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quarta-feira, 17 de maio de 2023

Assessoria ou Consultoria: o que pode ser melhor para o seu negócio?


Atingir um lugar de valor no mercado é a meta das organizações que, muitas vezes, recorrem ao olhar externo de consultorias e assessorias para auxiliá-las em seu desenvolvimento. Conheça as diferenças entre as soluções e defina qual é a ideal para a sua empresa 

Atentas às constantes atualizações e complexidades do mercado, empresas de diferentes segmentos e portes têm recorrido à expertise dos serviços de consultoria e assessoria que, com uma visão externa à organização, assumem o papel de redefinir estratégias e trazer novas ideias, além de auxiliar no desenvolvimento e crescimento do negócio.

Embora cada um dos serviços apresente resultados distintos, ambas as soluções podem criar diagnósticos da organização, bem como analisar a empresa, discutir seus problemas e propor alternativas para solucioná-los. “No entanto, enquanto o consultor encerra seu trabalho ao apresentar suas recomendações, o assessor geralmente se envolve na resolução do problema, ou seja, ajuda a implantar a solução proposta”, explica Adriano Correa, partner, advisory & corporate finance da BDO Brazil, quinta maior empresa de auditoria e consultoria do país.

O trabalho de consultoria pode ser realizado em uma área específica, em conjunto com outros setores ou, ainda, abrangendo toda a empresa. Após a análise do diagnóstico é feita a emissão de um parecer técnico com apontamentos, sejam eles positivos ou relacionados à necessidade de aperfeiçoamento, da real situação em que se encontra a organização, bem como sugestões de melhorias. “A partir da apresentação do relatório, os gestores, com ou sem o apoio do consultor, decidem a melhor forma de atender às observações”, completa o Adm. Anderson Murilo de Lima, representante institucional do CRA-SP e sócio-diretor da Celleiro Mundial Consultoria Ltda, empresa especializada em gestão de pequenas e médias empresas. 

O administrador comenta, ainda, que o trabalho de assessoria entra em cena quando a organização não dispõe de colaboradores com conhecimento técnico suficiente para executar as propostas indicadas pelo consultor. “A assessoria auxilia nos processos e implementa soluções alinhadas ao relatório da consultoria. A velocidade dos resultados vai depender de vários fatores, como recursos financeiros disponíveis, infraestrutura, recursos humanos, legislação, além de um ponto muito importante: a interação junto aos setores da organização”, diz Lima.

Em que momento é recomendável buscar por esses serviços?

São vários os motivos que levam as companhias a procurarem por uma consultoria ou assessoria. Diogo Dias, sócio e líder da área de Riscos, Governança e Compliance da KPMG, organização global referência nos segmentos de Audit, Tax e Advisory, lista alguns: a necessidade de atendimento a novas regulamentações, a avaliação de riscos aos negócios e aos processos, além das questões estratégicas e de compliance.

Além desses fatores, outras razões tornam recomendáveis a presença de um especialista externo na organização, segundo o sócio da BDO. A primeira delas é quando a empresa se depara com um problema que não consegue resolver sozinha, seja por falta de capacidade técnica ou porque teve um crescimento acelerado sem o devido acompanhamento de capital humano. 

Outra situação é o aumento de uma demanda pontual, que pode ser sanada por um especialista sem a necessidade de se manter o recurso durante o ano todo. Além disso, existem as decisões arriscadas, que são sempre difíceis de serem tomadas. “Muitos gestores optam por consultar um terceiro para alinhar as prioridades, discutir rotas possíveis e validar com uma fonte externa suas ideias, antes de apresentar aos acionistas”, conta Dias. 

Entre as vantagens da contratação de apoio profissional está o fato de a organização manter-se sempre atualizada com as melhores práticas, tendências e regulamentação. “Algumas empresas entendem que a visão de um consultor/assessor especialista no tema e com experiência de mercado traz um diferencial competitivo para o negócio”, revela o sócio da KPMG.

O que é preciso saber antes de contratar esses serviços?

Segundo Ronaldo Fragoso, sócio de Risco Regulatório e líder do Alliance Program da Deloitte, organização global líder em serviços de Auditoria, Consultoria, Assessoria Financeira e Risk Advisory, a empresa que deseja contratar uma organização de serviços consultivos deve conhecer o portfólio e as capacidades técnicas da contratada. “Entender exatamente o desafio e os objetivos de cada organização e o que cada uma precisa para se desenvolver e atingir um lugar de valor no mercado, alinhando isso com o profissional da área, é o que vai determinar a eficácia da contratação de uma empresa de aconselhamento”, sugere.

