terça-feira, 5 de março de 2013

Reunião: como resolver alguns dos problemas mais comuns


Este tema gera ainda pouco interesse em países como Brasil ou Portugal, mas a verdade é que o tema das reuniões em países mais desenvolvidos industrialmente como os Estados Unidos, é debatido há vários anos. É comum vermos nesses países reuniões que tenham hora para começar e hora para terminar, que são organizadas e que têm objetivos bem definidos. Em países de língua portuguesa isso já não acontece, sendo bastante comum os atrasos e as reuniões intermináveis que pouco têm de produtivas.

Este é um problema enraizado há muitos anos na nossa sociedade e é muito prejudicial, não só para empresas, mas também para todos os profissionais freelancers que todas as semanas têm várias reuniões com os seus clientes. Mas tão importante como organizar a reunião é conseguir resolver os problemas que surgem. Por mais que você tente definir passo a passo aquilo que deve fazer, vão existir sempre percalços. 

Não só porque isso faz parte de qualquer encontro, mas também porque o povo latino está muito habituado a “dar sempre um jeitinho”. E como referi anteriormente, este é um hábito antigo e que por mais que você tente, demorará a ser alterado. 

Para ajudá-lo a lidar com essas dificuldades, hoje vamos falar sobre alguns dos problemas mais comuns em reuniões e o que você precisa fazer para resolve-los. 

Está preparado para ter reuniões mais produtivas?

1. HORA PARA COMEÇAR A REUNIÃO

Volto a insistir neste ponto, mas é no início da reunião que a bola de neve começar a ser formada. Um chega atrasado, depois outro chega passado cinco minutos e quando olham para o relógio a reunião está começando com meia-hora de atraso. E depois desse problema vem outro: com o atraso inicial, a hora que você marcou para terminar a reunião já não vai acontecer. Duplo problema!

Então, como resolver essa questão? 
O primeiro pensamento que deve ter é que você deve dar o exemplo, independentemente do respeito que as outras pessoas tenham pelo horário. Chegue mais cedo e fique esperando se for preciso, mas seja exemplar. Se quiser fazer com que os outros cumpram essa regra, você necessita de ser o primeiro a conseguir cumpri-la. O hábito é difícil de ser mudado mas é possível.
Dica: Na mensagem que enviar ao seu cliente marcando a reunião, deixe um aviso relativamente à hora. Diga que a pontualidade para si é fundamental e para isso começará às x’s horas. Certamente a outra pessoa se sentirá um pouco mais pressionada para começar à hora marcada.

2. COMO MANTER O FOCO

No outro artigo sobre reuniões, referi que para manter o foco os tópicos devem ser de rápida condução e acima de tudo teriam de ser muito práticos, caso contrário um dos elementos acabará por perder a concentração. Mas mesmo que você tente manter a concentração, é verdade que existirá sempre alguém que acabará por começar a falar de um assunto que não interessa. Uma das formas de você evitar isso é conduzir a reunião com os objetivos bem definidos e expondo essas mesmas metas. Para isso, utilize um notebook ou um quadro branco, tanto faz. Esse acessório será usado para fazer com que as outras pessoas possam ver mais vezes os objetivos e assim, mais dificilmente cair na tentação de desviar o tema.

3. O QUE FAZER COM CELULARES?

Este é um dos grandes problemas em reuniões. Levante o dedo quem nunca foi interrompido por um toque de celular enquanto estava falando com outra pessoa. É extremamente desconfortável e quebra o raciocínio. Então, por essa lógica, devemos proibir celulares na reunião? Na minha opinião, isso é praticamente impossível. O motivo é muito simples: se você estiver se reunindo com o dono de uma grande empresa, vai dizer para ele desligar o celular? Provavelmente não.
A melhor forma de resolver esse problema é você mesmo dar o exemplo. Quando estiver reunido com alguém, desligue o celular ou coloque ele no silêncio. Mas faça isso na frente da pessoa e comece você por criar o hábito. Nunca entendi esse hábito de que o celular tem sempre prioridade. O celular em raras situações deve ser mais prioritário do que a conversa que você está tendo naquele momento. Mesmo que o seu cliente passe o tempo todo no celular, aconselho que termine a reunião à hora marcada. Certamente da próxima vez ele irá pensar duas vezes antes de atender o celular na reunião

4. CONVERSAS ENTRE OUTRAS PESSOAS

Esta situação é mais comum em reuniões de empresas, mas os próprios freelancers não estão livres deste mal. Estou falando das conversas que acontecem entre dois membros da reunião, mais conhecidas como conversas paralelas. Como fazer com que isso pare? O segredo está no início. A primeira vez que alguém começar a fazer uma conversa no meio da reunião, dê uma olhada diferente para eles. Não necessita de ser mal educado. Muito vezes um olhar acaba com a conversa.
Dica: As conversas paralelas devem ser paradas logo ao início. Caso contrário, poderão estragar toda a reunião.

