolvimento que ela realiza e, diante disso, pode-se afirmar que a Tecnologia seria o ingrediente básico para a Inovação e para o lançamento de novos produtos.

Sendo assim, a fim de aumentar o nível de inovações tecnológicas nos novos produtos as empresas deveriam fazer com que seu pessoal de P[_e_]D participe de eventos científicos a fim de acompanhar os avanços tecnológicos e, além disso, deveriam atuar em associações com empresas líderes em pesquisa, a fim de desenvolverem produtos em conjunto.

As organizações também deveriam se associar a universidades, centros de pesquisa ou pesquisadores autônomos. Embora exista certo receio dos acadêmicos universitários em se associarem às indústrias, eles certamente gostariam de ver seus conhecimentos resultarem em projetos aplicáveis a novos produtos. 

Também não é necessário dizer que as Universidades carecem de recursos financeiros e, portanto, a parceria com elas seria útil a ambos.