Por isso, é essencial que a organização saiba, de forma clara, o tipo de ajuda que deseja, afinal, as necessidades de cada negócio são muito particulares e podem levar a soluções distintas. Daí em diante, a empresa consegue afinar os critérios de seleção do assessor ou consultor que melhor irá auxiliá-la. “Conheça sua demanda. Se você busca um diagnóstico do seu negócio e análise de cursos de ação alternativos, talvez um consultor seja suficiente para ajudá-lo. No entanto, se precisar de ajuda também na implantação do plano, talvez seja viável investir em um assessor”, afirma Correa.

Outro ponto importante, destacado pelo diretor da Celleiro, é o de avaliar se a consultoria ou assessoria está legalmente constituída, se cumpre os prazos determinados e se o profissional ou a empresa estão devidamente registrados no CRA ou no respectivo conselho de classe (caso seja de outro campo de atuação). Além disso, é necessário exigir a apresentação das certidões de nada consta de tributos, entre outras informações que julgar importantes.

Dia a dia

Como cada empresa tem a sua própria cultura, o desafio mais comum que os especialistas encontram na implementação de melhores estratégias é o de customizar os projetos. “O mesmo tema em empresas similares pode ter soluções diferentes. Entender as particularidades da organização é essencial para o sucesso da consultoria”, afirma o sócio da KPMG.

Há, ainda, o risco de ruídos de comunicação com o público interno da empresa, que pode prejudicar o projeto. “É comum ter colaboradores na companhia que acreditam que os consultores e assessores estão lá para substituí-los, realizar operações de downsizing (redução de pessoal ou custos) ou identificar falta de competência interna, o que não é o caso. A alta administração da empresa pode reconhecer o mérito de seus colaboradores e, buscando o seu sucesso, trazer auxílio externo para potencializar o trabalho e desempenho de suas equipes. No entanto, quando falham em comunicar isso, os colaboradores que se sentem ameaçados começam a não cooperar e a torcer contra o projeto, prejudicando seu andamento, a qualidade das análises e/ou o cronograma de implantação das melhorias propostas”, comenta o sócio da BDO.

Área em alta

Em um cenário geral de mercado, o setor de consultoria tem se firmado como um grande segmento de pequenos negócios. De acordo com a edição 2019 da pesquisa “Perfil das Empresas de Consultoria do Brasil”, realizada pelo Laboratório da Consultoria, com execução da Método Estratégia e sob responsabilidade do consultor Luiz Affonso Romano, as pequenas empresas respondiam por 84% dos negócios na área e as gigantes representavam apenas 1,8%. Há, também, uma grande demanda por esses serviços nos setores de agro, indústrias, saúde, energia, varejo, TMT (tecnologia, mídia e telecomunicações) e startups.

Segundo Fragoso, o mercado de consultoria vive um momento de crescimento e transformação. Ele conta que na Deloitte há um leque de Advisory (envolvendo assessoria e consultoria), que vai além do aconselhamento e abrange uma gama diversa de soluções. Nesse leque existem diferentes frentes, sendo a consultoria empresarial o maior negócio da organização no Brasil, em franca expansão: cresceu 26% no ano fiscal de 2021 e o dobro dessa taxa em 2022. A área atualmente corresponde a 29% das receitas da empresa e deve chegar, em 2024, a um terço delas.

 “Essa frente de negócio ultrapassa o papel tradicional de aconselhamento simples e dedica-se a executar uma mudança completa, partindo da estratégia, executando a implementação e assumindo a operação. Temos implementado projetos vultosos de transformação digital entre os maiores do mercado”, diz Fragoso.

Contudo, na visão do sócio da BDO Brasil, o mercado estava bem aquecido até o ano passado, pois apesar dos efeitos da pandemia o País vivenciava um período de prosperidade econômica, em comparação a seus pares. Em 2021, por exemplo, houve um número expressivo de fusões e aquisições e, nos últimos anos, um grande volume de IPOs (ofertas públicas iniciais) e investimentos externos.

“Em 2023, vemos vários países antecipando a crise econômica. No Brasil, diversos especialistas estão pessimistas em relação à economia, o que, somado à turbulência política e insegurança jurídica, não contribui para visões otimistas de mercado. Assim, é possível que muitas empresas reduzam gastos e investimentos até que a situação econômica se estabilize. Entretanto, problemas também são oportunidades. Crises levam as empresas a reverem seus modelos de negócios, orçamentos e planejamentos. Nesses momentos, é comum que elas contem com consultores e assessores externos para ajudar em redução de custos, operações de turnaround (retomada) e recuperações judiciais e extrajudiciais, o que gera oportunidade de serviços”, explica Correa.