5. METAS NÃO DEFINIDAS ANTES DA REUNIÃO

Se existe algo que me deixa fora do sério e reunir-me com pessoas que não vêem preparadas. A pergunta “sobre o que vamos falar hoje” acaba com a minha paciência para reuniões. Lembre-se: a reunião é um encontro para tomar decisões e apresentar propostas. Se não existir organização prévia a reunião será um caos. A melhor forma de resolver esse problema é apresentar uma pauta com todos os assuntos que serão debatidos na reunião.
Apesar desta ser uma técnica interessante, a verdade é que mesmo assim muitas pessoas não vão trazer os assuntos estudados (sim isso acontece mesmo). Nesses casos, a solução é mesmo você apresentar os seus pontos de vista, terminar a reunião na hora marcada e aí sim, quando estiver organizando o próximo encontro, alertar para esse acontecimento. Chamar a atenção dos outros intervenientes que se esqueceram de preparar tudo vai, por norma, gerar confusão se for feito no momento. O aviso passado alguns dias é bem mais eficaz e mais facilmente aceite pelos outros.

6. ESQUECIMENTO

Espero não preocupá-lo demasiado com o que vou dizer de seguida, mas isto acontece mesmo: por mais que você avise, a tendência é sempre o esquecimento. O esquecimento do planejamento, de algum material que seja necessário, da pesquisa que ficou por fazer. Algo sempre fica para trás. O que normalmente faço para diminuir essa taxa é, depois de marcar a reunião, lembrar de tudo quatro a cinco dias antes e depois fazer a lembrança final no próprio dia pela manhã.

7. DEFINIÇÃO DE TAREFAS

Na reta final de cada reunião, o mais normal é cada um ficar com tarefas definidas. A pessoa “A” fica de entrar em contato com a pessoa “B” enquanto que “C” deve realizar uma tarefa até dia “D”. Isto seria o final ideal de um reunião, mas a verdade é que nem tudo é assim tão linear. Em primeiro lugar, é necessário que fique escrito, à frente de todos, quem fica com cada tarefa e até quando ela deve ser realizada. É necessário o nome de um objetivo e um prazo para ser cumprido. Depois disso, deve ser enviado um email ou uma mensagem para todos os participantes lembrando das tarefas que ficaram definidas. Isto porque existem fortes hipóteses de existir um mal entendido e uma das pessoas começar a dizer que aquela tarefa não era para si, que essa não foi a data combinada, etc.

8. FALTA DE CONDIÇÕES

Pode parecer demasiado clichê mas a questão das cadeiras ou das mesas pode levar uma reunião bem organizada à confusão total. Experimente faltar uma cadeira para um dos participantes para você ver a confusão que é. Cabe a uma das pessoas verificar se estão reunidas as condições. Se você vai reunir-se com o seu cliente através do Skype, por exemplo, veja se você tem a última versão ou se a sua webcam está em funcionamento. Tenho casos de clientes que gostam de ver a minha cara nas reuniões, por exemplo.

PRONTO PARA TER UMA REUNIÃO ORGANIZADA?

Estes são apenas alguns dos problemas mais comuns das reuniões. São estas dificuldades que todos os dias roubam milhares de horas a freelancers e profissionais do mundo inteiro. 

  • Uma reunião mal conduzida é sinónimo de várias horas perdidas e de uma falha de comunicação entre duas ou mais partes.