 Consultoria e assessoria para PMEs

Assim como as grandes corporações recorrem ao apoio especializado de consultorias e assessorias, as pequenas e médias empresas, bem como as organizações familiares, também buscam alternativas que as mantenham vivas, ativas e que, sobretudo, possibilitem concretizar a expansão de seus negócios passando o legado às próximas gerações.

No entanto, ainda há uma lacuna de dúvidas e inseguranças dos CEOs no que tange ao momento certo de “quebrar a casca” e procurar soluções por meio de ajuda profissional, seja uma consultoria ou assessoria. “Muitos empreendedores têm a postura e a crença de que apenas eles têm competência para solucionar os problemas que vão surgindo em seu empreendimento. Aliado a esta postura, há a falta de recurso financeiro disponível, de planejamento, de atendimento adequado à legislação e de informações sólidas e confiáveis sobre onde buscar ajuda”, comenta Lima.  

O especialista afirma que ainda há a necessidade de se trabalhar o acesso das MPEs ao trabalho de consultoria e assessoria, bem como o contexto de informações sobre o setor, mas que, independente do porte da organização, o atendimento sempre é pautado na ética, na transparência e na clareza das necessidades a serem atendidas. 

Oportunidades para os administradores

As áreas de consultoria e assessoria são um grande mercado para os administradores. De acordo com a pesquisa de boas-vindas, realizada pelo CRA-SP em 2022 e que contou com 931 respostas, 14,1% dos profissionais que se registraram no Conselho no ano passado atuam em assessoria ou consultoria empresarial. As áreas ficaram em segundo lugar no levantamento e perderam apenas para finanças, setor que engloba uma série de vertentes e que teve 15,6% das respostas. 

Para se destacar nesse segmento, é importante que o profissional saiba aliar habilidades técnicas à soft skills e se desenvolva constantemente para entender as dores do mercado. “Conhecer a necessidade e as soluções mais modernas existentes para ajudar o cliente no processo de transformação e resolução de problemas é o que abrirá as portas aos profissionais e garantirá o sucesso deles”, sugere Fragoso.

Além de gostar de resolver problemas, o profissional precisa ser responsável, criativo, trabalhar bem em equipe e saber se comunicar. “É necessário investir na busca contínua de conhecimento, principalmente em idiomas, dado que há muitas demandas que envolvem mais de um país. E, claro, ter domínio de programas básicos como editores de planilhas eletrônicas, processadores de texto, softwares de apresentação de slides e de análise de dados”, conclui Correa.

Por Karen Rodrigues - https://crasp.gov.br/

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

15 LIVROS DE NEGÓCIOS QUE TODO EMPREENDEDOR DEVE LER

 Quando o assunto é aprimorar os conhecimentos e expandir a visão sobre negócios, que tal fazer isso de forma agradável, como uma boa leitura? Separamos aqui uma lista de livros que foram recomendados por alguns dos principais empresários e líderes do mundo.

 

livros de negócios

1 – O poder do hábito: Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios

Autor (a): Charles Duhigg

Segundo o autor, a chave para se exercitar regularmente, perder peso, educar os filhos, tornar-se mais produtivo, criar empresas revolucionárias e alcançar o sucesso é entender como os hábitos funcionam.

Ele procura mostrar que, ao dominar esta ciência, todos podem transformar suas empresas e suas vidas.

livros de negócios

2 – Inteligência visual: Aprenda a arte da percepção e transforme sua vida

Autor (a): Amy E. Herman

Inteligência visual é a capacidade de ver o que está lá e os outros não veem; ver o que não está lá e deveria estar; ver os pontos positivos e os negativos, as oportunidades e as vantagens. É um conjunto de habilidades que todos nós possuímos, mas poucos sabem como usar corretamente.

Com base em seu celebrado e inovador método de análise de obras de arte, Amy Herman nos mostra como aprimorar nossa capacidade de observar, perceber e comunicar melhor o que vemos.

Há mais de uma década Herman vem treinando especialistas de áreas diversas (como agentes do FBI e da CIA, executivos e médicos) a reconhecer o que de fato é essencial numa determinada cena ou situação. Agora ela oferece ao leitor esse guia único para ver com mais clareza o que está à nossa volta.

Seja você um executivo que deseja entender sua empresa, um pai ou uma mãe que quer compreender melhor seu filho ou simplesmente alguém que deseja ter uma percepção mais clara de qualquer situação – com Inteligência visual você verá o que é mais importante sob uma luz completamente nova.