Copiado: http://www.escolafreelancer.com

Engessamento mental

Quando uma pessoa quebra um braço, por exemplo, uma das primeiras decisões médicas é engessá-lo para que a cura seja mais rápida.
Mas, o engessamento não é bom para tudo, principalmente, quando se fala da mente.
Infelizmente, um dos maiores causadores de carreiras malsucedidas, empresas falidas, vidas deterioradas, é o engessamento mental.
Pessoas que parecem colocar uma viseira, uma venda, não nos olhos, mas, no cérebro, e se fecham em seu mundo, que pode parecer um conto de fadas, mas, na verdade, acaba se tornando um filme de terror.
Além de não atuarem como protagonistas do filme de suas vidas, elas perdem muitas oportunidades, pois, fechadas em suas misérias, medos, e, na acomodação, algumas chegam a declarar que oportunidades não existem.
  • Na profissão, são pessoas que fazem sempre do mesmo jeito, e, alegam que não há maneiras diferentes de fazer o que fazem, até que alguém com mais abertura mental toma seu lugar.

Mas, por qual motivo muitos sofrem de engessamento mental? Há dezenas de causas, mas, destaco três:
1. Falta de senso crítico: as pessoas que aceitam tudo, sem discutir, questionar, analisar, rapidamente são acometidas pelo engessamento mental. 
Não estou dizendo para você se tornar uma pessoa briguenta, que cria discussões meramente por prazer. Falo de você fazer análises daquilo que está vendo, ouvindo e fazendo. Uma tarefa, por exemplo, precisa ser revista constantemente, para perceber se já não há outras formas de realizá-la. Equipamentos, sistemas, estruturas, com frequência devem ser analisadas. Caso contrário, ainda estaríamos usando máquinas de datilografia. Alguém teve que desengessar a mente para que os computadores surgissem. 
Dê uma boa olhada ao redor da sua empresa, do seu departamento, e veja quantas coisas poderiam estar sendo feitas de maneiras diferentes, mais eficientes, eficazes, que economizariam tempo, dinheiro e muita energia de todos;
2. Achar que sabe tudo: é impossível chegar à perfeição, mas, é perfeitamente possível buscá-la. 
Uma das maneiras mais práticas de engessar a mente é acreditar que não há mais nada a ser aprendido. Há pessoas que quebram empresas pelo fato de se fecharem em suas salas e acharem que são os únicos que podem tomar decisões, e que não precisam da opinião dos outros. 
Outras destroem uma carreira que poderia ser brilhante, pelo simples fato de não aceitar que estão ficando para trás na tecnologia, no capital intelectual, nas ideias.
3. Achar que não sabe nada: o contrário também é verdadeiro. Ninguém é tão tolo a ponto de errar em tudo na vida. 
Sempre há algo que fazemos bem, só precisamos aprender a não deixar o que fazemos de errado acobertar aquilo que fazemos benfeito. Tanto quem acredita que já sabe tudo quanto aquele que diz não saber nada se fecham em um mundinho, sem perceber o universo do lado de fora.
  • Por isso, você que quer crescer na vida, fazer a diferença no mundo, ter conforto, riqueza, tanto exterior quanto interior, não pode aceitar passivamente os acontecimentos, tampouco se julgar autossuficiente, alegando que não precisa de ninguém no mundo para se dar bem, muito menos ainda pensar que está fadado ao fracasso por crer que não sabe fazer nada direito.
Questione suas crenças, pensamentos, ideias, duvide sadiamente das pessoas, não permita que nada se fixe nos solos da sua mente sem que receba a devida análise.
  • Tire o gesso da sua mente, limpe a vidraça, arrede as cortinas para que a luz do sol penetre. Essa luz pode até atrapalhar um pouquinho você de ver o filme na TV, mas, é essa mesma luz que traz consigo a possibilidade de iluminar toda a sua casa.

Pense nisso, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre!
Por: Paulo Sérgio Buhrer - http://www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 4 de março de 2013

Sustentabilidade: Trazendo o Futuro a Valor Presente


Andrew W. Savitz, autor de “A Empresa Sustentável”, define sustentabilidade como a arte de fazer negócios num mundo interdependente. Para ele, como para John Elkington e tantos outros, a empresa sustentável de verdade gera lucro ao mesmo tempo em que protege o meio-ambiente e melhora a vida das pessoas com quem mantém relações.
  • Não existe empresa bem sucedida em sociedade falida. 
  • Lucratividade, competitividade e produtividade não podem estar dissociadas da sustentabilidade, principalmente no meio empresarial. 

Com este novo mind-set, o conceito de sustentabilidade se tornará cada vez mais valorizado pela sociedade e se transformará num modelo para as empresas agregarem maior valor aos seus acionistas, principalmente no longo prazo. Sim... no longo prazo.

Temos dito que o mercado de capitais – Wall Street em sua máxima expressão - precisa aprender a recompensar o crescimento duradouro, em vez de apenas superar as expectativas para o próximo trimestre (a famigerada ditadura do próximo quarter).
Essa mudança de “jeito de ser”, de forma mais integral, levará tempo, mas acontecerá, porque é lógica e necessária. No fundo, todos reconhecemos e tememos, em maior o menor grau, as ameaças do que temos plantado nos últimos 100 anos. 
No fundo, todos ainda queremos viver juntos no planeta Terra durante muito tempo e, para que ele exista ao longo do tempo – pelo menos de forma habitável, teremos de mudar nossa visão de mundo e práticas de quotidiano, inclusive de pensar e fazer negócios.
Essa mentalidade de longo prazo, na qual muito do conceito de sustentabilidade se baseia, torna-se cada vez mais crítica e nítida nas decisões mundo corporativo. 
Já não é novidade que as empresas sustentáveis têm maiores chances de gozar de vida longa, pois tendem a ganhar a preferência dos consumidores, manter boa reputação, controlar melhor seus riscos, proteger mais valor e enfrentar menos problemas na justiça e em órgãos de fiscalização, uma vez que prezam o bom relacionamento com seus stakeholders.
Os investidores, por sua vez, passam paulatinamente a considerar aspectos como responsabilidade social e ambiental, transparência e alinhamento de interesses entre acionistas controladores e minoritários na hora de analisarem as empresas para fins de investimento e tomarem suas decisões.
De fato, valorizar empresas sustentáveis pelo simples fato de não serem uma ameaça à nossa sobrevivência é obrigação de cada um de nós como consumidores, trabalhadores, cidadãos e acionistas/investidores.
A ganância poderá ser a sentença de morte para as empresas. As pessoas estão atentas, mais interessadas no que interfere na melhor qualidade de vida do planeta, no bem comum. Isso explica porque um consumidor, cada vez mais, rejeitará um sapato produzido a partir do trabalho infantil ou um automóvel cuja produção agrediu determinada comunidade. Ou até mesmo escolherá um destino para sua viagem.
Trazer a certeza da preservação da vida, da nossa vida no futuro, a valor presente é a única decisão econômica imperativa a todos os agentes econômicos. No ecossistema global essa é uma ameaça comum a todos. E por isso faz sentido o esforço integrado e conjunto para dirimir-se este risco.
  • Sustentabilidade é uma causa e uma prática evolutiva. É a defesa do futuro da vida. Como tal, não é esforço de um, nem assunto para amanhã.

Por - Daniel Domeneghetti  - http://www.qualidadebrasil.com.br

sábado, 2 de março de 2013

7 Dicas para se ter Sucesso nas Mídias Sociais

01 – ESPALHE-SE PELA REDE
Crie perfis e página para sua empresa nas principais redes sociais, como linkedin, facebook, twitter, Google + e integre estas ferramentas umas com as outras, de forma que interajam entre si. Mesmo que já possuam perfis particulares, mas as pessoas tendem muito mais a seguir uma marca a mais um na rede. Além das redes sociais, existem diretórios gratuitos onde se pode criar perfis e mini páginas para suas empresas como hotfrog, Google Place entre outros.

02 – CRIE E PARTICIPE DE GRUPO DE DISCUSSÕES

Identifique assuntos comuns de interesse em grupos existentes e crie seu próprio grupo de discussões. A grande maioria das redes sociais dispõe destas ferramentas, compartilhe conteúdo, ideias, imagens e tudo que for relevante para seu seguidor.

03 – CONTEÚDO É REI

Seja em seu site, na sua página do facebook ou em um grupo, compartilhe ideias, dicas, conselhos. Gere conteúdo fantástico e dedique-se há gastar seu tempo em 80% para ótimo conteúdo e 20% para promoção de sua marca.  Entenda que as pessoas irão te seguir pelo seu conteúdo relevante e não para ouvir você falar de como é bom fotógrafo, que suas fotos são bonitas e bla bla bla…
Mas no final as pessoas acabarão entrando em contato e fixando sua marca e com certeza será lembrado quando elas assim precisarem.