Aprender a ver o que importa pode mudar o seu mundo. Abra os olhos e veja como. Você vai descobrir que nem sabia que eles estavam fechados.

livros de negócios

3 – Como convencer alguém em 90 segundos

Autor (a): Nicholas Boothman

Como convencer alguém em 90 segundos é a garantia de uma comunicação de sucesso, transformando as conexões instantâneas em duradouras e produtivas relações de negócios.

Neste livro, o especialista Nicholas Boothman ensina como usar o rosto, o corpo, a atitude e a voz para causar uma primeira impressão marcante, estabelecendo confiança imediata e criando fortes vínculos de credibilidade.

livros de negócios

4 – As Armas da Persuasão

Autor (a): Robert B. Cialdini

Depois de passar anos caindo na lábia de vendedores, arrecadadores de doações e operadores de telemarketing, o psicólogo Robert B. Cialdini resolveu se dedicar ao estudo da persuasão. Ele queria entender quais são os fatores que levam uma pessoa a dizer “sim” a um pedido e que técnicas exploram melhor esses fatores.

Reunindo dados das mais recentes pesquisas científicas sobre o assunto, histórias de gente comum e a experiência adquirida ao se infiltrar em organizações que treinam os chamados “profissionais da persuasão”, Cialdini criou uma obra acessível, informativa e indispensável a todos aqueles que querem saber como influenciar pessoas e, ao mesmo tempo, se defender dos manipuladores.

Seis princípios psicológicos básicos governam o comportamento humano quando tomamos uma decisão e podem ser usados como verdadeiras armas.

Leia mais: 6 Gatilhos Mentais Poderosos Para Alavancar Suas Vendas

livros de negócios

5 – A Estratégia do Oceano Azul

Autor (a): W. Chan Kim

Fenômeno global que já vendeu 3,5 milhões de cópias e publicado em um recorde de 43 idiomas, “Estratégia do Oceano Azul” é um best-seller dos livros de negócios nos cinco continentes.

Atualizada e ampliada, esta é uma obra de referência para organizações e indústrias em todo o mundo, pois desafia tudo o que se entendia sobre os requisitos para o sucesso estratégico. Apresenta uma nova maneira de pensar sobre estratégia, com a criação de novos espaços (Oceano Azul) e separação da concorrência, que é entendida como um sangrento oceano vermelho de rivais.

Com base em estudo de 150 movimentos estratégicos, os autores mostram que ao criar novos nichos de mercado e fazendo da concorrência um fator irrelevante, as empresas encontram um outro caminho para o crescimento.

Esta é uma obra que apresenta uma abordagem sistemática para tornar a concorrência irrelevante e descreve princípios e ferramentas que qualquer organização poderá usar para criar e capturar os seus próprios “Oceanos Azuis”.

livros de negócios

6 – Receita Previsível. Predictable Revenue

Autor (a): Aaron Ross

Implante na sua empresa a máquina de vendas que levou a Salesforce a gerar mais US$100 milhões em receita anual recorrente.

Toda empresa precisa vender, isso é inquestionável. No entanto, a maior parte delas permanece refém do acaso, sobrevivendo à base de resultados pífios, insuficientes e imprevisíveis. Receita Previsível (Predictable Revenue) é uma provocação a empresas, gestores, empreendedores e todos aqueles que lidam com vendas, para que saiam da posição de vítimas passivas da demanda de mercado e passem a protagonistas dos resultados.

Com a revolucionária metodologia Cold Calling 2.0, sua empresa nunca mais perderá tempo e dinheiro com processos de prospecção ultrapassados e ineficazes, e você assumirá o controle da receita, tornando-a completamente previsível.

De forma objetiva e com cases reais implantados pelos próprios autores, Aaron Ross e Marylou Tyler, você vai aprender, passo a passo, como colocar em prática o processo de vendas outbound , que levou a Salesforce e a HyperQuality, dentre outras, a aumentarem em mais de 300% suas receitas e a obterem milhões de dólares em receitas futuras.

Sem milagres ou fórmulas mágicas, você será capaz de estruturar uma verdadeira máquina de vendas na sua empresa, sem grandes investimentos em marketing, utilizando apenas método, pessoas e disciplina para obter resultados incríveis.

Receita previsível é um livro instigante, mas acima de tudo útil. Considerado a Bíblia de Vendas do Vale do Silício, é como se fosse uma consultoria do mais alto nível.

livros de negócios

7 – Small data: Como poucas pistas indicam grandes tendências

Autor (a): Martin Lindstorm

Contratado pelas maiores marcas do mundo para avaliar os hábitos de compra dos consumidores, Martin Lindstrom passa cerca de trezentas noites por ano em aviões ou hotéis. Durante o dia, trabalha na casa de desconhecidos, observando detalhes de seus cotidianos que podem revelar os até então ignorados desejos de consumo.