04 – 20 MINUTOS POR DIA

As mídias sociais apesar de uma forma relativamente barata de publicidade requer um mínimo de esforço. Dedique-se ao menos 20 minutos de seu dia para cuidar de sua marca na web. Crie um plano de marketing e separe alguns preciosos minutos, para responder, comentar e produzir conteúdo para cada mídia que participe.

05 – SEJA VOCÊ, SEJA AUTÊNTICO

As pessoas sempre buscam o lado humano das coisas, escreva para pessoas que se interessam pelo seu serviço ou produto. Evite jargões, seja simples, sincero e objetivo. Escreva ideias, dicas, poste suas melhores imagens.
Obs. Não se esqueça de pedir permissão por escrito para postar imagens de seus clientes.

06 – ESTEJA PREPARADO PARA CRÍTICAS E OPINIÕES NEGATIVAS

Quando se está presente nas redes sociais, estamos abertos a receber tanto elogios, quanto críticas, sem falar em postagens mal educadas ou de caráter ofensivo. Seja paciente, gerencie a crise e a direcione para um caminho mais confortável para você. Mas evite apagar posts e discursões mais acaloradas, mostre-se transparente e aberto à comunicação.

07 – FACILITE O BOCA-A-BOCA

Você já tem um site, ótimo, então espalhe botões de compartilhamento em todas as páginas, faça com que fique fácil para seus visitantes compartilharem seu conteúdo nas redes sociais.
 Por: João Karim  - http://www.fotografia-dg.com

sexta-feira, 1 de março de 2013

12 Dicas para Escrever Melhor

A escrita está presente em praticamente qualquer profissão. Alguns erros em um simples e-mail podem acabar com sua credibilidade na 
empresa


Uma ideia por parágrafo deve ser sua meta sempre, seja em um e-mail ou em uma apresentação de PowerPoint


Escrever bem é uma habilidade que qualquer profissional deve almejar. A clareza nas ideias, coerência na escolha das palavras e a correção gramatical são elementos essenciais para tal. Além disso, outros fatores como objetividade também devem ser sempre considerados.


A seguir, você poderá conferir algumas dicas práticas que irão ajudá-lo a escrever melhor, seja em um livro ou um relatório:


1. Decida seu objetivo
Seja qual for seu material – apresentação, discurso, e-mail ou relatório –, é importante que, antes de tudo, você estabeleça claramente quais são seus objetivos com o texto. Além de evitar que você se distraia com informações desnecessárias, montar uma lista de objetivos para o texto irá deixá-lo mais confiante na realização da tarefa, refinando sua perspectiva.


2. Peça feedback
Quando se sentir desafiado por determinado trabalho, pedir a opinião e considerações de certas pessoas sobre seu texto pode ser uma estratégia útil. Pergunte se entenderam seu objetivo com o texto, se a linha de raciocínio está clara, se há informações faltando, entre outras questões que achar relevante. Mas lembre-se que, algumas vezes, feedback demais pode desmotivá-lo e desencorajá-lo. Por isso, decida o que acha melhor ou pergunte apenas para uma ou duas pessoas que realmente entendem do assunto para ajudá-lo.


 3. Seja sucinto
O escritor Carlos Drummond de Andrade já dizia, "escrever é cortar palavras". Você não precisa de um parágrafo inteiro para transmitir informações que poderiam ser ditas em uma frase. A objetividade deve ser a meta, independentemente do tipo de texto em que você estiver trabalhando.


4. Edite
Para alcançar o objetivo esclarecido acima, edite seu texto quantas vezes achar necessário. Comece com um simples rascunho e, conforme for escrevendo, modele o texto até alcançar o melhor resultado. Elimine artigos, palavras, adjetivos e informações desnecessárias e repetidas.



 5. Refine a estrutura
Nesse momento, não se preocupe muito com as palavras, mas sim com a forma como seu texto está estruturado. Reordene da maneira que achar mais coerente e só acrescente mais parágrafos se achar que for realmente necessário.


6. Considere um tom informal
Escrever um relatório não quer dizer que você só deve optar por palavras longas, complicadas e formais. Considere utilizar um tom mais informal para o texto, para que não seja burocrático e enfadonho.


7. Valorize a clareza
Como dito anteriormente, sua mensagem deve ser transmitida com o mínimo de palavras possível. Essa instrução, no entanto, não deve ser sobreposta à clareza. As informações cruciais devem ser de conhecimento do seu público, e a objetividade não deve sacrificar a lógica em nenhum caso.


8. Deixe a mensagem se destacar
Escrever um texto elegante é uma ótima característica, mas não pode ser considerada importante. Pelo contrário, o que deve se destacar é a mensagem que você deseja transmitir e não a linguagem que utiliza.


9. Elimine os jargões
Jargões e clichês acabam com qualquer texto. Por mais “especializados” que eles possam parecer, deixe-os para o cotidiano.


10. Uma ideia por parágrafo
Considera a dica 10 como uma regra imprescindível. Uma ideia por parágrafo deve ser sua meta sempre, seja em um e-mail ou em uma apresentação de PowerPoint.


11. Deixe seu objetivo claro na primeira frase
Não enrole seus leitores com contextualização e detalhes no começo. Deixe esses parágrafos por último. É importante que seu principal objetivo ou informação seja transmitido logo na primeira frase ou parágrafo. Em seguida, desenvolva o texto para acrescentar o que considera de relevância secundária.


12. Escreva visualmente
Poucas pessoas leem cada palavra de um relatório ou email. Por isso, é importante que sua mensagem seja visível, ou seja, o leitor deve olhar para o material e facilmente identificar cada ideia. Para isso, pense em algumas opções de estrutura de organização do texto, como em tópicos ou cabeçalhos.
Fonte: Portal Universia - Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A Importância do Caranguejo-Uçá na Alimentação


O Uçá é rico em proteínas e ajuda na redução de problemas cardiovasculares


Dentre as várias espécies de caranguejo, o uçá é o mais consumido nas regiões litorâneas, em especial no Litoral Maranhense. Além de ser útil para o meio ambiente, o caranguejo-uçá tem um grande valor nutricional. 

Ele possui proteínas minerais, é rico em cálcio, manganês, zinco e ácidos graxos poliinsaturados da série ômega 3, que apresentam vários efeitos benéficos, como adiminuição do colesterol ruim (LDL). 
O caranguejo tem, ainda, um baixo teor de gordura, o que contribui para a saúde, pois reduz o risco de problemas cardiovasculares. 

No entanto, o caranguejo, por ser um crustáceo, apresenta altos níveis de colesterol, representando um fator de risco à saúde humana por ser relacionado àdoença coronariana aterosclerótica. 

Essa doença pode afetar as artérias do cérebro, do coração, dos rins, de outros órgãos vitais e até causar infarto. A cada 100 g de carne de caranguejo-uçá, o teor médio de colesterol corresponde 85,37mg. 
Segundo a nutricionista do Restaurante Universitário da UFMA, Waléria Costa, o caranguejo é uma importante fonte de energia para o homem, além de ter baixo teor de gordura, mas por outro lado, é preciso ter cuidado ao consumi-lo, pois como se trata de um crustáceo, pode ocasionar alergias. 
  • “Os crustáceos, em geral, podem causar reações alérgicas como coceira, edemas, inchaço nos lábios e, em casos mais graves, pode levar ao choque anafilático”, adverte. 
O caranguejo, bem como qualquer crustáceo, possui uma proteína chamada tropomiosina, que, ao ser ingerida, pode produzir um anticorpo chamado imunoglobulina E (IgE), que ataca uma proteína contida no crustáceo, originando os sintomas da alergia em minutos ou em algumas horas após a ingestão do alimento. 
“Portanto, é preciso ter muito cuidado em caso de reações alérgicas e procurar orientação médica”, defende a nutricionista. 

Waléria orienta que é indispensável que o animal seja cozido vivo. A carne congelada pode ser utilizada em tortas, por exemplo, e só dura cerca de 30 dias, que é o seu prazo máximo de validade. 
  • “Se uma pessoa ingerir carne crua ou mal cozida, poderá ter infecções e acabar tendo que ser hospitalizada. Portanto, é preciso ter cuidado ao consumir caranguejo”, explica. 
Risco de ingestão 

Waléria ressalta que a carne fora da validade pode conter o Vibrio parahaemolyticus, que é uma bactéria que pode causar infecção com sintomas de diarreia, cólica abdominal, náusea, vômitos, dor de cabeça, febre e calafrios. 
“Se cozinhar bem os alimentos, essa bactéria pode ser facilmente destruída”. Por isso, é um risco ingerir alimentos crus, principalmente os crustáceos. 
“Ter cuidado com a higiene e com o preparo desse alimento é fundamental para saboreá-lo sem prejudicar a saúde”, finaliza. 