Em Small Data o autor esmiúça seu peculiar método de trabalho, mostrando como grandes segredos se revelam por meio de insights e de que forma pequenas pistas podem resultar em lucros multimilionários para empresas dos mais variados ramos.

A partir de relatos e exemplos inesperados, divertidos e contundentes, este livro apresenta a importância imediata de um novo olhar acerca das demandas do mercado atual.

A experiência e expertise de Lindstrom ensinam, surpreendem e divertem tanto profissionais ligados aos setores comerciais e de marketing como qualquer pessoa curiosa a respeito das infinitas variações comportamentais da sociedade pós-moderna.

 

8 – Mindset

Autor (a): Carol S. Dweck

Em ‘Porque algumas pessoas fazem sucesso e outras não’ a expert em motivação e psicologia da personalidade Carol Dweck mostra o que descobriu em mais de 20 anos de pesquisa: o código mental não é uma mera peculiaridade.

Ele cria todo o mundo mental e determina como cada um se torna otimista ou pessimista molda os objetivos e a atitude em relação ao trabalho e relacionamentos.

Leia mais: Metodologia AIDA: O Que É E Como Aplicar Na Prospecção De Clientes

livros de negócios

9 – Sonho Grande

Autor (a): Cristiane Correa

Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira ergueram, em pouco mais de quatro décadas, o maior império da história do capitalismo brasileiro e ganharam uma projeção sem precedentes no cenário mundial.

Nos últimos cinco anos eles compraram nada menos que três marcas americanas conhecidas globalmente: Budweiser, Burger King e Heinz. Tudo isso na mais absoluta discrição, esforçando-se para ficar longe dos holofotes.

fórmula de gestão que desenvolveram é seguida com fervor por seus funcionários. E se baseia em meritocracia, simplicidade e busca incessante por redução de custos.

Uma cultura tão eficiente quanto implacável, em que não há espaço para o desempenho medíocre. Por outro lado, quem traz resultados excepcionais tem a chance de se tornar sócio de suas companhias e fazer fortuna.

Sonho grande é o relato detalhado dos bastidores da trajetória desses empresários. Desde a fundação do banco Garantia, nos anos 70, até os dias de hoje.

Sonho Grande cria gancho para outros livros de negócios da mesma autora, onde ela conta histórias de outros grandes nomes do empreendedorismo brasileiro. Vale a pena pesquisar.

  

livros de negócios

10 – Alcançando Excelência em Vendas Spin Selling. Construindo Relacionamentos de Alto Valor Para Seus Clientes

Autor (a): Neil Rackham

Como obter sucesso em vendas grandes? Por que alguns vendedores vendem constantemente mais que a concorrência? Por que técnicas como fechamento funcionam em vendas simples, mas não nas grandes? Como os vendedores podem aumentar acentuadamente seu volume de vendas em contas chaves?

No livro, o autor explica com inteligência e autoridade por que os métodos tradicionais de vendas desenvolvidos para vendas simples ao consumidor não funcionam para vendas grandes.

Leia mais: Descubra Como O SPIN Selling Pode Otimizar Sua Estratégia De Abertura De Grandes Contas

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11 – Customer Success. Como as Empresas Inovadoras Descobriram que a Melhor Forma de Aumentar a Receita É Garantir o Sucesso dos Clientes

Autor (a): Dan Steinman, Lincoln Murphy e Nick Mehta

De onde virá a receita do seu negócio no futuro? Sua empresa ainda é daquelas que têm que “matar um leão por dia” para fechar o mês? Já ouviu falar em receita recorrente? Acha que Customer Success é assunto para empresas de tecnologia ou startups?

Se essas e outras dúvidas lhe ocorreram, você precisa ler Customer Success. Trata-se de uma estratégia para lidar com os modelos de negócios baseados em serviços em vez de produtos, em uso ao invés de propriedade. Seja qual for o segmento em que atua, direta ou indiretamente, você será impactado por esse fenômeno.

Customer Success tem a ver com a geração de receita através da criação de drivers de retenção ativa de clientes. De redução do churn, e estratégias de up-selling para maximizar o valor do cliente ao longo do seu ciclo de vida, o LTV (Lifetime Value). Customer Success vai muito além da satisfação dos clientes. É saber que a sobrevivência da sua empresa depende do sucesso do negócio do seu cliente. A partir daí adequar estruturas e processos para crescer de forma rentável e contínua.