Saiba + 

O caranguejo-uçá é uma das espécies de caranguejo mais comuns nos manguezais brasileiros. Ele é o segundo maior crustáceo encontrado no manguezal e o mais explorado para o consumo humano. 

O uçá é caracterizado por patas carnudas, peludas e arroxeadas. Assim como os demais caranguejos, possui cinco pares de patas, sendo que o primeiro par é bem desenvolvido e terminado em pinças que ajudam na alimentação, na defesa e na atração da fêmea. 

Esses crustáceos vivem em tocas e se alimentam de folhas. Durante a maré alta, o uçá permanece na toca, e na maré baixa, ele sai em busca de alimento. 

Por: http://www.ufma.br/noticias/noticias.php?cod=41318
Revisão: Juliana Lavra
Lugar: Cidade Universitária
Fonte: Liliane Cutrim

A Importância do Conhecimento da Contabilidade


Em fins do século XV, o monge franciscano Frá Luca Pacioli, na Toscana (Itália), publicou seus estudos sobre Aritmética, Geometria e o tratado de escrituração mercantil, sob o título de Summe de Arithmetica Proportioni ET Proporcionalitá, contendo as primeiras referências ao sistema de “partidas dobradas” até hoje utilizado na contabilidade. 
A Pacioli é atribuída a paternidade do sistema, mas nunca por ele confirmada. 
Ocorreu que, na época mercantilista, principalmente em Gênova, os comerciantes registravam as transações comerciais já utilizando o conceito de que “quem recebe é debitado e quem dá é creditado”.
O conceito fundamental da contabilidade é conhecido como “a todo débito deve corresponder um crédito de igual valor”. 
Todos os gestores empresariais necessitam conhecer com profundidade os princípios contábeis, para que possam analisar os dados da empresa e adotar decisões adequadas.
Infelizmente, muitos administradores de empresa não têm conhecimentos profundos sobre os critérios contábeis e sua utilização. 
Para que o leitor avalie o que afirmamos, faça a seguinte experiência. Pergunte a um administrador “do que é formado o capital de giro de sua empresa”. Acrescente à pergunta a expressão capital de giro líquido e saberá que esses conceitos são pouco conhecidos, quando a nosso ver, deveriam ser facilmente elaborados por um bom administrador de empresas.
Numa tentativa para melhor esclarecer o assunto, passarei a apresentar alguns conceitos técnicos necessários ao debate do assunto. Em qualquer empresa, dependendo de suas especificidades, as seguintes contas sempre existem:
  • Caixa
  • Bancos
  • Aplicações Financeiras
  • Contas a receber de clientes
  • Estoques
A soma dos saldos dessas contas representará o Capital de Giro Ativo.

Por outro lado, temos as contas passivas ou de dívidas da empresa com terceiros.
São elas:
  • Contas a pagar: luz, energia elétrica, combustíveis, água, etc.
  • Folha de pagamento de empregados e encargos sociais relativos.
  • Impostos a recolher.
  • Empréstimos e financiamento.
A soma dos saldos dessas contas representará o Capital de Giro Passivo.

Estou utilizando a linguagem técnica apropriada para familiarizar o leitor com ela.
  • Capital de Giro da Empresa é constituído pelas contas do ativo menos as contas do passivo. 
  • Feitas a subtração obteremos o Capital de Giro Líquido, que é o total dos ativos menos o total dos passivos. 
  • Esse assunto é tratado tecnicamente sob o título de Ativos e Passivos Circulantes considerado o prazo de 12 meses. 
  • Além desse prazo, tudo é considerado como Longo Prazo.

O conhecimento desse assunto é fundamental para que um administrador de empresa possa gerir bem seu trabalho em termos estratégicos, econômicos e financeiros.

Estendendo mais o conhecimento contábil da empresa, encontraremos na composição do Balanço Patrimonial, as demais contas do Ativo, quais sejam:
  • - Realizável a Longo – mais de 12 meses.
  • - Imobilizado – edifícios, máquinas, equipamentos, ferramentas e outros.
  • - Diferido – gastos com projetos que afetaram os próximos exercícios.

         No mesmo sentido, mas com sinal contrário, encontraremos na composição do Balanço Patrimonial as contas do Passivo, tais como:
  • - Exigível a Longo Prazo – mais de 12 meses.
  • - Capital, Reservas e Lucros

          Pela aplicação do sistema de partidas dobradas, acima referido, a soma total dos Ativos será igual à soma dos Passivos. 
A seguir, trataremos da Demonstração de Resultados, a qual se vincula ao Balanço Patrimonial pela apropriação de seu resultado ao item Capital, Reservas e Lucros.
          
A Demonstração de Resultados conhecida em inglês pela expressão “Profit and Loss” ou Ganhos e Perdas, contempla as contas de resultados – credoras e devedoras – para representarem as Receitas por vendas, os custos dessas vendas e as despesas advindas das operações, ou seja custos dos produtos vendidos, despesas administrativas, de vendas e financeiras.

O quadro a seguir contém todas as contas acima referidas:
DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS DO PERÍODO JAN-DEZ / X
                       VENDAS BRUTAS
                       (-) DEVOLUÇÕES E DESCONTOS
                        = VENDAS LÍQUIDAS
                       (-) CUSTO DOS PRODUTOS,                                                                            MERCADORIAS/SERVIÇO VENDIDOS
                        = LUCRO BRUTO
                       (-) DESPESAS ADMINISTRATIVAS
                       (-) DESPESAS COMERCIAIS
= LUCRO ANTES DE DESPESAS / RECEITAS FINANCEIRAS (EBITDA)
                       (-/+) DESPESAS (RECEITAS) FINANCEIRAS
                        = LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E                                                   CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
                       (-) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
                        = LUCRO LÍQUIDO

  • O resultado da Demonstração é o lucro líquido que será transferido para a conta de Capital, Reservas e Lucros, encerrando o Balanço Patrimonial.

Todas as teorias acima expostas pertencem ao currículo dos cursos de contabilidade – técnico e contador – em nível de graduação e pós-graduação. Só a prática trará todos os conhecimentos ao profissional. 

Por - João Baptista Sundfeld   Economista, MBA em marketing e mestre em Educação (PUC/SP). Sócio fundador da SUNDFELD & Associados – Gestão Empresarial.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Os Quatros Níveis de Liderança

Uma pesquisa apontou como as pessoas se tornaram lideres: 10% talento natural, 05% consequência de líderes, 85% influência de outros líderes. Se você está galgando, dentro da sua organização, alcançar níveis mais elevados de liderança, saiba que você passará por esses quatro níveis:

1. Posição ou Cargo: 
As pessoas o seguem porque têm que fazer.  A liderança está fundamentada na sua posição e sua influência não se estenderá além das fronteiras definidas pela descrição do seu cargo.  Um líder que deseja que as pessoas o sigam simplesmente porque ele é "o chefe" logo perderá o respeito de seus liderados. Quanto mais permanecer neste nível, maior será o turnover de sua organização e mais baixo será seu nível de influência.

2. Relacionamentos: 
À medida que os seguidores confiam e gostam de seu líder, começam a segui-lo porque assim desejam fazer. É neste nível que o trabalho começa a ficar gostoso.  Contudo, permanecer por muito tempo neste nível, sem elevar os índices de produtividade faz com que pessoas altamente motivadas fiquem inquietas.

3. Capacidade ou Resultados: 
Nesse nível sua influência está consolidada, o respeito aumenta por causa daquilo que o líder e os subordinados alcançam juntos. As pessoas começam a seguir o líder em razão do que ele fez pela equipe ou pela organização. Este é o nível em que se percebe a liderança propriamente dita. Os problemas são resolvidos com o menor esforço, metas alcançadas mais rapidamente, moral das pessoas é mais elevado, turnover baixa e a lucratividade aumenta.

4. Desenvolvimento de Pessoas:
Os maiores líderes tem a visão de ajudar pessoas a se desenvolverem de modo que alcancem seu máximo potencial. A maturidade faz com que seu foco mude, saindo da preocupação de inspirar e conduzir seguidores para a capacitação de outros líderes. Como resultado, elas o respeitam não apenas por aquilo que fez pelo time, mas também pelo que fez a elas a nível pessoal.

Fonte: http://www.qualidadebrasil.com.br - COLUNISTAS: PROF. MENEGATTI