 O Customer Success, como as empresas inovadoras descobriram que a melhor forma de aumentar a receita é garantir o sucesso dos clientes, vai ajudá-lo a:

  • Compreender o contexto que levou ao início do movimento de Customer Success
  • Construir uma estratégia de Customer Success comprovada pelas empresas mais competitivas do mundo
  • Implementar um plano de ação para estruturar a função Customer Success em sua empresa

Os clientes querem produtos que os ajudem a alcançar seus próprios resultados. Assegure que seus clientes obtenham valor com seus produtos ou serviços. Você estará protegendo as receitas recorrentes e criando um cliente para toda a vida. Customer Success mostra como dar início à revolução centrada no cliente e a mantê-la no longo prazo.

livros de negócios

12– Liderando Para Alta Performance. Conceitos e Ferramentas

Autor (a): Pedro Mandelli e Antônio Loriggio

A eficiência operacional e a busca de resultados econômicos crescentes e sustentáveis trouxeram a necessidade imperativa de gerir a execução. Ao mesmo tempo desenvolver um time que tenha o senso de propriedade como mola mestra de seu trabalho.

Abrange o caminho para desenvolver pessoa a pessoa, de forma individualizada, no sentido de amadurecer cada liderado para o autogerenciamento.

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13 – De Zero a Um. O que Aprender Sobre Empreendedorismo com o Vale do Silício

Autor (a): Peter Thiel e Blake Masters

Para Peter Thiel, cofundador do PayPal e investidor em diversas startups, como o Facebook:

  • O próximo Bill Gates não criará um sistema operacional,
  • O próximo Larry Page ou Sergey Brin não desenvolverá um mecanismo de busca,
  • E o próximo Mark Zuckerberg não criará uma rede social.

Se você está copiando essas pessoas, não está aprendendo com elas.

É mais fácil copiar um modelo que criar algo novo. O progresso vem do monopólio, não da competição. Se você faz o que nunca foi feito e consegue fazer melhor do que qualquer um, tem um monopólio. E qualquer negócio só é bem-sucedido na medida em que é um monopólio.

Mas quanto mais você compete, mais se torna parecido com todo o resto. A competição destrói os lucros dos indivíduos, das empresas e da sociedade como um todo. De zero a um: O que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício não oferece fórmula para o sucesso.

O paradoxo de ensinar empreendedorismo é que tal fórmula não pode existir. Como cada inovação é única, nenhuma autoridade consegue prescrever em termos concretos como ser inovador. Toda inovação vai de 0 a 1.

No livro, o autor revela como construir empresas que criem coisas novas. Apresenta uma visão otimista do futuro do progresso e uma maneira original de pensar sobre inovação. E ensina você a fazer perguntas que o levem a encontrar valor em lugares inesperados.

livros de negócios

14 – De Empreendedor e Louco Todo Mundo Tem Um Pouco

Autor (a): Linda Rottemberg

Imagine uma pessoa com esse pensamento arrojado e empreendedor. Assim é Linda Rottenberg. E é com essa visão de futuro que este livro vai lhe mostrar o quanto é importante o pensamento empreendedor ser parte do nosso dia a dia. Não só pensando em abrir o próprio negócio, mas empreender Empreendedor no sentido mais amplo, mesmo dentro de uma organização.

Linda Rottenberg enfrentou o desafio de pensar grande quando fundou a Endeavor. Numa conversa com um taxista, com pós-graduação em Engenharia, ela descobriu que a palavra empreendedor não existia em português.

Foi o momento “a-ha”. Era isso que ela queria como propósito de sua vida: desenvolver e ajudar as pessoas a empreender. O mais curioso foi o momento em que ela recebeu uma ligação de um editora de um dicionário brasileiro. Disseram que, em parte devido ao trabalho da Endeavor, os termos empreendedor e empreendedorismo seriam acrescentados à língua portuguesa.

História bacana, não é? Pois ela foi chamada de louca quando pensou em ajudar os empreendedores dos mercados emergentes. Para ela, porém, ser chamada de louca é um elogio.

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15 – O lado difícil das situações difíceis: Como construir um negócio quando não existem respostas prontas

Autor (a): Ben Horowitz

O último da lista de livros de negócios traz fatos da carreira profissional vividos pelo autor. Em O lado difícil das situações difíceis, Ben Horowitz, cofundador da Andreessen Horowitz e um dos empreendedores mais respeitados e experientes do Vale do Silício, conta a história de como ele mesmo:

  • Fundou,
  • Dirigiu,
  • Vendeu,
  • Comprou,
  • Geriu e
  • Investiu em empresas de tecnologia, oferecendo conselhos essenciais e normas de sabedoria prática para ajudar os empreendedores a resolver os problemas mais difíceis. O tipo de problema de que as faculdades de administração não tratam.

Horowitz, grande fã de rap, ilustra as lições empresariais com letras de suas músicas favoritas e fala a verdade nua e crua sobre os assuntos mais espinhosos. Desde como demitir um amigo até saber o melhor momento para vender a empresa.                                      Fonte: saleshackers.com.br

Copiado: https://www.acif.org.br/

quarta-feira, 11 de julho de 2018

ESocial Passa a Valer Para Todas as Empresas do País a Partir de 16 de Julho

A partir do dia 16 de julho, todas as empresas privadas do país, incluindo micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs) que possuam empregados, deverão utilizar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) .

Esse grupo representa 4 milhões de empregadores e cerca de 30 milhões de trabalhadores. Nessa fase inicial, que se estenderá até 31 de agosto, os empregadores deverão enviar apenas informações referentes à empresa, ou seja, cadastros dos empregadores e tabelas.

A obrigatoriedade da utilização do eSocial para empresas (primeira etapa de implantação) começou em 8 de janeiro, para as empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões.
A ferramenta, no entanto, está sendo implantada aos poucos. Quando todas as etapas estiverem concluídas, os empregadores passarão a comunicar ao governo, de forma unificada, todas as informações relativas aos empregados.
eSocial Empresas é um novo registro, elaborado pelo Governo Federal, para facilitar a administração de informações relativas ao mundo do trabalho. Por meio desse sistema, as empresas terão de enviar periodicamente, em meio digital, informações relativas aos trabalhadores para a plataforma do eSocial.

Todos esses dados já são registrados, atualmente, em algum meio, como papel e outras plataformas online. Porém, com a entrada em operação do novo sistema, o caminho será único, exclusivamente por meio do eSocial.
De acordo com o auditor-fiscal do Trabalho José Maia, no dia 16 de julho também deverá entrar em operação um portal específico para os microempreendedores individuais (MEIs).
Um ambiente simplificado, semelhante ao eSocial do Empregador Doméstico, no qual não será necessário o uso de certificado digital. O empregador poderá acessá-lo por meio de código. “É importante observar que somente os 155 mil MEIs que possuem empregados estarão obrigados ao eSocial”, ressalta Maia.
A implantação da segunda etapa do eSocial será realizada em cinco fases:

Fase 1: Julho/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas.
Fase 2: Setembro/18 – Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos.
Fase 3: Novembro/18 – Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento.
Fase 4: Janeiro/19 – Substituição da GFIP (Guia de informações à Previdência Social).
Fase 5: Janeiro/19 – Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador.
Fonte: Blog Guia Trabalhista

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Não quero ser COACH. A banalização já chegou.

Recentemente um amigo postou numa rede social um comentário muito constrangedor e interessante sobre Coaching. Disse ele: “Tá na hora de algum comediante fazer paródia em cima desses lances de Coaching e tal…”. É… O Coaching está banalizado no Brasil. É fato!
Infelizmente, o processo de Coaching em minha opinião está a beira das piadas de humoristas. Todo mundo virou Coach. Tem Coach (profissional que é certificado para aplicar o processo de Coaching) “saindo pelo ladrão”. Você balança uma árvore e cai “Coach” por todo lado… Consultores se transformaram em Coaches, empreendedores, terapeutas também, fora os demais que simplesmente fizeram novos cartões de visita.Virou moda. Muitos buscam ter um nome elegante e que dá até um certo status.
Pouco tempo atrás, conheci um microempresário que procurou um processo de Coaching para alinhar suas prioridades pessoais, focar e montar um plano de ação para atingir seu objetivo, e diante do que é “simples mas não é fácil”, desistiu de fazer o processo com um Coach experiente, para fazer uma formação e certificação em Coaching. Mesmo com a tal “Certificação autorizada”, admitiu pessoalmente que jamais será um Coach… Ou seja, para ele, ser um Coach certificado é mais fácil do que ser o protagonista da sua mudança pessoal.
Nesse caldeirão, os mais interessados em “faturar” com o modismo, já buscam se diferenciar dos demais com prefixos, ou termos que geram “autoridade” sobre os outros… São os autointitulados “MASTER Coach”, “SUPRA Coach”, “MEGA Coach”,  “ALPHA Coach”, “BETA Coach” e mais recentemente os “META Coach”… Uau! Não sei onde isso vai parar, mas um humorista já poderia achar isso uma oportunidade para uma baita paródia…
Jargões, “gritidos” de guerra, gestos irmanados, “motivacionalismo” puro, tudo isso já virou Coaching também… Quando o Coaching tem mais a ver com Disciplina (que gera hábito) do que com o protagonismo da Motivação (que quando passa o vento não sobra muita coisa)…

Mesmo quando esses profissionais performáticos “Supra”, “Meta” arrastam novos clientes em massa, algo nada condenável, não estão aplicando Coaching e sim “Motivacionalismo” com PNL. 
O problema é que se apresentam como “Coaches de Magia”. Tem “coach” mágico curando até doença auto-imune…
E os Coaches de verdade onde estão? Estão vendidos no meio desta imensa confusão.
Gostaria de esclarecer que o processo de Coaching não é uma fórmula pronta, nem uma lista de dicas e recomendações mágicas… Se você trabalha com Coaching e vem dando conselhos você não é um Coach e sim um “counselor”(aconcelhador, ou conselheiro). Se você vem dando palestras que “incendeiam” as pessoas durante alguns dias você não é Coach e sim um “motivational speaker” (palestrante motivacional). 
Para ser um bom Coach, é preciso história, “calo” na alma, estrada, experiência, competência na área que atua e conhece como treinador, pois a riqueza do resultado está exatamente na magnitude que o profissional sério e preparado pode dar ao processo. Isso exige tempo, dedicação, investimento e cicatrizes…
Tenho plena consciência de que profissionais despreparados não perduram, não são sustentáveis. O que me deixa frustrado é pensar que muitas pessoas que vierem a passar pela mão destes “profissionais” sairão decepcionadas e desacreditadas com o tema, mesmo reconhecendo que trabalhos sérios estão sendo realizados em tantos lugares legais…
Por isso, não quero ser Coach.
Quero sim desenvolver pessoas e grupos, e ajudá-los a alcançar seus resultados, transformarem suas vidas na melhor que devem, podem e querem ter. Serem melhores, serem líderes de si antes de tudo, serem profissionais com proposito de vida, gestores de suas vidas, influenciadores virtuosos. Da dona de casa ao executivo, do grupo a maior equipe, quero Empoderar Consciências e Inspirar Corações! E esse é o maior capital de uma organização ou indivíduo: o Capital Existencial.
Estou bem certo de que não quero ser “Meta”, “Mega”, “Alpha”, “Beta”… E bem sei de minha busca em ser um Palestrante e Desenvolvedor de pessoas e grupos. E busca por excelência.

“O problema é que se apresentam como “Coaches de Magia”. Tem “coach” mágico curando até doença auto-imune…” FSV

Mas de verdade o que é Coaching e onde ele nasceu?
A palavra “Coach” é inglesa e vem do inglês arcaico, que significa originariamente Carruagem. Conta-se que sua origem deu-se no século XV, na cidade de Kocs na Hungria, cidade que era rota de viajantes da Europa e onde foi produzida as primeiras carruagens com suspensão feitas de molas, também chamadas de Coaches, conhecidas e cobiçadas pelo seu conforto ao transportar seus viajantes do local de partida ao seu destino.
Esta é uma analogia perfeita para descrever o processo de Coaching, que tem como principal função levar alguém de um lugar onde ele está (estado atual de vida) até onde ele quer chegar (estado desejado ou de realização).
Mais tarde, o termo “Coach” foi utilizado nas universidades inglesas atribuído a professores, mestres ou tutores que tinham o papel de ajudar os alunos a se preparar para os exames. Seria aquilo que chamamos de professor de aulas de reforço ou professor particular. Nas primeiras décadas do século XX as universidades americanas começaram a chamar de Coach (treinador) os instrutores de seus atletas, especialmente os dos esportes coletivos. 
Por isso a palavra também tem relação com o termo “técnico esportivo” em inglês. Assim, o Coach é o profissional que vai dar suporte para que o indivíduo desenvolva todo seu potencial e atinja seus objetivos em qualquer área da vida, se ele tem know-how, experiência e preparo para tal, sempre levando em consideração que o objetivo do Coaching (o processo ou método aplicado) é fazer isso de maneira consistente e no mais curto período de tempo possível.
A origem do Coaching, nos moldes como abordamos hoje, se deu no meio esportivo com um professor de tênis da década de 70 nos EUA, Timothy Gallwey. Ele foi o primeiro a abordar o coaching como um processo que leva em consideração não só aspectos técnicos da pessoa, mas principalmente bloqueios internos e crenças limitantes dos atletas. Trata-se de ensinar a aprender e não meramente ensinar. Em pouco tempo essa metodologia estava fortemente enraizada nos esportes e também em empresas – nascia assim o conceito fundamental do que se conhece atualmente como “Coaching”.
Gallwey, recentemente em entrevistas, quando questionado sobre o cenário atual, afirma também entender que “houve uma certa banalização no uso do método e que isso não acontece somente no Brasil, pois o mundo foi invadido por Coaches que nem sempre sabem muito bem o que isso significa na prática…”.
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